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(Trad. do Taneblatt,de Dresde) Costumes

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Imprtsso nas machinas rotativas de Mari no ri l

Director — EDMUNDO BITTENCOURT

RIO DE JANEIRO- SEGUNDA-REIRA,2o DE JUNHO DE 1906

Impresso cm papel da cnsa i». r-riom-c «* o.-rAim»¦*¦"-- ^m*l!!S!»SÊÊÊ*m*ànmmimgn^

"¦'¦"¦Cartas Mineiras

O dn DavidCiynpista satisfaz a seus ciei* tores, não deixando de ser deputado. A re-eleição uão a deve elle senão ata amigos, que os tem e muitos tio districto, e ao modo por qne,desempenhou o mandato: traba-iliou. honrou a bancada, prestou, ciiiliin, excedentes serviços que uão podiam ser esquecidos.

Agora mesmo, emquanto outros, aprovei-tando nsyiV/VM, malandravam passeaodo, o sr. Campista estudava a questão da valori-zação do café, procurando auxiliar a lavou* ra, á qual tevê o bom sonso de não iinplti-gir nenhum "fogo dc artificio»,para lüe apa-uhar os votos.

Todos sabemos que o iliustre compatri-cio, dadas as suas relações com o sr. Alfono Penna, não precisa avançar para ter, no futuro quadriennio, as melhores collocá-çScs. Deputado, porém, o sr. Campista 6 figura de destaque, eom o que muito se li-soiijeia o eleitorado, lucrando tambem a classe agrícola que, com certeza, terá, ua discussão do projecto substituto ia finado Convênio, o prazer dc lêr os discursos do sr. Rodolpho Ferreira, secundando valeu-temente os não menos consagrados orado-res, srs. Nogueira c J. Quintino.

Já se não comprcliciidc a representação do quarto districto sem o sr. Campista. Qnautos fomos seus adversários, quando elle secretariava as finanças do Estado, lou-vamol-o simples deputado, resgatando lar-gamento os seuScs praticados aquelle tem-po. Iusistente o boato de que o sr. Campis-ta, no governo Penna, iria para o estran-gelro como nosso diplomata, c já se dizia qne a cadeira em do dr. Penido Filho, le-niiido saudades na quietiidc dc sua fazen-da, ao que af firmam, um esplendido bueno-retiro.

Desfez-se o boato, com vantagem para o districto que, todo elle agrícola, precisa, cm verdade, de quem lhe defenda os inter-esses, mas sem pltantastas ou presiimpçBes dc «concerta tudo». -••

O que deixo dito t! reprodticçf#.|lo que di-zeuios eleitores, a cujo nomear nao perteu-çòj o que me não veda iiitcrircssar-mc pela sorte o', bom nome dodistrietócm que resido, e onde tenho ouvido os maiores elogios ao sr. Campista.

Não ha no que escrevo nenhuma louva-niltülia : quando foi elle ministro, lin o que me foi possível para o arreliar, uma vez que discordava dos seus actos c da sua política; ccusnrei-o, por sc me afigurar que andava mal; devo agora louval-o por ver que eslá satisfazlTUlo aquelles que o reelegeram, com surpreza 'de, mídia gente que o julgava uni candidato fraco, íüo fraco que essa geiite tinha pena delle, mas i.ão chorava, antes ria-se, já vendo o sr. Campista a cauiijmtj. do ostracismo.

Imitando o expresso da Central, o dr. Salles ntrazou-se ua feitura da mensagem, o seu canto de eysne, dc modo que o Con-gresso do Estado, nao se iiistallou uo dia 15, como o ordena a Constituição, pobre coitada que não vale coisa alguma.

A mensagem, trabalhada com um cuida-3o extraordinário, que, em todo o caso, lhe f aão dá nenhum caracter de obra-prima ; :omposta sob o maior tdgillo, a portas fe-ciladas; revista por acadêmico, para que não falte á redacção presidencial uma vir-gula, é o piopelorlo decorativo para cinzar o zí-piig.intc, com ser o salviilcrio dos jorna* listas que, iiihiibeis para n oíficio, encon-tram na mensagem o asstimplo para encher a folha, caecleandoo próximo,

Lida, reconheceu-se que o governo quiz fazer isto c jípiillo, mas ali nal nada fez, o que não iiu-pcdc que corram ao palácio va-rios congressistas cumprimentando o pre-sidente por causa da mensagem: c lele-gi-aitiiuas oflieiaes allirmanl iiumediatameu-te que «causou excedeniiumediatameu-te impressão».

Porque não estivesse prompta no dia 15 alidecoraçãon, o Congresso foi esticando ns suas sessucsinlias preparatórias, com pouca gente na casa, desertas as galerias, C, após o café, cada congressista tomou ruiiio: uns para os penates, outros para os hotéis.

Pouco tempo fica para os trabalhos regu-lares e a sessão uão set-á, portanto, das mais úteis para o Estado. Quando publica-da esta carta, a'capital estará assistindo á solciinidade da installação o vendo nas tipoias de praça os congressistas que vão ouvir o secretario do interior, solenne e oucasacado, ler a muito esperada men-saijcni.

Sediço espectaculo...

A' gentileza dos seus autores devo a rc* mijisa de dois livros: mu, dc versos ; outro, de agradável prosa, rememorando as ale-gres e desculdns.is quadras do viver de cs-tudiiiite, das quaes não ha esse que não te-nha saudados.

... Tem o livro de poesias o tiluto, o seu tanto exqlílslto, de raia gue ?, c o autor, Álvaro Vianna, já por mal delie iiiettido no jornalismo político o obrigado a se defen-der de adversários que mais Insultam que discutem, ó um filiado ao syinliolisino ; o livro de prosa chama-se Os estudantes. Sub-screvo-o um advogado, Nogueira Itagylia, que, emquanto dosc.inça das lides forense, volve Olhos ào passado e tira dahi àssumpto para um volume quo, si não é uma obra tle arte, tuiuhctti o não <5 dc fancaria, A mim, iiiidonco qne sou, não me compete criticar os dois trabalhos riem para isso iil'os eu-vlaram os autores, dois bacharéis que, fe-liznicnle, ainda não se sonham incompati-btlizados com os devaneios c as illusõos, c, em uni meio pouco favorável ás letras, ali-ratn á publicidade, por conta própria, os seus livros, que vôni necusar o movimento literário mineiro, este anuo.

Que se esgote a edição — duvido, e qti*a nenhum lucro material conseguem —<J cor-to. Si fossem a-iittendèr a essa. miimdcncia teriam deixado ficar na pasta os originaes Oll os dariam ú publicidade nos jornaes, assim lidos, logo esquecidos.

.Não viva o mundo de cantigas ; nias,. abençoados'sejam os poetas que, rimando suas magnas não raro fingidas,'c as suas' alegrias sinceras, nenhum mal nos fazem,* porque uos deliciam e encantam *, recordar bons tempos de hohcmia descuidada c feliz — agrada sempre, c cmqii.iiito se está a liir o verso cantante ott a prosa sem preten-ç3cs, — esquece-se a gente um pouco dos enfados da vida, das lutas ásperas, de tudo isso que. quando si 6 estudante, ignora-se Jior completo, porque se 6 moço e julga-se qne a jornada nunca será feita senão por euílorecldos caminhos, sob a caricia de suavíssimos céos lindamente azues...

