TINTVER§IDADE DE
EV
-,
ME§TRADO EM P§ICOLOGIA.
DO
PROX'I§$ONÁ.L
E§TI]DO
SOBRE
A
PRÁTICA
DOS
COACHSEM PORTUGAL
Dissertação de
Mestado
apresentadapor:Maria
Alexandra Rebotim Barosa-Pereira
Sob a oriemtaçÍio de:
Prof.
DoúorNuno
Rebelo dos Santos(Esta dissertação não
inclui
as críticas e sugestões feitâs pelojrhi)
. .,';i;[r "
::ffiffi,.
,W-\MÃ r
r,w.;
uNrvERsrDADE
DE
ÉvoRA
MESTRADO
EM PSICOLOGIA
DO
DESEI\VOLVIMENTO PROFISSIONAL
Coaching - Estudo
sobre
a
prática
dos
Coachs em
Portugal
Alexandra B arosa-Pereira
ERRATA
Página
Linha
Onde se Iê Leia-seI7 11 espíritos espírito
t7 24 haüa poucas sxisliaÍn poucas
18e73 2 e22 insipiente incipiente
2l
20 gam game23 15 práticas articulação púticas e dafaltade articulação
23 t6 seria refletir será refletir
29 29 não encontramos não encontrámos
32 13 encontramos encontrámos
42 27 com efeito com efeitos
49 29 compromete e respeita comprometa e respeite
49 30 aspectos, oom os aspectos, os
52 23 a existir Coachs a existtem Coachs
7s 18 necessitariam necessitassem
75 2t coaching tefro a segçhing teriam a 75 27 trará beneficios fraria beneficios
79 t4 dqraramo-nos deparámo-nos
80 29 32 respostas 34 respostas
83 4 não se pode prever não se pôde prever
83 9 poderão ter acesso poderiam ter acesso 84
2l
com a indicando os com a indicação dos 84 27 32 questionrários 34 questionários90 6 mensl0naram menclonaram
92 7 desenvolve actiüdade desenvolver a actiüdade
96 l1 não agrupamos não agrupámos
96 t4 se estavamo se estavam
99 11 7 inquiridos inquiridos 7 inquiridos
100 9 17,6% assinalou L7,6Yo asstnalaram
111
3e4
uúlizam afirmaram utilizartt2
le2
trabalham afirmaram trabalhartt2
3 utilizam afirmaram utilaarrt2
4 recolTem afirmaram recorrer-se113 4 58,80Á diz 58,8Yo disseram
113 14,15,16 desenvolvem afirmaram desenvolver
115 8 reunem-se referem reunir-se
115 11 encontram-se referem encontraÍ-se
t20 frg.22 Particula Particular
136 5 não afirmaram conhecer afirmaram não coúecer
t37 22 Fnglobamos Englobrámos
t45 7 da área naátea
TTNTyERSTDADE
DE
Évona
MESTRADO EM PSICOLOGIA
DO
DESENWOLVIMENTO PROM§§IONAL
COACHING
EsruDo
soBRE
a
pnÁrrcA
Dos coACHSnM
)bD
4
DisseÍagão de Mestrado apresentada por:
?,.í
Maria
Alexandra Rebotim Barosa-Pereira
Sob a orientação de:
Prof.
DoutorNuno
Rebelo dos Santos@sta dissertação não
inclui
as críticas e sugestões feitas pelojúri)
Évona
O CoachtngemPoúugal
À
minha irmã, Inês,por
rne ter demonstrado que é possível reaprenderaviver.
O CoachingemPoúugal
AGRADECIMENTOS
Ao
Prof. Doutor Nuno Rebelo dos Santos, por me ter dado a conhecer e orientado nummundo que tanto me tem fascinado.
Aos profissionais que participaram neste estudo, pelo seu entusiasmo e disponibilidade.
Às
minhas colegas do grupo de investigação em Coaching da Universidade deEvor4
pelos momentos de reflexiio e companheirismo neste mundo do coaching.
Às
minhas
amigas, TeresaAndrade
e
Florbela Nunes,
sempÍe disponíveis para meouvir
Deixo,
também,aqui
a minha gratidão para todos os que me ajudarame
encorajaram nos vários momentos deste estudo, tornando-o realidade.E
àqueles que aolongo do
caminho me colocaram barreiras,por
me terem ajudado a cre§cerAos
meus pais, sem os quais este estudo nãoteria
sido possível, e que me ensinaram que a honestidade, a humildadee
a perseveranga são os verdadeiros saminhos paÍa afelicidade.
O CoachingmPorEryal
Há
homens que lutam um dia e são bons.Há
outros que lutarn um ano e são melhores.Há os que lutarn muitos anos e são
muito bons. Porém, hd os que lutam toda
avida.
Esses stio os imprescindíveis."O CoachingemPortugal
RESUMO
o
principal objectivo
desta investigagão éa
caractsização da práüca doCoaching em Poúugal. Inicia-se com
um
eshrdo teórico sobre a temrática,estudo esse
que serviu de
suportepara
elaboraçãode
um
insEumento,atavés
do
qual
se recolheu
dados
paÍa
um
estudo
empÍrico.
Esteinstrumento
tem
a
forma de
um
questionrárioenviado
par
profissionais que
em Poúugal
oferecem serviçode
Coaching,e
que sedisponibilizaram, reenviando
essemesmo
questionráriopreenchido.
o
tatamento
desses dadosfoi
efectuado com recurso ao pÍogftunaspss,
no caso de dados quantitativos, eà
cpitegorjzaqão do conteúdo, paratrúalhar
os dados qualitativos.
A
investigação é concluída comuma
caracteizaqãodo
coaching
baseadanas
característicasdo
coach em
exercício
emPortugal
e
da sua acüvidade,com
as característicasdo
desenvolvimentodo processo de
coaching
e do cliente de coachirug em Portugal, focando anecessidade
de
dar
credibilidade
à
práncao nomeadamente, através daconstituição
de
referenciais
e
certificaçâo
adaptados
ao
contexto português.O CoachingemPoúrgal
ABSTRACT
COACHING
Research on the Coaches' pracüce in Portugal
The main puÍpose of this research is
to
characterizeúe
Coaching practicein
Portugal.It
beginswith
a theoreücal studyon
the theme, intendedto
support the
elúoration of
theinstrumen!
throughwhich
the datafor
theempirical
study
was
collected.
This
instrument
has
the form
of
aquestionnaire,
which
was
sent
by
to
professionalswho
offer
Çoaching service
in
Portugal, and
were
availúle
to
answer,
thenresending
the
filled
questionnaire.The
datawere
analysedwith
SPSSpÍogram,
in
the
caseof
quantitative
date'- andcontent categoizalion, to
work
the qualitative data. The research concludeswith
a characterizationof
the
Coaches
presently
working
in
Portugal,
their
actiúty,
thedevelopment
of
the
Coaching processand
of
the
Coachingclients
in
Portugal, focusing
on
the
necessityof
conquering
credibility
for
thepractice,
particulady through the constuction
of
refere,ncialsand
the achievementof
certification, both adapted to the Portuguese context.Key
words:
Coaching, personal
and
professional development pracüce,
human resources.O CoachingemPornrgal
SUMÁRIO
AGRADECIMENTOS... RESUMO
1
-
Conceptuali?Âção de Coaching2
-
Corching e ouüas pnáticas de desenvolvimento pessoal e profissional 3-
Tipos de Corching....4
-
Os intervenientes num processo de Coaching4.1-O
Coachee...4.2.1
-
Identidade interna ou qualidades do Coach.4.2.2-
Capacidades e competências profissionais do Coach.. 4.2,3-
Formagão e desenvolvimento como Coach4.2.4-
Certificação profissional como Coach. 4.2.5-
Deontologia profi s sional do C orc
h...5
-O
processo de6
-
Os beneficios de Coaching7
-
Os limites do Coaching.8 - Da teoria à pútica.
tr
_ PÂRTE-
ESTT]DOEMPÍRICO
r-sECÇÂo-oÀffiToDo....
