Í N D I C E
I - SÍNTESE DA EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADODE JANEIRO A
AGOSTO DE 2003... 1
I - 1. ANÁLISE GLOBAL... 2
I - 2. ANÁLISE DA RECEITA... 3
I - 3.ANÁLISE DA DESPESA... 4
II - DETALHE DAS RECEITAS E DESPESAS DE JANEIRO A AGOSTO DE 2003.. 6
QUADRO 1 - VALORES DE EXECUÇÃO PROVISÓRIA DA RECEITA DO ESTADO...7
QUADRO 2 - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DA DESPESA DO ESTADO AUTORIZADA, SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA...8
QUADRO 3 - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DA DESPESA DO ESTADO AUTORIZADA SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL...9
QUADRO 4 - AUTORIZAÇÕES DE DESPESA DO ESTADO POR MINISTÉRIOS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA...10
QUADRO 5 - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO...11
QUADRO 5 - A - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO – UNIVERSOS COMPARÁVEIS...12
III – CONTA PROVISÓRIA DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS DE JANEIRO A JUNHO DE 2003... 13
III - 1. ANÁLISE GLOBAL... 15
III -2. ANÁLISE DA RECEITA... 15
III – 3. ANÁLISE DA DESPESA... 15
QUADRO 6 - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO SUBSECTOR DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS ...17
QUADRO 7 - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO SUBSECTOR DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS (VALORES DE EXECUÇÃO COMPARÁVEIS)...18
IV - SÍNTESE DA EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIALDE JANEIRO A JULHO DE 2003... 19
IV - 1. ANÁLISE GLOBAL... 20
IV - 2. ANÁLISE DA RECEITA... 20
IV – 3. ANÁLISE DA DESPESA... 21
IV - 4. ÓPTICA DO FINANCIAMENTO – SALDO ORÇAMENTAL... 22
QUADRO 8 - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DAS RECEITAS DO ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL ...24
QUADRO 9 - ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DAS DESPESAS DO ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL...25
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SÍNTESE DA EXECUÇÃO
SÍNTESE DA EXECUÇÃO
SÍNTESE DA EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTA
DO ORÇAMENTO DO ESTA
DO ORÇAMENTO DO ESTA
DO ORÇAMENTO DO ESTADO
DO
DO
DO
DE JANEIRO A AGOSTO
DE JANEIRO A AGOSTO
DE JANEIRO A AGOSTO
Síntese da Execução Orçamental - 2 -
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I - 1. Análise global
estimativa do défice do
sub-sector Estado para o período
de Janeiro a Agosto de 2003, apurado na óptica da Contabilidade Pública (ou seja, tendo em conta a totalidade dos recebimentos e paga-mentos) situa-se em 5 787,3 M€. Na sequência das alterações metodo-lógicas adoptadas na nota informativa do mês anterior, a análise da conta do subsector Estado será efectuada tendo em conta, por um lado, a exclusão das despesas de anos anteriores para cada um dos anos (1 367 M€ em 2002 e 86 M€ em 2003) e, por outro lado, efectuando os seguintes ajustamentos à despesa e receita de 2002:
• Inclusão das receitas próprias e
despesas dos organismos autó-nomos que perderam autono-mia financeira em 2003;
• Adição, à despesa, da parte
das remunerações pagas direc-tamente pelos Cofres do Mi-nistério da Justiça (organismos autónomos) no primeiro qua-drimestre de 2002 correspon-dentes às que, a partir de Maio, passaram a ser pagas pela Di-recção-Geral da Administração da Justiça (cerca de 55 M€). Assim, a análise em termos homólo-gos é feita tendo por referência os Quadros 2 e 5-A anexos, embora se forneça, em simultâneo, a informação relativa aos recebimentos e pagamen-tos totais, e sem ajustamenpagamen-tos meto-dológicos, no período em análise (Quadros 1 e 4, respectivamente). O gráfico seguinte permite analisar a evolução do saldo global nas suas componentes corrente e de capital:
Nota: valores em consonância com o Quadro 5-A.
A
Saldo Global do Subsector Estado de Janeiro a Agosto (e m milhõe s de e uros) -3.560 -3641 -2060 -1.850 -1.709 -5.701 -6.000 -5.000 -4.000 -3.000 -2.000 -1.000 0
S a ldo C o rre nte S a ldo de C a pita l S a ldo Glo ba l 2002 2003
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I - 2. Análise da receita
receita total excluindo activos
financeiros totaliza, no período
em análise, 18 610,8 M€, que se de-sagrega em 17 154,1 M€ de receitas fiscais e 1 456,7 M€ de receitas não fiscais.
O gráfico seguinte mostra a estrutura da receita efectiva no período em análise pela sua natureza (corrente e de capital):
Nota: valores em consonância com o Quadro 1.
Nos primeiros oito meses do ano a receita fiscal registou um decréscimo de 4,0% em relação ao mesmo perío-do perío-do ano anterior, senperío-do este de-créscimo de 9,1% nos impostos di-rectos e de 0,7% nos impostos indi-rectos.
Relativamente aos impostos directos, a evolução agora registada no IRS é justificada pelo diferente padrão de emissão de reembolsos face a igual período do ano anterior. A antecipa-ção feita no pagamento de reembol-sos no mês anterior foi compensada no mês agora em análise,
evidenci-ando uma melhoria na cobrança lí-quida deste imposto relativamente ao mês anterior. Em relação ao IRC, a deterioração agora registada na taxa de variação homóloga acumulada ficou a dever-se ao montante de re-embolsos emitidos no final de Agos-to sem igual contrapartida no ano anterior.
A receita bruta do IVA nos primeiros oito meses do ano registou um cres-cimento de 4,5% na componente interna e um decréscimo de 2,0% na vertente aduaneira. Contudo, a evo-lução dos reembolsos e das
transfe-A
Execução da Receita Efectiva de Janeiro a Agosto (e m milhõe s de e uros) 19.165 19.448 18.481 130 282 18.611 0 5.000 10.000 15.000 20.000
R e c e ita C o rre nte R e c e ita de C a pita l R e c e ita Efe c tiva 2002 2003
Síntese da Execução Orçamental - 4 -
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rências para a Segurança Social man-têm a receita líquida deste imposto aos níveis da receita arrecadada em igual período do ano anterior.
Quanto ao ISP, a cobrança deste im-posto registou, no mês de Agosto,
um crescimento de 8,7%, em virtude do efeito da redução das taxas já ter sido compensado, o que incrementou a taxa de crescimento homóloga acu-mulada para 5,5%.
I - 3. Análise da despesa
omando por referência os valo-res de universos comparáveis constantes do Quadro 2, constata-se
que a despesa relevante para efeitos
de determinação do défice do
subsec-tor Estado (excluindo activos e
pas-sivos financeiros e a transferência para o Fundo de Regularização da Dívida Pública), se situa em
24 311,9 M€, estando associado um crescimento homólogo de 4,9%. O gráfico a seguir compara a execu-ção da despesa efectiva (excluindo operações financeiras) face aos valo-res apurados em igual período do ano anterior:
Nota: valores em consonância com o Quadro 2.
Analisando a despesa a um maior nível de detalhe, verifica-se que a
despesa corrente regista uma taxa de
variação homóloga de 4,6%.
