• Nenhum resultado encontrado

APELAÇÃO CÍVEL N /AM

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "APELAÇÃO CÍVEL N /AM"

Copied!
124
0
0

Texto

(1)

APELAÇÃO CÍVEL N. 0000496-41.2012.4.01.3202/AM

RECORRENTE

: INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS - IBAMA PROCURADOR : ADRIANA MAIA VENTURINI

RECORRIDO : CEVOLO NONATO FERREIRA

D E C I S Ã O

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento em permissivo constitucional, em face do acórdão deste Tribunal, que consignou ser a cobrança de multa administrativa, de caráter ambiental, uma relação de direito público, razão pela qual, embora não possua natureza de tributo, o que afasta a incidência do CTN, não se submete às regras do Código Civil, sendo, portanto, aplicável o disposto no Decreto 20.910/32, em homenagem ao princípio da isonomia.

Não foram opostos embargos declaratórios.

Sustenta a recorrente, em síntese, ofensa ao art. 8º, § 2º, e art. 40, ambos da Lei 6.830/80; súmula 106 do STJ e art. 219, § 5º do CPC.

Não se admite o recurso especial, por falta do necessário prequestionamento, se a matéria federal não foi submetida à apreciação judicial no momento processual oportuno, inclusive pela via dos embargos declaratórios, ou, se submetida, não foi decidida no acórdão impugnado. Incidência da Súmula 211/STJ (“Inadmissível recurso especial quanto à questão que, a despeito da oposição de embargos declaratórios, não foi apreciada pelo Tribunal a quo”) e, por analogia, da Súmula 282/STF (“É inadmissível o recurso extraordinário, quando não ventilada, na decisão recorrida, a questão federal suscitada”).

No caso dos autos, a despeito da alegação da parte recorrente de que houve negativa de vigência ao art. 8º, § 2º, da LEF – tais dispositivos não foram discutidos no acórdão vergastado e nem questionados em embargos de declaração, razão pela qual a matéria objeto do recurso especial não está devidamente prequestionada.

Ademais, o acórdão recorrido encontra-se em sintonia com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, que firmou entendimento no sentido de que se aplica a prescrição qüinqüenal, nos termos do art. 1º do Decreto n. 20.910/32, às ações de cobrança de multa administrativa decorrente de ilícito ambiental (REsp 1063728/SP, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 28/10/2008, DJe 17/11/2008).

Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0000570-95.2012.4.01.3202/AM

RECORRENTE

: INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS - IBAMA

PROCURADOR : ADRIANA MAIA VENTURINI RECORRIDO : RAIMUNDO COSTA DE OLIVEIRA

D E C I S Ã O

(2)

se submete às regras do Código Civil, sendo, portanto, aplicável o disposto no Decreto 20.910/32, em homenagem ao princípio da isonomia.

Opostos embargos, foram rejeitados.

Sustenta a recorrente, em síntese, violação ao art. 535, II, do CPC, uma vez que o acórdão recorrido não teria se manifestado sobre questões suscitadas em embargos de declaração, mormente quanto ao marco inicial da contagem do prazo prescricional. Alega, ainda, ofensa ao art. 8º, § 2º, e art. 40, ambos da Lei 6.830/80 e art. 219, § 5º, do CPC..

Não se admite o recurso especial pela violação ao art. 535, II, do CPC, se não apontada a omissão no acórdão recorrido e/ou se o Tribunal decide fundamentadamente a questão. Não há que se confundir a decisão contrária ao interesse da parte com a falta de prestação jurisdicional (AgRg no AgRg no Ag 1353640/MG, rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado 19/06/2012, DJe 25/06/2012; AgRg no AREsp 467.094/RJ, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em 22/04/2014, DJe 02/05/2014).

Da análise dos autos, verifica-se pela própria ementa do julgado que não houve negativa de prestação jurisdicional, uma vez que o aresto está fundamentado.

Assim, o acórdão recorrido encontra-se em sintonia com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, que firmou entendimento no sentido de que se aplica a prescrição qüinqüenal, nos termos do art. 1º do Decreto n. 20.910/32, às ações de cobrança de multa administrativa decorrente de ilícito ambiental (REsp 1063728/SP, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 28/10/2008, DJe 17/11/2008).

Prevalece, portanto, para o exame de admissibilidade do presente recurso, o entendimento consolidado na Súmula 83 do STJ (“Não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida”).

Vale acrescentar que o entendimento da Súmula 83 do STJ também é aplicável aos recursos fundados na alínea “a” do permissivo constitucional (AgRg no AREsp 283.942/MG, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/10/2013, DJe 30/10/2013; AgRg no AREsp 462.247/RJ, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, QUINTA TURMA, julgado em 27/03/2014, DJe 07/04/2014).

Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0000591-71.2012.4.01.3202/AM

RECORRENTE

: INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVAVEIS - IBAMA

PROCURADOR : ADRIANA MAIA VENTURINI RECORRIDO : NILDO GUIMARAES DOS SANTOS

D E C I S Ã O

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento em permissivo constitucional, em face do acórdão deste Tribunal, que consignou ser a cobrança de multa administrativa, de caráter ambiental, uma relação de direito público, razão pela qual, embora não possua natureza de tributo, o que afasta a incidência do CTN, não se submete às regras do Código Civil, sendo, portanto, aplicável o disposto no Decreto 20.910/32, em homenagem ao princípio da isonomia.

Opostos embargos, foram rejeitados.

(3)

Não se admite o recurso especial pela violação ao art. 535, II, do CPC, se não apontada a omissão no acórdão recorrido e/ou se o Tribunal decide fundamentadamente a questão. Não há que se confundir a decisão contrária ao interesse da parte com a falta de prestação jurisdicional (AgRg no AgRg no Ag 1353640/MG, rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado 19/06/2012, DJe 25/06/2012; AgRg no AREsp 467.094/RJ, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em 22/04/2014, DJe 02/05/2014).

Da análise dos autos, verifica-se pela própria ementa do julgado que não houve negativa de prestação jurisdicional, uma vez que o aresto está fundamentado.

Assim, o acórdão recorrido encontra-se em sintonia com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, que firmou entendimento no sentido de que se aplica a prescrição qüinqüenal, nos termos do art. 1º do Decreto n. 20.910/32, às ações de cobrança de multa administrativa decorrente de ilícito ambiental (REsp 1063728/SP, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 28/10/2008, DJe 17/11/2008).

Prevalece, portanto, para o exame de admissibilidade do presente recurso, o entendimento consolidado na Súmula 83 do STJ (“Não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida”).

Vale acrescentar que o entendimento da Súmula 83 do STJ também é aplicável aos recursos fundados na alínea “a” do permissivo constitucional (AgRg no AREsp 283.942/MG, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/10/2013, DJe 30/10/2013; AgRg no AREsp 462.247/RJ, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, QUINTA TURMA, julgado em 27/03/2014, DJe 07/04/2014).

Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0003073-74.2012.4.01.3304/BA

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRENTE : MUNICIPIO DE JEREMOABO - BA

PROCURADOR : DANIEL FARIAS HOLANDA E OUTROS(AS)

Tema: 2010.00044

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a União busca a incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a empregado a título de primeiros quinze dias de auxílio doença e terço constitucional de férias.

O STF manifestou-se pela ausência de repercussão geral da questão alusiva à incidência da contribuição previdenciária sobre os valores pagos pelo empregador ao empregado nos primeiros quinze dias do auxílio doença (Tema 482, RE 611.505, Ministro Ayres Britto).

Quanto ao terço constitucional de férias, encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

(4)

Intimem-se.

Brasília, 1º de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0003073-74.2012.4.01.3304/BA

RECORRENTE

: MUNICIPIO DE JEREMOABO - BA

PROCURADOR : DANIEL FARIAS HOLANDA E OUTROS(AS) RECORRIDA : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

Temas: 2010.00044 e 2010.00004

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a parte autora pretende a não incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a título de salário maternidade e férias gozadas.

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio); assim como a constitucionalidade, ou não, da inclusão na sua base de cálculo do salário-maternidade (Tema 72, RE 576.967, Ministro Roberto Barroso).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria e estando pendentes de julgamento os referidos paradigmas, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 19 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0003073-74.2012.4.01.3304/BA

RECORRENTE

: MUNICIPIO DE JEREMOABO - BA

PROCURADOR : DANIEL FARIAS HOLANDA E OUTROS(AS) RECORRIDA : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

D E C I S Ã O

Trata-se de recurso especial em que pretende a parte autora a não incidência de contribuição previdenciária sobre valores recebidos a título de salário maternidade e férias gozadas.

(5)

(Tema 739) (REsp 1.230.957, Ministro Mauro Campbell Marques, Primeira Seção, DJ 18/03/2014).

Portanto, nego seguimento ao recurso especial, nos termos do art. 543-C, § 7º, inciso I, do Código de Processo Civil, nessa parte.

Por outro lado, é consolidada naquela Corte a incidência da contribuição sobre as férias gozadas, porque possui natureza remuneratória e salarial, nos termos do art. 148 da CLT, e integra o salário de contribuição. (STJ, AgRg no REsp 1284771/CE, Ministro Ari Pargendler, Primeira Turma, DJe 13/05/2014; AgRg no REsp 1240038/PR, Ministro Og Fernandes, Segunda Turma, DJe 02/05/2014.)

