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Ata nº 007/2017/Ordinária/CG

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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Fundação Universidade Federal do ABC Comissão de Graduação

Avenida dos Estados, 5001 · Bairro Santa Terezinha · Santo André - SP CEP 09210-580 · Fone: (11) 4996.7910/7983

[email protected]

Ata nº 007/2017/Ordinária/CG

Ata da VII reunião ordinária da Comissão de Graduação (CG), convocada para as catorze horas 1

do dia dez de agosto de dois mil e dezessete, na sala 312-1 do Bloco A da Universidade Federal 2

do ABC (UFABC), sita à Avenida dos Estados, 5001, Santo André, SP. A reunião foi presidida 3

pela professora Paula Ayako Tiba, Pró-Reitora de Graduação, e contou com a presença dos 4

seguintes membros: Adriano Reinaldo Viçoto Benvenho, Coordenador do Curso de Bacharelado 5

em Física; Alberto Sanyuan Suen, Coordenador do Curso de Bacharelado em Ciências 6

Econômicas; Alexei Magalhães Veneziani, Coordenador do Curso de Bacharelado em 7

Matemática; Amaury Kruel Budri, Vice-Coordenador do Curso de Engenharia de Informação;

8

Ana Paula Romani, Coordenadora pro tempore do Curso de Engenharia Biomédica; André Luis 9

La Salvia, Vice-Coordenador do Curso de Licenciatura em Filosofia; André Sarto Polo, Vice- 10

Coordenador do Curso de Bacharelado em Química; Antonio Eduardo Gonçalves, Representante 11

Discente; Antônio Gil Vicente de Brum, Coordenador pro tempore do Curso de Engenharia 12

Aeroespacial; Antônio Marcos Roseira, Vice-Coordenador do Curso de Bacharelado em 13

Relações Internacionais; Breno Arsioli Moura, Coordenador do Curso de Licenciatura em Física;

14

Carlos da Silva dos Santos, Vice-Coordenador do Curso de Bacharelado em Ciência da 15

Computação; Carolina Moutinho Duque de Pinho, Coordenadora do Curso de Bacharelado em 16

Planejamento Territorial; Cristina Autuori Tomazeti, Coordenadora do Curso de Engenharia de 17

Energia; Deonete Rodrigues Nagy, Representante Técnico-Administrativo Suplente; Fernanda 18

Franzolin, Coordenadora do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas; Fernando Luiz 19

Cássio Silva, Vice-Coordenador do Curso de Licenciatura em Química; Gabriel Valim Alcoba 20

Ruiz, Representante Técnico-Administrativo; Harki Tanaka, Vice-Diretor do Centro de 21

Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS); Jorge Tomioka, Coordenador do 22

Curso de Engenharia de Gestão; Luiz Antônio Celiberto Junior, Vice-Coordenador do Curso de 23

Engenharia de Instrumentação, Automação e Robótica; Luis Fernando Grespan Setz, 24

Coordenador do Curso de Engenharia de Materiais; Marcelo Bussotti Reyes, Vice-Diretor do 25

Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC); Melissa Cristina Pereira Graciosa, 26

Coordenadora do Curso de Engenharia Ambiental e Urbana; Pedro Casalotti Farhat, 27

Representante Discente suplente; Pedro Galli Mercadante, Coordenador do Curso de 28

Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T); Raphael Yokoingawa de Camargo, Vice- 29

Coordenador do Curso de Bacharelado em Neurociência; Vivilí Maria Silva Gomes, Vice- 30

Coordenadora do Curso de Licenciatura em Matemática. Ausência justificada: Bruno Nadai, 31

Coordenador do Curso de Bacharelado em Filosofia. Ausências: Ramón Vicente Garcia 32

Fernandez, Coordenador do Bacharelado em Ciências e Humanidades (BC&H); Ronei Miotto, 33

Diretor do Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH); Salomão Barros Ximenes, 34

Coordenador do Curso de Bacharelado em Políticas Públicas; Otto Muller Patrão de Oliveira, 35

Coordenador do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas. Não votantes: Klaus Werner 36

Capelle, Reitor; Leonardo José Steil, Pró-Reitor Adjunto de Graduação; Lucieni Gomes da Silva 37

Martinelli, Chefe da Divisão Acadêmica do CMCC; Maria Estela Conceição de Oliveira de 38

Souza, Técnica-Administrativa Educacional da Prograd; Renata Coelho, Chefe da Divisão 39

Acadêmica da Prograd; Sílvia Novaes Zilber Turri, Coordenadora de Estágio do Curso de 40

(2)

Engenharia de Gestão; Thiago Sales Barbosa, Chefe do Setor de Gestão de Informação da 41

Prograd; Vagner Guedes de Castro, Chefe da Divisão Acadêmica do CECS; Vânia Trombini 42

Hernandes, Coordenadora Geral dos Bacharelados Interdisciplinares. Apoio administrativo:

43

Edna Maria de Oliveira Loureiro, Assistente em Administração, e Marcelo Sartori Ferreira, 44

Secretário Executivo. Professora Paula Tiba cumprimentou a todos e deu início à sessão às 45

catorze horas e onze minutos. Informes da Presidência. 1) Concedeu a palavra ao Reitor, 46

professor Klaus, para que apresentasse uma visão geral do uso de vagas destinadas a docentes na 47

UFABC. A intenção seria uniformizar as informações referentes às vagas disponíveis e mostrar 48

como estas vagas estão sendo utilizadas. A apresentação também não iria trazer informações 49

específicas sobre cursos, as quais são atribuições dos Centros, e sim uma macroalocação de 50

vagas. Passando à apresentação, mostrou o quadro de vagas disponibilizadas aos Centros, as 51

utilizadas por eles, as destinadas a professores visitantes, finalizando com as perspectivas 52

futuras. Avisou que a apresentação seria disponibilizada aos membros da CG, posteriormente.

53

Professor Marcelo Reyes perguntou se havia alguma sinalização a respeito de contingenciamento 54

das vagas. Professor Klaus respondeu não haver nenhuma sinalização nesse sentido no momento.

