GESTÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UM ESTUDO DE CASO DO SETOR PÚBLICO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SP

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CIVIL: UM ESTUDO DE CASO DO SETOR

PÚBLICO NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO

PRETO - SP

Heitor Depieri heitor@dep.ufscar.br Débora Romagnolo d.romagnolo@hotmail.com

A gestão dos Resíduos da Construção Civil (RCC) tem se apresentado como uma importante ferramenta para que o poder público e privado possa atingir a logística reversa. Estudar as políticas públicas que lidam sobre o tema permite entender de que forma estão divididas as responsabilidades entre os agentes e, a partir desse entendimento a delimitação e as proporções em que esses agentes estão lidando com a gestão desses resíduos. Desta forma, o presente artigo descreve um estudo de caso do funcionamento de uma usina de processamento de resíduos da construção civil gerida pelo poder público por meio de uma abordagem qualitativa, e o foco do trabalho foi a pesquisa em documento das quantidades que este agente processou em um ano de operação. Com o trabalho foi possível concluir que o poder público local possui estrutura suficiente para processar todo o RCC disponível no município, mas limita-se a processar apenas 1% de todo esses resíduos gerados.

Palavras-chave: Gestão de resíduos da construção civil, logística reversa, Políticas públicas

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2 1. Introdução

Com o avanço das civilizações ao longo dos anos e a constante evolução e modificações urbanas, o número de resíduos deixado pela construção civil cresce desproporcionalmente se comparada às taxas de crescimento populacional anualmente. Segundo publicação disponibilizada pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – ABELPE a quantidade gerada pelo Brasil de Resíduos Sólidos Urbanos foi de 78,6 milhões de toneladas, que representa um aumento de 2,9% em relação à publicação de 2013, e um índice maior do que o crescimento populacional do mesmo período no país, que foi de 0,9%. Destes resíduos gerados, 90,6% foram coletados, deixando um número significante de mais de sete milhões de toneladas não coletadas, consequentemente, dando um destino impróprio a estes (ABELPE, 2014).

As políticas públicas operam cada vez mais interligadas com ações para com o meio ambiente, e a destinação correta dos resíduos gerados em seus municípios para que seja concretizado a extinção dos lixões. Para alimentar ainda mais a discussão, há uma tensão na maneira de como a sociedade brasileira gere os resíduos: há o lado, tanto na lei quanto na prática, de que é responsabilidade das prefeituras a coleta e destinação correta destes resíduos. Porém, delega-se ao setor privado o financiamento destas atividades, não apenas com intuito de diminuir as despesas públicas, mas para que o objetivo da logística reversa seja alcançado (IPEA, 2012). Desta forma, o município de São José do Rio Preto, localizado no estado de São Paulo, começou a regular o controle de seu RCC em detrimento da Lei Municipal n° 9.393, de 20 de dezembro de 2004, que lida com o Sistema para Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos. Esta lei fornece as diretrizes, objetivos e define a responsabilidade dos resíduos para o produtor que o originou, retirando qualquer encargo do poder público municipal da destinação correta desses materiais. Para a execução do artigo, a seção 2 apresenta a metodologia utilizada e apresenta o referencial teórico empregado para auxiliar na análise da usina de Processamento de Resíduos Sólidos provenientes da Construção Civil da prefeitura do município de São José Do Rio Preto - SP. Para estimar a quantidade de RCC gerado pelo município foi realizado um levantamento apresentado na seção 4.1, pois o município não realiza tais estimativas. O foco do trabalho está concentrado na capacidade de processamento da usina apresentado na seção 4.2, com o intuito de estudar se o poder

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público com a atual capacidade, possui condições de processar todo o RCC que é produzido pelo município.

2. Metodologia de pesquisa

Para a realização do método, a pesquisa utilizou um estudo de caso e teve como foco o sistema de gestão dos resíduos da construção civil do município de São José do Rio Preto, localizado no estado de São Paulo. O estudo de caso, segundo Yin (2001), é um estudo empírico que tem como objetivo a investigação de acontecimentos da vida real, cuja ênfase está no entendimento entre o fenômeno e o contexto, onde o limite entre ambos não está suficientemente esclarecido.