Juiz de Fora, juuho 06.

AAA'*- Ajcveao Jumev

TopiGbs i Nota

o Tempo

Um dia rtumbeo e de asuacelró, o de hontem. A chuva, miúda, mas insistente, caiu desde feto iiunhíi al* íi noite, havendo apenas uma I*ctjuefainlcrmiuem.i.*i, *no* meio-dia, com vis* I.im'nresiiA-501, quo apparece*, isso mesmo civ coberto, para logo morrer.

A temperatura osclllou entre 1R-.3 e 20,-i cent:*

grados. ¦ t • ' •

-*r^<*r*r*. ¦

General d« divisão Antônio Joaquim da Costa Guimarães, iis O horas, na egreja Ua Cruz dos Militares;

D. Elvira Ribeiro Guimarães, ,1s O horas, na matriz do Santíssimo Sacramento;

Luiz José Eorrélra Alves, ist) horas, na egreja de S, Francisco de 1'aula.

REUMOES

EÍToctuam-so as seguintes!

üo Club dos Democráticos, As 3 horas da noite, cm assemblèa geral ordinária; Oa Aug.*-Hesp.-. t.oj.*. Cap.-. Amor da Pátria,em ses--. econ.*. e posso do cap.-.; além dasTumuu-ciadas na . Vida Op-araria».

"" A' N01TB tratCO - .1 /i/AS tte Jefle e Disorciemo-nos CAHL0S GOMES - As maçãs dí ouro. S. J0SU' - ,l severa. '

RECHEIO - O príncipe Uli. LtJCWDA — A voz ito túmulo. 'APOLLO

- A cmtelltl.

PALACE TlTSAJltB - Espectaculo variado.

O dr. Belisario de Souza, cujo estado con. titula a ser grave, recebeu hontem a visita do presidente da Republica, por intermédio do deputado Rodrigues Alves Filho.

Ante-hoiitein, os srs. Lauro Muller e ba-rão do Rio Branco mandaram saber noti-cias do iliustre enfermo.

Visitem tl Torre Eiffél e comparem os seus preços, Ouvidor 63 e 65.

D, Luiz ..Raymundo de Brito, bispo de Olinda foi á secretaria da policia retribuir a visita que lhe fizera o desembargador Manoel José ljspitiola.

A viagem do dr. Affonso Penna

SANTARRM, 24. - A's 9 horas da manhã, ancorámos uo porto desta cidade, que foi visitada pelo dr. Alfouso Penna e sua comitiva.

A viagem até aqui foi exccllcnte. Devemos chegar a Mauáos a 26 do cor-rente.

Purgen -O melhor pursàtiyo da actualldade A bordo do Dauitbe chegaram hoiitom a esta capital, de passagem para Buenos Aires, as duas filhas do sr. general Julio A. Roca, ex-presidente dá Kepublica Ar-gentina, que se acha ainda na Ruropa.

As nossas duas gentilissinias hospedes passearam longamente de automóvel, com uma senhora, sua companheira de viagem, o estiveram ria Confeitaria Pascoal logo pela manhã tomando refrescos.

Só na Casa "Norder-llua

BOM CHOPP

do Ouvidor n. 97.

B

oa mãe 1

Numa das escolas communacs de Paris, um professor notava com surpresa que, to-dos, os dias, ahi por volta das 10 horas da manhã, um dos seus alumnos, rapaz|,to de 7 aunos, tinha rim accesso de loucura, Sem motivo, sem razão de espécie alguma, o ga-rotito esmurrava e poutapeava os seus pc-quenos companheiros o, quando o mestre o repreliendia, atirava-se ao chão e soltava taes gritos que os transeuntes, espantados, grupavam-se cm volta da casa da escola. Ora, o professor reparando que o alumno pedia freqüentemente ) licença para suír, mandou cspialo e soube que elle se nicttia ria sentina a beber... absyiUIiio !

O garoto trazia sempre conisigo uni frasco cheio desse terrível liquido, sendo a própria mãe que lhe dava diariamente essa repu-gtiantc bebida 1 Não conseguindo corrigir a creauça, o professor resolveu despedil-o, Como estará este rapazito quando chegar aos 20 aunos, sc lá chegar ?

Pelo quo nos eonsla vao, ser um acorde*, cimenlo a liquidação que, obrigados pelas obras do novo alargamento do seus arma-zens, a Casa Colombo vao abrir na próxima segunda-feira : trata-se de um grande stock, todo novo o calculado ao cambio actual, quo vae ser vendido a preços sem exemplo.

Confeitaria Castellúes 10S, Avenida Centtal. nc sua viagem á Kuropa, regressou lion-tem o capitai) de mar e guerra José Carlos do Carvalho, deputado federal peto Itio

Grande,do sul.

Os guardas da Alfândega desta capital, (lzeraiu-lhe significativa manifestação de

apreço. ,

Em uma lancha, gentilmente cedida pelo guarda-mór, dirigiram-so os manifestantes 110 encontro do paquete Danube, tendo a frento uma conimissilo, composta dus guardas Annibal Jardim. José Guimarães e Guilherme Duque Estrada;

A bordo, furam todos abraçados pelo ra* nltao de mar o guerra Josô Carlos do. Car-valhs, a quem crilào offfifecorám uma an-cora de flores naturaes; da qual pendiam fltas verdes o brancas.

(1 guarda Annibal Jardim pronunciou unia curta, mas expressiva saudação ao re-cem-vindb.

Km seguida*; os guardas òftoreoeram con-diu-eão ao Capitão de mar e guerra Carlos ¦Io Carvalho, pondo á sua disposição, em terra, dois .daiídaus», aflm do o conduzir e os antigos á sua residorioini

Accbito O oiVerecimente, s. s. seguiu para teria, on.'e tomou um dos ..Inmlniis... juti-lamente çombs*tlrs, Daniel dc Almeida e Uuui-ipie do Macedo.

O outro carro foi oecupado por uma commissao de guardas,

lie passagem pelo oijjflclo em quo func-dona o l.lovd Urusileiro, ahi desceram

tò-dos. , ,

O direotor dessa companhia nacional do navegação, dr, lluarque de Macedo, rece-bou gentilmeiito os guardas.

Fez-lhes servir café o licores, erguendo, por essa oceasião, enconiiaslico brinde a otirpprãèüo.

O guarda Guilherme Duquo listrada en-Iregou ao capitáo de mar o guerra José Carlos de Carvalho, em nome do seus col-legas, um eslojo do prata para escriptorio com um cartão do mosmo metal, tendo, á direita, a da'a dé hontem, o, á esquerda, 110 alto, uma estrella, o na parte inferior, uma ancora. Ao centro, havia a seguinto dedlcatorl.1—Ao esmo. sr. José Carlos de Carvalho—Homenagem dos guardas da Al-fandega do llio de Janeiro.

O manifestado, abraçando o guarda Au* gusto Dírdeau, pediu que IraUsmittisse esse abraço a todos os seus collegas.

a preco tlxo - Orosas legitimas- Rua Pri-meiro dí Março ri. lí - GRANADO * C

HOJE

Está do serviço r.a repartição central de Policia, o 2* dflegado auxiliar.

