versão 2002
Tradução e Adaptação: Top – Informática, Lda.
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1ª Edição (Julho)
Índice geral
Índice geral ...III Apresentação ... XIII
CYPECAD Manual do utilizador... 15
1. Conceitos prévios ... 17
1.1. Esquema de introdução e resolução de estruturas... 17
1.2. Janela principal do programa ... 18
2. Tarefa Entrada de Pilares ... 19
2.1. Menu Ficheiro, Geral, Zoom e Ajuda... 19
2.1.1. Importar... 19
2.1.1.1. Obras antigas... 19
2.1.1.2. Obra antiga fundação ... 20
2.1.1.3. Importação ficheiro ASCII ... 20
2.2. Menu Obra... 20
2.2.1. Dados gerais... 20
2.2.2. Tabelas de armadura e opções de cálculo... 22 2.2.2.1. Tabelas de Armadura... 23 2.2.2.2. Opções de Cálculo ... 25 2.2.3. Importar/Exportar... 26 2.3. Menu Introdução ... 27 2.3.1. Plantas e Grupos ... 27 2.3.1.1. Novas Plantas ... 27 2.3.1.2. Apagar Plantas... 27 2.3.1.3. Editar Plantas...28 2.3.1.4. Editar Grupos...28 2.3.1.5. Unir Grupos ...28 2.3.1.6. Dividir Grupo...28
2.3.2. Pilares, paredes e arranques ...28
2.3.2.1. Novo Pilar...28 2.3.2.2. Nova Parede ...30 2.3.2.3. Novo Arranque...31 2.3.2.4. Editar...31 2.3.2.5. Mover ...32 2.3.2.6. Apagar...32 2.3.2.7. Deslocar...32 2.3.2.8. Ajustar ...32 2.3.2.9. Copiar Pilar ...32 2.3.2.10. Procurar Pilar/Parede ...32 2.3.2.11. Alterar Referência ...32 2.3.2.12. Modificar Ângulo...32
2.3.2.13. Modificar Início e Fim...33
2.3.2.14. Vinculação Exterior, Coeficientes de Encastramento e de Encurvadura ...33
2.3.2.15. Cargas Horizontais ...33
2.3.2.16. Cargas na Cabeça de Pilar...33
2.3.2.17. Dimensionar...33
2.3.3. Contornos...34
2.3.4.1. Introduzir linha horizontal/vertical ... 35 2.3.4.2. Alterar Linha ... 36 2.3.4.3. Mover Linha ... 36 2.3.4.4. Apagar Linha ... 36 2.4. Menu Vistas/Cotas... 36 2.4.1. Modificar Cotas ... 36 2.4.2. Cotas Visíveis ... 36
3. Tarefa Entrada de Vigas ...37
3.1. Menus Ficheiro, Geral, Zoom e Ajuda ... 37
3.2. Menu Obra... 37
3.2.1. Dados gerais ... 37
3.2.2. Opções gerais... 38
3.2.2.1. Opções gerais de desenho... 38
3.2.2.2. Coeficientes de redistribuição de momentos negativos... 38
3.2.2.3. Coeficientes redutores de rigidez à torção... 38
3.2.3. Opções de vigas ... 38
3.2.3.1. Momentos Mínimos a cobrir com armadura em vigas... 38
3.2.3.2. Armaduras longitudinais de vigas... 38
3.2.3.3. Envolventes de esforço transverso... 39
3.2.3.4. Armadura de esforço transverso, pele e torção... 39
3.2.3.5. Selecção de estribos... 40
3.2.3.6. Consideração de armadura de torção em vigas ... 40
3.2.3.7. Coeficientes de fluência - flecha activa ...40
3.2.3.8. Coeficientes de fluência de flecha total a prazo infinito...40
3.2.3.9. Opções para vigas metálicas ...40
3.2.3.10. Limites de flecha em vigas ...40
3.2.3.11. Verificação à fendilhação...41
3.2.4. Opções de lajes...41
3.2.4.1. Quantidades mínimas de armadura negativa de lajes alveoladas...41
3.2.4.2. Armadura em lajes habituais ...41
3.2.4.3. Quantidades mínimas de armadura negativa de lajes alveoladas...41
3.2.4.4. Armaduras usuais em lajes alveoladas ...41
3.2.4.5. Momentos mínimos a cobrir com armadura em lajes ...41
3.2.4.6. Coeficiente redutor de rigidez à flexão em lajes de vigotas...41
3.2.4.7. Coeficientes de fluência – flecha activa da laje de vigotas ...41
3.2.4.8. Coeficientes de fluência de flecha total a prazo infinito da laje de vigotas ...41
3.2.4.9. Coeficientes de fluência – flecha activa da laje alveolada...42
3.2.4.10. Coeficientes de fluência de flecha total a prazo infinito da laje alveolada ...42
3.2.4.11. Limites de flecha em vigotas ...42
3.2.4.12. Limites de flecha em lajes alveoladas ...42
3.2.4.13. Dimensionamento de vigotas JOIST... 42 3.3. Menu Grupos... 42 3.3.1. Desníveis/Lajes inclinadas... 42 3.3.1.1. Horizontal ... 42 3.3.1.2. Inclinado... 43 3.3.2. Corte do edifício... 44 3.3.2.1. Acrescentar corte ... 45 3.3.2.2. Apagar corte... 45 3.3.2.3. Editar corte... 45
3.3.3. Copiar de outro grupo ... 45
3.3.4. Recarregar grupo... 45
3.3.5. Consultar cotas das plantas ... 45
3.3.6. Referências ... 45
3.3.7. Secções ... 46
3.3.9. Vista 3D Grupo... 47
3.3.10. Vista 3D Edifício ... 47
3.3.11. Informação de Superfície de Grupo... 47
3.3.12. Contornos ... 48 3.4. Menu Cargas ... 48 3.4.1. Cargas... 48 3.4.2. Cargas em Grupos ... 49 3.4.3. Visíveis (cargas)... 49 3.5. Menu Vigas/Muros ... 49 3.5.1. Introduzir viga ... 49 3.5.1.1. Selecção... 49 3.5.1.2. Introdução ... 51 3.5.2. Introduzir muro ...52 3.5.2.1. Impulsos de muros...53 3.5.2.2. Sapatas de muros ...55 3.5.3. Ajustar...56 3.5.4. Eliminar...56 3.5.5. Prolongar vigas ...57 3.5.6. Atribuir vigas...57 3.5.7. Editar...57 3.5.8. Deslocar...57 3.5.9. Informação...58 3.5.10. Articular/Desconectar...58 3.5.11. Consolas curtas...58
3.5.11.1. Introduzir/editar consolas curtas...59
3.5.11.2. Apagar consolas curtas...60
3.5.11.3. Informação de consolas curtas ...60
3.5.12. Momentos mínimos...60 3.5.13. Dividir viga ...60 3.5.14. Encastramento ...61 3.5.15. Transições ...61 3.5.16. Pórticos...61 3.5.16.1. Gerar pórticos...61 3.5.16.2. Ver pórticos...61
3.5.16.3. Unir dois pórticos...61
3.5.16.4. Dividir um pórtico...62
3.5.16.5. Modificar nº de pórtico ...62
3.5.16.6. Igualar pórticos...62
3.5.18. Fazer viga comum ... 64 3.6. Menu Lajes... 64 3.6.1. Gestão Lajes ... 64 3.6.1.1. Abertura ... 65 3.6.1.2. Laje de Vigotas... 65 3.6.1.3. Entrada na viga ... 69
3.6.1.4. Introduzir/Eliminar vigota dupla ... 69
3.6.1.5. Laje Maciça... 69
3.6.1.6. Laje Fungiforme Aligeirada ... 69
3.6.1.7. Lajes Alveoladas... 70
3.6.1.8. Laje de Fundação... 71
3.6.1.9. Introduzir Laje... 72
3.6.1.10. Modificar Ponto de Passagem... 72
3.6.1.11. Modificar Disposição... 72 3.6.1.12. Dados de Laje ... 72 3.6.1.13. Copiar laje ... 74 3.6.1.14. Pormenorizar caixotões ... 75 3.6.1.15. Momentos mínimos... 75 3.6.1.16. Ambiente ... 75 3.6.1.17. Coeficiente de encastramento ... 75 3.6.1.18. Processo construtivo... 75
3.6.1.19. Introduzir vigota dupla ... 75
3.6.1.20. Eliminar vigota dupla... 75
3.6.1.21. Rotular lajes... 75
3.6.2. Maciços de pilares ... 76
3.6.2.1. Configuração de geração de maciços de pilares ... 76
3.6.2.2. Gerar zonas maciças ...76
3.6.2.3. Introduzir zonas maciças...76
3.6.2.4. Mover cantos...76
3.6.2.5. Eliminar um maciço ...76
3.6.2.6. Eliminar maciços de uma laje...77
3.6.2.7. Eliminar todos os maciços ...77
3.6.3. Armadura base ...77 3.6.4. Igualar armaduras ...77 3.6.5. Armaduras pré-determinadas ...79 3.6.5.1. Introduzir armaduras pré-determinadas ...79 3.6.5.2. Eliminar armaduras pré-determinadas ...79
3.6.5.3. Voltar a gerar varões...79
3.7. Menu Fundação ...79
3.7.1. Características principais dos elementos de fundação...80
3.7.2. Condições e actuações prévias ao dimensionamento da fundação com sapatas isoladas...80 3.7.3. Placas de amarração...80 3.7.3.1. Editar ...81 3.7.3.2. Gerar ...81 3.7.3.3. Apagar...81 3.7.4. Elementos de fundação ...81 3.7.4.1. Nova sapata ...81
