Universidade Federal da Paraiba
CENTRO DEFORMACAO DE PROFESSORES
DEPARTAMENTO DE EDUCAQAO
CURSO DE PEDAGOGIA
COOAD}iHA5aO/i£JTfelO MAHlA ILBAHI2A GGilUJ
RAIMJNDA DE ffftTXMA NEVES DA 3ILVA
jJjoTACrlaiil HAitlA M A G HO L I A VIEIRA JULIA l&AHlA Dl£ S0U3A
MAHlA POLIO^iPO G OJ N ^ A L V I I J
O A M f q / t e^ i t o o ESCOLA IJODELO MAHlA AUDITA
SCU3A-P3
PEOF-SOBJ:3/0fiIER I A D O B E S
MAHlA ILBAKI2A GOMES
*Da&lcet2on aata traoalho mm noeaoa p a l s , po3 o oaforcoj carlnho e Aortic or-So #
A vooea oa noooo© ainoeroa agrattootoaa* too««
"A educagao i o i n a t m n e n t o que poosibilitora a cada Individuot membra da sociedadef o provimento doo m®iou da
sua euatentaoao em oondicSee juatea da eobrevivencia* Sal ala dove poealollitar a erlacKo de condlg&ti; a a ^ o a d a e para aaa v i da dl«*na a a d«eenvolvlaento dao oaoacidadea naturals, intolec tualo a proflooionalo doe oldadSoe* da nodo aafloiente para • ^uo o«dn. im poaaa ao habilltar ao exerolelo daa funcoeo socials (oivloaa) a qu/» ton dlreito de ser caamado a e x w r o e r %
2 . SISTSIATlZAgiO DO TBABAXHO 3. C0N3lDEftAg3E8 F I HA X S
?>• Ararat*
5*2* DS MXOTBA
A escola publico qua torn racabido coatIngeatoa coda vez raaio rea da alunoo deafavorocidos aocialmonte nao eata prepnrada a nam paraoe tar a Intoaclo da oe preparer para trckaihar ceo a pobreza. 0 quo a aaoola tin feito 4 oquipatMie para eeoolarigsr itna orian-ga ideal que diXiciii^wtee, ou aunca* oa enoontra on aaXaa de aula*** (GAT*! a* m i , 1 9 3 1 , 3 p . ) .
!>*pro*Bd*~ae doota citaoSo quo a O H N i a quel eatn.^twsor' nJb aa proocitpa an onriUooor o muado do odaoaado« realm ao ehegar na osoo la» a malaria doles* a© doriara oca m a roolldade di-Torarit© com uma M e l i d a d o diferxfcvta 4a a n mi tonaor. do otiltura, l'.\:uo^eu9
valo-roo r oe m r'vdc cil^uraj., oa malaria daa ves*»e fioa aendo 1
doeproo t if;iado»
Fartindo dee tee problamae, entre outroo que det-eotaaoa9 oeiiftlmoo
a neeeeeidade do az»a orientacSo peda&<feioa que norfceaeae a praiica do piole^eor «n aala do aula* 3a Q U O na oocola era inaxiotsnte una 1 infra pedagdg&oa do ferefcolhe* Propomoo trabolhar com oe profenao-roat afcravea oa 3€*<eoe* u<* OOtu loo * na tonfcatlca de siniiuiaart em parte oo probl-aaaa dotaotadoa#
?
