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A Doutrina Espírita Explica... com Constância Kelly.

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Academic year: 2021

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A Doutrina Espírita Explica...

com Constância Kelly

[email protected]

(Constância kelly é integrante do CECJMJ)

NOS MOMENTOS DIFÍCEIS

“Pedi, e vos será concedido; buscai, e encontrareis; batei, e a porta será aberta para vós.” Mateus 7:7

Q

uantas vezes nos

momentos angustiantes, graves, damos este grito de socorro: MEU DEUS! E não precisamos dizer mais nada. Impressionante como tudo parece estar subentendido, as nossas palavras são um grande texto de pedido de misericórdia, uma oração. Também nos instantes de alegria nos dirigimos ao Pai para agradecer. Porém é na dor que mais nos agarramos ao Senhor onipotente, cuja ajuda vem logo a seguir, muito embora não aquela pretendida, mas a necessária ao nosso aprendizado. Não compreendemos a resposta de imediato, lamuriamo-nos como se abandonados estivéssemos, e, tempos depois, verificamos que o caminho apontado foi o providencial.

Contudo, no ínterim entre a dor e o remédio, identificamos o quão somos impacientes e incrédulos. Aprender a ser paciente às vezes é complicado, nada parece resolver.

Apenas devemos esperar? Para entender e superar situações difíceis é preciso compreender que a vida é composta de ciclos, tudo começa e termina; levar em consideração o caráter transitório daquilo que vivenciamos é o primeiro passo para exercitarmos a paciência; refletir sobre outros momentos complicados, já vivenciados, nos faz crer no educandário de oportunidades abençoadas pelo Alto.

Quando dá tudo certo, comemoramos vitórias. É maravilhoso. Difícil é superar derrotas, difíceis são as despedidas, difíceis são os relacionamentos conflituosos cotidianos. Todas as experiências são necessárias e importantes. Mas até que

compreendamos isso... reclamações, lamúrias, choros,

sofrimentos. Tudo passa! Devemos dar significados a nossa vida, “renascendo” através da destruição de velhos hábitos, despertando para outras alternativas de

aperfeiçoamento. Lembrando que as nossas atitudes não devem ser individuais. Cada um deverá seguir o seu caminho, passando pelas provas e expiações, transformando-se com as chances dadas. Servir. Fazer parte do processo de construção de possibilidades num mundo melhor para todos é o caminho para um mundo mais justo e fraterno.

O remédio é a oração, visto ser um instrumento de apoio e de iluminação do homem, oferecendo o suporte nas adversidades e intempéries enfrentadas. Mas ela deverá estar aliada ao ato de servir, ao exercício das boas ações. Aprendemos no Evangelho de Jesus que, para entrarmos em conexão com a Espiritualidade, devemos acrescentar a doação de si mesmo, o trabalho no bem. Muitas são as dores neste mundo, e olhar somente para as nossas é puro egoísmo. A maior de todas as orações é servir sempre com amor.

(2)

Reuniões Públicas:

Segundas-feiras às 20:00 horas e Sábados as 18:00 horas (Estão sendo realizadas online e transmitidas pelo facebook)

Estudos das Obras Básicas:

O Livro dos Espíritos e O Evangelho Seg. o Espiritismo, estão acontecendo online nas segundas e quartas-feiras, às 18:00 e 19:00 horas respectivamente

Reunião Mediúnica (online):

Sextas-feiras das 19:00 às 20:00h (Estão sendo realizadas online - limitando-se aos estudos)

Mais Informações: [email protected] ou pela nossa

página no Facebook

Expediente

Periódico de Estudos e Divulgação Doutrinária do CECJMJ Fundado em Agosto de 2003 R. Bangu, 141 Bangu - RJ -CEP

21820-020 Email: [email protected]

Edição - DSAD

Ano XVII- 82º Edição - Mar/Abr/2021

Atividades

TRABALHOS MANUAIS Terças-Feiras: Bordados Quartas-Feiras:Crochê e Pintura 14h às 16h Sábados - 11:00 horas Serviços de Assistência e Promoção Social

Editorial

Referência:

1 - Lilia Moritz schwarcz e Heloisa Murgel Starlig, A balarina da morte - A gripe espanhola no Brasil;

2 - Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, perg. 642

https://www.facebook.com/cecjmj.caridade/

Caríssimos amigos,

E

stamos na nossa 82ª edição, e ainda envolvida em ares pandêmicos, essa edição saí talvez num dos momentos mais delicados e muito tristes, onde temos o desencarne de mais de 1.000 irmãos e irmãs nossos, num espaço de 24 horas. No presente momento, mesmo com o inicio da vacinação, já ultrapassamos, na Terra do Cruzeiro do Sul, 260.000 óbitos. Provavelmente teremos que vivenciar, forçosamente, em várias cidades de nosso país, um “lockdown”, na tentativa de reduzir essa fatalidade.

Com tudo isso, por incrível que pareça, o vírus não nos assusta, ou melhor, nos assusta muito menos do que a reação de muitos irmãos nossos, que através de atitudes que não vamos rotular e nem muito menos julgar, mas que lamentavelmente, corroboram com essa situação tão triste.

Toda essa situação comprova, com tristeza, que também “Um pandemônio ou uma pandemia têm a capacidade de chamar por todos os demônios que vivem dentro de nós, fora de nós e entre nós. Toda pandemia carrega consigo, no seu curso mortal, muitos projetos e destinos.” 1

Como já nos pronunciamos anteriormente, também os momentos mais difíceis são ricos em oportunidades de crescimento em todos os níveis, mas será que estamos conscientes disso?

Este questionamento, seria muito importante para que nós espíritas o façamos. Normalmente cobramos

muito dos outros, mas e nós, temos participação ou não? Com tudo que já conhecemos, sabemos o que temos que buscar, mas qual é teor da nossa participação? Partindo do pressuposto que não nos basta não fazer o mal, temos que fazer o bem, pois todo mal que ocorra por nossa omissão, seremos responsáveis.2

Alguns de nós, acham que o não voltar as atividades normais, em plena pandemia, seria uma omissão aos nossos compromissos e deveres. Uma pergunta que temos que fazer, o mais sinceramente possível: Estamos preocupados com a necessidade do outro ou com a nossa?

Necessitamos da convivência, do toque, do abraço. Sabemos que ainda isso para nós é muito importante. Mas será que em nome dos nossos interesses e necessidades pessoais, colocaremos em risco a vida dos nossos semelhantes? Diretamente ou indiretamente através do nosso exemplo? Acho que é uma pergunta que não deveria calar...

Para estimular a perseverança e nos insuflar esperança, estamos inaugurando mais uma editoria, O CEERJ somos NÓS, na qual teremos a participação dessa instituição, sob a coordenação da Área de Ações Estratégidas, com Ângela Delou, nos informando as ações da nossa federativa junto ao Movimento Espírita. Pois, o CEERJ somos todos nós! Sejam muito bem-vindos!

(3)

Estudando Mediunidade

com Joaquim Couto

[email protected]

AS IMPERFEIÇÕES MORAIS DO MÉDIUM

(Joaquim Couto é integrante do Centro Espírita Leon Denis e Expositor da Doutrina)

No item 228 Do Livro dos Médiuns Allan Kardec afirma que "todas as imperfeições morais são outras tantas portas abertas, que dão acesso aos maus espíritos; mas a que eles exploram com mais habilidade é o orgulho, porque é a que menos se confessa a si próprio."

D

e fato, quantos

médiuns dotados de boas faculdades mediúnicas perderam oportunidades preciosas devido ao orgulho que traziam no íntimo de suas almas.

Poderiam ter sido instrumentos adequados para os espíritos desenvolverem suas tarefas de socorro e amparo aos encarnados neste mundo, mas, fracassaram devido a não combaterem o orgulho em suas almas.