1
-
Participantes... 2-
Instrumento...3
-
Procedimentos...u
-
§ECÇÃO - ANÁLrSE E TNTERPRETAÇÃO DOS DADO§...|
-Carastenzaçáo do Cooch em exercício em Portugal.1.1
-
Sexo....1.4
-
Areade formação académiça..1 .5 - Experiência profissional anterior...
iii
v
ü
x
xii
t4
202l
24 29 35 35 404t
42 43 46 49 54 65 70 73 77 78 798l
83 E6 87 87 87 88 88 89O CoachingemPorhrgal
1.6 - Actividade profissional principal actual....
1.7 - Tempo de dedicação à actividade 1.8 - Tempo de experiênciana actividade...
1.9 - Desenvolvimento de competência profissional propria.... 2 - Camcteirzurfio da actividade de Coqch.
2.1 - Condições de tabalho:...
2.1.t - Forma jurídica em que desenvolve a actividade
2.1.2 - Pertença a um Corpo Profissional
2.1.3 - Codigo Deontológico seguido...
2.1.4 - Objectivo geral próprio do desenvolvimento da actiüdade...
2.1.5 - Meios de divulgação dos serviços 2.2 - Qualificações e Certificações como Coach...
3 - Cara*taÁzaição do desenvolvimento do processo de Coaching.
3.1 - Definigâo o enquadramento do construto.... 3.1.1 - Definigão de Coaching
3.I.2 - Tipos de Coaching....
3.1.3 - Diferenciagão ente ouüo tipo de prática
3.2 - Desenrolar do processo de Coaching....
3.2.L - Forma de desenvolvimento do processo
3.2.2 - Espaço onde decorrem as sessões...
3.2.3 - Tempo despendido em cada sessâo...-.
3.2.4 - Regularidade das sessões.
3.2.5 - Tempo de duração do programa....
3.2.6 - Custos ao cliente da aplicação do programa... 3.2.7 - Instrumentos específicos de Coaching.
4 - Cnactenzaiao do cliente de Coaching.
4.1 - Tipo de cliente e/ou empresa e características da demanda... 4.1.1 - Tipo de cliente que procura o servigo...
4.1,2 - Tipo de intervenção numa empresa que procura o serviço... 4.1.3 - Dimensão das empresas que procuram o serviço....
4.1.4 - Agente interlocutor das empresas que procuram o serviço... 4.1.5 - Fungão do Coachee na empresa.
4.1.6 - Principais objetivos iniciais da procura do serviço...
4.2 -Percepgão do cliente após aplicagão de um programa de Coaching...
4.2.1 - Grau de satisfação dos clientes e dos Corchees
4.2.2 - Beneficios do processo de Coaching na óptica do cliente... 4.2.3 - Dificuldades da aplicação na óptica do cliente...
90
9t
92 93 94 94 94 95 96 98 100t0l
105 105 105 107 108 r09 109 113tt4
115ll6
tt7
t19
120 120t20
t20
tzt
t23
124 126 127 127 128 130O CoachingemPortugal
5 - Percepção, por parte dos inquiridos, do ponto de situação da pnática de Coaching em Portugal
5.1- Tradugão e a necessidade de tradução do constnÍo em Poúuga1... 5.2- Realida de do Coaching em Portugal....
5.2.1 - Tempo em que o inquirido ouviu falar pela primeira vez de Coaching em Portugal
5.2.2 - Supervisores da pnítica do Coaching em Portugal
5.2.3 - Acções de formação profissional sobre atemática
do Coaching em Portugal
5.2.4 - Certificações de aptidão profissional de Coach em Portugal...
5.2.5 - Associações de Corching em Portugal
5.2.6 - Códigos Deontológicos e Quadros Regulamentares da pútica em Portugal
5.2.7 - Dificuldades ao exercício dapráúicaem Portugal
6
-Da
pnâüca à teoriacoNcLusÔus...
coN§rDERÀÇÔE§ ['rNAr§.
REFERENCIA§ BIBLIOGRAFICA§...
ANEXOS.
ANEXO A - Codigo Deontológico da International Coaching Federation ANEXO B - Código Deontológico dalntéynational Coaching Community...
AI.IEXO C - CaÍta enviadapara Associações Empresariais via
corrêio electónico.
ANEXO D - Primeira carta enviada via correio elechónico para empresas de consultoria que anunciam ofereoer seruigos de Cooching.
ANEXO E - CaÍtareforgo enviada via correio electrónico para empresas de sonsultoria que anunciam oferecer serviços de fnnnhimo
ANEXO F - Primeira carta enviadavia correio electrónico paÍa empresas de consultoria que não anunciam oferocer serviços de Coaching.
ANIEXO G - CaÍta reforgo enviada via correio electrónico paÍa empresas de consultoria que não anrmciam oferecer servigos deCooching
ANIEXO H - CaÍta enviada via coreio electrónico para Coaclu. ANIEXO I - Questionário-Coaching em Portugal
ANEXO J - Ante- Projecto de Coaching de Execuüvos no IEFP...
130 130 132 r33 135 136
t32
132 137 137t39
IM
152ts6
159t60
1,64 169r7l
t73
175 177 179 181 191O CoachingemPortugal
LISTA
DE
TABELAS
tabela 1: Diferença entre algumas pníticas de desenvolvimento pessoal e profissional e
apráticade Coachíng
tabela 2: Aspectos e itens para caracterização do Coaching em Por§rgal
-
baso defabalho para o questioniirio...
tabela 3: Experiência profissional antes do início dea actividade - cruzamento ente as
alternativas apontadas pelos inquiridos...
tabela 4: Actividade profissional principal
-
cruzamento entre as diferentes alüernativas de resposta assinaladas pelos inquiridos...tabela 5: Tempo de experiênciano Coaching (om meses)
-
análise da frequênciados tempos apresentados pelos inquiridos...
tâbsla 6: Frequência dos processos pelos quais os inquiridos têm passado no sentido do seu desenvolvimento possoal e profissionat como Coach
tabela 7: Formajurídica em que o inquirido desenvolve a actividade de
Coach-.-.--tabela E: Formas jurídicasi em que o profissional desenvolve a actividade
de Coach
-
cruzamento das variáveistabela 9: Tempo de contacto com o cóügo deontológico seguido (em meses)
-
anáüse da frequência das respostas dadas...tabela 10: Meios que os inquiridos utilizam para divulgar os seus senriços de Coaching...
tabela 11: Qualificações indicadas pelos inquiridos para o exercício da sua actividade
de Coach... 101
tabela 12: Qualificações para o exercício da actividade de Coach
-
cruzamentodas 3 alternativas de
resposta..