3.7.4.2. Novo maciço de encabeçamento de estacas...82
3.7.4.4. Apagar... 83 3.7.4.5. Rodar... 84 3.7.4.6. Mover... 84 3.7.4.7. Unir ... 84 3.7.4.8. Igualar... 84 3.7.4.9. Informação ... 85
3.7.5. Vigas de equilíbrio e lintéis... 85
3.7.5.1. Introduzir viga... 85
3.7.5.2. Editar viga com cálculo... 86
3.7.5.3. Apagar viga ... 86
3.7.5.4. Equilibrar extremos ... 86
3.7.6. Gerar sapatas e vigas... 86
3.7.7. Dimensionar... 87
3.7.8. Erros de verificação ... 87
3.7.9. Eliminar sobreposições ... 88
3.8. Menu Calcular ... 88
3.8.1. Calcular obra (inclusivo fundação) ... 88
3.8.2. Calcular obra (sem dimensionar fundação)... 88
3.8.3. Rearmar pórticos com alterações ... 88
3.8.4. Rearmar todos os pórticos ... 88
3.8.5. Rearmar pilares... 88
3.8.6. Verificar geometria do grupo actual... 89
3.8.7. Verificar geometria do grupo actual e superiores ... 89
3.8.8. Verificar geometria de todos os grupos... 89
3.8.9. Permitir introduzir armaduras em lajes maciças e fungiformes aligeiradas sem calcular ...89
4. Tarefa Resultados ... 90
4.1. Menus Arquivo, Geral, Zoom e Obra...90
4.2. Menu Obra ...90
4.3. Menu Grupos ...91
4.4. Menu Cargas...91
4.4.1. Cargas nos grupos...91
4.4.2. Visíveis ...91
4.5. Menu Envolventes...91
4.5.1. Envolventes de vigas...91
4.5.2. Envolventes de vigotas ...92
4.5.3. Envolventes de lajes alveoladas ...92
4.5.4. Desenhar malha ...92
4.5.5. Desenhar quantidades ...92
4.5.6. Deslocamentos em nós ...92
4.5.7. Esforços em nós...93
4.5.8. Deslocamentos máximos...93
4.5.9. Levantamentos e tensões excessivas em lajes de fundação ...93
4.5.10. Esforços pilares e paredes...94
4.5.10.1. Pilares ...94
4.5.10.2. Paredes...95
4.5.11. Deslocamentos de pilares...96
4.5.12. Máxima distorção de pilares ...96
4.5.14. Esforços em muros... 98
4.6. Menu Vigas ... 98
4.6.1. Erros de Vigas... 98
4.6.1.1. Relação de erros de Vigas ... 99
4.6.1.2. Erros relativos a estribos... 101
4.6.1.3. Erros relativos a vigas de fundação.... 102
4.6.1.4. Erros relativos a armaduras em geral... 103
4.6.1.5. Erros relativos a armaduras de negativos ... 104
4.6.1.6. Erros relativos a armaduras de positivos... 105 4.6.1.7. Outros erros... 106 4.6.2. Cores de erros ... 107 4.6.3. Informação ... 107 4.7. Menu Armaduras ... 107 4.7.1. Pilares... 107
4.7.1.1. No caso de pilar de betão... 108
4.7.1.2. Caso: pilar metálico... 109
4.7.1.3. Quadro de pilares... 109
4.7.2. Vigas/muros ... 110
4.7.2.1. Edição de armadura de vigas de betão... 110
4.7.2.2. Edição de vigas metálicas ... 114
4.7.2.3. Armadura de muros de betão... 114
4.7.3. Consolas curtas ... 115
4.7.3.1. Comprovar consolas curtas... 115
4.7.3.2. Editar consolas curtas... 115
4.7.3.3. Rearmar consolas curtas...116
4.8. Menu Lajes de Vigotas...116
4.8.1. Ver vigotas ...116 4.8.2. Igualar vigotas ...117 4.8.3. Modificar posição ...117 4.8.4. Erros de vigotas...117 4.8.5. Informação de vigotas...119 4.8.6. Atribuir vigotas...119 4.8.7. Ver armaduras ...121 4.8.8. Igualar ...121 4.8.9. Modificar armaduras...121 4.8.10. Ocultar armadura...122 4.8.11. Introduzir armaduras ...122 4.8.12. Armadura actual ...122 4.8.13. Apagar armaduras...123
4.8.14. Altera uma secção...123
4.8.15. Altera secções ...123
4.8.16. Rotular armaduras ...123
4.8.17. Dados de laje...123
4.9. Menu Lajes Maciças/Fungiformes Aligeiradas...123
4.9.1. Ver armaduras ...123
4.9.2. . Modificar armaduras...125
4.9.2.1. Modificar diâmetro e separação...125
4.9.2.2. Mover armadura e texto...126
4.9.2.3. Modificar agrupamento...126
4.9.2.5. Desfazer conjunto ... 126
4.9.2.6. Modificar extremos... 126
4.9.2.7. Colocar armadura ... 126
4.9.2.8. Apagar armadura ... 126
4.9.2.9. Modificar patilhas ... 126
4.9.2.10. Introduzir linhas de flexão... 127
4.9.2.11. Apagar linhas de flexão ... 127
4.9.2.12. Armadura de punçoamento... 127
4.9.3. Armadura base, igualar armaduras, armaduras pré-determinadas, dados de laje e rotular lajes... 127
4.9.4. Guardar cópia da armadura de todos os grupos ... 128
4.9.5. Recuperar cópia da armadura de todos os grupos ... 128
4.9.6. Copiar armadura de outro grupo ... 128
4.10. Menu Lajes alveoladas... 128
4.10.1. Ver lajes... 128 4.10.2. Erros de lajes ... 129 4.10.3. Informação de lajes ... 129 4.10.4. Modificar lajes... 129 4.10.5. Modificar armaduras... 129 4.10.6. Modificar diâmetros ... 130 4.10.7. Introduzir armaduras ... 130 4.10.8. Apagar armaduras ... 130 4.10.9. Mover armaduras... 130 4.10.10. Dados de laje ... 130 4.11. Menu Fundação ... 130 5. Tarefa Isovalores... 131 5.1. Hipóteses e plantas ...132 5.1.1. Deslocamentos...132 5.1.2. Esforços...132 5.1.3. Quantidades ...132
5.2. Menus Arquivo, Geral, Zoom e Ajuda ...132
5.3. Menu Cargas...132
5.3.1. Cargas nos grupos...132
5.3.2. Visíveis ...133
5.4. Menu Janela...133
6. Listagens e Desenhos... 134
6.1. Listagens da obra ...134
6.2. Desenhos da obra ...138
7. Aplicação de lajes inclinadas ... 140
7.1. Conceitos prévios ...140
7.2. Casos ...140
7.3. Processo de criação e introdução de uma laje inclinada ...142
7.4. Outros aspectos a ter em conta ...143
7.5. Exemplos ...143 8. Perguntas e Respostas ... 151 8.1. Advertências...151 8.2. Ambientes ...151 8.3. Cargas...151 8.4. Fundação ...153 8.5. Conselhos ...154
8.6. Desníveis... 154
8.7. DXF ... 156
8.8. Escadas ... 156
8.9. Generalidades ... 157
8.10. Mensagens ... 157
8.11. Muros do tipo vinculação exterior... 158
8.12. Muros de alvenaria ... 159
8.13. Muros de cave ou betão... 159
8.15. Opções de cálculo... 160 8.16. Lajes... 161 8.17. Pilares ... 161 8.18. Lajes alveoladas ... 164 8.19. Desenhos... 165 8.20. Pórticos ... 167
8.21. Lajes fungiformes aligeiradas e Lajes maciças (de laje ou de fundação)... 168
8.22. Sismo ... 172
8.23. Som... 173
8.24. Tabelas de armadura ... 174
8.25. Lajes de vigotas pré-fabricadas ... 175
8.26. Vento... 176
8.27. Vigas de betão... 176
8.28. Vigas metálicas... 178
CYPECAD Exemplo prático...181
1. Introdução ...183
2. Organização de Dados...184
2.1. Planta de Implantação de Pilares ...184
2.2. Planta de secção do alçado do edifício...184
2.3. Tabela de pisos...184 2.4. Plantas de pisos ...185 2.5. Máscara DXF ...185 3. Introdução de Dados... 186 3.1. Criação da obra...186 3.2. Dados gerais ...186 3.2.1. Norma e materiais ...186 3.2.2. Vento e sismo ...187
3.2.3. Conjunto de cargas especiais...187
3.2.4. Combinações...188
3.2.5. Coeficientes de encurvadura ...188
3.3. Definição de plantas/grupos de plantas...188
3.4. Importação de máscaras DXF ...190
3.5. Introdução de pilares ...191
3.6. Introdução do grupo 1. Primeira planta...196
3.6.1. Vigas ...196
3.6.2. Lajes...201
3.6.3. Cargas...203
3.7. Introdução do grupo 2. Segunda e terceira planta...205
