Produção de cebola no estado de São Paulo: evolução no período e perspectivas para 2010.

Texto

(1)

Produção de cebola no estado de São Paulo: evolução no período 1996-2008 e perspectivas para 2010.

Alex Humberto Calori¹; Thiago Leandro Factor²; Sebastião de Lima Júnior²;

¹ FATEC – Faculdade de Tecnologia de Mococa, Graduação em Tecnologia em Agronegócio, Av. Dr. Américo Pereira Lima, s/n, Jd. Lavínia, 13730-000, Mococa – SP ahcalori@gmail.com; ² APTA – Pólo Nordeste Paulista, Av. Presidente Castelo Branco, s/n, Caixa Postal 58, 13730-970, Mococa – SP, factor@apta.sp.gov.br, slimajr@apta.sp.gov.br.

RESUMO

O objetivo deste trabalho foi analisar a evolução da produção de cebola das principais regiões produtoras do estado de São Paulo no período 1996-2008, bem como avaliar as projeções para 2010. Para tanto, o trabalho orientou-se em dados de área plantada e número de UPA (Unidades de Produção Agropecuária) de cebola. Referente as projeções para 2010, foram coletados dados de área, produtividade e produção, junto as Casas de Agricultura/CATI dos diferentes municípios produtores do estado, bem como da iniciativa privada por meio de consulta a empresas de sementes, revendas e representantes comercias, técnicos e consultores locais. No entanto, verificou-se que houve redução da área explorada com a cultura da cebola em todas as regiões produtoras do Estado de São Paulo, com maior expressão para a região Sudoeste Paulista, aproximadamente -79,18%. No tocante a evolução do número de UPA de cebola, verificou-se que a região Centro Norte Paulista diferentemente das demais, registrou um significativo aumento no número de produtores, sendo os municípios de Taquaritinga e Monte alto, os que contribuíram para essa elevação. Em relação às projeções para 2010, é esperado que a região Sudoeste Paulista sofra uma ligeira redução da área plantada com cebola para este ano, 7% inferior ao ano de 2009, para a região Centro Norte Paulista é esperada uma estabilidade em relação à área cultivada,

variação de aproximadamente 1%; e um aumento da área para a região Nordeste Paulista, cerca de 9 %. Contudo, pode-se concluir que houve redução expressiva da área cultivada com cebola no Estado de São Paulo no período de 1996-2008, bem como uma redução do número de UPA de cebola, principalmente para a região Sudoeste Paulista. Todavia, a produção e os preços favoráveis de cebola em 2009 contribuem para uma estimativa de aumento de área de cebola em 2010, estimado em 5%.

Palavras-chave: Cebola (Allium cepa), área,

produção, estado de São Paulo.

ABSTRACT

The objective of this study was to analyze the evolution of production of the main onion-producing regions of São Paulo in the period 1996-2008 and also analyze the projections for the year of 2010. For both, the study sought guidance on data of area planted and number of UPA (Agricultural Production Units). Regarding the projections for 2010, was collected data of area planted, yield and production, in the Houses of Agriculture/ CATI, different municipalities of onion producers in the State of São Paulo, as well as the private sector through consultation to seed companies, dealers and sales representatives, technicians and local consultants. However, it was found that the reduction in area explored with onion crops,

(2)

Na agricultura paulista, a olericultura exerce grande importância socioeconômica, sendo o estado de São Paulo o maior produtor e consumidor de hortaliças do país (Camargo Filho et al., 2008). No ano de 2006, a área ocupada com olerícolas representou 0,6% do total de 22 milhões de hectares plantados com culturas anuais, perenes, reflorestamento e pastagem e, neste mesmo ano, as 14 hortaliças de maior representatividade tiveram uma produção com valor de R$ 1,46 bilhão, respondendo por cerca de 7,9% do valor total da produção agropecuária paulista (Tsunechiro et al., 2006).

Superada apenas pela batata e tomate, a cultura da cebola se apresenta como um dos principais produtos olerícolas do Brasil. Em 2006, a produção brasileira de cebola foi de 1.163.933 toneladas, com produtividade média de 20.417 kg ha1 em uma área de 57.028 ha (Ibge, 2008). No mesmo ano, o Estado de São Paulo participou com 11,6% da área cultivada e 17,5% da produção brasileira, ocupando a 3º posição no cenário nacional (Camargo Filho et al., 2008).

