11/28/2012 ULTRA SOM. Professora : Ms. Rubia Dutra BIOFÍSICA 1) PROPAGAÇÃO

Texto

(1)

ULTRA SOM

Professora : Ms. Rubia Dutra

ULTRA SOM

ULTRA SOM

BIOFÍSICA

1) PROPAGAÇÃO

 As ondas sonoras necessitam de um meio para se As ondas sonoras necessitam de um meio para se

propagarem (líquidos, gases, e sólidos). propagarem (líquidos, gases, e sólidos).

Não se propagam no vácuo. Não se propagam no vácuo.



 AA velocidadevelocidade dada ondaonda ultraultra sônicasônica éé inversamenteinversamente

proporcional

proporcional àà compressibilidadecompressibilidade dede seuseu meiomeio dede propagaçãopropagação

(Guirro

(2)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

3

3) INTERFACES: ) INTERFACES:



 DiferentesDiferentes estruturasestruturas porpor ondeonde trafegamtrafegam asas ondasondas ultraultra somsom

(ar,

(ar, substânciasubstância dede acoplamento,acoplamento, pele,pele, tecidotecido conjuntivo,conjuntivo, músculos,

músculos, ossos)ossos);;



 Possuem impedância acústica diferentesPossuem impedância acústica diferentes

4

4) IMPEDÂNCIA ACÚSTICA) IMPEDÂNCIA ACÚSTICA

ULTRA SOM

ULTRA SOM

5) REFLEXÃO 5) REFLEXÃO



 AA ondaonda emitidaemitida voltavolta aoao meiomeio dede origem,origem, conservandoconservando suasua

freqüência

freqüência ee velocidadevelocidade

raio incidente raio refletido superfície

 Ocorre com impedância acústica diferente nos meios(Guirro &

(3)

6

6) REFRAÇÃO) REFRAÇÃO

Penetra no tecido ou interface à um ângulo (ângulo de Penetra no tecido ou interface à um ângulo (ângulo de

incidência) e sai destes a um ângulo diferente (ângulo de incidência) e sai destes a um ângulo diferente (ângulo de refração).

refração).

raio incidente

raio incidente I raio refletidoI raio refletido

meio meio 11 meio meio 22 raio refratado raio refratado  RfRf

-- Ângulo de incidência > Ângulo de incidência > 1515º º -- refraçãorefração

ULTRA SOM

ULTRA SOM

7

7) ABSORÇÃO) ABSORÇÃO



 Capacidade de retenção acústica Capacidade de retenção acústica -- Efeito JouleEfeito Joule 

 As proteínas são as que mais absorvem a energia ultra sônica As proteínas são as que mais absorvem a energia ultra sônica

(Guirro & Guirro,

(Guirro & Guirro, 19961996; Kottke & Lehmann, ; Kottke & Lehmann, 19941994; Young, ; Young, 19981998; Garcia, ; Garcia, 19981998)) 

 QuantoQuanto maiormaior aa freqüênciafreqüência dodo ultraultra somsom (menor(menor oo

comprimento

comprimento dede onda)onda) maiormaior aa absorçãoabsorção

menor

(4)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM



 Quanto maior a temperatura maior a absorção Quanto maior a temperatura maior a absorção (Furini & Longo, (Furini & Longo, 1996

1996)) 

 Segundo Furini & Longo (Segundo Furini & Longo (19961996) quando se resfria a área a ) quando se resfria a área a

tratar diminui

tratar diminui--se a absorção e aumentase a absorção e aumenta--se a penetraçãose a penetração



 Andrews e col (Andrews e col (20002000), discordam alegando que o US é melhor ), discordam alegando que o US é melhor

transmitido em tecidos mais densos transmitido em tecidos mais densos



 Rodrigues (Rodrigues (19951995) afirma que o gelo pode ser usado em ) afirma que o gelo pode ser usado em

afecções onde o US contínuo é contra

(5)

8

8) ATENUAÇÃO) ATENUAÇÃO



 QuandoQuando sese temtem aa penetraçãopenetração dada ondaonda ultraultra sônica,sônica, teremosteremos

perdas

perdas nana capacidadecapacidade terapêuticaterapêutica dodo ultraultra somsom



 CausadaCausada pelapela difusãodifusão dede somsom emem umauma meiomeio heterogêneo,heterogêneo, pelapela

reflexão

reflexão ee refraçãorefração nasnas interfacesinterfaces ee pelapela absorçãoabsorção dodo meiomeio..

ULTRA SOM

ULTRA SOM

12

12) CAVITAÇÃO) CAVITAÇÃO(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Kottke & Lehmann, ; Kottke & Lehmann, 19941994; Young, ; Young, 19981998; Garcia, ; Garcia, 19981998))

-- Estável Estável -- InstávelInstável

(6)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

PELE GORDURA MÚSCULO OSSO 13

13) ONDAS ESTACIONÁRIAS ) ONDAS ESTACIONÁRIAS (Kottke & Lehmann, (Kottke & Lehmann, 19941994; Young, ; Young, 19981998))

(7)



 PROPRIEDADES DO ULTRA SOM TERAPÊUTICOPROPRIEDADES DO ULTRA SOM TERAPÊUTICO

-- Área de Radiação Efetiva (ERA) Área de Radiação Efetiva (ERA) -- onde há emissão de ondas onde há emissão de ondas sonoras sonoras ULTRA SOM PZT ERA ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

(8)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Cabeçote sempre acoplado ao ser ligado o ultra somCabeçote sempre acoplado ao ser ligado o ultra som

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Freqüências do ultra som terapêutico:Freqüências do ultra som terapêutico: *

* 1 1 Mhz Mhz -- Lesões profundasLesões profundas *

* 3 3 Mhz Mhz -- Lesões superficiaisLesões superficiais *

* 5 5 Mhz Mhz -- ????????????????????????????????????????

