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GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO P R O M O Ç Ã O

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Academic year: 2021

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(1)

GESTÃO

DE

ESTRUTURAS

RACIONALIZADAS

DE

CONCRETO

P

R O M O Ç Ã O

(2)

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

FÔRMAS E

(3)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMA:

Modelo, molde de qualquer coisa;

EXIGÊNCIAS:

EXIGÊNCIAS:

garantir a geometria

garantir o posicionamento da peças

manter a estabilidade do concreto “fresco”

proteger o concreto novo

evitar fuga de finos

limitar a perda de água

permitir a obtenção de superfícies especificadas

possibilitar o posicionamento de outros elementos

(4)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

CIMBRAMENTO:

Estrutura de suporte provisória composta por um

conjunto de elementos que apoiam as fôrmas

horizontais (vigas e lajes), sustentando as cargas

atuantes e transmitindo-as ao piso ou pavimento

inferior

(5)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

REESCORAMENTO:

Estrutura de suporte provisória composta por um

conjunto de elementos que apoiam as vigas e lajes

após a retirada de suas fôrmas e cimbramento,

até que as

peças

concre-tadas atinjam

a resistência

para a qual

foram

projetadas

(6)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

N

O

M

E

N

C

L

A

T

U

R

(7)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

NOMENCLATURA

(8)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

NOMENCLATURA

(9)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

NOMENCLATURA

(10)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

(11)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

(12)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

madeira serrada

(13)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

madeira serrada

chapa de madeira revestida

aço

(14)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

madeira serrada

chapa de mad. revestida

aço

(15)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

madeira serrada

chapa de mad. revestida

aço

alumínio

plástico

(16)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

madeira serrada

chapa de mad. revestida

aço

alumínio

plástico

(17)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

FÔRMA

madeira serrada

chapa de madeira revestida

aço

alumínio

plástico

papelão

(18)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

CIMBRAMENTO e REESCORAMENTO

(19)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

CIMBRAMENTO e REESCORAMENTO

madeira bruta

madeira serrada

(20)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

CIMBRAMENTO e REESCORAMENTO

madeira bruta

madeira serrada

metálicos

(21)

MATERIAIS UTILIZADOS

MATERIAIS UTILIZADOS

CIMBRAMENTO e REESCORAMENTO

madeira bruta

madeira serrada

metálicos

(22)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(23)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(24)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(25)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(26)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(27)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(28)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(29)

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

SISTEMAS DE CIMBRAMENTO

(30)

CARGAS ATUANTES

CARGAS ATUANTES

FÔRMAS

peso próprio do concreto

altura e velocidade de lançamento

vibração

temperatura

(31)

CARGAS ATUANTES

CARGAS ATUANTES

CIMBRAMENTO

Sistema estático, onde as cargas de

montagem e concretagem são transferidas

para o apoio – solo

(32)

CARGAS ATUANTES

CARGAS ATUANTES

REESCORAMENTO

Sistema dinâmico que deve prever - além das cargas dos

elementos recém-concretados - o quanto os pilares, vigas

e lajes dos pavimentos

inferiores podem (e devem)

receber destas cargas.

(33)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMAS e CIMBRAMENTO

COMO SE DIMENSIONA ?

sempre de dentro para fora

tensão máxima em cada peça

deformação de cada peça

deformação máxima resultante

estabilidade do conjunto

(34)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

CARGAS ATUANTES

VERTICAIS

VERTICAIS

Peso próprio do concreto, de pessoas,

de equipamentos, etc.

HORIZONTAIS

HORIZONTAIS

Pressão lateral do concreto, ação do vento,

choques acidentais e componentes de cargas

inclinadas

(35)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

CARGAS ATUANTES

Pressão lateral do concreto

Pressão lateral do concreto

‰

velocidade e impacto no lançamento do concreto

‰

forma, dimensões e seção transversal das fôrmas

‰

temperatura, dosagem, consistência e peso

específico do concreto

‰

sistema de adensamento

‰

quantidade e distribuição das armaduras

‰

dimensões dos agregados

‰

textura e permeabilidade dos painéis

(36)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

CARGAS ATUANTES

Pressão lateral do concreto

Pressão lateral do concreto

• CIRIA (Construction Industry Research and

Information Association)

• Método da CEB (Comité Euro-international du

Béton)