55

Mesmo assim, no ano passado foram disponibilizadas muitas vagas numa espécie de concurso 56

preventivo, definidas com atribuições genéricas, como forma de protegê-las. Professor Breno 57

perguntou se o número de 110 vagas para visitantes seria fixo ou poderia mudar, dependendo da 58

negociação com o MEC. Professor Klaus respondeu haver uma tendência a aumentar. No início 59

da atual gestão eram 95, portanto já houve aumento. Existe um teto legal, de 20 por cento do 60

quadro de permanentes, acima do qual não pode haver aumento. Professora Carolina indagou se 61

todas as vagas correspondentes a Titular Livre, LIBRAS e Educação Inclusiva, EAD e Chamada 62

Pública já foram utilizadas, ao que o professor Klaus respondeu que todos foram contratados e 63

lotados nos Centros. Após terminar sua explanação, parabenizou a Coordenação do curso de 64

Bacharelado em Planejamento Territorial, por ter sido reconhecido com nota máxima. 2) 65

Professora Paula Tiba concedeu a palavra ao servidor Thiago Barbosa, o qual informou ter 66

conversado com um integrante de cada Centro para acertar algumas questões sobre as páginas 67

eletrônicas dos cursos. No dia 24 de agosto a Prograd irá suprimir as páginas referentes aos 68

cursos de formação específica de seu domínio (prograd.ufabc.edu.br). Tudo o que se referir aos 69

cursos específicos será remetido às suas páginas nos domínios dos Centros e/ou dos próprios 70

cursos. Tanto os Centros quanto as Coordenações de Cursos continuam responsáveis pela gestão 71

das páginas de seus respectivos domínios, e a Prograd continua responsável pela gestão das 72

páginas dos Bacharelados Interdisciplinares. A estrutura mínima foi pautada no documento do 73

Ministério do Planejamento (MPOG) de 2009, denominado “Padrões Web em Governo 74

Eletrônico – Guia de Administração”, o qual estabelece que “todo sítio oficial deve possuir uma 75

estrutura de informação mínima, claramente visualizada a partir da página inicial”. A sugestão 76

dada pelo Ministério é que contenha, no mínimo, as seguintes informações: página inicial, 77

mecanismo de busca, fale conosco ou equivalente, endereço físico e os serviços prestados. Uma 78

segunda sugestão seria conectar as informações, por exemplo, projetos pedagógicos e demais 79

documentos aprovados pelos órgãos colegiados e conselhos, ao arquivo original, para evitar 80

duplicidade de documentos e retrabalho. A representante técnico-administrativa Deonete 81

ressaltou a importância de conectar as informações à publicação oficial. Professor Antônio Gil 82

relatou a dificuldade de atualizar as páginas. Perguntou se agora ficará mais simples, se será 83

possível solicitar aos Centros. Professora Carolina sugeriu um acordo para haver uma única 84

página dos cursos, pois há vários endereços para o curso de Planejamento Territorial. Solicitou 85

que houvesse um servidor ou setor que auxiliasse na atualização das páginas. Thiago explicou 86

que o gerenciamento das páginas dos cursos específicos deve ser acordado com as direções dos 87

(3)

Centros. Professor Marcelo Reyes esclareceu não haver no CMCC ninguém disponível para 88

gerenciar as páginas. Deonete sugeriu concentrar a tarefa em um funcionário do Centro.

89

Professora Paula Tiba acrescentou que poderá levar essa demanda, como representante da 90

Prograd, ao CETIC, mencionando apoio de todos os coordenadores, objetivando uma solução 91

institucional. Lembrou que, para a comunidade interna, a implantação do SIGAA trará 92

uniformidade às informações. 3) Professor Leonardo comentou sobre a colação de grau de 93

aproximadamente 500 alunos, realizada no dia 5 de agosto. Pela segunda vez na história da 94

UFABC foram necessárias três cerimônias para acolher a todos os alunos. Além das colações de 95

grau oficiais, ocorrem também, mensalmente, as colações antecipadas, com uma média de 30 a 96

40 alunos em cada. Parabenizou a todos os cursos responsáveis pela conclusão de seus alunos. 4) 97

Professora Paula Tiba informou acerca do serviço de contagem de créditos, feito pela Deonete.

98

Como tem havido problemas nas informações do sistema atual (SIE), com inconsistências, 99

Deonete faz a contagem dos créditos dos alunos com problema no histórico e informa à DSSI 100

sobre os erros, para correção no banco de dados. Todavia isso tem aumentado muito, gerando um 101

volume de solicitações muito grande. A proposta da Deonete é disponibilizar a tabela de 102

transição entre matrizes nas páginas dos cursos, para os alunos terem informações claras da 103

matriz que estão seguindo, e só buscarem ajuda da Prograd ou das Coordenações de Cursos 104

quando houver dúvida ou erro no histórico. Deonete colocou-se à disposição para ajudar os 105

coordenadores. 5) Professora Paula Tiba citou a reunião ocorrida entre a Coordenação Geral dos 106

BIs e as Coordenações de Cursos sobre o planejamento 2018. Professora Vânia irá disponibilizar 107

o documento apresentado. Solicitou aos coordenadores que verificassem com cuidado, fizessem 108

os ajustes necessários e retornassem até o início de setembro. Ordem do Dia. 1) Ata nº 109

006/2017 da VI sessão ordinária, realizada em 13 de julho de 2017. Sem manifestações e em 110

votação, o documento foi aprovado com sete abstenções. Expediente. 1) Calendário Acadêmico 111

2018. A proponente Renata Coelho apresentou duas propostas de calendário: uma com o início 112

do quadrimestre antes do Carnaval e outra começando após este evento. Comentou sobre a 113

semana de reposição de feriados, em maio, explicando que o horário da aula no dia de reposição 114

deve corresponder ao horário em que a aula seria ministrada no dia do feriado. Quando a 115

reposição ocorresse em dia de sábado, que seria apenas em um dia, corresponderia a um feriado 116

que ocorreu no sábado. O segundo quadrimestre, dos ingressantes, no calendário pós-Carnaval, 117

começaria em 4 de junho e terminaria em 28 de agosto. O terceiro quadrimestre começaria em 118

17 de setembro e terminaria em 19 de dezembro. Apresentou a tabela de reposição, solicitando 119

que fosse seguida à risca. Em seguida mostrou o calendário com o início das aulas antes do 120

Carnaval, sendo que, neste, o quadrimestre dos ingressantes começaria em 28 de maio. Professor 121

Amaury sugeriu disponibilizar a tabela de reposição em primeiro lugar, para facilitar a 122

visualização. Renata destacou que, com o quadrimestre iniciando após o Carnaval, o recesso 123

ficaria menor. Não havendo defesa do calendário com início antes do Carnaval, professora Paula 124

Tiba avisou que seria votado o calendário pós-Carnaval. Propôs promover o item à ordem do dia, 125

sendo a proposta aprovada por unanimidade. Na ordem do dia, e sem mais comentários, 126

encaminhou o calendário para votação, sendo aprovado por unanimidade. 2) Proposta de 127

resolução que regulamenta as normas para a realização de Estágio Curricular nos Cursos de 128

Graduação de Engenharia e Bacharelado da UFABC. Professora Paula Tiba lembrou ter sido 129

instituído um grupo de trabalho para revisar as resoluções ConsEPE que tratam dos estágios 130

obrigatórios. Neste grupo estavam presentes a Coordenação Geral dos Bacharelados 131

Interdisciplinares, a Coordenação Geral do Programa de Licenciaturas e representantes 132

escolhidos pela CG. Ao longo da discussão desse GT definiu-se dividir a proposta em duas, uma 133

para os bacharelados e outra para as licenciaturas. Passou a palavra à proponente, professora 134

