ZON Multimédia Serviços de Telecomunicações e Multimédia, SGPS, S.A.

75 

Texto

(1)
(2)
(3)

01

PRINCIPAIS INDICADORES

4

02

DESTAQUES 1S12

7

03

ORGÃOS SOCIAIS

9

04

RELATÓRIO DE GESTÃO

10

4.1. Acontecimentos no Primeiro Semestre de 2012 e Desenvolvimentos Recentes 10

4.2. Mercado de Capitais 11

4.3. Participação dos membros dos Órgãos Sociais no Capital da Sociedade 14

4.4. Titulares de Participações Sociais Qualificadas 15

4.5. Transações de Ações Próprias 18

4.6. Evolução dos Negócios 19

4.7. Análise dos Resultados Consolidados 24

4.8. Riscos e Incertezas para Períodos Futuros 33

05

CONTAS CONSOLIDADAS

34

5.1.Parecer do Revisor Oficial de Contas 70

5.2. Relatório de Revisão Limitada Elaborado por Auditor Registado na CMVM 71

06

DECLARAÇÃO EMITIDA PARA EFEITOS DA ALÍNEA

(4)

01

Principais Indicadores

Principais Indicadores Operacionais

(em milhares)

:

Clientes de Triple Play: % Clientes Cabo com Triple Play:

678.5 688.8 708.7 715.7 730.9 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +7,7%

58.6% 59.3% 60.1% 59.4% 60.4% 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +1,8pp

RGUs: RGUs por Subscritor (unidades):

3,212.8 3,256.6 3,315.1 3,381.0 3,414.1 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +6,3%

2.31 2.33 2.36 2.37 2.39 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +3,2%

TV por Subscrição: Banda Larga:

1,552.8 1,554.2 1,567.1 1,586.8 1,586.3 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +2,2%

714.8 725.0 739.2 748.6 751.5 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +5,1%

(5)

Voz Fixa: Mobile: 826.8 844.0 883.9 921.4 947.0 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +14,5%

118.4 133.4 125.0 124.1 129.4 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 +9,2% ARPU Global: 35.8 36.0 35.5 35.0 34.7 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 (3,2)%

(6)

Principais Indicadores Financeiros

(em milhões de Euros)

:

Receitas de Exploração: EBITDA (margem EBITDA % das receitas):

425.6 428.6 1S11 1S12 +0,7%

158.0 158.5 37.1% 37.0% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100 % 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 1S11 1S12 +0,3%

Resultado Consolidado Líquido: CAPEX:

19.4 20.0 1S11 1S12 +3,3%

69.6 57.3 4.6 74.3 57.3 1S11 1S12

CAPEX Recorrente CAPEX Não Recorrente (22,8)%

Dívida Financeira Líquida: Dívida Financeira Líquida / EBITDA [x]:

706.8 660.4 1S11 1S12 (6,6)%

2.3x 2.1x 1S11 1S12

(7)

02

Destaques 1S12

Operacionais ('000)

RGUs (1) 3,212.8 3,414.1 6.3% 3,212.8 3,414.1 6.3%

Clientes de Triple Play 678.5 730.9 7.7% 678.5 730.9 7.7%

Subscritores 1,552.8 1,586.3 2.2% 1,552.8 1,586.3 2.2%

Clientes de Banda Larga Fixa 714.8 751.5 5.1% 714.8 751.5 5.1%

Clientes de Voz Fixa 826.8 947.0 14.5% 826.8 947.0 14.5%

ARPU Global (Euros) 35.8 34.7 (3.2%) 35.8 34.9 (2.5%)

Financeiros (Milhões de Euros)

Receitas de Exploração 211.5 214.4 1.4% 425.6 428.6 0.7%

TV por Subscrição, Banda Larga e Voz 191.6 191.0 (0.3%) 387.2 382.8 (1.1%)

EBITDA 78.5 78.8 0.4% 158.0 158.5 0.3%

Margem EBITDA 37.1% 36.8% (0.4pp) 37.1% 37.0% (0.2pp)

Resultado Consolidado Líquido 9.2 9.7 5.0% 19.4 20.0 3.3%

CAPEX 35.5 27.7 (21.8%) 74.3 57.3 (22.8%)

Free Cash Flow (15.1) 33.6 n.a. (17.2) 49.9 n.a.

1S12 1S12 / 1S11

(1) O número t ot al de RGUs report ado ref let e a soma dos subscrit ores de TV por Subscrição, Banda Larga, Voz Fixa e M obile.

Destaques 1S12 2T11 2T12 2T12 / 2T11 1S11

D

ESTAQUES

F

INANCEIROS

o Crescimento anual de 0,7% das Receitas de Exploração para 428,6 milhões de euros;

o Receitas de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz com um ligeiro decréscimo (-1,1%) para 382,8 milhões de euros, tendo o 2T12 representado uma recuperação significativa na taxa de evolução anual face aos trimestres anteriores (-0,3%);

o As receitas do negócio de Audiovisuais registaram um desempenho anual marginalmente negativo de 0,1%. No entanto, as receitas de Exibição Cinematográfica registaram um decréscimo anual significativo de 15,5%, refletindo a pressão do ambiente económico desafiante;

o A operação de TV por satélite Africana, “ZAP”, continua a registar um crescimento das

receitas muito encorajador trimestre após trimestre, com um valor de 24,2 milhões de euros (100%) no 2T12, o que compara com 21,4 milhões de euros no 1T12, representando um valor acumulado de 45,6 milhões de euros;

o O EBITDA de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz apresentou um crescimento anual de 2,0% para 150 milhões de euros, permitindo um desempenho estável do EBITDA Consolidado;

o Como previsto, o FCF Consolidado registou um crescimento anual muito significativo para 49,9 milhões de euros, o que compara com um valor de (17,2) milhões de euros no 1S11. Assim sendo, o FCF total do 1S12 cobre totalmente o dividendo pago em Maio de 2012.