Em São Paulo, como em outros estados da federação, a olericultura caracteriza-se pela concentração e especialização da produção em determinadas regiões, a exemplo da cultura da cebola, que tem as regiões Nordeste, Centro Norte e Sudoeste Paulista representada pelos municípios de São José do Rio Pardo, Monte Alto e Piedade, respectivamente, como principais produtores, essas regiões perfazem mais de 95% da produção paulista de cebola.

Caracterizada fundamentalmente por ser uma atividade de pequena escala, na cebolicultura 88% dos produtores são considerados agricultores familiares (Vilela et al., 2005). Ademais, utiliza grande quantidade de mão-de-obra no cutlivo, especialmente no plantio e colheita, o que faz da cultura uma das atividades socioeconômicas mais importantes para o estado de São Paulo e Brasil. Todavia, nos últimos anos, os produtores de cebola vêm enfrentando dificuldades para manter-se na atividade, sobretudo devido a concentração de oferta e preços não remuneradores em determinadas regiões e épocas do ano, bem como eventos climáticos desfavoráveis à cultura, além da forte concorrência advinda da instauração do MERCOSUL a partir de 1990 e do aumento dos insumos utilizados na produção. Neste sentido, conforme destaca (Vilela et al., 2005) a realização de estudos de ordem exploratória was for the all regions of the State of São

Paulo with higher expression for the Southwest region Paulista, a reduction of 79.18%. Regarding the evolution of the number of (UPA). It was found that the North Central region Paulista unlike others, recorded a significant increase in the number of producers, and the municipalities of Monte Alto and Taquaritinga were those who contributed for this elevation. Regarding the projections for 2010 is expected to the southwest Paulista region a slight reduction in area planted, 7% below the year 2009, for the Paulista North Central region is expected

a stability to the area cultivated, variation of 1% percent and a significant increase in the area to the Northeast Paulista, about 9%. However, one can complete that decreased the area cultivated with onions in the State of Sao Paulo in the period 1996-2008 and a reduction in the number of UPA of onions, especially to the southwest Paulista. However, the production and the favorable prices of onion in 2009 contributed to an estimated area increase of onion in 2010, estimated at 5%.

Keywords: Onion (Allium cepa), overview of

(3)

sobre a situação do mercado de cebola no Brasil (incluindo a análise das principais regiões produtoras) passou a ser bastante útil nos últimos anos e também necessário para subsidiar políticas setoriais e novas estratégias de produção e comercialização da cebola. Assim sendo, o objetivo deste trabalho foi analisar a evolução da produção de cebola das principais regiões produtoras do estado de São Paulo no período 1996-2008, bem como avaliar as projeções para os anos de 2009/2010.

MATERIAL E MÉTODOS

O presente trabalho foi realizado com dados do banco de dados do IEA - Instituto de Economia Agrícola (2010), CATI - Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (2010) e IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2010). Consultaram-se também profissionais especializados na área, empresas e representantes comerciais do setor (Informações Pessoais, s/d). O período de 1996-2008 para exploração dos dados foi escolhido tendo em vista a realização de dois Levantamentos de Unidades de Produção Agropecuária: o projeto LUPA 1995/96 (Pino et al., 1997) e o projeto LUPA 2007/08 (Torres et al., 2009). Esses censos fazem parte de um trabalho da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), o qual consiste em um levantamento censitário das propriedades agropecuárias paulistas.

O presente trabalho buscou orientar-se em dados de área plantada e número de UPAS (Unidades de Produção Agropecuária) de cebola, o conceito de UPA é utilizado pela CATI e IEA como forma de contabilizar o número de unidades produtivas de cada atividade agropecuária. A escolha da análise do número de UPA foi fundamentada na necessidade de expor quais foram e quais são os números de unidades produtivas presentes na cebolicultura paulista, que tende a sofrer oscilações durante um determinado período de tempo.

