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Colégio XIX de Março Educação do jeito que deve ser

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Academic year: 2021

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 1

Aluno(a): Nº

Ano: 7º Turma: Data: 18/03/2017 Nota:

Professor(a): Paula Querino Mira Valor da Prova: 40 pontos Orientações gerais:

1) Número de questões desta prova: 15

2) Valor das questões: Abertas (5): 4,0 pontos cada. Fechadas (10): 2,0 pontos cada. 3) Provas feitas a lápis ou com uso de corretivo não têm direito à revisão.

4) Aluno que usar de meio ilícito na realização desta prova terá nota zerada e conceituação comprometida.

5) Tópicos desta prova:

- Textos, interpretação, Redação - Livro: Viagens de Gulliver - Colocação pronominal - Modos verbais

Às vezes, quando lemos uma história, ficamos pensando se o escritor viveu os fatos narrados ou se ele os inventou. O que se lê nas histórias é o retrato da realidade ou é

ficção?

O texto que você vai ler a seguir pertence ao livro Memórias de um aprendiz de escritor, de Moacyr Scliar. Nessa obra, recordações e narrativas ficcionais se mesclam, conforme o escritor fala de suas experiências como autor de ficção, e, paralelamente, ilustra com histórias o que pensa sobre a arte de escrever.

Memórias de um aprendiz de escritor

Escrevo há muito tempo. Costumo dizer que, se ainda não aprendi – e acho mesmo que não aprendi, a gente nunca para de aprender –, não foi por falta de prática. Porque comecei muito cedo. Na verdade, todas as minhas recordações estão ligadas a isso, a ouvir e contar histórias. Não só as histórias das personagens que me encantaram, o Saci-Pererê, o Negrinho do Pastoreio, a Cuca, Hércules , Mickey Mouse, Tarzan e os piratas. Mas também as minhas próprias histórias, as histórias de minhas personagens, estas criaturas reais ou imaginárias com quem convivi desde a infância.

Na verdade, eu escrevi ali em cima. Verdade é uma palavra muito relativa para um escritor de ficção. O que é verdade, o que é imaginação? No colégio onde fiz o segundo grau, o Júlio de Castilhos, havia um rapaz que tinha fama de mentiroso. Todo mundo sabia que ele era mentiroso. Todo mundo, menos ele.

Uma vez, o rádio deu uma notícia alarmante: um avião em dificuldades sobrevoava Porto Alegre. Podia cair a qualquer momento. Fomos para o colégio, naquele dia, preocupados; e conversávamos sobre o assunto, quando apareceu ele, o Mentiroso. Pálido:

– Vocês nem podem imaginar!

Colégio XIX de Março

Educação do jeito que deve ser

2017

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 2 Uma pausa dramática, e logo em seguida:

– Sabem este avião que está em perigo? Caiu perto da minha casa. Escapamos por pouco. Gente, que coisa horrível.

E começou a descrever o avião incendiando, o piloto gritando por socorro...Uma cena impressionante. Aí veio um colega correndo, com a notícia: o avião acabara de aterrissar, são e salvo. Todo mundo começou a rir. Todo mundo, menos o Mentiroso:

– Não pode ser! –repetia, incrédulo, irritado. – Eu vi o avião cair!

Agora, quando lembro este fato, concluo que não estava mentindo. Ele vira, realmente, o avião cair. Com os olhos da imaginação, decerto; mas para ele o avião tinha caído, e tinha incendiado, e tudo o mais. E ele acreditava no que dizia, porque era um ficcionista. Tudo que precisava, naquele momento, era um lápis e papel. Se tivesse escrito o que dizia, seria um escritor; como não escrevera, tratava-se de um mentiroso. Uma questão de nomes, de palavras.

Palavras. São tudo, para quem escreve. Ou quase tudo. Como a serra, o martelo, a plaina, a madeira, a cola e os pregos para o marceneiro; como a colher, o prumo, os tijolos e a argamassa para o pedreiro; como a fazenda, a linha, a tesoura e a agulha para o alfaiate. Estou falando em instrumentos de trabalho, porque literatura nem sempre parece trabalho. Há uma história (sempre contando histórias, Moacyr Scliar! Sempre contando histórias!)sobre um escritor e seu vizinho. O vizinho olhava o escritor que estava sentado, quieto, no jardim, e perguntava: Descansando, senhor escritor? Ao que o escritor respondia: Não, trabalhando. Daí a pouco o vizinho via o escritor mexendo na terra, cuidando das plantas: Trabalhando? Não, respondia o escritor, descansando. As aparências enganam; enganaram até o próprio escritor. Gabriel Garcia Marques conta que, quando senta para escrever, gosta de estar rodeado dos mais variados instrumentos: a máquina, vários lápis, tesoura, cola, borracha, grampeador – para se sentir como um operário em construção, de Vinícius de Moraes: “era ele quem fazia as casas/ Onde antes só havia chão”.