(8)

D

ESTAQUES

O

PERACIONAIS

o Desempenho sólido ao nível dos RGUs, com um crescimento anual de 6,3% para 3,4 milhões de serviços:

o Estabilidade da base de clientes de TV por Subscrição no 2T12, com 6,3 mil adições líquidas no cabo, compensadas por um decréscimo no número de clientes de satélite; no 1S12 a base de clientes de TV por Subscrição registou um crescimento líquido de 19,3 mil clientes;

o Continuação do forte ritmo de adesão às ofertas Triple Play de topo de gama, “IRIS”, com 42,5 mil clientes adicionais no 2T12;

o A base de clientes de Voz Fixa cresceu em 63 mil subscritores, um valor superior em 28,3% ao registado no 1S11;

o Adições líquidas de 12,3 mil clientes na Banda Larga no 1S12, elevando o número total de clientes para 751,5 mil subscritores, representando uma penetração de 62% da base de clientes de cabo;

o O número de clientes de Triple Play aumentou em 7,7% no 1S12 face ao 1S11 para 730,9 mil, registando-se adições líquidas de 22,2 mil clientes neste semestre. A penetração dos serviços de Triple Play atingiu os 60,4% no final do 1S12;

o O ARPU Global registou um decréscimo anual de 2,5% para 34,9 euros no 1S12, refletindo uma combinação de fatores como a presença dos pacotes de serviços de gama mais baixa no mix de clientes e o desempenho, ainda sob pressão, das receitas provenientes de canais premium, que foram no entanto parcialmente compensados pela adesão muito forte aos pacotes Triple Play de topo de gama, “IRIS”;

o O ARPU Base dos serviços de Triple Play, excluindo o impacto das subscrições de canais premium, registou uma diminuição anual de 0,1% no 1S12, refletindo a resiliência dos pacotes base de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz Fixa;

o Desempenho fraco das receitas do negócio de Exibição Cinematográfica, com um decréscimo ao nível de todo o setor nas vendas de bilhetes e nas receitas, um sinal do

desafiante ambiente macroeconómico que se faz sentir em Portugal – as famílias estão

(9)

03

Órgãos Sociais

À data de 30 de Junho de 2012, os Órgãos Sociais da ZON tinham a seguinte composição:

Conselho de Administração

Presidente do Conselho de Administração Daniel Proença de Carvalho

Presidente da Comissão Executiva Vogais da Comissão Executiva

Rodrigo Jorge de Araújo Costa José Pedro Faria Pereira da Costa Luis Miguel Gonçalves Lopes

Duarte Maria de Almeida e Vasconcelos Calheiros

Vogais Fernando Fortuny Martorell

António Domingues

László Istvan Hubay Cebrian Jorge Telmo Maria Freire Cardoso Norberto Emílio Sequeira da Rosa Luís Bordalo Silva

Joaquim Francisco Alves Ferreira de Oliveira Mário Filipe Moreira Leite da Silva

Presidente da Comissão de Auditoria Vogais da Comissão de Auditoria

Vitor Fernando da Conceição Gonçalves

Nuno João Francisco Soares de Oliveira Sílvério Marques Paulo Cardoso Correia da Mota Pinto

Membros da Mesa da Assembleia Geral

Presidente Júlio de Castro Caldas

Secretário Maria Fernanda Carqueija Alves de Ribeirinho Beato

Revisor Oficial de Contas

Efetivo

Oliveira, Reis & Associados, SROC, Lda., representada por José Vieira dos Reis

(10)

04

Relatório de Gestão

4.1.

Acontecimentos

no

Primeiro

Semestre

de

2012

e

Desenvolvimentos Recentes

R

EMUNERAÇÃO DOS

A

CIONISTAS NO

P

RIMEIRO

S

EMESTRE DE

2012

A ZON está empenhada em entregar uma remuneração acionista atrativa relativamente aos seus pares. A 27 de Abril de 2012, a Assembleia Geral da ZON aprovou um dividendo de 16 cêntimos por ação, num total de 49,5 milhões de euros. Este dividendo foi pago no dia 25 de Maio de 2012.

Ó

RGÃOS

S

OCIAIS

No dia 30 de Julho de 2012 a ZON divulgou que Norberto Emílio Sequeira da Rosa, Luís Bordalo Silva e Jorge Telmo Maria Freire Cardoso renunciaram aos seus cargos enquanto Vogais Não Executivos do Conselho de Administração da ZON Multimédia.

(11)

4.2. Mercado de Capitais

D

ESEMPENHO BOLSISTA DAS AÇÕES DA

ZON

No dia 29 de Junho de 2012, a cotação de fecho das ações da ZON Multimédia foi de 2,337 euros, o que representa uma subida de 0,65% desde o início do ano, que compara com uma descida de 14,49% do principal índice bolsista nacional, o PSI20.