Em relação às projeções para 2010, foram coletados dados de área, produtividade e produção, junto as Casas de Agricultura/CATI dos diferentes municípios produtores de cebola do Estado de São Paulo, bem como da iniciativa privada por meio de consulta a empresas de sementes, revendas e representantes comercias, técnicos e consultores locais (Factor & Lima Júnior, 2010).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A área total cultivada com cebola no estado de São Paulo em 1996 foi de 12.460 hectares e em 2008 5.894 hectares, sendo que a área média cultivada por propriedade passou de 5,9 hectares para 5,4 hectares.

Houve redução da área explorada com a cultura da cebola em todas as regiões produtoras do Estado de São Paulo, com maior expressão para a região Sudoeste Paulista, onde de 4.940,00 ha plantados em 1995 passou a explorar somente 1.028,27 ha em 2008, redução de aproximadamente 79,18% (Tabela 1). Segundo Sales (2010), o município de Piedade, principal pólo produtor de cebola da região Sudoeste Paulista, viu a crise bater à porta com a importação do bulbo argentino a partir da consolidação do MERCOSUL e do melhor desempenho de outras regiões do estado de São Paulo e do Brasil. A partir do ano de 2009 a região Sudoeste começa a mostrar sinais de recuperação da cultura da cebola,

(4)

embora estima-se que a área a ser explorada em 2010 seja ligeiramente menor que a de 2009 (Tabela 4).

A região Centro Norte Paulista teve a menor redução da área plantada, principalmente devido à introdução e crescimento nesse período do município produtor de Taiaçu com 118,00 ha. Na região Nordeste Paulista, destaque para o município de Mococa que registrou o maior crescimento em relação à área cultivada com cebola, passando de 252,40 ha em 1995, para 387,30 ha no ano de 2008, resultando em um aumento de cerca 53,45 % (Tabela 1). Isto se deve principalmente ao intenso uso pelos produtores das áreas irrigadas no tradicional município produtor de São José do Rio Pardo, no qual encontram no município vizinho de Mococa condições similares para a produção de cebola.

No tocante a evolução do número de unidades de produção de cebola (UPA), verificou-se que a região Centro Norte Paulista diferentemente das demais, registrou um significativo aumento no número de produtores, sendo os municípios de Taquaritinga e Monte alto, os que contribuíram respectivamente com 66,67% e 0,40% para a elevação do número de unidades que exercem a atividade da cebolicultura, conta-se também o município de Taiaçu, que de zero unidades de produção em 1996 passou para o número de 27 unidades de produção de cebola no ano de 2008 (Tabela 2). Já os municípios de Altinópolis, Pilar do Sul e Vista Alegre do Alto, situados nas regiões Nordeste, Sudoeste e Centro Norte Paulista, respectivamente, registraram os maiores percentuais negativos relativos ao número de UPAS no período estudado (Tabela 2).

De maneira geral, verifica-se que houve redução em área, bem como no número de unidades de produção de cebola no Estado de São Paulo no período de 1996 a 2008 (Tabelas 1 e 2) com valores da ordem de 48,4 % e 44,6 %, respectivamente, embora segundo Cabrera (2009), a oferta de cebola pelo estado (toneladas) não vem apresentando valores de redução tão expressivos, estimado em 21% no período de 1996 a 2008. Isto se deve principalmente aos ganhos de produtividade alcançados no período, passando de 22 para 35 t ha-1 em virtude da adoção de alta tecnologia no cultivo como o uso de sementes híbridas e semeadura direta.