dia»a»dia e nm q6 m. sseoX&« * ngiintjgji que o professor nlo ao pronda ao livro dld^tleo* 9 alia m e procure trabaXh*r com a raaXi dado da orlanca, -a© bra^tia noios para atander KROO-IO? e m neeee eida*ee da sua clientele*
Sequoneiand© o aoaeo trab*rXhe9 contlisos Q U O p r e o i a i l r K W $e ran 4
eentate iaediato co». oe p&iaf para qua wtw pudeeaea oorSieoer 0
• H M t»rtMftfe# 0 A 00000 ntoa^So *on***e to eeoola*
Hoa.-.o sr-cca-.-x'O abosrdcwo vlrioo esocirtto** aatre ©lea a traportfmcia da A'ocmilo do 90J0 a liOOtPOO para tetOftyat1 aaoola * a o m m i d a d e . f
M t t l l *5e»tofa gM oa paia cavern preoaupar com 0 ttprendleagem da esu o ( a )9 incentfor^ridot iljfflflnnrtu no que for peeoifrel*
BftOOtamoa faXhaa na ^onvorsaolo do profenaor 00a |0 aaio9
oon*i-ttO* ft fad to do m 4Ufc.CM?o &aie eborvo qua deaaem 000 pais m ineen tiro ^osro iff I* am to^iiio*
*-ir«r4o Ao aaeontr© cm 00 prortoooaree a que yafltaoo oonetater o aXhetesento poi p w t ® 100 meaam no -looaale a i^a^aaleeSo de con-neoimontoo qua ato oott ooorouto O M a roalidaao An aXwOio*. rreci
s ^ s o OK. prtmtllare Xr.rs»rf &jNreo4ex» a w a forttfajp ^ talvea aeja
OOfa a tarefa faadsnantaX ooeola, a ?««>Ao«»e doaoobrir aqoaXaa y r c M w a e qua laoaoodas* * popul&efe a «»a9 £#e<Sat traaoftta9 polo
ccT3bactnoBto t eg©tJa»eatot deverao teafefe incomodar o e X u a o %
(MA8&0?9 1 9 8 5 , 6 0 p . )# fartlado deoaa reaXldada a qua o profeoaor
pederim flbracar oa eaaa objativos*
'•*"o decsrrer 1 -raa-.isa*?^ pretfeaaorao aoa solicitor era uma orien
t&aao para doaimen^oo oficinl- aao noo oao erica a utiXissadoo • no dia~a-dia9 antra 0X005
Of£cio9 ata* telat6rio9 &eOifearagao9 procuraoao e pauta do reuniao.
Coao atividadea extrast promovsmoa tuna oomexaora;?ao era homena&em o
&i& do srionca, onde faXejnoo oobre o real aantido do ser crianga O tomb em o valor do aentixwoe peaeoa a viver#
Promovoaoa C M m alunos u©a hoMBOfoa ao profeaior, aootraado o aata v a l o r eorae pooooo a omao paofioolonal quo l u t a p o m teaaa s i t i ? O aab«r» artloula&da com 00 nooaaaidadoa do adoeando 00m ao noooooldadoa aoc±aio%
(ROSBIQTTESt 1985 v 4?p«)»
CgnalalaAg, o noaao trabalho "iaaaoo uma roonlSo do oarstar a v a l l a -tivo 00m iodo o oos.'pa doooato da © s o d a * ond© todoo 0 0
poaioiona-tcpf nootr&ndo 00 ponton pool*?700 0 naeotlvoo durante a nose* par
ssaaanclo n o ©oool«* D o poaltivo f o i 0 aoono nontafso oan alt** pro-ourondo ©j&di»lo0 0 taoant&vaVloo pavo o&a art&o? ftuaacV l-i.itxa 9
d o pvoooo(*& onoino aproadioOfOOf 0009 yo£*o nagrjtirr, ala* nohprrai o tarmo »oamii»i « qpi toooyft* ooaaa^ os&Htr ao© oooo3fof a go**
' "u<2»© fei*«r» a* jp&?m**r:* a ©oool* a^o aa*a aosrtrfitoftlate pavft a m M w u m i i l i l l l fc^el^ota&l1
cc M a a ^ M a , Wkm eoti praiSoalO OQHlffltimO* fiaolvSoe. fictioiae, , , que aatao dlatanftiadas da r e a l ! dad© an quo a aluao v i v e , d M » S t
t*
m m
fOre&ntaalam mo&m*
0feje*4*oado a aelhoria no tooana I M 'subo&ioe qaaetiontries, ooavovtteo' Inforaal* a aeaaooe da 2a©*©nto a prenoipio do aoeeo trab*Xho © o a o r r a M ) lacunas no pro oooao QHPIWQM »gwr'foAio^&aat alia do ©atro© ai*VUi**a da nature©* pel {tie©,, socio! a cult oral* H o Jo a ooooa vleao da aaoola a mala •MA^latpfOtosoo W qua oa ?rofoo#oroo paoooraa a ao intoreeaar * pet© ooaoo tr*l>tl©« 0 ©oao ©©*#©«a8aeia doe to, ooorreu nudaacaa oi&iifieativae para a aaoola, oa term©* do utiliaar novoe alto-do© 0 f eonlcfj? ejoo v©B&©tt otfXaa&r o proooaeo en® ino-aprandiaa-on« Ko *irta |Q M o o t tM&fltUtt sMi'iano© dofinir a i^rtancia quo tec o ei^ervl/jor edwoaeional dantr© d a ooeola* ft© e ccnnibiliza-. dor, um inoaativador que traoalha Junto ao profeooor, vieando urn
or&ino ceerante, f*ca ha neoeaeidodaa oducaoionaio do edaeando.
