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Nívea Cordeiro
2011
Direito do Trabalho
e
Prática do Processo
do Trabalho
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Disciplinas:
a) Direito Tributário (UEDI/UEGE)
b) Sistema Tributário
c) Processo do Trabalho
d) Legislação Trabalhista c/ ênfase em
Cálculos Trabalhistas (UEGE)
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Apresentação:
a) Nome
b) Profissão / Ocupação
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Conteúdo
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Introdução ao Direito do
Trabalho: conceito e
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Fontes do Direito do
Trabalho
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Princípios do Direito do
Trabalho
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Contrato de Trabalho:
conceito, características,
requisitos, condições,
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>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Poderes Concedidos ao
Empregador
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Interrupção e Suspensão do
Contrato de Trabalho
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Empregado e
Empregador
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Adicional de
Insalubridade e
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>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
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Contribuição
Sindical
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Salário Família e
Salário Maternidade
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FGTS
Outras remunerações e
outros descontos
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>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
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>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
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Cessação do
Contrato de
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Medicina e Segurança
no Trabalho
Tudo come
Tudo come
ç
ç
a com....
a com....
Rela
Rela
Rela
ç
ç
ão de Trabalho
ão de Trabalho
Art. 114, I, CF/88:
Art. 114, I, CF/88:
A JT tem competência para dirimir as
A JT tem competência para dirimir as
controv
controv
é
é
rsias decorrentes da rela
rsias decorrentes da rela
ç
ç
ão de
ão de
trabalho.
trabalho.
Vamos encontrar rela
Vamos encontrar rela
ç
ç
ões de trabalho:
ões de trabalho:
os empregados urbanos, rurais, dom
os empregados urbanos, rurais, dom
é
é
sticos;
sticos;
trabalhadores tempor
trabalhadores tempor
á
á
rios, avulsos, portu
rios, avulsos, portu
á
á
rios;
rios;
os trabalhadores p
os trabalhadores p
ú
ú
blicos;
blicos;
servidores de cart
servidores de cart
ó
ó
rios extrajudiciais;
rios extrajudiciais;
Vara do Trabalho
Reclamatória
Verbal
Reclamatória
Escrita
Atermação
Vara do Trabalho
Reclamatória
Verbal
Art. 840 - A reclamação poderá ser escrita ou verbal.
§ 1º - Sendo escrita, a reclamação deverá conter a designação do Presidente da Junta, ou do juiz de direito a quem for dirigida, a qualificação do reclamante e do reclamado, uma breve exposição dos fatos de que resulte o dissídio, o pedido, a data e a assinatura do reclamante ou de seu representante.
Vara do Trabalho
Reclamatória
Escrita
Art. 787
Art. 787
-
-
A reclama
A reclama
ç
ç
ão escrita dever
ão escrita dever
á
á
ser
ser
formulada em 2 (duas) vias e desde logo
formulada em 2 (duas) vias e desde logo
acompanhada dos documentos em que se
acompanhada dos documentos em que se
fundar.
Atermação
Vara do Trabalho
Distribuição
Reclamatória
Secretaria
Distribuição
Art. 841
Art. 841
-
-
Recebida e protocolada a
Recebida e protocolada a
reclama
reclama
ç
ç
ão, o escrivão ou secret
ão, o escrivão ou secret
á
á
rio,
rio,
dentro de 48 (quarenta e oito) horas,
dentro de 48 (quarenta e oito) horas,
remeter
remeter
á
á
a segunda via da peti
a segunda via da peti
ç
ç
ão, ou
ão, ou
do termo, ao reclamado, notificando
do termo, ao reclamado, notificando
-
-
o
o
ao mesmo tempo, para comparecer
ao mesmo tempo, para comparecer
à
à
audiência do julgamento, que ser
audiência do julgamento, que ser
á
á
a
a
primeira desimpedida, depois de 5
primeira desimpedida, depois de 5
(cinco) dias.
Secretaria
Distribuição
Audiência
Notificação
Rito
Audiência
Notificação
Rito
Ordinário
Ausente o
Reclamante
Audiência
Inicial
Ausente a
Reclamada
As partes
comparecem
Ausente o
Reclamante
Audiência
Inicial
Arquivamento (art.844,CLT)
extingue o processo
Art. 844 - O não-comparecimento do reclamante à audiência
importa o arquivamento da reclamação...