Ante o exposto, não admito o recurso especial, no ponto. Intimem-se.

Brasília, 19 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0007987-84.2012.4.01.3304/BA

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

RECORRIDO : MUNICIPIO DE TEODORO SAMPAIO - BA ADVOGADO : TARCISIO MENEZES OLIVEIRA E OUTROS(AS)

Tema: 2010.00044

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a União busca a incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a empregado a título de horas-extras.

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, e estando pendente de julgamento o referido paradigma, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 2 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0005571-37.2012.4.01.3307/BA

RECORRENTE

: FORTALEZA TRANSPORTES LTDA

ADVOGADO : DANIEL FARIAS HOLANDA E OUTROS(AS) RECORRIDA : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

(6)

Trata-se de recurso especial em que pretende a parte autora a não incidência de contribuição previdenciária sobre valores recebidos a título de adicionais de insalubridade, periculosidade e noturno.

O Superior Tribunal de Justiça, em regime de recurso repetitivo, decidiu em matéria de contribuição previdenciária sua incidência sobre os adicionais noturno (Tema 688) e de periculosidade (Tema 689) (REsp 1.358.281, Ministro Herman Benjamin, julgado em 23/04/2014).

Portanto, nego seguimento ao recurso, nos termos do art. 543-C, § 7º, inciso I, do Código de Processo Civil, nessa parte.

Da mesma forma a jurisprudência da Corte Superior firmou-se no sentido de que o adicional de insalubridade possui natureza salarial (AgRg no AREsp 69.958/DF, Ministro Castro Meira, Segunda Turma, DJe 20/06/2012), daí a incidência de contribuição previdenciária.

Ante o exposto, não admito o recurso especial, no ponto. Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0005571-37.2012.4.01.3307/BA

RECORRENTE

: FORTALEZA TRANSPORTES LTDA

ADVOGADO : DANIEL FARIAS HOLANDA E OUTROS(AS) RECORRIDA : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

Tema: 2010.00044

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que pretende a parte autora a não incidência de contribuição previdenciária sobre valores recebidos a título de adicionais de insalubridade, periculosidade e noturno.

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, e estando pendente de julgamento o referido paradigma, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0005571-37.2012.4.01.3307/BA

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

RECORRIDA : FORTALEZA TRANSPORTES LTDA ADVOGADO : DANIEL FARIAS HOLANDA E OUTROS(AS)

(7)

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a União busca a incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a empregado a título de hora-extra e aviso prévio indenizado.

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, e estando pendente de julgamento o referido paradigma, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001194-11.2012.4.01.3311/BA

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

RECORRIDO : SOCIEDADE BRASILEIRA DE AMPARO A SAUDE LTDA

ADVOGADO : NELSON WILLIANS FRATONI RODRIGUES E OUTROS(AS)

Tema: 2010.00044

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a União busca a incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a empregado a título de primeiros quinze dias de auxílio doença e terço constitucional de férias.

O STF manifestou-se pela ausência de repercussão geral da questão alusiva à incidência da contribuição previdenciária sobre os valores pagos pelo empregador ao empregado nos primeiros quinze dias do auxílio doença (Tema 482, RE 611.505, Ministro Ayres Britto).

Quanto ao terço constitucional de férias, encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, e estando pendente de julgamento o referido paradigma, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 2 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0000383-75.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

(8)

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

RECORRIDO : MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE S/A

CONSTRUCOES E OUTROS(AS)

ADVOGADO : MARIA INES CALDEIRA PEREIRA DA SILVA MURGEL E OUTROS(AS)

Tema: 2010.00044

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a União busca a incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a empregado a título de terço constitucional de férias e aviso prévio indenizado.

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, e estando pendente de julgamento o referido paradigma, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0034549-36.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : JOSE BENTO DE SOUZA

ADVOGADO : AUGUSTO FAUVEL DE MORAES E OUTRO(A)

Tema: 2014.00005

D E S P A C H O

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral perante o Supremo Tribunal Federal a questão constitucional relativa à incidência do IPI na importação de veículo automotor, quando o importador for pessoa natural e o fizer para uso próprio, considerados ainda os limites da lei complementar na definição do sujeito passivo (Tema 643, RE 723.651/RS, Ministro MARCO AURÉLIO).