P a m que liaja una audanca I aoeoaaario quo o profeaaor se cone-OtentlaOf que procure ver e trabalhar ooa a roalidade do eeu alu a o , oomproendor ouaa difference© individuals, auea neoeaaidadea#
Para iaeo temoo qua aenoar e reflitir. Faacr ©aa raflexao eobro a atual eecola b r a a H e i r a , o prineipalmante o nordeate o era par*
ticu$ar o sertao, porque deixamos entrar nas nossas escolas conteudos que estao alienando os nossos alunos*
OARD/iUf Vera !-aria* d i . d u t i c a om. questao. Petropolia - ; d i t o r a '/ozes, p . 57-59» 1 9 3 5 .
D^TOITf .looana* *ia uxa novo c a s i n h o para e i i 3 l n a r a l e r c- e s c r e v e r * i n t e v i s t a Mova S a o o l af n« 15 p . 10-15% 1 9 8 7 .
P O R S L . , a r i , a rfjarete 2os Jantoe* d i r i c i l tare fa de g g g M l S *
i n j o r a a l *undo Jovemf n^ 156 a . 8 - 9 , 1986.
lUTHSj Loule« . ; n a i a a r o ;jenoar« 1977*
XED&XliOSf laraaa Dona to de» Oonfi :^ira;ao do deaeinponho d i d a t i o o do
ffhicador <-.lfabetigador. 35 p . 1984•
ROGUEXRA* *c r t n e J u a i i a i a . / g r a n d e r co^: o £:ilio« i n . i0 v i s t a III
oontro i . a c i o n a l do ^.uporviBorea de Sducocao* nc I960,
Helena & Jtasenda* Xvani G« A r a n t e e . Anotacoeo 30ore
a c t o d o l o i^ s ' - i v t i c a de engine na eocols. de 1« c r e u . 2 . ed.,
~ o y o l a , 1985» p.p. 7 7 , 123* 1 2 4 .
. . . . jf .Neidaon. Licooa do -rjnoipe e o u t r a a . p . 110-111, 1 9 8 4 .
• t o r unia Nova " k o l a ; • t i ^ r i e i t o r i o e o penaa-nento n a ^luea.-ao. p..?. 52»87* 1935
. j i t o n i o J o a q u i s u >.etoiolo,:ia do Irabalho cient£fico> 19S6»
m a m w m » m ^ i ^ ^ A J ^ ^ m ^ m ^ .