As palavras são tudo, você disse, Moacyr? Você mentiu, Moacyr. Mais uma vez você mentiu. As palavras não são tudo e disso você bem sabe. A emoção conta, caro Moacyr. A emoção, as ideias, as lembranças. [...]

(São Paulo: Nacional, 1984, p. 9-13.)

aprendiz: aquele que está aprendendo algo, que está adquirindo conhecimentos e técnicas relativas a algumas

atividades

argamassa: mistura de areia, água, cal ou cimento fazenda: pano, tecido

ficção: coisa imaginária, criação baseada na imaginação ficcionista: quem escreve ficção, autor de obras de ficção incrédulo: aquele que não crê, não acredita

plaina: ferramenta manual para desbastar e alisar a madeira

prumo: peça de pedra ou de metal que, presa na extremidade de um fio, é utilizada na verificação da

verticalidade de um lugar

relativo: que depende de outra coisa segundo grau: atual ensino médio

1ª Questão:

a) O título do texto é “Memórias de um aprendiz de escritor”. Que afirmação do narrador, no início do texto, sugere que ele se considera um aprendiz? (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ b) O texto lido é um relato de memórias. Mas o que é um relato de memórias?

Relato de memórias é um gênero textual no qual são contadas experiências pessoais com base em fatos e impressões que ficaram gravados na memória do autor.

No contexto literário, o escritor, ao contar suas memórias, torna-se um narrador que, em primeira pessoa, recria, a seu modo o real. Assim, o que é contado não corresponde exatamente ao que ocorreu na realidade.

Entre os escritores que, no Brasil, se dedicaram ao gênero, estão, além de Moacyr Scliar, Fernando Sabino e Tatiana Belinky, com O menino e o espelho e Transplante de menina, respectivamente.

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 3 b.1) Que trecho do texto de Moacyr Scliar, no primeiro parágrafo, indica que a referência do autor são as lembranças que ele tem? (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ b.2) Já na infância, o narrador tinha interesse pelo mundo das histórias. Que trecho do texto comprova que ele se interessava pelos mais variados tipos de histórias? (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ b.3) Que afirmações do narrador confirmam que, desde pequeno, ele já era um aprendiz de escritor? (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

2ª Questão: No segundo parágrafo, o narrador propõe uma reflexão acerca do trabalho do escritor de ficção.

“Verdade é uma palavra muito relativa para um escritor de ficção. O que é verdade, o que é imaginação?

Observe as afirmações a seguir:

I- No contexto ficcional, fatos e personagens não precisam ser fiéis à realidade. O escritor de ficção, por meio da imaginação, transforma a realidade, altera e recria fatos.

II- Para o escritor de ficção, a verdade é relativizada pela própria natureza de seu trabalho, que é criar mundos por meio da imaginação.

III- Verdade é uma palavra relativa para um escritor de ficção porque, para ele, não há diferença entre a realidade e a ficção.

Está(estão) correta(s) a(s) afirmativa(s): a) apenas a I

b) apenas a II c) apenas a III d) a I e a II e) a II e a III

3ª Questão: Releia o trecho:

“Palavras. São tudo, para quem escreve. Ou quase tudo. Como a serra, o martelo, a plaina, a madeira, a cola e os pregos para o marceneiro; com a colher, o prumo, os tijolos e a argamassa para o pedreiro; como a fazenda, a linha, a tesoura e a agulha para o alfaiate.”

a) Considerando as comparações estabelecidas pelo narrador, responda: O que há em comum entre os elementos mencionados no trecho (serra, martelo, etc) e as palavras? (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 4 b) O narrador afirma que “as aparências enganam”. O escritor, no jardim, sentado, quieto, está trabalhando, enquanto mexendo com a terra, cuidando das plantas, está descansando.