Contri-bui para este resultado, entre outros factores, o comportamento observado ao nível dos subsídios (+76,5%), con-tinuando em causa o pagamento,
an-T
Execução da Despesa Efectiva de Janeiro a Agosto (e m milhõe s de e uros) 21.159 2.013 23.172 22.122 2.190 24.312 0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000
De s pe s a C o rre nte De s pe s a de C a pita l De s pe s a Efe c tiva
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tecipado face a 2002, das indemniza-ções compensatórias pela prestação de serviço público. Acresce referir, como tem vindo a ser mencionado em notas informativas de meses anterio-res, que o Orçamento do Estado para 2003 tem subjacente dotações para subsídios que incluem prestações a serem pagas a empresas públicas as quais, em anos anteriores, eram regis-tadas como dotações de capital.
Conta, ainda, ao nível das “outras transferências correntes” (+15,3%), a transferência para o orçamento da União Europeia, que tem verificado, no decurso do corrente ano, um pa-drão de pagamentos diferente face ao que se verificou no ano precedente. As despesas com a segurança social dos funcionários e agentes da Admi-nistração Pública, que verificam uma variação homóloga relativa de 8,5%, encontram-se influenciadas pelo facto de ter ocorrido, em 2002, o pagamen-to de um elevado volume de despesas de anos anteriores relativas ao finan-ciamento, pelo Estado, do subsistema público de saúde (ADSE), pelo que o padrão intra-anual de pagamentos das despesas do próprio ano de 2002 foi diferente e mais concentrado no final do ano.
Cabe salientar um decréscimo das despesas com “aquisição de bens e serviços” e “outras despesas corren-tes”. Relativamente à primeira daque-las, refira-se que parte do decréscimo verificado resulta de, decorrente da aplicação do novo classificador
eco-nómico em 2003, um conjunto de despesas que, em 2002, se encontrava inscrita na “aquisição de bens e servi-ços”, ter passado a onerar a “aquisi-ção de bens de capital”, pelo que a comparabilidade ao nível dos dois anos entre estas duas componentes da despesa não é linear. Contam-se, en-tre as mais representativas, as despe-sas executadas, no âmbito da Lei da Programação Militar, com investi-mentos militares, as quais se encon-travam classificadas, em 2002, em “aquisição de bens e serviços” (aqui-sição de bens duradouros).
A despesa de capital, por sua vez,
verifica uma variação homóloga rela-tiva de 8,8%, contribuindo para este resultado, como tem sido referido, o diferente padrão das transferências executadas no âmbito dos Investimen-tos do Plano, por um lado, para o Ins-tituto das Estradas de Portugal e, por outro lado, para o sector empresarial, designadamente para a realização de projectos de investimento relaciona-dos, sobretudo, com a aquisição de equipamentos e construção de infra-estruturas na área dos transportes.
Síntese da Execução Orçamental - 6 -
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DETALHE DAS REC
DETALHE DAS REC
DETALHE DAS RECEITAS E DESPESAS
EITAS E DESPESAS
EITAS E DESPESAS
EITAS E DESPESAS
DE JANEIRO A AGOSTO
DE JANEIRO A AGOSTO
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QUADRO 1 -
VALORES DE EXECUÇÃO PROVISÓRIA DA RECEITA DO ESTADO
(Período: Janeiro a Agosto) (milhões de euros)
2002 2003 VARIAÇÃO
RECEITA PERCENTUAL
2003/2002
RECEITA CORRENTE 18.856,7 18.308,5 -2,9
Impostos Directos 7.083,5 6.439,4 -9,1
Imposto sobre rendimento de pessoas singulares (IRS) 4.300,6 4.286,8 -0,3
Imposto sobre rendimento de pessoas colectivas (IRC) 2.699,2 2.064,4 -23,5
Outros 83,7 88,2 5,4
Impostos Indirectos 10.789,0 10.714,7 -0,7
Imposto sobre produtos petrolíferos (ISP) 1.758,9 1.855,4 5,5
Imposto sobre valor acrescentado (IVA) 6.449,8 6.441,2 -0,1
Imposto automóvel (IA) 849,4 681,1 -19,8
Imposto de consumo sobre o tabaco 734,6 700,9 -4,6
Imposto sobre álcool e bebidas alcoólicas (IABA) 132,5 125,1 -5,6
Imposto do selo 810,7 855,1 5,5
Outros 53,1 55,9 5,3
Contribuições para a Segurança Social, CGA e ADSE 63,2 62,6 -0,9
Comparticipações para a ADSE 63,2 62,6 -0,9
Taxas, Multas e Outras Penalidades 190,9 208,1 9,0
Taxas diversas 63,8 63,9 0,2
Juros de mora e compensatórios 55,3 77,0 39,2
Multas do Código da Estrada 33,1 33,5 1,2
Outras multas e penalidades diversas 38,7 33,7 -12,9
Rendimentos da Propriedade 247,7 265,5 7,2 Juros 31,4 39,5 25,8 Dividendos 214,3 221,6 3,4 Outros 2,0 4,4 120,0 Transferências 235,6 351,0 49,0 Administrações públicas 204,2 320,0 56,7 Exterior 20,7 18,7 -9,7 Outras 10,7 12,3 15,0
Venda de Bens e Serviços Correntes 203,6 235,0 15,4
Outras Receitas Correntes 43,2 32,2 -25,5
Prémios e taxas por garantias de riscos 8,8 3,0 -65,9
Outros 34,4 29,2 -15,1
RECEITA DE CAPITAL 618,4 72,2 -88,3
Venda de Bens de Investimento 78,3 9,5 -87,9
Transferências 45,2 49,9 10,4
Administrações públicas 39,8 33,1 -16,8
Exterior 3,8 15,6 310,5
Outras 1,6 1,2 -25,0
Activos Financeiros 355,4 10,8 -97,0
Alienação de partes sociais das empresas 337,0 0,0 -100,0
Outros activos 18,4 10,8 -41,3
Outras Receitas de Capital 139,5 2,0 -98,6
RECURSOS PRÓPRIOS COMUNITÁRIOS 99,5 95,0 -4,5
REPOSIÇÕES NÃO ABATIDAS NOS PAGAMENTOS 209,2 77,5 -63,0
SALDOS DA GERÊNCIA ANTERIOR 19,1 68,4 258,1
TOTAL DA RECEITA 19.802,9 18.621,6 -6,0
RECEITA SEM ACTIVOS FINANCEIROS 19.447,5 18.610,8 -4,3
Fontes: DGCI, DGAIEC, DGT e DGO.
Execução Execução provisória
NOTA: As receitas fiscais indicadas para Agosto de 2002, são as existentes, à data, no SCR (Sistema Central de Receitas), aplicação
informática que serve de suporte à quantificação da receita orçamental. O decréscimo na cobrança dos juros de mora e compensatórios, teve a ver com a reclassificação destas receitas.