(4)

Vânia, a qual apresentou a proposta referente aos bacharelados: “Motivação: Unificação das 135

normas utilizadas para a realização de estágio curricular. - Resolução ConsEP nº 84 - 136

Regulamenta as normas para a realização de estágio curricular obrigatório dos cursos de 137

graduação em Bacharelado em Química, e Bacharelado em Química com Atribuições 138

Tecnológicas da UFABC; - Resolução ConsEP nº 85 - Regulamenta as normas para a 139

realização de estágio curricular e não-curricular do curso de graduação em Bacharelado em 140

Ciência da Computação (BCC) da UFABC; - Resolução ConsEP nº 86 - Regulamenta as 141

normas para a realização de estágio curricular e não- curricular do curso de graduação em 142

Bacharelado em Ciências Biológicas da UFABC; - Resolução ConsEPE nº 158 - Regulamenta 143

as normas gerais para a realização de Estágio Curricular e Estágio Não Curricular nos Cursos 144

de Graduação em Engenharia da UFABC; - Regulamenta as normas gerais para a realização 145

do Estágio Supervisionado I, Estágio Supervisionado II, Estágio Supervisionado III e Estágio 146

Não Curricular do Bacharelado em Neurociência da UFABC. Grupo de Trabalho: Portaria da 147

Prograd nº 009, de 21 de fevereiro de 2017: - Representantes da divisão acadêmica do CCNH, 148

CECS e CMCC; - Coordenadores e vice coordenadores de estágio (Coordenação geral dos 149

bacharelados interdisciplinares, Bacharelado em Neurociência, Bacharelado em Ciência da 150

Computação; - Representantes dos cursos. Principais ajustes: - Das atribuições do 151

Coordenador do curso, coordenador de estágio, Professor Orientador, Supervisor de Estágio ; - 152

Da habilitação e Inscrição; - Dos prazos; - Da avaliação; - Setores responsáveis pela gestão 153

administrativa. Após artigo 29, inserir: Parágrafo Único: ‘Caso o Parecer do Supervisor 154

informe que o estagiário apresentou um desempenho insuficiente ou inadequado nas atividades 155

de estágio, será atribuído ao aluno o conceito F e não haverá processo de Recuperação’.”

156

Deonete observou que a proposta separa os cursos de Engenharia dos demais bacharelados, 157

sendo que Engenharia é bacharelado. Deonete questionou o prazo do recurso, disposto no 158

parágrafo único do artigo 27. Professora Vânia esclareceu haver um capítulo específico sobre os 159

prazos. Deonete observou, ainda, que a matrícula no estágio, nas licenciaturas, ocorre durante a 160

matrícula nas disciplinas. As engenharias, os cursos pós-BC&H e os Centros têm outro prazo.

161

Sugeriu uma norma única quanto aos prazos para os bacharelados. Professora Vânia explicou 162

que nesse caso não é possível estabelecer uma data porque os alunos que realizam estágio nos 163

bacharelados dependem de instituições externas. Após o aceite da matrícula o aluno tem um 164

prazo para entrega dos documentos. Todos os Centros irão trabalhar da mesma forma. Professor 165

Pedro questionou o fato de algumas empresas exigirem que o estágio seja assinado pelo 166

coordenador do curso, pois já houve contratos de estágio do BC&T nos quais se exigia a 167

assinatura do coordenador. Professora Vânia esclareceu que no contrato há um campo para 168

assinatura do responsável da universidade. Professora Pauta Tiba acrescentou que a assinatura 169

específica de um coordenador pode ser uma exigência da empresa, e não tem relação com o 170

registro acadêmico do aluno no estágio. Deonete questionou o inciso III do artigo 6º, sobre as 171

atribuições do Coordenador de Curso, considerando o inciso com sentido dúbio. Professora 172

Paula Tiba indagou sobre a recuperação do estágio, considerando o prazo para a recuperação das 173

disciplinas. Se a matrícula em estágio é em fluxo contínuo, como ficaria a recuperação.

174

Professora Vânia explicou que, como foi decidido pela aplicação de conceito ao estágio, há uma 175

resolução estabelecendo que o aluno com conceito D ou F tem direito a recuperação.

176

Considerando um aluno com conceito D em seu relatório de estágio, no prazo estabelecido ele 177

poderá refazê-lo e submetê-lo novamente ao orientador, o qual poderá alterar o conceito.

178

Professora Paula Tiba mencionou a Resolução ConsEPE nº 182, sobre os mecanismos de 179

recuperação, cujo artigo 1º dispõe que “Além dos critérios estabelecidos pelo docente em seu 180

Plano de Ensino, fica garantido ao discente que for aprovado com conceito D ou reprovado com 181

(5)

conceito F em uma disciplina o direito a fazer uso de mecanismos de recuperação”. Em seu 182

entendimento, tal Resolução não se aplica a estágio. Ficaria mais claro não utilizar o termo 183

“recuperação”. Professora Cristina também discordou do termo, pois quando o aluno envia o 184

relatório, o docente tem um prazo para corrigir, devolver para o aluno fazer as correções 185

necessárias e reenviar. Portanto o aluno já teve sua chance de se recuperar. Com relação a 186

prazos, é preciso deixar claro que o aluno tem de cumprir as datas estabelecidas. Se o conceito F 187

permite que um aluno tenha um prazo maior que outros para entregar, recomentou atribuir o 188

conceito O. Professor Marcelo Reyes questionou a motivação para se atribuir conceito ao 189

estágio, e se os conceitos diferentes iriam alterar os índices do aluno. Considerou a proposta de 190

resolução extremamente longa, o que poderia levar a um engessamento. Professora Vânia 191

concordou que, como o estágio é um componente curricular, não há necessidade da disposição 192

sobre recuperação, podendo ser retirada da proposta. Com relação à atribuição de conceito, 193

declarou ter sido coordenadora de estágio e pôde acompanhar a evolução de vários alunos.

194

Quando não havia uma avaliação, o aluno cumpria as horas de estágio e entregava um relatório 195

mal redigido. Se for simplesmente reprovado, será difícil ele conseguir outra empresa para 196

realizar o estágio, passar por outra assinatura de contrato e fazer tudo de novo. Não é justo para 197

um aluno que entregou um relatório perfeito ser avaliado da mesma forma que outro com um 198

relatório ruim. Essa também foi a visão do grupo de trabalho, o qual discutiu intensamente o 199

assunto. Professor Pedro opinou que a avaliação do estágio pode ser feita sempre, independente 200

de constar na resolução, e que o resultado final deve ser aprovação ou reprovação. O aluno deve 201

ter o retorno do orientador se o relatório do estágio foi bom ou não. Professor Fernando Cássio 202

relatou ter participado do GT sobre a resolução de estágio da licenciatura, tendo sido trabalhada 203

a perspectiva de aprovação ou reprovação, não a atribuição de conceitos, por entender que o 204

estágio supervisionado tem um forte componente processual. No âmbito da licenciatura não se 205

enxerga o relatório como o produto a ser avaliado, e sim o processo de construção profissional.