n
1,?. X&aeuttor
ritotmlm
da a«taa3aa da• aanltotlda* a oanheoinento?? , a a r i 3B e
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srarxooi
©adrift* dt eaataddaa aopaelf 1C< a a»#§a«8ea an
2»2» hherdBcm tsdrtoa da cc^aliaoSmiwtoe ger?4*t •••rib--- «d0
A-;':tT^.| /.nvrnfo? * *af?«
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ATO| 19S©
- ••"••;> -rei? ate «R NV-v; or. rcnr^-'-.'Y.': om oa sa » a i w j a oa am >->ualquov inatltutoSo eotaraaa no* adooando, do aocfcrdo earn a nei** « M que vftvoaoe* Qada m ? t a a t dad" r>ovf tern aoa aroSria oauetra da e» eduaar*
880 aa D p t M d a aaenea n a eaccla, ala 4 34a fatorea QUO lava o l & i i v & u o is tor m a eduoaolo fosroal* Kaa aprender 4 vivancipr fa-ckj© aa m^rlitotitm*
?IOHA WQ 2
OBHAt Revlata Nova l2acola
ASSOTfTOt H a urn novo csminho para enalnar a ler e as or ever. AUTORi DOTOIT, Rosana
EDITORAl
P A G : 1 0 a 15
AHOi 1 9 8 7 .
Urn. professor de algabetiaagao nab dove ee ligar ao llvro dldatico
constantemente. £ Important© quo ele lave ao aluno a partlolpar 9
das ativldadee, criando em sua sal:a de aula em amblento estimula*-d o r , per que ola val aenttiwse eegura e lnformaestimula*-da.
"ft preoieo que o profeseor-alfabetiaador trabalhe com osoe procee-so de eonstruoao do conheoimento da orianca, favoreoendo assto sua expreseao eepntanea de eecrita e leitura.
OBRAi Conft-ura ?ao do deeempenho d M A t i o o do ^dueador # AlfObetl sador,
ASSOTTCOt Deeempenho dtddtloo
AtJfOHl HE0SZ30S# TOTOOO DO&OtO do
KDITOHA
H M
39
AltOt 1984
A perceptSo do una roalldado nm serapre e a meeraa quando realiaa aada on moment oa difereatee a vlotos par pesaoao tambem diferen-too*
Beoa roalidadat refere~ae ao deeempenho didatioo do edueador-alfa
«•»
botiaader on aala da aula enfooo&do oopooiOP doado a etapa d o • planejaaento do eneino at4 o preoeaeo do avaliacSo.
A aottvacao 4 oao doe oondloSao fortea para a envolvimento do aor humane no trabalho» oa oo olf abetleadoraa nao oao b a n iromiieinileo con qua motive oao realiaam oeua trabalhoe? 3era que trabalhem per vooacao? satarab el as realmente eatioreitaa?
M 9 t l r o n n o M M f l t f t M M i aala * di *o d O M « O t f M Xiu'tico M f
ta prinoipalaente daa alfabetisadoraa*
A eaprerlencia no magiaterio 4 teportantef da mala oonflanga no 9
vivencla ana a da famllia, eacolha para atenderoa a neoeaeidade da eaoola* para adquirirOm^xperienciafl par soetar daa ortanoaa neeaa faixa ataxia*
AO experi&noias no magieterio a inloiada nao I t serlee (alfabe-tiaaoao) ao turaaa a a i entreg&ee a profeaaora roOMfc.fonudoo o eontratoa reoentee* KLaa nao eaoolhoo oooo turnoe, o dirator 4
-am IMOtMi
AlfebetiaocSe 4 a etapa da eneino mala d t f i o i l do oer trabalha-da o o ponto orftioo do noseo sietema do eneino* Par eaea raaSof
nolo deveriam atuar alfabetiaadoraa oom oxperioncia na aerie a eaoolha propria.
A osporiencia profieaional aaaooiada a. preferenoia da e l f abet lam QSO pela a4rlo qae leoiona podo oontribulr para miniaiaar em par te o g r m t o dooafio quo oo aproadata na eaoola b r a a i l e i r a , hojo OtiO 4 a evasao e a repot encia aacolar na 1« adrie do eaalno do 1» arau.