Nesse contexto, em que consiste o trabalho do escritor? (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ c) O vizinho se engana em relação aos momentos de trabalho e de descanso do escritor. O que o leva a esse engano? (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ d) Por que, segundo o narrador, “literatura nem sempre parece trabalho?” (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

As questões 4 a 7 são baseadas na leitura de “Viagens de Gulliver”

Este livro conta a história de Lemuel Gulliver, um médico aventureiro que abandonou sua família, na Inglaterra, para desbravar novas terras, que depois de naufrágios e tormentas,

acaba aportando em terras muito estranhas. Ele vai a Lilipute, onde as pessoas não medem mais de 15 centímetros; depois chega a Brobdingnag, onde as pessoas têm a altura de torres de igreja; e vai ainda ao País dos Houyhnhnms, onde os habitantes mais

importantes são cavalos, não homens.

4ª Questão: Em sua navegação, o navio em que ia Gulliver bateu de encontro a um rochedo e se espatifou. Gulliver e alguns companheiros se salvaram num barco, que acabou revirado por um vendaval. Gulliver, então, nadou até a praia do país dos Liliputianos.

Na coluna da direita, você tem uma descrição dos objetos encontrados nos bolsos de Gulliver, na visão dos liliputianos. Relacione-a com a coluna da esquerda, que traz os nomes dos objetos para Gulliver.

( ) pistola (1) Globo na ponta de uma corrente de prata.

( ) diário (2) Feixe de substâncias brancas e muito finas, dobradas e amarradas. ( ) relógio (3) Rede que abre e fecha.

( ) pólvora (4) Pilar oco de ferro. ( ) bolsa (5) Grãos negros.

A sequência correta é: a) 5, 1, 4, 2, 3 b) 2, 4, 5, 3, 1 c) 4, 2, 5, 1, 3 d) 4, 2, 1, 5, 3 e) 3, 2, 1, 5, 4

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 5 5ª Questão: Assinale a alternativa INCORRETA:

a) Em sua viagem a Brobdingnag, Gulliver teme que os habitantes daquele país sejam muito selvagens e bárbaros porque lá os homens eram minúsculos.

b) Matemática e astronomia eram as duas obsessões dos liliputianos.

c) Gulliver decidiu ir até a ilha de Luggnagg, que ficava situada a sudeste do Japão e tinha contato marítimo contínuo com este país. Ele pretendia ir ao Japão e dali retornar à Inglaterra. d) Na viagem ao país dos Houyhnhnms, Gulliver, ao entrar no edifício a que o cavalo o

conduzira, espantou-se ao ver os cavalos ocupados em tarefas domésticas.

e) Segundo Gulliver, um escritor, ao narrar suas viagens, deveria preocupar-se com tornar os homens mais sábios e honestos, mostrando-lhes os exemplos bons e maus, vistos em países estrangeiros.

6ª Questão: O rei de Brobdingnag faz várias perguntas a Gulliver. Nestas perguntas, percebe-se que o autor critica vários aspectos da vida de seu país tais como corrupção eleitoral, desvio de dinheiro público, lentidão e custo alto da justiça, déficit das finanças do Estado e corrupção da justiça.

Dos trechos abaixo, aquele que se refere à corrupção eleitoral é:

a) “Provou que as leis são melhor explicadas, interpretadas e aplicadas pelos que têm interesse em deturpá-las e fraudá-las.”

b) “...segundo minhas notas, vocês gastam mais do que o dobro do que arrecadam em impostos!” c) “Sobre a nossa justiça, perguntou quanto tempo normalmente se gastava para distinguir entre o certo e o errado e quanto custava isso.”

d) “Será que esses cavalheiros tão abnegados não teriam em mente encher o bolso...?”

e) “Será que um desconhecido, com uma bolsa cheia de dinheiro, não poderia influenciar o povo a votar nele?”

7ª Questão: Observe as afirmativas abaixo e assinale a INCORRETA em relação à obra: a) Em Lilipute, a rainha se mostrou grata a Gulliver, afinal ele livrara o palácio das chamas.

b) Em Brobdingnag, a mulher do fazendeiro fugiu correndo ao ver Gulliver, como faziam as mulheres inglesas ao verem um sapo ou uma aranha.

c) Em Brobdingnag, um dia, uma macaca entrou no quarto onde Gulliver dormia, conseguiu apanhá-lo e fugiu com ele, subindo em um telhado.

d) Matemática e Astronomia eram as duas obsessões dos habitantes da ilha voadora.

e) Nos país dos Houyhnhnms, Gulliver se espantou ao ver cavalos ocupados em tarefas domésticas. Texto para as questões de 8, 9 e 10.