Adicionalmente, com a distribuição de um dividendo de 0,16 euros por ação, a ZON proporcionou um Total Shareholder Return de 7,54%.

No 1S12, foram transacionadas mais de 48,8 milhões de ações da ZON Multimédia, o que se traduz num volume médio diário de 382 mil ações por cada sessão de mercado. Este volume diário médio representa 0,12% do número total de ações da ZON Multimédia.

Desempenho Bolsista da ZON no 1S12

-8,200,000 -6,200,000 -4,200,000 -2,200,000 -200,000 1,800,000 3,800,000 5,800,000 -25% -20% -15% -10% -5% 0% 5% 10% 15% 20% 3 0 -1 2 -2 0 1 1 0 6 -0 1 -2 0 1 2 1 3 -0 1 -2 0 1 2 2 0 -0 1 -2 0 1 2 2 7 -0 1 -2 0 1 2 0 3 -0 2 -2 0 1 2 1 0 -0 2 -2 0 1 2 1 7 -0 2 -2 0 1 2 2 4 -0 2 -2 0 1 2 0 2 -0 3 -2 0 1 2 0 9 -0 3 -2 0 1 2 1 6 -0 3 -2 0 1 2 2 3 -0 3 -2 0 1 2 3 0 -0 3 -2 0 1 2 0 6 -0 4 -2 0 1 2 1 3 -0 4 -2 0 1 2 2 0 -0 4 -2 0 1 2 2 7 -0 4 -2 0 1 2 0 4 -0 5 -2 0 1 2 1 1 -0 5 -2 0 1 2 1 8 -0 5 -2 0 1 2 2 5 -0 5 -2 0 1 2 0 1 -0 6 -2 0 1 2 0 8 -0 6 -2 0 1 2 1 5 -0 6 -2 0 1 2 2 2 -0 6 -2 0 1 2 2 9 -0 6 -2 0 1 2

(12)

Principais Comunicados em 2012

Data Comunicado

30-01-2012  ZON informa sobre deliberações da Assembleia Geral

13-02-2012  ZON informa sobre financiamento

01-03-2012  ZON informa sobre Divulgação de Resultados 2011

22-03-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Telefónica, S.A.

26-03-2012  ZON informa sobre proposta de dividendo relativa ao exercício de 2011

28-03-2012  ZON informa sobre Relatório e Contas Individuais de 2011

28-03-2012  ZON informa sobre Relatório e Contas Consolidadas de 2011

28-03-2012

 ZON informa sobre comunicação complementar à comunicação de redução de participação qualificada efetuada pela Telefónica, S.A.

29-03-2012  ZON informa sobre convocatória para a Assembleia Geral de Acionistas

29-03-2012  ZON informa sobre retificação da Convocatória de Assembleia Geral de Acionistas

30-03-2012  ZON informa sobre Pagamento de Juros das Obrigações "ZON MULTIMEDIA 2009-2012"

27-04-2012  ZON informa sobre calendário de pagamento de dividendos

27-04-2012  ZON informa sobre deliberações da Assembleia Geral de Acionistas

08-05-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Jadeium, B.V.

09-05-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Telefónica S.A.

10-05-2012  ZON informa sobre Resultados Consolidados do 1T12

18-05-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Jadeium, B.V.

19-05-2012  ZON informa sobre Relatório e Contas Consolidadas do Primeiro Trimestre de 2012

23-05-2012  ZON informa sobre oferta pública de obrigações

01-06-2012  ZON informa sobre Pagamento de Juros das Obrigações "ZON MULTIMEDIA 2010-2014"

06-06-2012  ZON informa sobre aumento do montante da oferta pública de subscrição de obrigações

08-06-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Cinveste, SGPS, S.A.

11-06-2012  ZON informa sobre Pagamento de Juros das Obrigações "ZON MULTIMEDIA 2009-2012"

12-06-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada do Banco Espírito Santo, S.A.

13-06-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Jadeium, BV

15-06-2012  ZON informa sobre Resultados da Oferta Pública de Subscrição de Obrigações

19-06-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Cinveste, SGPS, SA

04-07-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Caixa Geral de Depósitos, S.A.

05-07-2012  ZON informa sobre Participação Qualificada da Jadeium, B.V.

27-07-2012  ZON informa sobre Resultados Consolidados do 1S12

30-07-2012  ZON informa sobre renúncia de Administrador

Abaixo são apresentados os principais eventos de Relação com Investidores que tiveram lugar no 1S12. A atividade desenvolvida pela Direção de Relação com Investidores assegura igualmente a informação constante e atualizada à comunidade financeira acerca da atividade da ZON Multimédia através da elaboração regular de press releases, apresentações e comunicados sobre os resultados trimestrais, semestrais e anuais, bem como sobre quaisquer factos relevantes que ocorram. Presta, igualmente, todo e qualquer tipo de esclarecimentos à comunidade financeira em geral – acionistas, investidores (institucionais e particulares) e analistas, assistindo e apoiando também os acionistas no exercício dos seus direitos. A Direção de Relações com Investidores promove encontros regulares da equipa de gestão executiva com a comunidade financeira através da participação em conferências especializadas, da realização de roadshows quer em Portugal, quer nas principais praças financeiras internacionais e reúne frequentemente com investidores que visitam Portugal.