Tendo em vista que discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 4 de novembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0034549-36.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

(9)

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : JOSE BENTO DE SOUZA

ADVOGADO : AUGUSTO FAUVEL DE MORAES E OUTRO(A)

D E C I S Ã O

Trata-se de recurso especial interposto pela União (Fazenda Nacional) com fundamento no art. 105, III, “a”, da Constituição Federal, contra acórdão proferido por este Tribunal que manteve a sentença que determinou a não exigibilidade do recolhimento do IPI na importação de veículo automotor, por pessoa física, para uso próprio.

Os embargos de declaração foram rejeitados.

A recorrente sustenta violação aos arts. 458 e 535, do CPC; 46, I, e 51, do CTN. Argumenta que, ao contrário do entendimento sufragado no acórdão recorrido, para a ocorrência do fato gerador e incidência do IPI sobre produtos industrializados importados, a lei não distingue entre pessoas físicas e jurídicas, sendo indiferente, também, a destinação do produto. Alega que o único pressuposto para a incidência da exação é que o bem importado seja um produto industrializado e passe a integrar o circuito econômico do consumo.

Não se admite o recurso especial pela violação ao art. 535, II, do CPC, se não apontada a omissão no acórdão recorrido e/ou se o Tribunal decide fundamentadamente a questão. Não há que se confundir a decisão contrária ao interesse da parte com a falta de prestação jurisdicional (AgRg no AgRg no Ag 1353640/MG, rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado 19/06/2012, DJe 25/06/2012; AgRg no AREsp 467.094/RJ, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em 22/04/2014, DJe 02/05/2014).

O Superior Tribunal de Justiça firmou o entendimento de que o enunciado da Súmula 83/STJ (“não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida”) é também aplicável aos recursos fundados na alínea “a” do permissivo constitucional (AgRg no AREsp 283.942/MG, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/10/2013, DJe 30/10/2013; AgRg no AREsp 462.247/RJ, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, QUINTA TURMA, julgado em 27/03/2014, DJe 07/04/2014).

Com efeito, o acórdão impugnado está em consonância com o entendimento da Segunda Turma do STJ, no sentido de que “Na importação de bem por pessoa física para uso próprio não incide IPI, porquanto a operação não ostenta natureza mercantil ou assemelhada” (AgRg no REsp 1416066/CE, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 06/02/2014, DJe 06/03/2014).

Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.

Brasília, 4 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0036371-60.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: EMPLAVI REALIZACOES IMOBILIARIAS LTDA

ADVOGADO : EMANUEL CARDOSO PEREIRA E OUTROS(AS) RECORRIDO : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

D E C I S Ã O

(10)

O Superior Tribunal de Justiça, em regime de recurso repetitivo, decidiu, em matéria de contribuição previdenciária, sua incidência sobre o salário maternidade (Tema 739) (REsp 1.230.957, Ministro Mauro Campbell Marques, Primeira Seção, DJ 18/03/2014).

Portanto, nego seguimento ao recurso especial, nos termos do art. 543-C, § 7º, inciso I, do Código de Processo Civil, nessa parte.

Por outro lado, é consolidada naquela Corte a incidência da contribuição sobre as férias gozadas, porque possui natureza remuneratória e salarial, nos termos do art. 148 da CLT, e integra o salário de contribuição. (STJ, AgRg no REsp 1284771/CE, Ministro Ari Pargendler, Primeira Turma, DJe 13/05/2014; AgRg no REsp 1240038/PR, Ministro Og Fernandes, Segunda Turma, DJe 02/05/2014.)

Ante o exposto, não admito o recurso especial, no ponto. Intimem-se.

Brasília, 19 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0036371-60.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: EMPLAVI REALIZACOES IMOBILIARIAS LTDA

ADVOGADO : EMANUEL CARDOSO PEREIRA E OUTROS(AS) RECORRIDO : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

Temas: 2010.00044 e 2010.00004

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a parte autora pretende a não incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a título de salário maternidade e férias gozadas.

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio); assim como a constitucionalidade, ou não, da inclusão na sua base de cálculo do salário-maternidade (Tema 72, RE 576.967, Ministro Roberto Barroso).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria e estando pendentes de julgamento os referidos paradigmas, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 19 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0036371-60.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

(11)

Tema: 2010.00044

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a União Federal busca a incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a empregado a título de primeiros quinze dias de auxílio doença, terço constitucional de férias e aviso prévio indenizado.