-

Penetração em média :Penetração em média : *

* 1 1 Mhz * Mhz * 3 3 Mhz Mhz

-- 3 3 a a 4 4 cmcm(Hoogland, (Hoogland, 19861986) ) ; ou; ou -- 1 1 ou ou 2 2 cm cm (Hoogland, (Hoogland, 19861986; Draper, ; Draper, 19961996)); ou; ou

(9)

9) PROFUNDIDADE DE PENETRAÇÃO Até 10 % de sua intensidade original -- Tabela de Profundidade de Penetração.Tabela de Profundidade de Penetração.

MEIO

MEIO 1 1 MHz MHz 33MHzMHz -- Tecido ósseoTecido ósseo 7 7 mmmm --- --- PelePele 37 37 mmmm 12 12 mmmm

-- CartilagemCartilagem 20 20 mmmm 7 7 mmmm

-- Tecido tendinoso Tecido tendinoso 21 21 mm mm 7 7 mmmm

-- Tecido muscular: Tecido muscular: 30 30 mm mm 10 10 mm mm -- Feixe perpend.Feixe perpend. 82

82 mm mm 10 10 mm mm -- Feixe paraleloFeixe paralelo

(10)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Regime de emissão de Ultra Som: Regime de emissão de Ultra Som: * Contínuo * Contínuo * Pulsado * Pulsado CARACTERÍSTICAS: CARACTERÍSTICAS:

Modo Contínuo Modo Pulsado Modo Contínuo Modo Pulsado

* Ondas sônicas contínuas * Ondas sônicas pulsadas * Ondas sônicas contínuas * Ondas sônicas pulsadas * Sem modulação * Modulação em amplitude * Sem modulação * Modulação em amplitude * Efeito térmico * Efeito térmico minimizado * Efeito térmico * Efeito térmico minimizado

ULTRA SOM

ULTRA SOM

Quando usar:

Quando usar:

1) US pulsado

1) US pulsado -- quando calor produz dor ou afecção é

quando calor produz dor ou afecção é

aguda; regeneração tecidual

aguda; regeneração tecidual

2) US contínuo

2) US contínuo -- quando necessário efeito térmico ou a

quando necessário efeito térmico ou a

afecção é crônica.

(11)

--•• Quase todos os aparelhos de ultra som tem uma Quase todos os aparelhos de ultra som tem uma frequëncia de repetição dos pulsos (no modo frequëncia de repetição dos pulsos (no modo pulsado) fixa em

pulsado) fixa em 100 100 Hz Hz

•• Em alguns aparelhos microprocessados podeEm alguns aparelhos microprocessados pode--se se encontrar frequëncias de

encontrar frequëncias de 16 16 Hz e Hz e 48 48 Hz.Hz.

•• O modo pulsado pode ajustarO modo pulsado pode ajustar--se segundo a relação se segundo a relação entre a duração do pulso e o período de repetição entre a duração do pulso e o período de repetição dos pulsos (

dos pulsos (11::55, , 11::1010, :, :11::2020, etc), etc)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Exemplo de Período de Repetição dos PulsosExemplo de Período de Repetição dos Pulsos

(12)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

 - Balança Acústica !!! (Guirro et al., Guirro et al., 19961996))

ULTRA SOM

ULTRA SOM

Cone metálico Suporte Trandutor 0.000 gr. H2O

ULTRA SOM

ULTRA SOM



 EFEITOS FISIOLÓGICOSEFEITOS FISIOLÓGICOS

1

1) Efeito mecânico ) Efeito mecânico (Kottke & Lehmann, (Kottke & Lehmann, 19941994; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Garcia, ; Garcia, 19981998))

2

2) Aumento da permeabilidade da membrana ) Aumento da permeabilidade da membrana (Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Garcia, ; Garcia, 19981998; ; Kottke & Lehmann,

Kottke & Lehmann, 19941994; Young, ; Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986))

3

3)) EfeitoEfeito térmicostérmicos(Michlovitz,(Michlovitz, 19961996;; KottkeKottke && Lehmann,Lehmann, 19941994;; Hoogland,Hoogland, 19861986;; Garcia,Garcia, 19981998;; Young,Young, 19981998))

4

4)) AçãoAção reflexareflexa(Guirro(Guirro && Guirro,Guirro, 19961996;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

5

(13)

6

6) Ação tixotrópica) Ação tixotrópica (Gutman, (Gutman, 19891989; Kottke & Lehmann, ; Kottke & Lehmann, 19941994; Hoogland, ; Hoogland, 19861986))

ULTRA SOM

ULTRA SOM

7

7) Vasodilatação ) Vasodilatação (Michlovitz, (Michlovitz, 19961996; Guyton, ; Guyton, 19881988; Gugirro & Guirro, ; Gugirro & Guirro, 19961996; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Garcia, ; Garcia, 19981998))