101tabela 13: Cruzamento das respostas dos inquiridos quo assinalaram detor um ourso de
Coaching e as respostas dos inquiridos que assinalaram entidades onde concluíram
tm cuÍso de
Coaching-
103tabela 14: Certificaçõos indicadas polos inquiridos para o exorcíoio da sua actividade
de Coach 103 106 t07 108 113
tt4
Lt7da frequência das reqpostas apÍ€sentadas
26 82 90 9t 92 93 94 94 97 100
tabela 15: Categorização das palavras apresentadas pelos inquiridos paÍa definir Coaching
tabela 16: Frequênoia do tipo de Coaching praticado pelos inquiridos...
tabela 17: Tipos de Coaching assinalados pelos inquiridos - cruzamento das vmiáveis ...
tabela lE: Espaço onde habihralmente decorrem as sessões de Coaching
tahlâ
19: Tempo dospendido com cada sessão de Coaching (em minutos) -análiseda frequência das respostas apresentadas
tabela 20: Te,mpo de úrração do programa de Coaching (em meses)
-
análise da frequência das respostas dadas...tabela 21: Cbsüo total de um programa de Coaching (em euros)
-
análiseO CoachingemPortrgal
tabela 22: Çusto à hora de um prograrna de Coaching (em euros)
-
análise da frequência das respostas apresentadastabela 23: Tipo de intervonção dos inquiridos junto de empresas que solioitam
serviços de Coaching.
tabela 24: Tipo de intervençâo dos inquiridos junto de empresas que solicitam
sorviços de Coaching- cruzamento das variáveis apresentadas
tabela 25: Dimensão das empresas que recorrem aos serviços de Coaching.
tabela 26: Dimensão das empresas que recorrem aos serviços da Coaching- cruzamonto das variáveis aprese,ntadas
tabela 27: Responsável da empresa que em regra toma a iniciativa na procura
do serviços de
tabela 28: Responsávol da empresa que em regra toma a inicialiva na procura do serviços de Coaching- cruzamento das variáveis apresentadas
tabela 29: Função do Coachee denúo da empresa
tabela 30: Funçâo do Coachee deirtro da empresa- cruamento das variáveis apresentadas...
tabela 31: Dois objectivos iniciais mais frequentes na procura do serviço de Coachíng....
tabela 32: Total das respostas dadas relativamente aos objoctivos iniciais na procura
de Coachíng.
tabela 33: Beneffcios do processo de Coachíng manifestados pelos clientes ...
tabela 34: Tempo sm que o inquirido ouviu falar pela primeira vez de Coaching
em Portugal (em anos)
-
anríúise da frequência das respostas apresentadastâb€Ia 35: Nomes de entidades promoúoras de acções de formaçâo sobre a temática
do Coaching e,m Portugú referidos pelos inquiridos..
tabela 36: Associaçôes de Coaching emPortugal
-
análise de frequência das respostas apresentadas pelos inquiridos...tabela 37: Comparação da dofiniçlo de Coaching entre o estrdo teórico e o eshrdo
emprÍrico... t20 1r8
tzl
t22 124 124 125 126 121 t29 t23 t23 132 t34 136 r39O CoachingemPorfirgal
LISTA
DE FIGT]RAS
Iigura 1: esquema de enquadramento datipologia de Coaching.
fi gura 2: sexo dos inquiridos...
figura 3: histograma das idados dos inquiridos em 31 dez.05
Íigura 4: habilihções dos inquiridos...
figura 5: área de formaçâo académica dos inquiridos...
Íigura 6: oxperiênciaprofissional anlos de iniciar a aotividade çomo Coach Íigura 7: histograma de tempo relativo que dedica à actiüdade de Coach...
figura E: histograma do tempo de experiência no Coaching. Íigura 9: pe,rtença a um corpo profissional..
ftgura 10: conhecimento de um código deontológico
figura 11: percentagem de inquiridos com certificação como Coach-...
Íigura 12: recomendações do ouüas pnílicas do desenvolvimento profissional Íigura 13: forma como os inquiridos üabalham com os seus clientes
('por telefone','face-a-frce,'
email\...-figura 14: formas de desenvolvimelrto do processo de Coaching- cruzamento da
variável 'àce-a'frce', da variável 'por email e da variável 'por telefone'...
frgura l5: forma como os inquiridos trabalham com os seus clientes
34 E7 87 88 EE 89
9l
92 95 96IM
108lll
rt2
109 110 109figura 16: formas de desenvolvimento do processo de Coaching- cruzamento da
variável 'frce-a-hce', a variável 'individualmente' e da variável 'em grqlo'...
frgura 17: formas de desenvolvimento do processo de Coaching- cruzamento da
vmiável 'por telefone', da variável 'pot email e da variável 'em grupo'... frgura lE: formas de desenvolvimento do processo de Coaching- cruzamento da
variável 'por telefono', da vmiável 'pot email' e da variável 'indiyiduahnsnte'... Íigura 19: regularidade com que o inquirirdo reúne com os seus clientes durane
llr
o progmma de Coaching.
frgura 20: tsmpo médio de duração do programa da Coaching
ffgura 21: existência ou não de instrumentos especlficos de Coaching.
frgura Xl:ttpo de clientes que procura o serviço de Coachíng- cruzamento das
variáveis apresentadas
Íigura 23: grau de satisfação dos cüentes..
figura ?.4: grau de satisfação do Coachee..
Íigura 25: existênoia de tadução de Coaching paÍa porrrguês... figura 26: coúecimento de supervisores dapnâtica de Coachíng em Porhrgal..
frgura 27: coúecimento de acções de formação profissional snltre Coaching em Portlgal figura 2E: conhecimeirto de certificação profissional de Coqch em Poúugal..
frgura 29: coúecimento de Associaçôes de Coaching em Poúrgal..
115 116
ll9
120 127 127 131 132 133 135 136O CoachingemPortugal
frgura 30: coúecimento de códigos deontológicos e quadros regulamentares
O CoachingmPoúrgal
INTRODUÇÃO
"We speak of owselves as humm being despite the image that thÊ word being conjrnes try
-
a fixed thing a stable stde. Yet we live in and arepwt
of a untversethd
is a endlesslyfecund,iruventive, ever
clunging
ever transformingitself, Itwould swely be better ifweúmdonedthe
term being, ond replaced
itwith
furmq, becoming. " (<<The Death of Forever Reanney, 1995)As
transformações económicas
do
período
mais
recente
(ou
seja,
odesenvolvimento
das novas
tecnologias
da
informação
e
da
comunicaçÍlo,
e
a globalizagão do capital e dorabalho)
conduziram a urna redefinição da forma de pensar a vida nas organizações, e, consequentemente, a própria Psicologia.A
Psicologia,a
paÍEÍ de
meadosdo
séc.)O(,
deixa de
se centrar apenas noindivíduo,
e começa a olhar paÍa os diferentes papéispor
este assumidos, inseridos no seumeio
envolvente.O indiüduo
é
visto
como
capazde
forjar
novas competências determinadas pelas experiências que ele próprio vive.A
frase 'conhece-te ati
mesmo',utiüzada ao longo dos tempos, está mais acfual que ntmca, devido à instabilidade üvênciada na sociedade actual. Só conhecendo-se a simesmo,
o indivíduo
serâ capaz de enfrentar os inúmeros desafioscom
que se deparadiariamente.
A
preocupação com a gestâlo deindiüduos
surge noinício
do sec. )OÇ quandoos
teóricos começama
centrar as preocupaSes organizacionaisna
questilo hr:mana,compreendendo
a
existência
de
factores ocultos
que
influenciavam
o
clima
organizacional e, logo, o desempenho da
orguizlrçã§.