0 poriodo do planejamanto alcana alfabetlaadSoea aoham euflolente, ootroe ineufleientee* ao juatirioarem die em nao fisemoe plane J a-aanto 0 elm uma roflexao dantro da oducaoao, o4 podemoa p i one j a r
quando conheoemoa a turma prep or ar noaaaa atividadee oa poaooo diaa nlo dd para planejar urn anov nao da tempo t i r a r duvidao en~
oontradao noa oonte&doa aplleadea para haver aprovoitamento 4 no oeaaario dieouseaot dialogo antra oe cole&ae o ieao roquor maior
oopaco do tempo*
0 planejamento de eneino nao dove oer roaliaado openaa peloa edu eadereo a euperviaorea, maa dole participar dirot o i n f Qo aoao da riorviooe da eaoola 4f ainda pale e out roe reprooentantea da ooau
nidadef havendo aaeim nlo mm pXanejamento feohadot dentro da
coloeando o aluno e auae raiaee eeolalam eoma aopeeto relevante no proceooo edueativo oatlo demonotrando uma atitude oonaoianto am rolagao ao proceaeo do alfabotiaa?So oomo taribara afaotendo a
1mat*m da pr&tioa do pianoJanento do eaaine ondo oa profoooogOO
vao aponaa buscar a odpla para raproduzlr-lo duranta o deaenvol vlmento dao attvidadoo do analno aarendisa^em.
3e o olun© a m raleee aoolala nab 6 Imaoa'ante* o quo 4 oonal (lOOiiili i important© no aroooaoo do alf abetiaaoSo? Metodos do lei*. turn? tivroe? T&riborag&o do ob jetivoo? Come ao alfabotlaa doaofla
it heoando o edooaado o aaa eottteude?
'"on aempre oa problems* aneontrados na eaoola aSo oonoadoo exclu atvanante por ela* m gerel 080 problanaa traaldo* do oontexto social do qua! 0 educando faa parti* Pareoe oar aeoesasxio qoe* durante o planejeaento do onelno9 aajam dieeutidoe, alem doa a d
to'ooj tlcnlooo e eatfeiO de deeenvolaimento, 0 oduoendo quae a aaoola v o l rooobe f uom 6 olef o quo precise o quo algnlfloado
vol tor a eaoola* atrevee doe e<»teuao&f iingttagea, valoroe# pa
YZC8& Ns 4
OftRAt •Toraal Mtxndo Govern
ASSOfPTOi A difioil tarefa do arellar
ATJTOHI FOHSTisa. M a r l Margaarote doa Santoo
OTITOHAt Baoola Profiaatonal Ohampagnat PAOs 8 a 9
A*0| 1986
So&jetlvlemot
0 profoaaor *a aaa tarafa da arali-tr rauitaa voooo aaa auojotlvoot pais am van da dia" o&aremt da queafionarern com oa alunoa oa raaul
tadaa obtldoo* alao aptaOQ dao urn oenoeito eat it loo • ondo 0 alono nao partioSjpa* nao oritloa, nao ralnvldioa.
antJtaVNfafcl
t fundamental que haja entre professor o alono a n a interna So t oa
oliaa afatlvot polo o alono eente-ae oonfianta a alo temoroao diaa t o do profoaaor*
Autoritarismot
Muitao veaes o profoaaor ao avaliar ale una do sutoriOariamo, la* oo per quo a avallao&o 4 eemeshida oomo uma arma quo o profoaaor diapSe. i neoeeearlo qua o profoaaor eeiba avaliar eoae alunoo, para quo tambea poaoa earaliar-ae.
D i a l o g s s
& import anto qua haja dlologo antra profoaaor a alono* Quo olo aaiba ouvir oao alono# quo oa oada p o r i o d d o e M -faga aonda^om,
toatoo aooooala* Uoaado oaao motodo o alono ao oaso do proooaao teri oondicioo do q u e e t i o m r a propria aprendiaagoa*
'-'ultoo alunoot
i di^icil para o profoaaor aveliar maa olaaae 0001 multoe alunoo» pola, dificilmente ala podar* ovaliar adquadameuto o aprendizado da cada u m .