3.7.1. Vigas ...205
3.7.2. Lajes...208
3.7.3. Cargas...208
3.8. Introdução do grupo 3. Cobertura...208
3.10. Introdução grupo 0. Fundação ... 209
3.10.1. Sapatas ... 209
3.10.2. Vigas Equilíbrio e lintéis... 211
4. Cálculo ... 213
5. Revisão de resultados... 214
5.1. Pilares ... 214
5.1.1. Deslocamentos (só com acções horizontais) ... 214 5.1.2. Revisão de esforços ... 214 5.1.3. Revisão de secções... 215 5.2. Vigas ... 215 5.2.1. Revisão de esforços ... 215 5.2.2. Revisão de secções... 217 5.3. Lajes de vigotas... 218 5.3.1. Revisão de esforços ... 218 5.3.2. Revisão de secções ...218 5.4. Fundação ...219 5.4.1. Dimensionamento ...219 5.4.2. Revisão de erros...220 5.4.3. Sobreposições de sapatas ...220 5.4.4. Consulta de resultados ...221 6. Modificações de armaduras ... 222 6.1. Pilares...222 6.2. Vigas...223 6.3 Lajes de vigotas ...225 6.4. Fundação ...227
7. Retoque de textos prévio à obtenção de desenhos... 230
Apresentação
CYPECAD é o software para o projecto de edifícios de betão armado e metálicos que permite a análise espacial, dimensionamento de todos os elementos estruturais, edição das armaduras e secções e obtenção dos desenhos de construção da estrutura.
Realiza o cálculo de estruturas tridimensionais formadas por pilares e lajes, incluindo a fundação, e o dimensionamento automático dos elementos de betão armado e metálicos.
Com CYPECAD o utilizador tem na sua mão uma ferramenta precisa e eficaz para resolver todos os aspectos relativos ao cálculo da sua estrutura de betão de qualquer tipo. Está adaptado às últimas normas espanholas e de numerosos países.
Apresenta-se em duas versões:
1. Completa. Dispõe de todas as possibilidades do programa. Sem limitação alguma no número de pilares, pisos, metros quadrados de lajes, etc.
2. Limitada. Podem-se calcular estruturas com um máximo de trinta pilares, quatro grupos ou tipos de piso diferentes, cinco pisos no total e cem metros lineares de muros.
CYPECAD
1. Conceitos prévios
1.1. Esquema de introdução e
resolução de estruturas
A organização prévia de dados é muito importante para uma rápida e eficaz introdução da estrutura. No exemplo prático do manual descreve-se uma forma de organização de dados.
Pode organizar os dados como se indica neste manual ou seguir o seu próprio método. O importante é ter toda a informação descrita no manual, de uma forma ordenada e eficaz para si.
• Dados gerais. Cria-se uma obra nova atribuindo-lhe um nome; indica-se a norma a utilizar, os
materiais que se vão utilizar e o tipo de controle de execução.
• Definição de pisos. Aqui descrevem-se os pisos que a estrutura tem, a sua organização em grupos, as alturas totais entre estes e as sobrecargas e revestimentos e paredes que suportam. • Introdução de pilares, paredes e arranques.
Descreve-se a geometria dos pilares, paredes e arranques, e a sua posição na estrutura.
• Introdução de vigas e muros. Introduzem-se os muros e vigas que vão suportar as lajes.
• Introdução de lajes e fundação. Introduzem-se as lajes a utilizar na estrutura e o tipo de fundação da obra.
• Colocação de cargas especiais. Trata-se de colocar cargas não consideradas até ao momento, como as de paredes exteriores. Recorde que já se consideraram sobrecargas e revestimento e paredes divisórias na definição de pisos e que não terá de as introduzir de novo neste capítulo. Os pesos próprios dos elementos resistentes introduzidos, como os pilares, paredes, muros, vigas e lajes, também não terá de os introduzir aqui, pois o programa já os terá em conta. • Cálculo da estrutura. Nos capítulos anteriores
introduziram-se todos os dados da estrutura. A partir daqui procede-se ao cálculo da estrutura. • Identificação e correcção de erros. Depois do
cálculo procede-se à análise das mensagens e erros que o programa fornece, relacionados com os elementos resistentes da estrutura. Terá de corrigir todos aqueles que implicarem modificações de dimensões.
• Recálculo da estrutura. O passo seguinte consiste em calcular de novo a estrutura depois de corrigir as dimensões que tiver considerado necessárias no capítulo anterior.
• Correcção de erros. Chegado este momento, terá de corrigir erros dos elementos resistentes, que não impliquem alterações de armaduras.
• Preparação de resultados. Este passo é o passo prévio à saída de desenhos. Aqui é onde se podem igualar armaduras de lajes, agrupar pilares ou qualquer modificação manual de armaduras que o utilizador considerar oportuna. Também se poderão corrigir posições de textos que possam sair sobrepostos nos desenhos.
• Saída de desenhos e listagens. Este é o passo final e com ele consegue-se a saída em papel ou para ficheiro de desenho ou de texto, da
informação gerada pelo programa, referentes à estrutura introduzida, calculada e revista.
1.2. Janela principal do programa
A descrição da janela principal do programa, módulos editores e selecção de elementos na janela de trabalho encontra-se pormenorizada no capítulo Generalidades nos programas de introdução gráfica de dados do Manual de Generalidades.
2. Tarefa Entrada de Pilares
Fig. 2.1
2.1. Menu Ficheiro, Geral, Zoom e
Ajuda
As opções destes menus estão pormenorizadas no capítulo Opções comuns do Manual de
Generalidades. No entanto, algumas opções são
particulares deste programa e por isso pormenorizam-se a pormenorizam-seguir:
2.1.1. Importar
2.1.1.1. Obras antigasAs obras gravadas com versões anteriores à 96, devem ler-se com versões anteriores à 2002. Para as restantes, não é necessário nenhum processo especial.
2.1.1.2. Obra antiga fundação
Permite importar ficheiros com extensão CIM (ficheiros de fundação de versões anteriores). Destes ficheiros são importadas as distintas acções simples de carga, os esforços nos arranques para cada acção simples (os quais vão para Cargas na cabeça do pilar), as secções dos pilares no arranque, sapatas, vigas de fundação, lintéis, etc.
Não se importa o critério de armadura por sismo de vigas de fundação, tensões diferentes em sapatas e betão diferente em pilares.
Ao importar um ficheiro de fundação, cria-se uma obra nova neste programa com o mesmo nome que a original (a qual não se apaga até que se apague a obra já criada neste programa). Depois de importar deve calcular a obra.
2.1.1.3. Importação ficheiro ASCII
É possível importar ficheiros de texto em colunas ou delimitados por vírgulas, de forma que se pode gerar a fundação a partir desses ficheiros exportados por uma folha de cálculo ou por outros programas.
Actualmente são importáveis ficheiros .ASC cujo formato é definido na realidade por três ficheiros: barras.asc, nós.asc e reac.asc. Destes ficheiros são importadas as distintas acções simples de carga, os esforços nos arranques para cada acção simples e as secções dos pilares no arranque.