Muitos deles por orgulho se consideravam instrumentos infalíveis, confiando cegamente no que recebiam dos espíritos, sem analisarem as comunicações com a razão e os conhecimentos oriundos do estudo do Espiritismo.

Outros por orgulho não

aceitavam as orientações dos espíritas sérios e com experiencia no trato com o plano espiritual, recusando os seus conselhos e advertências, vindo dessa forma a cair nas armadilhas dos espíritos

pseudo-sábios.

O médium precisa sempre estar atento as influencias espirituais como também as influências dos encarnados que atraídos pelas suas faculdades mediúnicas o cerca com bajulações exacerbando nele orgulho.

Todos nós que somos ligados a este mundo de provas e expiações devemos estar atentos as imperfeições que trazemos na alma, buscando trabalhar com fé e vontade na diluição das mesmas.

Cultivando a humildade como um antidoto contra o orgulho, com certeza seremos menos enganados pelos maus espíritos, nos tornando instrumentos mais adequados a intermediar a ação dos bons espíritos no seio da humanidade.

(4)

O Livro dos Espiritos

com Paulo Antonio

[email protected]

(Paulo Antonio de A. Barbosa é militante do movimento Espírita e Expositor da Doutrina)

Louvado seja Jesus! Louvado seja Deus!

Parte segunda - Do Mundo Espírita ou dos Espíritos - Capítulo VII - Da volta do Espírito à vida corporal - Faculdades morais e intelectuais (361 a 366)

A

s faculdades morais

e intelectuais do homem, são as do Espírito nele encarnado, daí, resulta que o homem de bem é a encarnação de um Espírito bom e o homem vicioso a de um Espírito mau, melhor expressando, imperfeito.

É o mesmo Espírito que dá ao homem as qualidades morais e as da inteligência, de acordo com o grau de adiantamento a que tenha chegado. A opinião segundo a qual as diferentes faculdades intelectuais e morais do homem seriam o produto de outros tantos Espíritos diversos, nele encarnado, tendo cada qual uma aptidão especial, não se sustenta. Refletindo-se a respeito, reconhece-se que é absurda. O Espírito deve ter todas as aptidões, Para poder progredir, necessita de uma vontade única. Se o homem fosse um amálgama de Espíritos, essa vontade não existiria e

ele não teria individualidade e responsabilidade pelos seus atos. Interessante, o homem se queixa muitas vezes de não compreender algumas coisas, mas é curioso ver-se como

ele multiplica as dificuldades, quando tem em mãos uma explicação muito simples e natural.

As diversas faculdades são manifestações de uma mesma causa que é a alma, ou do

Espírito encarnado e não de muitas almas. Desse sistema resultaria que, quando um homem perde ou adquire certas aptidões, certas tendências, isso significaria que outros tantos Espíritos o possuíram ou deixaram, o que o tornaria um ser múltiplo sem individualidade e responsabilidade. Isto, além do mais, é contraditado pelos numerosos exemplos de manifestações em que os Espíritos provam sua personalidade e sua identidade. Também não seria mais lógico concluir que as diversas aptidões e os conhecimentos que o homem possui foram adquiridos através do tempo em sucessivas encarnações no seu processo evolutivo, como também não devemos confundir a influência dos Espíritos em nossos pensamentos e atos, quão diversos Espíritos nele encarnados.

(5)

Estudando O Evangelho

com Sergio Daemon

[email protected]

(Sergio Daemon Guimarães é integrante do Grupo Espírita Auta de Souza e Expositor da Doutrina)

O Evangelho segundo o Espiritismo

Cap. II – Meu reino não é deste mundo – A vida futura (1)

Emmanuel, trecho retirado do livro Fonte Viva, Cap. 77 - Pai-nosso -FEB - Edição do Kindle)

M

uitos deve ter

estranhado que nos estudos anteriores eu não tenha citado o trecho final de um dos versículos que abriram este capítulo II do Evangelho. Deixei propositalmente para aqui por ter uma ligação direta com essa parte. Voltemos ao diálogo de Jesus com Pilatos:

“Se o meu reino fosse deste mundo, a minha gente houvera combatido para impedir que eu caísse nas mãos dos judeus; mas o meu reino ainda não é aqui.” (Destaque nosso).

Ainda: adverbio de tempo – Que tende a chegar num tempo futuro; num certo dia; algum dia indeterminado.

Jesus sempre que possível se utilizava do tempo futuro. Isto podemos ver, por exemplo, no Sermão da Montanha quando do enunciado das bem-aventuranças.

“Bem-aventurados: (os destaques são nossos)

...os que choram, porque eles serão consolados.

...os mansos, porque eles herdarão a terra.

...os que tem fome e sede de justiça, porque eles serão fartos.

...os misericordiosos, porque

eles alcançarão misericórdia. ...os puros de coração, porque eles verão a Deus.

...os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.

A grande dificuldade era entender este tempo futuro, como aliás podemos ver ainda hoje em muitas pessoas. Alguns acham que este tempo chegará ainda nessa vida por se melhorarem ou se converterem. Outros acreditam que isso acontecerá no “juízo final”.

Entendemos que Jesus se referia a modificação intima de cada um, pois, se olharmos somente as bem-aventuranças acima veremos que elas traçam um roteiro de aperfeiçoamento moral. Quando alcançarmos esse aperfeiçoamento, jesus poderá então finalmente dizer”:

“Meu reino não é deste mundo”

[...]. Sem amor a Deus e à Humanidade, não estamos suficientemente seguros na oração. Pai-nosso... – disse Jesus para começar. Pai do Universo... Nosso mundo... Sem nos associarmos aos propósitos do Pai, na pequenina tarefa que nos foi permitido executar, nossa prece será, muitas vezes, simples repetição do “eu quero”, invariavelmente cheio de desejos, mas quase sempre vazio de sensatez e de amor.

(6)

O Ser Integral

com Andréa Emília

[email protected]

(Nesta Editoria serão abordados temas variados sobre a saúde integral - corpo e espírito - Andréa Emília de Barros é integrante do Grupo Espírita Fraternidade Irmão Abrahão, coordenadora do 29º CEU e Expositora da Doutrina.)

A Cultura do Cancelamento Pede Generosidade...

U

m dos fenômenos que

marca as relações da Sociedade Contemporânea é a “Cultura do Cancelamento”, atividade comum nas redes sociais.

O movimento do “Cancelamento” tem suas origens relacionadas com a promoção de justiça social, buscando dar voz para as “Minorias Marginalizadas”; todavia, não é este viés que nos interessa no momento, visto que atualmente toma a face de gravíssimo linchamento moral, que compreende a expressão atávica do “olho por olho, dente por dente”. Lembremos o que Jesus falara a esse respeito:

“Ouviste que foi dito: “olho por olho e dente por dente”. Eu, porém, vos digo para não se opor ao malvado. Pelo contrário, ao que te bater na face direita, vira-lhe também a outra. E ao que deseja levar-te a juízo, para tomar-te a túnica, deixa-lhe também o manto. E quem te

compelir a caminhar uma milha, vai com ela duas. Dá ao que te pede e não dês as costas ao que deseja tomar-te um empréstimo.”

(Mateus, 5:38-42; em “O Novo Testamento” – tradução de Haroldo Dutra Dias)

Esta perícope faz parte da seção “Seis Contrastes na Interpretação da Lei”, do Sermão da Montanha, que inicia justamente com Jesus chamando a atenção para os malefícios do ódio em quaisquer contextos cotidianos. Sobretudo, apresenta, na forma de símbolos, os valores morais que concorrem para a dissolução desse sentimento tão corrosivo, que é o ódio. Dentro os quais, chamamos a atenção para a Generosidade.