• Método do ACI - 347 (American Concrete

(37)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

C

D

C

D

B

A

B

A

compensado

montante

Longarina de

travamento

travamento

FÔRMA DE PILAR

(38)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

e 1

e 1

e 1

e 1

q

C O R T E

q

Cálculo considerando

(39)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Cálculo do espaçamento e

1

entre montantes

(chapa de madeira compensada de 18 mm)

pela fórmula do momento

M = (q . L

2

) / 8

pela fórmula da flecha

(40)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Sendo:

Sendo:

M = Momento admissível (em Kgf.cm)

I = Momento de Inércia (em cm

4

)

E = Módulo de elasticidade (em Kgf/cm

2

)

q = pressão lateral do concreto (Kgf/cm

2

)

L = vão (em cm)

(41)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Cálculo considerando

estrutura bi-apoiada

e2

e2

e2

e2

VISTA

CORTE

q

CORTE

q

(42)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Cálculo do espaçamento e

2

entre longarinas

de travamento (sanduíches)

(montante - sarrafo 1” x 3” de cedrinho)

pela fórmula do momento

M = (q . L2) / 8

(43)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Sendo:

Sendo:

M = Momento admissível (em Kgf.cm)

I = Momento de Inércia (em cm

4

)

E = Módulo de elasticidade (em Kgf/cm

2

)

q = pressão lateral do concreto (Kgf/cm

2

)

L = vão (em cm)

para o sarrafo 1” x 3” de cedrinho

Considerar como espaçamento máximo, o menor

valor obtido entre os dois cálculos

(44)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Cálculo considerando

e3

e3

CORTE

q

q

(45)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Cálculo do espaçamento e

3

entre travamentos

(barras de ancoragens)

(sanduíches - sarrafos 1” x 4” de cedrinho)

pela fórmula do momento

M = (q . L

2

) / 8

pela fórmula da flecha

(46)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Sendo:

Sendo:

M = Momento admissível (em Kgf.cm)

I = Momento de Inércia (em cm

4

)

E = Módulo de elasticidade (em Kgf/cm

2

)

q = pressão lateral do concreto (Kgf/cm

2

)

L = vão (em cm)

(47)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Cálculo da carga

atuante no conjunto

de ancoragem

Q

Sendo:

_

Q = carga admissível à

tração no conjunto de

ancoragem (em Kgf)

(48)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

FÔRMA DE PILAR

Cálculo da carga atuante no conjunto de

ancoragem

sendo:

A

área de atuação

= e

2

. e

3

portanto:

(49)

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

FÔRMAS E

CIMBRAMENTO

EXERCÍCIO DE

(50)

EXERCÍCIO DE DIMENSIONAMENTO

EXERCÍCIO DE DIMENSIONAMENTO

CIMBRAMENTO DE LAJE

B

A

B

A

C

compensado

vigamento secundário

(51)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

(52)

DIMENSIONAMENTO

DIMENSIONAMENTO

(53)

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

100 % de reescoramento

(54)

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

50 % de

50 % de

reescoramento

reescoramento

(55)

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(56)

1º pav.

solo

0,0

1,0

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(57)

1º pav.

2º pav.

solo

0,68

1,32

0,0

1,0

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(58)

1º pav.

2º pav.

3º pav.

0,71

1,29

0,79

0,0

1,0

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(59)

1º pav.

2º pav.

3º pav.

solo

0,96

0,89

1,89

0,0

0,15

0,85

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(60)

1º pav.

2º pav.

3º pav.

4º pav.

1,11

1,0

0,0

1,0

0,89

1,11

2,0

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(61)

1º pav.

2º pav.

3º pav.

4º pav.

solo

1,95

0,0

0,04

0,96

0,98

0,93

1,0

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(62)

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

1º pav.

2º pav.

3º pav.

5º pav.

4º pav.

0,0

1,0

0,78

1,22

1,16

1,04

2,04

(63)

1º pav.

2º pav.

3º pav.

5º pav.