(13)

Data Evento Cidade

17 Janeiro Espírito Santo Iberian Conference Londres

18 Janeiro Roadshow Londres

05 Março Roadshow Lisboa

13 Março

Roadshow NY

14 Março 20 Março

Citigroup Telecom Conference Londres

21 Março

28 Março CSFB Cable Conference Londres

02 Abril Reverse Roadshow Escritórios ZON

10 Maio Roadshow Lisboa 11 Maio 22 Maio Roadshow Frankfurt 23 Maio Paris

15 Junho Goldman Sachs European Cable Conference Londres

18 Junho

Roadshow Londres

19 Junho 20 Junho

22 Junho XIX Santander Annual Telecoms Conference Marbella - Málaga

26 Junho Roadshow Boston 27 Junho NY 28 Junho

O Representante para as Relações com o Mercado da ZON Multimédia é Maria João Carrapato.

Qualquer interessado pode solicitar informações à Direção de Relação com Investidores, através dos seguintes contactos:

Avenida 5 de Outubro, n.º 208 1069 - 203 Lisboa (Portugal)

Tel. / Fax: +(351) 21 782 47 25 / +(351) 21 782 47 35

(14)

4.3. Participação dos membros dos Órgãos Sociais no Capital da

Sociedade

Nos termos e para os efeitos da alínea a) do Artigo 9.º do Regulamento n.º 5/2008 da CMVM e dos números 6 e 7 do Artigo 14º do Regulamento nº 5/2008 da CMVM, e de acordo com informação disponibilizada à Sociedade pelos próprios, presta-se a seguinte informação quanto às participações financeiras detidas pelos membros do Conselho de Administração, incluindo a Comissão de Auditoria, e pelo Revisor Oficial de Contas Efetivo e Suplente, à data de 30 de Junho de 2012:

Nome Cargo 31-12-2012 Saldo 30-06-2012

Aquisições Alienações Preço Unitário Data

Daniel Proença de Carvalho Presidente do Conselho de Administração 0 - - - - 0

Cônjuge 28 - - - - 28 5,469 2.438 € 31-01-2012 1,823 2.462 € 16-04-2012 3,186 2.438 € 31-01-2012 1,062 2.462 € 16-04-2012 3,186 2.438 € 31-01-2012 1,062 2.462 € 16-04-2012 3,957 1.895 € 22-06-2012 2,754 2.438 € 31-01-2012 918 2.462 € 16-04-2012 António Domingues (1)

Vogal Não Executivo 0 - - - - 0

Grupo BPI 23,344,798 11,104 11,104 - - 23,344,798

Luís João Bordallo da Silva (2)

Vogal Não Executivo 0 - - - - 0

Grupo Cinveste 8,707,136 - 8,707,136 - 18-06-2012 0

Norberto Emílio Sequeira da Rosa (3)

Vogal Não Executivo 0 - - - - 0

Grupo CGD 33,621,914 499,244 236,753 - - 33,884,405

Jorge Telmo Maria Freire Cardoso (4)

Vogal Não Executivo 0 - - - - 0

Caixa Banco de Investimento 0 - - - - 0

Joaquim Francisco Alves Ferreira de Oliveira (5) Vogal Não Executivo 0 - - - - 0

Controlinveste International, Sarl 7,965,980 - - - - 7,965,980

Gripcom, SGPS, SA. 6,989,704 - - - - 6,989,704

Mário Filipe Moreira Leite da Silva(6)

Vogal Não Executivo 0 - - - - 0

Kento Holding Limited 30,909,683 - - - - 30,909,683

José Vieira dos Reis (7)

Revisor Oficial de Contas 0 - - - - 0

Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA 3,985,488 - - - - 3,985,488

Fernando Marques Oliveira (8)

Revisor Oficial de Contas Suplente 0 - - - - 0

Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA 3,985,488 - - - - 3,985,488

1,919 2.438 € 31-01-2012 660 2.462 € 16-04-2012 1,455 2.438 € 31-01-2012 1,500 1.895 € 25-06-2012 1,530 2.438 € 31-01-2012 600 2.462 € 16-04-2012 1,188 2.438 € 31-01-2012 600 2.462 € 16-04-2012 300 2.438 € 31-01-2012 600 2.462 € 16-04-2012 1,980 - 2.438 € 31-01-2012 660 - 2.462 € 16-04-2012 3,957 - 1.895 € 22-06-2012 - 6,520 2.290 € 22-06-2012 - 1,395 2.300 € 22-06-2012 1,574 2.44 € 31-01-2012 600 2.46 € 16-04-2012 3,957 1.90 € 22-06-2012

(6) Mário Filipe Moreira da Silva é administrador da Kento Holding Limited, que detinha, à data de 30 de Junho de 2012, 30.909.683 acções da ZON Multimédia.

-Paulo Cardoso Correia da Mota Pinto Vogal da Comissão de Auditoria 0 - -Vítor Fernando da Conceição Gonçalves Presidente da Comissão de Auditoria 0 -

-9,787

André Nuno Malheiro dos Santos Almeida Dirigente nos termos do artigo 248º-B CVM 300

0 Nuno João Francisco Soares de Oliveira Silvério Marques Vogal da Comissão de Auditoria 0 - -

-(7) José Vieira dos Reis é Fiscal Único Suplente da Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA, que detinha à data de 30 de Junho de 2012, 3.985.488 acções da ZON Multimédia.