MISSAS Rez-sm-sc as -seguintes, por alma de: Almirante Saldanha da Gama, ãs 3 horas, na CRreia da Candelária

eglna Oonçfdws, âs 81/2 horas, na matrU iria tiargo do Machado

;rto Moreira doa Neves 1 Santo (Estacio de ím, fl» Gloria tiargo do Machado),

•crto Moreira das Neves, na egreja do

Ês-¦ V V?

O CARDEAL ARCOVERDE

Conforme noticiáramos, seguiu lir-utcm parao Estado d>*. S. Paulo o cardeal Arca-verde, cm companhia dc seu secretario t dp utinçio apostólico.

Sua eminência embarcou As 7 horas da manhi, em carro-salão, ligado ao expresso paulista c posto especialmente 4 sua dis-posição.

Na estação central da estrada dc fetro, foram levar suas despedidas ao cardeal um representante do presidente da Republica, altas autoridades ccclesiasticas c civis c innumeras pessoas gradas da nossa socie-dade.

Sua eminência permaneceu hontem na Apparecida, onde visitou o sanetuario de Nossa Senhora e o collegio que ali está sendo mandado construir pelos padres re-demptoristas.

De S. Paulo, o cardeal Arcoverde segui-rá para Itá, onde aaae assistir ás grandes íeatas, a realizarem-se ao colleg-pj de Sio l.-.i;:-. Gonzaga, dirigido pelos jesuítas.

Em 3. Paulo, mu eminência será alvo de importante manifestação, que, desde al-rr.ni dias, esti atado preparada peto de-niento catiiolico daquella capital,

* * ¦ *.-

¦

D. IZABEL

Na apuração da eleição. presif 4encíjal, feita pelo Cougrcsso.forám contados ^sels votos dados, á prin-ce.zad. Izabel.,". r.'

(Vos Jornaes) . Ora vamosa vero que dizem os seis ci-dadãos que a Io de março votaram na sra. d.-Izabel pára presidente da Republica,— como acaba' de verificar o Congresso na apuração a que tão cuidadosa c demorada-mente procedeu. - ¦' - * -

•-rt . . „• -*".*¦ "o;*.*-.** • ¦ -Diz o primeiro;

—Chatriaratíi-uie para votar cm alguém para presidente da Republica, Votei cm d. Izabel. Foi engano. Mas a explicação é facil:éqtte ella c d. Pedro II sempre me pareceram presidentes de republica, ao passo quç certos presidentes ,de Republica nunca me pareceram outra coisa sinão uns reis pequerios'. Depois que sai da secção eleitoral é que me lembrei que o governo, que lindou a 15 de novembro, era a tuonar-chia e que o que temos depois disso é"Re-publica. Deixem estar que cm um homem não andando muito attento.,.

Diz o segundo:

Si a escolha do chefe do Estado não é feita pelo eleitor, mas quando o chamam para votar, o candidato já está eleito; si o chefe do Estado tem ser chefe, independeu-le da vontade 4o eindependeu-leitorado, — para que dar a este a massada de ir ás umas dc quatro em quatro annos ? O melhor é pâr no governo quem nelle fique por uma vez. Eis o que com a iniuha cedi;1a quiz decla-rar. Os politicos começaram por dispensar o meu voto. Ku" acabo por dispensar o delles.

. ¦* * t

Diz o terceiro i

Tenho ouvido centenas de vezes que a Republica, do modo porque vae, vae por agua abaixo. Convenci-mc disso. Tratei então de uão perder tompo. O meu voto é adeantado.

.; »

Diz o quarto :

Admiram-se do apparcciniento do meu voto ? Tambem eu, tambem eu... Em geral, 110 Brasil, os votos que não são da-dos aos candidatos officiaes n!to appare-cem...

* »

Diz o quinto-:

Votei numa senhora. De certo ! Pois si ha falta de homens I

tf

..» »

Dix o sexto:

* - Votei etn d. Izabel. O meu voto foi mais slfjiiReativo do que snppUeiu, Não sou mc *rchista, — tanto assim que nãò votei cm d. Izabel para imperatriz, mas para presidente da -Rcpaklica. - Votei nella porque não podia votar uo pae, já fuilecí*-do. O meu voto foi como 11111 dedo amigo apontando para o passado, já que nesta Republica o presente é triste e ninguém quer olhar para o futuro. Votando em d. Izabel, não votei nella, votei em quem fosse capaz do se inspirar num passado choic do gloeiaa-j ria modo a ovilar-nos tun futuro cheio dc misérias. Em contraste com oa blóquitihoo em que o Brasil se di-vide, quiz lembrar o grande bloco que era o Brasil d'outr'ora, unido, forte c pro-spero. Ah ! A Republica tem dc olhar um pouco para trás, para evitar os perigos que se lhe accumulam á frente. Precisa-mos restaurar a Republica, ou mellior: pre-cisamos restaurar o Brasil para que tiin-guein pense em restaurar o Império.

O melhor SORVETE- %,0l.

(lua do Ouvidor n. 1)7.

A lei de I.yncb.

I\ De tanto executarem suiumariameiilc os negros culpados, ou simplesmente sus-peitos, de terem praticado qualquer crime, os habitantes dos Estados do Sul norte-americano começam a lyiichar os brancos ou, melhor ainda, as brancas,

Em Okolona, no Estado do Missouri, uma multidão de homens, mulheres c crean-ças, desconfiando de que mlstress Intosh assassinara o marido, prendeu esta dama c intimou-a a revelar os noines dos seus cum-plices; c como ella protestasse que estava innocente, o povo suspendeu-a dc uma ar-vore c, julgatido-a morta, atirou-lhe com o corpo para cima de uni itioiiliculo de adu-bos. lutosli, voltando pouco a pouco a si, conseguiu levantar-se com dilliculdade c foi queixar-se ás justiças da iufamia de que fora victima.

Almanak Laemmert

Recebemos òÀlninnak tácnimèrtpára l'.)Ofi. A prcsenle edição, liem exlraordi iiariainonlo niellioraila coni retratos e bipfttdpliias dò alguns estadistas, traz os horários (ld yiftçü.0 do lirasil eom preços de passagens, utn indicador cou-tendo os nomes dos riégdõiítnles, pio-lissionaos o indtistriftes (10 DiàlrictovPc-denil, classilioailos por ordem alpha-bélica e nuniorien das ruas. Desnppa-itecèú a maior parlo da classificação r.o indicador polo sobrenome. Km resumo, b Minannk Ijimivnert Üesto anno salisfaz

os mais éxiffcntes polo' apuro o carinho

eom quo ú feilo.

Para ó .111110 ó Almanak virá publicado em dois volumes, sondo um pura õ Dis-IrictoFcdcral c outro* pira os Eslados, com o lexto consideravelmente ' ^u-gmenlitilo. •

Agradecemos o exemplar que nos foi enviado.

A s 7 horas da noite, realizar-se-á hoje, no Gabiuete Portuguez dc Leitura, uma reunião de jornalistas desla capital, alim de accordaretu nò programma dis festas em honra aos collegas estrangeiros que vêm assistir á Conferência Pati-Ameri-cana.

Matricaria Dutra, vendeüC cm lodüs phar-macias e dro-jarias.

Hislocia trágica.