Síntese da Execução Orçamental - 8 -
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QUADRO 2 -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DA DESPESA DO ESTADO AUTORIZADA, SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA
(Período: Janeiro a A gosto) (m ilhões de euros)
D ES P ES A
do an o an o anter. total
(1) (2) (3) (4) (5)=ε((1) a (4)) (6) (7)=(4)+(6) (8) (9) (10)=(8)+(9) (11)=(10)/(7) (12)=(8)/(5)
D E SP ES A C O R R EN TE
D espesas com o P essoal 7.427,5 172,7 0,0 54,7 7.655,0 378,7 8.033,7 7.892,9 32,7 7.925,6 -1,3 3,1
Rem unerações C ertas e Perm anentes 5.059,9 150,8 0,0 54,7 5.265,5 43,1 5.308,6 5.307,1 8,5 5.315,6 0,1 0,8
RC P com cobertura em receitas gerais 4.966,0 150,8 5.116,9 43,1 5.159,9 5.115,0 8,5 5.123,5 -0,7 0,0 RC P com cobertura em receitas consignadas 93,9 54,7 148,6 148,6 192,1 192,1 29,2 29,2
Abonos V ariáveis ou E ventuais 196,3 6,8 203,1 14,8 217,9 213,8 1,8 215,6 -1,0 5,3
Segurança S ocial 2.171,3 15,1 2.186,4 320,9 2.507,3 2.372,0 22,4 2.394,4 -4,5 8,5
A quisição de Bens e Serviços 561,7 75,7 0,0 0,0 637,4 117,8 755,3 540,2 18,7 558,9 -26,0 -15,2
Aquisição de B ens 255,3 8,5 263,8 65,2 329,0 187,7 3,6 191,2 -41,9 -28,9
Aquisição de S erviços 306,4 67,2 373,6 52,6 426,2 352,6 15,1 367,7 -13,7 -5,6
Juros e outros encargos 3.031,8 0,0 3.031,8 0,0 3.031,8 3.185,2 0,0 3.185,2 5,1 5,1
Transferências Correntes 9.525,0 78,1 -237,4 0,0 9.365,7 675,9 10.041,6 9.835,9 9,9 9.845,8 -2,0 5,0
Adm inistrações P úblicas 8.312,5 4,8 -237,4 8.079,9 575,5 8.655,4 8.353,4 4,6 8.358,0 -3,4 3,4
O utras 1.212,4 73,4 1.285,8 100,4 1.386,2 1.482,5 5,3 1.487,8 7,3 15,3
S ubsídios 282,2 2,3 284,5 62,8 347,3 502,1 11,0 513,2 47,8 76,5
O utras D espesas Correntes 139,9 44,7 184,6 9,6 194,1 165,9 1,8 167,7 -13,6 -10,1
TO TA L D A D ES PE S A CO R RE NTE 20.968,1 373,5 -237,4 54,7 21.159,0 1.244,9 22.403,9 22.122,2 74,2 22.196,4 -0,9 4,6 D o qual: D espesa C orrente P rim ária 17.936,3 373,5 -237,4 54,7 18.127,2 1.244,9 19.372,1 18.937,1 74,2 19.011,2 -1,9 4,5 D E SP ES A D E C A PITA L
A quisição de Bens de C apital 218,1 12,4 230,6 15,1 245,7 247,2 11,3 258,5 5,2 7,2
Transferências de capital 1.765,6 5,3 -4,9 0,0 1.766,1 106,6 1.872,7 1.928,3 0,6 1.928,9 3,0 9,2
A dm inistrações Públicas (excluindo o FRD P) 1.637,0 0,3 -4,9 1.632,4 106,6 1.739,0 1.771,9 0,0 1.771,9 1,9 8,5
Transferência para o F R D P 273,9 273,9 0,0 273,9 0,0 0,0 0,0 -100,0 -100,0
O utras 128,7 5,0 133,7 0,0 133,7 156,4 0,6 157,0 17,4 17,0
A ctivos F inanceiros 53,9 0,3 54,2 0,0 54,2 60,4 0,0 60,4 11,5 11,6
P assivos F inanceiros 7.890,5 7.890,5 0,0 7.890,5 15.545,4 0,0 15.545,4 97,0 97,0
O utras D espesas de Capital 15,8 0,4 16,3 0,1 16,4 14,1 0,0 14,2 -13,3 -13,0
TO TAL D A DE S PE SA D E C AP ITAL 10.217,8 18,5 -4,9 0,0 10.231,5 121,8 10.353,3 17.795,6 12,0 17.807,5 72,0 73,9 D o qual: D esp. C apital s/P assivos, s/Activos, s/F R D P 1.999,6 18,2 -4,9 0,0 2.013,0 121,8 2.134,8 2.189,7 12,0 2.201,7 3,1 8,8
TO T AL D A DE S PE SA 31.185,9 392,0 -242,3 54,7 31.390,4 1.366,7 32.757,1 39.917,8 86,2 40.003,9 22,1 27,2 D o qual: D espesa s/Passivos, s/A ctivos, s/FR D P 22.967,7 391,7 -242,3 54,7 23.171,9 1.366,7 24.538,6 24.311,9 86,2 24.398,1 -0,6 4,9 N ota: as colunas (2) e (3) referem -se aos organism os que perderam autonom ia financeira por força da Lei do O E/2003 e ao actual Instituto da D roga e T oxicodependência no M inistério da Saúde.
F oi im putado a 2002 a despesa paga pelos cofres do M inistério da Justiça entre Janeiro e A bril de 2002 (54,7 M €) relativa a en cargos com pessoal que vieram , a partir de M aio, a ser pagos pela D G A J.