A abordagem utilizada terá caráter quantitativo, pois, a subjetividade entre os pesquisados é descartada. Para Bryman (1989) a preocupação desta abordagem é o estabelecimento de variáveis, a possibilidade de mensura-las e analisar os resultados. O pesquisador não interfere, ou pouco interfere nessas variáveis e estas serão estabelecidas antes da observação e é apenas definido quais serão elas a partir de teorias anteriores (MARTINS, 2012).

2.1 Instrumentos de coleta de dados

No caso específico do estudo, as informações disponibilizadas pelos indivíduos da usina foram obtidas através de uma entrevista semiestruturada e análise documental que teve papel fundamental nas conclusões desse estudo (ver Quadro 1). Pois, a partir dessas observações, foi possível de delimitar a captação da realidade, com o propósito da capitação do volume de resíduos da construção civil que é processado no local.

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Ins trumento de coleta de dados

Conjunto Pes quis ado Propós ito do

ins trumento Entrevis ta oral, s emi

padronizada

Ges tor da ús ina de RCC,

res pons áveis pelas operações

e res pons ável pela área de

ges tão ambiental da s ecretaria res pons ável.

Coletar as informações neces s ária de quantidade de proces s amento, as formas do proces s amento e a preocupação com as leis vigentes .

Dados arquivados Normas de Meio Ambiente

municipal, Es tadual e Federal, pes quis a da ABNT. Regis tros da ús ina pes quis ada.

Obter informações de

clas s ificação dos

res íduos , s ua

des tinação correta e

irregularidades nas

práticas .

Documentos Documentos exis tentes

referentes à quantidade de

RCC proces s ado pelo s etor

público e os res ultantes des s a ação.

Es timar a quantidade

que o poder público

cons egue proces s ar e o

que delega ao s etor

privado.

Fonte: Elaborado pelos autores

Nos capítulos seguintes desse trabalho, foi optado pela divisão em três seções. A primeira parte é uma contextualização da Gestão de Resíduos Sólidos, buscando identificar as definições básicas sobre o assunto, interligando alguns aspectos importantes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, acrescidos à lei municipal de Regulamentação dos Resíduos de Construção Civil do Município de São José do Rio Preto. Na segunda parte do trabalho, foi elaborado uma discussão entre a atual gestão da usina de RCC do município estudado, onde o foco está na atual geração, na coleta e transporte e no tratamento desses resíduos. Por último, foi elaborado as considerações e conclusões finais do estudo.

3. A Gestão de resíduos sólidos

Para alcançar um desenvolvimento sustentável, foi criada a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS que têm como intuito organizar a maneira de como o país atende os lixos, e determinar dos setores público e privado a transparência na forma de como lidam com esses resíduos. Para o gerenciamento dos resíduos da construção civil, por sua vez, foram atribuídos ao SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente) e ao CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) (BRASIL, 2010).

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Para um melhor entendimento do sistema de gestão desses resíduos e do estudo de caso, a seguir são apresentados conceitos básicos sobre o tema e diretrizes apontadas pela PNRS e da Regulamentação de Resíduos Sólidos Da Construção Civil do Município de São José do Rio Preto.

3.1 Resíduos da Construção Civil

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, os resíduos sólidos são resultantes de atividades da comunidade, de origem: doméstica, de varrição pública, de serviços, industrial, de serviços de saúde, comercial e agrícola (ABNT, 2004). O Plano Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS, acrescenta em sua classificação os resíduos também provenientes de prestadoras de serviço, de saneamento básico e da construção civil. Os resíduos da construção civil – RCC, são definidos como sendo aqueles produzidos nas construções, reformas, reparos e demolições de obras, inclusive aqueles originados da preparação e terraplanagem dos terrenos de obras civis (BRASIL, 2010). Uma das características dos Resíduos Sólidos Urbanos, incluindo os RCC, é a viabilidade do aproveitamento do material descartado. A maior parte das Prefeitura Municipais não possuem a sua disposição recursos técnicos e financeiros para que possam solucionar problemas ligados à gestão desses resíduos. A alternativa de possíveis parcerias com os segmentos que podem estar envolvidos na gestão e a busca por alternativas para possíveis soluções são muitas vezes descartadas (ABRELPE, 2013). Diferentemente da maioria desses municípios, a cidade de São José do Rio Preto - SP, lida com a gestão dos RCC por meio de uma coleta seletiva dos materiais que são gerados pelos habitantes, e realizam o processamento destes materiais (ver capitulo 4.1).

