CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto
1
CIMPOR – Resultados 1ºS’12
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto
2
Conteúdos
1
Destaques do Semestre
2
Vertente Operacional
3
Resultados e Solidez do Balanço
4
Perspetivas Futuras
5
Eventos Subsequentes
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto
3
Apesar do bom comportamento em Moçambique e no Brasil e da subida do preço médio, o
Volume de Negócios decresce 5%
Contração Ibérica, abrandamento da China e condições climatéricas na Turquia deterioram Volume de Negócios. Ibéria: exportações de Portugal mitigam redução de consumo local; China enfrenta queda da
procura a par de aumento da concorrência;
Brasil cresce sustentadamente, Marrocos mantém bom ritmo, Moçambique apresenta importante
melhoria de performance;
Países Árabes dão sinais de estabilização.
Margem EBITDA de 25% mantida no topo da indústria, apesar de contração de 15% do
EBITDA em valor absoluto.
Inexpressivas vendas de CO2;
Melhoria de preços e iniciativas de aumento de eficiência compensam parcialmente impactos de:
redução de atividade, aumento de tarifa elétrica, desvalorização do BRL e custos não recorrentes.
Imparidades em Espanha, e também em Portugal, tornam Resultado Líquido negativo.
Efeitos cambiais e refinanciamentos prejudicam Resultados Financeiros.
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto 4 6 43 17 132 (117) 316 834 1.150 205 1 15 51 407 819 1.087
Resultado Líquido negativo mas não recorrente
Volume de Negócios Cash Costs Operacionais Amortizações e Provisões Impostos Resultados
Financeiros Minoritários Resultado Líquido -5,5% -1,7% -15,3% 1S’11 1S’12 Variação Homóloga EBITDA € milhões ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )
Desconsiderando imparidades o Resultado Liquido ascenderia a 85M€
( ) ( ) ( ) Impacto imparidades no RL: 290M€ 267
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Conteúdos
2
Vertente Operacional
3
Resultados e Solidez do Balanço
4
Perspetivas Futuras
5
Eventos Subsequentes
6
Anexos - Contribuições por Região
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6
Brasil e Sul de África anulados por restantes geografias
Variação do Volume de Negócios do 1S’12 (€ milhões)
5 (20) Sul de África 10 Península Ibérica (60) Bacia do Medit. (1) Brasil Var. P. Homólogo (63) Outros (3) Ásia +1% -0,5% -17% +8% -22% -20% -5%
Variação do EBITDA do 1S’12 (€ milhões)
3 Var. P. Homólogo (48) Outros 6 Ásia (21) Sul de África 9 Península Ibérica (42) Bacia do Medit. (3) Brasil +3% -4% -52% +27% s.s. s.s. -15% Brasil
EBITDA representa já mais de 40% do Grupo. Dinamismo económico e de construção alimenta crescimento estável da procura (+9%). Aumentos de capacidade em curso. Depreciação do Real no 2ºT. Bacia do Mediterrâneo
Sinais de atenuação da turbulência permitem crescimento de procura no Egito e Tunísia, a par de Marrocos. Condições climatéricas adversas na Turquia e subida das tarifas energéticas no Egito e Turquia prejudicam EBITDA.
Península Ibérica
Consolidação orçamental de países contrai severamente a procura. Exportações representam já quase metade da atividade em Portugal, embora com menor margem. Redução de atividade e de vendas de CO2 contrai EBITDA.
Sul de África
Melhoria de performance apesar da desvalorização do ZAR. Moçambique beneficia de intervenções na Matola e das novas unidades de moagem, aumentando significativamente a sua contribuição para o EBITDA. Apreciação do MZN.
Ásia
China enfrenta novo contexto económico e condições de mercado deterioradas apresentando um EBITDA negativo.