D espesas d o an o d e 2002 ajustad as E ST IM A T IV A D E 2003 D espesas d e an os an terio res D espesas totais aju stadas V A R IA Ç Ã O 2003 / 2002 EX EC U Ç Ã O D E 2002 E XE C U Ç Ã O PA R A 2002 - d o ano D esp esa d e 2002 do s ex-S F A d e 2003 T ran sferências em 2002 para ex-S FA d e 2003 D espesa p ag a directam en te p or C o fres M Ju stiça
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QUADRO 3 -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DA DESPESA DO ESTADO AUTORIZADA SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL
(Período: Janeiro a Agosto) (milhões de euros)
EXECUÇÃO 2002 ESTIMATIVA 2003 DESPESA em estrutura em estrutura
valor (em %) valor (em %)
Funções Gerais de Soberania 3.375,5 13,9 3.249,0 13,3
Serviços Gerais da Administração Pública 1.021,2 4,2 874,5 3,6
Por memória: Activos Financeiros 53,9 60,2
Defesa Nacional 1.000,9 4,1 990,5 4,1
Segurança e Ordem Públicas 1.353,4 5,6 1.384,0 5,7
Funções Sociais 13.881,2 57,0 13.585,9 55,7
Educação 4.597,3 18,9 4.459,2 18,3
Saúde 4.433,1 18,2 4.043,1 16,6
Segurança e Acção Sociais 4.088,8 16,8 4.287,7 17,6
Por memória: Activos Financeiros 0,0 0,0 0,3
Habitação e Serviços Colectivos 573,3 2,4 500,0 2,0
Serviços Culturais, Recreativos e Religiosos 188,6 0,8 295,9 1,2
Funções Económicas 1.345,8 5,5 1.460,8 6,0
Agricultura e Pecuária, Silvic., Caça e Pesca 457,8 1,9 402,8 1,7
Indústria e Energia 60,2 0,2 62,6 0,3
Transportes e Comunicações 595,9 2,4 738,9 3,0
Comércio e Turismo 71,4 0,3 61,9 0,3
Outras Funções Económicas 160,6 0,7 194,7 0,8
Outras Funções 5.732,0 23,6 6.102,3 25,0
Operações da Dívida Pública 3.031,8 12,5 3.184,8 13,1
Por memória: Passivos Financeiros e FRDP 8.164,3 15.545,4
Transferências entre Administrações Públicas 2.700,2 11,1 2.917,6 12,0
Diversas Não Especificadas 0,0 0,0 0,0 0,0
TOTAL DA DESPESA 32.552,7 40.003,9
Síntese da Execução Orçamental - 10 -
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QUADRO 4 -
AUTORIZAÇÕES DE DESPESA DO ESTADO POR MINISTÉRIOS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA
JANEIRO A AGOSTO DE 2003
(milhares de euros)
DESPESA TOTAL
DESPESA CORRENTE
Despesas com o Pessoal 52.071 2.395.011 697.008 104.973 742.728 431.752 53.115 135.475 3.118.132 21.419 39.103 34.669 34.868 30.692 34.567 7.925.584
Remun. Certas e Permanentes 44.982 257.365 505.426 65.642 617.105 405.397 49.375 127.476 3.062.890 19.601 35.774 30.532 32.384 28.921 32.699 5.315.568
Abonos Variáveis ou Eventuais 1.900 37.124 35.872 37.225 44.367 23.229 1.929 5.117 20.527 1.515 1.021 1.522 1.894 1.030 1.348 215.621
Segurança social 5.189 2.100.521 155.710 2.106 81.257 3.127 1.812 2.882 34.716 303 2.308 2.615 590 742 520 2.394.394
Aquisição de Bens e Serviços 15.356 71.094 183.710 20.288 61.218 60.336 12.169 23.019 37.794 5.620 17.342 12.162 12.742 9.430 16.619 558.898
Aquisição de Bens 1.666 10.506 89.344 764 22.850 24.450 1.974 5.302 26.132 512 2.353 1.141 1.861 868 1.497 191.219
Aquisição de Serviços 13.690 60.589 94.367 19.524 38.368 35.886 10.195 17.716 11.662 5.108 14.989 11.021 10.881 8.562 15.122 367.679
Encargos Correntes da Dívida 0 3.184.778 0 377 0 0 8 0 0 0 0 1 0 10 0 3.185.175
Transferências Correntes 74.624 1.374.480 14.517 29.842 45.282 4.625 52.875 78.325 299.594 817.490 32.803 3.636.917 2.322.500 21.297 1.040.655 9.845.827
Administrações Públicas 64.897 223.491 6.561 20 12.737 2.733 51.425 76.263 105.265 792.946 11.317 3.633.030 2.316.431 20.670 1.040.251 8.358.038
Outras 9.727 1.150.988 7.956 29.822 32.545 1.893 1.451 2.062 194.329 24.544 21.486 3.887 6.068 627 404 1.487.790
Subsídios 1.436 510.026 0 0 0 0 428 259 0 0 639 387 6 0 0 513.181
Outras Despesas Correntes 885 2.731 401 43.257 668 468 793 579 117.649 86 133 2 1 79 3 167.736
Total Despesa Corrente 144.371 7.538.120 895.637 198.737 849.896 497.181 119.389 237.656 3.573.169 844.615 90.022 3.684.137 2.370.118 61.509 1.091.845 22.196.401 DESPESA DE CAPITAL
Aquisição de Bens de Capital 2.300 6.999 115.207 4.908 11.312 12.303 1.560 3.041 56.638 904 2.015 11.951 1.199 4.339 23.859 258.536
Transferências de Capital 330.508 810 799 0 7.463 8.029 145.252 80.467 5.352 68.339 15.005 22.974 14.666 627.371 601.903 1.928.937
Administrações Públicas 322.540 810 799 0 354 8.029 144.612 80.466 5.248 68.339 13.811 22.974 14.666 494.384 594.865 1.771.897
Outras 7.967 0 0 0 7.109 0 640 1 104 0 1.194 0 0 132.987 7.038 157.040
Activos financeiros 12 60.175 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 249 0 0 60.437
Passivos financeiros 0 15.545.449 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 15.545.449
Outras Despesas de Capital 0 4.972 0 0 0 0 0 0 9.214 0 0 0 0 0 0 14.186
Total Despesa de Capital 332.820 15.618.405 116.006 4.908 18.775 20.332 146.812 83.508 71.204 69.243 17.020 34.925 16.114 631.710 625.761 17.807.544 Total da Despesa 477.191 23.156.525 1.011.643 203.644 868.671 517.514 266.201 321.165 3.644.373 913.857 107.042 3.719.063 2.386.232 693.219 1.717.607 40.003.945 Total s/Pass., s/Act., s/FRDP 477.178 7.550.901 1.011.643 203.644 868.671 517.514 266.201 321.164 3.644.373 913.857 107.042 3.719.063 2.385.983 693.219 1.717.607 24.398.060
Segurança Social e Trabalho Obras Públicas, Transportes e Habitação Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente Educação Ciência e Ensino Superior Cultura Saúde Administração
Interna Justiça Economia
Agricultura Desenvolv. Rural e Pescas Encargos Gerais do Estado Finanças Defesa Nacional Negócios Estrangeiros
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QUADRO 5 -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO
(Período: Janeiro a Agosto) (milhões de euros)
2002 2003 1. RECEITA CORRENTE 19.165,4 18.481,0 -3,6 1.1. Impostos directos 7.083,5 6.439,4 -9,1 1.1. Impostos indirectos 10.789,0 10.714,7 -0,7 1.3. Outras receitas (1) 1.292,9 1.326,9 2,6 2. DESPESA CORRENTE 22.213,0 22.196,4 -0,1
2.1. Pessoal e aquisição de bens e serviços 8.485,9 8.484,5 0,0
2.2. Subsídios 345,0 513,2 48,7
2.3. Juros e outros encargos 3.031,8 3.185,2 5,1
2.4. Transferências correntes 10.200,9 9.845,8 -3,5 Administrações Públicas 8.888,0 8.358,0 -6,0 Outras 1.312,9 1.487,8 13,3 2.5. Outras despesas 149,4 167,7 12,2 3. SALDO CORRENTE -3.047,6 -3.715,4 21,9 4. RECEITA DE CAPITAL (2) 282,1 129,8 -54,0 5. DESPESA DE CAPITAL (3) 2.121,4 2.201,7 3,8 5.1. Investimentos 233,3 258,5 10,8 5.2. Transferências de capital 1.872,2 1.928,9 3,0 Administrações Públicas 1.743,6 1.771,9 1,6 Outras 128,7 157,0 22,0 5.3. Outras despesas 15,9 14,2 -11,0 6. SALDO DE CAPITAL -1.839,3 -2.071,9 12,6
7. SALDO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL -4.887,0 -5.787,3 18,4
8. SALDO PRIMÁRIO -1.855,2 -2.602,1 40,3
9. ACTIVOS FINANC.LÍQUIDOS DE REEMBOLSOS 35,5 49,6 39,9
10. SALDO INCLUINDO ACTIVOS FINANCEIROS -4.922,5 -5.836,9 18,6
Fontes: DGCI, DGAIEC, DGT e DGO.
