Praça Riacho Fundo I Melhor Idade
A L U N O : P H E L L Y P E A U G U S T O M O U R A D E P I N H O R G M : 2 6 7 4 3 0 2 7
O R I E N T A D O R A : P A T R Í C I A M E L A S S O
Introdução
Este trabalho tem como objetivo a elaboração de um projeto de aproveitamento de um lote na qual há uma edificação sem uso e abandonada no Riacho Fundo 1, região administrativa do Distrito Federal, transformando-o em uma praça voltada ao público local principalmente os de terceira idade. Tem como prioridades a utilização da sustentabilidade, nos parâmetros econômicos, sociais e ambientais. Assim como o uso do desenho universal para que o edifício possa ser utilizado de forma segura e autônoma para qualquer pessoa, atingindo o melhor conforto de maneira funcional para todos, e a utilização de normas para o embasamento técnico voltado a pessoas e projetos relacionados a terceira idade. Analisar, propor e executar um projeto bem qualificado, aonde o emprego da arquitetura se faça presente e propicie não somente um local público, mas como ponto de socialização e conforto urbano, aonde o público possa ter qualidade de vida com qualidade e bem-estar.
Palavras chaves: Universalidade; Sustentabilidade; Praça Pública; Idosos; Reciclagem Urbana;
Motivação
• proposta de aproximação entre os moradores e espaço urbano
• espaços de integração de arte e cultura;
• espaços proporcionados a diversas idades;
• áreas de convivência;
“Um local onde todos sintam que fazem parte dele.”
Motivação
O estilo de vida urbano, o crescimento desordenado das cidades, o aumento da população de terceira idade, o pouco interesse social para a arquitetura acessível, a especulação imobiliária e a displicência de gestores administrativos fazem com que a reciclagem de edificações tenha um fator crucial na vida urbana, e de forma técnica e objetiva, damos-lhes novos usos e atribuições.
O edifício em questão está enraizado na história do local, todos que moram naquela região ou que apenas passam por lá, o reconhecem. A pregnância da edificação pode-se resumir a: “Qualquer padrão de estímulo tende a ser visto de tal modo que a estrutura resultante é tão simples quanto o permitam as condições dadas, no sentido da harmonia e do equilíbrio visual. ” (FILHO, 2003, pg. 36). Dessa forma vemos o porquê do mesmo ter seu valor simbólico para a população local ainda que de maneira efêmera.
A demolição do edifício seria uma das soluções observadas para chegar ao objetivo proposto. A idealização é trazer soluções que possam ser utilizadas, criadas e/ou adaptadas para o novo uso. Porque não melhorar e fazer com que o mesmo tenha o melhor proveito social, econômico e ambiental?
Hoje o que buscamos é a inclusão da população de terceira idade nesse espírito citadino. Empenhando-se com práticas que ajudem na reestruturação do seu antigo modo de vida, trazendo bem-estar, qualidade de vida e sociabilidade para que sintam inclusos.
Desse modo, vislumbramos uma arquitetura adaptável onde temos o respeito à natureza, as gerações e ao mesmo tempo que proporcione
aconchego, segurança e autonomia para as atividades cotidianas, o que trazemos aqui para também a escala urbana.
Posicionamento
Dado a importância do tema nesses últimos anos, as reciclagens, reformas e revitalizações de edifícios
nos centros urbanos já se fazem bastante necessárias. Espaços que muitas das vezes estão em ruínas, podem
ser reestruturados e condicionados a novos usos. Nesse projeto, o ponto de interesse é manifestar como novos
modelos de usos podem propor com boa acessibilidade os benefícios que possam ser oferecidos graças a essa
intervenção.
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Elaborar uma proposta de anteprojeto de uma praça urbana com o foco principalmente na terceira idade de modo a atender as
expectativas do público, ampliando o bem-estar, trazendo novas propostas excluindo a antiga estrutura para lhe dar um novo
uso. Proporcionando qualidade e segurança local.