Embora o STF tenha se manifestado pela ausência de repercussão geral na questão alusiva à incidência da contribuição previdenciária sobre os valores pagos pelo empregador ao empregado nos primeiros quinze dias do auxílio doença (Tema 482, RE 611.505, Ministro Ayres Britto), encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, e estando pendente de julgamento o referido paradigma, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 19 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0038857-18.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : JOAO PEDRO AMADO ANDRADE

ADVOGADO : AUGUSTO FAUVEL DE MORAES E OUTRO(A)

Tema: 2014.00005

D E S P A C H O

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral perante o Supremo Tribunal Federal a questão constitucional relativa à incidência do IPI na importação de veículo automotor, quando o importador for pessoa natural e o fizer para uso próprio, considerados ainda os limites da lei complementar na definição do sujeito passivo (Tema 643, RE 723.651/RS, Ministro MARCO AURÉLIO).

Tendo em vista que discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 4 de novembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0038857-18.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

(12)

ADVOGADO : AUGUSTO FAUVEL DE MORAES E OUTRO(A)

D E C I S Ã O

Trata-se de recurso especial interposto pela União (Fazenda Nacional) com fundamento no art. 105, III, “a”, da Constituição Federal, contra acórdão proferido por este Tribunal que manteve a sentença que determinou a não exigibilidade do recolhimento do IPI na importação de veículo automotor, por pessoa física, para uso próprio.

Os embargos de declaração foram rejeitados.

A recorrente sustenta violação aos arts. 458 e 535, do CPC; 46, I, e 51, do CTN. Argumenta que, ao contrário do entendimento sufragado no acórdão recorrido, para a ocorrência do fato gerador e incidência do IPI sobre produtos industrializados importados, a lei não distingue entre pessoas físicas e jurídicas, sendo indiferente, também, a destinação do produto. Alega que o único pressuposto para a incidência da exação é que o bem importado seja um produto industrializado e passe a integrar o circuito econômico do consumo.

Não se admite o recurso especial pela violação ao art. 535, II, do CPC, se não apontada a omissão no acórdão recorrido e/ou se o Tribunal decide fundamentadamente a questão. Não há que se confundir a decisão contrária ao interesse da parte com a falta de prestação jurisdicional (AgRg no AgRg no Ag 1353640/MG, rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado 19/06/2012, DJe 25/06/2012; AgRg no AREsp 467.094/RJ, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em 22/04/2014, DJe 02/05/2014).

O Superior Tribunal de Justiça firmou o entendimento de que o enunciado da Súmula 83/STJ (“não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida”) é também aplicável aos recursos fundados na alínea “a” do permissivo constitucional (AgRg no AREsp 283.942/MG, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/10/2013, DJe 30/10/2013; AgRg no AREsp 462.247/RJ, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, QUINTA TURMA, julgado em 27/03/2014, DJe 07/04/2014).

Com efeito, o acórdão impugnado está em consonância com o entendimento da Segunda Turma do STJ, no sentido de que “Na importação de bem por pessoa física para uso próprio não incide IPI, porquanto a operação não ostenta natureza mercantil ou assemelhada” (AgRg no REsp 1416066/CE, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 06/02/2014, DJe 06/03/2014).

Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.

Brasília, 4 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0050404-55.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDA : CEVA LOGISTICS LTDA

ADVOGADO : MARCELO REINECKEN DE ARAUJO E OUTROS(AS)

Tema: 2010.00044

D E S P A C H O

Trata-se de recurso extraordinário em que a União busca a incidência de contribuição previdenciária sobre valores pagos a empregado a título de primeiros quinze dias de auxílio doença, terço constitucional de férias e aviso prévio indenizado.

(13)

482, RE 611.505, Ministro Ayres Britto), encontra-se submetida ao regime de repercussão geral a questão relativa ao alcance da expressão “folha de salários”, versada no art. 195, I, da Constituição Federal, considerado o instituto abrangente da remuneração, para efeito de definição da base de cálculo da contribuição previdenciária (Tema 20, RE 565.160/SC, Ministro Marco Aurélio).

A discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, e estando pendente de julgamento o referido paradigma, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de janeiro de 2015.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0061358-63.2012.4.01.3400/DF

RECORRENTE

: MARIA COELI POVOA

ADVOGADO : JOSE EYMARD LOGUERCIO E OUTROS(AS) RECORRIDO : FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

D E C I S Ã O

Trata-se de recurso especial interposto por Maria Coeli Povoa com fundamento no art. 105, III, c, da Constituição Federal, contra acórdão deste Tribunal que manteve a sentença do juízo singular que aplicou a prescrição qüinqüenal e reconheceu o direito da parte recorrente à restituição das contribuições vertidas no período de vigência da Lei 7.713/88, relativas a não incidência do imposto de renda sobre a complementação de aposentadoria.

A recorrente alega a existência de divergência jurisprudencial quanto à necessidade de cessar a cobrança indevida da exação também sobre as parcelas futuras.