Variação Homóloga
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto 7 -6,3% 1S’12 12,9 1S’11 13,8 Vendas de Betão Vendas de Agregados Vendas de Cimento e Clínquer Contribuição do Preço (M tons) -23,6% -8,8%
Vendas de cimento contraem 6%
Agregados fustigados, por contração Ibérica
+2,2% Variação do Volume de Negócios (m3) (ton)
Redução de atividade anula crescimento de preço
-5,5%
Variação Homóloga
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto 8 € milhões P. Ibérica: 30% Bacia do Medit.: 23% Brasil: 30% -5% 1S’12 1.087 Ásia: 7% Sul de África: 12% P. Ibérica: 26% Bacia do Medit.: 25% Brasil: 32% 1S’11 1.150 Ásia: 8% Sul de África: 11% Outros: -1% Outros: -1% 8
Egito, Turquia e Índia recuperam de difícil 1ºT. Penalização da desvalorização do euro. 566 2T’12 -6% 2T’11 602 Br B. Do Med. P. Ib SA A -2,7% +11% -21% +8% -23%
Volume de Negócios decresce 5%
Apesar de câmbios desfavoráveis, aumento de preços atenua
queda de vendas
+1% -0,5% -17% +8% -22% (1) Volume de Negócios € milhõesBrasil: crescimento de vendas e preços parcialmente anulados pela desvalorização do BRL.
Recuperação no 2ºT: Egito: apesar da instabilidade, recuperação no 2ºT permite crescimento de vendas de 5% no 1ºS. Turquia: evidencia ainda efeito de condições climatéricas adversas no 1ºT, não obstante a recuperação no 2ºT.
Portugal aumento de exportações combate contração local mas dilui preço médio.
Quebra de atividade nos betões e agregados. Espanha: crescimento de vendas de betão mitigam ligeiramente acentuada contração da procura de cimento.
Acentuado crescimento de procura em Moçambique (VN (1) sobe 24%) dinamiza
região.
Dificuldades de mercado na China enquanto Índia recupera (VN (1) sobe 14%).
Variação Homóloga
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto 9 819 834 -1,7% 1S’12 1S’11 € milhões 9 426 429 -1% 2T’12 2T’11 Redução de atividade prejudica diluição de custos
fixos, impossibilitando correção em linha com VN(1).
Cash costs: iniciativas para melhoria de eficiência
compensam parcialmente redução de atividade, aumento de tarifas
de eletricidade e menor venda de CO
2(1) Volume de Negócios
€ milhões
Redução de vendas de licenças de CO2. Perspetivas de melhoria de preço.
Programa de melhoria de eficiência progride focado em
coprocessamento, logística e compras.
Custos não recorrentes: +8M€
- Ajustes à redução de atividade em Portugal e Espanha (em especial); - Indeminização a administradores
cessantes.
Variação Homóloga
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto 10 267 Ásia: -1% Sul de África:16% P. Ibérica: 15% Bacia do Medit.: 27% Brasil: 41% 1S’11 316 Sul de África:10% Ásia: 6% -15% 1S’12 P. Ibérica: 26% Bacia do Medit.: 24% Brasil: 34% Outros: 1% Outros: 2% € milhões 10
EBITDA mais penalizado no trimestre por Ibéria e China
Br Med Ib SA A 139 2T’11 173 -19% 2T’12 Br B. do Med. P. Ib SA A -5,4% +2,4% -61% +30% ss
Região recupera face a 1ºT. Maior estabilidade proporciona valorização da EGP.
China passa de um EBITDA de 14M€ no
1ºS’11 para um valor negativo de 7M€ no 1ºS’12.
Ibéria, China e CO
2
deterioram EBITDA em15%
… apesar do contributo do Brasil e do forte crescimento de Moçambique
+3%
-4%
-52% +27%
Brasil: recentes intervenções
operacionais e aumento de capacidade num contexto de plena utilização, combatem desvalorização do BRL . Margem de 32%.
Clima de recessão económica e consolidação orçamental de países na
Ibéria e redução de vendas de CO2
provocam queda de EBITDA de quase 50% em Portugal, apesar das
exportações, e de 70% em Espanha.
Importante melhoria de contribuição regional não obstante a desvalorização da moeda da África do Sul. Destaca-se aumento de EBITDA de Moçambique.
€ milhões
Variação Homóloga
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Margem EBITDA de 25%, mantendo-se no topo da indústria
com forte contribuição do Brasil
29% 28% 26% 25% 25% 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 Trimestre 23% 14% -4,9% -5% -4% 35% 35% 30% 34% 25% 19% 15% 15% 13% 30% 29% 28% 27% 28% 33% 32% 27% 32% 32% 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 Trimestre
Ibéria: menos CO
2e subida de exportações. China – adversidades de mercado.