Estas
novas úordagens
ao nível
das
organizaçõestêm
a
sua origem
naPsicologia, que, também
por
esta ocasião, desenvolve as teoriasdo ciclo vital,
quepressupõe que existe desenvolvimento psicológico na idade adulta e na velhice, e não só
nas fases anteriores de desenvolvimento da pessoa.
O
desenvolvimento ocorre dtnantetoda a
vidq
e
é
çwacterizadopor
runa dinâmica de percase
ganhos,por
umamulti-direccionalidade,
poÍ
uma mulü-dimensionalidade e pela existência de plasticidade nodesenvolvimento,
em
que
determinadas dimensõesda
cogniçãoe
da
ide,ntidade seO Coachtngm,Portugal
Outo
aspecto a ter em conta, é que, apartir
dos anos 60, se deixa de entender ainteligência apenas determinada
por
factoresbiológicos e
genéticos,o
que é possívelmedir
através dautilização
de testes, at-ibuindo-se uÍna idade mental,e
começa-se a estudar a inteligência tambématavés
da forma comoo
zujeito traÍa a informaçêio, istoé, analisando os pÍocessos cognitivos do indivíduo.
A
inteligência começa a ser olhadacomo
o
conjrmto
de
capacidadese húilidades
para
adquirir e
compreender novas situações, para se adaptar a novas realidades, e para apreciar ou criar novas ideias.Na
décadade 80,
Gardner
ao
desenvolvera
sua
teoria das
InteligênciasMúltiplas,
colocaa
ideia de
quenão
existe apenasuma inteligência
decisiva para osucesso,
mas
sim um
amplo especto de
inteligências, falando-nosda
existência dainteligência interpessoal (capacidade de compreender outras possoas:
o
que asmotiv4
como
túalham,
como trabalhar
cooperativamentecom
elas)
e
da
inteligênciaintrapessoal (capacidade para formar um modelo preciso, verídico, de si mesmo e poder usá-lo para agir eficazmente
navida).
Mais
recentemente,
também
os
novos
coúecimentos
na
esfera
dasneurociências e as investigações de Damrásio (1998) vêm provar que existe nma relação
efectiva
ente
a
inteligênciae
as emoções.As
emogões sempreforam
cruciaispaÍa
asobrevivência (bom firncionamento
úrante
cercade
100 milhões de anos de evolução(Goleman et a1.,2003, p.48), accionando alertas para algo urgente, e proporcionando,
desta forma"
um
plano de
acçãoimediato. Todo
este processoé
desencadeado pelaamígdala (estutura
que
sonda
permanentementeo
que
nos
estrí
a
acontecer,encontando-se sempre alerta para uÍna emergência), que em situações de emergência
emocional pode comandar
inclusive os
cenfios racionaisdo
neocórtex(os
quais têmcompetências pr:ramerúe cognitivas, como
o
coúecimento
técnico). Felizmente, estesimpulsos emocionais percorrem vastos
circuitos
quevão
da amígdala alsà
znnapré-frontal,
que constituio
centro executivo do cérebro, a qual recebe informação de todas as partes deste, analisa-as e, posteriormente toma decisões sobreo
quefazs.
Assim, a zona pré-frontal pode vetar os impulsos emocionais-
garantindo, assim, uma reacgãomais eficaz. Mas
quando estescircuitos falham,
actosimpulsivos
comandados pela amígríala são executados.Segrmdo
Goleman (1998),
o
constuto de
Inteligência Emocional, que
ooé a capacidade para reconhecer os próprios sentimentos e os dosoutos,
paÍa se motivar a siO CoachingmPorhrgal
mesmo, e para
gerir
bem as emoçõesem si
mesmoe
nas relações". Damrásio (2000,p.62) adianta ainda, que
"a
emogão bemdirigida pãece
sero
sistema de apoio seÍn o qual oediffsie
daruzão não pode funcionar eficazmente" @ereira, 2004).A
cognição desenvolve-se, desta forma, em esfieita relação com a emogão, dado que a maior parte dos objectos que nos rodeiam desencadeiam emogões (boas ou mtfu, conscientes ou não). Progressivamente, asi pessoas vão moldando as emoções, de acordocom
circunstânciasindividuais,
e
adaptando-asaos contextos
(manifestando-as ouocultando-as).
Ao
tentar-se preservnr a nossa integridade, tenta-se resolver problemasque
não se
conhece,e,
quandoas
consequências dessaactividade
ficom
gravadas (mapeadas)no
cérebro,swgem os
sentimentos, que,por
suavez,
orientam esforços conscientes e deliberados de autoconservagão, e permite fazer escolhas. Os sentimentospermitem
o contolo
vohmtário
daquilo que, até então, era automáÍico (capacidade deantecipação e previsão de problemas, e possibilidade de criar novas soluções).
Assim
sendo, a inteligência devsní ser pensada, como portadora de uma enonne plasticidade, detentora de poder para recuperar constantemente a capaeidade cognitiva,dependendo das relações interpessoais
e
dos contextos em queo
sujeito
se insere. Odeclínio da inteligência
apenas existe, quandonão
selhe faz
uso,máxima
esta quecontribui paÍa
o
desenvolvimento das teorias que defendem um pensamento específicoda idade adulta, onde se
inclui
o
estudo da sabedoria, entendida como a capacidade de pensannos sobre problemas que,poÍ
vezes, esti[o deficientemente estruturados,e
de pensar sobre aspectos relacionais (sealgo
é
estimulanteou
não) complexos (para osquais existem diferentes soluções e formas de deoidir).
Alguns
autores defendem queeste conceito contém desenvolvimento emocional e afectivo, e não apenas cognitivo.
A
gestão nas organizaçõesexige,
semdúvida,
um
noyo modelo
detabalho,
onde
a
palavra-ehaveé
responsabiltzaçáo,em quç
é
pedido ao
indivíduo/parceiro aadesão
a
uma
autoformação permanente,a
uÍna
autogestãode
carreira
e a
umaautonomia de
tabalho
com respostasComeçam, então, a surgir programasi de desenvolvimento pessoal e profissional
dirigidos
às
organizações,
eue,
tentando
articular
os
problemas
humanos(empregabilidade)
e
os problemas organizacionais (competitividade), agregue,m valor,O CoachingemPortugal
A
focalização deverá passarpoÍ
novas práticas de intervengão, em que terá de haver circulação de informação no sentido vertical, horizontal e e:rteÍno, e em que medira produtividade passará pela avaliagão das redes de comunicação e de relação, e pelo
envolvimento afectivo. (Duarte, 2004)
Orq
dentro das organizações, e perante as actuais constantes mudançassócio-económicas,
a
aprendizageme
o
desenvolvime,ntode
competê,ncias profissionaisadaptativas, deverá começaÍ pelo líder.
o0s estados emocionais e as acções dos líderes influenciam o comportamento
dos subordinados e,
prtanto,
o
seu desempenho.A
capacidade dos líderespara gerirem os seus estados de espírito e para influenciarem os estados de espíritos dos outros
já
não pode ser considerado um assunto pessoal, é um factor que determina os resultados do negócio" (Goleman et a1.,2003,p.38).Certo
é
que,
E)esar
da
intervenção
ao nível
do
desenvolvimentode
umdeterminado
inüüduo
ter
que levar emlinha
de conta as suas particúaridades,o
seucontexto
e
a
utilidade para
o
seu
caso específico,as teorias continuam
a
seÍ
um
instrumento indispensrável para suporte dessa
meüna
intervenção, fimcionando comonm
mapapilÍa
a tomada de decisão quanto aorumo
atomar
e, assim,pôr
em pníticaactividades
de
desenvolvimento
que
perm-itam
una
fransformação
efectiva
no indivíduo, que se reflectirá naorganizaçâíro e a longo termo.O
conÍacto
com
a
temática
do
Coaching niciott-se
em
2004
através
da observação documental e afiavés de participação (iá em 2005) em seminários/enconfiosem Paris
e
na Noruega.A
investigaçãocientífica
encontrada sobre esta área,mútas
vezes
divergeúe
e
ambígua,limitava
o
coúecimento
estnrturado destaprática
dedesenvolvimento. Constatou-se, desde logo, que havia poucas publicações em Poúugal
sobre este tema, existindo apenas uma obra escr-ita
por
portugueses, se,ndo que quase todas as restantes publicações tinham origemno Brasil.