O recurso especial com fulcro na alínea "c" do permissivo constitucional (art. 105, III), além da indicação do dispositivo legal tido por violado, exige a juntada das cópias dos acórdãos paradigmas e a indicação da fonte oficial em que se acham publicados, além da comprovação da similitude fática entre o acórdão impugnado e os apontados como paradigmas e o cotejo analítico da alegada divergência, conforme os arts. 266, § 1º, e 255, §§ 1º, 2º, 3º, do Regimento Interno do STJ, e nos termos do art. 541, parágrafo único, do CPC.

Não basta para essa finalidade a mera transcrição de ementas ou de excertos do julgado alegadamente dissidente, sem a exposição das circunstâncias que identifiquem ou assemelhem os casos confrontados (Cf. STJ, AgRg no REsp 1.346.588/DF, Ministro Arnaldo Esteves Lima, Corte Especial, DJe de 17/03/201; AgRg no REsp 1.313.619/SP, Ministra Laurita Vaz, Quinta Turma, DJe de 14/04/2014; AgRg no REsp 1.420.639/PR, Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe de 02/04/2014; AgRg no REsp 1.155.328/RS, Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, DJe de 31/03/2014).

Nesse aspecto, verifica-se que a parte recorrente no que se refere à alegada divergência jurisprudencial limitou-se a transcrever a ementa do julgado paradigma.

Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.

Brasília, 16 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0008111-61.2012.4.01.3500/GO

RECORRENTE

(14)

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : IGOR CARLOS BORRE

ADVOGADO : ALESSANDRA REIS E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0036231-17.2012.4.01.3500/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : RONDINELLI MENDES HILARIO

ADVOGADO : GABRIELA MOREIRA ARANTES E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

(15)

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0000005-04.2012.4.01.3503/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

RECORRIDO : ANTONIO ALVES PEREIRA E OUTROS(AS) ADVOGADO : MURILO COUTO LACERDA E OUTRO(A)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0000150-60.2012.4.01.3503/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : PEDRO GUIRADO NETO

ADVOGADO : MICHELLE CRISTIANE KUNAN E OUTRO(A)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

(16)

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0000186-05.2012.4.01.3503/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : ANA MARIA CINTRA

ADVOGADO : ANDREA PERES DE ALMEIDA E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0000241-44.2012.4.01.3506/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : LEANDRO GAI ANVERSA

ADVOGADO : TELMO MIRANDA DA LUZ E OUTRO(A)

Tema: 2014.00010

(17)

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001364-77.2012.4.01.3506/MG

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : LUIZ SLONGO AMPESSAN

ADVOGADO : WESLEY FERREIRA MACHADO E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001065-97.2012.4.01.3507/GO

(18)

RECORRENTE

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : AIRTON ANTONIO KATZER

ADVOGADO : ANTÔNIO CARLOS DA SILVA BARBOSA E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001308-41.2012.4.01.3507/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

RECORRIDO : CLAUDEMIR MIRANDA E OUTRO(A) ADVOGADO : ANTÔNIO CARLOS DA SILVA BARBOSA

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

(19)

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001437-46.2012.4.01.3507/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : ARCIDES SCOPEL

ADVOGADO : WELITON CANDIDO DE LIMA E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de janeiro de 2015.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001445-23.2012.4.01.3507/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : CRISTIANE STEINMETZ ADVOGADO : MARISSOL RIVERA IRINEU

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

(20)

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001475-58.2012.4.01.3507/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : MAYKON TOMASI GIACOMINI

ADVOGADO : LORENA FERREIRA BARBOSA RAGAGNIN E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0001490-27.2012.4.01.3507/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : DANILO AIMI

ADVOGADO : ROGERIO FERNANDES DA SILVA E OUTRO(A)

Tema: 2014.00010

(21)

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0002189-18.2012.4.01.3507/GO

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : ELAINE CARVALHO FREITAS

ADVOGADO : LEANDRO MELO DO AMARAL E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0002304-39.2012.4.01.3507/GO

(22)

RECORRENTE

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER RECORRIDO : IRINEU MARIO HOFFMANN

ADVOGADO : ANTÔNIO CARLOS DA SILVA BARBOSA E OUTROS(AS)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 18 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0016448-30.2012.4.01.3600/MT

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

RECORRIDO : FERNANDA TERESINHA MARCHIORO

ADVOGADO : DANIELA HOFFMANN ZAMBENEDETTI E OUTRO(A)

Tema: 2014.00010

D E S P A C H O

O Supremo Tribunal Federal, em sede de repercussão geral, no RE 363.852/MG, representativo abarcado pelo RE 596.177/RS, paradigma que teve o mérito julgado pelo Plenário, em 1º/08/2011, com trânsito em julgado em 11/12/2013, declarou a inconstitucionalidade do art. 1º da Lei 8.540/92, que deu nova redação aos arts. 12, V, e VII, 25, I e II, e 30, IV, da Lei 8.212/91, com a redação atualizada (Lei 9.528/97), desobrigando o recolhimento, para a Previdência Social, da Contribuição incidente sobre a Comercialização da Produção Rural – FUNRURAL por empregador rural, pessoa física, com alíquota de 2% sobre a receita bruta.