Ao utilizar estas opções abrir-se-á uma onde será pedido o nome da obra que quer criar. A seguir deverá seleccionar numa nova janela a directoria onde se encontram os ficheiros a importar. Depois da importação deverá calcular a obra.
2.2. Menu Obra
2.2.1. Dados gerais
Fig. 2.2
Permite indicar para a obra actual o nome, descrição, norma de cálculo, materiais a utilizar, acções
horizontais, nível de redução das acções, coeficientes de encurvadura em pilares e modificação de tabelas de armadura e opções.
Se criar um novo ficheiro, este diálogo aparecerá apenas com alguns dados por defeito. Todos os quadros com uma seta no lado direito podem ser abertos. Faça clique sobre eles e aparecerá uma lista na qual poderá seleccionar os dados. Descrevem-se a seguir os pontos que aparecem na janela Dados Obra. • Chave. Aqui especifica-se o nome do ficheiro de
obra (com um máximo de oito caracteres alfanuméricos).
• Descrição. Aqui indica-se a descrição completa da obra. Pode introduzir o tipo de texto que desejar. • Norma. Poderá escolher a norma com a qual se
calculará a obra.
• Betão Vigas/Lajes. Permite a escolha do tipo de betão para as vigas e lajes.
• Betão de fundação. Permite a escolha do tipo de betão para a fundação, seja qual for o tipo (laje, sapatas isoladas, etc.). À direita deste campo encontra-se o botão Dados de Obra de fundação, onde aparecem os campos referentes à tensão admissível do terreno e se quer ou não considerar as combinações com vento e sismo.
• Betão Pilares. Permite a escolha do tipo de betão para os pilares. Pode ser diferente por piso. • Betão Muros. Permite a escolha do tipo de betão
para os muros. Pode ser diferente por piso. À direita do campo Betão Muros encontra-se o botão Dados de Muros de Alvenaria no qual se definirá o Módulo de elasticidade, Módulo de elasticidade transversal, Peso específico, Tensão de cálculo em compressão, Tensão de cálculo em tracção e a consideração Rigidez ao esforço transverso, que impede na prática que os muros de alvenaria resistam à tracção (produzida por acções horizontais e por ligação com lajes superiores no caso de muros apoiados na laje). Depois de cálculo, o programa avisará no caso de se ter superado a tensão admissível do muro de alvenaria em compressão ou em tracção. • Aço em Varões. Para a escolha do tipo de aço, e
para toda a estrutura ou diferenciado para cada tipo de elemento construtivo, prima Opções. • Aços Enformados. Permite a escolha do tipo de
aço no caso de se introduzirem pilares metálicos enformados.
• Aços Laminados. Permite a escolha do tipo de aço no caso de se introduzirem vigas ou pilares metálicos. À direita deste campo encontra-se o botão Opções de placas de amarração, que acede às opções correspondentes.
• Por Planta. Permite definir diferente betão em pilares e muros por piso. Mas só aparece quando se tiver definido previamente os grupos de pisos da estrutura. Prima esta opção e abrir-se-á um diálogo onde pode observar um esquema do alçado com os pisos introduzidos e modificar o betão para cada piso.
• Opções. É possível definir o mesmo aço para todos os elementos da estrutura ou definir diferentes aços. Esta opção também serve para modificar tabelas de armadura e opções de cálculo. Nas distintas pastas faça clique sobre o material que deseja alterar e seleccione o novo material. Os ícones que pode ver à direita de cada pasta representam as tabelas de armadura e as opções de cálculo correspondentes a cada um deles. Estes ícones explicam-se no capítulo
Tabelas de armadura e opções de cálculo deste
manual.
• Vento. Premindo este botão da janela Dados Gerais selecciona-se a norma de vento. Uma vez seleccionada, abrir-se-á um ecrã que pede os dados do vento da norma correspondente. Uma vez introduzidos os dados de vento, se estiverem definidos os pisos, aparece o botão Consultar cargas que mostra a carga horizontal (em KN) que o programa aplica no centro geométrico de cada piso.
• Sismo. Marcando este botão selecciona-se a norma de sismo. Uma vez seleccionada, aparecerá um ecrã onde se pedem os dados do sismo da norma correspondente.
• Critério de armadura por ductilidade. Só aparece se anteriormente tiver activado o cálculo com sismo. Este critério depende da norma de betão seleccionada. Esta opção dispõe do botão de ajuda Info, que contém explicações para
seleccionar o critério de armadura, dependendo do tipo de estrutura.
• Conjuntos de cargas especiais. Permite criar ou modificar conjuntos de cargas especiais, aos quais se indica a hipótese simples de carga à qual se devem associar.
• Betão, Perfis Enformados, Perfis Laminados, Deslocamentos, Tensão do Terreno, Equilíbrio Fundações e Betão Vigas de equilíbrio. Aqui seleccionam-se os níveis de redução das acções para cada um dos elementos enumerados no título deste ponto. Se deseja uma informação mais ampla a este respeito, consulte CYPECAD - Memória de Cálculo.
• Coeficientes de encurvadura. Estes podem ser iguais ou diferentes em cada piso. Os botões Por Planta ver-se-ão quando estiverem introduzidos os dados de Plantas/Grupos. Para mais informação a este respeito, consulte CYPECAD - Memória de Cálculo.
2.2.2. Tabelas de armadura e opções de
cálculo
Fig. 2.3
Quando prime Opções entra num ecrã onde pode escolher distintos tipos de aço para os elementos referenciados.
Podem-se editar, modificar ou acrescentar tabelas de armadura e as opções de cálculo, que dispõem de informação ou ajuda on line no programa. Os ícones que pode ver à direita dos tipos de aço representam as tabelas de armadura ( ) e as opções de cálculo ( ), correspondentes a cada uma das posições dos aços. Se deixar o cursor uns instantes sobre qualquer um deles, aparece uma legenda indicando a que corresponde.
O botão Restaurar tabelas por defeito, na parte inferior da janela Tipos de aço em varões permite restaurar as tabelas de armadura originais ou
predefinidas, no caso de as ter modificado. Depois de restaurar as tabelas por defeito, no caso de estas serem diferentes das modificadas pelo utilizador, o programa detecta e perguntará pelas tabelas a conservar, devendo-se seleccionar no diálogo que se abre a opção Substituir a tabela da obra pela tabela tipo, se quiser recuperar as tabelas originais.
Em qualquer caso, conservar-se-ão as tabelas que o utilizador tiver acrescentado às predefinidas.
2.2.2.1. Tabelas de Armadura
Fig. 2.4
As tabelas de armadura são ficheiros cuja gestão em bibliotecas tem um funcionamento comum em todos os programas de CYPE Ingenieros, pelo que este capítulo desenvolve-se no capítulo com o mesmo nome do
Manual de Generalidades. A edição de armaduras
dentro de uma tabela é parecida em todos os tipos de elementos, quer sejam pilares, vigas, etc. Pormenoriza-se a Pormenoriza-seguir o funcionamento da tabela de armadura de pilares e aspectos a ter em conta noutro tipo de tabelas.
Tabelas de armadura para pilares
Aqui é possível consultar e modificar tanto a armadura longitudinal como a transversal, e tanto em pilares rectangulares como em circulares.
Na zona inferior esquerda do diálogo pode ver um esquema da armadura actual, que é o que tem um campo da linha com o número em cor inversa. • Coluna Armadura: No campo Nº numeram-se as
sequências de armadura por secção de menor a maior. No campo Cantos + Face X + Face Y indica-se a armadura nos cantos, nas faces X e nas faces Y. Exemplo: uma armadura 4∅20 + 2∅16 + 2∅12 indica que existem quatro varões de 20 nos cantos, dois varões de 16 nas face X (um de cada lado) e dois varões de 12 na face Y (um de cada lado). As linhas de armadura simétrica identificam-se por ter o fundo de cor azul. O campo Secç. indica a secção de aço em cm2.
• Coluna Maior. No campo De indica-se a dimensão mínima do lado maior para a sequência de
armadura definida. No campo A indica-se a dimensão máxima do lado maior para a sequência de armadura definida. O campo Sep é a separação dos varões para a dimensão mínima e para a dimensão máxima. Quando não se cumprem as separações mínimas, ver-se-á este campo com fundo de cor vermelha.
• Coluna Menor. Os campos são os mesmos dos da coluna Maior.
