CONFLITOS PELO USO DA ÁGUA NO ESTADO DA PARAÍBA: Alguns exemplos do Sertão paraibano.

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Diego Bruno Silva de Oliveira¹ Profº. Dr. Bartolomeu Israel de Souza² Tássio Barreto Cunha³

¹Graduado em Geografia/UFPB – diego_gepat@yahoo.com.br; ²Graduado em Geografia/UFPB – tassiocunha@hotmail.com; ³Profº Dr. do DGEOC-PPGG em Geografia/UFPB – bartoisrael@yahoo.com.br.

CONFLITOS PELO USO DA ÁGUA NO ESTADO DA PARAÍBA: Alguns exemplos do Sertão paraibano.

1. INTRODUÇÃO

Durante séculos o mundo passou e sofreu pelas mais diversas guerras, as quais tiveram os mais variados objetivos, embora a maioria deles tenha pouco, ou quase nenhum sentido. Passamos por guerras pela conquista de territórios, por questões étnicas ou religiosas, por petróleo (atualmente alguns países ainda enfrentam esta) ou simplesmente para satisfazer, ou tornar visível a supremacia de determinadas nações, entretanto hoje a humanidade caminha cada vez mais rápido para uma guerra por algo que antes acreditávamos ser um recurso infinito, a água.

Apesar de o planeta Terra ser apelidado de “planeta azul”, pela enorme quantidade de água, esta na sua maioria não é adequada para o consumo humano, uma vez que a maior parte das águas encontradas no nosso planeta localizam-se nos oceanos, que totalizam cerca de 97,5% do total das águas no planeta, restando apenas 2,5% para satisfazer as necessidades humanas e animais que, na sua grande maioria, situa-se nas geleiras ou em regiões subterrâneas, aqüíferos. Somente 0,4% das águas doces do nosso planeta encontram-se em rios, lagos e na atmosfera, sendo estas de fácil acesso ao consumo humano.

Quando fazemos um comparativo da realidade mundial com o Brasil, veremos que nossa realidade não é tão diferente desta. Sabemos que o Brasil se destaca pelo seu grande potencial hídrico, que representa 53% da produção de água doce do continente sul-americano e 12% do total mundial.

No entanto, não podemos pensar nestas águas de um modo geral, como um todo, uma vez que estas estão distribuídas de forma desigual em todo o território nacional. Este fato torna-se evidente quando observamos que, a densidade de população dominante é de menos de 2 a 5 hab/km2 na região amazônica, onde a produção hídrica – Amazonas e Tocantins – é

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de 78% do total. Já na Bacia do Rio São Francisco, que corresponde a 1,7% da produção hídrica, a sua densidade de população dominante varia de 5 a 25 hab/Km2.

Apesar do que expusemos anteriormente, os problemas de abastecimento de água no Brasil decorrem, fundamentalmente, da combinação do crescimento exagerado das demandas localizadas e da degradação da qualidade das águas, em níveis nunca imaginados.

Esse quadro é uma conseqüência da expansão desordenada dos processos de urbanização e industrialização, verificada a partir da década de 1950 (REBOUÇAS, 2006).

Por outro lado, a escassez de água e a perda de sua qualidade geraram nas últimas décadas um número crescente de conflitos pelo seu domínio, evidenciando fraquezas no sistema normativo de regularização do seu uso, ou até mesmo, ausência total do gerenciamento.

Segundo PETRELLA (2002, p. 64):

O número e a intensidade crescentes dos conflitos são sinais da fraqueza do sistema normativo coletivo e implicam numa fragmentação importante das relações entre os grupos sociais e interesses constituídos. Quanto mais uma sociedade permite que os interesses corporativistas de indivíduos e grupos se tornem à base de sua própria organização e o princípio que inspira seu funcionamento, tanto mais poderemos esperar que haja uma multiplicação e intensificação de conflitos.

É a partir desta realidade que passaremos a analisar nos capítulos a seguir os crescentes conflitos que passaram a existir no mundo, no Brasil e com mais ênfase, na Paraíba, dando destaque aos conflitos gerados em torno do direito do uso das águas do Canal da Redenção pelos moradores dos acampamentos Verdes.

2. OBJETIVOS

2.1. Geral

 Analisar o conflito pelo direito do uso da água do Canal da Redenção, entre os agricultores do Acampamento Verdes e o órgão gestor dos recursos hídricos do Estado da Paraíba, AESA.

2.2. Específicos

 Identificar quais são os atores envolvidos no conflito, bem como seus atos e intenções.

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3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Esta pesquisa foi elaborada através da leitura do método geopolítico de analises, fundamentando-se no francês THUAL (1996). Este método tem por objetivo observar todos os elementos envolvidos no conflito num espaço concreto como produto das intenções e o que se procura é sua intencionalidade, observada através de uma escala temporal classificando-as em objetivos de curto e longo prazo.