8

(14)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

9

9) Liberação de substâncias ativas farmacológicas

) Liberação de substâncias ativas farmacológicas

(Michlovitz, (Michlovitz, 1996

1996; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Young, ; Young, 19981998))

10

10)) Elevação

Elevação dos

dos níveis

níveis intracelulares

intracelulares de

de cálcio

cálcio

(Guirro(Guirro && Guirro,Guirro, 1996

1996;; Young,Young, 19981998))

11

11)) Aumento

Aumento das

das atividades

atividades dos

dos fibroblastos

fibroblastos

(Young,(Young, 19981998))

12

12)) Aumento

Aumento da

da síntese

síntese de

de colágeno

colágeno

(Guirro(Guirro && Guirro,Guirro, 19961996;; Young,Young, 19981998))

13

13) Aumento da síntese de proteína

) Aumento da síntese de proteína

(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998))

ULTRA SOM

ULTRA SOM

14

14) Estimulação da angiogênese ) Estimulação da angiogênese (Young, (Young, 19981998))

15

15) Aumenta as propriedades viscoelásticas dos tecidos ) Aumenta as propriedades viscoelásticas dos tecidos conjuntivos e ricos em colágeno

(15)





EFEITOS TERAPÊUTICOS

EFEITOS TERAPÊUTICOS

1

1) Anti

) Anti--inflamatório

inflamatório

(Kottke & Lehmann, (Kottke & Lehmann, 19941994; Guirro & Guirro, ; Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Gonçalves & Parizotto, ; Gonçalves & Parizotto, 1998

1998))

-- Inicialmente acelera o processo

Inicialmente acelera o processo

-- Liberação de histamina

Liberação de histamina

-- Liberação de grânulos p/ macrófragos (quimiotaxia)

Liberação de grânulos p/ macrófragos (quimiotaxia)

-- Alteração na migração e função leucocitária

Alteração na migração e função leucocitária

-- Aumento da ação fagocitária dos monócitos

Aumento da ação fagocitária dos monócitos

ULTRA SOM

ULTRA SOM

2

2)) Analgésico

Analgésico

(Kottke & Lehmann, (Kottke & Lehmann, 19941994; Hoogland, ; Hoogland, 19861986))

-- aumento de limiar, eliminação de mediadores da dor,

aumento de limiar, eliminação de mediadores da dor,

normalização de tônus, bloqueio de condução nervosa...)

normalização de tônus, bloqueio de condução nervosa...)

3

(16)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

4

4)) Regeneração

Regeneração tissular

tissular ee reparação

reparação dos

dos tecidos

tecidos moles

moles

(Guirro

(Guirro && Guirro,Guirro, 19961996;; Young,Young, 19981998;; GonçalvesGonçalves && Parizotto,Parizotto, 19981998;; Michlovitz,Michlovitz, 19961996;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Fase

Fase inflamatória

inflamatória (síntese

(síntese de

de colágeno

colágeno ee fibroblastos)

fibroblastos)

-- Fase

Fase proliferativa

proliferativa do

do reparo

reparo (proliferação

(proliferação de

de fibroblastos

fibroblastos

ee “contração”

“contração” da

da ferida)

ferida)

-- Fase

Fase de

de remodelagem

remodelagem do

do reparo

reparo (aumenta

(aumenta resistência

resistência

tênsil

tênsil ee quantidade

quantidade de

de colágeno)

colágeno)

-- Hoogland

Hoogland ((1986

1986)) indica

indica ultra

ultra som

som pulsado

pulsado ((1

1::5

5)) com

com

freqüência

freqüência 3

3 MHz,

MHz, com

com intensidade

intensidade abaixo

abaixo de

de 0

0,,5

5

W/cm

(17)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

5

5)) ReflexoReflexo (Guirro(Guirro && Guirro,Guirro, 19961996;; Young,Young, 19981998))

6

6)) RelaxamentoRelaxamento muscularmuscular (Kottke(Kottke && Lehmann,Lehmann, 19941994;; Young,Young, 19981998;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

-- SegundoSegundo HooglandHoogland ((19861986),), comcom aa frequênciafrequência dede 33 MHzMHz (com(com ultra

ultra somsom pulsátil)pulsátil) oo relaxamentorelaxamento muscularmuscular éé maiormaior..

7

(18)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

 DOSIMETRIADOSIMETRIA

-- Intensidade: potência por área superficial (w/cmIntensidade: potência por área superficial (w/cm22))

-- DeveDeve--se ter em mente a dose ideal que deverá chegar no lugar se ter em mente a dose ideal que deverá chegar no lugar dos tecidos afetados

dos tecidos afetados

-- Não pode sentir desagrado ou dorNão pode sentir desagrado ou dor

-- Só é permitida leve sensação de calor no cabeçoteSó é permitida leve sensação de calor no cabeçote

-- Devemos levar em consideração a Tabela de Redução de Devemos levar em consideração a Tabela de Redução de 5050% % da Potência

da Potência

ULTRA SOM

ULTRA SOM



 -- Tabela de Redução de Tabela de Redução de 5050% da Potência (D/% da Potência (D/22):):

1 Mhz 3 Mhz - Osso 2,1 mm - Pele 11,1 mm 4,0 mm - Cartilagem 6,0 mm 2,0 mm - Ar 2,5 mm 0,8 mm - Tendão 6,2 mm 2,0 mm

- Músculo 9,0 mm 3,0 mm (Tecido Perpendicar)