(5) Joaquim Francisco Alves Ferreira de Oliveira detém indirectamente mais de metade do capital social da Controlinveste International, Sarl, que era detentora, à data de 30 de Junho de 2012, de um total de 7.965.980 acções da ZON Multimédia. Joaquim Francisco Alves Ferreira de Oliveira detém indirectamente mais de metade o capital social da Gripcom - SGPS, S.A., que era detentora, à data de 30 de Junho de 2011, de um lote de 6.989.704 acções da ZON Multimédia.

(8) Fernando Marques Oliveira é, em representação da Sociedade Oliveirea, Reis & Associados, SROC, Lda, Fiscal Único da Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA, que detinha à data de 30 de Junho de 2012, 3.985.488 acções da ZON Multimédia. (4) Jorge Telmo Maria Freire Cardoso desempenha o cargo de Vogal do Conselho de Administração do Caixa Banco de Investimento, SA.

Tomás Maria de Morais Sarmento Pinto Gonçalves

18,581

-1,200 Dirigente nos termos do artigo 248º-B CVM

597,720 590,428

Vogal Executivo 92,372 100,577

44,503

(2) Luís João Bordallo da Silva é administrador e gerente de sociedades do Grupo Cinveste.

Paulo Manuel Moura Ribeiro Dirigente nos termos do artigo 248º-B CVM Dirigente nos termos do artigo 248º-B CVM Adriano José de Seabra Duarte Neves

Vogal Executivo 93,372 97,620

Luís Miguel Gonçalves Lopes

48,175

Transacções 1S12

Rodrigo Jorge de Araújo Costa Presidente da Comissão Executiva

(1) António Domingues é administrador de sociedades pertencentes ao Grupo BPI que, em 30 de Junho de 2012, possuía 23.344.798 acções da ZON Multimédia.

Dirigente nos termos do artigo 248º-B CVM

Miguel Augusto Chambel Rodrigues Dirigente nos termos do artigo 248º-B CVM Duarte Maria de Almeida e Vasconcelos Calheiros Vogal Executivo José Pedro Faria Pereira da Costa

(3) Norberto Emílio Sequeira da Rosa desempenha o cargo de Vogal do Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos, SA, a qual, à data de 30 de Junho de 2012, era detentora, directa e indirectamente, de 33.884.405 acções da ZON Multimédia.

25,819 28,398

Jorge Filipe Santos Graça

12,450 9,163 11,293 25,179 23,861 6,464 8,252 - 0 -0

-Nuno Miguel Pereira Domingues de Figueiredo Carvalhosa Dirigente nos termos do artigo 248º-B CVM 6,832

-Fernando Fortuny Martorell Vogal Não Executivo 0 0

-- - 0

-László Istvan Hubay Cebrian Vogal Não Executivo 0 -

(15)

-4.4. Titulares de Participações Sociais Qualificadas

Nos termos da alínea c) do nº1 do artigo 9º do Regulamento nº 5/2008 da CMVM, presta-se a seguinte informação quanto às participações qualificadas detidas por terceiros no capital social da ZON Multimédia comunicadas à Sociedade.

A estrutura de Participações Sociais Qualificadas da ZON Multimédia comunicadas à empresa era, em 30 de Junho de 2012, a seguinte:

Caixa Geral de Depósitos, SA 33,884,405 10.96% Kento Holding Limited (1) 30,909,683 10.00%

Jadeium, B.V. (1) 24,222,563 7.84%

Banco BPI, SA 23,344,798 7.55%

Espírito Santo Irmãos, SGPS, SA (2) 15,455,000 5.00% Banco Espírito Santo, SA 15,054,254 4.87% Joaquim Alves Ferreira de Oliveira (3) 14,955,684 4.84% Fundação José Berardo (4) 13,408,982 4.34% Ongoing Strategy Investments, SGPS, SA (5) 10,162,250 3.29% Estêvão Neves - SGPS, SA (6) 9,075,782 2.94% Grupo Visabeira, SGPS, SA (7) 6,641,930 2.15%

Norges Bank 6,379,164 2.06%

SGC, SGPS, SA (8) 6,182,000 2.00%

ESAF - Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliário, SA 6,088,616 1.97% BES Vida - Companhia de Seguros, S. A. 5,721,695 1.85% Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA (4) 3,985,488 1.29%

Total Identificado 225,472,294 72.95%

(7) A Visabeira Investimentos Financeiros, SGPS, SA, é detentora de 0,99% do capital social e direitos de voto da ZON Multimédia, sendo 1,16% directamente detidos pelo Grupo Visabeira, SGPS, SA. A Visabeira Investimentos Financeiros, SGPS, SA, é detida em 100% pela Visabeira Estudos e Investimentos, SA, a qual é detida em 100% pelaVisabeira Serviços, SGPS, SA, que por sua vez é detida pelo Grupo Visabeira, SGPS, SA. Este último é detido em 74,0104% pelo Sr Engº Fernando Campos Nunes.

(8) A participação da SGC, SGPS, SA é imputável ao seu accionista maioritário, Dr. João Pereira Coutinho.

Nota: As Participações Qualificadas da Caixa Geral de Depósitos, S.A., do Banco BPI, S.A e do Banco Espírito Santo, SA. foram actualizadas à data de 30 de Junho de 2012, com base em informação por si prestada para efeitos deste Relatório de Gestão.

(6) A Participação Qualificada da Estêvão Neves - SGPS, SA é imputável ao seu sócio maioritário, Sr. José Estêvão Fernandes Neves.

