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III-001 CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS DE AMÁLGAMA ODONTOLÓGICO GERADOS NAS CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS DA CIDADE DE MARINGÁ - PR

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23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

III-001 – CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS DE AMÁLGAMA

ODONTOLÓGICO GERADOS NAS CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS DA

CIDADE DE MARINGÁ - PR

Raquel Dalla Costa(1)

Engenheiro Químico pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Mestre em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Doutoranda em Engenharia Química na UEM.

Fábio Moreira da Silva

Engenheiro Químico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Doutorando em Engenharia Química na UEM.

Célia Regina Granhen Tavares

Engenheiro Químico pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Engenharia Química pela Universidade de São Paulo (USP). Doutora em Engenharia Química na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pós-doutora pela Universite de Montpellier II (Scien. et Tech Du Languedoc), U.M. II – França.

Eneida Sala Cossich

Engenheiro Químico pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Mestre em Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Doutora em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Endereço(1): Avenida Colombo, 5790 – Bloco D90 – Campus Universitário - Maringá - PR - CEP: 87020-900 -

Brasil - Tel: (44) 261-4345 - e-mail: [email protected]

RESUMO

As clínicas e consultórios odontológicos, como a maioria dos estabelecimentos de saúde, produzem uma considerável quantidade de resíduos que podem representar riscos à saúde e ao ambiente. A atividade odontológica, especialmente o processo de restauração, tem contribuído para a dispersão de mercúrio, mesmo em pequenas quantidades, nos ambientes aquático, atmosférico e terrestre. Os resíduos de amálgama por apresentarem uma alta concentração de metais pesados são motivos de preocupação pelos órgãos de vigilância sanitária. Muito do mercúrio descartado no ambiente, proveniente desses resíduos rejeitados em lixos domésticos, esgotos e aterros certamente está se incorporando aos ciclos geoquímicos e às cadeias tróficas, aumentando suas concentrações nos ecossistemas e passando a representar perigo para vegetais, animais e ao próprio homem, o qual, contudo, parece que tem ignorado tal situação. Portanto, é necessário conhecer o nível de risco a que se está exposto para, então, vigiar todas as atividades emissoras de mercúrio para o ambiente. O objetivo deste trabalho é quantificar e caracterizar os resíduos de amálgama produzidos nas clínicas e nos consultórios odontológicos da cidade de Maringá – Paraná. Os resultados demonstraram que nas clínicas e nos consultórios odontológicos avaliados há um descarte de 8 kg/mês de resíduo de amálgama, de um modo geral disposto de forma incorreta, sendo os maiores geradores os consultórios (50 g/mês). Na caracterização observou-se uma concentração média de 50% de mercúrio (Hg), 33% de prata (Ag), 9% de estanho (Sn), 6,5% de cobre (Cu) e 1,5% de zinco (Zn). Desta forma, pode-se inferir que há um risco potencial de contaminação ambiental, devido à disposição incorreta dos resíduos de amálgama odontológico no ambiente, necessitando, assim, o estabelecimento de um plano de gerenciamento e tratamento para esses resíduos.

PALAVRAS-CHAVE: Resíduo de Amálgama, Mercúrio, Caracterização, Serviços Odontológicos.

INTRODUÇÃO

Não é só o lixo produzido em hospitais e grandes clínicas que representa perigo de contaminação. Os resíduos de amálgama gerados em clínicas e consultórios odontológicos têm provocado algumas preocupações quanto ao risco de contaminação dos ambientes (aquático, atmosférico e terrestre), devido a sua alta concentração de mercúrio, que em última análise pode trazer prejuízos à saúde da população em geral.

Segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO, 2004), o Brasil possui 174.277 consultórios e 10.459 clínicas odontológicas credenciadas, cerca de 6% dos consultórios do Brasil (10.515) e 3,6% das clínicas

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odontológicas (376) estão presentes no Estado do Paraná. A cidade de Maringá possui 609 consultórios e 15 clínicas odontológicas.