Por
Região
Sul de África Ásia Brasil Bacia do Med. P. IbéricaGrupo
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Conteúdos
3
Resultados e Solidez do Balanço
2
Vertente Operacional
4
Perspetivas Futuras
5
Eventos Subsequentes
6
Anexos - Contribuições por Região
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Contribuições para EBITDA (LTM)
Mercados
Emergentes
83%
Contribuições de mercados emergentes sobem para 83%
Brasil e Sul de África lideram crescimento face
ao 1ºT
- Brasil: +1,5 p.p.
- Sul de África: +1,8 p.p.
Deleveraging na Ibéria sobressai: -3,7 p.p.
EBITDA evidencia reforço do perfil emergente
Brasil; 37,5% Bacia do Mediterrâneo; 25,1% Península Ibérica; 16,7% Sul de África; 16,3% Ásia; 0,0% Trading / Shipping & Outros; 4,4%
CIMPOR Resultados 1S’12 | 29 de Agosto 14 -51 -17 +205% Resultados Financeiros 1S’11 1S’12
Impacto de 26M€ fruto da apreciação do USD nos passivos contratados nessa moeda (efeito contrário no 1S’11).
Acréscimo de 9M€ em juros
suportados por substituição de dívida contratada antes de 2009.
Imparidades de 5M€
Impostos
1S’11 1S’12
€ milhões
Taxa efetiva: -8%, por efeito de perdas por imparidades. Sem este feito, a taxa seria de 29% (~2011).
Taxa efetiva de 1S´11(24%)
influenciada por ajustes em impostos diferidos por reavaliações de bases fiscais.
15
43 -65%
Imparidades, Resultados Financeiros e Impostos
-407 -117 +248% Amortizações e Provisões 1S’11 1S’12 Imparidade em Espanha:
Quebra continua do consumo desde 2007 e acima do esperado em 2012; falta de visibilidade para retoma económica.
Imparidades em Portugal:
Deterioração de mercado de betão e agregados, sem possibilidade de exportação.
Ibéria regista imparidades líquidas de 290M€ (Espanha: 270M€; Portugal: 20M€)
Apreciação USD e aumento de juros afetam Resultados Financeiros
Variação Homóloga
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(1) ROCE calculado com Capital Empregue médio
Registo de imparidades inverte
Resultado Líquido
R. Líquido pró-forma decresce 47M€, em linha com a
contração do EBITDA
€ Milhões 1S'12 1S'11 %var. 2T'12 2T'11 %var.
Volume de Negócios 1.086,8 1.149,5 -5,5% 565,7 601,8 -6,0%
Cash Costs Operacionais 819,4 834,0 -1,7% 426,2 428,7 -0,6%
Cash Flow Operacional (EBITDA) 267,4 315,6 -15,3% 139,4 173,1 -19,5%
Margem EBITDA 24,6% 27,5% -2,85pp 24,7% 28,8% -4,12pp
Amortizações e Provisões 407,2 117,0 248,1% 357,5 63,3 465,1%
Resultados Operacionais (EBIT) (139,8) 198,6 s.s. (218,1) 109,9 s.s.
Resultados Financeiros (51,2) (16,8) 205,5% (40,5) (6,9) s.s.
Resultados Antes de Impostos (191,0) 181,8 s.s. (258,5) 102,9 s.s.
Impostos sobre o Rendimento 15,3 43,5 -64,7% (4,7) 23,9 s.s.
Taxa efetiva de imposto -8,0% 23,9% s.s. 1,8% 23,2% s.s.
Resultado Líquido (206,3) 138,4 s.s. (253,8) 79,0 s.s.
Minoritários (1,5) 6,2 s.s. (0,0) 4,7 s.s.