(1) - Inclui os recursos próprios comunitários e as reposições não abatidas nos pagamentos . (2) - Inclui os saldos da gerência anterior. Não inclui os activos, nem os passivos financeiros. (3) - Não inclui os activos, nem os passivos financeiros, nem a transferência para o FRDP.
VARIAÇÃO (em %)
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QUADRO 5 - A -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO – UNIVERSOS COMPARÁVEIS
(P eríodo: Janeiro a A gosto) (milhões de euros)
20 02 20 03
1 . R E C E ITA C O R R E N TE 19.308 ,7 18 .48 1,0 -4,3
1 .1. Im posto s d ire cto s 7.083 ,5 6 .43 9,4 -9,1 1 .1. Im posto s indirectos 10.815 ,5 10 .71 4,7 -0,9 1 .3. O utra s re ce ita s (1) 1.409 ,7 1 .32 6,9 -5,9
2 . D E S P E S A C O RR E NT E 21.159 ,0 22 .12 2,2 4,6
2 .1. P esso al e a qu isiçã o d e b en s e se rviço s 8.292 ,4 8 .43 3,1 1,7 2 .2. S ub síd io s 284 ,5 50 2,1 7 6,5 2 .3. Ju ros e outros en ca rgos 3.031 ,8 3 .18 5,2 5,1 2 .4. Tra nsferê ncias corren tes 9.365 ,7 9 .83 5,9 5,0 A d m inistra çõ es P úb licas 8.079 ,9 8 .35 3,4 3,4 O utras 1.285 ,8 1 .48 2,5 1 5,3 2 .5. O utra s d espe sa s 184 ,6 16 5,9 -1 0,1 3 . S AL D O CO R R E N TE -1.850 ,2 -3 .64 1,2 9 6,8 4 . R E C E ITA D E C AP IT AL (2) 303 ,6 12 9,8 -5 7,2 5 . D E S P E S A D E C AP IT AL (3) 2.013 ,0 2 .18 9,7 8,8 5 .1. Investim e nto s 230 ,6 24 7,2 7,2 5 .2. Tra nsferê ncias de capital 1.766 ,1 1 .92 8,3 9,2 A d m inistra çõ es P úb licas 1.632 ,4 1 .77 1,9 8,5 O utras 133 ,7 15 6,4 1 7,0 5 .3. O utra s d espe sa s 16 ,3 1 4,1 -1 3,0 6 . S AL D O DE C AP ITAL -1.709 ,4 -2 .05 9,9 2 0,5 7. SA LD O D E EXEC U Ç Ã O O R Ç A M EN TA L -3.559,6 -5.701,1 60,2 8 . S AL D O P R IM ÁR IO -527 ,8 -2 .51 5,9 37 6,7 9 . AC TIV O S FIN AN C .LÍQ U ID O S D E R E E M BO L S O S 35 ,7 4 9,6 3 8,9
1 0. S ALD O IN C LU IN D O AC TIV O S FIN AN C E IR O S -3.595 ,3 -5 .75 0,7 6 0,0
Fontes: D G C I, D G A IE C , D G T e D G O .
(1) - Inclui os recursos próprios com unitários e as reposições não abatidas nos pagam entos .
(2) - Inclui os saldos da gerência anterior. N ão inclui os activos, nem os passivos financeiros.
(3) - N ão inclui os activos, nem os passivos financeiros, nem a transferência para o FR D P .
N otas:
- O s valores de receita de 2002 incluem as receitas próprias dos organism os autónom os que perderam autonom ia financeira por força da Lei O E /2003 (cerca de 165 M €).
- O s valores de despesa de 2002 e 2003 não incluem as despesas de anos anteriores, no m ontante de 1 367 M € e 86 M €, respectivam ente.
- A dicionalm ente, os valores de despesa de 2002 foram objecto dos ajustam entos constantes do quadro 2 anexo à presente nota inform ativa.
V AR IAÇ ÃO (em %)
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III
III
III
III –
–
–
– CONTA PROVISÓR
CONTA PROVISÓR
CONTA PROVISÓRIA DOS SERVIÇOS E FU
CONTA PROVISÓR
IA DOS SERVIÇOS E FU
IA DOS SERVIÇOS E FUNDOS
IA DOS SERVIÇOS E FU
NDOS
NDOS
NDOS
AUTÓNOMOS DE
AUTÓNOMOS DE
AUTÓNOMOS DE
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Os quadros que se apresentam de seguida contêm os elementos que permitem comparar a conta do primeiro semestre de 2003 do subsector dos Serviços e Fun-dos Autónomos com os valores homólogos do ano precedente.
Os valores de execução para cada um dos anos encontram-se reflectidos no Qua-dro 6. Os valores que constam do QuaQua-dro 7 foram objecto de ajustamentos (vi-sando torná-los comparáveis entre si), os quais decorrem essencialmente dos se-guintes factores:
• processo de extinção, reestruturação e fusão de organismos determinadas
pela alteração à Lei do Orçamento do Estado para 2002 (Lei n.º 16-A/2002, de 31 de Maio);
• perda de autonomia financeira de um conjunto de organismos autónomos,
por força da Lei do Orçamento do Estado para 2003;
• alterações de classificação económica resultantes da aplicação do
Decreto-Lei n.º 26/2002, de 14 de Fevereiro (que passou a aplicar-se a partir de 2003);
• novo sistema de relacionamento financeiro entre os Cofres do Ministério
da Justiça e os serviços integrados do mesmo ministério; e a
• falta de envio da execução orçamental relativa ao segundo trimestre de
2003, por parte de 2 organismos autónomos, sendo que a execução de um deles (Entidade Reguladora do Serviços Energéticos) foi estimada, dado o seu peso no subsector.
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III - 1. Análise global
Da análise à execução orçamental de Janeiro a Junho de 2003, e tendo por referência o Quadro 7, constata-se
que o saldo global do subsector dos
Serviços e Fundos Autónomos ascen-de a 1 073,0 M€, tendo subjacente uma melhoria significativa face a igual período do ano precedente.
Esta evolução resulta de uma variação positiva de 62,4% do saldo corrente, conjugada com uma melhoria de 165,6% do saldo de capital.
III - 2. Análise da receita
A receita efectiva atingiu, no período em análise, 6 752,3 M€, denotando, em relação ao período homólogo do ano anterior, um acréscimo de 6,9%. O aumento registado em termos de receita corrente assentou, essencial-mente, no acréscimo verificado nas contribuições para a CGA, que se deveu, sobretudo, ao aumento da comparticipação do Orçamento do Estado e das quotas descontadas aos subscritores.
A diminuição das receitas de capital fica a dever-se, em grande parte, a um menor volume de transferências do Fundo Social Europeu, reflectido na execução do Instituto de Gestão do FSE (IGFSE). Com efeito, o menor grau de execução dos seus programas operacionais levou a que o IGFSE tenha declarado um nível bastante inferior de despesa junto das instân-cias comunitárias.