OBJETIVOS
Objetivos Específicos
A intervenção busca melhorias para os usuários através de atitudes especificas:
●Análise do sítio;
●Definição do mapa e sugestões para melhoria dos mesmos;
●Analisar a infraestrutura de apoio social do setor;
●Inserção da ergonomia, conforto termolumínico e acústico;
●Priorizar a acessibilidade universal;
●Apresentar novas características, atribuindo valor ao lote;
●Utilização dos pilares da sustentabilidade em todo o projeto;
●Proporcionar qualidade de vida, funcionalidade e segurança;
●Projetar espaços de convívio social, adaptada à acessibilidade universal;
●Projetar espaços e estruturas novas e independentes, quando for o caso, necessários para o novo uso proposto da edificação
JUSTIFICATIVA
Dado os números de notícias sobre o aumento da expectativa de vida e a diminuição da taxa de
mortalidade infantil, faz com que nos questionemos sobre como o impacto do desenvolvimento de nossas cidades e de como elas se preparam para essas pessoas, que antes eram minoria, mas agora de acordo com os últimos censos feitos pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE, até 2050 estão dobrando o número de natalidades. Dados do mesmo instituto mostram que essa mesma população que envelheceu, em geral residem sozinhas, e mais durante o período de 20 anos elas triplicará, vide imagens abaixo produzidas pelo IBGE mostrando esse aumento populacional através da pirâmide etária. Seguem os gráficos de tal estudo:
Figura 1 - Pirâmide Etária 1980 - Fonte: IBGE
JUSTIFICATIVA
Figura 2 - Pirâmide Etári 2010 - Fonte: IBGE
Figura 3 -Pirâmide Etária 2030 - Fonte: IBGE
Figura 4 - Pirâmide tária 2050 - Fonte: IBGE
JUSTIFICATIVA
Por ser algo de uma grande magnitude que está acontecendo pela primeira vez na história brasileira, aonde desde a revolução industrial que contribuiu com o êxodo rural e a migração da população para o meio urbano, a evolução constante das tecnologias influenciando a melhoria da medicina e a segurança pública em parâmetros gerais, como a diminuição de guerras e conflitos armados, faz com o que as taxas de natalidade e mortalidade que estávamos
acostumados em períodos passados se invertam agora transformando o futuro. O Japão de acordo com a ONU foi um dos primeiros países a enfrentar esse tipo de situação, como foi publicado em um artigo pela jornalista Gabriela Ruic:
O envelhecimento populacional observado no Japão é inédito e é um fenômeno decorrente de vários fatores que incluem desde avanços no campo da saúde até a redução nas taxas de fertilidade.
Como resultado dessa combinação, o país é dono da maior expectativa de vida em todo o mundo (83,7 anos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde), mas não são raros os cidadãos japoneses que estão se tornando
centenários[...]
RUIC, Gabriela. Revista Exame, 16 de abril de 2016.
JUSTIFICATIVA
De acordo com o economista e consultor José Márcio Camargo no evento "E agora, Brasil? ”, junto com dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, “O Brasil hoje é o sétimo país mais jovem da OCDE. Daqui a 50 anos, seremos o sétimo mais velho. É muito pouco tempo. Daqui a 50 anos, nossa proporção de idosos na sociedade será comparável com a do Japão, que tem 30% de idosos. O Brasil tem 11%. ”
Com estes dados podemos nos perguntar: o Brasil está preparado para essa mudança, ou melhor se nossas políticas urbanas e projetos arquitetônicos estão preparadas para isso? Nossa norma de acessibilidade, a NBR9050, há poucos anos se tornou obrigatória, então porque não aproveitar e utilizar essa acessibilidade universal e aplicá-la diretamente na arquitetura, no urbanismo, no paisagismo e no design de interiores fazendo de forma inteligente, econômica, adaptada e funcional?
Espaços públicos voltadas para terceira idade já é um dos passos iniciais para toda essas mudanças repentinas que a
globalização nos proporcionou. O público alvo está em constante crescimento e não temos muitos meios efetivos para
auxiliar a qualidade de vida e de moradia para essa população. Abaixo temos um infográfico produzido e disponibilizado
pela PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) realizada pelo IBGE, informando o aumento de idosos que
residem sozinhos.