Tambem, através do contactodirecto
com
indivíduos que
exercema
actividade
em
Portugal, se
detectouque
aprimeira Associação de praticantes de Coaching teve
o
seuinício
em 2005. Podemos,então,
afirmar que
esúavamos peranteuma
realidade
com intoduçâo
no
mercadopoúuguês
muito
recente,
constituindo
esse
facto uma
dificuldade
no
Írcesso L informação e informantes sobre arealidade em si.O CoachíngemPortugal
Estamos convictos, que a teoria e a prática terão que caminhar lado a lado.
Foi
por termos encontrado uma insipiente reflexão teórica sobre apránca
do
Coaching emPortugal,
e
senüdo
uma
ausênciade
estudo
empríco sobre
a
mesma,
que
nos propusemos realizar este estudo, com o quat pretendemos oomo objectivo principal:Caracteiz.ar
a
prática llo
Coaching emPortusal,
atravésda
percepção dos Coachs que oferecem esteseniço.
Esta caractenzaçáo tem como objecüvos específicos:
-
ceractenzar o Coach que oferece os seus servigos em Portugal;-
caÍastsrizÀÍ a actividade de Coach em Porhrgal;-
caructenzar o desenvolvimento do pÍocesso de Coaching em Portugal;-
caruçtet'tz.ar o cliente de Coaching em Portugal;-
fazer nm ponto da situação da práüca de Coaching em PortugalA
viagem que nos propomos realizar, ao longo das próximas páginas, pretendecontibuir
parao coúecimento
deuma
pratrca recente de desenvolvimento pessoal eprofissional, ou seja, será uma viagem rcalizadaatavés do mundo do Coaching.
Perante as poucas e difusas ofertas de viagens sobre esta
temátio5
ê, perante a(arriscamo-nos
a
dizer)
pobreza
teórica
existente
em
Portugal sobre
o
te,ma, apertinência
de uma
viage,m nesüa direcgão, prende-secom
o
objectívo de
contibuir
para:
-
o
debatede um
tema
bastanteactual
na
Europa
e no
Mundo
em
geral,contribuindo particularmente para a sua difusão em Portugal;
-
a compreensão dautilidade
de programas de Coaching parao
bem estarbio-psico-social
dos
indivíduos
e,
consequentemente,das
comunidades
onde
estesinteragem;
- a definição de conceitos e teorias da actividade de Coaching;
- aprocura de identidade daprofissão de Coach;
- a profissionalização do Coach e da sua certificação em Portugal.
-
a adaptação de conceitos e de progÍaÍnas à realidade portuguesao e paÍa a sua validação empírica em contexto sócio-organizacional português.O CoachingemPoúugal
-
divulgar
e
produziÍ coúecimento para
investigaçõesfuturas, sendo
esseconhecimento
valorizado
pela
interligação
com outros
projectos
que es6o
a
serelaborados por trm grupo de investigação da temática do Coaching na Universidade de
Évora
Começamos a viagem
por wna
explanação teórica doscoúecimentos
rece,ntessobre
a
temáticado
Coaching.Devido
à
disparidadeentre
o
conhecimento teoricoencontado
sobreo
tema, inerenteà
sua recente aparição, este enquadramento teorico tem um cunho bastante pessoal. Senár, entiio, este momento do estudo, que permitirá aoleitor identificar
a visão da investigadorq e as linhas orientadoras dorumo
da viagemque esüa pretende conduzir.
Numa segunda paragem, serão identificadas as metodologias seguidas no estudo
empírico,
os
seus participantese
todos os procedimentosutilizados
para seatingir
o destino destaviagem.A
terceira paragem,e
onde teremosuma
estadiaum
pouco mais prolongaÁAcorresponde à análise e à interpretação dos dados recolhidos
atavés
dos questioniáriosaplicados aos
profissionais
do CoachW. Aqrt,
ficaremosa súer
qual
o
púo
dasituação
do
Coaching em Portugal, soba
óptica daqueles quenele
de umaformamais contínua.
Por
último,
e
para que
a
viagem seja
sentidacomo
a
primeira de
mútas,
apresentamos
as
conclusõesdo
estudo, resumindoe
integrandotodos
os
itineriíriospercorridos, indicando as limitações encontadas,
D6,
também, apresentando futurosO CoachingemPoúgal
I_PARTE
O CoachingemPoratgal
1-
Conceptualização lle CoachingNuma
cidade húngarade
nome
Kocs, há 600
anosaffiís,
consüuiu-se umacamragem
maior
e
mais
espaçosaque as
existentesaté
então.A
essa camtagematibúu-se
o
nome deKoczi
Szerer, e desdelogo, por
todaa
EuropaKoczi
tornou-sesinónimo
de
camragem.
A
palavra
'coche'
entou
no
vocabulário dos
idiomasfrancófonos e ibéricos, e os anglesa:rónicos adoptaram a palavra oCoach'.
No
dicionráriode língua poúuguesa, podemos encontrar a dsfinigão de
'coche'
como ouma carruagemde quafio rodas própriapara actos solenes'. Como nos expücaAscama Q004),
apalawa
'Coach'
foi intoduzida
no
desporto, apartir
de umagíria
estudantil nas rmiversidadesdo
sec.)§/
utilizada para
designaro
técnico
desportivo,
ocasiãoem que
alunospertencentes à nobreza británica eram conduzidos por um cocheiro
('Coacher').
É, desta
formq
que se podená identificar apessoa que dirige ,tm Coach('coche')
como alguém que sabe
condwir
e levar os outros paruadirecção pretendida O cocheironão será aquele que decide qual
o
nrmo a
ser tomado, Ínas antes, aquele que, a1És aidentificação pelo seu cliente (pessoa que é transportada) sobre a direcçâo que pretende
tomaÍ, o leva de
foma
segura e pelo caminho adequado, aos seus objectivos de úagem.Será
a
Gallwey
que se devea
replioada
denominaçáo'Coach'
paraa
esferaprofissional, qpós apublicação do seu
livro
TheInner
GameofTennis
eml974.
"There is always
m
inner gone being played tn your mind no mdterwhú
outer garne you we playing. How attwe you are of this gane can make the dffirence between success andfailwe in the outer gmn" (Gallwey, 2006).