III – 3. Análise da despesa
A despesa global efectiva atingiu, no período de Janeiro a Junho de 2003, o montante de 5 679,2 M€, represen-tando, em relação a idêntico período de 2002, um decréscimo de 7,9%.
Ainda assim, a despesa corrente registou um aumento face ao período homólogo, justificado, sobretudo, pelo aumento das transferências cor-rentes para fora do Sector Público Administrativo, designadamente ao nível das transferências para
Síntese da Execução Orçamental - 16 -
Direcção-Geral do Orçamento !21 884 63 00 Fax: 21 884 63 07 Internet: www/dgo.pt mento de pensões pela Caixa Geral de
Aposentações (CGA).
Importa, ainda, salientar que a dimi-nuição ocorrida nas outras despesas correntes prende-se, em parte, com a execução do Cofre dos Conservado-res, Notários e Funcionários de Justi-ça, na sequência do novo sistema de relacionamento financeiro com os serviços integrados do Ministério da Justiça, segundo o qual os montantes inscritos nesta rubrica residual passa-ram a ser classificados em transferên-cias correntes para o Orçamento do Estado.
No que concerne à despesa de capital, o significativo decréscimo verificado deveu-se, em grande parte, à já refe-rida diminuição das transferências de capital do IGFSE para a Segurança Social, na sequência do menor nível de verbas provenientes da União Eu-ropeia.
Saliente-se, igualmente, a diminuição das transferências de capital para en-tidades que não integram o Sector Público Administrativo, sobretudo as concedidas pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI) a entidades privadas, no âmbito do Programa Operacional de Economia e do Pro-grama de Modernização da Indústria Portuguesa. De referir também, em-bora com menor grau de importância, a diminuição de transferências por parte do Instituto de Financiamento e Apoio ao Desenvolvimento da Agri-cultura e Pescas (IFADAP) e do
Insti-tuto do Emprego e Formação Profis-sional (IEFP). No caso deste último, por força da aplicação do novo classi-ficador económico da despesa, uma vez que passou a classificar essas transferências como subsídios.
A diminuição da despesa de capital também se encontra relacionada com o acentuado decréscimo verificado ao nível da aquisição de bens de capital, essencialmente por parte do IFADAP e do IEP, tendo este último sido ob-jecto de fusão com o Instituto para a Construção Rodoviária (ICOR) e com o Instituto para a Conservação e Exploração da Rede Rodoviária (ICERR).
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QUADRO 6 -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO SUBSECTOR DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS
(Período: Janeiro a Junho) (milhões de euros)
2002 2003
1. RECEITA CORRENTE 4.870,6 5.431,4 11,5
1.1. Impostos directos 5,2 27,9 434,7
1.1. Impostos indirectos 110,9 122,0 10,0
1.3. Outras receitas (1) 4.754,4 5.281,5 11,1
(das quais: transferências correntes de outros subsectores) 1.473,3 1.479,7 0,4
2. DESPESA CORRENTE 4.472,8 4.597,6 2,8
2.1. Pessoal 1.025,1 830,2 -19,0
2.2. Aquisição de bens e serviços 403,4 315,5 -21,8
2.3. Subsídios 346,1 557,8 61,2
2.4. Juros e outros encargos 4,6 6,3 37,5
2.5. Transferências correntes 2.547,6 2.825,7 10,9
(das quais: transferências correntes para outros subsectores) 69,8 273,1 291,3
2.6. Outras despesas 146,0 62,0 -57,5
3. SALDO CORRENTE 397,8 833,9 109,6
4. RECEITA DE CAPITAL (2) 1.700,1 1.320,8 -22,3
(das quais: transferências de capital de outros subsectores) 949,9 746,1 -21,5 (das quais: transferências de capital da União Europeia) 645,8 529,1 -18,1
5. DESPESA DE CAPITAL (3) 1.902,1 1.081,7 -43,1
5.1. Investimentos 487,7 365,7 -25,0
5.2. Transferências de capital 1.377,0 704,1 -48,9
(das quais: transferências de capital para outros subsectores) 505,5 148,7 -70,6
5.3. Outras despesas 37,5 11,9 -68,2
6. SALDO DE CAPITAL -202,1 239,1 -218,3
7. SALDO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 195,7 1.073,0 448,2
8. SALDO PRIMÁRIO 200,3 1.079,3 438,8
9. ACTIVOS FINANC.LÍQUIDOS DE REEMBOLSOS 39,4 132,3 236,0
10. SALDO INCLUINDO ACTIVOS FINANCEIROS 156,4 940,8 501,6
Nota: Não inclui o FRDP nem o SNS.
(1) - Inclui os recursos próprios comunitários e as reposições não abatidas nos pagamentos . (2) - Não inclui os saldos da gerência anterior, nem activos e passivos financeiros. (3) - Não inclui os activos, nem os passivos financeiros.
VARIAÇÃO (em %)
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QUADRO 7 -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DO SUBSECTOR DOS SERVIÇOS E FUNDOS AUTÓNOMOS (VALORES DE EXECUÇÃO COMPARÁVEIS)
(Período: Janeiro a Junho) (milhões de euros)
2002 2003
1. RECEITA CORRENTE 4.838,6 5.431,4 12,3
1.1. Impostos directos 5,2 27,9 434,7
1.1. Impostos indirectos 94,2 122,0 29,6
1.3. Outras receitas (1) 4.739,2 5.281,5 11,4
(das quais: transferências correntes de outros subsectores) 1.488,7 1.479,7 -0,6
2. DESPESA CORRENTE 4.325,0 4.597,6 6,3
2.1. Pessoal 825,3 830,2 0,6
2.2. Aquisição de bens e serviços 361,2 315,5 -12,6
2.3. Subsídios 500,6 557,8 11,4
2.4. Juros e outros encargos 4,6 6,3 37,5
2.5. Transferências correntes 2.470,5 2.825,7 14,4
(das quais: transferências correntes para outros subsectores) 154,1 273,1 77,2
2.6. Outras despesas 162,8 62,0 -61,9
3. SALDO CORRENTE 513,5 833,9 62,4
4. RECEITA DE CAPITAL (2) 1.480,0 1.320,8 -10,8
(das quais: transferências de capital de outros subsectores) 734,3 746,1 1,6 (das quais: transferências de capital da União Europeia) 645,1 529,1 -18,0
5. DESPESA DE CAPITAL (3) 1.844,7 1.081,7 -41,4
5.1. Investimentos 480,8 365,7 -23,9
5.2. Transferências de capital 1.323,7 704,1 -46,8
(das quais: transferências de capital para outros subsectores) 505,2 148,7 -70,6
5.3. Outras despesas 40,1 11,9 -70,3
6. SALDO DE CAPITAL -364,7 239,1 -165,6
7. SALDO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTAL 148,8 1.073,0 620,9
8. SALDO PRIMÁRIO 153,4 1.079,3 603,4
9. ACTIVOS FINANC.LÍQUIDOS DE REEMBOLSOS 39,2 132,3 237,4
10. SALDO INCLUINDO ACTIVOS FINANCEIROS 109,6 940,8 758,0
Nota: Não inclui o FRDP nem o SNS.