Posteriormente, o Plenário do STF, em sessão de 23/08/2013, nos autos do RE 718.874-RG/RS (Rel. Ministro RICARDO LEWANDOWSKI), reconheceu, por unanimidade, a existência de repercussão geral sobre a matéria atinente à “validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 (Tema 669).

(23)

Intimem-se.

Brasília, 12 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0009162-89.2012.4.01.3700/MA

RECORRENTE

: UNIAO FEDERAL

PROCURADOR : JOSÉ ROBERTO MACHADO FARIAS

RECORRIDA : EMPRESA PSICULTURA PORTO GRANDE LTDA ADVOGADO : ALDINETH LIMA GARROS MACEDO E OUTRO(A)

TEMA: 2014.00014

D E S P A C H O

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral perante o Supremo Tribunal Federal a questão relativa à interpretação a ser dada ao art. 20, IV, da Constituição Federal após a Emenda Constitucional nº 46/2005, com a consequente discussão acerca da legitimidade de cobrança, pela União, de foro, taxa de ocupação e laudêmio quanto a imóveis localizados em ilhas costeiras sedes de município. (Tema 676, RE 636.199/ES, Relatora Ministra ROSA WEBER).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO CÍVEL N. 0011221-50.2012.4.01.3700/MA

RECORRENTE

: UNIAO FEDERAL

PROCURADOR : JOSÉ ROBERTO MACHADO FARIAS RECORRIDA : DANIELA DELGADO CARVALHO RAMOS

ADVOGADO : DANIEL BARROS E SILVA RAMOS E OUTROS(AS)

TEMA: 2014.00014

D E S P A C H O

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral perante o Supremo Tribunal Federal a questão relativa à interpretação a ser dada ao art. 20, IV, da Constituição Federal após a Emenda Constitucional nº 46/2005, com a consequente discussão acerca da legitimidade de cobrança, pela União, de foro, taxa de ocupação e laudêmio quanto a imóveis localizados em ilhas costeiras sedes de município. (Tema 676, RE 636.199/ES, Relatora Ministra ROSA WEBER).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

(24)

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0023422-74.2012.4.01.3700/MA

RECORRENTE

: UNIAO FEDERAL

PROCURADOR : JOSÉ ROBERTO MACHADO FARIAS RECORRIDO : JOSE OSCAR FRASAO FROTA ADVOGADO : MARCELO JORGE TORRES

D E C I S Ã O

Trata-se de recurso especial interposto pela União, com fundamento no art. 105, III, a, da Constituição Federal, contra acórdão deste Tribunal, que consignou que, não tendo sido enquadrado como terreno de marinha, é inexigível o recolhimento de foro e laudêmio relativos a imóvel localizado em ilha costeira sede de município.

A recorrente sustenta violação ao art. 535, II, do CPC, alegando que o órgão julgador não se manifestou acerca das questões suscitadas. Sustenta, ainda, ofensa ao art. 11, § 1º, da Lei 9.868/99, bem como ao art. 11 do Decreto 9.760/96, em sua redação originária.

Argumenta, em síntese, que o imóvel constitui terreno de marinha e que a medida cautelar concedida na ADI 4.264/PE, que reputou inconstitucional a norma do art. 11 do Decreto-Lei 9.760/46, e estabeleceu a obrigatoriedade de notificação pessoal dos interessados no procedimento administrativo de demarcação dos terrenos de marinha, opera ex nunc, ou seja, só produz efeitos a partir da data de publicação da sua ata de julgamento (sessão 16/03/2011, publicada no DJe 27/03/2011), ficando assim preservadas as demarcações realizadas e homologadas antes dessa data (27/03/2011), em relação às quais não há essa exigência, como no caso.

Não se admite o recurso especial pela violação ao art. 535 do CPC, se o Tribunal decide fundamentadamente a questão posta nos autos. Não há que se confundir a decisão contrária ao interesse da parte com a falta de prestação jurisdicional (AgRg no AgRg no Ag 1353640/MG, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 19/06/2012, DJe 25/06/2012; AgRg no AREsp 467.094/RJ, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em 22/04/2014, DJe 02/05/2014).