JUSTIFICATIVA
De acordo com o economista e consultor José Márcio Camargo no evento "E agora, Brasil?
”, junto com dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, “O Brasil hoje é o sétimo país mais jovem da OCDE. Daqui a 50 anos, seremos o sétimo mais velho. É muito pouco tempo. Daqui a 50 anos, nossa proporção de idosos na sociedade será comparável com a do Japão, que tem 30% de idosos. O Brasil tem 11%. ” Com estes dados podemos nos perguntar: o Brasil está preparado para essa mudança, ou melhor se nossas políticas urbanas e projetos arquitetônicos estão preparadas para isso?
Nossa norma de acessibilidade, a NBR9050, há poucos anos se tornou obrigatória, então porque não aproveitar e utilizar essa acessibilidade universal e aplicá-la diretamente na arquitetura, no urbanismo, no paisagismo e no design de interiores fazendo de forma inteligente, econômica, adaptada e funcional?
Espaços públicos voltadas para terceira idade já é um dos passos iniciais para toda essas mudanças repentinas que a globalização nos proporcionou. O público alvo está em
constante crescimento e não temos muitos meios efetivos para auxiliar a qualidade de vida e de moradia para essa população. Abaixo temos um infográfico produzido e disponibilizado pela PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) realizada pelo IBGE, informando o
aumento de idosos que residem sozinhos. Figura 5 – Gráfico PNAD - IBGE
Referências Projetuais
© Rasmus Hjortshøj
Praça Henning G. Kruses Escritório: BIG
Endereço: Esbjerg, Dinamarca
• Layout
• Integração Ubana com elementos da natureza.
• Espaço de convivência
Referências Projetuais
Praça da Árvore
Escritório: Lazo Arquitetura e Urbanismo Endereço: Alto Santa Teresinha, Recife - PE, Brasil
• Produção em conjunto a comunidade
• Espaço lúdico
© Pedro Celso
Referências Projetuais
Capela Ecumênica
Escritório: BNKR Arquitectura
Endereço: Cuernavaca, Morelos, México
• Paisagismo
• Materiais construtivos
• Programa de necessidade
© Jaime NavarroANÁLISE FÍSICO-FUNCIONAL
O projeto trata-se de transformar um antigo esqueleto construído utiliza seu lote como uma praça voltada para todos os públicos, mas principalmente os de terceira idade. A modificação de um projeto é algo complicado e transforma-lo em outra proposta já é por si só um grande desafio.
Uma área social voltada principalmente ao público idoso é algo mais delicado a se proporcionar. Além das legislações vigentes sobre direitos, saúde e bem-estar, há também a preocupação de como isso será realizado. O desenho universal se incorpora ao conceito projetual com tamanha pertinência, pois se integrarmos suas funções, desenvolveremos um projeto que abrangerá todos os públicos.
Pretende-se desenvolver um local aonde as normas de acessibilidades sejam aplicadas, já que tudo será feito do absoluto zero e a estrutura atual também não conta com esse tipo de apoio. Além de criar espaços de convivência social e de realização de
atividades psicomotoras cobrindo o tempo livre e atendendo as necessidades específicas desse público. Pretende-se agregar o paisagismo e a sustentabilidade, trazendo a economia energética e de recursos naturais a esse miniparque de alto nível de complexidade.
O projeto deve-se estruturar através de um programa de necessidade onde o público possa ser parte do local, mas incorporando
o essencial que é o convívio social.
ANÁLISE FÍSICO-FUNCIONAL
O terreno onde se localiza a edificação a ser reciclada, encontra-se na latitude -15.87, e longitude -48.01 na Região Administrativa do Riacho Fundo 1 no Distrito Federal. Se faz tangencialmente com uma das principais vias do DF a Estrada Parque Núcleo Bandeirante – EPNB, ficando a 19,8 km do centro do eixo rodoviário de Brasília. E localizando-se a 1,3 km da Administração Regional do Riacho Fundo.