Apesar dos novos materiais para restaurações e a tendência mundial em se reduzir o uso do mercúrio, o amálgama odontológico ainda deverá ser empregado nos consultórios e clínicas odontológicas por muito tempo, principalmente em países subdesenvolvidos, devido à facilidade do uso e ao seu baixo custo.

O amálgama odontológico é definido como sendo uma interação entre o mercúrio elementar (52%) e um pó metálico (48%), esse pó metálico é constituído basicamente de prata (16%), estanho (26%), cobre (5%) e zinco (1%) (ELIZAUR BENITEZ et al., 1995; SAQUY, 1996). Segundo DRUMMOND et al. (2203) o amálgama odontológico apresenta concentrações de prata (20 – 34%), estanho (8 – 15%), cobre (1–15%) e outros metais (0 – 5%), além de mercúrio.

Apesar da obrigatoriedade da coleta seletiva dos resíduos de odontologia, a vigilância sanitária estima que 40% dos estabelecimentos no Brasil não cumprem as determinações (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2003). No Brasil, aproximadamente 16 toneladas/ano de amálgama são empregados em serviços odontológicos, cerca de 55% desse material é perdido e descartado, normalmente, no lixo domiciliar, rede coletora de esgotos ou em aterros (PÉCORA, 1998). O mercúrio é o metal pesado mais tóxico deste resíduo.

Os resíduos de amálgama odontológico podem causar contaminação ambiental, quando são dispostos inadequadamente no lixo, ou descartados nos sistemas coletores de esgotos que servem esses locais, mesmo quando descartados em pequenas quantidades. Devido à alta concentração de mercúrio, esses resíduos são classificados como perigosos (tóxicos) pela Norma NBR 10004:2004 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e seu gerenciamento deve seguir a Resolução RDC no 306 – ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de 7 de dezembro de 2004.

O mercúrio apresenta duas características que o tornam muito peculiar como agente contaminante, a sua volatilidade, que responde pelas concentrações atmosféricas elevadas, encontradas em áreas que contêm alta quantidade desse metal; e a capacidade de o átomo metálico sofrer transformação biológica, processada por bactérias (metilmercúrio) (FISHBEIN, 1971; citado por AZEVEDO, 2003).

Um fator muito importante sobre o impacto ambiental resultante do descarte de mercúrio, é a capacidade deste metal em se acumular nos organismos ao longo da cadeia alimentar, magnificando-se (UNEP, 2002). Apesar de todas as formas do mercúrio poderem se acumular, o metilmercúrio acumula-se em extensão muito maior quando comparado com as outras espécies químicas do metal (AZEVEDO, 2003).

O mercúrio inorgânico, ao sofrer o processo de alquilação, ganha lipossolubilidade, condição indispensável para o fácil transporte através de membranas celulares, e assim, pode se depositar – bioacumulação – nos tecidos de um organismo (WHO, 1989).

Sempre que um organismo contaminado por mercúrio ocupa um nível inferior em uma cadeia trófica, seu predador absorverá aquele mercúrio orgânico, mas revelará concentrações comparativamente aumentadas – biomaginificação. Esse termo refere-se à acumulação de alguns metais pesados (e outras substâncias) por níveis tróficos sucessivos (BOENING, 2000; WHO, 1989; AZEVEDO, 2003; MAURO et al, 1999).

O mercúrio apresenta um equilíbrio dinâmico em seu ciclo natural, mas ações antropogênicas, como os descartes de resíduos de amálgama odontológico, podem introduzir elementos ou compostos mais rápidos e em nível maior do que os processos naturais, alterando os padrões dos ciclos e as condições às quais a flora e a fauna estão adaptadas (MAURO et al., 1999). O mercúrio resiste à processos naturais de degradação, podendo permanecer por muitos anos sem perder sua toxicidade.