Avallaoao do profosaort
& impoartaitto quo iarant© o proooaao da aprondliagop o profoaaor aaja anraliado poloa alunoo t para qua 9000m oxlatlr am onalno# qua
.7 n 3
i
GBHAi LloSoa do Principe o outreo
h&B&TtQ* Booofio 0043 E&aaadorOO |0fQU WmWO&U Tfoidooa
n X T O ^ U s Oortea M A | 110 • 1 1 1 ASOt 1 9 3 4 .
Ultimamento nao eocolao torn i^re.::eddo8nnO crianeaa o eapirito do tartaru^a. tornan&o-aa obedienteet oorvil 9 paaeivaa, sen ooragem
do lutsr d~ ^ i n v i d i a m * M B dtroiteo* do ocm-potly o do oo defto** dor doo mwftge*.
9 preoiao quo oo ooooloo dooonvolvaa nao criancaa o eepirito do oguvia m oaalrlta doraJaao9 a m ma.la, amm oov^rdlat ondo olas fig
CffiHAt M*»todol4g&a ao ^TabsOho cientifico
*3S0tt?Qi Xhtro^rlooa para 3»eitura» analiao o interpretaoao do tax j
A0?OSt 3 W ^ a Z H 0# antanio Joanuia
SRjfFWAt Carta* AlfOf 1986.
Anal lee tactuals
£ * tttopaaraoSo para loitura oado a leltor ton una vieeo :eral do teste*
Anallne teaatieat
Apda a Xoltora s e r a i , c leltor prooora eompreender o aoaunto a oer eetadadO*
Anal lee Interpretative!
0 leltor procure oe pee io loner t dar ana, opiniao dia&ta dao iddioo
do autor.
Heaumo do teartoi
* o aomento que o lei tor eintetiza aa idliao do autor com ao euea • J % sea ••u-ir -1c OftflMMN
QBE A ft Ensinar a penser ASSUHTCi ObaervBcSo AlJOTi SO£KOt £ . Louie
FiiGt
ABC* 1977
A **cerwie8o £ inportente ao doEenvolvimonto de orienga, pole © atravee do que haveznoa, falamoe e aentimoa, e que tomamos oonhe olxae&to das ooieafct
0 £ro£eseor a w ^ Ubbolliai oom oa alunoo na propria eecola* fa* ststicla ouu qua ele& obuervem o ambiente em qua eats© vivendo. 0 professor dove orlenter oe alunoo p o m quo alee facaa urn tra-balho de classifioacao* o oate tarn qua aor deeenvolvldo do aeor do oom as neoet- si dados de coda eduoendo*
5 o&da cl&aaiflcacao torn quo tor urn objetivo*
6 neoeeaario que o professor estimule o aluno para faaer r e s u m e
0 rooomo i aaoencial para que a orianca deeenrolva aua oapaoida-do oapaoida-do poaoar a crier*
0 reaumo poda ear foito de quelquor experienoia vivida ou nao em sale do aula*
v&RAt iinot&goee oobre metodologia e pratiea da eneino n a aaoola do i- g m u
dSSUKTOi Aspectos peda#6gl©os do Snsine dea Cl'enelaa
ATOCRl m m 0 3 S Z « Helena OeE&gnani « FA2HIDA* iTOAi 0* AVaatoo K D I O T A * Loyola
FAOl 123 a 124
0 oiBliio dec; oienei&s da eaoola do 1» gram dare ear plenaJado mm fungao do interostia e nooeeeida&o da Orienca Inoentivendo-a a poo quiaa, a deeooberta. apurando aeu euplrito inquiridor a a curiooi dadd peculiar a idade*
A erlaacr. tea neoesaidade da eopandir sue criatividad©. sou podor da obaervaoaOf aar agent a do meio am qua v i v o , a s ttm afirma~sa oomo paaaoa« £ a t r w i e d e eneino de cienciee que a eaoola atende con maior interasMade a eaten neoeeoldadea* 0 profoaaor de d e n * aiae alern de ser urn bom conheoedor no oofOOto cientxfico devera tor urn bom conheoimento didatieo e poOoologico para que aprovelte lOdOO oe mementos a atividadae dea orincae levsnde-es a @ entires coda ires male vontade de braacar.