(1) - Inclui os recursos próprios comunitários e as reposições não abatidas nos pagamentos . (2) - Não inclui os saldos da gerência anterior, nem activos e passivos financeiros. (3) - Não inclui os activos, nem os passivos financeiros.
VARIAÇÃO (em %)
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IV
IV
IV
IV ---- SÍNTESE DA EXEC
SÍNTESE DA EXEC
SÍNTESE DA EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO DA
SÍNTESE DA EXEC
UÇÃO DO ORÇAMENTO DA
UÇÃO DO ORÇAMENTO DA
UÇÃO DO ORÇAMENTO DA
SEGURANÇA SOCIAL
SEGURANÇA SOCIAL
SEGURANÇA SOCIAL
SEGURANÇA SOCIAL
DE JANEIRO A JULHO
DE JANEIRO A JULHO
DE JANEIRO A JULHO
DE JANEIRO A JULHO DE 2003
DE 2003
DE 2003
DE 2003
Síntese da Execução Orçamental - 20 -
Direcção-Geral do Orçamento !21 884 63 00 Fax: 21 884 63 07 Internet: www/dgo.pt
IV - 1. Análise global
Da análise à execução orçamental de Janeiro a Julho de 2003, constata-se que a receita, incluindo o saldo inte-grado de 2002 no valor de 667,2 M€, evidencia um acréscimo de 1,5% em relação ao período homólogo de 2002 e a despesa um decréscimo de 6,4% em relação ao mesmo período.
O comportamento da receita está
condicionado, nomeadamente, pela evolução das contribuições que, re-presentando 59,3% das receitas totais deduzidas do saldo integrado, eviden-ciam um acréscimo de 1,9% relativa-mente ao período homólogo de 2002.
O decréscimo de 6,4% na despesa
total, relativamente ao valor registado
no período homólogo de 2002, decor-re do efeito conjugado de um agra-vamento de 7,8% nas despesas cor-rentes, fruto do efeito da actual con-juntura económica nas prestações substitutivas do trabalho e do com-portamento das transferências e sub-sídios correntes e das despesas de capital, que, no conjunto, acusam um decréscimo de 40,6% relativamente a igual período de 2002. Neste último aspecto é de destacar a evolução da despesa em activos financeiros, que se reduz em cerca de 49%, reflectindo alterações na velocidade de rotação da carteira do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social.
IV - 2. Análise da receita
A receita efectiva atingiu, no período em análise, 8 936,0 M€, denotando, em relação ao período homólogo do ano anterior, um acréscimo de 7,1%. Para o referido resultado contribuí-ram, nomeadamente:
• Receita de Contribuições –
no montante de 5 809,8 M€, reflectindo um acréscimo de 1,9% relativamente a igual pe-ríodo de 2002;
• Transferências Correntes –
no montante de 2 513,3 M€, representando um acréscimo de 14,8% relativamente a igual período do ano anterior, refle-xo, essencialmente, de uma di-ferente distribuição temporal das transferências do FSE para financiamento das acções de formação profissional;
• Transferências de Capital –
PIDDAC/OE e FEDER –
atingem, até Julho de 2003, o montante de 10,2 M€,
repre-Direcção-Geral do Orçamento !21 884 63 00 Fax: 21 884 63 07 Internet: www/dgo.pt sentando 26,7% do valor anual
previsto para esta rubrica em 2003.
IV – 3. Análise da despesa
A despesa global efectiva atingiu, no período de Janeiro a Julho de 2003, o montante de 8 606,0 M€, represen-tando, em relação a idêntico período de 2002, um acréscimo de 5,5%. Para o supracitado comportamento da despesa, há a referir o seguinte:
• Pensões - a execução
eviden-cia uma despesa de 5 090,4 M€, reflectindo um crescimento de 6,9% face ao período homólogo do ano an-terior;
• Subsídio de desemprego e
social de desemprego e apoios ao emprego –
atingiram, no período, o mon-tante de 852,0 M€, superando o valor registado no período de Janeiro a Julho de 2002 em 35,5%.
O sinal de estabilização apre-sentado em Junho pela despesa com as prestações de desem-prego parece ser contrariado pela recuperação verificada no mês de Julho, que cresce 3% em relação àquele mês, ou seja, esta despesa apresenta um
crescimento sustentado desde 2002;
• Programa de Emprego e
Protecção Social – em Julho
de 2003, a despesa evidenciada pelo ISSS atinge o montante de 1,6 M€, absorvendo 0,18% da despesa, até Julho, com as prestações de desemprego. No mês em análise apenas o Centro Distrital de Viseu não indicou a despesa realizada com as prestações sociais pre-vistas neste Programa;
• Subsídio por doença - no
montante de 288,3 M€, apre-senta um acréscimo de 1,1% em relação a igual período de 2002;
• Rendimento Social de
Inser-ção - atingiu o montante de
135,6 M€, evidenciando um acréscimo de 0,2% relativa-mente ao mesmo período de 2002;
• Acção Social – atingiu, até
Ju-lho de 2003, o montante de 645,1 M€, apresentando, em
Síntese da Execução Orçamental - 22 -
Direcção-Geral do Orçamento !21 884 63 00 Fax: 21 884 63 07 Internet: www/dgo.pt relação a 2002, um
agravamen-to de 0,3%;
• Acções de formação
profissi-onal - no total de 421,5 M€,
evidenciam uma redução de 23,7% relativamente a igual período do ano transacto;
• Despesas de Capital –
PIDDAC/OE, OSS e FEDER – atingem no período
de Janeiro a Julho de 2003, o montante de 22,4 M€, isto é, +31,5% que em período homó-logo de 2002.
IV - 4. Óptica do financiamento – Saldo Orçamental
O saldo da execução do orçamento no período de Janeiro a Julho de 2003, no valor de 330,0 M€,
apresen-ta o seguinte desdobramento por Subsistemas de Segurança Social:
- Subsistema Previdencial (+) 412.753 mil €
- Subsistema de Protecção Social de Cidadania (+) 98.000 mil €
- Subsistema Prot. Família e Políticas Activas de
Emprego e Formação Profissional (-) 180.776 mil €
Total (+) 329.977 mil €
Relativamente ao saldo gerado no Subsistema Previdencial, constata-se uma redução de 39,4% relativamente a igual período do ano anterior, sen-do que para tal concorreu o cresci-mento da receita efectiva (+2,6%) – contribuições, juros de mora, rendi-mentos, etc. – mais suave do que o
verificado na despesa efectiva (+8,9%) – prestações substitutivas do trabalho / Regime Geral da Seguran-ça Social.
Contudo, importa ainda ter em aten-ção que o saldo do Subsistema Pre-videncial se desdobra em:
Julho/2003 2003/2002 (%)
Saldo Subsistema Previdencial – Repartição 159.353 mil € - 36,3%
Saldo Subsistema Previdencial – Capitalização 253.400 mil € - 41,1%
Direcção-Geral do Orçamento !21 884 63 00 Fax: 21 884 63 07 Internet: www/dgo.pt Como pode observar-se, o saldo do
Subsistema Previdencial – Reparti-ção acusa uma reduReparti-ção de 36,3% relativamente ao homólogo de 2002, consequência da evolução negativa do quadro macroeconómico, impli-cando um abrandamento no cresci-mento da receita de contribuições e uma aceleração da despesa nas pres-tações sociais substitutivas.