Segundo este professor de ténis,
o
Coaching será umaforma
de aprendizagempessoal
e
nãoimpostq i.e.
não setata
aqui
do
aprendiztomar
contactocom
novoscoúecimentos
cedidos por um professor, mas sim deum
Coach ajudaro
seu discíputo ateinar
asi suas aptidões pessoais.No
seguimento destaideia,
aparecem alguns defensoresde
que Sócrates teriasido
o
primeiro
Coach conhecido pela hunanidade.Com
aprática
damaiêúicq
queconsiste
num
processo pedagógico em que se recorre ao emprego de muitas perguntas para obter, por indução dos casos particulares, um conceito geral do objecto em estudo,O Coachíng emPorfirgal
Esta comparação com
o
métodoúilizado por
Sócrates, permite-nosidentificar
un
processo de Coaching com a tarefa de"ajudar
o
clientea
obter respostas para osseus desafios e a
exfiair,
de si próprio, todo o potencial de desenvolvimento e liderança''(Rego et a1.,2004).
O
Coaching surgru, então, de uma evolução do papel de mentor/professor, emque uma
pessoamais velha
e
mais
úbia
tansmitia
a
sua
sabedoriae a
suaaprmüzagem para
o
desenvolvimento de um formando/aluno,püL
umapútica
focadanum pÍocesso
holístico
de aprendizagem ao longo davida atavés
do desenvolvimentode todos os aspectos pessoais e profissionais de uma pessoa (Stevens, 2005).
Para
transmitimos o
que acfualmente se entendepor
Coaching, recorremos a algumas dEfinições encontadas em sites de alguns corpos profissionais da temrítica.A
Fédération Francophone des Coaches Professionnel diz-nos queo
Coaching"é
um
processo de acompanhamento que fayorecea
tomada de consciênciapor
uma pessoa(ou
um
grupo/eqúpa) dos seus modos de funcionamento,com
o
objectivo
de ultrapassara
situaçãoem
que essa pessoa seenconta e
alcançaros
seus objectivos profissionais e/ou pessoais, os quais foram fixados com toda a autonomia''I.ASociété Française de Coaching explica que o Coaching "é o acompanhamento
de uma pessoa a
partir
das suas necessidades profissionais parao
desenvolvimento doseu potencial e do seu saber-fazet''2.
A
International Coaching Federation define
a
acüvidade
de
*Coachingprofissional" como
'tm
relacionamentoprofissional em
movimento
que ajuda
as pessoasa
produzir
resultados exhaordiniáriosnas
suasvidas,
caÍreiras, negócios ouorganizações.
No
decorrerdo
processode
Coaching,os
clientes aprofimdama
sua aprendizagem, melhoram o seu desempenho, e atingem a sua qualidade de vida'3.A
escola CoachVille,
defrneo
Coaching, de uma formamuito
simples, asúer,
*Coaching
é
o
acto
de
inspirar
o
indivíduo
ou
a
equipa paraproduzir
o
resultadodesejado através
de
aprendizagempersonalizad4
de
expansãode
consciênciae
deambientes proj ectados'4.
I fiadução livre 2 tradução liwe 'tadução liwe a Eadução livre
O CoachíngmPortrgal
A
International
Coaching Community
exphcaque
"aplicar
o
Coaching
náosignifica dizer
às pessoaso
que
fazer; massim
ajudá-lasa
controlar ,!s
suÍls vidas;ajudrLlas
a
avaliar
o
que estiio
fazendo
num
determinadomomento levando
em consideração seus objetivos,soúos,
valores e intenções. Isso thesúí
novas chances e conduz à mudançaO
Coaching ajuda uma pessoa air
além de seus bloqueios mentais, air
além do que acreditava possível"(Comunidade Internacional de Coaching,2006).No
site alemão Coaching-Report identifica-seo
Coaching comootm
processode aconselhamento
e
acompanhamentointeractivo e
centrado na pessoa,o
qual
podeenvolver a esfera profissional e
privada
Em primeiro plano estrí o papel profissional, ao qual sejuntam preocupações presentes do cliente"s.Em Poúugal, apesar de
já
encontarmos algumas considerações sobre aÍemáúícqnão encontamos nenhuma definição apresentada por um grqpo de profissionais.
Neste estudo
primário
não se pretende editaÍ mais uma definição de Coaching. Pensamos que as definições propostas na literaturajá
são bastantes e demonstrativas da diversidade de pnáticas articulação entre os profissionais desta actividade. Talvez o maisimportante nesta fase de crescimento
do
construto, seriareflectir
sobrea
panóplia deconsiderações feitas à
volta
desta prática,e
encontrarum rumo
püa
apresentação doCoaching enquanto disciplina autónoma.
Muito
embora
se trate de uma açtividadeútil
a diferentes esferas sociais, a sua precisão seria importante para credibifizar asua acção.
Contudo, para que
o
leitor
saiba qual a perspecüva seguida pela investigadorqvamos
utilizar
as definições
de
Coaching
apresentadaspor Devillard
no
seu lirno
'oCoachet''
(2001) e
por
Stevensno
seuliwo
"Leam
to
Coach" (2005)
para melhorcircunscreveunos o construto:
Devillard
define Coaching como'tma
intervenção queüsa
desenvolver,junto
de umapessoa ou de uma equip4 os elementos de potencial ligados ao talento, ao estiloe às sinergias, para além dos obstáculos que os constangem.
O
Coaching náo é ne,muma aprendizagem de uma técnica, nem
um
conselho sobreo
saber-fazer, Ina.s sim ummeio de descobrir e de experimentar os aspectos
inúilizados
do seupróprio
potencial.s
O CoachíngemPoúugal
De
facto,
ele não visa
tanto
a
resolução
de
problemas,
mas
antes
facilitar
o desenvolvimento pessoal nuÍna perspectiva de produção- (p.23).6Stevens
poÍ
seu lado adianta que "Coaching é vma relação que é concebida nosentido
de realçar
o
processode
aprendizagemao longo
da
vida
de
eficácia
e
dereahraçãa"(p.6).7
Assim, neste estudo entende-se que os aspectos-chave das definições expostas,
identifieam o Coaching como:
- uma pránca" ou seja, intervenção voltada
püa
a acgão,-
concretizada afravés de uma relaçãoente
duas entidades, sendo que uma delas ou ambas poderão ser uma pessoa ou um conjunto organizado de pessoas,-
quevisa
o
aperfeiçoame,nto ea
superação profissional e pessoal de cadaum
dos beneficiários,
-
recorrendo-sede
ens anteriores que promovemum
pote,ncial nãoutilizado,
- que é planeada pelos intervenientes num momento preciso,
-
mas deverá ser continuadapelo
destinaÍ.áriono
seudia a
dia
mesmo após a conclusão do programa,-
e
que
visa, em
primeira
linhq
aumentar
a
produtividade
no
trabalhodesenvolüdo pelo destinatiário,
- proporcionando qualidade de
üda.
2
-
Coaching e outraspráticas
de desenvolvimento pessoal eprofrssional
Estamos,
de
facto,
perante
uma
práÍrca
de
desenvolvimento
pessoal
eprofissional,
euê,tem em
coÍrrumcom
outras,o
facto de
setatar
de 'fuma
acçáo sistematicamente programada para provocar mudançasválidas
nas pessoas,com
umgran
razoâvel
de
pemanência.
Essas mudançasincidem
nos
coúecimentos,
nacompÍeensão, nas competências, nos desempenhos, e na qualidade de vida e bem-estm. Estas acções são preparadas por profissionais que têm algum
tipo
de reconhecimento ou certificação" (Santos, 2006).Por
vezes,
aconteceo
Coaching
ser
confinüdo
com outas
práticas
de desenvolvimento profissional, devido à ténuelinha
que o delimita- Por sefiatar
de uma 6fadução Ifire7
O Coachingw,Portugal
pÍática nova, há a tendência de recoÍrer a técnicas de
outas
práticasmuito
similares, acabandopor
confimdi-las.