24,6 mm 8,0 mm (Tecido Paralelo)

- Gordura 50,0 mm 16,5 mm

(19)
(20)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

(21)

TEMPO DE APLICAÇÃO TERAPÊUTICA TEMPO DE APLICAÇÃO TERAPÊUTICA -- Tempo = Área / ERA Tempo = Área / ERA

Ex.:

Ex.: ÁREA:ÁREA: Largura = Largura = 5 5 cm; comprimento = cm; comprimento = 8 8 cm área = cm área = 40

40 cmcm22

ERA:

ERA: 4 4 cmcm22

TEMPO

TEMPO= = 40 40 / / 4 4 = = 10 10 minmin -- Tempo máximo = Tempo máximo = 15 15 min por áreamin por área

-- As áreas menores que o cabeçote se tratam, em geral, por As áreas menores que o cabeçote se tratam, em geral, por poucos minutos (

poucos minutos (3 3 a a 5 5 min) min)

(22)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

Hecox et al. (

Hecox et al. (1993

1993), orientam multiplicar o valor

), orientam multiplicar o valor

da ERA por valores relacionados á fase da

da ERA por valores relacionados á fase da

doença.

doença.

--

Fase subaguda: Tempo = Área

Fase subaguda: Tempo = Área

1

1,,5

5 x ERA

x ERA

--

Fase crônica: Tempo = Área

Fase crônica: Tempo = Área

1

1 x ERA

x ERA

--

Máx. ef. térm.: Tempo = Área

Máx. ef. térm.: Tempo = Área

0

0,,8

8 x ERA

x ERA

ULTRA SOM

ULTRA SOM



 UTILIZAÇÃO PRÁTICAUTILIZAÇÃO PRÁTICA

-- DeveDeve--se utilizar sempre substância de acoplamentose utilizar sempre substância de acoplamento

-- As formulações em gel maior percentual de transmissão que na As formulações em gel maior percentual de transmissão que na forma de creme ou unguento

forma de creme ou unguento (Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996))

-- Segundo Andrews e col. (Segundo Andrews e col. (20002000), os géis são mais eficientes na ), os géis são mais eficientes na transmissão de US que a água e o óleo mineral

(23)

-- A água e o gel apresentam menor coeficiente de

A água e o gel apresentam menor coeficiente de

reflexão e atenuação, maior coeficiente de transmissão

reflexão e atenuação, maior coeficiente de transmissão

e uma impedância acústica próxima da pele

e uma impedância acústica próxima da pele

(Casarotto, (Casarotto, 20002000))

-- Água fervida !!!

Água fervida !!!

ULTRA SOM

ULTRA SOM

(24)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- O Redutor de cabeçote deixou de ser utilizado!!!!!!!!O Redutor de cabeçote deixou de ser utilizado!!!!!!!!

ULTRA SOM

ULTRA SOM

(25)

ULTRA SOM

ULTRA SOM



 TÉCNICAS DE APLICAÇÃO MAIS UTILIZADASTÉCNICAS DE APLICAÇÃO MAIS UTILIZADAS

a)

a) CONTATO DIRETOCONTATO DIRETO(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Michlovitz, ; Michlovitz, 19961996; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Lucena, ; Lucena, 19901990; ; Kottke & Lehmann,

Kottke & Lehmann, 19941994; Clauton, ; Clauton, 19911991, Winter, , Winter, 20012001))

-- Superfície razoavelmente planaSuperfície razoavelmente plana

-- Substância de acoplamento com impedância acústica próxima Substância de acoplamento com impedância acústica próxima a da pele

a da pele

-- Realizada de duas formas:Realizada de duas formas: 1

1) ) Dinâmica Dinâmica -- Movimento lento Movimento lento -- Veloc.: Veloc.: 00,,85 85 a a 1 1 m/minm/min 2

(26)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Salgado (

Salgado (1999

1999), diz que os movimentos devem ser lentos

), diz que os movimentos devem ser lentos

e uniformes

e uniformes

-- Winter (

Winter (2001

2001), diz que deve

), diz que deve--se exercer movimentos

se exercer movimentos

circulares muitos lentos (“câmera lenta”)

circulares muitos lentos (“câmera lenta”)

(27)

-- O movimentos podem acontecer longitudinalmente O movimentos podem acontecer longitudinalmente ou se sobrepondo em movimentos circulares

ou se sobrepondo em movimentos circulares (Michlovitz, (Michlovitz, 19961996))

-- Kramer (Kramer (19841984), diz que o movim. deve ser lento, de ), diz que o movim. deve ser lento, de 4 4 cm/s

cm/s

-- Na prática clínica a veloc. é aprox. cerca de Na prática clínica a veloc. é aprox. cerca de 00,,85 85 a a 1 1 m/min

m/min

(28)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

(29)

b)

b) SUB AQUÁTICASUB AQUÁTICA(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986;Clauton, ;Clauton, 19911991))

-- Indicação: Indicação: -- superfícies irregularessuperfícies irregulares -- dor à pressão do cabeçotedor à pressão do cabeçote

-- Cabeçotes devem ser vedados para a aplicação subaquáticaCabeçotes devem ser vedados para a aplicação subaquática -- Distância da pele: Distância da pele: 1 1 a a 11,,5 5 cmcm

