A SOMBRA DO QUE FOMOS NÓS 2004 Estreou no palco alternativo do FENART de 2003, em João Pessoa PB

Texto

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Trabalhos

A SOMBRA DO QUE FOMOS NÓS – 2004

Estreou no palco alternativo do FENART de 2003, em João Pessoa – PB

PROVÉRBIOS, 1 – 2004

Estreou no Teatro de Arena no FENART de 2004, em João Pessoa – PB

DOIS CÂNTICOS E UMA CANÇÃO – 2005

Estreou no Teatro Santa Roza, na Mostra Estadual de Teatro e Dança de 2005, em

João Pessoa – PB

MALAKI: AS CORES DA PAIXÃO – 2006

Estreou no Teatro Santa Roza, na Mostra Estadual de Teatro e Dança de 2006, em

João Pessoa – PB

AS TRÊS IRMÃS – 2007

Estreou na Sala Preta da UFPB em 2007, em João Pessoa – PB

O CASTELO – 2009

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A SOMBRA DO QUE FOMOS NÓS - 2004

Solo inspirado por trechos do livro “Do Amor e Outros Demônios”, do grande escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez, trata da vontade de uma mulher de se libertar de um passado repleto de mágoas e rancor, mostrando, assim, sucessivas tentativas de exorcizar o que restou de dor e ressentimento dentro dela. Através disto, há a busca de uma nova vida, de um recomeçar, restando apenas as lembranças e os restos da sombra do que fomos nós.

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PROVÉRBIOS, 1 – 2004

Provérbio é conceituado como uma máxima breve ou uma sentença com embasamento moral que é dado pelos sábios a pessoas sensatas que buscam constantemente a justiça e eqüidade no mundo. Cabe ao ser humano não desprezar as exortações e não repelir os conselhos, pois “comerão do fruto dos seus erros”. Os “Provérbios” encontram-se na Bíblia e são referidos a Salomão, filho de Davi, rei de Israel. Dentre eles podemos destacar a primeira exortação que vem a representar a fuga daquele que é sábio da companhia dos maus, que só semeiam a iniqüidade e geram a desgraça no reino dos homens. Aquele que é mau em seu interior jamais deixará de sê -lo, pois ama a tolice e com esta fez um pacto de insensatez que perpetuará até a sua morte. “Afinal o mal não sai do pó e o sofrimento não brota da terra: o homem é quem causa o sofrimento, como as faíscas voam no ar.”

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DOIS CÂNTICOS E UMA CANÇÃO – 2005

Coreografia desenhada a partir das poesias e textos de três grandes escritoras que viveram no século passado: Virginia Woolf, Florbela Espanca e Cecília Meireles.

O espetáculo contempla não só as individualidades das escritoras, mas também das mulheres por trás dos poemas. Suas vidas e destinos que, somente, se cruzam nessa única razão de ser. O espetáculo não busca desenvolver uma dança biográfica, mas sim uma int erpretação de como as obras de um artista possuem um ligação íntima com o mesmo. Afinal, homem e alma caminham juntos, funcionando como “um segundo corpo. Amargo, porque não se pode mostrar e triste porque não se pode ver”. (Cecília Meireles)

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MALAKI: AS CORES DA PAIXÃO – 2006 O e s p e t á c u l o t e m c o m o p a n o d e f u n d o o H o l o c a u s t o , q u e c e i f o u i n ú m e r a s v i d a s e t r o u x e a o h o m e m u m a n o v a f o r m a d e o b s e r v a r o m u n d o , a s s i m c o m o a p e r c e p ç ã o d a a u s ê n c i a d e u m a p r o t e ç ã o d i v i n a n a q u e l e m o m e n t o o n d e n a d a p a r e c i a c o m u n g a r n e n h u m v a l o r , s e j a m a t e r i a l o u e s p i r i t u a l . A l é m d i s s o , t e n t a e x p o r o s s e n t i m e n t o s g e r a d o s n o h o m e m a o l i d a r c o m a s e p a r a ç ã o d e e n t e s q u e r i d o s e a p e r d a d e f i l h o ( s ) . . . n o m o m e n t o e m q u e a g u e r r a r e p a r t i a e q u e i m a v a s o n h o s , e x p a n d i a s o f r i m e n t o e d e i x a v a u m a m á c u l a n a h i s t ó r i a d o m u n d o .

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AS TRÊS IRMÃS – 2007

Espetáculo desenvolvido a partir da obra-prima do escritor russo Anton Tchekhov. “As três irmãs” contempla a vida de Irina, Marcha e Olga. Três irmãs vivendo suas frustrações no interior da Rússia do século XIX, tendo que aprender diariamente a lidar com a ânsia de sonhos maiores conjuntamente com a ausência da percepção de querer alcançá-los.

"As Três Irmãs" é considerada sua obra-prima na dramaturgia. Olga, Macha e Irina tentam, cada uma a sua maneira, sobreviver à imbecilizante monotonia do dia-a-dia. Não possuem mais perspectivas, não tem mais sonhos. Sua única esperança é de, algum dia, poder modificar suas vidas e ir para Moscou. No entanto, de que vale a pena se esforçar, se tudo é em vão? Em determinado momento de desespero, Irina diz: "Um dia virá em que todos saberão o porquê de tudo isso... por que esses sofrimentos... Não haverá mais mistérios... Enquanto esperamos, é preciso viver... É preciso trabalhar. Somente trabalhar. Amanhã partirei sozinha. Ensinarei na escola e darei toda a minha vida aqueles que talvez precisem de mim. É outono... o inverno virá logo, a neve cobrirá tudo, e eu trabalharei, trabalharei..."

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O CASTELO – 2009

O espetáculo foi construído a partir das reais impressões, metafóricas ou não, do ‘Castelo’ de Franz Kafka. Nos utilizamos de textos complementares, exteriores a obra final, que analisavam ‘O Castelo’ como literatura, assim como avaliavam os posicionamentos do autor perante a sua proposta de escrita, o que terminou por contribuir com o alcance das impressões pessoais de cada componente da companhia. Possibilitando, ainda, o desenvolvimento de todo o conjunto: figurino, cenário, movimentação, música e iluminação. Kafka, mesmo dentro de sua confabulação realista, traz no ‘Castelo’ o ritmo burocrático do dejà vú. Cenas que parecem se repetir de perspectivas completamente diferentes das mostradas anteriormente, tendo o castelo como ponto de partida (ou de chegada) para o que se deseja. O protagonista dessa cruzada, K., se alimenta da idéia de conversar com a pessoa do castelo que contratou seus serviços de agrimensor e essa tentativa se mostra cada vez mais inapropriada e impossível de ocorrer, dando espaço textualmente para o surgimento da hierarquização e a dificuldade de aproximação dos estamentos superiores.

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Contatos

Telefones:

Lília Maranhão – direção executiva – (83) 88158580

Joyce Barbosa – direção artística - (83) 32477364 ou (83) 93824067 Augusta Farias –produtora – (83) 88099663

Site: www.paralelociadedanca.com (em reforma) E-mail: paralelo@paralelociadedanca.com

Twitter: @paralelodanca

Facebook: www.facebook.com/paralelociadedanca

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