Acionistas à data de 30-06-2012 Número de Ações % Direitos de Voto

(1) De acordo com a alínea b) do n.º 1 do Artigo 20.º e Artigo 21.º do Cód.VM, a participação qualificada é imputável à Senhora Eng.ª Isabel dos Santos, na qualidade de acionista única da KENTO e acionista de controlo da Jadeium B.V. O cálculo desta participação inclui 8.707.136 ações alienadas pela Cinveste, SGPS, SA, tal como comunicado ao mercado no dia 08-06-2012. Não houve nesta data um comunicado por parte da Jadeium, B.V., uma vez que esta transação não implicou que ultrapassasse qualquer dos limites legais que o exigissem.

(2) Os direitos de voto correspondentes à Espírito Santo Irmãos, SGPS, S.A. são imputáveis à Espírito Santo Industrial, S.A. à Espírito Santo Resources Limited, e à Espírito Santo Internacional, S.A., sociedades que dominam por essa ordem a Espírito Santo Irmãos.

(3) São imputados os direitos de voto correspondentes a 4,84% do capital social ao Senhor Eng.º Joaquim Francisco Alves Ferreira de Oliveira, uma vez que controla a GRIPCOM, SGPS, S.A., e a Controlinveste International S.à.r.l., que detém respetivamente 2,26% e 2,58% do capital social da ZON Multimédia.

(4) A posição da Fundação José Berardo é reciprocamente imputada à Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA.

(5) Os direitos de voto da Ongoing Strategy Investments, SGPS S.A. são imputáveis à RS Holding, SGPS, S.A. enquanto sua acionista maioritária e à Sra. D. Isabel Maria Alves Rocha dos Santos, enquanto acionista maioritária da RS Holding, SGPS, S.A.

No quadro seguinte apresenta-se a participação da Caixa Geral de Depósitos, SA (“CGD”) calculada nos termos do nº 1 do artº 20º do Código dos Valores Mobiliários.

Caixa Geral de Depósitos, SA 33,181,144 10.73%

Fidelidade - Companhia de Seguros, SA 219,874 0.07%

Fundo de Pensões da CGD 483,387 0.16%

Total 33,884,405 10.96%

(16)

No quadro seguinte apresenta-se a participação do Banco Português de Investimento, SA (“BPI”) calculada nos termos do nº 1 do artº 20º do Código dos Valores Mobiliários.

Fundo de Pensões do Banco BPI 23,287,499 7.53%

BPI Vida - Companhia de Seguros de Vida, SA 57,299 0.02%

Total 23,344,798 7.55%

Acionistas Número de Ações % Direitos de Voto

No quadro seguinte apresenta-se a participação de Joaquim Alves Ferreira de Oliveira, calculada nos termos do nº 1 do artº 20º do Código dos Valores Mobiliários.

Gripcom, SGPS, SA 6,989,704 2.26%

Controlinveste International, S.à.r.l. 7,965,980 2.58%

Total 14,955,684 4.84%

Acionistas Número de Ações % Direitos de Voto

No quadro seguinte apresenta-se a participação da Ongoing, Strategic Investments, SGPS, SA, calculada nos termos do nº 1 do artº 20º do Código dos Valores Mobiliários.

Insight Strategic Investments, SGPS, SA 5,688,106 1.84%

Ongoing Strategy Investments, SGPS, SA 4,419,513 1.43%

Investoffice - Investimentos e Consultoria Financeira, SA 50,000 0.02%

Nuno Vasconcellos 4,631 0.00%

Total 10,162,250 3.29%

Acionistas Número de Ações % Direitos de Voto

No quadro seguinte apresenta-se a participação da Estêvão Neves - SGPS, SA, calculada nos termos do nº 1 do artº 20º do Código dos Valores Mobiliários.

Estêvão Neves - SGPS, SA 6,991,113 2.26%

Enotel - SGPS, SA 1,785,580 0.58%

José Estêvão Fernandes Neves 299,089 0.10%

Total 9,075,782 2.94%

Acionistas Número de Ações % Direitos de Voto

No quadro seguinte apresenta-se a participação do Grupo Visabeira, SGPS, SA, calculada nos termos do nº 1 do artº 20º do Código dos Valores Mobiliários.

Grupo Visabeira, SGPS, SA 3,574,575 1.16%

Visabeira Investimentos Financeiros, SGPS, SA 3,067,355 0.99%

Total 6,641,930 2.15%

(17)

No quadro seguinte apresenta-se a participação do Banco Espírito Santo, SA (“BES”) calculada nos termos do nº 1 do artº 20º do Código dos Valores Mobiliários.