-- Água fervidaÁgua fervida

-- Uso de luvas pode ser importanteUso de luvas pode ser importante

(30)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

ULTRA SOM

c)

c) BOLSA D’ÁGUABOLSA D’ÁGUA

-- Superfícies irregulares e onde há a ausência do recipiente Superfícies irregulares e onde há a ausência do recipiente para o US subaquático, ou há a impossibilidade de se

para o US subaquático, ou há a impossibilidade de se introduzir o segmento corpóreo

introduzir o segmento corpóreo -- Utilizar substância de acoplamentoUtilizar substância de acoplamento

-- UtilizaUtiliza--se uma bolsa plástica ou de borracha cheia de água se uma bolsa plástica ou de borracha cheia de água fervida (“camisinha”)

fervida (“camisinha”)

-- SubstânciaSubstância dede acoplamentoacoplamento entreentre aa pelepele ee aa bolsa,bolsa, ee entreentre aa bolsa

(31)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- ContraContra--indicada por alguns profissionaisindicada por alguns profissionais

(32)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

Guirro et al. (

Guirro et al. (2001

2001), relatam que a bolsa

), relatam que a bolsa

d`água feita com luva de látex atenuou cerca de

d`água feita com luva de látex atenuou cerca de

79

79%, e com o balão de borracha atenuou cerca de

%, e com o balão de borracha atenuou cerca de

82

82%

%

ULTRA SOM

ULTRA SOM

d)

d) FONOFORESEFONOFORESE(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Michlovitz, ; Michlovitz, 19961996; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Clauton, ; Clauton, 19911991; Garcia, ; Garcia, 19981998, , Guirro & Guirro,

Guirro & Guirro, 20022002)) 



Existem

Existem várias

várias vantagens

vantagens

-- Ação

Ação localizada

localizada da

da droga

droga (ausência

(ausência de

de efeitos

efeitos colaterais

colaterais

decorrente

decorrente de

de ações

ações sistêmicas)

sistêmicas)

-- Somatória

Somatória dos

dos efeitos

efeitos inerentes

inerentes ao

ao ultra

ultra som

som associados

associados

aos

aos efeitos

efeitos da

da droga

droga..

-- O

O medicamento

medicamento

a

a ser

ser introduzido

introduzido não

não necessita

necessita ter

ter

carga

(33)

- Cuidado com preparações tópicas com baixo índice de Cuidado com preparações tópicas com baixo índice de transmissão

transmissão

-- Impedância acústica do medicamento !!!Impedância acústica do medicamento !!!

-- Maior índice de transmissão para os US com frequências Maior índice de transmissão para os US com frequências maiores.

maiores.

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- PodePode serser realizadarealizada dede trêstrês formasformas::

a)

a) USUS ++ MedicamentoMedicamento ------ ApósApós absorção,absorção, maismais medicamentomedicamento ouou

gel

gel comumcomum

b)

b) PassarPassar medicamentomedicamento comcom aa mãomão ------ ApósApós absorção,absorção, USUS ++ gelgel

comum comum

c)

(34)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

e)

e) REFLEXO SEGMENTARREFLEXO SEGMENTAR(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Hoogland, ; Hoogland, 19861986))

-- Ação sobre as raízes nervosas paravertebraisAção sobre as raízes nervosas paravertebrais -- Pontos “trigger” em costelasPontos “trigger” em costelas

-- PodePode--se combinar aplicação LOCAL e PARAVERTEBRALse combinar aplicação LOCAL e PARAVERTEBRAL -- Circulação da mão x gânglio estreladoCirculação da mão x gânglio estrelado

-- Circulação do pé x região inguinalCirculação do pé x região inguinal (controle nervoso circ.)

(controle nervoso circ.)

ULTRA SOM

ULTRA SOM



 INDICAÇÕESINDICAÇÕES

-- TraumatismoTraumatismo agudoagudo -- somentesomente apósapós 2424 aa 3636 horashoras(Hoogland,(Hoogland, 19861986;;

-- Fraturas

Fraturas

(Guerino(Guerino etet al,al, 19971997;; KottkeKottke && Lehmann,Lehmann, 19941994;; Hoogland,Hoogland, 19861986;; Young,Young, 19981998;; ))

-- Lombalgias/lombociatalgias/cervicobraquialgias

Lombalgias/lombociatalgias/cervicobraquialgias

(Hoogland,(Hoogland, 1986

1986;; GuirroGuirro && Guirro,Guirro, 19961996))

-- Espondilalgias

Espondilalgias

(Hoogland,(Hoogland, 19861986;;

--

Epicondilites/Tendinites/Bursites/Fascites/Artrite

Epicondilites/Tendinites/Bursites/Fascites/Artrite

/capsulite

(35)

-- Neuropatias

Neuropatias (Neuralgia/Neurite)

(Neuralgia/Neurite)

(Hoogland,(Hoogland, 19861986;;

-- Dor

Dor fantasma

fantasma (pós

(pós amputação)

amputação)

(Hoogland,(Hoogland, 19861986;;

-- Processos

Processos fibróticos

fibróticos ee processos

processos calcificados

calcificados

(Gutman,(Gutman, 19891989;; KottkeKottke && Lehmann,

Lehmann, 19941994;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

-- Distensão

Distensão muscular

muscular

-- Entorse

Entorse

-- Hérnia

Hérnia discal

discal

(Hoogland,(Hoogland, 19861986;;

-- Contratura

Contratura de

de Dupuytren

Dupuytren

(Guirro(Guirro && Guirro,Guirro, 19961996;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Transtornos circulatórios (edema, efermidade de

Transtornos circulatórios (edema, efermidade de

Raynaud, etc)

Raynaud, etc)

(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Hoogland, ; Hoogland, 19861986)) * Guirro & Guirro (

* Guirro & Guirro (19961996) afirmam que uma área isquêmica pode ) afirmam que uma área isquêmica pode ter restabelecida a circulação sanguínea através da angiogênese. ter restabelecida a circulação sanguínea através da angiogênese.