Em relação à expectativa de área e produção para 2010 verifica-se que, tanto a iniciativa privada como a extensão rural, estimam valores de produção total muito próximos, da ordem de 197.300 t e 200.739 t, respectivamente, embora constata-se um expressiva diferença no que se refere a área entre eles, cerca de 839 ha . Isto se deve aos diferentes valores de produtividade média mencionados junto as distintas fontes de dados (Tabela 3). Em relação as diferentes regiões produtoras, verifica-se que a região Sudoeste Paulista apresenta uma ligeira redução da área a ser plantada. As estimativas apontam 1.040 ha deverão ser explorados com a cultura nesse ano, 7% inferior a área de 2009 que foi de 1.107 ha. É esperada uma estabilidade em relação à área cultivada com cebola para a região Centro Norte e um expressivo aumento da área para a região Nordeste Paulista, em torno de 9 % (Tabela 4). Os elevados preços pagos aos produtores em 2009 (Cepea, 2009), especialmente para aqueles que conseguiram colher nos meses de julho e agosto, pois, após esse período a incidência de precipitações intensificou-se e prejudicou a qualidade dos bulbos e produtividade das lavouras, motivaram os produtores desta última região a aumentarem suas áreas de produção em 2010. Vale ressaltar, contudo, que essas estimativas de áreas a serem exploradas com a cultura da cebola para 2010 podem ser modificadas em virtude da

(5)

disponibilidade de sementes para o plantio, haja vista que os diferentes segmentos do mercado de sementes (empresas, distribuidores e revendas) apontam para essa possibilidade em virtude dos problemas climáticos que atingiram as principais regiões produtoras de semente no mundo.

Diante do exposto, pode-se concluir que houve redução expressiva da área cultivada com cebola no Estado de São Paulo no período de 1996-2008, bem como uma redução do número de unidades de produção de cebola, principalmente na região Sudoeste Paulista. A produção e os preços favoráveis de cebola em 2009, contribuem para uma estimativa de aumento de área de cebola em 2010, estimado em 5%.

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem a CATI/SAA/SP, em nome do Eng.º Agr.º João Batista Vivarelli Corpo - EDR São João da Boa Vista; ao IEA/SAA/SP, em nome do Pesquisador Waldemar Pires de Camargo Filho; as empresas de sementes Agristar, Takii e Nunhems e as distribuidoras de produtos agrícolas Agrovecal, Mocoagro, Sol a Sol, Agromaia, Sementes Rio Pardo e Cooxupé.

REFERÊNCIAS

APTA - Agência paulista de tecnologia dos agronegócios. 2010, 09 de abril Pólos regionais. Disponível em <http://www.apta.sp.gov.br/polos/>

CABRERA JC. 2009. A produção de cebola no Estado de São Paulo. Texto de palestra apresentada no XXI Seminário Nacional de Cebola, Ituporanga - SC, realizado em 17 e 18 de Março de 2010.

CAMARGO AMMMP; CAMARGO FP; CAMARGO FILHO WP. 2008. Distribuição Geográfica da Produção de Hortaliças no Estado de São Paulo: participação no País, concentração regional e evolução no período de 1996-2006. Informações econômicas. 38: 28-35.

CEPEA 2009. Cebola. Revista Hortifruti Brasil, Ano 8 – Nº 86 – Dezembro de 2010.

FACTOR TL; LIMA JÚNIOR S. Sistemas e perspectivas de produção de cebola em São Paulo - 2010. Texto de palestra apresentada no XXII Seminário Nacional de Cebola, 28p, em Casa Nova - BA, realizado em 03 e 04 Março 2010.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.2010, 09 de abril. Disponível em www.ibge.gov.br/.

IEA – Instituto de Economia Agrícola.2010, 10 de abril. Banco de Dados. Disponível em http://www.iea.sp.gov.br/out/index.php.

PINO FA, (org). 1997. Levantamento Censitário das Unidades de Produção Agrícola do Estado de São Paulo. SP, SAA 4.

SALES B. 2010, 09 de abril. Preço e demanda maiores aumentam a área de cebola em Piedade. Disponível em http://www.camponews.com.br/noticia.asp?codigo=8646.

(6)

TORRES AJ, (org). 2009. Projeto Lupa 2007/08 Censo Agropecuário do Estado de São Paulo, SP, IEA-CATI, SAA, 381p.

TSUNECHIRO A; CASER DV; COELHO PJ; AMARAL AMP; MARTIN SVA; BUENO CR; GOBRIL CN. 2006. Valor da produção agropecuária do Estado de São Paulo em 2006: estimativa preliminar. Informações Econômicas. São Paulo, 36:65-76.