Esta proposta foi adaptada por VIANNA (2002), que elaborou a forma triangular representada abaixo, com o objetivo de realizar uma analise dos três eixos em pares dialéticos.

1 (ESPAÇO) Inscrição Espacial

2 (INTENÇÕES) 3 (TEMPO) Comportamentos, acontecimentos, fatos. Analise de longo período.

A inscrição espacial dos fenômenos significa delimitar o lugar de realização das intenções dos atores envolvidos no conflito.

As intenções definem quais os objetivos de cada um dos atores envolvidos no conflito, mostrando assim, como suas ações influenciam o processo de luta no decorrer do tempo e quais são as suas conseqüências.

É no tempo onde ocorre uma contextualização histórica do conflito, quais os motivos que levaram a este acontecimento, quais foram as medidas tomadas a curto, médio e longo prazo, todas estas dentro de uma escala temporal.

Pesquisa de campo:

Foram realizadas duas viagens de campo ao local de estudo. Foi na primeira viagem, onde tomamos conhecimento da existência do Acampamento Verdes, localizado as margens do Canal da Redenção, no limite entre os Municípios de Sousa e Aparecida, ambos na Paraíba, este acampamento despertou nossa atenção pela sua forma de ocupação e sua situação precária.

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Neste primeiro momento procuramos obter algumas informações básicas sobre este acampamento, como, há quanto tempo eles estavam naquele local, quais terras eles estavam lutando, se recebiam algum tipo de ajuda, seja do MST, da CPT, ou até mesmo de outros assentamentos.

Consulta Bibliográfica:

Algumas leituras tiveram um papel importante para a fundamentação teórica, como a leitura dos livros, O MANIFESTO DA ÁGUA, argumentos para um contrato mundial, e ÁGUAS DOCES NO BRASIL, capital ecológico, uso e conservação. Outros desempenharam um papel fundamental na coleta de informações e dados relacionados ao tema em estudo, como, O ATLAS DA ÁGUA, que traz informações riquíssimas.

Além das consultas feitas nos livros, também foi de grande importância a leitura dos trabalhos já concluídos de alguns colegas de pesquisa, como as monografias, CONFLITOS PELO USO DA ÁGUA ENVOLVENDO A BARRAGEM MANOEL NOVAIS (MIRORÓS) - O caso dos irrigantes no município de Itaguaçu da Bahia (Tássio Barreto Cunha);CONFLITO PELO USO DAS ÁGUAS DO AÇUDE SÃO FRANCISCO II (José Yure Gomes dos Santos); CONFLITO PELO USO DA ÁGUA DO CANAL DA REDENÇÃO – Assentamento Acauã – Aparecida – PB (Valéria Raquel Porto de Lima), e a tese de mestrado, CONFLITO PELO USO DA ÁGUA DO AÇUDE EPITÁCIO PESSOA (BOQUEIRÃO) – PB (Franklyn Barbosa de Brito).

4. CONFLITOS PELO USO DA ÁGUA NA PARAÍBA: Alguns exemplos do Sertão paraibano.

Mais de 90% do território brasileiro recebe uma média anual de mil a mais de três mil mm. No entanto, nos restam ainda 10% deste território que são contemplados com uma quantidade bem inferior, entre 300 e 800 mm/ano, e é neste contexto que se encontra o semi-árido da região Nordeste.

No que tange a nossa “abundância”, Rebouças (1997, p. 128) explica que:

Para alguns, a nossa abundância é caracterizada pela pluviometria que cai sobre a maior parte do território brasileiro, alimentando uma das mais extensas e densas redes hidrográficas do mundo, cuja descarga total é da ordem de 5.619 km3/ano, ou seja, 14% do total mundial.

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Desta forma fica claro que não podemos analisar a questão da água em determinada região tendo como base o simples balanço entre oferta e demanda, devem-se levar em consideração alguns outros fatores, como as peculiaridades geoambientais e sócio-culturais, com o objetivo de garantir qualidade de vida das pessoas que vivem nessas regiões, sem esquecer, é claro, que este desenvolvimento deve ser sustentável, deixando transparecer que tão importante quanto a qualidade de vida destas pessoas é a conservação de suas reservas naturais, que assumirá esta mesma importância para as gerações futuras.

Neste contexto, e tendo como base a história política do Brasil, em especial a do Nordeste, mais grave que a seca nesta região, tem sido a forma como as pessoas lidam com esta situação, principalmente os políticos, que por muitos anos incentivaram, e cultivaram uma

cultura das secas” na região Nordeste.