A toxicidade do mercúrio é reconhecida, pois ele é um agente teratogênico (mercúrio orgânico da mãe é transferido para a placenta e transportada para o feto), além de reduzir a capacidade proliferativa das células humanas e apresentar mutações, tanto no cromossomo quanto nos genes humanos.(CARDOSO et al, 1999). Nesse trabalho, realizou-se a quantificação dos resíduos de amálgama gerados em uma parte dos serviços odontológicos da cidade de Maringá – Paraná, bem como a caracterização destes resíduos, visando a implantação posterior de um plano de gerenciamento e de sistema de tratamento dos resíduos gerados.

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MATERIAIS E MÉTODOS

A quantificação dos resíduos de amálgama e a caracterização de suas fontes geradoras foram realizados por meio da aplicação de um questionário, em 40% dos consultórios (250 unidades) e em todas as clínicas (15 unidades) na cidade de Maringá – Paraná.

O questionário avaliou aspectos como: atividades cotidianas nos serviços odontológicos, quantidade de pessoas e pacientes que circulam nesses serviços, público-alvo dos atendimentos, quantidade de resíduo produzido, tipo de estocagem e coleta realizadas, além do destino final dos resíduos de amálgama odontológico.

A margem de erro, para compor a amostra dos consultórios odontológicos, foi de ± 6,2%, conforme grau de confiança de 95%, que é o mais utilizado, pois proporciona equilíbrio entre a precisão e a confiabilidade da pesquisa (TRIOLA, 1999).

A caracterização dos resíduos de amálgama odontológico foi realizada em amostras aleatórias coletadas nos consultórios e clínicas analisadas, por meio de espectrofotometria de absorção atômica, após digestão, de acordo com procedimento descrito por LIMA et al. (1999). Foram determinadas concentrações de mercúrio, prata, cobre, zinco e estanho.

RESULTADOS

Na caracterização das fontes geradoras de amálgama, alguns profissionais dos serviços odontológicos analisados não quiseram responder ao questionário, nem apresentar informações sobre os resíduos produzidos em seus estabelecimentos, provavelmente devido ao temor com prováveis problemas com a legislação ambiental.

Cerca de 60% dos serviços odontológicos analisados utilizam o amálgama como um dos materiais de restauração (Figura 1), provavelmente devido à simplicidade na manipulação, à condensação direta do material na cavidade do dente, além do seu custo ser menor do que o de outras resinas comerciais.

66,67 87,20 33,33 12,80 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Consultórios Clínicas % Responderam Não responderam

Figura 1: Utilização de amálgama nos serviços odontológicos que responderam ao questionário

A produção média de resíduo de amálgama, por parte dos consultórios avaliados, é cerca de 50 g/mês, um pouco acima daquela gerada nas clínicas que fica em torno de 30 g/mês. Estes resultados muito provavelmente devem-se ao tipo de serviço prestado. As clínicas avaliadas prestavam outros serviços além daqueles especializados em restauração, por outro lado, os consultórios, os quais foram selecionados para a avaliação, são todos especializados em restaurações e atendimento geral. Com base nestes resultados verificou-se que a quantidade média de resíduo de amálgama descartado no ambiente, pelos serviços odontológicos avaliados na cidade de Maringá – PR, é de 8 kg/mês.

Verifica-se na Figura 2 que todas as clínicas avaliadas e 86,57% dos consultórios apresentam alguma forma de estocagem do resíduo de amálgama gerado nos serviços odontológicos.

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O período de estocagem dos resíduos nesses serviços era em média de 15 dias (período considerado bom para estocagem, pois, segundo SAQUY (1996) neste período não há vaporização do mercúrio destes resíduos). Cerca de 78% dos consultórios e todas as clínicas avaliadas, estocaram seus resíduos em água, provavelmente devido ao seu menor custo e facilidade.