Banco Espírito Santo, SA 3,002,737 0.97%

Elementos dos Órgãos Sociais 1,517 0.00%

Sociedades em relação de domínio ou de grupo com o BES 12,050,000 3.90%

Total 15,054,254 4.87%

% Direitos de Voto Número de Ações

Acionistas

Nos dias 4 e 5 de Julho de 2012, foram comunicadas à Sociedade alterações nas Participações Qualificadas da Jadeium, B.V. e da Caixa Geral de Depósitos, SA. Como tal, a estrutura de Participações Sociais Qualificadas da ZON Multimédia comunicadas à empresa é, à data do presente relatório, a seguinte:

Jadeium, B.V. (1) 58,102,094 18.80%

Kento Holding Limited (1) 30,909,683 10.00%

Banco BPI, SA 23,344,798 7.55%

Espírito Santo Irmãos, SGPS, SA (2) 15,455,000 5.00% Banco Espírito Santo, SA 15,054,254 4.87% Joaquim Alves Ferreira de Oliveira (3) 14,955,684 4.84% Fundação José Berardo (4) 13,408,982 4.34% Ongoing Strategy Investments, SGPS, SA (5) 10,162,250 3.29% Estêvão Neves - SGPS, SA (6) 9,075,782 2.94% Grupo Visabeira, SGPS, SA (7) 6,641,930 2.15%

Norges Bank 6,379,164 2.06%

SGC, SGPS, SA (8) 6,182,000 2.00%

ESAF - Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliário, SA 6,088,616 1.97% BES Vida - Companhia de Seguros, S. A. 5,721,695 1.85% Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA (4) 3,985,488 1.29%

Total Identificado 225,467,420 72.94%

(1) De acordo com a alínea b) do n.º 1 do Artigo 20.º e Artigo 21.º do Cód.VM, a participação qualificada é imputável à Senhora Eng.ª Isabel dos Santos, na qualidade de acionista única da KENTO e acionista de controlo da Jadeium B.V.

(2) Os direitos de voto correspondentes à Espírito Santo Irmãos, SGPS, S.A. são imputáveis à Espírito Santo Industrial, S.A. à Espírito Santo Resources Limited, e à Espírito Santo Internacional, S.A., sociedades que dominam por essa ordem a Espírito Santo Irmãos.

(3) São imputados os direitos de voto correspondentes a 4,84% do capital social ao Senhor Eng.º Joaquim Francisco Alves Ferreira de Oliveira, uma vez que controla a GRIPCOM, SGPS, S.A., e a Controlinveste International S.à.r.l., que detém respetivamente 2,26% e 2,58% do capital social da ZON Multimédia.

(4) A posição da Fundação José Berardo é reciprocamente imputada à Metalgest - Sociedade de Gestão, SGPS, SA.

(5) Os direitos de voto da Ongoing Strategy Investments, SGPS S.A. são imputáveis à RS Holding, SGPS, S.A. enquanto sua acionista maioritária e à Sra. D. Isabel Maria Alves Rocha dos Santos, enquanto acionista maioritária da RS Holding, SGPS, S.A.

(6) A Participação Qualificada da Estêvão Neves - SGPS, SA é imputável ao seu sócio maioritário, Sr. José Estêvão Fernandes Neves. (7) A Visabeira Investimentos Financeiros, SGPS, SA, é detentora de 0,99% do capital social e direitos de voto da ZON Multimédia, sendo 1,16% directamente detidos pelo Grupo Visabeira, SGPS, SA. A Visabeira Investimentos Financeiros, SGPS, SA, é detida em 100% pela Visabeira Estudos e Investimentos, SA, a qual é detida em 100% pelaVisabeira Serviços, SGPS, SA, que por sua vez é detida pelo Grupo Visabeira, SGPS, SA. Este último é detido em 74,0104% pelo Sr Engº Fernando Campos Nunes.

(8) A participação da SGC, SGPS, SA é imputável ao seu accionista maioritário, Dr. João Pereira Coutinho.

Nota: A Participação Qualificada do Banco BPI, S.A. e do Banco Espírito Santo, S.A. foram actualizadas à data de 30 de Junho de 2012, com base em informação por si prestada para efeitos deste Relatório de Gestão.

Acionistas à data de 23-08-2012 Número de Ações % Direitos de Voto

Existe um registo pormenorizado das comunicações de participações qualificadas no website

(18)

4.5. Transações de Ações Próprias

No final do primeiro semestre de 2012, a ZON detinha, fruto de transações relacionadas com o Plano de Atribuição de Ações e com o Plano Poupança Ações, dirigidos a colaboradores da ZON Multimédia, 322,683 ações próprias.

O quadro abaixo apresentado resume as transações de ações próprias da ZON Multimédia, que tiveram lugar até à data de 30 de Junho de 2012, no âmbito dos referidos Planos:

Descrição Número de Acções

Saldo Inicial 265,612

Plano de Atribuições a Colaboradores - Aquisições 310,517

Plano de Atribuições a Colaboradores - Atribuições 253,446

(19)

4.6. Evolução dos Negócios

TV por Subscrição, Banda Larga e Voz

Casas Passadas (1) 3,223.3 3,204.5 (0.6%) 3,223.3 3,204.5 (0.6%) RGUs (2)

3,212.8 3,414.1 6.3% 3,212.8 3,414.1 6.3% RGUs de Cabo por Subscritor (unidades) (3) 2.31 2.39 3.2% 2.31 2.39 3.2% Subscritores (4)

1,552.8 1,586.3 2.2% 1,552.8 1,586.3 2.2% dos quais Subscritores de Cabo 1,157.8 1,210.8 4.6% 1,157.8 1,210.8 4.6%

Clientes de Triple Play 678.5 730.9 7.7% 678.5 730.9 7.7%

% Clientes Cabo com Triple Play 58.6% 60.4% 1.8pp 58.6% 60.4% 1.8pp dos quais Subscritores de Satélite 395.0 375.5 (4.9%) 395.0 375.5 (4.9%)

Banda Larga Fixa 714.8 751.5 5.1% 714.8 751.5 5.1%

Voz Fixa 826.8 947.0 14.5% 826.8 947.0 14.5%

Mobile 118.4 129.4 9.2% 118.4 129.4 9.2%

ARPU Global (Euros) 35.8 34.7 (3.2%) 35.8 34.9 (2.5%)

Exibição Cinematográfica (5)

Receitas por Espetador (Euros) 4.9 4.9 (1.0%) 4.8 4.8 0.4%

Bilhetes Vendidos 2,093.6 1,714.1 (18.1%) 4,110.0 3,439.0 (16.3%)

Salas (unidades) 217 210 (3.2%) 217 210 (3.2%)

1S12 1S12 / 1S11

(2) O número t ot al de RGUs report ado ref let e a soma dos subscrit ores de TV por Subscrição, Banda Larga, Voz Fixa e M obile.