Scucio.iaes revoluções,publicadas prlos jornaes de Londres, acabam dc chamar aa attenção publica sobre um facto que, ha uns dois mezes, se produziu nessa capital, revestido decircuinstaucis que tiuli.iii*. até aqui tico do cm pleno ínj.Mcrio.

A 15 de março próximo passado, utna linda rapariga, chegada de Paris e que se inscrevera sob o nome do Maria Derval, suicidaVa-sc num hotel.

O inquérito policial a que então so pro-cedeu não conseguiu estabelecer a identi-dade da victima, chegando mesmo a dizer-se que dizer-se tratava da esposa de um rico norlc-smcrlcano. Ora, consta dc novas in-formaçSes que Maria Derval, que cm Paris se chamava Helena de Krebel, era uma russa perseguida pela vingança dos terro* ristas seus compatriotas, cs quaes a tinham condemnado á morte.

Pertencera cila, durante alguns annos ao partido revolucionário, ma-s acabou por trahil-o, informando a policia a respeito de vários actos realizados pelos seus camara-das.

Estes, desconfiando da traidora, submet-teram-n'a a nma terrível prova, encarre-g-indo a de assassinato*de um alto funecie-nario. Hd**a Sngin prepatar-se.nara o

at-tentado,, depois, á a}tim^hora| revelou tudo á policia, (jue prendeit-alguris"dós seus cúmplices ê lhe facilitou-"á^faga.para1 o.; es-trangcir<£ A partir desse átómento, Helena Krebel errou atravessa Etirópa c d'a"Anic-rica para escapar á*virigan*Jà,dos trahidos, iudò, ha uns sete mezes.;f eatondèr-se numa modesta feásá. cm NeúlUy, aalndò Vrarissl-mas vezes c nfio réçebendoKtngiiétit.^-Nos prlucipíçs dè m^rço, fol-llieMritrBglteV'iiina catta que a sübrcsaltom V***MtÇceveti*-.loço a seus paéSj que estavam'Hk-OTitssla,. a? dàr-lhes o adeus supremo, partiàdo em seguida para Londres, onde, tlcsflfcrando de se furtar ao punhal ouasbaiá^to»terroristas, se suicidou.'A desgraçada Jiíoferlu á mbrte immcdiata a essa angustia Jà todos os in-stautes, que^ transforuióri a pita vida num verdadeiro Calvário.

Nos sonviniciitos da dentii Outra. ' ' /

O NOSSO ANNIVERSAR50

D'.*l Comarca de Valença, d|f cidado do Va-louça. Estado do*RlQV '-*-.

..correio dtt ilanhi - lV-nos summamonto grato noticiar õ sexto aimivtersai-to do in-temérato diário, cujo titulo'epigrapha* es-tas linhas. •*,>": . .

Folha exclusivamente posta ao.serviço dos interesses públicos, do bmii o .dn jus-liça, nenhuma ha, cm todatfnopubllcn, quo haja conquistado os títulos, do ;benemoren-cia do que desírueta a* incorruptível, crea-çáo do digno o altivo Edmundo

Bitton-court. ". '

O Estado do RiO ó devedor de grandes^ gratidões ao Correio dailanhfí,. pelos sorvi-ços que lhe ha prestado, sobretudo ná Ino-gualavel o patriótica tarefa a quo so impoz de desmascarar as tartullces o ns capado-çagens om quo é tfto fértil o sen govorno.

Estamos certos de que jamais so afastará da trilha, quo so traçou, nbs annos sem conta que vao viver, o gjganto da im-prensa carioca, a quem nós, pigmeus quo so-mos do jornalismo fiuniinetjüí, nos desva-necemos em saudar, na faúsPjJsa data do seu anniversarlo.ii .

!-Fumem só |arca feailo

Fim

do mundo.

Emquanto que os pretcnso-proplictas sc esforçam em nos fazer acreditar que o 'fim

do unindo vem ponttóiji um geólogo americano, o dr. Thomas' Clianiberlaiu, professor da Universidade de Chicago, mos-tra-se infinitamente mais tranquilizadorV Numa conferência que elle fez na Socieda-de Socieda-de Geographia Socieda-dessa cidaSocieda-de, disse que o nosso planeta ainda seria habitavcl duran-te um periodo, pouco mais ou menos, dc cem inilhiTcs de annos. Ora, sendo assim, não ha motivo para a gente martellar a ca-beca sobre se sim ou não a terra desappa-i-ecerá em breve, tanto mais que 0 dr. Chamberlain accresccntou que baseava a sua firme c optimlsta crença na longevida-de da terra em plicnoiiicnos que se longevida-deram no decorrerdos cem milHfces dé annos que passaram desde que nasceu o nosso plane-ta.~Port.anto, si ligarmc-X «rédito ao sablo americano', a terf a 'Ji flitsjóu a. meiQ.di sua vida normal. Os nossos tetrariCtos ainda podem viver cm paz e socego,

Matricaria OuttSwt.o melltór remüdio^iarji dciuição. * ¦¦ ¦:X-.-»,*.;»"r#5t

rJ^M***>*>*W^i*AA •*V*AWv

O preço dc um soldo

. ; Mu-¦. ..T- * Acaba de ser vendidoYcÍB-^bridres um simples-soldo, que remontava aos tempos da rainha Anna, não se conhecendo outro egual. Por isso mesmo, não admira que fosse vendido por 80 libras; A tal moeda, só se pôde comparar a uma '.outra de prata, de bordos partidos, com aeffigic de Isabel, na edade dc60 aunos, feia e de lábios con-traídos, A rainha ficou tão furiosa da lide-lidado do retrato.que mandou partir o mol-de o prenmol-der o gravador. Essa peça con-serva-se cuidadosamente numa çpUecção ingleza. Uma medalha com a ef liglc de Per-kin Warbcck, o falso Ricardo IV, medalha muitíssimo rara, foi vendida apenas por 11 libras cm 1842. Hoje, vate cem vezes mais.

sn Alfaiate de f'"ordem, Avenida Sh-vhJã-*! Alfaiate de f ordem, tjranaaOciMÍva.1 n. lOi,- 1 andar.

õ becco político

Lá loi para a Europa o Costa Ito-drigues.

E oulros congressista.*;, nio poucos, cuidam tambem do viajai*. Dizem que com o novo rumo da questão do café e do cam-bio, a sessio deste anno perdeu todo o in-teresse.

Notei ha dias o Costa Rodrigues um tanto desanimado quanto ;\ coisas poli-ticas.

A razão é fácil... *

Sim, opposicionista intransigente... Nio é só por ser opposicionista. E' que tevo ha dias a certeza do quo p lie-nediclo Leito entra para o ministério dú Penna.

Sii ha dias? Ila tanto tempo quo se annuncia isso...

—O Costa Itodrigues linlia isso na conta do boato. Acreditava quo o Penna, por mais necessários quo çonsjdorítssa os ser-viços do lienedieto, nio o convidaria para o ministério para não Incoircii»

dtisagra-do dtisagra-do tltàco. .*

Ainda pensava se«§Jhantc coisa ? Como estava .alrazado o ejBo da opposiçio inaranlicnse I

' — Ha dias, só ha pmu-oaÊyias, é que ficou convencido do que, do líodos ps noines apontados como de íntiuvs ministros, o única certo era o do seu adversário. E nãn foi sô isso. O CÒsta itodrigues desanimou por uma vez quando lho- disseram que o lienedieto nio ia para a pasta, da guerra, nem para a da indiislriu,-*-mas para ado interior, para-a pasta politica.