• Novo. Cria uma nova armadura previamente especificada na coluna Armadura. Os varões de canto desenham-se em cor azul. Os de lado maior vêem-se em verde e o lado menor em magenta. Se tiverem o mesmo diâmetro desenham-se a azul. A armadura definida colocar-se-á na posição da tabela correspondente à sua área de aço. • Modificar. Permite modificar os dados de uma
armadura, seleccionada previamente na coluna Armadura.
• Apagar. Elimina a armadura seleccionada. • Seleccionado. Se activar esta casa poderá teclar
umas dimensões de pilar. Ao introduzi-las automaticamente aparecerão as sequências das armaduras definidas para essas dimensões com fundo verde.
• Pilares circulares. Tudo o que foi descrito até ao momento serve igualmente para os pilares de secção circular (com alguma simplificação). Para visualizar a tabela destes pilares, marque sobre o ícone que os representa.
• Disposição de estribos. Permite modificar a disposição de estribos. Na coluna Número de Varões aparece a relação de todas as armaduras longitudinais definidas. Ao seleccionar uma delas ver-se-ão à direita as diferentes disposições definidas (Fig. 2.5).
Fig. 2.5
- Novo Tipo. Permite abrir uma nova janela onde definir uma tipologia diferente de estribos. Ao mesmo tempo deverá indicar os intervalos (das dimensões maior e menor das faces do pilar) de utilização de cada tipologia de estribo.
- Guarda Modificações. Grava as últimas modificações realizadas.
- Apaga Tipo. Elimina a tipologia de estribos que seleccionar.
- Ícones de tipologia de estribos. Permitem introduzir estribos fechados rectangulares, rodados, ramos, e também apagar se estiverem introduzidos.
O primeiro ícone indica que é possível introduzir um estribo quadrado. Marque-o e prima sobre os varões para o introduzir. Faça clique sobre um deles e mova o cursor. Observará as diferentes possibilidades. Quando visualizar o que lhe interessa, prima
para o fixar.
O segundo ícone indica a possibilidade de introduzir um ramo em dois varões. O terceiro indica a possibilidade de introduzir um estribo rodado.
Por último, o quarto permite eliminar qualquer dos estribos introduzidos, marcando o ícone e a seguir um dos varões pelos quais passa o estribo.
Quando só houver uma solução possível de estribo ou ramo, ao premir sobre o ícone desenhar-se-á automaticamente sobre a secção do pilar. É possível que não possa ver todos os ícones descritos aqui. Isso depende do número de varões longitudinais e da sua disposição. Por exemplo, se não tiver disposto varões nas faces X e Y, não poderá introduzir o estribo rodado (o terceiro ícone). Se não houver varões nas faces sem estribos, não poderá introduzir ramos. Se por todos os varões passar um estribo ou um ramo, não terá nenhum ícone (apenas será possível apagar).
Tabelas de armadura de montagem Existem dois tipos:
• Contínua. É a tabela de armadura correspondente à armadura de montagem (superior). Chama-se ‘armadura de montagem’ aquela que vai contínua pela parte superior da viga de apoio a apoio.
• Porta-estribos. Este tipo de armadura de montagem utiliza-se quando se armam as vigas in
situ.
Tabelas de armadura para lajes maciças Na primeira coluna especificam-se diferentes
armaduras base. A primeira linha aparece vazia, o que indica que não está definida armadura base.
A segunda coluna especifica distintas sequências de armadura de reforço para quando não existir armadura base ou para cada armadura base definida.
2.2.2.2. Opções de Cálculo
As opções de cálculo têm informação on line no programa, mas existem algumas que é necessário pormenorizar aqui:
Opções para as armaduras de montagem • Montagem contínua no tramo. Se seleccionar
esta casa as vigas calcular-se-ão com montagem contínua em todo o tramo.
• Nos Extremos. Permite indicar se a armadura de montagem se amarrará em patilha ou não e a forma na qual esta armadura trabalha (o gráfico de cor magenta indica o diagrama de capacidades mecânicas absorvida pela armadura de
montagem).
• Nos Nós intermédios. Igual ao caso anterior, mas em vãos intermédios.
• Armadura porta-estribos. Se seleccionar esta casa as vigas calcular-se-ão com montagem porta-estribos. Quando se armam as vigas in situ, isto é, no seu lugar definitivo de colocação, é possível não colocar a armadura de montagem habitual.
É possível utilizar uma armadura porta-estribos que, se desejar considerar a armadura de montagem como não colaborante, permite uma poupança de quantidade de aço na zona de apoio das vigas, dado que a armadura de montagem nos apoios não cobre nenhuma capacidade mecânica. Pode ver que o comprimento de emendas com armaduras negativas e o comprimento mínimo para uma armadura porta-estribos são definíveis. Além disso, têm a sua própria tabela de armadura, como a montagem de tipo contínuo.
• Unir armadura de montagem superior em consolas. Se a armadura de montagem de uma consola for igual à do tramo adjacente, esta opção permite que se unam ambos os tramos.
Critério de numeração de vigas
A numeração atribuída surgirá nos desenhos de vigas. • Não numerar: As vigas não são numeradas. • Numeração por grupos: Atribui-se um prefixo e o
programa numera por grupos: Ex.: grupo 1(v101,v102 ...) grupo 2 (v201,v202 ...).
• Numeração consecutiva da obra: Também com um prefixo sem ter em conta o grupo de pisos ao qual pertence a viga.
• Numeração alfanumérica dos tramos: numera os tramos de cada pórtico. Exemplo: a, b, c, d, ..., ou então t1, t2, ..., ou qualquer outra forma
alfanumérica. Não tem em conta o grupo de pisos nem o número de pórtico, apenas o número de vão.
Ângulo de vigas para alinhamento.
Esta opção indica o ângulo entre vigas a partir do qual se considerarão dois pórticos diferentes.
Comprimentos mínimos de lajes fungiformes aligeiradas e maciças.
Definem-se os comprimentos mínimos dos varões destes tipos de laje entre pontos de máximo momento negativo. Além disso, estes comprimentos aplicam-se apenas se se colocarem linhas de flexão ou se activar a opção Pormenorizar Armadura Base em Desenhos. Critério de ordenação de lajes
Esta opção serve para configurar a numeração que o programa aplica às lajes. Funciona de forma similar à opção Critério de ordenação de pórticos.
Critério de numeração de lajes.
Com esta opção configura-se o nome da laje. Podem-se escolher duas opções:
• Numerar lajes em cada grupo. Pergunta-se o prefixo.
• Incluir o número do grupo na numeração. Numera as lajes maciças de toda a obra indicando o prefixo, o número de grupo, separação e o número de laje. Pede-se o prefixo e separação (caracter separador). Por exemplo, ‘L01-001’, onde L é o prefixo; 01 o número de grupo; o caracter : é a separação e 001é o número de laje.
2.2.3. Importar/Exportar
Permite criar os chamados Ficheiros de Intercâmbio. Os ficheiros de intercâmbio são simplesmente ficheiros de texto onde se indicam as principais características da obra, de forma que seja possível passar de uma aplicação para outra de forma simples, assim como capturá-los com outro tipo de programas.
O ficheiro gera-se em formato ASCII, que pode ser lido pela maioria dos editores de texto. Da mesma forma, é possível modificar este ficheiro de intercâmbio para ser lido e interpretado por CYPECAD posteriormente. Existe um botão denominado Ajuda, que lhe dará informação do formato utilizado nestes ficheiros.
2.3. Menu Introdução
2.3.1. Plantas e Grupos
2.3.1.1. Novas PlantasFig. 2.6
Permite introduzir pisos. Deverá indicar o número de plantas, e sobre cada uma delas o nome, sobrecarga e revestimentos e paredes divisórias superficiais. Deve ter em conta os seguintes aspectos:
• Os revestimentos e paredes divisórias superficiais incluem pavimentos, tectos falsos e paredes, nunca o peso próprio de lajes nem de pilares nem de vigas, uma vez que o programa os calcula automaticamente.
• Deve tratar-se a neve também como uma sobrecarga.
• Para introduzir valores diferentes de sobrecargas no mesmo piso, introduza aqui o valor mínimo da carga, e nas zonas concretas acrescente a diferença com cargas superficiais locais.
• A redução de sobrecargas em altura não é possível automaticamente. Em todo o caso, em duplicados da obra pode jogar com as sobrecargas nas lajes para obter as armaduras de pilares em cada piso. • Se desejar introduzir alternância de sobrecargas
consulte previamente o capítulo Perguntas e Respostas.
• A altura do piso define-se entre faces superiores de lajes.