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 6 8ª Questão: Considere as afirmações:

I. A história apresenta linguagem verbal e não verbal.

II. Pode-se concluir que Maluquinho é um menino esperto e comportado.

III. O tipo de letra usado no sexto quadrinho indica o grito do pai do Menino Maluquinho. IV. Podemos traçar a descrição física da mãe do Maluquinho.

É correto o que se afirma em a) I e II apenas.

b) I e III apenas. c) II e IV apenas. d) III e IV apenas. e) II, III e IV.

9ª Questão: A pergunta “Qual vai ser o próximo número?” faz referência a) à quantidade de coisas que Maluquinho pegara sem licença.

b) à quantidade de objetos que o menino vai retirar da cartola. c) a um possível sorteio entre os amigos da plateia.

d) à pergunta do pai sobre seus pertences.

e) à próxima encenação que será feita para os amigos.

10ª Questão: Maluquinho declarou que “agora ia ser domador” por perceber que a) a doma traria mais emoção ao espetáculo.

b) a plateia apreciaria o número da doma.

c) deveria diversificar os números apresentados aos amigos. d) o pai estava uma fera com ele.

e) um circo sempre precisa de um domador.

11ª Questão:

a) Os verbos compre e ganhe na mensagem principal do anúncio exprimem: (1,0)

( ) fato certo, positivo.

( ) fato possível, incerto, duvidoso, ainda não realizado.

( ) ordem, conselho, pedido.

b) Em que modo estes verbos foram conjugados? (1,0)

_____________________________________ _____________________________________ c) Na mensagem principal da propaganda apresentada, existe mistura de pessoas verbais, como na linguagem falada? Justifique sua resposta. (2,0)

_____________________________________ _____________________________________ _____________________________________ _____________________________________

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 7 12ª Questão:

Texto I

a) Copie os pronomes oblíquos que aparecem nas falas da menina. (1,0)

________________________________________________________________________________ b) Em qual das falas o pronome foi usado corretamente de acordo com o padrão culto da língua? Comente. (1,0)

________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

Texto II

a) Para escrever o texto, o autor usou alguns emoticons. Em que contextos se costuma usar esse tipo de linguagem? (1,0)

________________________________________________________________________________ b) Na troca de mensagens, que informações transmitiram os emoticons usados no primeiro balão? (1,0)

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1ª PP de Português / 7º ano / Paula Querino / Pág. 8 13ª Questão: Assinale a frase na qual o pronome oblíquo átono tenha sido usado que acordo com a norma padrão da língua:

a) Procure não envolver-se com esse tipo de gente. b) Me dia toda a verdade, por favor!

c) Aqui trabalha-se muito. d) Não se vive bem nesta cidade.

e) Em tratando-se de investimentos, sempre há riscos.

14ª Questão: O uso do pronome átono no início das frases é destacado por um poeta e por um gramático nos textos abaixo.

Pronominais Dê-me um cigarro

Diz a gramática Do professor e do aluno

E do mulato sabido

Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira

Dizem todos os dias Deixa disso camarada

Me dá um cigarro.

(ANDRADE, Oswald de. Seleção de textos. São Paulo: Nova Cultural, 1988.)

“Iniciar a frase com pronome átono só é lícito na conversação familiar, despreocupada, ou na língua escrita quando se deseja reproduzir a fala dos personagens (...)”.

(CEGALLA. Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. São Paulo: Nacional, 1980.)

Comparando a explicação dada pelos autores sobre essa regra, pode-se afirmar que ambos: a) Condenam essa regra gramatical.

b) Acreditam que apenas os esclarecidos sabem essa regra. c) Criticam a presença de regras na gramática.

d) Afirmam que não há regras para uso de pronomes.

e) Admitem que, em determinadas situações, é possível não obedecê-la.

15ª Questão: Para esta prova, você leu os relatos de Gulliver em suas viagens.

O texto “Memórias de um aprendiz de escritor”, de Moacyr Scliar, apresenta fatos marcantes da vida do escritor. Neles prevaleceu o uso da primeira pessoa (eu / nós)

Agora é sua vez de produzir um relato pessoal simulando a chegada de Gulliver a Itajubá. Você o recebeu em sua casa e juntos vocês participaram da festa de aniversário da cidade no dia 19 de março. Conte tudo que ficou gravado em sua memória. Pode ter sido muito emocionante, muito aterrorizante ou de muita adrenalina.

Mãos à obra! ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________

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Referências

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