Na espécie, verifica-se pela própria ementa do julgado que não houve omissão quanto à análise da matéria em discussão, sendo, portanto, insubsistente a alegação de negativa de prestação jurisdicional.

Por outro lado, o reexame de fatos e provas da causa é uma providência incompatível com a via eleita em face do comando contido na Súmula 7/STJ: "a pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial”.

Afastar o entendimento do acórdão recorrido de que o imóvel não constitui terreno de marinha, assim como adotar a compreensão pretendida pela recorrente de que deve ser enquadrado como tal, porque teria havido procedimento de demarcação realizado e homologado antes da concessão da medida cautelar na referida ADI implicaria, necessariamente, o revolvimento da matéria fático-probatória da causa, providência incompatível com a via eleita, que impede a admissão do recurso especial (AgRg no REsp 1.363.320/RS, Rel. Ministra ASSUSETE MAGALHÃES, SEGUNDA TURMA, DJe 23/10/2014; AgRg no AREsp 550.849/MG, Rel. Ministro BENEDITO GONÇALVES, PRIMEIRA TURMA, DJe 23/10/2014; AgRg nos EDcl no AREsp 359.364/SP, Rel. Ministro ANTONIO CARLOS FERREIRA, QUARTA TURMA, DJe 21/10/2014).

Ante o exposto, não admito o recurso especial. Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

(25)

RECORRENTE

: UNIAO FEDERAL

PROCURADOR : JOSÉ ROBERTO MACHADO FARIAS RECORRIDO : JOSE OSCAR FRASAO FROTA ADVOGADO : MARCELO JORGE TORRES

TEMA: 2014.00014

D E S P A C H O

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral perante o Supremo Tribunal Federal a questão relativa à interpretação a ser dada ao art. 20, IV, da Constituição Federal após a Emenda Constitucional nº 46/2005, com a consequente discussão acerca da legitimidade de cobrança, pela União, de foro, taxa de ocupação e laudêmio quanto a imóveis localizados em ilhas costeiras sedes de município. (Tema 676, RE 636.199/ES, Relatora Ministra ROSA WEBER).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0025214-63.2012.4.01.3700/MA

RECORRENTE

: UNIAO FEDERAL

PROCURADOR : JOSÉ ROBERTO MACHADO FARIAS RECORRIDA : MARIA MAXIMA PIRES

ADVOGADO : RODRIGO MAIA ROCHA E OUTRO(A)

TEMA: 2014.00014

D E S P A C H O

Encontra-se submetida ao regime de repercussão geral perante o Supremo Tribunal Federal a questão relativa à interpretação a ser dada ao art. 20, IV, da Constituição Federal após a Emenda Constitucional nº 46/2005, com a consequente discussão acerca da legitimidade de cobrança, pela União, de foro, taxa de ocupação e laudêmio quanto a imóveis localizados em ilhas costeiras sedes de município. (Tema 676, RE 636.199/ES, Relatora Ministra ROSA WEBER).

Tendo em vista que a discussão dos presentes autos envolve a mesma matéria, determino o sobrestamento do recurso extraordinário, nos termos do artigo 543-B, § 1º, in fine, do Código de Processo Civil.

Intimem-se.

Brasília, 17 de dezembro de 2014.

Desembargador Federal CÂNDIDO RIBEIRO Presidente

APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO N. 0000424-12.2012.4.01.3701/MA

RECORRENTE

: FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : CRISTINA LUISA HEDLER

Referências

Documentos relacionados

Segundo as análises realizadas pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), os testes realizados no Indicador de Velocidade Vertical (IVV),

Se a função de verificação por vídeo estiver configurada para pelo menos uma entrada, você deverá definir uma estação de trabalho para exibir permanentemente a caixa de

1] Conteúdo para prova de Sanidade Animal: efeito de doenças infecciosas sobre produção.. Aleksandro Schafer

STJ n 8/2008, está limitada à possibilidade da cumulação da multa aplicada em razão do caráter protelatório dos embargos declaratórios (art. 538, parágrafo único, do

De início, quanto à alegada violação da Súmula nº 385/STJ, esta Corte Superior já consolidou o entendimento de que é incabível a análise de recurso especial que tenha

Quando o Tribunal de origem não se manifestar acerca da matéria infraconstitucional discutida no recurso especial, a despeito de terem sido opostos embargos

Adubação com N e Mo em seis municípios Os experimentos foram instalados nos municípios de Visconde do Rio Branco, Coimbra, Leopoldina, Viçosa, Ponte Nova e Ervália, na Zona da Mata

Mentalizar a pessoa que queremos ajudar, imaginando-a como nós gostaríamos que ela fosse e orar fervorosamente para que isso aconteça. Essa emissão de energia positiva através