206

Porém há dinâmicas diferentes de orientação de estágio, por isso entende a perspectiva 207

apresentada pela professora Vânia. A seu ver, a solução encontrada foi para lidar com a 208

dificuldade de ser uma dinâmica de orientação de estágio diferente da licenciatura, pois esta é 209

mais organizada dentro do calendário acadêmico. Professor Marcelo Reyes admitiu a 210

possibilidade do conceito, sugerindo, porém, que este não interferisse nos índices, para não gerar 211

uma complexidade demasiada. Professor Luiz Fernando Setz concedeu a palavra ao servidor 212

Vagner, o qual respondeu ao questionamento a respeito da extensão da proposta de resolução:

213

considerou a proposta extremamente segura, evitando brechas e dupla interpretação, o que 214

acontecia em resoluções anteriores. Comentou também sobre a pergunta em relação à atribuição 215

de conceito ao estágio: o estágio é classificado como um componente curricular nas engenharias.

216

Ele está previsto no projeto pedagógico com créditos. A proposta de se apor somente “aprovado”

217

ou “reprovado” poderia funcionar se houvesse um reduzido número de alunos estagiando. Para o 218

CECS, que possui um número extremamente alto de alunos realizando estágio, é importante 219

saber trabalhar logisticamente essa quantidade de alunos e, principalmente, sua distribuição aos 220

orientadores. Ao se trabalhar com o conceito, o aluno começou a tomar ciência da sua obrigação 221

no cumprimento de prazos. Se ele não seguir o estabelecido na resolução, terá um prejuízo muito 222

grande, principalmente no aspecto da queda de seu CR. Professora Paula Tiba citou o artigo 1º 223

da Resolução ConsEPE nº 147: “O Coeficiente de Rendimento (CR) é um número indicativo do 224

desenvolvimento do aluno no curso, cujo cálculo considera os conceitos obtidos em todas as 225

disciplinas por ele cursadas.” Os cursos que utilizam conceito no estágio o têm considerado no 226

cálculo do CR. Tendo uma carga horária de 14 créditos, impacta bastante o CR do aluno. Isso 227

está previsto nos projetos pedagógicos desses cursos e tem sido seguido. Professor Tomioka 228

(6)

concedeu a palavra à coordenadora de estágio da Engenharia de Gestão, professora Sílvia. Esta 229

esclareceu a função do estágio: há uma carga de disciplinas teóricas que o aluno tem de utilizar 230

no mercado. Se o aluno realizou bem o estágio, poderá ser contratado pela empresa e realizar 231

uma boa carreira. Declarou ver com tristeza uma enorme quantidade de estágios em banco, 232

realizado por alunos da Engenharia de Gestão. O que mais tem impactado em sua decisão de 233

assinar ou não um contrato de estágio é se há um plano de atividades assinado por um 234

supervisor, mostrando se essas realmente terão a aplicação do conteúdo aprendido no curso.

235

Questionou se nessa proposta de resolução isso estaria contemplado de forma clara, e como o 236

aluno poderia ser orientado nesse sentido antes de procurar o estágio. Professora Vânia relatou 237

que quando o aluno entrega uma documentação para ela assinar o estágio, o primeiro item lido é 238

o plano de estágio. Está contemplado na proposta de resolução que o estágio deve ter aderência 239

ao curso do aluno. A resolução concederá o amparo legal para o coordenador do estágio assinar 240

ou não. Em relação ao conceito, esclareceu não ter sido o GT que decidiu por sua atribuição, e 241

sim os docentes orientadores de estágio. Professora Paula Tiba esclareceu à professora Sílvia 242

que, pela nova resolução de estágios não obrigatórios, se o estágio não tiver aderência ao curso 243

do aluno, o coordenador poderá assinar, porém o estágio não valerá como componente 244

curricular. Professora Carolina perguntou com que base o coordenador de estágio irá atribuir o 245

conceito, se seria baseado no relatório apresentado pelo aluno ou na aderência desse relatório 246

com o plano de estágio. Se for por este último, entraria numa questão delicada, pois o aluno pode 247

ter cumprido as atividades de acordo com o plano, mas não apresentou um bom relatório por não 248

ter capacidade de redigi-lo bem. Questionou se o supervisor não deveria também redigir um 249

relatório atestando que o aluno cumpriu as atividades. Considerou importante haver três pilares:

250

o plano de estágio, o relatório do supervisor e o relatório do aluno. Vagner esclareceu que isso já 251

existe. Professora Vânia explicou que cada aluno tem um orientador que o acompanha durante o 252

estágio. A proposta de resolução prevê a avaliação pelo supervisor do estágio na empresa, por 253

meio de um formulário. O supervisor assina o relatório em conjunto com o orientador. Quem 254

atribui o conceito ao aluno é o orientador, que constrói esse conceito baseado no tempo de 255

estágio realizado, no relatório também assinado pelo supervisor e no formulário de avaliação do 256

aluno, enviado por esse supervisor. O formulário fica disponível na página do Centro. Com a 257

aprovação da resolução, será criado um formulário único e disponibilizado na página de estágios 258

da Universidade. Professor Pedro sugeriu, se o estágio for tratado conforme a resolução 259

ConsEPE nº 147, mencionada pela professora Paula Tiba, que constasse na proposta que não 260

haverá recuperação. Declarou não estar convencido de que o sistema de conceito seja a melhor 261

opção para o estágio, pois receia que o aluno esteja mais preocupado em obter um bom conceito 262

do que aproveitar ao máximo seu estágio. Deonete ressaltou a importância do conceito, pois o 263

aluno irá se esforçar mais no estágio para não ficar com F. Questionou o papel do orientador, que 264

não deve ser apenas o de assinar o documento. Professor Harki observou que o tamanho da 265

proposta de resolução é porque todas as informações nela contidas são necessárias. Quanto ao 266

uso do conceito, declarou nunca ter atribuído conceito diferente do A, porém não é contra os 267

diferentes conceitos, pois eles cobrem as duas necessidades: do orientador que confere apenas 268

aprovação ou reprovação e daquele que deseja detalhar um pouco mais a avaliação. Professor 269

Tomioka observou que o estágio obrigatório é uma complementação da formação profissional 270

para o aluno ter uma ideia do funcionamento do mercado. O supervisor de um estágio de 271

engenharia, por exemplo, deve ser um engenheiro. Em sua opinião, o estágio deve ser feito na 272