OBS.:
só para evitar o arquivamento é que se
admite que o reclamante seja representado por
outro colega (vide art. 843, §2º , CLT):
§ 2º - Se por doença ou qualquer outro motivo poderoso,
devidamente comprovado, não for possível ao empregado
comparecer pessoalmente, poderá fazer-se representar por outro
empregado que pertença à mesma profissão, ou pelo seu
Audiência
Inicial
Ausente a
Reclamada
Revelia e pena de confissão quanto
à matéria de fato (art. 844,CLT)
Art. 844 - O não-comparecimento do reclamante à audiência importa o
arquivamento da reclamação, e o não-comparecimento do reclamado
importa revelia, além de confissão quanto à matéria de fato.
A legislação permite que o empregador se faça substituir pelo
gerente ou qualquer outro preposto que tenha conhecimento do fato,
e cujas declarações obrigarão o proponente (art. 843, § 1º, CLT).
OBS.:
§ 1º - É facultado ao empregador fazer-se substituir pelo gerente,
ou qualquer outro preposto que tenha conhecimento do fato, e
cujas declarações obrigarão o proponente.
Simples Nacional
Simples Nacional
Do Acesso
Do Acesso
à
à
Justi
Justi
ç
ç
a do Trabalho
a do Trabalho
Art. 54.
Art. 54.
É
É
facultado ao empregador de
facultado ao empregador de
microempresa ou de empresa de pequeno
microempresa ou de empresa de pequeno
porte fazer
porte fazer
-
-
se substituir ou representar
se substituir ou representar
perante a Justi
perante a Justi
ç
ç
a do Trabalho por
a do Trabalho por
terceiros que conhe
terceiros que conhe
ç
ç
am dos fatos, ainda
am dos fatos, ainda
que não possuam v
que não possuam v
í
í
nculo trabalhista ou
nculo trabalhista ou
societ
Audiência
Inicial
As partes
comparecem
Podem ocorrer 3 hipóteses: a) Desistência da ação;
b) Conciliação (art. 831,CLT);
Art. 831 - A decisão será proferida depois de rejeitada
pelas partes a proposta de conciliação.
Parágrafo único. No caso de conciliação, o termo que
for lavrado valerá como decisão irrecorrível, salvo
para a Previdência Social quanto às contribuições
que lhe forem devidas.
Audiência
Inicial
(Rito Ordinário)
1ª Tentativa
de Conciliação
Audiência
Inicial
(Rito Ordinário)
1ª Tentativa
de Conciliação
Defesa
Nulidades
Nulidades
Nulidades
Exemplos:
Exemplos:
Tempo da cita
Tempo da cita
ç
ç
ão (notifica
ão (notifica
ç
ç
ão);
ão);
Incompetência em razão do lugar;
Incompetência em razão do lugar;
Negativa de oitiva de testemunhas etc.
Negativa de oitiva de testemunhas etc.
Art. 794 - Nos processos sujeitos à apreciação da Justiça do Trabalho só haverá nulidade quando resultar dos atos inquinados manifesto prejuízo às partes litigantes.
Audiência
Inicial
(Rito Ordinário)
1ª Tentativa
de Conciliação
Defesa
Art. 847
Art. 847
-
-
Não havendo acordo, o
Não havendo acordo, o
reclamado ter
reclamado ter
á
á
vinte minutos para
vinte minutos para
aduzir sua defesa, ap
aduzir sua defesa, ap
ó
ó
s a leitura da
s a leitura da
reclama
reclama
ç
ç
ão, quando esta não for
ão, quando esta não for
dispensada por ambas as partes.
Defesa
(verbal ou escrita)
Impugnação
Audiência de
Instrução
Perícia
Meios de prova
Meios de prova
São meios de prova:
São meios de prova:
o depoimento pessoal das partes,
o depoimento pessoal das partes,
as testemunhas, os documentos,
as testemunhas, os documentos,
as per
as per
í
í
cias e a inspe
cias e a inspe
ç
ç
ão judicial.