—Pais nio ha motivo paja tal desanimo. O lienedieto nio é capaz-lo se aproveitar do cargo para pequeninas vinganças pes-soaes. O Penna, enlregamtollie tal pasta, mostra claramente que uuer impedir no soo governo apaliticagoirtscsnnfieada, que para elle andaram a prepfwr. O Costa Ro-drigues estará mais garSüdo com o 13c-nodicto que com qualqucrlpuliliqueiro que (osso para a secretaria da praça Tiradentes e li quizesse fazer barretaias ao governa-dor do Maranhão...

•#

#

Ouiro deputado mam-.liensa está a npromplar as malas para ir i Europa.

Esso nJo é da opposiçao IV governista da gomma o esti radiante com a futura nomeação do sr. lienedieto Leite.

Diz quo nio vae a pr,kelo,-mas para tratamento de pessoa de f-finilia.

*

»

A proposiio da escolha do sr. Beneficio Leile para ministro, perguntava hontem cerlo-deputado, em «asa onde palestrava com vários collegas, si s. ex. oliereceria chás na secretaria, como o sr. Seabra.

Houve quem se saisae tsm esta '. —Ha de offerecer... E e;Um Já a ver a cara de certo pessoal qui, tende sido tio caipora com o café. mais éaipora vae ser ainda com o future »hi.

J*«A da Esquina

mm OA AMERICA

(Trad. do Taneblatt ,de Dresde)

Costumes brasileiros —

Civi-lidado

Por uma sexta-feira límpida do agosto, fazia tranquillo minha sesta, quando (ul sacudido bruscíiniento do repoiso om quo mo esquecia pela entrada rumorosa de

Hausmann. ; , ,

Chegara de kodack á tiracollo, trazia bo* tlns acothurnailos e sobrnç-ava palmas o folliagoiis.coiiio o povo antigamente quan-do vinha quan-do certas testai pagis.

Andava a manhi inteira pelas florestas quo vordejam nas serras da cidade, recon-cilinndo-so com a natureza, á maneira do Virgílio quando compunha suas oclogas, e ao* tornar, passar.-, pelo meu liotekai-.tdin-do áÍYSaud.-ides de *wvo. dlasViTuIr tanto fazia, que andávamos .-.eparudos.

Viera mesmo a propósito: tinha sobri) minha mesa o cartão do um amável brasi loiro, Paulo Ramos, .le quem ii tivooppor-(unidade do falar nostas cartas, ciuivntan-do-mepara unUalmoço no dia seguinte, sabbado, o com a reconuneiidaçáo insis-tento do lovar tambom llausmaun, cuja atlressc llio era ignorada.

Mostiei-llie o cartão quu examinou com o cuidado o a solicitude de um graphçlogo; depois do que so fez por algum tempo pensativo e concentrado.

Imaginei quo eslava, como dü costumo; mesmo om se tratando da coisa mais tnsi-gnitlcaiite, posando sua resolução; havia, porém, mo enganado.

Hausmann tem o quo Spnneer chama a mania raciocinante; raciocina a propósito de tudo. de um appotito, de uns dosojos, de um sonho, do (acto o mais banal.

Como Scliopcnhaiior, si a criada sonha quo eslá limpando nodoas do tinta e nossa mosma manhi, por descuido, entorna um tinlolro, é capaz do perder uma somana in* teira para explicar tio estranha coincidem cia, o dahi deduzir uma philosophia

Hausmann moditava nas palavras com quo Paulo Ramos torminava seu cartio, essa formula banal do cotemonla: servo obediente e. criado il obrigado

Pensei desdo logo que investigando a origem desta formula (osso (lllal-a a algum osligma de senilidade, alguma coisa hu-militante; mas Hausmann usti definitiva* mente conquistado polo brasileiro depois que observou que toda gente da cidade nio ignorava o seu tllulo de ifotifoi' em pinlo-sophla, desde o criado quo pela manhi lhe levava o café até o porteiro que i nolto, nd [tlieatro, recebia o hilhele.

¦ Aproveitou a opportunldade pnra fazer n que 110 /)oií.'eii.iii( so chama uma querelle iVAltcmand, fulminando a França, i qual quasi todas as nações modernas devem suas maneiras o oxpros.sõos do civilidade

15' cfTeclivnmcnto o fraiu-ez, esse povo de cot-tosios. como so cómpraziã sempre do dizer aquelle irônico '1'liackeray. que. com sua duplico o refnlhada arto de ser amável, mais vem contribuindo para adi-niinuiçio dadigniilado humana.

Neste século que, mais quo cm nenhum outro, a independência c a liberdade vem se allirinando 110 gesto mais Insignificante. na altitude mais trivial, ria palavra mais simples, O francez reviva, renasço e vivi fica todas as velhas fórmulas de pnlldez quo nio. sio, na sua origem, que siguaes tto submissão ao homem mais forte, que traços do escravidão.

Aquella flor de sorriso que ollo ofTerece a tout le monde, tio cpigiammada pelo fino S\vtft..níir quo ji se gravou na sua face, iqu»;jV6a»intci!i'!\liiiiu r.a sua e.iíwsio, ^T^OwQKS^vlMlIVIini' é um indico pei

foiló dotÜKFconslitulçio mural.

O qunnti 1 qno é niais nobro a physiono-mia do im;lez; com •> supercillo ligeira-mente franzido signal do um caracter ffir-to, com aquelle ar desiliinlinso ao canto dá bocea; o quanto que é mais digno esse rcrramonlo dc liibios na pliysiouomla do teut.io. a trair sua resoluçio Hime, sua

vnn-lado i-igida. *

Na simples cortesia do mn desses ele-giintos do boiihuMiil á 1111*1 seu amigo do eerck. quo encontra no Bois, doscobre-se de promplo, diz Séldohi a siiludtio dos ro-mano3, aquella liiiniilliiitite li.iinenagem prestiula pelos clientes aos palrieios.

Compare sn n Inclltiaçio da dama fran-coza com a çóurtesii da Itidij Ingleza; a rn-vòrônçlil da primeira Iralio um reslo da-qiicJla servil gi!Ilillle.<ÍO auliga, a BUgilntlil revela um mnvllnétUO respeiioso, mas em qüo lia dignidade e nohre/.a.

Nas inaiieirns do inglez surprehende so uma sympatliia pela liidbpóridõnciai do ho-mem. o soulimento de allirmar sua (l.lgrii-dado o respeitar a alhoiii.

Nas dn francez a preOccnnaçiíi de agra-dar, a lisooja. a hypo6í'iSlii de atti iliuir aos oulros qualidades fjüé lho minguam.

Neste sentido n francez sii onconlra om einulo, ncliinez, que leva sua delicaduza ao ponlo de injuriar-se O deprimir*se. trans-formando-so em répoussoir. para melhor elevar aquelle a iiiiem corteja.

A' ilisliiieçàn das maneiras inglozas, ao insliniito suporior que as presido, quasi todas as nações preferem a sorvíliflriçio dos costumes fr.-iner.zes, a vassalaguni nio-dorna quo elles invent:iram._

Nos modos o nas exprpSSocs o brasileiro vem copiando 1',-u-is; iinicainenle ha monus ebie o mais sinceridade.