VILELA NJ; MAKISHIMA N; OLIVEIRA VR; COSTA ND; MADAIL JCM; CAMARGO FILHO W; BOEING G; MELO PCT. 2005. Desafios e oportunidades para o agronegócio de cebola no Brasil. Horticultura Brasileira. 23(4): 1029-1033.

Tabela 1. Evolução da área plantada com cebola nas regiões produtoras do estado de São

Paulo [Evolution of the area cultivated with onion in the producing regions of São Paulo]. APTA Nordeste Paulista Mococa - SP, 2010.

Área plantada (hectares)

Regiões/Municípios Ano Variação (%)

1995/96 2007/08

A - Nordeste Paulista 3706,40 2653,20 -28,42

São José do Rio Pardo 1875,00 1040,80 -44,49

Divinolândia 787,20 691,20 -12,20

Mococa 252,40 387,30 +53,45

Altinópolis 477,80 70,00 -85,35

B - Centro Norte Paulista 1980,00 1798,80 -9,15

Monte Alto 1728,40 1540,30 -10,88

Vista Alegre do Alto 95,60 20,40 -78,66

Taiaçu - 118,20 -Taquaritinga 67,00 69,40 +3,58 C - Sudoeste Paulista 4940,00 1028,7 -79,18 Piedade 3947,90 822,80 -79,16 Pilar do Sul 314,20 29,10 -90,74 Ribeirão Branco 300,90 61,40 -79,59 Ribeirão Grande 70,00 63,80 -8,86 Total 10626, 40 5480,70 - 48,4 %

(7)

Tabela 2. Evolução do Nº de UPA (Unidades de produção agropecuária) de cebola nas

regiões produtoras do estado de São Paulo [Evolution of the numbers of units of agricultural production in the producing regions of São Paulo]. APTA/FATEC, Mococa - SP, 2010.

Nº UPAS

Regiões/Municípios Ano Variação (%)

1995/96 2007/08

A - Nordeste Paulista 503 362 -28,03

São José do Rio Pardo 258 137 -46,90

Divinolândia 149 143 -4,03

Mococa 33 41 +24,24

Altinópolis 6 1 -83,33

B - Centro Norte Paulista 263 279 +6,08

Monte Alto 229 230 +0,44

Vista Alegre do Alto 15 3 -80,00

Taiaçu - 27 -Taquaritinga 6 10 +66,67 C - Sudoeste Paulista 1005 340 -66,17 Piedade 758 235 -69,00 Pilar do Sul 51 10 -80,39 Ribeirão Branco 93 32 -65,59 Ribeirão Grande 41 40 -2,44 Total 1771 981 -44,6%

Fonte: SAA de SP, CATI/IEA, projeto LUPA.

Tabela 3. Estimativa de produção de cebola em São Paulo para 2010 [Estimate of the

production onion in São Paulo for the year 2010]. APTA/FATEC, Mococa - SP, 2010.

Regiões Produtoras Iniciativa Privada

1

CATI/SAA/SP2

Área Produtividade Produção Área Produtividade Produção

A – Nordeste Paulista 2.500 45 112.500 2.894 40 115.760

B – Centro Norte Paulista 1.400 37 51.800 1.685 35 58.975

C – Sudoeste Paulista 1.100 30 33.000 1.040 25 26.000

D - Outros - - - 220 20 4.400

Total 5.000 - 197.300 5.839 - 200.739

Fonte: ¹ Companhias de Sementes de Cebola, Revendas e Representantes Comerciais.

2

(8)

Tabela 4. Estimativa da área plantada com cebola nas principais regiões produtoras do

estado de São Paulo em 2010 [Estimate of the area cultivated with onion in the regions producing of São Paulo]. APTA/FATEC, Mococa - SP, 2010.

Regiões Produtoras Área plantada (hectares) Variação ( %)

2009¹ 2010²

A – Nordeste Paulista 2.637 2.894 +9%

B – Centro Norte Paulista 1.652 1.685 +1%

C – Sudoeste Paulista 1.107 1.040 -7%

D - Outros 174 220 +26%

Total 5.582 5.839 5%

Fonte: 1 Informações Econômicas, v.39, n.11, nov.2009 – Instituto de Econômica Agrícola – IEA.

2

Imagem

Referências

temas relacionados :