86,57 100,00 13,43 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Consultórios Clínicas %

Possuem Estocagem Não Possuem Estocagem

Figura 2: Existência de estocagem dos resíduos de amálgama nos serviços odontológicos analisados

Dentre os consultórios analisados que utilizam o amálgama odontológico, cerca de 15% descartam o resíduo em lixo doméstico ou em rede de esgoto, que servem estes locais, 6% acumulam nos próprios consultórios (não possuem coleta), os demais (79%) se servem do serviço de coleta da prefeitura da cidade de Maringá, sendo o descarte feito em lixão. Estes resultados estão apresentados na Figura 3.

Todas as clínicas, se utilizam do serviço de coleta municipal. Essa, torna-se uma comodidade para os profissionais odontológicos, visto que estes já não se consideram mais responsáveis pelo resíduo após a saída dos locais de serviço.

14,93 79,10 100,00 5,97 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Consultórios Clínicas %

Lixo Comum/Rede de esgoto Prefeitura Acúmulo nos locais

Figura 3: Descarte dos resíduos de amálgama realizados nos serviços odontológicos analisados

Mesmo com a coleta realizada pela prefeitura, parte dos especialistas dos consultórios e das clínicas odontológicas analisadas, admitiram que também descartam pequenas quantidades de resíduos em lixo doméstico e na rede coletora de esgoto, resultados apresentados na Figura 4. Nos descartes na rede de esgoto estão relacionados os resíduos lançados nas cuspideiras após o processo de restauração ou troca da mesma por outras resinas.

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62,69 83,33 37,31 16,67 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Consultórios Clínicas % Sim Não

Figura 4: Serviços odontológicos analisados que admitem ainda dispor resíduos de amálgama no lixo doméstico ou na rede coletora de esgoto que servem estes locais

Resíduos de amálgama foram coletados aleatoriamente em 10 dos serviços odontológicos analisados. Na caracterização desses resíduos, cujos resultados encontram-se na Tabela 1, a composição média obtida foi de 50% de mercúrio, 33% de prata, 9% de estanho, 6,5% de cobre e 1,5% de zinco.

Tabela 1: Caracterização dos resíduos de amálgama dos serviços odontológicos analisados Amostra Prata % Mercúrio % Estanho % Cobre % Zinco % 1 34,72 50,21 10,15 3,95 0,96 2 33,95 48,51 9,22 6,26 5,07 3 28,64 52,51 10,14 8,05 0,66 4 26,73 52,40 8,02 10,59 2,27 5 29,15 48,04 8,64 11,28 2,90 6 35,02 51,03 9,51 3,50 0,94 7 36,83 50,78 8,37 3,74 0,28 8 36,32 48,03 8,79 5,68 1,18 9 34,63 49,15 6,70 7,43 2,09 10 32,95 49,71 9,83 6,24 1,27 Média 32,89 50,04 8,94 6,67 1,46

As amostras dos resíduos de amálgama odontológico apresentaram uma maior concentração de prata e uma menor concentração de estanho em relação aos resultados de alguns autores, como ELIZAUR BENITEZ et al. (1995) e SAQUY (1996).

A diferença na concentração dos metais encontrados no presente trabalho deve-se, provavelmente, à utilização de um pó metálico com uma alta concentração de prata (a formulação é dependente dos fabricantes). Dependendo do kit comercial, o pó metálico apresenta variação nas concentrações de prata (45 a 71%), de estanho (5 a 32%) e de cobre (3 a 25%).

CONCLUSÕES

Os resultados obtidos, quanto à geração e disposição dada aos resíduos por parte das fontes geradoras por meio do questionário aplicado, mostram que as clínicas e consultórios avaliados, de um modo geral, dispõem incorretamente seus resíduos no ambiente. Provavelmente, esta disposição incorreta também ocorra em outros serviços odontológicos da cidade de Maringá – PR.

As altas concentrações de mercúrio e prata determinadas na caracterização dos resíduos de amálgama odontológico levam a uma preocupação quanto ao potencial risco de contaminação ambiental oferecido por estes resíduos.