Sua ariiabllldado não é tão capliv.-inln como a gaulesa, mas é lhana o simples. SI olíeroeo nm almoço é pelo prazer da iirbanidiide.¦nino como o francez, mirando uma rottibiiioio mais liberal.

I'em a vocação da (ibr.lozio. Nn rna é ca-paz dn corre;- nina distancia do vinte bra-çiis para dar nm sltakc-lidnds a uni lionjetfi grave nu lirar o chapéu a uma dama

Alguns clieg.iiii mesmo ao exagero de quasi lèval-o aò oliiO*

(.'.(iliu) seria mnis digno para nljr.ií.iloiro, ao sc descobrir.; elevar somente o chapéu orii vz do .-if.-istal-.) tanto dn cabeçaI

Num simples geslo descubrc-sii O instin-eto da iriiliipeiulenci.i de tnn povo.

Os inglezes sio a gente quu menos tira o chiip.1!!. porquo lio todas as nações da Ku-ropa. sio os ninis livres.

Como O (rancez, o brasileiro é dos que mais feslejamaa mulher; e dos quu menos a consideram o respeitiiiii.

1-',' todo' cortc-miiei! quando piissi uma dama: sem embargo é capaz, de lho mur murar bom junto do ouvido algum galnn-t.eio .-ilanibicailn, desses quo a ganiu só diz is hctairas: ¦

Guardam muita compostura e sorlcdadn nas ruas: as dumas chegam mesmo a.ser graves.

Como cm Londres, aonde é diflicil dia-lingiiir-se uma verdadeira .senhora das sis-lerk. que vivem dos seus encantos, na ra-pitai brasileira é quasi imposMvol o .Jiffe-renenr-se umn dama dc uma cnrollc.

vi cm Londres, uos jardins in paiacio de crystal. em Sydonh.im. esteiididós na relva; abraçados nos paren, rapiues c ra parigas de 'l.imilia. moidendo-sc aos hei-josYaos olhos dn todos.

No Brasil, com tal escândalo, a polir,in )Ulg.'ii'-se-i.'i mi direito dn IrUervir, enlre* tanto nào causa reparou que um desconfio-cido. um jnnoln, altnii.i o fixe ruim passeio, num theatro, numa cgroj.i. o olhar de urna menina honesta, que a acompanhe ate sua casa qneno bonde so colloqno ao seu Indo e lhe sinta o-calor...

Ha mesmo uma scic para designar este extravagante lllit chamam u'n—botina

A mulher éa preoccupaçüo dilecta lua sileira ¦ deixa o negocio mais sério para acompanhar a piimeira nue lhe corres-Iionde a om ollnr ciipido do desejos Isi* doro Lêehnt, si vivesse no lirasil, icri.i poupado a Óçtiiyo Alirbe.itl o I.c. aljaita soiil les nlfairc*

Em geral o brasileiro é conlarmiita n'> sentido que a esta palavra di A Uiin; é capaz de reagir contra uma civilidade con-sagrada

como Ashfielil na Sfited the. Plongh vive numa perpetua inquietude do—ce que diru rinite nfund'1.

Democracia egualilnria. nio ha no Bra-sil. títulos heráldicos. íldalguias o brazSer.

Kias a formula demecrritiea nào matou este stntimenfi lio humano, esta ambiçio tão commum de nio ser vulgar

Por isto. i mingua de distincçccs nobi liarehitas. Invtntaranl-se *s ccr.det.-façfe.i scientificas.

Ka doutores de iodas as espécies: em seier.tias. em agricultura, em commercio, em letras, em artes, etc,

Tode o roo-ço ambiciona o titulo de dou-ter o uma da»a qualquer Julga-se

diminui-da si lho propõe para r.i.iridiminui-da alguoni que nio o seja.

Na tua,-1103 cafés, no bonde, nas irass-.1-ries, por toda a parto, sô se ouve, sõ so di o litulo do doutor.

E (oi, por isto, por.iuo ninguém alé hoje lhe houvesse recusado tal titulo, qua llaus-matin vem em grande sympathía pelo Bra* .- Òò'habíto de se distinguir a toda a gente com osto tratamento resulta sua .degra* dacio.

Com os títulos dá-sa a mesma coisa quo a moda; desdo quo so vulgarlsam. desde quu se tornam formas ordinárias do inter-pellaçio, depreciam o caem em desuso.

Etn França, o titulo de tire. dos antigos senhores íoudaes, distincçio de quo tanto so vangloriava Moiitmorency caiu em des-uso desde quo so começou a dispensal-o ao primeiro puriviiu.

As distineções nobiliarchlcas, como ba-rio, conde, os títulos de Sclpnein* o Mon-seigneur. reservados aos nobres, lambem so coirompcrain ^...d.

¦ Nio tardi^ninft-aF^flWS-Steir c Mm quo se applit-am .1 Ioda gente cntSonireni um substituto,.

Na Hespanha. o titulo da ifiiil, acordado .ws grandes iln tôrtò, é hoje dlspensiuio .10 priineiro onconiradiço o vem, por islo, eni grande doseredito.

Em Portugal, ó titulo de dou, tambem existento, degrãdòtt-so o cahiu; naquelle pai/, toda a gente se trata hoje de V. Ex.

Na Inglaterra, ladij quo, segundo llonio 1'ooke, slgnillca-bem educada, iinpllon-so boje, Indlsilnctamoiile.aloda a mulher edu* cada Da mesma maneii a lord.

Em Loiidros, inoilernamcnte, a qliftlquor lypu .o di o titulo de ••¦/enl/eimui*..

Até cm Roma.os tilulosdó Dominas c jif.l' resorvadiis para o Imperador, começaram tle ser dados ao pnmeijo homo novus que se

deparava. ,, .,

A tendência, portanto, do sc dar no Urasll, a ioda a gente, o titulo de doutor o univer* sal, o daqui para eincooiita anuos sem des* credito serã lio grande que ninguém o

am-bicionari* .,,

Nesta época, nio muito r.çmotn, si Maus-mailii ainda (osse vivo o visitasse o lirasil, talvez quo nio conseguisse frizer sabido de ninguém o sou litulo de doutor em phlloso* plda

E.entio, em logar do entoar um dithyram-bo a esta bella torra americana, era bem provável quo lho (lzosso uma p/iiílppica...

J Dllllz

•soiooos pm* isiw. loteria Espèránçajsnbbado jn do Corrento.

"nõtãsHbíterior"

rilÍANDES E PEÓÜBNÒS ACONTECIMliNTOS As Sessões da Duma russa tfim corrido ígitadas, os representantes da burocracia maniíestam-se no sentido do lazer oppo-siçio is principaes reivindicações dos do* pulados eleitos pelo povo.

No mais acalorado da iliscnssio.Oaremy-kine o seus collegas do ministério abando-nam o recinto Applausos frenéticos aeo* Ihem, indistiiictameiHO, os discursos dos nobres, dos hurguezos, dos proprietários, dos socialistas, contra 03 ministros do im-perio.

— ..Rotirem-so 1 (E' a apostroplia com-miim) Cedam o logar a outros quo saibam eoinproheniler ò obedecer ao povo..1

Emtlm, ó uma demagogia em ensaio, e ainda um tanto Ingênua. '

-Num dado momento, o professor Maxime Kovolosky- pronuncia estas palavras:

—«Nosostamosaqui pela vontade do povo o nio sali-qrrio? sinio pela força...»