0 profoaaor dove ear eriador. eetimulador a dinamioo. orient eddO o aluao e dimenelonando todo o trabalho, propiciando uma aprendl
?,C:.;:am viva e efloi@nte9 : oraitiado que ae orl&ncaa panees
rente para a formacao do eop&tdto aientffico do alono* £ India* peneavei qua aata eepfrito de inreetigegao memtenha~oo atualiza de no deeenvolvimento da didatica paral element a a peicologl&*
0f*f7: Anntrcoca aabre BOJOdOdOfla • ppatioa, da WOtllfl a a aaoola da is p M
A S C O S ^ O J 0 psofooaar a a eoinunlaoaao o ttxpreaaao
AUTCHs P^u.O-'Sl, Helena. Go*4£Qont & FAZZBXUt Xvenl 8* iroateo E T W C E A * r^ojrola
PAGi 75
reduce!to ©adgido do pa'Ofaeaor do OOMntdAfttfl o expraoaS©. caaktio tie to&ofc co o»poctoo» dorcri OOtar oubaidiodo do ijgaa f e m ^ H - j £©ralf also do urns ?oriaac~o joa^o^ioa*
0 prcfoosor do oooxuaioacSe dovsra tor W O &titu«le poo-iXiar? po£asar
a oorr-JCiloac'rlo a oa^eroaoSo das oraaa quo nulnor pr^&cis, o dof,*a»aa»-dear ao i&i;ar-lt8olailaajAaa&e do ©ns±ao#
qpBSTHfaTl:: ::?LlCAro . r.i:...r • . ? • • • Q S . C . . .
X* 0 ourrfoulo do eacola eatlefaa ae aeoeaaldadea da oliantala de trabalho? A aaoola tarn com a elaboragao ou reformulate© do .aeemo?
A ineatiefac&o qusnt© ac owrruouio a geral polo f a t o da nam
e a r n e r teres* aeerae .eo mormo* 26 que nao reapftndera£~ee
preroupam com a s u a ! elaboragao.
Um Oa pleneifeiufeiitoo do eneino ago eleboradoe com b a s e nee condigoee
&6t;iij~izoor*o:4.?at 9 pOUtuloa doe eauoandea?
3* tOdOO N O f O t t t O n i qi?e 0 plaaeJe,aie.atG eata de aoordo com a retlick&e &oa elu&oe.
3» A eaoola tea aa proooupedo em deecobrlraaa oeueaa da evaeao 0 reprovagao de seua alunoo? 0 quo tea oldo felto para dlmlnulr ease problematical
Ti9 Ttaapocderr& que ee preoeuppm e<*m © jTrJloe do evaoto I
rope-t a n c l e e O&OaaVOa qae er caueaa outre r e l a t i o n * d a * & p a b r e *
§a* Tuc't&r. ttSo i^pettdcrem 0 que lift foil© pcn» d i r l r M r 0 £r^ioe iO erstfoc c r e p e t e n o l e *
4«
I e s e o l e t e a a e o t i d o a n e o a s a i d o d e de usm reformulate© quantoco plaAOj&maatOt K e t o d o l o g l a t elateme de e v e l i a c e o o reoupera ceo OtlHaaflOO 90&0 mease?
K« Hecpouieiaa quo elm e qua eoiit^m & neoeealdada da terea u a a eupervieora que ee orient© eemenalmente e nao aenealmente come ocerre n a eacola*
9« Quel o nivel do envoivimento e orlentagao doe elunoe e
oomuni-dade 00m r e i a o a o a ale^ematica de t r a b a l a o doa&nvolvido p e l a
eaoola?
B» T e l a r a a qua o nfvel do envolvimento c bom, polo fato d o l e s
Como e o r e l a c i o n a m e n t o e s c o l a x comunidade e v i c e - v e r s a R. 0 r e l a c i o n a m e n t o da e s c o l a com a comunidade o c o r r e a t r a v e s de r e u n i o e s e c o n v e r s a s .