Generosidade é a virtude caracterizada por partilhar sem quaisquer interesses pessoais, ou seja: sem esperar nada em troca, sem ter razão, sem ter obrigação, ser ter expectativas...; é um presente

de Deus para desenvolvermos o nosso potencial de empatia e compaixão, tão necessárias na atualidade, em que essa “Cultura do Cancelamento” representa uma projeção de tanta angústia e ansiedade, canalizada na forma de ódio – que no fundo é uma manifestação do medo do “Outro diferente de mim” – reflexo da falta de sentido existencial, vivenciados por tantos irmãos em humanidade.

Então, que tal darmos uma chance a Generosidade, contribuindo com nosso “óbolo” aos “Infortúnios Ocultos”, eclipsados pelos linchamentos advindos do “Cancelamento”?

“(...). No entanto, a par desses desastres gerais, há milhares de desastres particulares, que passas despercebidos (...). Esses infortúnios discretos e ocultos são os que a verdadeira generosidade sabe descobrir, sem esperar que peçam assistência. (...)”

(O Evangelho Segundo O Espiritismo – capítulo XIII, item 4)

(7)

Estudando os Clássicos

com Thiago Silva

[email protected]

(Nesta Editoria, estudaremos as obras dos autores consideradas como os clássicos do Espiritismo - Thiago Barbosa da Silva é integrande da Sociedade Espírita Sorella e do Espiritismo.net; é Pesquisador e Expositor da Doutrina)

Léon Denis: Natureza e Beleza

"A ciência das harmonias celestes é como o pedestal grandioso sobre o qual se eleva a augusta figura, Beleza Soberana cujo brilho, muito ofuscante para nossos olhos fracos, permanece ainda velado, mas irradia suavemente através da escuridão que a envolve."

Léon Denis, O Grande Enigma

L

éon Denis é um

grande mestre, nele reconhecemos um amor, ao mesmo tempo, perquiridor e poético à Natureza, a Beleza, à Vida. Isso não se deve ao acaso, pois desde a infância em Foug, saia em grandes caminhadas com seu avozinho pelas florestas e, mais adiante, a montanha, o oceano e o céu estrelado, serem grandes objetos da sua atenção como um livro vivo em suas mãos.

Ler Léon Denis é uma experiência única, pois é um mergulho no infinito oceano da criação de Deus. É tentar decifrar os seus mistérios, os porquês, as causas e, por fim, se reconhecer parte do grande todo e, ao mesmo tempo, pequenino criatura de Deus. Daí se estabelece uma aparente contradição, pois ao emergir das profundezas do oceano do pensamento Denisiano,

a relação grande e pequeno se fundem em um delicioso mistério, a nossa alma de joelhos se rende a grandeza da vida e ao mesmo tempo reconhece a sua pequenez.

Para Léon Denis, a Natureza é fonte de profundos ensinamentos, um verdadeiro livro onde a alma com silêncio e atenção consegue ler em caracteres sublime os mistérios da criação. A Natureza, para o grande mestre de Tours, se a

semelha a uma grande biblioteca onde as almas famintas da sabedoria imorredoura de Deus sorve das as alegrias do infinito. Para Denis, se a Natureza é um grande livro, a Beleza é a tinta que Deus escolheu para grafá-la e imortalizá-la. Em Deus temos a fonte de toda a Beleza e Harmonia:

“É a ti, ó Potência Suprema! Qualquer que seja o nome que te deem e por mais imperfeitamente que sejas compreendida; é a ti, fonte eterna da vida, da beleza, da harmonia, que se elevam nossas aspirações, nossa confiança, nosso amor!

Saibamos, pois, encontrar, no grande livro da natureza, a beleza e a inspiração para a jornada das nossas vidas. E, sendo a vida uma a grande jornada, temos em Léon Denis um guia seguro e amoroso. Sigamo-lo!

(8)

Nós e o Mundo

Em Tempo Real

com Nádia Maria Braga

[email protected]

(Nádia Maria Braga Moreira é integrante da instituição Espírita Casa de Miguel e Expositora da Doutrina)

O REINO DE DEUS

T

odas as gerações de

homens sobre a face da Terra desejaram e clamaram pela paz.

Mas, sempre acharam que essa paz viria pela sujeição dos homens pelos homens. O mais forte vencendo o mais fraco. Os mais ricos e os mais poderosos abocanhando as melhores e maiores porções de riquezas, do planeta Terra.

Por milhares de anos assim tem acontecido. Falamos de paz, levantamos bandeiras brancas e soltamos pombas. Mas fazemos guerras. A nossa caminhada evolutiva é lenta. Paciência.

Mas, há dois mil anos fomos visitados pelo Pacificador. A luz mais brilhante e poderosa habitou entre nós. O brilho do seu olhar nos banhou. O meigo sorriso nos acalentou na esperança. Suas palavras simples, fáceis, mas sábias, desvendaram um mundo impensável, onde todos éramos irmãos, independentemente de etnia,

de gênero e de status social. Todos filhos do mesmo Pai Poderoso e Sábio, que havia nos dado a inteligência e o conhecimento do bem e do mal, para, logo depois, nos mostrar a porta da livre escolha, da liberdade de ação.

Jesus, o porta voz do Pai, vem nos afirmar nossa importância. Vem nos dizer que, cada um de nós é amado e cuidado, por esse Pai Amoroso. Ele é o Arauto da esperança e da fé.

Ele nos afiançou que, para merecermos o reino dos céus, deveríamos amar e servir a Deus e ao nosso próximo. E acrescentou:” O Reino de Deus deve ser construído dentro de cada um de vós. “

É hora de lutarmos as nossas batalhas íntimas. Vencermos os nossos inimigos mais ferozes: o orgulho e o egoísmo. Sem chegarmos ao nosso Armagedom, a nossa última batalha, travada dentro de nós mesmos, não conheceremos a paz.

Só o amor cobre a multidão de pecados, segundo Jesus. Enquanto não soubermos respeitar os nossos irmãos do caminho, enquanto não fizermos brilhar a luz da solidariedade e do amor, dentro de nossas almas, não alcançaremos a tão sonhada paz.

A paz do mundo depende da paz construída dentro de cada habitante da Terra.

Cada um de nós tem que lutar para vencer seus demônios. É preciso cantar louvores de gratidão a Deus. A própria natureza assim o faz através do canto dos pássaros, do perfume das flores, do sacrifício das plantas, que trabalham e morrem, para que possamos viver.

Todos contribuem para a harmonia e equilíbrio da vida.

Que possamos, como seres racionais, libertos pelo Pai, contribuir com a paz íntima, para essa grande sinfonia. Que Deus, realmente, possa reinar em nós.

(9)

(Nesta Editoria serão abordados temas variados na visão de autores diversos, em uma verdaeira “Leitura e releitura”, buscando absorver, em vários ângulos, o máximo das lições

-Raphael Câmara é militante do movimento espírita e integrante da OEC - Ordem Espírita de Cecília - 29º CEU)

Leituras & Releituras

com Raphael Câmara

[email protected]

JUSTIÇA, AMOR, CARIDADE

A

sociedade brasileira, na

atualidade, vive uma situação alarmante: somos um dos países que mais encarcera pessoas no mundo. Cerca de 338 pessoas a cada 100 mil habitantes estão presas em cadeias superlotadas, vivendo sob condições desumanas. Com a chegada da pandemia, os presos não podem receber visitação, e se tornam vulneráveis por não terem assistência médica adequada para auxiliá-los, caso adoeçam.

Somos também um dos países com os mais altos índices de criminalidade, demonstrando a total ineficácia do encarceramento em massa para combater a violência. Muitos presos aguardam anos até seu julgamento, um entrave criado pela burocracia e lentidão da justiça brasileira.