• Se já houver pisos introduzidos, abre-se previamente uma janela na qual se mostra o esquema de pisos e uma linha descontínua vermelha com uma seta indicando onde se vão introduzir os novos pisos. Se deslocar o cursor pelo esquema de pisos e marcar com poderá mudar o nível de introdução. Na janela seguinte perguntar-se-á como são as plantas que vai introduzir: Independentes (cada piso um grupo). Agrupadas entre si (os pisos introduzidos formarão um grupo). e Agrupadas Abaixo.
2.3.1.2. Apagar Plantas
Permite eliminar as plantas introduzidas. Se marcar na opção Apagar Plantas mostra-se uma janela na qual pode ver um esquema das plantas definidas
anteriormente, à esquerda, e um menu à direita, no qual se mostram os nomes das plantas. Para apagar uma ou várias plantas, active as casas à esquerda do nome e prima Aceitar.
2.3.1.3. Editar Plantas
Fig. 2.7
Com esta opção poderá consultar e modificar as alturas entre plantas. No esquema de plantas indicar-se-á com uma chaveta as plantas que estiverem agrupadas.
A cota do plano de fundação introduz-se com sinal negativo se existir uma parte enterrada.
2.3.1.4. Editar Grupos
Pode consultar e modificar os valores da sobrecarga e dos revestimentos mais paredes divisórias de cada grupo.
2.3.1.5. Unir Grupos
Com Unir Grupos será possível unir grupos de pisos contíguos. A vantagem de agrupar plantas é que se pode introduzir só uma e, portanto a saída de resultados é só uma, a envolvente desfavorável de todas elas.
Como contrapartida, isto encarece a obra,
especialmente no caso de existirem acções horizontais em edifícios altos. Nestes casos, não convém incluir mais de 3 ou 4 pisos num grupo (o limite admitido pelo programa é de 5 pisos por grupo).
2.3.1.6. Dividir Grupo
Esta opção aparece quando existe um grupo com dois ou mais pisos, com a qual será possível dividi-lo em vários grupos.
2.3.2. Pilares, paredes e arranques
2.3.2.1. Novo PilarFig. 2.8
Permite introduzir novos pilares no ecrã. Premindo Novo Pilar abrir-se-á uma janela, na qual deve indicar as características do pilar a introduzir.
• Grupo inicial e final. Indica-se o grupo inicial e o grupo final do pilar através de dois menus
desdobráveis. Premindo sobre estes, aparecem as possíveis escolhas. Prima sobre a desejada e a mesma ficará seleccionada. No caso de não ser possível arrancar ou terminar um pilar num determinado piso, é porque existem plantas agrupadas nesse arranque ou cabeça. Se o desejar fazer tem de desagrupar a planta desse grupo e deixá-la só num grupo. No caso de pilares apoiados, deve-se incluir um pormenor construtivo nos desenhos. Se o pilar apoiado ficar perto do pilar adjacente, deve-se comprovar se a viga se comporta como consola curta. Se for assim, deve calcular a armadura horizontal suplementar. E se a viga, pelas suas dimensões, fica viga parede. Devem-se considerar como pouco encastradas, com um coeficiente de encastramento entre 0.1 e 0.2.
• Esquema de pisos da estrutura. Composto por um pórtico de três pilares e tantos pisos quantos se tiverem indicado. O pilar central deste pórtico corresponde ao que se vai introduzir. Se houver pisos agrupados, os mesmos distinguir-se-ão por uma chaveta que os abarca. O esquema é interactivo com os dois menus desdobráveis para seleccionar o grupo inicial e o final. Também pode marcar no esquema para modificar o grupo inicial ou final do pilar. Por exemplo, para modificar o grupo final, em primeiro lugar tem de marcar o extremo final do pilar. Automaticamente este mudará para cor verde. Movendo o cursor, verá que o grupo final vai mudando conforme a posição do cursor. Faça clique de novo onde deseja que termine o pilar.
• Referência. Nome que o pilar tem nos desenhos e listagens do programa. Não pode haver duas referências iguais numa mesma obra. A referência pode ter até 5 caracteres alfanuméricos.
• Ângulo. O ângulo é definido pela face X do pilar em relação ao eixo x (horizontal), sendo o sentido positivo o anti-horário. Indica-se em graus sexagesimais. O seu valor varia entre -90° e +90°. • Sem vinculação exterior ou com vinculação
exterior. A ligação indica que o pilar está inter-actuando com outro elemento da estrutura, e portanto, transmitem-se acções entre si. Quando um pilar nasce sobre outro elemento da estrutura (viga, laje, muro ou laje de fundação) deve-se indicar Sem Vinculação exterior. No caso contrário assinalar-se-á Com Vinculação exterior. • Desnível e altura de apoio. Estas duas opções só
aparecem quando se tiver seleccionado vinculação exterior aos pilares. Em tal caso, é possível indicar um Desnível de apoio (positivo ou negativo) em relação à cota geral. Mas deve ter em conta que o desnível não tem efeito no cálculo da estrutura e só se terá em conta face ao cálculo e medição da armadura longitudinal do pilar, pelo que não é aconselhável utilizar no caso de haver acções horizontais, nem quando existam desníveis importantes, onde a rigidez real do pilar seja muito diferente da calculada. Ao mesmo tempo, pode-se indicar a Altura de apoio (altura estimada da sapata), que permite calcular e desenhar os arranques no tipo de desenho Pormenorização de pilares.
• Quadros de dimensões por piso. Aqui indicam-se as dimensões e tipo de pilar a introduzir. O
programa, por defeito, coloca um pilar de betão de 0.3x0.3m. Se desejar mudar esta dimensão terá simplesmente de premir no quadro com e escrever a dimensão desejada. Esta dimensão pode variar entre 0.15 m e 10 m. Se desejar mudar de um tipo de pilar para outro, faça clique no quadrado que está à esquerda das dimensões. Abrir-se-á uma janela na qual se pode escolher
entre pilar Quadrado, Circular, Metálico Vertical e Metálico Horizontal.
Fig. 2.9
• Perfis Metálicos. Quando se selecciona um pilar metálico, o programa por defeito colocará o primeiro perfil da biblioteca por defeito. Se desejar mudá-lo, prima o botão que descreve o perfil. Abrir-se-á o diálogo Edição de peça metálica. Para mais informação, consulte o ponto Biblioteca de Perfis Metálicos do Manual de Generalidades.
• Coeficientes de Encurvadura. Nesta janela introduzir-se-á o coeficiente de encurvadura para cada um dos pisos. É um coeficiente multiplicador do coeficiente que se tiver introduzido na janela de Dados Gerais.
• Coeficientes de Encastramento. Permite modificar o coeficiente de encastramento ou rigidez da união horizontal entre a cabeça ou pé do pilar com o da viga ou laje que intersectar. Ao seleccionar este botão, aparece uma janela na qual se pode definir os coeficientes de encastramento na cabeça e pé do pilar no piso seleccionado. Na cabeça do último piso o valor é um coeficiente multiplicador do que há por defeito na obra (0.3) e oscila entre 0 e 1.
2.3.2.2. Nova Parede
Permite introduzir novas paredes de betão armado no ecrã gráfico. Premindo Nova Parede abrir-se-á a janela Editar Parede, sempre e quando se tiver definido tipos de paredes. Se premir a tecla Definir Tipos, abrir-se-á a janela Introdução de Parede,. No caso de não se ter definido nenhuma parede, abre-se directamente a
janela Introdução de Parede. Esta janela utiliza-se para definir geometricamente a parede que se vai criar.
Fig. 2.10
A janela compõe-se de uma área de trabalho, um grupo de ícones para criar, apagar, mover para outros ecrãs já definidos e sair do diálogo, o nome do ecrã, dois menus para a definição do grupo inicial e final da parede (De e Até), situados na zona superior da janela e uma série de botões na parte direita, cujo
funcionamento se explica a seguir.
• Introduzir Lado. Premindo Intr.Lado, este ficará activado e poder-se-á desenhar na área de trabalho. Fazendo clique com nesta área o programa introduzirá o primeiro vértice do lado. Ao deslocar o rato e fazer clique de novo pedir-se-á a distância X e Y em relação ao vértice mais próximo. Também é possível introduzir os vértices com Intr.Vértice e, a seguir, Intr.Lado, marcando nos vértices já introduzidos. Uma vez introduzidas as cotas, abre-se a janela Edição Dimensões Parede, na qual deve indicar a espessura da
parede medida a partir do eixo de introdução do lado até à face direita (Dim.Dir.) e do eixo até à face esquerda (Dim.Esq.). Para identificar o lado direito e esquerdo numa parede, consulte o esquema de ajuda que se mostra na janela. A espessura total da parede não pode exceder 0.50 m. Não é possível aumentar nem diminuir o comprimento do lado em cada piso, apenas se podem alterar espessuras.