Embora as condições físico-climáticas predominantes na região Nordeste, possam, relativamente dificultar a vida, exigindo uma maior complexidade e responsabilidade na gestão dos recursos naturais, principalmente a água, tem-se observado nos últimos anos, a partir de uma análise mais crítica da política local, que estas condições não podem ser responsabilizadas pelo quadro de pobreza amplamente manipulado e sofridamente tolerado.

Rebouças (1997, p. 128) explica que: “o que mais falta no semi-árido do Nordeste brasileiro não é água, mas determinado padrão cultural que agregue confiança e melhore a eficiência das organizações públicas e privadas no negócio da água.”

O combate contra as secas na região Nordeste se deu de muitas formas, mesmo que algumas destas ações tenham sido pouco eficientes. O que se pode concluir ao observar a realidade do Nordeste é que, o principal viés de enfrentamento contra a questão climática tem sido a construção de açudes e barragens por todo o seu território.

É seguindo este posicionamento ideológico que o Canal da Redenção foi construído, com o financiamento do Governo Estadual, no que foi denominado Plano das Águas. Este canal de transposição possui uma extensão de 37 km e uma vazão de 4.000 l/s, atingindo os municípios de Coremas, São José da Lagoa Tapada e Aparecida.

O seu objetivo era transpor a água até o projeto das Várzeas de Sousa, que iria beneficiar 80.000 habitantes, entre os municípios de Sousa e Aparecida.

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O projeto das Várzeas de Sousa foi lançado pelo Governo da Paraíba em 1998, através de uma parceria entre o Governo Federal, por meio do Ministério da Integração Nacional, e o Governo do Estado da Paraíba.

Desde o seu término em 1998 até os dias atuais, as águas do Canal da Redenção vêm sendo objeto de disputa entre alguns acampamentos e assentamentos da região, dos quais o mais antigo encontra-se no assentamento Acauã.

Com a construção do Canal da Redenção, os moradores desta região, e principalmente do assentamento Acauã, que tiveram suas terras cortadas por cerca de 11 km pelo Canal, viram a possibilidade de usar estas águas para desenvolver seu território.

No entanto, desde sua conclusão, as águas do Canal da Redenção têm sido usadas sobre entraves legais para a irrigação e abastecimento do Assentamento Acauã, enquanto os agricultores das terras privadas a utilizam sem qualquer tipo de restrição ou fiscalização.

Para contornar uma das grandes dificuldades do assentamento Acauã, que era a questão da água, que castigava toda a região do semi-árido, adotou-se o modelo de irrigação alternativo, chamado mandala, para realização da agricultura familiar de subsistência. Até 2006 contava-se sessenta e três mandalas de fundo de quintal no assentamento Acauã, estas eram abastecidas pelas águas do Canal da Redenção, quando não ocorria fiscalização por parte da AESA.

Outra forma encontrada pelos assentados para diminuir o efeito das secas foi a construção das cisternas de placas. Desta forma, eles garantem água de beber de boa qualidade nos períodos de estiagem. As cisternas de placas foram construídas através do programa Um Milhão de Cisternas do Governo Federal, que teve início em 2004, com o apoio da Articulação do Semi-Árido (ASA). O assentamento ainda conta com uma barragem subterrânea, que de acordo com LIMA (2006): “é considerada uma área de cultivo coletiva”.

Outro conflito, também na mesma região encontra-se no Acampamento Verdes.

Localizado às margens do Canal da Redenção, o acampamento Verdes situa-se nas proximidades do assentamento Acauã. Pela sua similaridade ao assentamento Acauã, o acampamento Verdes foi denominado como uma (re)produção da luta travada pelos assentados de Acauã, que conquistaram as terras, mas só tiveram o acesso a água mais tarde.

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O acampamento Verdes teve seu início no dia 23 de fevereiro de 2006, onde constava no projeto inicial a participação de 195 famílias. Após três meses de sua instalação no local, o acampamento foi descoberto pelo GEPAT, que o estuda desde então.

É pela necessidade da terra, e das condições mínimas que se faz necessário para torná-la suscetível ao desenvolvimento agrário – a água, que os agricultores viram na localidade onde se encontrava as terras a possibilidade de obter estes dois recursos, que numa região como a do semi-árido, torna-se imprescindível para a sobrevivência no campo.

A maioria dos conflitos de terra do Sertão, desenvolve-se em torno da área seca de um açude público, ou seja, em função de dois recursos naturais fundamentais à sobrevivência humana no semi-árido: a água e a terra. (MOREIRA; TARGINO, 1997 apud LIMA, 2006)

Embora o projeto inicial do acampamento contasse com 195 famílias inscritas, após três meses este número foi reduzido drasticamente, restando apenas 31 famílias. A maioria das famílias que formaram o acampamento era natural de Aparecida, sendo apenas quatro delas de Sousa.