Com infraestrutura atualizada, com calçadas e ciclovias em estado regular, iluminação públicas atendendo as necessidades básicas, parques e pontos de encontros comunitários. Topografia de nível regular com poucos aclives e declives, vegetação rasteira e árvores com características do cerrado.
Contando com acesso a vias de trânsito rápido, vias coletoras arteriais e locais. Disponibilizando uma ótima topoceptividade em relação a outros locais da região.
Conta com uma ciclovia principal, aonde praticantes de esportes da cidade frequentam e até mesmo pessoas que queiram apreciar a cidade vão fazer suas caminhadas. Em torno dessa ciclovia temos vários quiosques aonde a população se reúne para desfrutar de um lanche ou mesmo da companhia dos amigos.
O local é um dos principais meios de acesso à cidade, fazendo com que todos que a frequentam passem por ali pelo menos uma vez.
Lote e Condicionantes
Quadra nº 1 do Riacho Fundo 1 ao lado da praça Sucupira e em frente ao 21º Grupamento de Bombeiros Militar do Distrito Federal.
N
Implantação
EPNB
N
Sistema de atividades
O edifício encontra-se em um dos pontos principais de entrada do Riacho Fundo 1e. Logo em frente temos um batalhão do Corpo de Bombeiros do DF. O Entorno do edifício é bem estruturado em questão de mobiliário e equipamentos urbanos, temos PEC’s – Pontos de encontros coletivos, praças, quadras poliesportivas, pontos de paradas de ônibus, posto de saúde, escolas.
O centro da cidade é de fácil acesso a partir do local escolhido, incorporando o meio social com feiras,
biblioteca, órgãos públicos e o comercio local. Contando com sistemas de ciclovias e pontos de faixa de pedestres em locais essenciais.
Figura 11 - Estrutura do estudo– Fonte: SEGETH
Sistema de atividades
Figura 12 - Equipamentos Urbanos - Fonte: SEGETH
Topografia
A topografia do terreno é relativamente plana, uma das características do planalto central, com poucos desníveis e com uma vegetação rasteira proveniente do cerrado.
Observa-se a pouca necessidade de movimentação do solo ou a retirada de vegetações de maior porte para efetuação das obras no local.
Figura 13 - Curvas de níveis 1m - Fonte: SEGETH
Situação Atual
Através de pesquisa
de campo e
fotografias podemos analisar como está a real situação do
lote.
Assim temos a percepção geral do local e como se
comportará a
implantação
projetual proposta
Figura 14 - Fachada Frontal - Fonte:Acervo Pessoal
Figura 15 - Fachada Lateral Direita - Fonte:
Acervo Pessoal
Figura 16 - Estrutura Lateral Esquerda - Fonte: Acervo Pessoal
Partido Arquitetônico
A vida passa por nossos olhos, o tempo em alguns momentos torna-se mais rápido e em outros mais devagar. Mas o que importa é como gastamos nosso tempo.
A ampulheta é um dos primeiros objetos criados pelo ser humano para marcar o tempo.
Mas seríamos nos capazes de parar o tempo? Um segundo que seja para que possamos usufruir de uma música ou de um bom livro ou de conversas com quem amamos.
A ampulheta de certa forma representa a vida e ainda mais, nos mostra que a vida são ciclos, e
que basta apenas mudarmos nossos ponto de vista para um determinado objetivo, mas como
dizia nosso grande compositor e cantor Cazuza, “O Tempo não para.”
Storyboard
Storyboard
Programa de Necessidades e Organograma
• Administração
• Banheiros
• Espaços de Convivência
• Jardins
• Playground
• Salão Comunitário
• Templo Ecumênico
Programa de Necessidades e
Organograma
Planta Baixa
Templo Ecumênico
Administração Salão
Comunitário
Playground
Eixo viário
Residências
Área de
menor ruído
Área de
maior ruído
Banheiro
Corte
Corte
Administração
Banheiros
Centro Ecumênico
Salão Comunitário
Sistema Construtivo
Qual?
-Casca de concreto Porque?
-Versatilidade -Flexibilidade
-Materiais de fácil acesso.
Vantagens
-Utilizada em grandes vãos por resistirem a esforços de
compressão e
momentos de flexão.