4º pav.

solo

0,06

0,94

0,93

1,01

2,0

0,0

1,0

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(64)

1º SS

2º SS

Térreo

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(65)

solo

1º SS

2º SS

Térreo

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(66)

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(67)

REESCORAMENTO

REESCORAMENTO

(68)

SISTEMATIZAÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO

FÔRMAS:

a

de madeira (convencional ou industrializada)

a

industrializadas moduladas (metálicas)

CIMBRAMENTO:

a

pontual em dois níveis

a

pontual em um nível

a

torre metálica

(69)

SISTEMATIZAÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO

Projeto Arquitetônico / Estrutural

Impacto na Decisão:

Geometria do produto final

Fôrmas:

a

madeira - adaptam a qualquer geometria

padronização das dimensões

a

moduladas - adaptar à modulação dos painéis

Cimbramento:

a

volume e peso das peças => deformações

a

acabamento da laje => contra piso

(70)

SISTEMATIZAÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO

Planejamento

Impacto na Decisão:

Determina o ritmo e a seqüência de execução

dos trabalhos

Fôrmas:

a

madeira - quantidade de fôrmas => 1/2 jogo

a

moduladas - quantidade de fôrmas para compra

ou locação

(71)

SISTEMATIZAÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO

Custo

Impacto na Decisão:

Diferença entre o MENOR e o MELHOR preço

Fôrmas:

a

madeira - viabilidade em um empreendimento

a

moduladas - comparativo entre aquisição e

lo-cação

Cimbramento:

bcomparativo entre aquisição e locação

bflexibilidade do sistema => aquisição

(72)

SISTEMATIZAÇÃO

(73)

SISTEMATIZAÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO

REESCORAMENTO

Projeto Estrutural

Projeto Estrutural

I

Informações sobre deformações, cargas e

pontos de apoio

Projeto de Fôrmas

Projeto de Fôrmas

Informações sobre o sistema de cimbramento

Planejamento

Planejamento

I

Informações sobre ciclo e seqüências de

trabalho

(74)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

(75)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

1. Construtibilidade da estrutura

2. Concepção das fôrmas e cimbramento

3 Projeto de produção de fôrma e cimbramento

4 Materiais componentes

5 Diretrizes para montagem, desforma e

verificações

(76)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

CONSTRUTIBILIDADE

(77)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

CONSTRUTIBILIDADE

(78)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

CONSTRUTIBILIDADE

(79)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

CONSTRUTIBILIDADE

• Compatibilização entre os projetos

• Aplicação do processo construtivo

(80)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

CONSTRUTIBILIDADE

• Compatibilização entre os projetos

• Aplicação do processo construtivo

(81)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

(82)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

(83)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

(84)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

PROJETO DE PRODUÇÃO

CARACTERÍSTICAS

- Representação gráfica do dimensionamento,

com dados para quantificação dos materiais,

fabricação e montagem dos componentes;

- Especificação dos materiais considerados no

dimensionamento;

- Definição dos modos e detalhes operacionais;

- Eliminação de soluções improvisadas;

(85)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

PROJETO DE PRODUÇÃO

Projeto de

montagem

de vigas

(86)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

MATERIAIS COMPONENTES

(87)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

MATERIAIS COMPONENTES

- Madeira Serrada: sarrafos, tábuas e pontaletes

PROCEDIMENTOS

U Especificação

U Seleção do fornecedor

U Pedido

U Recebimento

U Aceitação

U Armazenamento

(88)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

MATERIAIS COMPONENTES

- Madeira Serrada: sarrafos, tábuas e pontaletes

- Chapas de Madeira

Compensada

(89)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

MATERIAIS COMPONENTES

- Chapas de Madeira Compensada

PROCEDIMENTOS

U Especificação

U Seleção do fornecedor

U Pedido

U Recebimento

U Ensaios e Aceitação

U Armazenamento

(90)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

DIRETRIZES: MONTAGEM, DESFORMA

VERIFICAÇÕES

Procedimento Técnico de Execução e Controle

- objetivo

- documentos de referência

- ferramentas e equipamentos

- materiais

- método executivo : desforma da fôrma;

transferência dos eixos; locação de gastalhos;

montagem de pilares; montagem de vigas e de

lajes;

(91)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

DIRETRIZES: MONTAGEM, DESFORMA

VERIFICAÇÕES

(92)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

DIRETRIZES: MONTAGEM, DESFORMA

VERIFICAÇÕES

Verificações e Tolerâncias

• dependência entre atividades;

• não acumulação de erros;

• estabelecimento dos itens a verificar e do momento

de verificação;

(93)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

Check List de Verificações e Tolerâncias

nto Nº:

Resultados

P

P

A

A

R

R

A

A

V

V

E

E

R

R

I

I

F

F

I

I

C

C

A

A

Ç

Ç

Ã

Ã

O

O

Amostra (%) Método de Inspeção Tolerância (mm)