área na qual o aluno irá atuar. O plano de estágio deve ser cobrado, pois ele serve para atestar, no 273

final, se o aluno realizou o estágio conforme o planejado. Professor Raphael retomou a questão 274

da diferenciação na atribuição de conceitos entre os bacharelados e as licenciaturas, indagando se 275

(7)

o curso não poderia escolher atribui-lo ou não, pois, em sua opinião, em alguns casos não 276

haveria necessidade. Professor Marcelo Reyes levantou a hipótese de uma flexibilização nesse 277

sentido. Devido ao horário avançado, os itens restantes da pauta ficaram para ser apreciados na 278

continuação desta seção. Professora Paula Tiba agradeceu a todos pela presença e encerrou a 279

sessão às dezessete horas e doze minutos.--- 280

Ata da continuação da VII reunião ordinária da Comissão de Graduação (CG), convocada para 281

as catorze horas do dia dezessete de agosto de dois mil e dezessete, na sala 312-1, 3º andar, do 282

Bloco A da Universidade Federal do ABC (UFABC), sita à Avenida dos Estados, 5001, Santo 283

André, SP. A reunião foi presidida pela professora Paula Ayako Tiba, Pró-Reitora de Graduação, 284

e contou com a presença dos seguintes membros: Adriano Reinaldo Viçoto Benvenho, 285

Coordenador do Curso de Bacharelado em Física; Alberto Sanyuan Suen, Coordenador do Curso 286

de Bacharelado em Ciências Econômicas; Alexandre Acácio de Andrade, Vice-Coordenador do 287

Curso de Bacharelado em Ciência e Tecnologia (BC&T); Alexei Magalhães Veneziani, 288

Coordenador do Curso de Bacharelado em Matemática; Ana Paula Romani, Coordenadora pro 289

tempore do Curso de Engenharia Biomédica; Antônio Eduardo Gonçalves, representante 290

Discente; Breno Arsioli Moura, Coordenador do Curso de Licenciatura em Física; Bruno Nadai, 291

Coordenador do Curso de Bacharelado em Filosofia; Carlos da Silva Santos, Vice-Coordenador 292

do Curso de Bacharelado em Ciência da Computação; Carolina Moutinho Duque de Pinho, 293

representante do Curso de Bacharelado em Planejamento Territorial; Cristina Autuori Tomazeti, 294

Coordenadora do Curso de Engenharia de Energia; Deonete Rodrigues Nagy, Representante 295

Técnico-Administrativo; Fernanda Franzolin, Coordenadora do Curso de Licenciatura em 296

Ciências Biológicas; Fernando Luiz Cássio Silva, Vice-Coordenador do Curso de Licenciatura 297

em Química; Giselle Cerchiaro, Coordenadora do Curso de Bacharelado em Química; Harki 298

Tanaka, Vice-Diretor do Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas 299

(CECS); João Batista de Aguiar, Vice-Coordenador pro tempore do Curso de Engenharia 300

Aeroespacial; Jorge Tomioka, Coordenador do Curso de Engenharia de Gestão; Luiz Antônio 301

Celiberto Junior, Vice-Coordenador do Curso de Engenharia de Instrumentação, Automação e 302

Robótica; Luiz Fernando Grespan Setz, Coordenador do Curso de Engenharia de Materiais;

303

Marcelo Bussotti Reyes, Vice-Diretor do Centro de Matemática, Computação e Cognição 304

(CMCC); Murilo Bellezoni Loiola, Coordenador do Curso de Engenharia de Informação; Paula 305

Homem de Mello, Vice-Diretora do Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH); Rail 306

Ribeiro Filho, Representante Técnico-Administrativo; Raphael Yokoingawa de Camargo, Vice- 307

Coordenador do Curso de Bacharelado em Neurociência; Rodrigo de Freitas Bueno, Vice- 308

Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental e Urbana; Vivilí Maria Silva Albrecht, Vice- 309

Coordenadora do Curso de Licenciatura em Matemática. Ausências: Gabriel de Oliveira Santos 310

Ishiara, Representante Discente; Marília Mello Pisani, Coordenadora do Curso de Licenciatura 311

em Filosofia; Otto Muller Patrão de Oliveira, Coordenador do Curso de Bacharelado em 312

Ciências Biológicas. Ausências Justificadas: Ramon Vicente Garcia Fernandez, Coordenador 313

do Curso de Bacharelado em Ciências e Humanidades (BC&H); Salomão Barros Ximenes, 314

Coordenador do Curso de Bacharelado em Políticas Públicas; Tatiana Berringer de Assumpção, 315

Coordenadora do Curso de Bacharelado em Relações Internacionais. Não votantes: Leonardo 316

José Steil, Pró-reitor Adjunto de Graduação; Leonardo Ribeiro Rodrigues, Vice-coordenador do 317

Curso de Engenharia de Gestão; Maria Estela C. de Oliveira de Souza, Técnica em Assuntos 318

Educacionais da Coordenação Geral do Programa de Licenciaturas (Prograd); Vagner Guedes de 319

Castro, Chefe da Divisão Acadêmica do CECS; Vânia Trombini Hernandes, Coordenadora Geral 320

dos Bacharelados Interdisciplinares; Virgínia de Sousa Slivar, Pedagoga da Coordenação Geral 321

do Programa de Licenciaturas (Prograd). Apoio administrativo: Marcelo Sartori Ferreira, 322

(8)

Secretário Executivo. Professora Paula Tiba cumprimentou a todos e iniciou a sessão às catorze 323

horas e vinte minutos. Informou que o professor Leonardo Steil estaria ausente no início desta 324

sessão, devido a sua participação em reunião da Comissão de Vagas. Convidou a professora 325

Vânia Trombini Hernandes, Coordenadora Geral dos Bacharelados Interdisciplinares (CGBI) 326

para compor a mesa. Expediente. 2) Proposta de resolução que regulamenta as normas para a 327

realização de Estágio Curricular nos Cursos de Graduação de Engenharia e Bacharelado da 328

UFABC. Professora Paula Tiba lembrou que a discussão deste item se iniciou na primeira parte 329

desta sessão e seria retomada. Resumiu as sugestões havidas sobre a proposta: 1) substituição do 330

termo ‘engenharia’ por ‘bacharelado’, pois todo curso de engenharia também possui a definição 331

de bacharelado; acatado pela proponente; 2) remoção da questão de recuperação e explicitação 332

de que não haverá recuperação para estágio; acatado pela proponente; 3) atribuição ou não de 333

conceito; permaneceu em discussão; 4) divisão da resolução em duas, para separar o que trata de 334

normativa e o que trata de fluxo; permaneceu em discussão. Professora Vânia esclareceu que: 1) 335

sobre atribuição dos conceitos, essa recomendação foi feita pelo GT que trabalhou intensamente 336

na produção dessa proposta. Fizeram parte desse GT representantes dos cursos em que há estágio 337

obrigatório e representantes das três divisões acadêmicas dos centros. Esse ponto foi um 338

consenso; 2) sobre a extensão da proposta, o objetivo é deixar de forma clara, para que os alunos 339

não tenham problemas de interpretação e de descentralização de informações, no hipótese de que 340

cada curso emitisse uma portaria específica. Isso também auxiliaria as divisões acadêmicas dos 341

centros, que, mesmo tendo procedimentos internos distintos, tiveram seus representantes de 342

acordo com essa proposta. Professora Paula Tiba abriu espaço para comentários e sugestões.