Nio se imagina o delírio quo estas pala-vras produzAQluiJUJini eiilhusia^mo doido ÇPJsVJ^B!".

fundei' da iRTWHSTTitiriir tr^gilífVdTSlPCüro magestoso da assemblèa o quo a Duma appróva, quasi por inianimldiltlo, a ordem do dia exigindo a retirada do ininisterio rptrógrndoü a nomeação du urn novo go-verno que mei-eça a confiança do povo.

Encarando eom cuidado a situação do co-losso moscovita, vi-so claramente que O (lm rio antigo reglmori é um facto para a Russia.

Ooroinykino volta aorecinlo o le uma dc-claraçiq ciinéll.iadíiro, discursa Indolonlo* mente, com pouco c;i*o. liehendo a espa-ços golos de agua. como quem faz umn con-ferencia... A sua presença do espirito des-apparece, porem, quando alguns oradores da Duma llio mostram, com sólidos argu* mentos, que n sun proposta é nào somente Ultrajante para 11 dignidade do povo o igim-miniosa para o governo, mas quu viola ain-da as leis orgânicas dó paiz;

|.',ritftO Coieui.Yliine. não |iodenilo suppor-tara disi-ussio, retira se dolliiilivnnienle. O sr. NnbokiiiT, deputado por S^ Puter-sburgu, nposs.-i-suii.-i tribuna o expõe o seu ilt'sa|joii!;iiiiont.n, porqui! su tinha issegu-ráiln qun a dotiilssan dó condo do Witte si* gnifiuíiva n eiili-.iila do novo ministério na vida eimslilucliinal. o, aoenvez disso, peo-ftiva a siluaçôo dos repi-esenlanted do povo...

t=..E" nm crio! oxclnma NOboltorr, a ques* tio prlniilpali ri amíilstiii: quenlioquo com-movo a niiçió inlelra. foi resolvida num sentido negàllvol A deelaniçio do minis-terio é um desafio ao povo quo ainda está agitado, nio pela revolucio, miúl peln po-litii-.-i das meias eoncossõos do governo .1

Eslas jial ivrasaiòdelirarilemórito ipplau*

didns.

Mns o ministério .11 se foi. o ps oradores falam aponas pnra os collegas o para as paredes ..

Nem pm* isso a sessão deixa de r.Ol- mc-mora.vel.

Redacção—Rua Moreira* César ií; 117

-¦ %r

Para dentição

Dutra. das ereariçãs Matricaria

Pingos e fíespincjos

Vae nomoçar a raaré das discurseiras parla-mnnl.iieu: ii falou o Simões Lopes, i|Ui! es* quci-eii d.- . neaivai* no speacli uma coisa qual-quer, iiaiç.clda com iqueilc trecho da traeèíiia i ciiliollüs niígros, como a aza üa graiinu ¦¦

r.óirió não havia loftar para cabellos, bem podia a imagem ser :i|.plu-iida a pulra coisa qualquer, par exemplo, uo fnluio Ja pãtrfà.

K 1..10 ficaria mil;

#

-K*

O presidente da RÒpiibllea assistiu ã eor.fe* rencia Ittoiaria de eiibíiiidó, sobre a artó de ciuilieei-.r o futuro.

V Vejam como suo n^ coisas; 8. ox. já trm tempo paru curai d'i cisas de .11 tu: n quo as outras r.pnferaiciás. ns que llio pediam os ariiiBOs e eliefes puliticov, vüo ditiiiiinliido de iiüiriéiu e de duttiçrto.

balo, quciii saba si s. nx. i.ão desejaTd coube-cev o seu futeio'.' Já é i..*m;.o.

*

*

O OlíNSO Dn IVo o rcc*iiisi:.-iri..*h'a Traíhni 'de fa/ni .'ii*i'irn. Nào haja nelle diUIiOiíl K Mini. coisa .1 erinieiilo. Vrop.-iln se aM pru fíirp Ilo filo O desp'.voaiiiRutn 11 mo meiiiuoso (iiverilo Mcsiios Ânus conolioia. Faça*'' um calculo cei to - Nao viVíiuns umn desertoI Grilemos tlll fone voz. Oi.aulo a mim eis o que pçiisof 'leiiilii o* cetisoros Oom sento, liem ct.-.Eo leremos nOsi

¦H

Megtiiffcú o suppluniento literaiio da Giiela, dt hontem

Ha mn ártico tobre uni figurões do Goyaz, que não **Bli assignado:

Man o csiylo Iras o aU.v.; não ba qae ver: -i do Ga-ivadot Santos.

Entrelanto, «lie bem o podia ler assignado.. em cifra. *Y.VYY;

Oyrano & O.

#

Contemplativo mirando Ex tático a lua chelai*. Sem sentir fot nerptrande À comprar na raulicia

"Correio da Manha'*

Conforme temos leito nos annos mt. rlorcs, daremos "como brinde" aos uo soa asslnnante» do semestre o abati*-/ monto abaixo mencionado nas asalonai turas que furem tomadas ate 13 de lulltó 011 lorem reformadas ate 30 do lulhd.

He nossas asslanaturas que são do flnno 309 | Semestre ».... IS9

CuS|al'3o

nnno 25$ ) Semestre 16#

Qs srs. assiniiantei podom mandar si Importância de suas asslanaturas em va* les postaes nelo (íorrelo. dlrlaldos a V- H* Duarte Felix, gerente desta tolha.

Percorre actualmente o Bstado de MU nas, cm serviço do -tíorrelo da Alanliâ*. o nosso .companheiro de rcdacçSo Jos6 Pinheiro eii.1,1.1.1 para quem pedimos í» coailiuvaçaa dos nossos amlQos « assl«

fliianlvs. Ul iiÉfcj

Cldntlo dc Çaltlns

Nas primeiras cartas quo enviei a<} Com*io da .l/Vm/ui.IraliM do vários assmn-pios, c onlres elles tnòalrol n indeiiina*' vel iiücossidado da ligação da Sapueaby ao t-aniíil da Mogyana, quovonia Poços, suppondo ler iloiiionstrailo olai-a o aot* vinecntüiiietito ipio si-nioltianlo ligação oiloroeo ás maiores vantagens que so possam desejar.

Falei lambem no prolongamento ila linlia Urtiganlina,poiSooóotTO,MonteSyãi», Uu-ro Fino, Santa llita, CrtlfJiis a Poços, o es-te seria o maior beneficio para o sul dd Minas, porque ao mesmo tcnipoque fiea« vamos ligados ao Uio do Janeiro, pel.1 Sapujsóhy. em Ouro Fino, ficávamos tam-bem a S. Paulo e Sanios, para onde eort« vergeni os cafés de iiinunieros logaijes do sul de Minas, oomo sejam: Ouro FinO, Sanla [Uta, MnoliiulinliO, tlumpeslre, ilo-telho, Cnbo Verde, Sanla llita, velha, Ja» mitiy, alii S. Sebastião, uma zona admi-ravel, t-icade enfezaes, ipieenriquocoiia uma estrada ile ferro.