A R

D

arte 1: Pilares

Transporte dos eixos p/ testemunho da laje

concretada 100

Prumo de

centro 0 Vinculação entre eixos (esquadro, etc.) 100 Trena aço +/- 1 Locação dos gastalhos 100 Trena aço +/- 3 Transferência da cota acumulada do

pavimento 100 Trena metálica +/- 2 Transporte do nível nas grades/pontaletes

guia 100

Nível alemão

Nível laser +/- 3 Armação dos pilares – Quantidade, bitola

posição e dimensão da armação / espaçadores para cobrimento

100 Visual - Junção entre os painéis dos pilares 50 Visual -

Posicionamento e aperto das barras de

ancoragem 25 Visual - Distribuição dos barrotes 100 Visual - Transferência dos eixos para o assoalho 100 Prumo de centro 0 Conferência da locação das bocas dos

pilares 100 Trena aço +/- 3 Limpeza do pé pilar 100 Visual -

utorizada a Concretagem dos Pilares

___________

Adensamento (vibração) do concreto em

camadas 100 Visual - Cota de parada do concreto 100 Visual -

Visual

-Prumo de centro

0

Trena aço

+/- 3

Visual -

(94)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

QUALIFICAÇÃO DA MÃO DE OBRA

O item de maior

influência nos

resultados do sistema

de fôrmas ainda é a

QUALIFICAÇÃO

da Mão-de-Obra

(95)

RACIONALIZAÇÃO

RACIONALIZAÇÃO

QUALIFICAÇÃO DA MÃO DE OBRA

Motivação

Motivação

Criatividade

Criatividade

Poder de

Poder de

Discernimento

Discernimento

Valorização do

Valorização do

Trabalhador

Trabalhador

Comprometimento

Comprometimento

com os objetivos

com os objetivos

(96)

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

FÔRMAS E

CIMBRAMENTO

(97)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(98)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(99)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(100)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(101)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(102)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(103)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(104)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(105)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(106)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(107)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(108)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(109)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

(110)

SISTEMA DE FÔRMAS

SISTEMA DE FÔRMAS

O QUE É MELHOR ?

COMPRAR

“FÔRMA PRONTA”

X

X

BATER FÔRMA

(111)

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

Espaço físico

(112)

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

Aquisição de máquinas

serra circular de bancada

(113)

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

Aquisição de máquinas

serra de fita

(114)

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

FÔRMA PRONTA X BATER NA OBRA

Espaço físico

Aquisição de máquinas

Mão de obra capacitada

Cronograma

(115)

ANÁLISE DE CUSTOS

ANÁLISE DE CUSTOS

Obra hipotética - edifício residencial

• estrutura vigada

• 12 pavimentos tipo, e 2 subsolos;

• área de projeção da laje = 500 m

2

;

• área de fôrmas do pavimento tipo = 1.100 m

2

;

• volume de concreto do pavimento tipo = 80 m

3

;

• armação do pavimento tipo = 8,0 ton;

• área total construída de estrutura = 10.000 m

2

;

• área total de fôrmas = 23.500 m

2

;

• volume total de concreto = 1.650 m

3

;

(116)

ANÁLISE DE CUSTOS

ANÁLISE DE CUSTOS

Distribuição de Custos

0%

5%

10%

15%

20%

25%

(117)

ANÁLISE DE CUSTOS

ANÁLISE DE CUSTOS

Distribuição de Custos

2 % fabricação

12 % montagem

6 % desforma

2 % transporte

2 % reformas e ajustes

24 %

mão de obra

de fôrmas

(118)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

MELHOR SISTEMA DE

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

materiais adequados

otimiza a mão de obra

(119)

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

FÔRMAS E CIMBRAMENTO

ERROS NA MODELAGEM

alvenaria, revestimentos,

esquadrias, pisos, forros

surgimento de patologias

AUMENTO DOS CUSTOS

DESGASTE DE IMAGEM

(120)

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO

EXERCÍCIO DE

EQUALIZAÇÃO

(121)

ALTERNATIVAS PARA EQUALIZAÇÃO

ALTERNATIVAS PARA EQUALIZAÇÃO

Alternativa 1:

Fôrma Pronta + Cimbramento de Madeira

Alternativa 2:

Compra de Painéis Prontos + Cimbr. Metálico

Alternativa 3:

Painéis Prontos + Cimbr. Metálico (TORRE) e

Periferia produzida no Canteiro

Alternativa 4:

Referências

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