Deparamo-nosno
mercado,com
pessoasque
oferecem serviços de Coaching, quando o que fazem na prática é outrotipo
de intervenção.. Ora" este facto,vai
determinara
confusão muitas vezes existente na proctrra da prática do Coaching, sem que os próprios profissionais consigam desmistificá-la"O CoachtngemPoríryÊl
1: entre de dcsenvolümento ê ea dc
- Operacional;
- Integrado ua culüra da empresa;
- Destinado a qualquer nÍvel hierárquico;
- O grupo é tabalhado em conjunto;
- Transmissão de conhecimentos do formador;
- Poderá ser
imposta--Frmcioral;
- Apenas se âz quando é solicitado;
- Dmtirado ao deselrvolvimênto de lÍdçrw;
- Personalizado;
-
Reflexâo
sobre
conhecim€tros e experiências do destinúário;- Um acto çompl€hm€rúe yoluntfoio.
- Transferência de sabq;
-
Centrado na cultura orgmizacional e nosaspecüos operacionais da empresa;
- §ujeito passivo, recebendo as instnrções de
como
trabalhar
illma
determinada organizaçâo.-
Trmsfrrênciade
sab€r adquirido pelo destinaÍ&io;-
Inüoduçãona
empresade
mais valiasbaseadas em ryrendizagons do destinatfoio;
-
Actor,
com
papl
iúerventivo
no desenvolvimento da orgmização.- Poderâo
dr
conselhos eqpecÍficos e indicarvantagens e desrantagens 1sp2 6sslhn;
-
Utilizada paraimpúa
conhecimentos e qcperiências;- Pode trahalhar com diferentes aúÍores delrto
daoryamlzaçáro.
- Não dão conselho§, nem apresentam a sua
opiniâo;
-
Trabalha-se sobre os conhecimsntos e aslexperiências do(s) cliente(s);
- Trdbalha exclusiyamsnte com um indMduo
ou
gru1ro
de
indMúros sobre
umcompoÍtamenúo particulú.
-
Obssrvao
indivlduo como um todo, não especificando qualquer sector da suaúda;- A sua úragão pode sermuito longa;
- Nâo é necessfoio estabelecer previamente os
objectivos que se pretende alcançar; - Mexe com â estrutuÍa psíquica;
-
Faz a ügagâo e,ÍÍre a situaçâo passada e o momento prese,úe.-
Bmborase
tenhaem
consideração o indMduo como um todo, está ce,ntrado na vida profissional;- A duragâo do progrma não ultapassa os 12 me§s§;
-
Tem objectivos precisose
p,reviamentedefinidos;
- Apemas trabalha aspectos comporhmentais;
-
Não
iǹressaa
causade
det€rminadocompoÍtamenÍo, mas sim a sua compree,nsão prese,nÍe.
-
Analisa os resultados em coqirmto com o cliente e indica qrtnis as alternaÍivas posslveisp€rante o perfil do cüente;
- Dá conselhos sobre o caminho a seguir.
-
Analisa os resultados e,m coqiunto com o cliemte, mas cab€ú ao cliente e,lrcontrar a§ suas próprias soluções;-
Provoca una tomada de consciência queO CoachíngemPoÍugal
O profissional de
Coaching analisaa
essência da demandae identifica qual
a prática que melhor se adequa às necessidades solicitadas.Assim
como outras práticas
de
desenvolvimento
profissional, também
o Coaching não podení ser visto de uma forma isolada. Todas as práticas serão de algumaforma
complementarese,
?pesar
de
poderem
ser
utilizadas
separadamente, osprofissionais deverão
ter
presenteo
momentoem
queuma
determinada intervençãoenta na
esfera
de
actuaçãode
outa.
Cadauma terá
o
ssu
espagopróprio,
e
oprofissional deverá
coúecer
os seus limites.A
prática de Coaching aparecs precisamente para colmatar as carências sentidasnas outras pníticas da famítia dos serviços e do aconselhamento
(Arrivé
&
Frings-Juton,2004).
Peranteas novas
característicasdas
organizações modernas,fez
sentir-se a necessidade deintodução
desta prática inovadora. As Íápidas e as constantes mudanças navida
das organizações, conduziram à necessidade de integragão de pessoas dotadasde potencialidades adquiridas
em
experiências anteriores, alterandoos
conteúdos dosserviços prestados pelas empresas de consultoria.
As
sociedades pós-industriais,tazendo
consigo
a
economiaglobal,
onde
é necessário um bom desempenho por padrões mundiais paÍa que a empresa se situeente
as melhores, acenfuando
um
processo contínuode melhoria
disseminadopor
toda
aorganizaqãa
e
começandopelo topo,
e
o
desenvolvimento
das
tecnologias
deinformaçâo, redefinem o conceito de recrutamento.
Noutos
tempos dava-se preferência a recrutamento deindiüduos
sem ovícios detrabalho',
i.e.,
sem experiênciasde
tabalho
anterior, qus
eram consideradasmútas
vezes como um enfuave à assimilação da cultura organizacional e da forma específica de trabalho nulna determinada organizaçío. Estes indivíduos eram zujeitos a uma formação
inicial
para integração na empÍesa, onde lhes seriam imputados todos os conhecimentos necessiírios às suas funções. Ou,no
caso de indivíduos que ingressavam numa fimçãode topo, poderiam passar por um processo
de
Mentortng, onde, uma pessoa mais yslhae mais experiente da empresa, lhes
transferia
todos os seuscoúecimentos e
as suasexperiências,
püâ
que
houvesselugar
à
continuidadedos
objectivos previstos pelaO CoachingemPorfirgal
Nas organizações
do
séc.)O(I,
surgiu a necessidade deadmitir
pessoÍrs quejá
fraztam consigo fuiow-how, e de potenciar os seus talentos adaptando-os às necessidades específicas da organização.Assim,
nascea
necessidade de complementar as práücas de desenvolvimento,com uma intervenção voltada para
o
fazer desabrochar num colaborador (que deixa deser
um
simples fimcionrário) as suas potencialidades quepermitirão tornar a
empresamais competitiva. Existiná uma intervenção de formação
inicial
e/ou formação contínua,quando se sente
a
necessidadede
aquisigãode
novos conhecimentos,ou
poderá serconsiderado
o Mentoring,
quepermitirá a
articulação das competênciasintínsecas
doindivíduo com
a
cultura
organizacional existente,contudo
se ptetendermosintervir
noutras
esferas,
surge
o
Coaching como
a
ferramenta
necessiíriaaos
combates actualmente existentes no mundo dos negócios e da inovação.A
consultoria surge
quandoé
sentidauma
necessidadede
avaliaçãoou
de mudança, mas não se saberáo rumo
a tomar.Muitas
vezes,a
intervenção de pessoasextemas àoryarnzação torna-se indispensável para
intoduzir
um olhar imparcial sobre avida da
empresa
Esses consultores externosindicarão
alternativas possíveis pdÍa amudança. Contudo, poderá ser apenas necessiária
a
mudança de apenasum indivíduo
dento
da organização, para que se efective r:ma fiansformagão de carácter geral, eaqú
enframos no domÍnio do Coaching.
Da mesma forma,
o
Coaching distingue-se da psicoterapia"apartir
do momentoem que se torna necessário
frúalhar
a esfera profissional doindivíduo,
em detrimento das restantes esferas da suavida.
