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Norma Técnica Interna SABESP NTS 114

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Academic year: 2021

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NTS 114

LOCAÇÃO E LEVANTAMENTO

PLANIALTIMÉTRICO DE SEÇÕES TOPOGRÁFICAS

Especificação

(2)

S U M Á R I O

1. OBJETIVO... 1 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS ... 1 3. ABRANGÊNCIA... 1 4. DEFINIÇÕES E SIGLAS ... 1 5. APARELHAGEM OU EQUIPAMENTOS ... 1 6. PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS... 1 6.1. Implantação... 1 6.2. Trabalhos de campo... 1

6.3. Precisão dos trabalhos ... 2

6.4. Trabalhos de escritório... 2

6.5. Material a ser entregue ... 2

7. ANEXOS... 3

Anexo A - Locação e levantamento planialtimétrico de seções topográficas... 3

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30/08/2000 1

LOCAÇÃO E LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO DE SEÇÕES

TOPOGRÁFICAS

1. OBJETIVO

Este serviço tem por objetivo a locação e levantamento planialtimétrico de seções transversais para possibilitar o projeto de adutoras, emissários e obras em geral.

2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS

• NBR 13133 - Norma para Execução de Levantamento Topográfico.

• NTS 092 - Condições Gerais para Levantamentos Topográficos e Geodésicos. 3. ABRANGÊNCIA

Às empresas contratadas para prestação de serviço de Topografia e Geodésia. 4. DEFINIÇÕES E SIGLAS

Consultar item 5 da NTS 092.

5. APARELHAGEM OU EQUIPAMENTOS

Devem ser utilizados teodolitos classe 2 (tabela 1 da NBR 13133), distanciômetros classe 1 (tabela 3 da NBR 13133), estações totais classe 2 (tabela 4 da NBR 13133), níveis classe 2 (tabela 2 da NBR 13133), tripés, miras dobráveis, balizas, prismas, sapatas de ferro, prumo esférico, etc.

6. PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS

6.1. Implantação

Partindo-se do ponto referido no item 7.2 da NTS 092 devem ser locados os vértices da linha diretriz, cravando marcos de concreto, conforme item 7.2 da referida Norma.

O estaqueamento deve ser feito de 20 em 20 m, com piquetes de madeira (0,04 m X 0,04 m X 0,25 m) identificados com numeração a partir do primeiro vértice da linha diretriz.

6.2. Trabalhos de campo

A partir de cada estaca da linha diretriz serão levantadas as seções transversais, tomando-se todas as altitudes dos pontos de mudança de greide, ou no mínimo a cada 10 (dez) metros quando o terreno for uniforme.

As seções devem ser ortogonais à direita e à esquerda da linha diretriz e seu comprimento deve ser determinado em função do projeto.

Todas as estacas das linhas diretrizes devem ser niveladas pelo processo geométrico e contraniveladas, tendo suas cotas altimétricas definidas pela média aritmética expressa até o milímetro.

As distâncias entre os pontos ao longo da secção devem ser de 10 m ou menor, conforme a necessidade de caracterização de pontos notáveis do terreno e mudança de greide.

Os detalhes relevantes da conformação topográfica do terreno, entre as seções, também devem ser levantados.

É indispensável o controle do estabelecimento da linha diretriz, através de “amarrações” aos marcos de apoio de concreto, externos às obras, para possibilitar a reaviventação da linha diretriz entre as medições.

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6.3. Precisão dos trabalhos

A precisão planimétrica decorre da metodologia; o desenvolvimento da poligonal principal de apoio para os pontos a serem locados deve ser classe IIP ou superior, conforme tabela 7 da NBR 13133, cuja precisão mínima aceitável é da ordem de 1:8000, conforme Tabela de Correspondência NBR 13133 / Método das Projeções,(anexo B desta norma), ou a critério da Sabesp.

A precisão altimétrica decorre da metodologia, desenvolvimento e tolerância de fechamento, constantes da tabela 8 da NBR 13133 para a classe IIN, que deve ser a classe dos nivelamentos geométricos dos vértices e estacas.