A assistência aos presos e suas famílias deve ser uma luta essencial do movimento

espírita. A população carcerária, vista sob o olhar de Jesus, é composta de pessoas adoecidas moralmente, que precisam de cuidados e de possibilidades de recuperação. Aliás, Emmanuel afirma em “Chico Xavier à Sombra do Abacateiro” que o criminoso é apenas um de nós que foi descoberto... afinal, todos somos indivíduos que, em algum momento de nossa existência, cometemos erros no trato com nossos semelhantes.

Complementando essa ideia, Isabel de França, em mensagem publicada no capítulo XI, item 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo, diz que somos “mais repreensíveis, mais culpados” do que muitos criminosos, “pois, as mais das vezes, eles não conhecem Deus como o conheceis, e muito menos lhes será pedido do que a vós.”

Desde a passagem de Jesus pela Terra – revela Humberto de Campos –, um pensamento

novo domina, aos poucos, o espírito do mundo. “A sociedade começou a compreender suas obrigações e procurou segregar o criminoso (...), buscando auxiliar-lhe a reforma definitiva, por todos os meios ao seu alcance. (...) Todo o sistema da justiça humana evolveu para os princípios da magnanimidade, e os juízes modernos, lavrando suas sentenças, sem nunca haverem manuseado o Novo Testamento, talvez ignorem que procedem assim por ter sido Jesus o grande reformador da criminologia.” (Boa Nova, cap. 13).

Buscando as reformas sociais em favor dos encarcerados, e assistindo-os em suas necessidades, estaremos, certamente, cumprindo as diretrizes de amor e indulgência estabelecidas por Jesus, buscando, um dia, ser merecedores de ouvir do mestre: “estive preso e me visitaste”.

(10)

com Orlando Ramos

[email protected]

Saúde Mental

Espiritismo & Psicologia

(José Orlando Ramos é integrante do Centro Espírita Abigail e Expositor da Doutrina)

AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO

E

sta afirmação do

Grande mestre dos mestres, conhecido pela nossa humanidade pelo nome de Jesus, a cada dia é mais atual em função de sua abrangência junto a humanidade. Novos paradigmas se apresentam indicando “ O caminho,a verdade e a vida”. Ainda assim, nos demoramos na indecisão e rebeldia de nossos comportamentos procrastinando em relação as atitudes que verdadeiramente poderão nos elevar a condição de espíritos imortais.

Contudo, e percebendo as inabilidades humanas, Deus nos envia diversos dispositivos de alerta para lembrar nossa verdadeira destinação. Diante das calamidades humanas em todos os tempos, vimos as Mãos do Pai indicar a posição a ser tomada através do mais próximo. Guerras, pandemia, abalos sísmicos, tudo envolvendo relações humanas. Na atualidade um vírus, com a letalidade e força que demos ao mesmo, haja vista os mais diversos modos

como se apresenta e manifesta. Muitos dirão que a vacina será a solução. Não temos dúvidas quanto aos avanços da nossa atual ciência porém não devemos descuidar, é claro, dos cuidados importantes, mantendo uma tomada de posição diferenciada, pois caso contrário continuaremos a sentir os efeitos de tantos outros processos advindo dessa mesma condição. Não é mais momento de inocência, ou indiferença. Sejamos pró ativos com relação aos ensinamentos de Cristo, colocando-nos em movimentação pois estes são os únicos a nos dar respaldo para uma vida repleta de realizações de âmbito espiritual. Caridade!

Eis o farol, a luz que nos indica o caminho para a felicidade. Esta, como afirmam os espíritos, é a “ Única feita para a felicidade do homem e este somente é infeliz quando dela se afasta” ( Questão L.E. 614 ). Que o Mestre maior nos ampare e fortaleça os melhores propósitos.

(11)

[email protected]

Estudando

com Frederico Mantuano

à Luz da Doutrina

(Frederico Mantuano é integrante do Centro Espírita Abigail e Expositor da Doutrina)

RECONCILIAÇÃO

“Reconcilia-te com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele.” Jesus (Mateus, 5:25)

T

emos visto tantos

irmãos em embates e contendas sem o menor sentido ou razão de ser. Às vezes por uma palavra mal colocada ou interpretada tira-se a vida de um tira-ser humano, nosso irmão, que é filho do mesmo pai que é Deus.

Devemos aproveitar as lições que a vida nos proporciona para procurarmos elevar o nosso pensamento e o nosso sentimento, nos tornarmos criaturas melhores, tirando de cada experiência o máximo de aprendizado. Vivemos em um Mundo de Expiações e Provas, exatamente em um momento em que se processam grande revoluções e comoções sociais com o advento da pandemia, que vêm assolando o nosso orbe, para promover o processo de renovação e transformação moral de nosso planeta.

Muita dor, muita tristeza nos corações, pela despedida inesperada de um irmão amado que se vai vitimado pelo COVID. Então, precisamos

colocar as nossas mentes no lugar e refletir na grande lição e oportunidade que a vida nos oferece para realizarmos as transformações necessárias em nossos pensamentos e sentimentos a fim de nos

adequarmos à Nova Era que se aproxima, ou senão ficaremos para trás nesse processo evolutivo.

Aproveitemos o grande exemplo deixado pelo Cristo, que passou, injustamente, por toda sorte de humilhações, insultos e agressões que um ser humano pode passar, sem, entretanto, revoltar-se

ou perder a Sua paz. Assim podemos compreender, segundo os seus ensinamentos, que reconciliar-se com os oponentes é reconhecer-lhes, acima de tudo, o direito de opinião, harmonizando-nos com todos os que harmonizando-nos perseguem e caluniam, anotando suas qualidades e desejando, sinceramente, que triunfem nas tarefas cuja execução reprovam.

Quando o Mestre nos recomenda ‘nos reconciliarmos o mais cedo possível com os nossos adversários’ Ele não está falando tão somente da vida presente, mas, também, evitar que elas se perpetuem nas existências futuras.

Então, é necessário mudarmos a nossa forma de encarar as situações, buscarmos a harmonia e evitarmos o confronto para que possamos seguir o caminho da luz, e seguir a Sua grande orientação: ‘Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo’ (Mateus 22:37-39).

(12)

Kurso de Esperanto

com Eduardo Bessa

[email protected]

(Nesta Editoria, estudaremos a lingua internacional “Esperanto”, à distância, com Eduardo Bessa Azevedo, militante do movimento espírita de São Carlos - SP)

KURSO DE ESPERANTO

LECIONO 26 — JU/DES

• FINO •

Saluton, geamikoj! Kiel vi fartas? E aí? Vocês entenderam o que estava escrito no final da lição anterior? Vamos lembrar: Nun, mi adiaŭas vin, gekaraj! Restu kun Dio! Ĝis baldaŭ! Traduzindo: Agora, eu me despeço de vocês, caros e caras! Fiquem com Deus! Até breve!

Ju e des são advérbios sempre usados juntos com pli ou malpli. Ju e des demonstram que algo varia de acordo com o aumento ou diminuição da outra coisa. Demonstram uma correlação, direta ou inversa. Vejamos alguns exemplos:

Ju e des são advérbios sempre usados juntos com pli ou malpli. Ju e des demonstram que algo varia de acordo com o aumento ou diminuição da outra coisa. Demonstram uma correlação, direta ou inversa. Vejamos alguns exemplos:

La Libro de la Spiritoj, pergunta 361: De kio venas la moralaj kapabloj de la homo, noblaj aŭ malnoblaj? “Tiuj estas la kapabloj de la Spirito, en lin enkarniĝinta; ju pli pura estas la Spirito, des pli inklina al bono estas la homo.” Concentremo-nos na frase sublinhada, que diz: Quanto mais puro é o Espírito, mais inclinado ao bem é o homem.

L. L. Zamenhof: “Ju cerbo pli prudenta, des lango pli silenta.” Ou seja: Quanto mais prudente o cérebro, mais silenciosa a língua.