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A partir dos resultados da caracterização e do descarte incorreto destes resíduos no ambiente verifica-se a necessidade do estabelecimento de um plano de gerenciamento e de sistemas de tratamentos para esses resíduos, visando à diminuição do impacto ambiental, bem como a recuperação de metais.

AGRADECIMENTOS

Os autores agradecem ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pelo suporte financeiro e às clínicas e consultórios odontológicos da cidade de Maringá que responderam ao questionário proposto.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Norma 10004:2004. Resíduos Sólidos – Classificação. 2. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC 306, de 07 de dezembro de 2004.

Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Saúde Pública. [citado 23/04/2005]. Disponível em: URL:http://www.anvisa.gov.br.

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4. BOENING, D. W., Ecological Effects, Transport and Fate of Mercury: a General Review. Chemosphere, v.40, p. 1335-1351, 2000.

5. CARDOSO, P .C .S ., LIMA, P. L., BAHIA, M. O. , AMORIM, M. I. M. , BURBANO, R. R. , FARIAS, R. A. F. Efeitos Biológicos do Mercúrio e seus Derivados em Seres Humanos – Revisão Bibliográfica. Belém: Laboratório de Citogenética Humana – DBCB - UFPA, p.18, 1999

6. CFO – Conselho Federal de Odontologia. [citado 15/04/2004]. Disponível em: URL:http://www.cfo.org.br. 7. DRUMMOND, J. L., CAILAS, M. D., CROKE, K. , Mercury Generation Potential from Dental Waste

Amalgam. Journal of Dentistry, v. 31, p. 493-501, 2003.

8. ELIZAUR BENITEZ, A. B. C. , FULLER, J. B. , SALGADO, P. E. , GABRIELLI, F. , DINELLI, W. & GABRIELLI, A. P. R. , Amálgama Dental: Estudo in Vitro da Liberação de Mercúrio, através de Espectrofotometria de Absorção Atômica, em Função do Tipo de Liga, Polimentos e Tempo. Rev. Odontol. Univ. São Paulo. v. 9, n. 1, p. 39-43, 1995.

9. LIMA, L. A. S., SOUZA, C. P., LEITE, J. Y., Digestão de Amálgamas e Recuperação de Hg usando Extração por Solvente, II CONGRESSO DE ENGENHARIA QUÍMICA DE PROCESSOS DO MERCOSUL – ENPROMER’99II. Anais. Florianópolis SC, 1999.

10. MAURO, J. B. M., GUIMARÃES, J. R. D., MELAMED, R., Aguapé Agrava Contaminação por Mercúrio. Ciência Hoje, v.25, n.150, p.68-71, 1999.

11. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Assistência à Saúde. Programa Nacional de DST/AIDS. Hepatites, AIDS e Herpes na Prática Odontológica. Brasília: p. 54, 2003.

12. PÉCORA, J. D., Reciclaje de los Residuos de Amalgama Dental Mediante Recuperación de Mercúrio y Plata. Revista Fola/Oral, v.4, n.14, p.234-237, 1998.

13. SAQUY, P. C. , Identificação Qualitativa de Vapor de Mercúrio Captado de Resíduo de Amálgama de Prata, em Diferentes Meios de Armazenagem. Ribeirão Preto: Tese de Livre Docência, p.95, 1996. 14. TRIOLA, M. F., Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: Editora LTC, 7a edição, p. 143-165, 1999.

15. UNEP CHEMICALS. Current Exposure and Impacts of Mercury on Human Health. In: Global

Mercury Assessment. Switzerland: 2002. Disponível em: http://www.chem.unep.ch/mercury/Wgmeeting/revreport-Ch4.pdf.

16. WHO - WORLD HEALTH ORGANIZATION, Mercury – Environmental Aspects. Geneva, Environmental Health Criteria, v.86, p.115, 1989.

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