• Dim.Lado. Marcando com sobre o botão fica activado. Seleccionando um dos lados da parede com o rato poderá consultar e modificar as suas dimensões.
• Apagar Lado. Activando este botão o programa apagará o lado que seleccionar na janela de trabalho.
• Deslocar Vértice. Marcando sobre um vértice com depois de activar este botão, pode mudar a sua posição ao deslocar o cursor e voltar a marcar. O programa pedirá as cotas deste último ponto marcado em relação ao vértice mais próximo. • Apagar Vértice. Com a opção activada, apagará
os vértices conforme os vá seleccionando com .
• Alterar Cota. Com a opção activada podem-se modificar os valores das cotas que se
seleccionarem com .
• Ponto Inserção. Permite marcar qualquer ponto do ecrã que será o ponto de referência para a introdução da parede na planta, as cotas serão em relação a este ponto de inserção. O ponto de inserção representa-se com duas setas de cor vermelha. O programa entende como ponto de inserção de uma parede o primeiro ponto
introduzido na definição da mesma, apesar de este não pertencer a nenhum dos lados.
• Nova. Se marcar sobre este botão, o programa gravará os dados da parede, voltando a janela ao estado inicial para começar com uma nova introdução. Se não aparecer o botão Nova é porque os dados não foram correctamente introduzidos. Por exemplo, é possível que não se tenha indicado o nome da parede ou que se tenha definido um vértice e não se tenha utilizado.
2.3.2.3. Novo Arranque
Os arranques são na realidade pilares com altura 0 e servem para poder calcular uma fundação sem necessidade de introduzir a estrutura superior e, portanto, sem necessidade de definir nenhum grupo de plantas. Uma vez introduzidos os arranques em planta, deve introduzir a carga que transmitem à fundação, com a opção Pilares > Carga na cabeça do pilar.
2.3.2.4. Editar
Editar (Pilar). Permite modificar os dados atribuídos a pilares introduzidos. Ao seleccionar a opção e marcar um pilar, visualiza-se a janela Editar Pilar, de igual funcionamento ao da janela Novo Pilar que se explicou anteriormente. Além disso aparece o ponto fixo do pilar e a sua coordenada absoluta.
Editar (Parede). Permite modificar os dados atribuídos a paredes de betão introduzidas. Nesta janela escolhe-se o tipo de parede entre todas as que escolhe-se tiverem definido na janela anterior. Para tal, deve fazer clique no menu desdobrável que se encontra na parte superior da janela. Pode indicar uma referência que será a que aparece nos desenhos e nas listagens, e modificar o ângulo de introdução (de -90°a +90°). Se premir Definir Tipos, o programa voltará à janela Introdução de Paredes, na qual se poderão definir novos tipos ou modificar os existentes. As paredes que tiverem dimensões diferentes por piso serão de cor preta e azul ciano. As restantes serão a vermelho.
2.3.2.5. Mover
Esta opção permite deslocar o ponto de inserção de um pilar ou parede. Para tal, seleccione a opção e, a seguir, marque o pilar que deseja mover. Para realizar o deslocamento, prima sobre o pilar que vai mover. A seguir pode actuar de três formas:
• Marcando sobre a Janela de Trabalho com o cursor. O programa pedir-lhe-á a cota em relação ao pilar mais próximo.
• Fixando um deslocamento, para o que deve utilizar as opções de deslocamentos em relação ao último ponto marcado.
• Introduzindo as novas coordenadas através do teclado ou da calculadora (coordenada X + ↵; coordenada Y + ↵).
2.3.2.6. Apagar
Seleccione a opção e marque o pilar ou parede que deseja eliminar. Se eliminar paredes, na tarefa Introdução de vigas observará que fica desenhada uma viga onde estava a parede. Deve seleccionar Apagar Viga e eliminar todas estas vigas.
2.3.2.7. Deslocar
Permite deslocar o ponto fixo do pilar e da parede relativamente ao nó da malha ao qual está associado.
2.3.2.8. Ajustar
Permite mudar a disposição do pilar em relação ao seu ponto fixo. As paredes não se podem ajustar. Depois de seleccionar esta opção, coloque o cursor num quadrante, sobre uma linha de malha ou na intersecção da linha horizontal e vertical da malha do pilar que deseja ajustar. Assim poderá fixar os cantos, as faces ou o eixo do pilar, respectivamente. No diálogo
Deslocar pilar em relação ao nó é possível especificar um deslocamento, em metros, em X e Y do ponto fixo do pilar relativamente ao nó da malha ao qual está associado.
2.3.2.9. Copiar Pilar
Permite copiar os dados de um pilar para outros. Seleccionada a opção, marque um pilar e na janela indique os dados a copiar. Prima Aceitar e aparecerá a vermelho o pilar marcado (e os que tiverem os mesmos dados). A amarelo verá os pilares com dados diferentes. Vá marcando os pilares aos quais deseja atribuir os novos dados.
2.3.2.10. Procurar Pilar/Parede
Permite a rápida localização de um pilar e/ou parede introduzidos. Em Referência do Pilar tecle a referência ou prima sobre a lista de referências o pilar
seleccionado, que ficará marcado a vermelho.
2.3.2.11. Alterar Referência
Permite mudar a referência dos pilares e paredes. Seleccionada a opção, marque com o cursor o pilar. A seguir indique na janela que aparece a nova referência. Se desejar continuar a modificar as referências, active a opção Numerar consecutivamente.
2.3.2.12. Modificar Ângulo
Permite mudar e consultar o ângulo dos pilares. O ângulo é definido pela face x do pilar em relação ao eixo x (horizontal), sendo o sentido positivo o anti-horário.
Prima Atribuir e a seguir marque os pilares que deseja que tenham esse ângulo.
2.3.2.13. Modificar Início e Fim
Permite mudar o grupo de pisos onde começam ou terminam os pilares. Na janela, abra os quadros Grupo Inicial e Grupo Final, ou então só um deles,
seleccione-os e prima Atribuir. Marque a seguir com cada um dos pilares. Para verificar as
modificações, prima Consultar e seleccione um dos pilares.
2.3.2.14. Vinculação Exterior, Coeficientes de Encastramento e de Encurvadura
Veja no ponto Novo Pilar.
2.3.2.15. Cargas Horizontais
Permite introduzir cargas pontuais ou uniformes horizontais nos pilares. Seleccione a opção e a seguir um pilar. Visualizar-se-á uma janela onde aparece um esquema do pilar com a cota inicial e final.
Direcção carga. Permite indicar a direcção da carga. Esta direcção pode ser segundo os eixos globais ou gerais da estrutura ou segundo os eixos locais do pilar (tem-se em conta o ângulo de rotação do pilar).
Tipo Carga. Permite introduzir uma carga de tipo linear ou pontual.
CCE. Permite atribuir a origem ou acção simples à qual se associará a carga. Para a atribuir a uma acção diferente de permanente, deverá acrescentar conjuntos de carga especiais em Alterar Cargas Especiais. Valor. Permite indicar o valor da carga em KN, se for uma carga pontual, ou então em KN/m, no caso de ser distribuída.
Sentido Carga. Definida a direcção da carga com Ícone Direcção Carga deve indicar o sentido premindo
a seta. A seta apontando da esquerda para a direita indica o sentido positivo do eixo geral ou local do pilar. Cota, De/Até a. Se a carga for do tipo pontual deve indicar a altura ou cota de aplicação da carga. Se a carga for linear deve indicar a altura do ponto de aplicação origem e final da carga.
Alterar Cargas Especiais. Permite criar ou modificar conjuntos de cargas especiais, aos quais se indica a acção simples de carga à qual se devem associar.
2.3.2.16. Cargas na Cabeça de Pilar
Permite introduzir cargas (axiais, momentos, transversos e torsores) na cabeça de pilar do último piso. Seleccione a opção e a seguir um pilar. Visualizar-se-á uma janela onde aparece um esquema. As cargas são referentes a eixos globais da estrutura e o critério de sinais é o que se indica na legenda.
Modificar Cargas Especiais. Permite atribuir a origem ou acção simples à qual se associará a carga. Para a atribuir a uma acção diferente de permanente deverá acrescentar conjuntos de carga especiais com esta opção.