R. Líquido após Minoritários (204,8) 132,2 s.s. (253,8) 74,3 s.s. R. Líquido Pro-forma(s/ imparidades) 84,8 132,2 -35,9% 35,8 74,3 -51,8%
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112 114
Bacia do Mediterrâneo
Brasil Península Sul de África Ásia Outros Consolidado
Ibérica
Capex por Região
Investimentos anteveem procura futura
1S’11 1S’12 Navio “Souselas” Índia: recuperação de calor. Moçambique: Nova moagem no Dondo Ibéria: sustentabilidade. Egito: revamping de linha de clinquer e moagem. Tunísia: filtros. Brasil: aumento de capacidade em curso. Caxitu e Cezarina 3. € milhões
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Imparidades na Ibéria e desvalorização do BRL
A solidez do balanço
(1) Reclassificação para Passivos Correntes de dívida sujeita a cláusulas de mudança de controlo, embora já assegurado o seu refinanciamento integral . (1)
€ Milhões Jun-12 Dez-11 % Var.
Ativo
Ativos não Correntes 3.516 3.867 -9% Ativos Correntes
Caixa e Equivalentes 603 610 -1% Outros Ativos Correntes 777 760 2%
Total do Ativo 4.896 5.237 -7%
Capital Próprio atribuível a:
Detentores de Capital 1.751 1.983 -12% Interesses não Controlados 97 101 -5%
Total Capital Próprio 1.847 2.084 -11%
Passivo
Empréstimos 2.124 2.208 -4%
Provisões 215 223 -4%
Outros Passivos 710 722 -2%
Total Passivo 3.049 3.153 -3%
Total Passivo e Capital Próprio 4.896 5.237 -7%
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(1) Critério segundo USPP’s (últimos 12 meses)
Dívida Líquida (€ Milhões) Dívida Líquida /EBITDA(1)
Dívida Líquida /EV
EBITDA/Custos Financeiros Líq.(1) 1.537 2,71x 42% 6,4x Jun’ 12
Refinanciamentos assegurados para cenário de
mudança de controlo. Melhores taxas e prazos.
Dívida
1.623 2,63x 31% 7,7x Dez’ 11(2) Clausulas de mudança de controlo
Linhas de financiamento asseguradas em caso de CoCs (2) acionadas
• Prolongamento até 23 de setembro de prazo para exercício de CoC (2)
por bancos. Backstop já contratado.
• Reembolso de 350M USD, por ativação de clausulas de CoC (2) por
detentores de USPP.
Rácios Financeiros respeitam covenants:
Dívida Líquida /EBITDA< 3,5
EBITDA/Custos Financeiros Líq>= 5
Redução de dívida por diferimento para agosto de pagamento Dividendo de 2011
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Conteúdos
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Perspetivas Futuras
5
Eventos Subsequentes
6
Anexos - Contribuições por Região
1
Destaques do Semestre
2
Vertente Operacional
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20
20
Perspetivas
Conjuntura:
Incerteza na zona EUR
Moderação do crescimento de importantes economias emergentes
Universo Cimpor:
Ibéria: afetada por esforços de consolidação orçamental dos países
Brasil: eventos desportivos e infraestruturas a suportar procura
Mediterrâneo: crescimento, embora a diferentes ritmos
Sul de África: crescimento acelerado em Moçambique e moderado na África do Sul
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21
Conteúdos
5
Eventos Subsequentes
6
Anexos - Contribuições por Região
1
Destaques do Semestre
2
Vertente Operacional
3
Resultados e Solidez do Balanço
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22
Eventos Subsequentes
• 20 de junho – anúncio de sucesso da OPA da InterCement sobre a Cimpor. Grupo Camargo Corrêa torna-se acionista maioritário da Cimpor.
• 4 de julho - CADE(1) aprova entrada de Grupo Camargo Corrêa na Cimpor em 2010 sujeita a condições, reprovando entrada do Grupo Votorantim na mesma altura.
APRO(2) é substituído por TCD(3). • 16 de julho:
• Assembleia Geral, delibera adoção de novo modelo monista - anglo saxónico para Governo de Sociedade e elege novo Conselho de Administração - presidido por Daniel Proença de Carvalho, nova Comissão de Auditoria e nova Comissão de Fixação de Remunerações.
• Conselho de Administração, designa Comissão Executiva. Ricardo Lima é nomeado CEO e Armando Silva CFO.