R. Schwartz: “Ju pli ni estas kune, ni ĝojas des pli.” Ou seja: Quanto mais juntos estamos, mais nos alegramos.

São possíveis variações nessas relações de causa e efeito, a saber: • Ju pli ..., des malpli ... → Quanto mais ..., menos ...Ju malpli ..., des pli ... → Quanto menos ..., mais ...Ju malpli ..., des malpli ...→Quanto menos ..., menos ...

O advérbio des também pode aparecer sozinho. Nesse caso, ele tem um significado equivalente a “tanto” (tiom):

La majstro, kiu malmulte parolis, des pli multe laboris. (O mestre, que pouco falou, tanto mais trabalhou.)

La ŝoforo ne veturigos min, des malpli vin. (O motorista não me levará, tanto menos você.) Finalmente, podem-se ter várias expressões com ju, governando uma ou mais expressões com des:Ju pli zorge kaj ju pli malrapide vi faros la laboron, des pli kontenta kaj des pli ĝoja mi fariĝos. (Desafio! O que está escrito?)

(13)

(Nesta seção falaremos do Movimento Espírita, sua trajetória e desenvolvimento - ontem e hoje - Maria Luiza Silva Ferreira é integrante do CECJMJ)

NECESSIDADE DA FORMAÇÃO CONTINUADA

‘IN’ MOVIMENTO

com Maria Luiza Ferreira

[email protected]@gmail.com

P

ara qualquer tipo de

tarefa é necessário a preparação do tarefeiro para atingir um bom desempenho. Não é diferente com relação as tarefas relacionadas à Doutrina Espírita, sem a preparação devida para a execução da tarefa o rendimento e a eficiência ficam comprometidos.

Para atuar na seara espírita com a assistência dos Espíritos Superiores na divulgação da Doutrina como também colaborar no auxílio aos irmãos encarnados e desencarnados não pode haver improviso. Exige-se responsabilidade e disciplina.

Como socorrer, harmonizar, conduzir o irmão que vem em busca do Evangelho através da Doutrina Espírita sem conhecê-la, sem estuda-la?

Ler alguns livros espíritas não dá condição para o trabalhador fazer o atendimento fraterno fundamentado nos pilares da Codificação Espírita.

A necessidade do estudo do Espiritismo é o caminho seguro de ser útil ao bem. Esse bem inicia primeiro em si mesmo, para então, transmitir a mensagem consoladora

para todos que cheguem à casa espírita. Dessa forma, os equívocos são evitados.

Daí a importância de os tarefeiros estarem atentos para participarem dos grupos de estudos, dando continuidade a sua formação para ser um melhor instrumento no bem servir.

A boa vontade é muito importante como primeiro passo na seara, daí em diante, a perseverança em especializar-se, em disciplinar-se são essenciais para o êxito do trabalho empreendido.

Importante ressaltar que a experiência no trabalho é de grande valor, mas não significa que o tarefeiro possa abster-se de estudar.

O estudo da Codificação e o

trabalho devem estar alinhados para não ocorrer prejuízo ao serviço no bem.

É fundamental para a casa espírita e para o movimento espírita que seus trabalhadores sejam unidos pelo amor comum e unificados pelo conhecimento espírita.

É imprescindível que o tarefeiro compreenda que a formação do espírita é contínua. Assimilando essa necessidade, o tarefeiro deve ser grato a Deus e aos bons Espíritos, e mãos à obra no bem.

Referência:

TROVÃO, Jacobson. Portal Casa Espírita Nova Era. A importância da formação do trabalhador espírita. 21 de fevereiro de 2020. Disponível em:> https://se-novaera. org.br/a-importancia-da-formacao-do-trabalhador-espirita/< Acesso em 20 de fevereiro de 2021.

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[email protected]

Nesta seção serão resenhadas várias obras de autores diversos, recomendadas à divulgação doutrinária e a uma boa leitura! (Carla Pompeu de Souza é militante do movimento espírita e integrante da GEIS - Grupo Espírita Irmã Stella - 29º CEU)

BEM-AVENTURADO OS SIMPLES

UMA BOA LEITURA!

com CARLA LUZ

L

ivros podem contar

histórias, sejam elas boas ou ruins. Um bom livro espírita te mostrará detalhes da sua personalidade que merecem atenção, sinalizando o quanto precisamos melhorar. Um bom livro espírita não te coloca pra baixo; te chama atenção, mas sempre colocando o horizonte do bem como meta a seguir. “Bem-Aventurados os Simples” pelo espírito Valérium com psicografia de Waldo Vieira é assim. Emmanuel faz o prefácio nos lembrando dos pobres de espírito que Jesus falava e nos convidando a manter o coração sereno para captar as bem aventuranças.

O livro apresenta 50 contos curtos de no máximo uma página e meia. Em cada um é apresentada pequena história que poderia passar despercebido por nossos olhos, mas Valérium ressalta que há sempre algo mais profundo a notar, sempre alguma lição. Casos corriqueiros em que fechamos a porta para não atender alguém, quando menosprezamos o pedido de ajuda ou falamos sem pensar. Vários momentos em que era necessário parar,

refletir e agir pensando no próximo. O espírito amigo nos incentiva a não desistir mesmo quando somos “atacamos com pedras” pelas pessoas em nosso caminho. Nos mostra a importância da caridade, mas

não o doar por doar, mas como fazer essa doação. Conta para nós que o amor verdadeiro é sentido por todos os seres da criação. Nos faz lembrar que, muitas vezes, damos importância a situações tão pequenas e as que realmente merecem a nossa atenção acabamos deixando de lado. Ele destaca a necessidade da calma e da interpretação, pois um

coração tomado das paixões e sem disciplina pode enxergar problema onde não há nada.

São inúmeras lições sobre liberdade, caridade, assistência social, focar a mente no que é positivo, paciência, que as aparências não são tudo, que nossos atos têm consequências, a ajuda aos outros, que muitas vezes quem tem pouco é quem auxilia seriamente por conhecer as mazelas do mundo. Pequenas e certeiras lições para nos lembrar de seguir o caminho que Jesus nos deixou: amar ao próximo como a nós mesmos.

Que tal utilizar o livro “Bem-aventurados os simples” para fazer o culto no lar de sua casa? Uma vez por semana, em horário marcado, abrir seu coração à Deus, ler alguma mensagem edificante. Um momento simples de união familiar.

Espero que aprecie a pequena dica literária e possa aprender com essas lições, tanto quanto eu. E que possamos ser simples de coração e aproveitar as bem-aventuranças que Jesus trouxe para nós.

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UM AMIGO ESCREVE...

com Jorge Camacho

ILUMINAI-VOS, PARA QUE BRILHE VOSSA LUZ

Nesta seção contamos sempre com a participação de um amigo do Movimento Espírita. Nesta edição agradecemos a colaboração de Jorge Camacho . (Jorge Camacho é integrante da UEPDM - União Espírita Paulo, Dimas e Madalena - 29º CEU, e expositor da doutrina)

Referências:

1. (Emmanuel – Palavras de Vida Eterna – Cap. Nossa Cruz);

2. idem;

3. (https://gayabemestar.com.br/ espiritualidade-na-vida-cotidiana/); 4. ( https://acminas.com.br/ ?conselho=ponto-de-deus). ” Vós sois a luz do mundo(...) Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam

as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus." (Mateus 5:14-16)

E

ncontramos nesta citação

de Jesus uma informação e uma determinação. A informação é a de que somos luz, a luz do mundo, ou seja, há algo a ser executado por aqueles que ouvem e compreendem a Jesus, que é ser a luz para o mundo. A determinação é a de que, em consequência da informação, façamos brilhar a luz diante dos homens.