-- Traumatismos

Traumatismos em

em órgãos

órgãos internos

internos

(Guirro(Guirro && Guirro,Guirro, 19961996;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

-- TecidosTecidos emem cicatrizaçãocicatrização (Guirro(Guirro && Guirro,Guirro, 19961996;; Young,Young, 19981998;; Hoogland,Hoogland, 19861986;; KottkeKottke && Lehmann,Lehmann, 19941994;; Garcia,Garcia, 1998

1998))

(36)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Celulite

Celulite

(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 20022002; Borges, ; Borges, 20062006))

* Trat

* Trat°° c/ Fonoforese (enzima hialuronidase c/ Fonoforese (enzima hialuronidase -- desnatura)desnatura)

*

* Ultra som de Ultra som de 3 3 MHz no modo contínuoMHz no modo contínuo * Dentre outros efeitos:

* Dentre outros efeitos:

-- Neovascularização com consequente aumento da circulaçãoNeovascularização com consequente aumento da circulação -- Rearranjo e aumento da extensibilidade das fibras colágenas Rearranjo e aumento da extensibilidade das fibras colágenas -- Melhora das propriedades mecânicas do tecidoMelhora das propriedades mecânicas do tecido

-- Ação tixotrópica nos nódulos celulíticos.Ação tixotrópica nos nódulos celulíticos.

ULTRA SOM

ULTRA SOM



 CCONTRAONTRA--INDICAÇÕESINDICAÇÕES

-- Áreas com insuficiência vascularÁreas com insuficiência vascular(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Garcia, ; Garcia, 19981998))

-- Aplicações a nível dos olhosAplicações a nível dos olhos(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Kottke & Lehmann, ; Kottke & Lehmann, 19941994; ; Garcia,

Garcia, 19981998))

-- Sobre tumores malignos Sobre tumores malignos (Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Kottke & Lehmann, ; Kottke & Lehmann, 19941994; ; Garcia,

Garcia, 19981998))

-- Testículos/gônadas Testículos/gônadas (Young, (Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986))

-- Sobre útero grávido Sobre útero grávido (Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Kottke & Lehmann, ; Kottke & Lehmann, 19941994))

*

(37)

-- Epífises de crescimento Epífises de crescimento (Pessina & Volpon, (Pessina & Volpon, 19991999; Guirro & Guirro, ; Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986; Garcia, ; Garcia, 1998

1998)) *

* GuirroGuirro && GuirroGuirro ((19961996)) ee GarciaGarcia ((19981998)) -- ossificaçãoossificação precoceprecoce ee

interferência

interferência nono crescimentocrescimento ósseoósseo

*

* PessinaPessina ee VolponVolpon ((19991999)) -- nãonão verificouverificou alteraçõesalterações morfológicasmorfológicas ouou

funcionais

funcionais dada cartilagemcartilagem dede crescimentocrescimento dede coelhoscoelhos..

*

* HooglandHoogland ((19861986)) -- aplicaçõesaplicações comcom ultraultra somsom pulsátilpulsátil ee comcom baixabaixa

intensidade

intensidade podempodem serser utilizadasutilizadas emem pacientespacientes comcom idadeidade abaixoabaixo dede 1818

anos anos..

--ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Sobre varizes, principalmente trombosadas

Sobre varizes, principalmente trombosadas

(Guirro & Guirro, (Guirro & Guirro, 19961996; ; Young,

(38)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- “Osteoporose” “Osteoporose” (Garcia, (Garcia, 19981998))

-- Inflamação séptica Inflamação séptica (Garcia, (Garcia, 19981998; Guirro & Guirro, ; Guirro & Guirro, 19961996; Young, ; Young, 19981998; Hoogland, ; Hoogland, 19861986))

-- “Implante metálico” “Implante metálico” (Garavelo et al., (Garavelo et al., 19971997; Kottke & Lehmann, ; Kottke & Lehmann, 19941994; Garcia, ; Garcia, 19981998))

*

* 1 1 MHzMHz

-- Lesão pós traumática agudaLesão pós traumática aguda(Hoogland, (Hoogland, 19861986))

-- “Diabetes Mélitus” “Diabetes Mélitus” (Hoogland, (Hoogland, 19861986))

-- Diretamente sobre o marcapasso (ou ondas desviadas)Diretamente sobre o marcapasso (ou ondas desviadas)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

-- Endopróteses

Endopróteses

(Garcia,(Garcia, 19981998;; GuirroGuirro && Guirro,Guirro, 19961996;; KottkeKottke && Lehmann,Lehmann, 19941994;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

--

Patologias

Patologias

reumatológicas

reumatológicas

com

com

características

características

degenerativas

degenerativas

(Michlovitz,(Michlovitz, 19961996;; Hoogland,Hoogland, 19861986))

(39)