3.2 Políticas públicas para a gestão dos resíduos sólidos

Alguns estados e municípios se adiantaram diante da problemática da PNRS, e criaram leis próprias. Ficou encarregado ao setor empresarial a estruturação dos planos gerenciais com o propósito de minimizar, reduzir e reaproveitar os materiais descartados incentivando a logística reversa (ver Quadro 2). E aos órgãos públicos, a fiscalização e implantação de novas legislações, cumprimento dos objetivos de seus próprios Planos de Gestão de Resíduos Sólidos e prazos para extinção de aterros sanitários (IPEA, 2012). Desta maneira, a elaboração deste plano tem como intuito, a pré-condição para os estados e municípios terem acesso a recursos da União, que serão destinados a empreendimentos e serviços relacionados à gestão de resíduos sólidos (BRASIL, 2010).

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Quadro 2 - Uma visão geral das mudanças com a lei

Fonte: Adaptado de Abrelpe (2013)

Diante deste cenário, incentivado pela captação de recursos da União por meio de programas estaduais, foi estimulada a criação no município de São José do Rio Preto o sistema de gestão de RCC através do decreto nº 12.765, onde o artigo 1º deste decreto visa regulamentar a gestão dos resíduos da construção civil no município. Dentro desses objetivos, destaca-se:

Projeto de gerenciamento de resíduos da construção civil - tem como objetivo minimizar e manejar a destinação ambiental correta dos resíduos das obras realizadas no município;

A utilização de agregados reciclados em obras públicas da cidade - os agregados produzidos da reciclagem dos RCC devem ser utilizados em obras públicas.

4. Resultados e discussões

Para a apresentação dos resultados do estudo de caso, optou-se pelo estudo do modelo de gestão praticado, seguindo os conceitos da PNRS (BRASIL, 2010), e o foco da pesquisa está no tratamento dos resíduos realizado pelo setor público. Os dados apresentados, de quantidade de entulho (material vermelho e cinza) provenientes do local pesquisado, foram coletados por meio de documentos fornecidos pelo administrador da usina de beneficiamento no ato da entrevista.

4.1 Geração e tratamento dos resíduos

No município de São José do Rio Preto, o poder público concentra as suas ações no recolhimento e tratamento apenas dos resíduos gerados pelos munícipes. A geração dos grandes produtores

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(empresas de construção), são de responsabilidade dos mesmos a destinação correta desses resíduos. Esses resíduos coletados são compostos por areia, argamassa, azulejos, concreto, placas de revestimento, telhas, terra e tijolos resultantes de descartes de construções, demolição, reformas e reparos provenientes de pavimentação e de qualquer outra obra de infraestrutura incluindo de terraplanagem.

O poder local não estipula ou possui dados primários da quantidade de resíduos provenientes da construção civil que são gerados entre pequenos, médios ou grandes produtores. Para tentar estimar e entender a dimensão da quantidade que o município deixa de processar, foi elaborada uma média de resíduos gerados a partir de estudos da quantidade de habitantes de São José do Rio Preto (IBGE, 2014), e a taxa média anual de geração por habitante, foi estimada com base em trabalhos anteriores (MARQUES NETO, 2010), e a estimativa de produção por habitante proposta por Karpinsk et al., (2009) demonstrado na Tabela 1:

Tabela 1 - Estimativa de geração de RCC do município de São José do Rio Preto

Habitantes no município 442.548 (IBGE, 2014)