Reconhecemos que ambas não são tão simples. Numa pequena visualização a respeito encontraremos, nas nossas deficiências, a dificuldade. Embora, devamos compreender que Jesus não nos pede nenhum absurdo, nada que nos seja impossível. Entendamos, como razoável, que Jesus não estipula o quanto de lux devamos ser, nem o alcance do nosso brilho e sim que sejamos e realizemos de conformidade com as possibilidades próprias.

Para a realização, necessitamos encontrar a fonte da energia que nos faz ser a luz e entendemos que essa fonte está consubstanciada

na Lei de Amor. No amor encontramos o comburente que alimenta a luminosidade espiritual. Este o nosso pequeno esforço, “pois ninguém conquista algo, sem esforçar-se de algum modo”¹, havemos de nos empenhar no sentido de, primeiramente, iluminar o nosso íntimo, procurando acender a candeia interiormente, para, posteriormente, coloca-la no candeeiro para que seja observada por todos, através das atitudes cristãs decorrentes. Não obstante, “Enquanto a criatura não adquire consciência da própria responsabilidade, (que somos seres espirituais e imortais, temporariamente encarnados, objetivando o aprimoramento espiritual e moral), “movimenta-se no mundo à feição de “movimenta-semi racional, amontoando problemas sobre a própria cabeça”.²

Nos dias atuais, especialistas e estudiosos da mente, têm orientado as pessoas à busca da espiritualidade, que não consiste em estar o homem ligado a uma vivencia religiosa, “mas em busca do significado

para a vida, através de conceitos que transcendem o tangível, à procura de um sentido de conexão com algo maior que si próprio” ³

Neurobiólogos e estudiosos, identificaram a base biológica da espiritualidade. Dizem que ela se situa no lobo frontal do cérebro. Chamaram essa ocorrência de “ponto de Deus” e afirmam que esse ponto se revela por valores intangíveis, que não se toca, como mais compaixão, mais solidariedade, mais sentido de respeito e de dignidade.⁴

Estes valores são encontrados no Evangelho de Jesus, tendo como centro o Amar ao próximo como a si mesmo. Certamente, aí está a ciência e o Evangelho de Jesus, convergindo para o mesmo ponto: Iluminai-vos, para que brilhe a vossa luz.

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NOTÍCIAS DO CAE

(Esta seção informará os trabalhos e ações desenvolvidas por esta instituição, CAE - Centro de Atividades Espíritas) Instituição fundada como instrumento de união das instituições vinculadas ao 29ºCEU, do qual, também faz parte.

Sua sede fica na Estrada do Realengo, 984 - Pe. Miguel - RJ

Est. do Realengo, 984 - Pe. Miguel

Compras pelos telefones (21) 3332-5859 ou (21) 3333-5857 e também pelo (21) 97146-2853

Devido a pandemia o horário de atendimento está sendo aos sábados de 09 às 12 horas.

E eis que estamos em 2021...

(Julimar Tenório da Silva, está como coordenadora desta Instituição) Julimar Tenório da Silva

A CASA DO LIVRO ESPÍRITA

Dedicação e amor à divulgação da Doutrina Espírita!

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2

1

E

stamos começando

um novo ano e cheios de esperanças de renovação. A experiência de viver uma pandemia foi algo tão novo para nós que ainda estamos perplexos e muitos preferem ignorar, tentando levar uma vida normal, assumindo os riscos de uma contaminação própria ou de alguém próximo.

Bem, não dá para deixar de viver e se colocar sentado nalgum canto, aguardando até que a pandemia se vá completamente. E daí, nunca se ouviu tanto o termo “reinventar”! Foi, e ainda está sendo, necessário acelerar o processo de fazer diferente o que nos acostumamos a fazer sempre do mesmo jeito!

O Movimento Espírita se mexeu e começou a fazer coisas que nunca imaginamos! Colocamos uma roupagem remota e lá fomos nós! No on-line, fizemos Encontrão, CONJEB, festa junina,

COMEERJ, ENEFE...

O CAE, apesar de estar nos seus primeiros passos, também buscou realizar suas atividades, vencendo todas as dificuldades comuns a todos nesse momento.

Fizemos curso de violão on-line, passeio virtual, comemoramos nosso aniversário em grande estilo e

fizemos uma Capacitação de Marketing nas Redes Sociais!

Nossas reuniões administrativas seguiram sua

rotina através do Zoom, assim como nossas reuniões públicas que já têm um público amigo que, aos poucos, vai apertando os laços de amizade. E realizamos na última sexta-feira, 26/02, o segundo encontro de estudos do livro O líder espírita, de Maria

Elizabeth da Silva Barbieri e Gabriel Nogueira Salum.

Esses encontros têm nos deixado tão felizes! É maravilhoso nos unirmos a outros companheiros de ideal no ensejo de aprendermos juntos, conscientes de que há muito a fazer nessa caminhada e que precisamos aproveitar as oportunidades que nos surgem para nos aprimorarmos e nos tornarmos melhores instrumentos na divulgação dessa doutrina bendita.

Venham estar conosco! Toda quarta-feira, às 15h pelo aplicativo Zoom, realizamos nossa reunião pública.

Aguardamos vocês! https://us02web.zoom.us/j/8173714 0929?pwd=NCttOFB0S1plVExDW E55WDhKWlFnUT09 ID da reunião: 817 3714 0929 Senha: 934371

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O CEERJ somos NÓS!

O CEERJ somos NÓS!

com Ângela Delou

Esta seção informará as ações da nossa federativa junto ao movimento espírita do nosso estado, através da coordenação de Ângela Delou. (Ângela de Azevedo Delou está dietora de Área de Ações Estratégicas do CEERJ)

O CEERJ somos todos nós!

A

Área de Ações

Estratégicas do CEERJ – ARAE, vem trabalhando para proporcionar ao Movimento Espírita do Estado do Rio de Janeiro, e suas lideranças, capacitações que as auxiliem a melhor conduzirem suas instituições proporcionando às mesmas longevidade e uma estrutura administrativa mais sólidas.

A ARAE percebe que o Movimento Espírita do Rio de Janeiro tem uma demanda muito grande nessas capacitações, por desconhecimento e/ou por modelo de gestão, isto é, de formação em gestão e das ferramentas administrativas que facilitem seus gestores na condução de suas instituições.

O público alvo das ações da Área de Ações Estratégicas é formado pelas lideranças

para as quais são direcionados os planos de ação, tais como: a elaboração da Escola de Líderes; as Rodas de Conversa; a orientação para implantação dos Espaços Memória, com as diversas capacitações que a área disponibiliza para o Movimento Espírita.

Por esta razão foi criada uma página para a Área de Ações Estratégicas dentro do site do CEERJ. Ao clicar www.ceerj.org. br, procure a área em questão. Estão disponíveis além das Rodas de Conversa a respeito do tema Gestão, as Rodas de Conversa cuja temática é a Preservação da Memória Espírita.

Os temas da Escola de Líderes são os mais diversos, dentro do seguinte conteúdo

programático: Liderança

Servidora, Gestão de Conflitos, Gestão Compartilhada, Gestão de Pessoas, Planejamento

Estratégico e Preservação da Memória Espírita.

Há também disponível na página da ARAE vídeos de capacitação para as Casas Espíritas; Gestão de Conflitos está em três módulos de 15 minutos cada, organizado por Wagner Santos.

Devido à grande procura nas duas oficinas de Preservação da Memória Espírita apresentadas pela museóloga Jurema Seckler, no ano de 2019, no Ceerj, organizamos vídeos de capacitação, em dois módulos a respeito do assunto, também disponíveis na página da Área de Ações Estratégicas.

Para finalizar, caros amigos e amigas do Movimento Espírita, estamos à disposição para atender a sua solicitação, dúvida, contribuição...ou seja, o que for necessário. Fiquemos com Jesus! Muita paz!