1- Michlovitz, Susan L. - THERMAL AGENTS IN REHABILITATION - F. A. Davis Co - 3ª Ed. Philadelphia – 1996

2- Guyton, A. C.- FISIOLOGIA HUMANA - Ed. Guanabara - 1988

3- Kottke, F.J., Lehmann J.F. - TRATADO DE MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO

DE KRUSEN - Ed Manole - 1994 - pp. 305-323

4- Guirro, E. e Guirro, R. - FISIOTERAPIA EM ESTÉTICA - FUNDAMENTOS,

RECURSOS E PATOLOGIAS - Ed Manorle - 2ª Ed. - 1996 - pp. 116-129; 222-223 5- Gutman, A.Z., - FISIOTERAPIA ATUAL - Ed Pancast- 1989

6- Omote, N. FÍSICA - Ed. Moderna - 1982.

7- Machado, Clauton M. – ELETROTERMOTERAPIA PRÁTICA – Pancast Ed. - 1991 8- Pauline M. Scott - CLAYTON’S ELECTROTHERAPY E AND ACTINOTHERAPY - Ed. Jims – Barcelona - 1972

ULTRA SOM

ULTRA SOM

9

9-- Guerino, M. R., Luciano, E., Gonçalves, M. e Leivas, T. P. Guerino, M. R., Luciano, E., Gonçalves, M. e Leivas, T. P. -- APLICAÇÃO DO ULTRA APLICAÇÃO DO ULTRA SOM PULSADO TERAPÊUTICO SOBRE A RESISTÊNCIA MECÂNICA NA

SOM PULSADO TERAPÊUTICO SOBRE A RESISTÊNCIA MECÂNICA NA OSTEOTOMIA EXPERIMENTAL

OSTEOTOMIA EXPERIMENTAL -- Revista Brasileira de Fisioterapia Revista Brasileira de Fisioterapia -- Vol. Vol. 22, Nº , Nº 2 2 ((19971997) ) -- Associação Brasileira de Fisioterapia.Associação Brasileira de Fisioterapia.

10

10-- Lucena, Carlos Lucena, Carlos –– TERMOTERAPIA HIPER HIPO TERMOTERAPIA HIPER HIPO –– Ed. Lovise Ed. Lovise -- 19901990 11

11-- Hoogland, R. Hoogland, R. –– TERAPIA ULTRASÔNICATERAPIA ULTRASÔNICA –– ENRAF NONIUS ENRAF NONIUS –– Delft, Holanda. Delft, Holanda. 19861986 12

12-- Young, S.Young, S.-- TERAPIA POR ULTRA SOMTERAPIA POR ULTRA SOM (em (em ELETROTERAPIA DE CLAYTONELETROTERAPIA DE CLAYTON

--Kitchen, S. e Bazin, S.)

Kitchen, S. e Bazin, S.) 1010ª Edição ª Edição -- Ed. Manole Ed. Manole -- 11ª Edição brasileira ª Edição brasileira -- São Paulo São Paulo –– pp. pp. 235

235--258 258 -- 19981998 13

13-- Garavelo, I.; Mazzer, N.; Barbieri, C.H., Andrade, J.M.Garavelo, I.; Mazzer, N.; Barbieri, C.H., Andrade, J.M.-- EFEITOS TÉRMICOS DO EFEITOS TÉRMICOS DO ULTRASOM TERAPÊUTICO SOBRE OS TECIDOS ÓSSEO E MUSCULAR E SOBRE ULTRASOM TERAPÊUTICO SOBRE OS TECIDOS ÓSSEO E MUSCULAR E SOBRE PLACA METÁLICA IMPLANTADA

PLACA METÁLICA IMPLANTADA –– Rev. Bras Ortop Rev. Bras Ortop –– Vol. Vol. 32 32 nº nº 6 6 –– Junho / Junho / 1997 1997 –– PP. PP. 473

(40)

ULTRA SOM

ULTRA SOM

14

14-- Pessina, A. L. e Volpon, J. B. Pessina, A. L. e Volpon, J. B. –– APLICAÇÃO DE ULTRA SOM TERAPÊUTICO NA APLICAÇÃO DE ULTRA SOM TERAPÊUTICO NA CARTILAGEM DE CRESCIMENTO DO COELHO

CARTILAGEM DE CRESCIMENTO DO COELHO –– Rev Bras Ortop Rev Bras Ortop –– Vol. Vol. 34 34 nn°°5 5 –– Mai Mai

1999

1999 –– pp: pp: 347347--354354

15

15--Guirro,Guirro, RR.. ,, Elias,Elias, DD.. ,, Serrão,Serrão, FF.. ee Bucalon,Bucalon, AA.. JJ.. –– DOSIMETRIADOSIMETRIA DEDE APARELHOSAPARELHOS DEDE ULTRA

ULTRA--SOMSOM TERAPÊUTICOTERAPÊUTICO UTILIZANDOUTILIZANDO BALANÇABALANÇA SEMISEMI--ANALÍTICAANALÍTICA –– RevRev.. BrasBras.. DeDe Fisioterapia

Fisioterapia volvol..11 nn°°22,, 19961996 –– pppp.. 7979--8282 16

16-- Garcia,Garcia, EE.. AA.. CC.. -- BIOFÍSICABIOFÍSICA -- EdEd.. SarvierSarvier -- 19981998 -- pppp.. 173173--178178 17

17-- Zorlu,Zorlu, UU..,, Tercan,Tercan, MM..,, Ozuyazgan,Ozuyazgan, II..,, Tasdan,Tasdan, II..,, Kardas,Kardas, YY..,, Balkar,Balkar, FF..,, Oztürk,Oztürk, FF..