Relativamente ao saldo apurado no Subsistema Previdencial – Capitali-zação no montante de 253,4 M€ constata-se uma contracção de 41,1% relativamente a igual período de 2002 decorrente fundamentalmente da redução da receita corrente em igual percentagem pelas razões indi-cadas anteriormente.
No que se refere ao Subsistema Pro-tecção Social de Cidadania, o saldo orçamental observado no período em análise evidencia um crescimento de 105,6% relativamente ao período homólogo de 2002, sendo que, para tal, concorre o facto da a receita ser arrecadada, em regra, em subordina-ção ao regime duodecimal e como tal, apresentar-se acima da despesa, uma vez que esta é registada em obediência ao princípio da especiali-zação financeira.
Quanto ao Subsistema de Protecção da Família e Políticas Activas de Emprego e Formação Profissional, o défice apurado em 180,8 M€, coberto pelo Subsistema Previdencial-Repartição, evidencia uma redução de 66,6%, relativamente ao período de Janeiro a Julho de 2002.
Síntese da Execução Orçamental - 24 -
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QUADRO 8 -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DAS RECEITAS DO ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL
(em milhares de euros)
Jan-Julho Jan-Julho
2002 2003
(1) (2) (3)=((2-1))/(1)
RECEITAS
1. SALDO DO ANO ANTERIOR 293.167,5 667.203,7 127,6%
2. RECEITAS CORRENTES 6.147.297,8 6.407.984,2 4,2% 2.1 Contribuições e cotizações 5.699.560,2 5.809.775,7 1,9% Contribuições e cotizações 5.699.560,2 5.809.775,7 1,9% 2.2 Adicional ao I.V.A. 293.307,0 394.333,3 34,4% 2.3 Rendimentos 119.542,4 153.582,3 28,5% 2.4 Outras receitas 34.888,2 50.292,9 44,2% 3. RECEITAS DE CAPITAL 1.675.048,6 864.074,7 -48,4% Amortizações 0,0 0,0 Activos Financeiros 1.581.758,3 859.460,6 -45,7% Empréstimos Obtidos 89.947,8 0,0 -100,0% Outras 3.342,5 4.614,1 38,0% 4. TRANSFERÊNCIAS CORRENTES 2.188.590,8 2.513.263,3 14,8%
Ministério da Segurança Social e Trabalho 1.932.156,2 2.022.359,1 4,7%
Min.S. Social e Trabalho (DAFSE e IGFSE) 0,4 0,0 -100,0%
Min.Obras Públicas, Transp. Habitação 997,6 455,9 -54,3%
Min.Educação(comp educ.pré-escolar / IPSS) 42.487,9 44.605,0 5,0%
Ministério da Justiça 0,0 0,0
SMC de Lisboa - Departamento de Jogos 41.958,4 55.993,3 33,4%
Instituto de Emprego e Formação Profissional 0,0 978,1
Instituto para a Inovação na Formação 0,0 0,0
Instituto Desenv. Inspecção Cond. Trabalho 1.386,0 0,0
Convenção CECA - CE 169.604,3 268,1
Transf. FSE - Acções Form. Profissional 0,0 388.603,8
Transf. OE - Acções Form. Profissional 0,0 0,0
PIDDAC-OE 0,0 0,0 PIDDAC-FEDER 0,0 0,0 Outras 0,0 0,0 SUB-TOTAL 10.304.104,7 10.452.525,9 1,4% TRANSFERÊNCIAS de CAPITAL 6.043,2 10.156,2 68,1% P.I.D.D.A.C. 6.043,2 10.156,2 68,1% Do OE 6.043,2 9.512,9 57,4% Do FEDER 0,0 643,3 Do IEFP 0,0 0,0 TOTAL RECEITA 10.310.147,9 10.462.682,0 1,5%
Fonte: Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social.
Execução orçamental
Designação
Variação % do período homólogo
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QUADRO 9 -
ESTIMATIVA DE EXECUÇÃO DAS DESPESAS DO ORÇAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL
(em m ilhares de euros)
Jan-Julho Jan-Julho 2002 2003 (1) (2) (3)=((2-1))/(1) DESPESAS DESPESAS CORRENTES 7.265.440,5 7.835.219,4 7,8% Pensões 4.763.994,5 5.090.389,5 6,9% Sobrevivência 706.757,3 757.260,0 7,1% Invalidez 729.034,2 735.350,2 0,9% V elhice 3.328.203,1 3.597.779,3 8,1%
Subsídio familiar a crianças e jovens 305.513,6 320.248,0 4,8%
Subsídio por doença 285.228,0 288.278,2 1,1%
Subsídio desemprego apoio ao emprego,... 628.861,0 852.039,7 35,5%
Outras prestações 266.559,7 284.488,0 6,7%
Acção social 643.420,2 645.079,6 0,3%
Rendimento Social de Inserção (ex -RM G ) 135.308,9 135.621,6 0,2%
Extinção de Empréstimos (Lei nº 2092) 0,0 0,0
Administração 235.378,9 218.907,2 -7,0%
Acções de formação profissional 1.175,8 167,4 -85,8%
DESPESAS DE C APITAL 2.154.413,4 1.052.489,9 -51,1% P.I.D.D.A.C. 17.039,5 22.410,7 31,5% Do OE 8.018,4 12.542,4 56,4% Do OSS 9.021,1 9.225,0 2,3% Do FEDER 0,0 643,3 Do IEFP 0,0 0,0 Amortizações de empréstimos 128.265,5 0,0 -100,0% Edifícios - IGFCSS 0 130,4 Activos Financeiros - IG FCSS 2.008.128,7 1.029.872,0 -48,7% Outras 979,7 76,8 -92,2%
TRANSFERÊNCIAS e SUB SÍDIOS CO RREN TES 870.466,2 744.314,1 -14,5%
Emprego e Formação Profissional 278.505,0 282.112,4 1,3% Higiene, segurança e saúde no trabalho 11.467,9 10.290,0 -10,3%
Inovação na formação 4.447,8 4.228,1 -4,9%
M in. Educação (componente social pré-escolar) 20.949,5 22.987,6 9,7% Subsídios Correntes - Acções de Formação Profissional 552.161,2 421.513,1 -23,7%
Com suporte no FSE 423.018,3 297.030,2 -29,8%
Com suporte no O.S.S. 129.142,9 124.482,9 -3,6%
Com suporte no OE (DAFSE) 0,0 0,0
INATEL 2.666,4 3.182,9 19,4%
PIDDAC - OE - Prog. Desenv.Social 268,4 0,0 -100,0%
PIDDAC-FEDER-Prog. Desenv.Social 0,0 0,0
PIDDAC-OSS - Apoio à tomada de decisão 0,0 0,0
TRANSFERÊNCIAS de CAPITAL 3.999,3 3.889,9 -2,7%
IGFCSS
INATEL 3.999,3 3.889,9 -2,7%
Outras 0,0 0,0
TO TAL DESPESA 10.294.319,3 9.635.913,3 -6,4%
Fonte: Instituto de G estão Financeira da Segurança Social. Designação
Execução orçam ental Variação % do
período hom ólogo