Taxa de geração 500 kg/hab ano (KARPINSK et al., 2009)

Total estimado 221.274.000 kg/ano

Fonte: Elaborado pelos autores

Para a estimativa partiu-se da premissa que cada habitante gera 500 kg/ano de RCC (KARPINSK et

al., 2009), e dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, onde a população no

último censo foi estimada em 442.548 (IBGE, 2014), e o total estimado no ano é de 221.274 de toneladas de resíduos da construção civil produzidos no município. Deste total, o poder público local se encarrega de tratar apenas os resíduos depositados nos pontos de apoio. Os pontos de apoio são locais espalhados pela cidade, que tem como objetivo captar até 1 metro cúbico de resíduos da construção civil entregues, diretamente no local, por munícipes. Ao receber esses resíduos, é realizada uma triagem e o resultado é um aglomerado de resíduos a serem reciclados e outro de resíduos a serem destinados diretamente ao aterro sanitário. Na visita a esses estabelecimentos, notou-se que são constantemente recebidos móveis velhos e eletrodomésticos, com a finalidade de propor a destinação correta a esses objetos, além disso, foi verificado que não é realizada pesagem ou triagem do que realmente é resíduo ou não no ato da entrega, onde alguns pontos de apoio resultam em pequenos lixões locais que recebem de tudo.

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Após a separação realizada pelos pontos de apoio, a prefeitura retira esses resíduos por meio de caminhões próprios e os encaminha direto ao complexo de tratamento do município. Entre os meses de julho de 2016 e junho 2017 (período de 12 meses), a usina beneficiou aproximadamente 14.657,86 toneladas de resíduos de construção civil provenientes desses estabelecimentos (ver Figura 1).

Figura 1 – Quantidade em toneladas dos resíduos da construção civil recebidos entre 2016/2017 pela a usina de processamento de resíduos

Fonte: Elaborado pelos autores

Neste período foi constatado uma queda nos meses de outubro/2016 e novembro/2016 e ao investigar as razões, foi constatado que ocorreu um defeito na balança de pesagem, e que por razões burocráticas e financeiras, provocou a interrupção da pesagem de chegada e saída desses caminhões por mais de 15 dias entre esses períodos. Mesmo assim, é possível identificar uma taxa constante de entulhos recebidos dos pontos de apoio durante todo o período analisado, reiterando a importância dessa ação para com a cidade, pois, muitas vezes esses descartes seriam realizados de forma irregular no perímetro urbano.

4.2 Capacidade de processamento

O complexo de tratamento tem capacidade de beneficiar 80 toneladas/hora de material vermelho (telhas, tijolos, solos) e 35 toneladas/hora de material cinza (britagem do concreto). Em uma situação de trabalho de 40 horas semanais, e partindo da premissa que a máquina operara as 800 horas mensais de trabalho sem interrupções, a capacidade de processamento está ilustrada pela Tabela 2:

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Tabela 2: estimativa de processamento pela britadeira de RCC

Tipo de produto Processamento dia Processamento Mensal Processamento Anual Material vermelho 3200* toneladas 64.000* toneladas 768.000* toneladas

Material cinza 1400* toneladas 28.000* toneladas 336.000* toneladas Fonte: Elaborado pelos autores

*valores baseados em uma situação ideal de 8 horas diárias de operação sem interrupções

Ao debater os resultados coletados e a estimativa de produção do município apresentada na tabela 1, a usina de beneficiamento é capaz de processar todo o resíduo produzido no seu território com uma folga considerável (ver Figura 3). Desta forma, além da atual fabricação dos chamados artefatos (bancos de praça, tampa de boca de lobo, caixas de força, etc.), que são produtos fabricados com o produto resultante do processamento desses resíduos, isto significaria atender toda a demanda necessária pelo município com uma folga.

Figura 2 – Comparação entre a estimativa de produção com a estimativa de beneficiamento

Fonte: Elaborado pelos autores a partir de dados da Tabela 1 e Tabela 2

Entretanto, ao analisar os dados estimados, de quantidade estimado de resíduos que é criado pelo município, e a quantidade que a usina processa, o resultado é uma parcela mínima realizada pela usina (ver Figura 3).