ão judicial.
Art. 818 - A prova das alegações incumbe
à parte que as fizer.
Audiência de
Instrução
Depoimentos
Testemunhas
Perícia
Documentos
Inspeção
Judicial
Audiência de
Instrução
Depoimentos
Art. 819
Art. 819
-
-
O depoimento das partes e testemunhas
O depoimento das partes e testemunhas
que não souberem falar a l
que não souberem falar a l
í
í
ngua nacional ser
ngua nacional ser
á
á
feito
feito
por meio de int
por meio de int
é
é
rprete nomeado pelo juiz
rprete nomeado pelo juiz
ou presidente.
Audiência de
Instrução
Testemunhas
Art. 821 - Cada uma das partes não poderá
indicar mais de 3 (três) testemunhas, salvo
quando se tratar de rito sumaríssimo
(2 testemunhas) e no inquérito, caso em que
esse número poderá ser elevado a 6 (seis).
Testemunhas
Testemunhas
Não poderão sofrer qualquer desconto pelas
Não poderão sofrer qualquer desconto pelas
faltas ao servi
faltas ao servi
ç
ç
o, ocasionadas pelo seu
o, ocasionadas pelo seu
comparecimento para depor, quando
comparecimento para depor, quando
devidamente arroladas ou convocadas;
devidamente arroladas ou convocadas;
Se a testemunha for funcion
Se a testemunha for funcion
á
á
rio civil ou
rio civil ou
militar, e tiver de depor em hora de servi
militar, e tiver de depor em hora de servi
ç
ç
o,
o,
ser
ser
á
á
requisitada ao chefe da reparti
requisitada ao chefe da reparti
ç
ç
ão para
ão para
comparecer
Audiência de
Instrução
Documentos
Art. 830. O documento em cópia oferecido para prova poderá ser
declarado autêntico pelo próprio advogado, sob sua responsabilidade
Audiência de
Instrução
Perícia
Art. 826 - É facultado a cada uma das partes apresentar um perito ou técnico.
Art. 827 - O juiz ou presidente poderá argüir os peritos compromissados
ou os técnicos, e rubricará, para ser junto ao processo, o laudo que os
Audiência de
Instrução
Inspeção
Judicial
Art. 440. O juiz, de ofício ou a requerimento da parte, pode, em qualquer fase do processo, inspecionar pessoas ou coisas, a fim de se
esclarecer sobre fato, que interesse à decisão da causa. (CPC)
Art. 441. Ao realizar a inspeção direta, o juiz poderá ser assistido de um ou mais peritos. (CPC)
Audiência de
Instrução
Art. 850 - Terminada a instrução, poderão as partes aduzir razões finais, em prazo não excedente de 10 (dez) minutos para cada uma.
Em seguida, o juiz ou presidente renovará a proposta de conciliação, e não se realizando esta, será proferida a decisão.
Razões
Finais
Audiência de
Instrução
Art. 850 - Terminada a instrução, poderão as partes aduzir razões finais, em prazo não excedente de 10 (dez) minutos para cada uma.
Em seguida, o juiz ou presidente renovará a proposta de conciliação, e não se realizando esta, será proferida a decisão.
Razões
Finais
Audiência
Notificação
Rito
Audiência de
Instrução
Sentença
Conversão do
Julgamento
em
diligência
Art. 765 - Os Juízos e Tribunais do Trabalho terão ampla liberdade na direção do processo e velarão pelo
andamento rápido das causas, podendo determinar
Audiência de
Instrução
Sentença
Todos os processos objetivam alcançar o mesmo fim, a SENTENÇA.
A sentença deverá ser clara, precisa e, atendendo às regras do bom estilo, concisa.
Audiência de
Instrução
Sentença
Art. 893 - Das decisões são admissíveis os seguintes recursos:
I - embargos;
II - recurso ordinário; III - recurso de revista; IV - agravo.