As terras que vinham sendo disputadas pelos acampados era de propriedade do fazendeiro Manoel Raquel. Sua fazenda tinha uma área total de 780 ha, que estavam distribuídos dos dois lados do Canal da Redenção.

O interesse dos acampados nestas terras se dava pela sua localização, na área de influência do Canal da Redenção. Outro fator importante para a escolha desta terra é que ela era tida como improdutiva, sendo utilizados apenas alguns hectares para a plantação de coco.

Embora os moradores do acampamento Verdes já tivessem sido expulsos outras vezes do acampamento, no mês de abril de 2009, eles não resistiram a mais uma investida, e a mais violenta delas, foi neste mês, quando o acampamento não tinha nenhum de seus integrantes presente, que todas as barracas foram queimadas com todos os objetos que havia dentro, restando apenas às cinzas, restos de lonas e o resto de uma propriedade.

Este fato, associado a informações de que as terras da fazenda já tinham sido vendidas pelo seu antigo dono para um proprietário que os acampados desconheciam, e que este também já teria vendido a fazenda, que agora, estaria de posse do atual prefeito da cidade de Patos, Sr. Nabor Wanderley da Nóbrega Filho. Este jogo de interesse, mostra na realidade que estas grandes obras servem, na maioria das vezes para quem detêm o capital, sejam eles, latifundiários, empresários ou como neste caso, políticos.

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Sobre a venda das terras um dos lideres do acampamento se mostra bastante indignado, afirmando que: “o fazendeiro não vendeu as terras ao INCRA! Porque é o INCRA quem melhor compra as terras” (informação verbal).

Apesar do sonho dos acampados de conquistarem as terras tenha sido destruído, pelo menos temporariamente, os moradores do acampamento Verdes ainda mostram-se vivos na sua luta, eles continuam se reunindo, agora nas terras que foram cedidas por um fazendeiro da região, para reorganizar seus objetivos, que atualmente é conquistar outra propriedade, que segundo Sr. José Alves é rica em água subterrânea.

Percebemos que nesta região, a água tem sido o principal norteador para as famílias que desejam um dia ter sua pequena propriedade, é ela que, atualmente, tem apontado para as terras que devem ser ocupadas.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Fica claro que a água, principalmente para regiões como a do semi-árido, se constitui como um elemento estratégico para seu desenvolvimento, fazendo com que este recurso esteja sempre no centro das disputas, sendo de grande importância para a sobrevivência dos agropecuaristas, quer sejam pequenos ou grandes, embora como regra este último grupo, historicamente, tenha se apossado tanto da terra como da água, o que ainda permanece nos dias atuais.

O Canal da Redenção ao transpor as águas de Coremas para o município de Aparecida, não trouxe somente as águas para esta região, mas também a esperança de que com esta, viria à oportunidade de sua utilização para tornar possível um maior desenvolvimento econômico dos agricultores, possibilitando sua permanência e sobrevivência no campo.

O assentamento Acauã viu no Canal da Redenção a chance de poder constituir um território munido de água. A luta pela terra neste assentamento não foi pura e simplesmente aleatória, se não fosse pelo fato das águas do Canal da Redenção passarem por dentro dos limites da Fazenda Acauã, talvez o território ocupado pelos assentados fosse outro que, supostamente, também os oferecesse este recurso. Na realidade tem sido a água, seja ela um recurso natural ou na forma de recursos hídricos, quem traça os melhores caminhos e

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oportunidades a serem seguidos numa determinada região, particularmente quando se trata de territórios localizados em zonas de clima seco.

Assim como o assentamento Acauã, o acampamento Verdes, embora não tenha conquistado as terras, viu na fazenda do antigo proprietário Sr. Manoel Raquel as condições necessárias para seu o desenvolvimento. Esta fazenda, assim como a Acauã, era cortada pelas águas do Canal da Redenção, que mais uma vez definia qual território seria ocupado.

Desta forma, percebemos que cada vez mais os moradores destas regiões entendem que o acesso a água e a terra, no semi-árido nordestino, são indissociáveis.

Concluímos então que, assim como a distribuição das terras no Brasil se deu de forma desigual e discriminatória, também segue este rumo à utilização das águas, seja por meio de outorgas ou simplesmente clandestinamente, quando os órgãos que existem para pôr em prática a fiscalização não o fazem.

Estas grandes obras, como as de transposições tem servido, com muito mais facilidade para o surgimento de “Senhores das Águas” locais. Neste sentido deve-se observar e estudar os conflitos em torno do Canal da Redenção, como exemplos em menor escala, para possíveis conflitos pelas águas da Transposição do Rio São Francisco.

6. BIBLIOGRAFIA

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