343

Professor Marcelo Reyes alegou compreender as motivações da proposta. Considerou importante 344

o fato de que os representantes dos centros tenham contribuído e sugerido essa proposta.

345

Ressalvou que a atribuição de créditos ao coordenador de estágios seja retirada do texto, pois 346

teria de ser acordado entre os Centros e a Prograd. Sem mais manifestações, a proposta foi 347

encaminhada à Ordem do Dia da próxima sessão, com os destaques apresentados durante as 348

discussões acerca desse tema. 3) Proposta de resolução que regulamenta as normas para a 349

realização de estágio supervisionado dos cursos de Licenciatura da UFABC, para alunos 350

ingressantes a partir de 2017. Professora Paula Tiba informou que o objetivo do Grupo de 351

Trabalho que foi criado para tratar desse assunto era elaborar uma proposta de unificação dos 352

estágios de todos os cursos. No entanto, dadas as especificidades dos cursos de licenciatura, foi 353

elaborada uma proposta separada para esses cursos. Professor Fernando Cássio, membro do 354

referido GT, informou que a proposta é o resultado de um trabalho muito extenso do grupo.

355

Explicou que há parâmetros curriculares do MEC que regulam de forma diferente os estágios dos 356

cursos de licenciatura, em relação aos dos bacharelados. O estágio de licenciatura tem momentos 357

de orientação presencial na universidade. Os professores orientadores têm encontros semanais 358

presenciais com os alunos, as matrículas nos estágios são feitas nos fluxos de matrícula 359

quadrimestral da UFABC, diferentemente dos bacharelados, que apresentam fluxo contínuo e 360

possuem vínculo empregatício. Os estágios supervisionados de licenciatura não são 361

remunerados. Por essas razões, foi necessário outro documento para o assunto. Essa proposta 362

substituirá a Resolução ConsEPE nº 160, que versa sobre o tema. As diretrizes curriculares 363

nacionais para os cursos de formação de professores foram estabelecidas posteriormente à 364

resolução vigente, o que implicou sua reformulação. Opinou que a mudança principal no 365

documento são observações pedagógicas detalhadas sobre a função do estágio supervisionado, 366

que não havia. Também vai ao encontro de introduzir os módulos de estágio no SIGAA, para 367

melhorar processos de matrícula e acompanhamento de estágios. Informou que os estágios são 368

avaliados processualmente e por tal não haverá atribuição de conceitos usuais, indo também ao 369

(9)

encontro da formação do perfil profissional que se deseja desenvolver nos discentes de 370

licenciatura. Professor Breno sugeriu que no Art 3º, parágrafo 5º, houvesse separação dos 371

módulos, podendo o discente se matricular somente ou no estágio de ensino fundamental ou de 372

ensino médio. Professora Fernanda parabenizou o GT pelo trabalho. Fez alguns apontamentos:

373

1) sobre o Art. 2º, questionou se o PIBID poderia ser incluído nesses itens, e se fora consultada a 374

procuradoria jurídica a esse respeito. Explicou que esse pedido foi uma demanda do curso de 375

Licenciatura em Ciências Biológicas; 2) Adiantou que o seguinte ponto se trata de um 376

questionamento dos alunos, pois a coordenação do curso ainda não se posicionou a respeito. No 377

Art. 3º, quanto à realização de estágios quadrimestrais: muitos discentes solicitam que os 378

estágios não fossem quadrimestrais, embora haja opiniões divergentes nessa categoria. A esse 379

respeito, argumentou que: a) os estágios dos bacharelados não são quadrimestrais, então haveria 380

precedentes; b) no recesso o docente não costuma estar em exercício (afastado em período de 381

férias): nesse caso, deveria ser designado um substituto, como responsável; 3) quanto ao Art. 6º:

382

equivalência de estágios realizados em outras instituições: não caberia avaliar o estágio de outra 383

instituição se esta o avaliou e aprovou, e deveria se ter o direito de ter seu estágio considerado.

384

Professor Raphael perguntou, devido à atribuição de créditos ao professor orientador de estágio 385

supervisionado de licenciatura, visto que noutros cursos não há esse tipo de atribuição, como são 386

formadas as turmas e a quantidade de turmas. Também questionou se deveria estar discriminada 387

na resolução essa atribuição de créditos. Professor Fernando Cássio respondeu aos 388

questionamentos: 1) ao professor Breno: não estão discriminados os módulos fundamental e 389

médio, por causa das especificidades dos cursos de licenciatura. Informou que o texto será 390

modificado para ficar mais claro; 2) à professora Fernanda: a) sobre o PIBID, não soube 391

informar se fora consultada a Procuradoria Federal junto à UFABC a esse respeito. Opinou ser 392

contrário, pois o PIBID teria outro caráter. Será feita consulta para a próxima versão da proposta;

393

b) sobre regime quadrimestral, ponderou que o calendário escolar de ensino básico não funciona 394

em quadrimestres; é bem difícil essa alteração, apesar de estágio não ser uma disciplina, 395

considerando que nos PPCs de licenciatura, eles estão atrelados às disciplinas de prática de 396

ensino. Essa é uma orientação dos Parâmetros Curriculares para esse assunto. Opinou que esse 397

ponto deveria ser discutido nas revisões dos PPCs. Pode-se elaborar uma redação genérica, de 398

modo a abranger essa atividade. Vai levar ao GT o assunto; c) sobre a equivalência de estágios, 399

argumentou que as disciplinas regulares têm como estrutura as ementas. Estágio curricular não 400

as tem e, mesmo sendo tratado como disciplina, não há documento preciso para avaliação;

401

relatórios muitas vezes são apenas assinados, sem a devida avaliação. Ademais, nunca houve 402

uma solicitação desse tipo na UFABC, talvez porque os estágios ocorram em geral ao final dos 403

cursos. Informou que vai levar esse ponto ao GT. Mas seria importante contemplar isso na 404

resolução. Ressaltou que será difícil estabelecer um critério de análise homogêneo para todos os 405

cursos; 3) ao professor Raphael, redarguiu que, sobre créditos aos docentes supervisores de 406

estágio de licenciatura, o estágio de licenciatura exige do docente orientador horas de sala de 407

aula semanais, como uma disciplina comum. Por esse motivo somente, já faria jus à atribuição 408

créditos. A relação de orientação é diferente, pois não somente envolve atividades 409

administrativas, como nos casos dos bacharelados. Quanto às turmas de orientação, varia de 410

curso para curso. No curso de Licenciatura em Química, funde-se turmas para otimizar espaço e 411

recursos humanos. Os créditos nesse caso não são multiplicados. Quanto à discriminação de 412

atribuição de créditos no texto da resolução, no Art. 10º, parágrafo 2º, será levada ao GT a 413

sugestão. Professora Paula Tiba salientou que o aluno se matricula como se fosse uma disciplina, 414

juntamente com uma disciplina de prática de ensino. Esse expediente garante que o aluno não 415

terá uma disciplina no mesmo horário em que tem o encontro semanal com o coordenador. Não é 416