(Retirado do livro “Entrevistas” - Organizado por Salvador Gentile e Hércio Marcos Cintra Arantes - Ed. IDE - Araras - SP)

Conversando com Chico

Chico, os indivíduos que não acreditam na vida após a morte despertam com facilidade depois do decesso físico? Têm dificuldade para o despertar? Por quê? —Dizem os Espíritos amigos que de modo geral, isso não sucede. Falta-lhes aquilo que poderíamos nomear como sendo “aceitação da realidade”, ou “adestramento preparatório para facear a Vida Maior”

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Esflorando o Reformador

Esflorando o Reformador

FICÇÃO? SIMBOLISMO? REALIDADE?

Por Michaelus

(Continua na página 19)

A

s perguntas que

constituem a epígrafe destas singelas observações têm já ocorrido a muitos dos leitores de Nosso Lar e de Os Mensageiros, as interessantes obras ditadas pelo Espírito de André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier.

Na verdade, ao mesmo tempo que essas produções nos trazem sublimes ensinamentos, lições admiráveis de amor, fraternidade, resignação, renúncia e trabalho, advertem-nos da existência de um verdadeiro mundo espiritual, onde se processa e se exercita a atividade no incessante labor da purificação e da espiritualização dos seres encarnados e desencarnados.

Aparece, então, às nossas vistas, como se fora um país encantado, toda uma organização com os seus mais curiosos e precisos detalhes, com os serviços regulares de vigilância, assistência, postos de socorro, hospitais, aprendizados, sistemas de comunicações, etc. Um verdadeiro laboratório em que se examinam atentamente as condições das almas enfermas

na escala graduada e infinita da ascensão espiritual. Dir-se-ia uma universidade com os seus diversos cursos, onde se adquirem os conhecimentos para as novas etapas da vida.

Surge, igualmente, numa impressionante revelação, a existência de um mundo físico

no plano espiritual com a sua vegetação própria, com seus rios, com os seus campos, com os seus amplos edifícios, casas de habitação, etc., onde a vida prossegue em busca dos altos cimos da perfeição.

E através dessa leitura suave, em que tudo é descrito com singeleza e simplicidade,

vem à mente aquelas perguntas: ficção, simbolismo ou realidade?

Temos aprendido que a verdade nos é dada progressivamente. A observação atenta da história da humanidade comprova esse asserto, quer nos domínios puramente científicos, quer nos domínios espirituais. Nada, pois, que surja na tela dos fatos ou dos fenômenos desconhecidos deve ser posto à margem com que desautorizado pelas verdades anteriores reveladas. Devemos, então, seguir cautelosamente os conselhos doutrinários, que nos ordenam o exame minucioso e a análise rigorosa das coisas, fazendo-as passar pelo crivo da razão e da lógica.

A primeira indagação do analista deverá ser no sentido da entidade comunicante.

Quem é André Luiz? Um espírito. O seu nome terreno, o nome convencional que se perde e se esquece na memória dos tempos sem fim e que tanta questão fazemos — não sabemos. Isso não importa. Que necessidade temos nós, para

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(Continua na página 20)

julgar da substancialidade de uma mensagem, de saber há quantos anos ou séculos desencarnou o comunicante, quais os seus títulos e subtítulos, quais os seus méritos e as suas virtudes.

Deveremos encarar a mensagem em si mesma, na sua essência, nos seus conceitos, nos seus pormenores.

Ora, André Luiz é aquele mesmo comunicante que nos deu a lição magistral de como de opera nos domínios da fisiologia o fenômeno da comunicação, através da glândula pineal, cuja função específica não foi claramente elucidada até aqui pela nossa ciência.

O dr. Luiz Guillon Ribeiro Filho, livre-docente da Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, na memorável conferência realizada perante um auditório seleto, demonstrou brilhante e convicentemente, nos mínimos detalhes, a precisão da mensagem sob o seu aspecto rigorosamente científico, não ocultando a sua grande admiração pelas verdades reveladas.

Assim, nada se nos oferece que nos leve a suspeitar com fundamento da fonte donde emanam essas mensagens.

O raciocínio lógico nos leva, por conseguinte, a confiar na entidade comunicante, máxime quando a comunicação se opera através de um médium, como Francisco Xavier, cujas conquistas espirituais formam uma sólida argamassa de resistência às liliputianas investidas dos obsessores encarnados e desencarnados.

Mas, indagar-se-á: existem, de algum modo, revelações de outras fontes, que possam comprovar no todo ou em parte esses ditados de André Luiz?

Em seus pormenores ou detalhes como vem descritos em Nosso Lar e em Os Mensageiros, ainda não conhecemos. Mas, na comprovação geral da existência de um mundo dos espíritos, onde se vive e se trabalha como num mundo de matéria, tal como nos narra André Luiz, já existem revelações.

Desde logo, é necessário não olvidar, como nos ensinam os investigadores espíritas, que nós os encarnados não conhecemos todas as formas da matéria. A própria Ciência, após as experiências de Crookes, chegou a resultados surpreendentes quando à divisão da matéria. Não se

deve, observa Delanne, tomar a palavra imaterial no sentido absoluto, porque a verdadeira imaterialidade seria o nada.

Por outro lado, sabemos que existe um perispírito, involucro fluídico da alma, que não deixa de ser matéria. Nada, pois, nos deve causar admiração, porque nesse capítulo matéria só estaremos aptos a dar a última palavra depois que rolarmos pelas vidas sucessivas como rolam os astros nos Espaços infinitos e na eternidade dos tempos.

Afirmamos que já existem revelações semelhantes. Temos em mãos um interessante livro editado pela Psychic Press, de Londres (Teachings of Silver Birch), contendo as mensagens recebidas de uma entidade, que se oculta sob o pseudônimo de Silver Birch.

No capítulo Life in the Beyond (A vida no além), Silver Birch relata: “Não compreendeis ainda a beleza, como possa ela ser. Ainda não viste a nossa luz, as nossas cores, os nossos cenários, as nossas árvores, os nossos pássaros, os nossos rios, os nossos regatos, as nossas montanhas, as nossas flores e, entretanto, o vosso mundo teme a morte.”

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(Texto de Michaelus, retirado do Reformador de 01/01/1945 - págs. 5 e 6, atualizados pelo acordo ortográfico - Nesta seção relembraremos as matérias, notícias e informações, dessa fonte maravilhosa de conhecimento que é a Revista

Reformador, editada pela FEB - Federação Espírita Brasileira, Casa Máter do Espiritismo no Brasil, desde 1883)

(Continuação da página 19)

é trágico. Trágico é viver em vosso mundo.”

Depois de salientar o terror que temos pela morte, Silver Berch declara que começamos a viver precisamente quando morremos.

Perguntado se o corpo que se usa no mundo espiritual é tão real e sólido como o que se deixa na Terra, respondeu: “Muito mais real e muito mais sólido, porque o vosso mundo não é absolutamente o mundo real. É apenas a sombra projetada pelo mundo espiritual. O nosso é a realidade e essa realidade somente será compreendida quando para aqui passardes.”

Dentre muitas outras perguntas e respostas, cada qual mais curiosa e interessante, transcreveremos apenas as três seguintes, para comprovar o nosso ponto de vista.

Existe apenas um mundo espiritual?

— “Sim, mas com um número infinito de expressões, e a vida em outros planetas está compreendida como também a do vosso mundo, porque todos tem a sua expressão espiritual com a sua expressão física.”

Significa isso que as divisas são feitas do mesmo

modo que as separações entre as esferas que conhecemos?

— “Sim. No mundo espiritual há diferenças durante certo tempo, até que ocorra a evolução além da que é condicionada por uma vida física.”

Resulta, desse modo, que as respostas de Silver Birch, coincidem com as revelações de André Luiz no tocante à existência de um mundo espiritual com a sua expressão também física, que é condicionada ao grau de evolução de cada um. Significa isso que no mundo espiritual há escalas transitórias, desde a que é formada pela “materialidade relativa” até a que é constituída pela espiritualidade absoluta.