Nesses casos, islo é, vindo a Brtigárilina alií eslas paragens, não devia procurai Poços O 81111 ilescur llio Pardo nfinixo ah$ as proximiiluilosdellolollios e mosmo se-guir para deante, servindo a zònti cio-seripla. Ila uns V'2 annos, disse o conse-Iheiro Joio Alfredo, na qiialiiiaile*de pré, sldchlò da então pi-ovineia ilo S. Paulo-que a linlia flragnntiiia necessilava pro» longaf-se, para ém ve/. de déficit dar snl-do, Pot* esse tenipo, ri/.eram-se osltlilÒS L(í a villa, hoje oitlndo de Soecorro, o era vdscorrente que os tralialos da e.s* Irada leriatn começo cm breve pi-a/.o.

Ali passei por esse lempo e vi o pri> ' gresstvo düsonvolviindnlo, os melliora-nierilos realizados iiai|íiell.ivill,-i,quo, eoi« íada, leve a iiiesina surle quo tem lido Caldas, a favor do quem existe umn lei, iiiaiiihimlo píolõngaralòaolltt o imuuiIiIu Poços, sem que jiitnais livesse ella exe-i-.iiç.ão. A Brnganlinii tüidoii por inuilo.**! annos qu.isi 110 mosmo e.slado cm quu aiulii a Sapucahy, al ii que fui vendida á Ingleza,que n encampou juslaniont.i! paro, prolongalii, creio, o que pelo traçado que acabo do descrever, com pequena, ou lulvez. nenhuma diflerença, pois é clio jít.r.iz-s t-ii.eioe.A1., fuctu dÀ/i^^p^iVíiÚo se imaginar possa.

Falou-so niiiilu nosso prolonganieiUo logo ttpóS aquella oiiruinpnçãn, eonsloil iiiesiuo que nliia liinnaile ürigcilliolroa da Ingleza, cliogàra nlii Ouro Fino, nào eneonlraiiilo dilMouldiulo alguma o ao coiilrurio, iieliaiiilo (ürrotios firmes, pouco ai',i'iili.*iilailos, nào reolainuilclò obras dVirle, tiliVn dc nina ponte sobro o llio do Sidio uu ooino ineliior nomo leiilia,pi'i)\iini) aoSoooditro. Logo a quem uclia-se a divisa enlre iw dois lísiados do M111,1:1 o S. Paulo, uo logar chamado liiiaiilinli.i. Asseverou-so que a Com-ilia ordom do gOVOp**" para eiflnir nesle listado (i prosõgulr no:* esl.udiis ilusojudps e asse-véróu-so tambom que a Compiiiiliia Mo-gynn.-i procurava ostorvar siuuellianio linlia, antevendo os prejuízos quo ella ibe podia oceusionar, vindo approxiniar-*' se de* seus raiiiues, coiiin sejnii): o do Poços, o da MOiiona o mesmo 0 do Es--liiiiln Sa'ni'8 do 1'inliiil. Nada posso asseverar nesii: sunlulo, iioriiuo mio mc* eiilendi eom pes^ia que estivesse por-feiUinotito ao facto dossas coisas. Kra vozcbrron|ijp que iiiialio de expor, mas ignoro a niziin oú causas que o motiva1» raín. Soja, porem, ootnn Ini-eni: quer so Livosse iludo esses eii iíliose limialivas, quer tine, o quo ti cerlo ii que o sul do Minas nerossila dos)ti linlia, como neces* sita de aliiiioiilo qiicni i'.slii mórrondo il fome. lí uai) ii um iniiniiiipio, não sào dois ou tres que 1'uoluiniiin ense benell-cio i ii 11111.1 pii|iiilni,':iii superinr ií de al-* guns lísiados flò lira: il quo doll.i neces-sita. Como se sabe, ns cales i;i zona pur mim deseripln nesta caria, c.onver-goiti iodos paro. Siintp 1. não procuram a praça dn llio do ,lan..'i;-ii, sendo verduilo qui', pelas estradas que OS Conduzem .•iquolli', |)oi-|.o, .-lUgiiieiiliun as despezas o possuidores, iiiiai iiiiiii.i. iissiivui"

panliia lligléza ja hul nn de. Minas paru eni

exigem sacriliuliis de qm: excedem iutiil.0

-

iiur-111,

calculo 1

Ora, si se quei' beneficiara lavoura, si se. quer aiiniicil-a das ililliioililades ein que ellii se neln. ò ímillíor meio para isso é propnroioii.ii-lin' eslradas de l'ei-i'i) baratas; e n.Hijii l»-u-.-ili.'/.a vem prin-eipnliiienle do eiieiii-iainenl.n ilas (lis-l.-inyinH.-fcO, KX), 201), .'1(11) rn. dc dillerença eni arroba represeilniu a felirulnde do cafeisla, porque nfisailiirerciiç-a em uni unHiào de .-irr.ilias r.ad.-i .-nino, iitlinge a centenas de cyiilos. l'.-n;ii-.'-.e isso e liaixe-se uni |i/)W:() o üiiposlo sobre o eafii-, O eslá síilvii a lavoural|;' ziína de que Iral.o. Issoneria niüiLq niais acertado, de resul-lados mini.) mnis seguros que cssalüs-* loria de valorização, no que muifi gênio nào tibrodi 1,11,0 QU sou nu dos descrentes. A eoinp.-iiiliia IngV-z.i, rica como' ii, dis-1 |jijllilo lai'g.'illii:l'.le d <- ruiUirSOS QCOOS-sanios parti prolongar seiiielluinle es-l.i',ii!,'i,ial*(i-ia riin poiii-ii tempo; tirando ewelleulo i-esiill.-iilo. priis vinho, encon-(rar as lavouras íeilas n iiulru.s Sfl pre-pnrniiaiii.e ileiil.nidi: poimò lei);po o sul do Rsiailo acliar-se-ii desojipriinido Q feííz;

O eoiiimoreio. por Mia vez, exultaria de contentamento, pela facilidade c eco-noiniii 110 recebinieiii.i do suas carga9, quer vindas de Sanios ou S, Paulo, quer ilo llio de Janeiro, pela üupui-aby aló Ouro Pino, ahi oinbariíando na linha dc'-1 seripla. Mas a Ooinpilnllln Ingleza ndo necessita de senlellianle estrada paro enriquecer, porque ri*?» Já elia 6 b, ali-iii disso, acb;i-sc senhora do côvqi nâo llie escapandij peixe algum, quef .haja enclicide.quiM- vasanle. líulreUnto. nâo se negará, deve se iiresutriir, a exe-j ciilar essa estrada, desde que seju solR rilada o convidada paia isso. ^lai, COQ' vidadu por quem? Por quem tenha oom-j nolcncia para o fnzer, por quom, tondo de oçoupar brevemente a cadeira presN deni.i.d uc Minas, subindo os degráo.-i uo pala.no, possuido dos melhores desôjôjj dn concorrer pan a felicidade do Sô Kslado, não se nei/niii, acredito, fl DÒ em pralicaos seus bons oíliclos. üorvlç do-se do alio prestigio o morocioa InfliJ enoia de que goza, procurando dosae , e pelos meios que melhores llio parece actWareslc ponto do seu futuro gové no, incontcstavelmento, cnmo iá aigi -em outra carta, um ;or ftf portancia. A cartau*lv , .. ud^ítoS mas principalanai» 09 cijadáíjl 9,1}

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Referências

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