(10)

uma disciplina, mas é considerado administrativamente como uma disciplina. Professora 417

Fernanda comentou: 1) sobre o PIBID, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas tem 418

interesse em considerar ao menos uma parte, pois é muito importante na formação do 419

licenciando. Sugeriu deixar lacuna no texto, para possíveis alterações; 2) sobre atribuição de 420

créditos, deveria estar documentado, se não na resolução, em alguma normativa; 3) sobre 421

equivalência, reiterou opinião de ser considerado o estágio realizado em outras IES. Professor 422

Breno concordou com a professora Fernanda sobre equivalência. Fez as seguintes sugestões: 1) 423

no Art. 5º, especificar quais tipos de estágio se enquadrariam no aproveitamento, visto que os de 424

fundamental são comuns entre os cursos de licenciatura; 2) no Art. 9º, inciso V, sobre indicação 425

do docente, questionou o critério para abertura de turmas de orientação de estágio. Professor 426

Fernando Cássio respondeu aos questionamentos: 1) sobre PIBID, no Art. 2º, apresenta-se 427

claramente que o conteúdo seria estabelecido no PPC. Cabe ao curso decidir quais atividades e o 428

peso delas. Esse artigo abre possibilidade de os cursos, se quiserem, estabelecerem isso nos 429

PPCs. De qualquer forma, essa questão será levada ao GT; 2) sobre equivalência, tem de haver 430

algum tipo de proposta do critério de avaliação do estágio de outra IES, em proposta de texto não 431

ambíguo. Essa questão será levada ao GT; 3) sobre o Art. 5º, concordou que o artigo pudesse ser 432

suprimido; 4) sobre a atribuição de créditos estar disposta no texto, ainda que cause algum 433

estranhamento, informou que foi um posicionamento do GT; 5) sobre a questão do número de 434

matriculados para se abrir uma turma de estágio supervisionado, opinou que se trata mais de uma 435

questão de planejamento de oferta, que varia, mas sempre é considerada em vista de otimizar os 436

recursos humanos. Professora Ana Paula passou a palavra à servidora Maria Estela. Comentou 437

que o disposto no Art. 2º reproduz o texto da lei pertinente (Lei de estágio). O curso pode elencar 438

em seu projeto pedagógico o PIBID como projetos extracurriculares como estágio. Sobre a 439

equivalência do Art. 6º, as diretrizes curriculares permitem a dispensa de até 100 horas de 440

estágio para licenciados e que exerçam profissão de docência. Professora Vivilí reiterou a 441

sugestão de retirar o Art. 5º. Professora Paula Mello fez os seguintes apontamentos: 1) sugeriu 442

indicar na resolução que questões de atribuição de créditos e oferta serão definidas nos âmbitos 443

dos centros, sem apresentar o quantitativo de créditos; 2) concordou com o aproveitamento da 444

carga horária de estágio realizado em outra instituição, mas sendo de um mesmo curso; 3) sobre 445

o Art. 2º, sugeriu permitir que cada curso estabelecesse quais seriam as atividades 446

extracurriculares e seu quantitativo para equivaler ao estágio; 4) em vez de matrícula 447

quadrimestral, sugeriu colocar módulo quadrimestral e validar as horas conforme as horas que o 448

discente apresentasse, sejam 40 horas ou 200 horas; 5) pediu que a redação do Art. 8º ficasse 449

mais precisa, visto que hora apresenta ‘preferencialmente’ e ora ‘parte’. Professora Paula Tiba 450

questionou o motivo de não haver critério único para mínimo de créditos cursados pelo aluno 451

para poder fazer o estágio, já que na versão atual há essa previsão pelo CPk. Professor Fernando 452

Cássio respondeu aos apontamentos: 1) concordou com a mudança na redação citada pela 453

professora Paula Mello sobre o Art. 8º; 2) concordou com a retirada de normas quanto à 454

atribuição de créditos e alocação; 3) quanto ao item 4, citado pela professora Paula Mello, 455

comentou que deveria haver ‘módulos’, porém, sem parcerias com escolas de ensino básico, 456

semelhante à ‘residência pedagógica’, ficaria difícil de realizar tal modulação do estágio; 4) 457

quanto ao questionamento da professora Paula Tiba, respondeu que não se consegue avaliar 458

objetivamente quando um discente, ao longo do seu curso, estaria apto a realizar estágio. A 459

maneira encontrada foi não estabelecer um número de CPK, mas deixar a critério dos cursos.

460

Cada curso de licenciatura tem um estágio diferenciado quanto ao conteúdo abordado, como 461

questões pedagógicas, administração escolar etc. Sem mais comentários ou sugestões, professora 462

Paula Tiba resumiu os pontos levantados: 1) possibilidade de o aluno se matricular em dois 463

(11)

módulos de estágio: deixar claro a qual se refere (se estágio de ensino fundamental e/ou médio);

464

2) sobre a questão de o PIBID ser aceito como estágio curricular: permitir aos cursos que 465

definam em seus PPCs quais atividades extracurriculares e seu quantitativo para equivaler ao 466

estágio; 3) deixar redação mais genérica quanto a estágios quadrimestrais; 4) retirar do texto a 467

atribuição de créditos; 5) equivalência de estágio: será levada ao GT a questão e será elaborado 468

algum critério para verificação; 6) retirar Art. 5º sobre aproveitamento. Professora Paula Tiba 469

encaminhou a proposta para a Ordem do Dia da próxima sessão e informou que esses pontos 470

entrarão em destaque na relatoria. 4) Proposta de resolução que estabelece diretrizes para 471

encaminhamento e estabelecimento de estratégias de aperfeiçoamento do ensino, currículo e 472

infraestrutura dos cursos de graduação da UFABC. Professora Paula Tiba informou que essa 473

resolução originou-se das discussões havidas em sessão anterior da CG, acerca dos 474

encaminhamentos dos resultados das avaliações de disciplinas. No questionário, serão separadas 475

questões que envolvem atuação docente, infraestrutura e o conteúdo das disciplinas. A partir do 476

final do 2º quadrimestre deste ano, estará a avaliação nesse formato. A proposta também 477

oficializará os destinatários das respostas dadas pelos alunos: tanto às coordenações de curso, 478

como às direções dos centros. Outra medida será enviar o resultado das avaliações dos 479

professores aos próprios docentes. As direções de centro deverão encaminhar esses resultados.