--COMPARATIVE

COMPARATIVE STUDYSTUDY OFOF THETHE EFFECTEFFECT OFOF ULTRASOUNDULTRASOUND ANDAND ELECTROSTIMULATION

ELECTROSTIMULATION ONON BONEBONE HEALINGHEALING ININ RATSRATS -- AmericanAmerican JournalJournal ofof PhysicalPhysical Medicine

Medicine RehabilitationRehabilitation -- VolVol.. 7777 nn°°55 -- September/octoberSeptember/october 19981998 -- pppp.. 427427--432432 18

18-- Gonçalves,Gonçalves, GG.. && Parizotto,Parizotto, NN.. AA.. -- FISIOPATOLOGIAFISIOPATOLOGIA NANA REPARAÇÃOREPARAÇÃO CUTÂNEACUTÂNEA:: ATUAÇÃO

ATUAÇÃO DADA FISIOTERAPIAFISIOTERAPIA -- RevistaRevista BrasileiraBrasileira dede FisioterapiaFisioterapia -- VV..33.. NN°°11.. pp.. 55--1313 --1998

1998

ULTRA SOM

ULTRA SOM

19

19-- Winter, W. R. Winter, W. R. -- ELETROCOSMÉTICAELETROCOSMÉTICA -- Ed. Vida Estética Ed. Vida Estética -- 33ª Ed. ª Ed. 20012001-- pp. pp. 129129--133133 20

20-- Furini, N.J. & Longo, G.J. Furini, N.J. & Longo, G.J. -- ULTRA SOM ULTRA SOM -- KLD Biosistemas Eq. Eletrônicos KLD Biosistemas Eq. Eletrônicos -- 1986 1986 --Amparo

Amparo -- SPSP 21

21-- Rodrigues, A. Rodrigues, A. -- CRIOTERAPIA CRIOTERAPIA -- FISIOLOGIA E TÉCNICAS TERAPÊUTICAS FISIOLOGIA E TÉCNICAS TERAPÊUTICAS -- Ed. Ed. CEFESPAR

CEFESPAR -- 19951995 30

30-- Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J. Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J. -- FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL --FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS

FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS -- Ed Manorle Ed Manorle -- 33ª Ed. Revisada e ª Ed. Revisada e ampliada

ampliada -- 20022002 31

31-- Tirrel, M. & Middleman, S. Tirrel, M. & Middleman, S. -- SHEAR DEFORMATION EFFECTS IN ENZYME SHEAR DEFORMATION EFFECTS IN ENZYME CATALYSIS.

CATALYSIS. -- BIOPHYS. J. BIOPHYS. J. -- 2323;;121121--8 8 -- 19781978 Apud Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J.

Apud Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J. -- FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL --FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS

FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS -- Ed Manorle Ed Manorle -- 33ª Ed. Revisada e ª Ed. Revisada e ampliada

(41)

32

32-- Stefanovic, V., Djukanovic, A., Bresjanac, M.. & Zivanovic, D. Stefanovic, V., Djukanovic, A., Bresjanac, M.. & Zivanovic, D. --ULTRASOUND IN ENZYMES.

ULTRASOUND IN ENZYMES. -- Experientia Experientia -- 1414::486486--7 7 -- 19601960 Apud Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J.

Apud Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J. -- FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL

-- FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIASFUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS -- Ed Manorle Ed Manorle -- 33ª Ed. ª Ed.

Revisada e ampliada Revisada e ampliada -- 20022002 33

33-- Stefanovic, V., Kostic, I. L., Velasevic, K. & Zivanovic, D. Stefanovic, V., Kostic, I. L., Velasevic, K. & Zivanovic, D. -- EFFECTS OF EFFECTS OF ULTRASOUND AND ENZYMES.

ULTRASOUND AND ENZYMES. -- Bull. Soc. Chim. Bull. Soc. Chim. -- Belgrade Belgrade -- 2424::175175--8 8 -- 19591959 Apud Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J.

Apud Girro, E. C. O. & Guirro, R. R. J. -- FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL FISIOTERAPIA DERMATO FUNCIONAL

-- FUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIASFUNDAMENTOS, RECURSOS E PATOLOGIAS -- Ed Manorle Ed Manorle -- 33ª Ed. ª Ed.

Revisada e ampliada Revisada e ampliada -- 20022002 34

34-- Guirro, R.; Cancelieri, A. S.; e Sant`Anna, I. L. Guirro, R.; Cancelieri, A. S.; e Sant`Anna, I. L. -- AVALIAÇÃO DOS MEIOS AVALIAÇÃO DOS MEIOS INTERMEDIÁRIOS UTILIZADOS NA APLICAÇÃO DO ULTRA

INTERMEDIÁRIOS UTILIZADOS NA APLICAÇÃO DO ULTRA--SOM SOM

TERAPÊUTICO

TERAPÊUTICO -- Revista Brasileira de Fisioterapia Revista Brasileira de Fisioterapia -- Vol. Vol. 5 5 N. N. 2 2 -- 2001 2001 -- pp. pp. 49 49--52

Imagem

Referências

temas relacionados :