Isso mesmo se infere do nº XXXVII de Nosso Lar (A Preleção da Ministra) quando afirma que “Nosso Lar”, como cidade de transição, é uma bênção a nós concedida por “acréscimo de misericórdia”, para que alguns poucos se preparem à ascensão, e para que a maioria volte à Terra em serviços redentores.

De resto, não se compreenderia que André Luiz, caso se tratasse de uma obra de ficção ou de simples simbolismo, não

fizesse preliminarmente a necessária advertência, como tantas vezes sói acontecer em comunicações dessa natureza.

Por último, Emmanuel. Esse iluminado que já conhecemos, no prefácio de Nosso Lar advertiu: — “Certamente que numerosos amigos sorrirão ao contato de determinadas passagens das narrativas. O inabitual, entretanto, causa surpresa em todos os tempos. Quem não sorriria, na terra, anos atrás, quando se lhe falasse da aviação, da eletricidade, da radiofonia? A surpresa, a perplexidade e a dúvida são de todos os aprendizes que ainda não passaram pela lição. É mais que natural, é justíssima. Não comentaríamos, desse modo, qualquer impressão alheia. Todo leitor precisa analisar o que lê.”

Estamos, portanto, diante de uma realidade. E isso constitui mais um estímulo para os que buscam conhecer a obra divina através das suas leis eternas e imutáveis. A sabedoria é tão infinita como o infinito dos céus. Muito há que andar, muito há que meditar e observar até alcançarmos os mais altos planos espirituais.

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Relembrando

Textos retirados de “O Espelho”- Órgão Noticioso da Juventude Geny Maia - Ano I - jan/fev/mar - 1953 - nº 1, págs.1 e 2

Uma Carta...uma advertência

I

rmãos,

Mesmo quando sentirmos o espinho da ingratidão dos homens nos ferindo a alma, oremos por esses mesmos irmãozinhos que ainda não puderam sentir a grandeza de Deus em seus corações.

Que importa se o bem que fazemos hoje não é recebido com a mesma dedicação com que ofertamos? Continuemos a semear por onde passarmos o que de melhor tivermos dentro de nós porque o bem que fizermos sem esperar seja reconhecido pelos homens, é o que mais nos aproxima de Jesus.

Este é o nosso dever, isto é, o que nos ensina o Mestre. Trabalhemos não só para o nosso aperfeiçoamento, mas também de todos que nos rodeiam.

Irmãos, «os tempos são

chegados! lutemos para oferecer um mundo de amanhã, melhor para nossos filhos; um mundo onde haja mais compreensão entre os homens

da Terra. Este será o mérito de nossas lutas. Não nos deixemos fraquejar com o primeiro obstáculo que encontrarmos. Lutemos sempre irmanados no

mesmo ideal.

E quando alguém de nós sentir-se sem forças suficientes para prosseguir, não desanimemos. Paremos e observemos as pequeninas coisas que nos rodeiam. Digo pequeninas, porque nem sempre sabemos lhes dar valor.

Observemos o cantar dos pássaros, o nascer do dia, o desabrochar de uma flor, o trabalho incessante das formigas.

Amigos, este é o maior reconfortante para as nossas energias perdidas.

Deus nos dá tudo isto sem nada nos cobrar. Deveremos continuar inertes, abandonados à nossa própria sorte?

Não, irmãos! Lutemos sempre e sempre e estejamos certos da proteção de Deus.

Lêda Grigoroviski

As Irmãs do Bem

Homenagem as Irmãs do Bem do C.E.C. Jesus, Maria e José Cheias de fé, quais brancas

pombas, passam...

Quem serão? Indaga um potentado da Terra, feliz...

Mulheres, mulheres... conjecturando diz.

Quem com tanta beleza, nossa ruina traçam e elas

passam...

Umas em bandas alegres e — juvenis

Outras francas e bondosas, mães talvez...

Os ricos felizes não as conhecem.

No casebre da dor, e na

choupana do pobre, louvores lhes tecem, e bela acolhida elas tem.

Quem são?

São as Irmãs do Bem... Geny Maia (Espírito) Médium Eurídice Ribeiro Costa

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Programação Regular das Instituições do 29º CEU

Reuniões Públicas

Reunião administrativa do 29º Conselho de Unificação acontece sempre no último sábado do mês, no CECJMJ*, na Rua Bangu, 184 - Bangu, a partir das 14:00 horas. * (atualmente acontecento on-line) GPELA - Grêmio de Propaganda

Espírita Luz e Amor

Data de Fundação: 01/06/1901 Rua Silva Cardoso, 673 - Bangu; Terça-feira: 20:00 horas Quinta-feira: 15:00 horas Sexta-feira: 19:00 horas Sexta-feira: 20:00 horas Sábado: 18:00 horas

GEACJB - Grupo Espírita Amor e Caridade Jõao Batista

Data de Fundação: 24/06/1920 Estrada do Engenho, 439 - Bangu Quinta-feira: 10:00 horas Sexta-feira: 20:00 horas CECJMJ - Centro Espírita de Caridade Jesus, Marias e José Data de Fundação:13/06/1936 Rua Bangu, 141 - Bangu Segunda-feira: 20:00 horas Sábado: 18:00 horas

GELF - Grupo Espírita Luz e Fraternidade

Data de Fundação: 17/12/1945 Rua Eugênio Paiva, 79 - Senador Camará

Quarta-feira: 19:00 horas Sábados: 19:00 horas

OEC - Ordem Espírita Cecília Data de Fundação: 09/11/1946 Rua Dr. Augusto Figueiredo, 2019 - Senador Camará Reunião Pública: Sábado: 18:00 horas Segunda-feira: 19:00 horas

CEPA - Centro Espírita Pedro de Alcântara

Data de Fundação:15/01/1960 Av. Ribeiro Dantas, 210 - Bangu

Quarta-feira: 15:00 horas Quinta-feira: 19:45 horas UEDBM - União Espírita Dr. Bezerra de Menezes

Data de Fundação: 29/11/1952 Rua da Feira, 768 - Bangu Segunda-feira: 20:00 horas Quarta-feira: 20:00 horas

UEPDM - União Espírita Paulo Dimas e Madalena

Data de Fundação: 16/08/1962 Rua Boibi, 2102 - Bangu Segunda-feira: 20:00 horas Sexta-feira: 9:00 horas CEPS - Centro Espírita Preces

aos Sofredores

Data de Fundação:23/09/1947 Rua dos Tintureiros, 341 - Bangu

Quarta-feira: 20:00 horas

GEIS - Grupo Espírita Irmã Stella

Data de Fundação: 30/06/1994 Rua Suzuca, Lote 14 - Conjunto Airtion Senna - Jardim Bangu

Sábados: 19:00 horas GEAK - Grupo Espírita Allan

Kardec

Data de Fundação:05/01/1960 Rua Francisco Teotônico, 5 - Senador Camará

Segunda-feira: 20:00 horas Sábado: 19:00 horas

GEFIA - Grupo Espírita Fraternidade Irmão Abrahão Data de Fundação:10/02/1988 Rua Zuphiro Goulart, 351 - Jabour

Quarta-feira: 20:00 horas CELMJ - Centro Lar Maria e José

Data de Fundação:01/06/1960 Rua Sargento João Lima, 104 - Bangu

Terça-feira: 20:00 horas Quinta-feira: 20:00 horas

CAE - Centro de Atividades Espíritas

Data de Fundação: 21/08/2004 Estrada do Realengo, 984 - Padre Miguel

Quarta-feira: 15:30 horas ACVM - Ação Cristã Vicente

Moretti

Data de Fundação: 24/06/1961 Rua Maravilha, 308 - Bangu Quarta-feira: 20:00 horas

Referências

Documentos relacionados