480

Será produzido um relatório geral pela Prograd com os resultados das avaliações. Acrescenta-se 481

também que as coordenações de curso, em conjunto com seus NDEs, deverão elaborar 482

anualmente um plano estratégico para aperfeiçoamento do currículo e da infraestrutura do curso, 483

a ser encaminhado à Prograd e à respectiva direção de centro. As direções de centro deverão 484

elaborar anualmente um relatório referente à atuação dos docentes, elencando providências e 485

propostas de aperfeiçoamento. Posteriormente ao envio da pauta, foi recebida uma sugestão do 486

professor Marcos Vinícius Pó, presidente da Comissão Própria de Avaliação (CPA), para incluir 487

os destaques apresentados em vermelho, no documento exibido. Uma das sugestões é que os 488

resultados gerais das avaliações, os planos estratégicos encaminhados pelos cursos e os relatórios 489

encaminhados pelos Centros serão tema de pauta da reunião extraordinária da Comissão de 490

Graduação de discussão dos projetos pedagógicos dos cursos. Outra sugestão é que a Prograd 491

poderia permitir acesso às informações das avaliações à Comissão Própria de Avaliação (CPA) e 492

à Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD). Professora Paula Tiba abriu espaço para 493

comentários e sugestões. Professora Carolina, sobre o Art. 3º, sugeriu colocar no calendário de 494

planejamento os prazos para elaboração do relatório. O representante técnico-administrativo Rail 495

sugeriu que: 1) no Art. 1º, explicitar quem disponibilizará o questionário de avaliação; 2) no Art.

496

6º, alterar ‘poderá permitir’ para ‘quando for demandada’ e oficializar o registro dessa demanda.

497

Professora Paula Tiba acatou as sugestões de Carolina e Rail. Professora Cristina opinou que a 498

distribuição das avaliações dos docentes deveria ser realizada pelo coordenador de curso.

499

Professora Paula Mello alegou que questões disciplinares e funcionais em relação aos docentes 500

deveriam ser encaminhadas às direções e questões pedagógicas, aos coordenadores. Mostrou 501

preocupação quanto a não automação do sistema para gerenciar os arquivos de avaliação.

502

Professor Alexei questionou qual seria o objetivo do Art. 5º, em relação a ser pauta da sessão 503

extraordinária da CG sobre alterações em Projetos Pedagógicos. Professora Paula Tiba 504

respondeu que seria o momento para discutir as estratégias reais de ação e as soluções para os 505

problemas identificados, dado que a proposta de um curso poderia ser solução também para 506

outro. Quanto ao apontamento da professora Paula Mello, ponderou que os docentes não 507

ministram aula somente no curso de um dado centro. Citou como o exemplo o coordenador de 508

um bacharelado interdisciplinar. A ideia é que os diretores tenham ciência de questões 509

administrativas e funcionais relativas a um docente, independentemente da disciplina que ele 510

(12)

ministrar. Professor Harki alegou que a responsabilidade de gestão administrativa e funcional 511

deve ser das direções de centro. Professor Alexandre demonstrou preocupação com o Art. 6º, em 512

relação à avaliação do docente pelos alunos ser utilizada pela Comissão Própria de Avaliação 513

(CPA) e pela Comissão Permanente de Pessoal Docente (CPPD). Opinou que questões pessoais 514

entre alunos e professores, que muitas vezes pesam na avaliação discente, não deveriam ser 515

levadas em consideração para progressão de carreira docente. Sugeriu retirar a CPPD da redação 516

desse artigo. Professor Marcelo Reyes avaliou que dois pontos estão em questão: problemas 517

quanto à postura e comportamento dos docentes e questões pedagógicas. Opinou que essas 518

questões se tratam de problemas institucionais e deveriam ser discutidas nos conselhos 519

superiores. A melhoria da qualidade das aulas não seria alcançada com essa resolução.

520

Professora Paula Tiba respondeu que o Art. 6º, que se encaminhariam os resultados da avaliação 521

à CPA e CPPD seria um meio de institucionalizar essas questões. A maior parte da resolução 522

apenas formaliza os procedimentos que já acontecem. A discussão na CG poderia levar à 523

solicitação às instâncias superiores de medidas institucionais concretas. Essa resolução não 524

resolveria todos os problemas, mas estabeleceria metas para organização de forma conjunta de 525

possíveis soluções. Respondeu ao professor Alexandre que não seria a CG que delegaria à CPPD 526

ações quanto aos resultados das avaliações. O que a CPPD faria com esses dados é o resultado da 527

Resolução ConsUni nº 160, sobre progressão de carreira dos docentes, que normatiza como 528

parcela para avaliação dessa progressão a avaliação dos discentes. Professor Fernando Cássio 529

informou que a resolução ConsUni se baseia numa portaria do MEC. Explicou que essa parcela é 530

um fator aditivo e não causa impacto direto na progressão de carreira. Isso pode pautar políticas 531

institucionais de aperfeiçoamento docente em serviço e essa é uma agenda fundamental e que vai 532

além da graduação. Professora Carolina opinou que é uma das funções dos diretores de centro é 533

gerir as pessoas sob sua responsabilidade, ainda que tenha de receber auxílio para tal. Professor 534

Harki opinou que os dados têm de ser tratados de forma sigilosa, como dados estatísticos e 535

impessoais. Professora Paula Tiba respondeu que será acrescida à proposta a sugestão do 536

professor Harki. Professora Paula Mello argumentou que elencar providências e propostas de 537

aperfeiçoamento não seria função do diretor de centro. Acrescentou que extrapola as 538

competências do coordenador de curso estabelecer questões relacionadas à infraestrutura.

539

Professora Paula Tiba comentou que esse é o momento para os coordenadores de curso, 540

aproveitando as avaliações discentes, pleitear mais laboratórios e recursos humanos. Informou 541

que será elaborada redação para deixar mais claro o que seria competência do diretor de centro e 542

dos coordenadores. Sem mais comentários e sugestões, encaminhou a proposta, com as 543

alterações sugeridas, para a Ordem do Dia da próxima sessão ordinária. Encerrados os itens da 544

pauta, professora Paula Tiba encerrou a sessão às dezessete horas e dezesseis minutos, cuja ata 545

foi lavrada por mim, Marcelo Sartori Ferreira, Secretário Executivo, e aprovada pela Pró-Reitora 546

de Graduação, professora Paula Ayako Tiba, e pelos demais presentes à sessão.--- 547

Paula Ayako Tiba Pró-Reitora de Graduação

(13)

Edna Maria de Oliveira Loureiro Assistente em Administração

Marcelo Sartori Ferreira Secretário Executivo

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