• InterCement apresenta a Cimpor proposta de Reorganização e Permuta de Ativos conforme constava de prospeto da
OPA.
(1) Autoridade de concorrência do Brasil
(2) Acordo de Preservação de Reversibilidade da Operação assinado pela Cimpor, pela Camargo Corrêa e pela Votorantim em 2010. (3) Termo de Compromisso de Desempenho vedando a influência da Votorantim na atividade da Cimpor no Brasil
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• 3 de agosto – pagamento de dividendos.
• 16 de agosto- no âmbito da proposta apresentada pela
InterCement, o Conselho de Administração cria duas comissões para gestão individualizada de ativos a permanecer e não
permanecer no Grupo e os administradores independentes designam bancos de investimento para avaliação de ativos sob permuta.
• 24 de agosto - decorrido o período de exercício da put dos “US Private Placement”, ativada pela cláusula de change of control, até ao dia 9 de Agosto, foram reembolsados um total de 349,8 milhões de USD, ou seja, 58,8% do total emitido (594 milhões de USD). • Waiver: para os grandes financiamentos bancários sujeitos a
cláusulas de change of control foi definido um período até 23 de Setembro para a decisão de opção do seu exercício.
• Backstop: foram contratadas linhas de financiamento para cobrir os montantes sujeitos a pré-pagamento por via de exercício de
cláusulas de change of control .
Eventos Subsequentes
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Anexos - Contribuições por Região
1
Destaques do Semestre
2
Vertente Operacional
3
Resultados e Solidez do Balanço
4
Perspetivas Futuras
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25
(1) Inclui eleiminações Intra-grupo
Volumes de Vendas e Volume de Negócios por País
Portugal 1,995 3.7% 4.9% Espanha 820 -34.6% -35.4% Marrocos 617 0.1% -4.7% Tunísia 838 -10.0% -12.1% Egito 1,753 5.2% 23.1% Turquia 1,280 -11.9% 0.8% Brasil 2,884 4.2% 1.5% Moçambique 521 23.9% 32.8% África do Sul 538 -12.3% -20.3% China 1,365 -29.1% -31.4% Índia 556 10.9% 25.3% Cabo Verde 100 -14.8% -27.4% Intra-Grupo -333 -13.0% 10.5% Consolidado 12,934 -6.3% -4.9%
Vendas de Cimento e Clínquer (Milhares de toneladas)
1S'12 vs 1S'11 2T'12 vs 2T'11 Portugal 173 -12.9% -14.8% Espanha 97 -24.0% -29.2% Marrocos 51 -0.6% -5.2% Tunísia 40 -10.3% -14.5% Egito 101 10.6% 40.8% Turquia 75 -7.5% 7.5% Brasil 346 1.4% -2.7% Moçambique 60 27.2% 41.7% África do Sul 70 -3.9% -13.1% China 39 -38.0% -40.9% Índia 33 14.0% 26.3% Cabo Verde 14 -19.3% -26.2% Trading / Shipping 104 2.5% 7.2% Outros (1) -118 -0.8% 12.1% Consolidado 1,087 -5.5% -6.0%
Volume de Negócios (€ Milhões)
1S'12 vs 1S'11 2T'12 vs
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(1) Inclui eleiminações Intra-grupo
EBITDA e Margem EBITDA por Região
Brasil 110 2,9% -5,4% B. do Mediterrâneo 73 -4,5% 2,4% Península Ibérica 39 -51,9% -61,4% Sul de África 42 27,5% 30,0% Ásia -3 s.s. s.s. Trading / Shipping & Outros (1) 7 s.s. s.s. Consolidado 267 -15,3% -19,5% EBITDA (€ Milhões) 1S'12 vs 1S'11 2T'12 vs 2T'11 Brasil 31,7% 0,5pp -0,9pp B. do Mediterrâneo 27,2% -1,1pp -2,3pp Península Ibérica 13,7% -9,9pp -13,2pp Sul de África 32,1% 4,8pp 5,7pp Ásia -3,8% -23,8pp -26,6pp Trading / Shipping & Outros (1) s.s. s.s. s.s. Consolidado 24,6% -2,8pp -4,1pp Margem EBITDA vs 1S'11 2T'12 vs 2T'11 1S'12