Emboraa
qualidadeno
trabalho possa proporcionar um bem estar geral navida
doindiüduo,
"os problemas serãoúordados
dento
deum
vocabultário próprio do mrmdo do trabalho, da empresa ou da gestê[o, mais do que dentro
de um
regrstomédico, psicológico
ou
psicanalítico que
decorrenum
universo
,íasterapias"
(Arrivé
&
Frings-Juton, 2004, p.7 qB .Na
sociedadecontemporâne4
a
psicoterapia
deixa
de
ser
olhada
como
ofratamento
exclusivo para
patologias graves,
e
começa
a
ser
procurada
para
odesenvolvimento pessoal
do
destinatário.Uma vez
que
em
contexto terapêutico, oindivíduo é observado como um todo, havendo necessidade de
tabalhar
sobre as causÍls8
O CoachíngemPotugal
de uma deteminada situação,
o
Coaching vem complementar essa pnítica, dedicando o tempo de interacção exclusivamente a aspectos profissionais presentes.Relativamente ao aconselhameúo de carreira, pretender-se-á que
o
conselheiroindique caminhos possíveis segundo
o
perfil
específicodo
seu destinatário,o
qual namaior parte
das vezes recorre
a
esüaprática
para
mudançadas
suasfunções
domomento. Embora aconteça que após
o
programade
Coachingo
destinatário decidaalterar a sua carreira profissional, o objectivo principal da procura desta intervenção não é a mudança de fimções ou mesmo de organização, em que não se vishrmbra ainda o
caminho
a
seguir,
mas sim
potenciar
as
capacidadesdo
indivíduo na
sua
fimçãopÍesente ou em aspiração real.
3
-
Tipos
lle CoachingA
confusão existenrcenüe
o
Coachinge
ouhas práticasde
desenvolvimentopessoal
e
profissional
tem
muitas
vezesorigem
no
tipo
de
intervençãoutilizado
naprilica do
Coaching.De
facto,
existem algunstipos
de Coaching que se aproximammais de
outas
priiticas, residindo
a
diferenciagãono
objectivo da
intervenção.É
oexemplo
da
aproximaçãoente
a
psicoteÍapiae
o
Coaching
de vida,
sendoque
adiferença
se
enconta
no
facto
da
intervenção
psicoterapêutica,ao
contráÍio
da intervenção de Coaching, poder ser um processo mais longo, mztis profundo (mexe comaspectos
da
estrutura
psíquica
e
com
os
acontecimentos passadosda vida
dodestinatrário)
e
em queo
objectivo
é desenvolvero
indivíduo
comoum todo,
sem serdada primazia à sua esfera e/ou contexto profissional.
Ora bem, existem üferentes tipos de Coaching. Essas diferenças
tfu
aveÍ
como tipo
de prestaçâo solicitada,com a
pessoa quea
solicita
com
o
profissional
que a oferece, e/ou com otipo
de intervenção praticado. Caberá ao profissionalidentificar
otipo
de Coaching solicitado, e pÍogralnara
intervenção desejada.Na
medidaem
queexistem profissionais
especializadosem
determinado§)
tipo§)
de
Coaching,
será" também, da responsabilidade do profissional, direccionar o cliente para umcolegq
casoidentifique que aintervenção desejada se situanum campo do qual não é especialista.
À
semelhança do que sucede nos restantes aspectos desta nova W,áticq tambémnão enconframos unanimidade relativamente aos tipos de Coaching. Assinn, na literatura são facilrnente verificadas várias tipologras de Coaching. Vejamos algumas:
O CoachingemPorErgal
Devillard
(2001)
distingueos tipos de
Coachingcom
basenos objectivos
da intervenção. Segundo este autor, existem 3 tipos deCoachingí6p.23'25):
- Coaching dapessoq que se subdividç em:
Coaching
de
resolução-
cujo objectivo
será
encontraruma
solução
para ultrapassar um obstáculo, que impede o acesso ao potencial e ao desempenho;Coaching
de
desenvolvimento-
este
desenvolvimentoestará cenfiado
no potencial e no desempenho do indivíduo;Coaching técnico
-tutorato
e mentoring;- Coaching da empresa, que tem directamente
aver
com:Coaching esfatégico
-
que
consistena
acçãodo
destinatáriosobre
o
seu contexto;-
Coaching
de
equipa-
que poderáse
subdividir em
TeamBuilding,
Team DevelpomenÍ e Sistemas de Acção.Deliwé
Q004) propõe uma tipologia baseadailrÍna
régua:Com a utilização desta
réguq
podemosmedu o
tipo
de solicitação eo
tipo
deintervenção,
ficando
tambémclaro
quaisa
competências necossiírias parao
tipo
deintervenção.
SegundoDelirné,
o
tipo
de
Coaching situado
à
esquerdada
régua, necessita de competências empsicologi4
ao passo que oüpo
de Coaching enquadradoà
direitq
necessita de competências organizacionaise
de managemenlA
procura dotipo
de
Coaching
situado
à
esquerda,é
uma procura mais
a
nível
individual,
contariamente ao
tipo
situadoà
direita, que
setata
de uma pÍocura
que pretendetabalhar
um
problema
organizacional. Tambémos
métodosúilizados
poderão ser medidos por esta régua(pp.
9-53).Coachingae dirigentes (nível da estruhrra) Coaching se,[trado na pes§oa (nivel indiüdual) Coaching centrado narelação (nivel interindividual) Coaching centrado no managemenl (nível do grupo)
O CoachingemPoúrgal
Arivé
&
Frings-Jton
(2004) identificaÍam
no
seu
estudo,
cinco
tipos
de Coachtng, asúer
{9p.32-36):-
Coaching de dirigentes-
em que o profissional de Coaching serve de 'espelho'para o dirigente, que se enconta sozinho no processo de tomada de decisões;
-
Coaching organizÍrcional-
que se destina aos altos caÍgos hierárquicos, e quetená como principal objectivo, acompanhar indivíduos no processo da sua integração em caÍgos de topo;
-
Coaching
de execúivos
-
acompanhamentode
fimcionários que
exercem tempormiamente lugares de chefia. Este acompanhamento recai sobretudo em áreas de gestão financeira, gestão de recursos humanose
no
desenvolvimentodo
potencial da chefia;-
Co-Coachtng-
frata-seaqui
deum
progÍamade
Coaching aplicadoa
doisgestores em simultâneo;
- Coaching de
equipa-
acompanhamento na construção de trabalho em equipa.No
siÍe www.coaching-lexikon.de do alemão Rauen (2006), podemosencontar
a referência aos seguintes tipos de Coaching:
-
Coachingindividual
-
em que
é
apenasum
o
destinatáriodo
processo deCoaching. Este distingue-se do Coaching de Executivos, na medida em que o programa de Coachíng individuat poderá ser efectuado por um alto cargo intsmo da empresq
-
Coaching
de
gnrpo
-
que
poderá
ser subdividido
em
Tearn-Coaching,Coaching
de
sistemae
Coaching de projecto. Nestetipo
de
Coachingo
grupo
nãodeverá exoeder os 15 participantes;
- Coaching de execúivos
-
que se destina aos executivos e líderes das empresas. Estetipo
de Coaching poderá ser enquadrado no formato de Coachingindiütluat;
-
Coaching
de
projecto
-
destina-sea
acompanhaÍrrma equipa que foi
consütuída com o unico
intuito
derçalizan um determinadatarefa.Neste síre podemos ainda