As seções transversais devem ser niveladas por nivelamento taqueométrico, de acordo com as prescrições contidas na tabela 8 da NBR 13133 para nivelamento da classe IVN. 6.4. Trabalhos de escritório

O desenho topográfico final deve conter:

• linha diretriz, seções e marcos implantados,

• altitude e distância entre as estacas e entre os vértices da linha diretriz, conforme Anexo 1,

• perfis transversais e longitudinais das respectivas secções levantadas,

• eventuais interferências detectadas. 6.5. Material a ser entregue

Relatório técnico conforme item 7.12 da NTS 092. Planta de localização conforme item 7.9 da NTS 092.

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30/08/2000 3

7. ANEXOS

Anexo A - Locação e levantamento planialtimétrico de seções topográficas N 7.340.362,250 E 314.729,600 N 7.340.314,400 E 314.711,250 MC.100 = E.O MC.101 N 7.340.300 E 314.750 N 7.340.350 MC.100 = E-O 715 710 705 715 710 705 715 710 705 30 25 20 15 10 5 0 5 10 15 20 25 30 35 30 25 20 15 10 5 0 5 10 15 20 25 30 35 30 25 20 15 10 5 0 5 10 15 20 25 30 35 707,509 707,911 707,113

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Lado

Classe Angular Linear Extensão

Máxima (L) Mínimo (Dmín.) Médio (Dméd.) Nº Máximo de Vértices Materialização Angular Mínima Aceitável (em segundos) Mínima Aceitável (Método das Projeções)

IP Método das direções, três

séries de leituras conjugadas, direta e inversa, horizontal e vertical. Teodolito classe 3. (Leitura direta: 2”)

Leituras recíprocas (vante e

ré) com distanciômetro eletrônico classe 2. Correção de temperatura e pressão. 50 km 1 km ≥1,5 km 11 Marcos de concreto ou pinos 1:30000

IIP Método das direções, três

séries de leituras conjugadas, direta e inversa, horizontal e vertical. Teodolito classe 3. (Leitura direta: 2”)

Leituras recíprocas (vante e

ré) com distanciômetro eletrônico classe 1. Correção de temperatura e pressão. 15 km 100 m ≥190 m 31 Marcos de concreto ou pinos 1:20000

IIIP Método das direções, duas

séries de leituras conjugadas, direta e inversa, horizontal e vertical. Teodolito classe 2. (Leitura direta: 7”)

Leituras recíprocas (vante e

ré) com distanciômetro

eletrônico classe 1 ou medida com trena de aço aferida com correções de dilatação, tensão caternária e redução ao horizonte. 10 km 50 m ≥ 170 m 41 Marcos de concreto ou pinos no apoio topográfico. Pinos, parafusos ou piquetes nas poligonais auxiliares 1:8000

IVP Método das direções, duas

séries de leituras conjugadas, direta e inversa, horizontal e vertical. Teodolito classe 1. (Leitura direta: 30”)

Leituras recíprocas (vante e

ré) com distanciômetro

eletrônico classe 1 ou medidas com trena de aço aferida.

7 km 30 m ≥ 160 m 41

Marcos de concreto, pinos, piquetes ou

parafusos 1:3000

Obs.: 1) Tabela baseada nos requisitos de aceitabilidade e qualidade da Norma NBR 13133 e nos padrões das NTS’s de Topografia e Geodésia considerando a natureza dos serviços executados.

2) Em levantamento planimétrico, quando utilizados medidores com distâncias reduzidas, não fazer leitura de ângulo vertical. 3) n = nº de vértices ocupados.

Norma Técnica Interna SABESP

30/08/2000 n " 6 n " 15 n " 20 n " 40

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LOCAÇÃO E LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO DE SEÇÕES TOPOGRÁFICAS

Considerações finais:

1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo

ser alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários

devem ser enviados à Divisão de Normas Técnicas - TDGN;

2) Tomaram parte na elaboração desta Norma:

ÁREA UNIDADE DE

TRABALHO

NOME

T

TCQF

Ismael Antônio Siqueira Bueno

T

TDS

Durval Antônio Rodrigues

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Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo

Diretoria Técnica e Meio Ambiente - T

Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico - TD

Departamento de Serviços Tecnológicos e Acervo - TDS

Divisão de Normas Técnicas - TDGN

Rua Dr. Carlos Alberto do Espírito Santo, 105 - CEP 05429-100

São Paulo - SP - Brasil

Telefone: (011) 3030-4839 / FAX: (011) 3030-4091

E-MAIL : [email protected]

- Palavras-chave:

Topografia, seções

- _04_ páginas

Referências

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