2.3.2.17. Dimensionar
Quando a estrutura estiver calculada, pode consultar, verificar e modificar os resultados de pilares e paredes. • Dimensionar Parede. Utiliza-se para o caso de
uma parede de betão já calculada. O seu funcionamento é análogo ao explicado na opção Armaduras > Vigas/Muros, da tarefa Resultados. Se uma parede tiver mais de um lado, deve-se fazer a consulta de cada um deles. Deve aumentar as secções no caso de aparecer em Estado e símbolo Proibido, ou ícones informando de diferentes erros: compressão oblíqua, quantidade excessiva, etc.
Fig. 2.11
Em condições normais que a armadura cumpra para um factor de cumprimento maior ou igual a 90%, ficaria dentro de uns resultados razoáveis para considerar o cálculo correcto. Se os pontos onde é necessário reforço estiverem situados no encontro com a laje ou com o perímetro, e esse reforço for de armadura transversal, poder-se-ia desprezar e considerar bons os resultados do cálculo.
! Se num primeiro cálculo perante acções verticais, todos os lados da parede cumprem e num segundo cálculo com acções horizontais algum dos lados da parede não cumpre, seria conveniente rigidificar mais os outros pilares, uma vez que ao aumentar a espessura dos lados da parede esta torna-se mais rígida, com o que se descarregariam os pilares e voltaria a repetir-se o problema.
• Dimensionar Pilar. Esta opção é a mesma que a opção Pilares do Menu Armaduras da tarefa Resultados.
2.3.3. Contornos
Fig. 2.12
As opções de Contornos utilizam-se para ter
perímetros e linhas de referência para a introdução de pilares e vigas quando não se dispõe de uma máscara DXF. Neste caso devem-se introduzir os contornos antes dos pilares.
• Novo Contorno. Permite criar uma poli-linha que será o citado contorno. Ao premir esta opção deverá atribuir um nome e premir Aceitar. Marque com na planta de pilares os pontos que formarão os vértices do contorno. Com fecha-se o contorno.
Para o ajudar, leia a Linha de Mensagens da parte inferior do ecrã.
Quando premir para fechar poderá escolher entre deixar o contorno aberto, premindo Aberto,
ou unir o primeiro e o último ponto marcados, premindo Fechado. A seguir verá de novo o diálogo Contornos.
À medida que se criam novos contornos, estes mostrar-se-ão no diálogo. Pode atribuir a cada um uma cor diferente. Para isso, coloque o cursor sobre a coluna Cor e prima Abrir-se-á a Paleta de Cores, na qual pode seleccionar qualquer uma delas.
Para que a cor fique atribuída, faça duplo clique sobre ela. Também a pode atribuir fazendo um só clique e, a seguir, premindo Aceitar.
Na coluna Grupos seleccione os grupos nos quais deseja visualizar o contorno.
Também no diálogo Contornos pode editar o nome do contorno e modificá-lo. Para que um contorno se encontre activo sobre a Área de Trabalho, deve ter a marca de verificação visível à sua esquerda no diálogo Contornos.
• Apagar Contornos. Permite seleccionar um contorno já introduzido. Ao premir confirma a eliminação.
• Novo Vértice. Permite introduzir um vértice entre outros dois previamente criados. Para isso, coloque o cursor sobre a linha que une os dois vértices entre os quais deseja inserir um terceiro. Se deslocar o rato, o cursor arrastará as duas linhas que unem o novo vértice. Para o fixar na posição desejada prima .
• Fragmentar. Com esta opção pode cortar as linhas de contorno. Desta forma pode manter fixo um dos lados da linha fragmentada e inserir um vértice no outro.
• Deslocar Vértice. Utiliza-se esta opção para trasladar a posição de um vértice. Para realizar esta operação prima para seleccionar o vértice;
fixe-o, também com , na nova posição. Para cancelar um vértice seleccionado, prima . • Apagar Vértice. Esta opção serve para eliminar
um vértice. Prima depois de colocar o cursor sobre o vértice que deseja apagar.
2.3.4. Linhas de Referência
Fig. 2.13
Esta é a opção para introduzir as linhas de referência, horizontais e verticais a partir das quais se cotarão todos os elementos da obra (pilares, aberturas, vigas, etc.) no tipo de desenho Planta Estrutural.
2.3.4.1. Introduzir linha horizontal/vertical
Ao introduzi-las, pede-se a cota em relação ao ponto cotado mais próximo e a referência com a qual se deseja que apareça no desenho da planta estrutural. Se já se tiver introduzido alguma linha de referência na janela de trabalho, aparecerão uns botões para Alterar Linha, Mover Linha e Apagar Linha.
2.3.4.2. Alterar Linha
Premindo este botão e marcando numa das linhas, poderá mudar o nome e os grupos nos quais é visível a linha seleccionada.
2.3.4.3. Mover Linha
Pode mudar a posição da linha seleccionando uma nova localização.
2.3.4.4. Apagar Linha
Elimina a linha que seleccionar.
2.4. Menu Vistas/Cotas
2.4.1. Modificar Cotas
Com esta opção activada, poderá editar e modificar qualquer cota premindo sobre ela com .
2.4.2. Cotas Visíveis
Se premir nesta opção desaparecem as cotas da área de trabalho. Voltando a premir sobre ela aparecem de novo.
3. Tarefa Entrada de Vigas
Fig. 3.1
3.1. Menus Ficheiro, Geral, Zoom e
Ajuda
As opções destes menus explicam-se em Opções Comuns do Manual de Generalidades .
3.2. Menu Obra
3.2.1. Dados gerais
É a mesma opção que se descreveu no ponto Menu Obra > Dados Gerais da tarefa Entrada de pilares.
3.2.2. Opções gerais
3.2.2.1. Opções gerais de desenho
• Mínima diferença de comprimento de vigotas. Esta opção serve para realizar o arredondamento dos comprimentos de vigotas ao desenhar a planta. Se introduzir 0 como valor, no desenho reflectir-se-ão os comprimentos reais das vigotas. • Ajuste do comprimento de vigotas. Se introduzir
um valor de 10 cm, por exemplo, na opção anterior e tiver uma vigota de 3.18 m, poderá seleccionar: Mais Próxima: aparecerá no desenho 3.20 m. Defeito: 3.10 m. Excesso: 3.20 m. Se o valor introduzido for de 5 cm, terá como possibilidades: Mais Próxima: 3.20 m. Defeito: 3.15 m. Excesso: 3.20 m
• Mínimo comprimento de vigotas. Nesta opção indique o comprimento mínimo que deseja desenhar na planta. Isto é, se tiver uma vigota de 15 cm e tiver introduzido como mínimo
comprimento 20 cm, a vigota não se desenhará. Isto é útil para lajes triangulares.
• Mínima separação entre bordo de viga e eixo das vigotas. Com esta utilidade poderá desenhar as vigotas paralelas à viga e que estiverem muito próximas dela. Se tiver introduzido um valor de 5 cm, as vigotas cujo eixo estiver a 5 cm ou menos da face da viga não se terão em conta
(Recomendável).
• Saída de textos. Esta opção serve para fixar as unidades de medida dos diferentes textos que constituem o desenho da planta.
• Desenho de Eixos de Pilares. Seleccione com o cursor o tipo de desenho que deseja para o desenho dos eixos dos pilares na planta.
3.2.2.2. Coeficientes de redistribuição de momentos negativos
Recomendamos que se aplique 15% de redistribuição de negativos para vigas e 25% para lajes de vigotas. Para mais informação sobre este aspecto, pode consultar a norma EHE.
3.2.2.3. Coeficientes redutores de rigidez à torção
Ao calcular o termo da rigidez à torção dos elementos de uma estrutura, é conveniente afectá-los com um coeficiente redutor do obtido para a secção bruta, uma vez que no betão armado, ao passar do estado sem fendilhar ao fendilhado, reduz-se essa rigidez. Esta janela permite atribuir diferentes coeficientes em função do tipo de elemento.
3.2.3. Opções de vigas
3.2.3.1. Momentos Mínimos a cobrir com armadura em vigas
Com esta opção pode atribuir os valores por defeito de momentos mínimos positivos e negativos para todas as vigas de uma obra. Esta modificação terá efeito para as obras posteriores, mas não afectará a obra em curso ou as obras já criadas, a não ser que utilize a opção do menu Vigas/muros > Momentos Mínimos. Pode considerar ou não estes valores. Neste diálogo aparece o botão Info que fornece valores recomendáveis. Por defeito, o programa não atribui momentos mínimos a vigas.
3.2.3.2. Armaduras longitudinais de vigas
Coeficientes para multiplicar os esforços. Com esta opção pode aplicar uns coeficientes para multiplicar os esforços positivos e negativos para a armadura de vigas.