Figura 3 – Comparação da quantidade de RCC total gerado anualmente pelo município com o processado pelo poder público municipal

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Fonte: Elaborado pelos autores a partir de dados da Figura 1 e Figura 2

Para estimar os resultados apresentados na Figura 4, foram utilizados as projeções contidas na tabela 1, e subtraiu-se dos resultados operacionais apresentados no estudo de caso pela figura 3. A partir da Figura 3, é possível identificar que, por mais que as ações da prefeitura são suficientes para atender a demanda interna, excluindo a necessidade de adquirir matérias primas para a fabricação dos artefatos, em um sentido global, as ações realizadas pelo município ainda são insignificantes quando se analisa o montante total produzido..

5. Considerações Finais

O estudo de caso avaliado neste trabalho partiu de uma proposta simples de análise, e pode ser utilizado em outros estudos de casos. O trabalho não teve como objetivo mostrar quais dos dois setores (público e privado) estão acima um do outro, entretanto, o intuito do método proposto foi analisar a capacidade de processamento que o setor público possui para com o setor privado.

As conclusões apresentadas tentam mostrar o déficit que o setor público apresenta para realizar as operações por inúmeras razões: burocracia, falta de colaboradores, verba, problemas com maquinário, tempos ociosos etc., e que no caso do município estudado, possui capacidade mais que suficiente para poder processar todos esses resíduos provenientes da Construção Civil. Desta forma, o setor público contém recursos e a estrutura para beneficiar todo o resíduo, porém, delega-se ao

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setor privado o financiamento destas atividades, não apenas com intuito de diminuir as despesas públicas, mas neste caso para que o objetivo da logística reversa seja alcançado respeitando a PNRS Os resultados obtidos no trabalho demonstram a carência em que o setor público enfrenta em diversas áreas, e que neste caso específico, possui toda a estrutura necessária, porém contorna a situação se responsabilizando (e seguindo a lei às cegas), apenas por uma pequena parcela da problemática. Desta forma, sugere-se para trabalhos futuros, de que forma as empresas privadas se organizam para se adequar à lei e para onde estão sendo enviados todos os resíduos que são delegados aos mesmos dessas operações.

REFERÊNCIAS

ABRELPE – Associação brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. Resíduos sólidos: Manual

de Boas Práticas no Planejamento. São Paulo: Abrelpe, 2013.

BRASIL. Política nacional de resíduos sólidos. Lei federal número 12.305 de 2010. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm >. Acesso em: 23 jul. 2017.

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estimativa da população residente no Brasil. 2014. Disponível em: < ftp://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2014/estimativa_dou_2014.pdf >. Acesso em: 22 jul. 2017.

IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Diagnóstico dos Resíduos Sólidos Urbanos. Brasília, 2012.

KARPINSK, L. A.; PANDOLFO, A.; REINEHER, R.; GUIMARÃES, J. C. B.; PANDOLFO, L. M.; KUREK, J.

Gestão diferenciada de resíduos da construção civil: uma abordagem ambiental. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009.

MARQUES NETO, J. C. Estudo da gestão municipal dos resíduos de construção e demolição na bacia

hidrográfica do Turvo Grande. Tese (Doutorado) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo,

São Carlos, 629 p., 2009.

MARTINS, R. A. Abordagens quantitativa e qualitativa. In: MIGUEL, P. A. M. (org.). Metodologia de pesquisa em

engenharia de produção e gestão de operações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

PREFEITURA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO. Decreto nº 12.765 de 08 de abril de 2005. Disponível em: <

http://www.ietsp.com.br/static/media/media-files/2015/01/23/Decreto_12765-05_SJRP_ezN9E0u.pdf >. Acesso em: 23 jul. 2017.

YIN, R. K. Estudo de caso – planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman, 2001.

ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS E TÉCNICAS. NBR 10004:2004: Resíduos Sólidos - Classificação. 2 ed. Rio de Janeiro, 2004. 71 p.

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