Embargos
Recurso
Ordinário
Recurso
De revista
Agravo
é
é
acordar de manhã
acordar de manhã
-
-
não importa
não importa
quem você seja, onde você esteja, se
quem você seja, onde você esteja, se
é
é
velho ou se
velho ou se
é
é
jovem
jovem
-
-
e sair da cama
e sair da cama
porque existem coisas importantes
porque existem coisas importantes
que você adora fazer, nas quais você
que você adora fazer, nas quais você
acredita, e em que você
acredita, e em que você
é
é
bom. Algo
bom. Algo
que
que
é
é
maior que você, que você quase
maior que você, que você quase
não ag
não ag
ü
ü
enta esperar para fazer hoje!
enta esperar para fazer hoje!
”
”
(semana que vem tem mais!!!!)
(semana que vem tem mais!!!!)
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Constituição da República Federativa do Brasil
CLT - Consolidação das Leis do Trabalho.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho, São
Paulo: Atlas.
GOMES, Elizeu Domingues. Rotinas Trabalhistas
e Previdenciárias, 4ª Edição. Belo Horizonte:
Editora Líder.
OLIVEIRA, Aristeu de. Cálculos Trabalhistas, 12ª
Edição. São Paulo: Atlas.
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Dinâmica
das
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a)
Aulas Expositivas
b)
Portal Universitário
c)
Site:
www.cordeiroeaureliano.com.br
d)
Exercícios em Dupla
e)
Dinâmicas (Exílio/Show do
Milhão/Passa ou Repassa/Loterias)
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a)
Chamada diária;
b)
Abonos (vide Regimento
da IES);
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Próxima
Aula….
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Unidade 1 e 2
•
Introdução ao Direito do
Trabalho: conceito e origem.
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Para
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Você já observou
elefante
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Durante
o espetáculo,
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faz
demonstrações
de força
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Mas, antes de entrar
em cena,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
quieto,
contido somente
por uma corrente
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
aprisiona
uma
de suas
patas a
uma pequena
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estaca cravada
no solo.
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
A estaca é só um
pequeno pedaço
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
E, ainda que a
corrente fosse
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
parece óbvio
que ele, capaz
de
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
uma árvore
com
sua própria
força,
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poderia,
com facilidade,
arrancá-la do
solo e fugir.
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Por que o elefante
não foge?
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Há alguns anos
descobri que,
por sorte minha,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
alguém havia
sido bastante
sábio para
encontrar
a resposta:
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o elefante do circo
não escapa
porque foi preso
à estaca
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ainda muito
pequeno.
Fechei os olhos e
imaginei o
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pequeno
recém-nascido
preso:
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naquele momento,
o elefantinho puxou,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
forçou, tentando
se soltar.
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
E, apesar de todo
o esforço,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
A estaca era muito
pesada para ele.
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
E o elefantinho
tentava,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Até que um dia,
cansado,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
ficar amarrado na
estaca,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
balançando o
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
esperando a
hora de entrar
no espetáculo.
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Então, aquele
elefante
enorme não
se solta
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porque
acredita que
não pode.
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Para que ele
consiga
quebrar os
grilhões
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é necessário que
ocorra
algo fora
do comum,
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como um
incêndio
por exemplo.
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O medo do fogo
faria com que
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em desespero
quebrasse a
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Isso muitas
vezes
acontece
conosco!
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Vivemos acreditando
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“que não podemos ter”,
“que não podemos ser”,
“que não vamos conseguir",
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
simplesmente
porque, quando éramos
crianças
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
e inexperientes,
algo não deu certo
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
ou ouvimos
tantos “nãos”
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
que “a corrente
da estaca”
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
na nossa memória
com tanta força
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
que perdemos
a criatividade e
aceitamos o
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Poderia dizer
que o fogo
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a perda de um
emprego,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Estudar
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
a
doença de
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
sem que tivéssemos
dinheiro
para fazer
o tratamento,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
ou seja,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
que nos
fizesse
sair da zona
de conforto.
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
A única maneira
de tentar de novo
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é não ter medo
de enfrentar
as barreiras,
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
colocar muita
coragem
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
e
não ter receio
de
arrebentar
as correntes!
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Não espere que
o seu "circo“
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
para começar a
se movimentar.
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>
Vá em frente!
>> 0 >> 1 >> 2 >> 3 >> 4 >>