Desvantagens
-Necessita de mão de obra especializada e um nível de
gerenciamento de obra detalhado.
Casca de Félix Candela. Image: Alexander Eisenschmidt
Parâmetros Bioclimáticos
Vegetação típica do cerrado.
Clima tropical Normalmente duas
estações bem
definidas: uma temporada de seca (de maio a setembro) e outra temporada chuvosa (de outubro a abril). No período de estiagem a humidade relativa fica em média de 20% podendo ser reduzida.
O vento diurno é predominantemente Nordeste e Leste,
enquanto que os ventos noturnos foram de Sul e Sudeste.
Quando há ventos de
maior intensidade eles
são em maioria das
vezes do Oeste ou
Nordeste.
Renders
Renders
Detalhes
Lixeira Jardim
Luminária balizadora
Banco templo
ecumênico com oratório
Detalhes
Banco Praça Cine
Gira-gira inclusivo
Balanço inclusivo
Sugestão de feira
Bibliografia
Estatuto do Idoso - Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/L10.741compilado.htm . Acesso 12 de setembro de 2018, 23:15.
Carta de Veneza – Iphan. Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Carta%20de%20Veneza%201964.pdf . Acesso 12 de setembro de 2018, 21:52.
Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo do Distrito Federal– Luos-DF. Disponível
em: http://www.segeth.df.gov.br/wp-
conteudo/uploads/joomla/4ec49f6c2a50ec4300aaf155500b9f1f.pdf . Acesso 11 de outubro de 2018, 13:55.
RESOLUÇÃO - RDC Nº 283, DE 26 DE SETEMBRO DE 2005 – Anvisa. Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2005/res0283_26_09_2005.html . Acesso 20 de setembro de 2018, 22:10.
Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/Lei/L13146.htm#art45 . Acesso 20 de setembro de 2018, 21:50.
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content/uploads/2016/01/universal_web-1.pdf . Acesso em 14 de setembro de 2018, 23:28.
ClimaTempo, Análise dos ventos de Brasília. Disponível em:
https://www.climatempo.com.br/vento/cidade/61/brasilia-df Acesso em 14 de outubro de 2018, 22:40.
ADunicamp, Vila Conviver, Novo conceito de moradia para quem tem mais de 50 anos.
Disponivel em: http://www.adunicamp.org.br/wp-
content/uploads/2018/03/boletim_ADU_VC_2018_vila_conviver_novo_conceito_de_morad ia_para_quem_tem_mais_de_50_anos_web_01.pdf. Acesso em 10 de outubro de 2018, 01:22.
Viva bem, NADA DE ASILO Novos modelos de moradia estimulam a vida em comunidade na terceira idade e dão um chega pra lá na solidão. Disponível em:
http://vivabem.uol.com.br/especiais/idoso-velhice-cohousing/index.htm#primeira-
cohousing-para-idosos-do-brasil-ja-esta-com-inscricoes-encerradas. Acesso em 10 de outubro de 2018, 00:41.
Bibliografia
Habitação colaborativa para idosos é tendência internacional. Disponível em:
http://infograficos.estadao.com.br/focas/planeje-sua-vida/habitacao-colaborativa- para-idosos-e-tendencia-internacional. Acesso em 10 de outubro de 2018, 4:20.
Pensamento Verde. Você conhece os três pilares da sustentabilidade? Disponível em: https://www.pensamentoverde.com.br/sustentabilidade/voce-conhece-os- tres-pilares-da-sustentabilidade/. Acesso 27 de setembro de 2018, 23:12.
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JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
LAWSON, Bryan. Como arquitetos e designers pensam. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
ZABALBEASCOA, Anatxu. Tudo sobre a casa. São Paulo: Gustavo Gili, 2013.
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McCAMANT, Kathryn; DURRETT, Charles. Creating Cohousing: Building Sustainable Communities. Gabriola Island – Canadá: New Society Publishes, 2011.
CARLETTO, Ana Claudia; CAMBIAGHI Silvana. Desenho Universal - Um Conceito Para Todos, sem data.