(3) RGUs de Cabo por Subscrit or correspondem à soma dos subcrit ores de Cabo de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz divididos pelo número de subscrit ores de TV por Subscrição por Cabo.

(4) Os números apresent ados ref erem-se ao número t ot al de client es do serviço básico da ZON M ult imédia, incluindo as plat af ormas de cabo e de sat élit e. Salient e-se que a ZON M ult imédia of erece vários serviços básicos, suport ados em diversas t ecnologias, direcionados para dif erent es segment os de mercado (domést ico, imobiliário e empresarial), com dist int o âmbit o geográf ico (Port ugal Cont inent al e ilhas) e com um número variável de canais.

(1) O número de Casas Passadas f oi corrigido no 3T11, consist indo numa at ualização da base de dados em 86,5 mil Casas Passadas. Os dados ref erent es a t rimest res ant eriores não f oram reexpressos.

(5) Operação port uguesa.

2T12 / 2T11 2T12

Indicadores de Negócio ('000) 2T11 1S11

O negócio core de Triple Play permanece muito sólido e resiliente aos constrangimentos macroeconómicos que se fazem sentir. Os clientes têm mantido os seus pacotes base de Triple

Play, pese embora o facto de ainda se sentir algum esforço de gestão dos gastos mensais, com o

desligamento dos serviços mais discricionários tais como as subscrições adicionais de canais

premium.

Quanto aos serviços de topo de gama, continuamos a assistir à adesão entusiástica aos nossos

pacotes de serviços de Triple Play “IRIS”, o que tem ajudado a compensar a diluição de ARPU

provocada pelo decréscimo das subscrições de canais premium.

Crescimento sólido de RGUs, +99 mil serviços no 1S12

A ZON voltou a registar um bom semestre em termos de crescimento de RGUs, com 99 mil adições líquidas, atingindo-se um total de 3.414 mil serviços, representando uma média de 2,39 serviços por cliente de cabo.

(20)

Crescimento da base de clientes de TV por Subscrição

A base de clientes de TV por Subscrição cresceu para 1.586 mil subscritores no 1S12, com o crescimento líquido de 32,5 mil subscritores na base de clientes de cabo mais do que compensar um decréscimo de 13,2 mil clientes na base de clientes de satélite. O desligamento analógico foi concluído em Maio de 2012, levando a um decréscimo do ritmo de aquisição de pacotes de serviços de gama mais baixa, concebidos para endereçar lares que optassem por soluções de TV por Subscrição de base de gama ao invés de migrar para a TDT.

Mais de 161 mil clientes IRIS, 13% da base de clientes de cabo

No extremo oposto do mix de clientes, a adesão aos nossos pacotes de topo de gama, IRIS, permanece em níveis elevados, com 161,4 mil clientes no final do 1S12, representando 13% da base de clientes de cabo. O entusiasmo contínuo da parte dos consumidores pelos serviços IRIS está relacionado quer com a combinação muito atrativa das ofertas de TV de topo de gama, Banda Larga ultra rápida e Voz Fixa, quer com a inovação contínua em termos das funcionalidades oferecidas.

No 4T11, a ZON lançou uma funcionalidade muito bem sucedida, o Restart TV, através da qual os utilizadores IRIS podiam regressar ao início de um programa que estivesse a ser transmitido. A nova versão de software lançada em Julho de 2012 permite que o telespetador regresse ao início de qualquer programa que tenha terminado nas últimas duas horas. Dado o sucesso obtido e a exequibilidade técnica desta funcionalidade, a tendência será que esta janela de tempo seja ainda mais alargada.

Para além disto, a interface de utilizador IRIS tem vindo a ser expandida e melhorada com base no

feedback dos utilizadores. Oferece agora uma experiência de navegação ainda mais rápida e um

guia eletrónico de programação quer horizontal, quer vertical.

Foram lançadas funcionalidades adicionais, sendo a mais inovadora a integração total do Facebook com a interface de utilizador. Com o Facebook no IRIS, os subscritores podem partilhar Gostos, recomendações, visualizar opiniões, atualizar o seu estado, entre outros, tudo na interface IRIS, sem necessidade de aceder a uma aplicação externa.

A plataforma ZON Online, que replica a interface IRIS em laptops e tablets, foi expandida para

smartphones, com o lançamento da sua aplicação para iPhone em Maio. Este é um grande

incentivo para que os clientes adiram aos pacotes IRIS.

Por fim, a proposta de valor dos pacotes IRIS foi reforçada com uma melhoria das velocidades de Banda Larga para 100 Mbps.

Continuação do crescimento na Banda Larga

Este foi um semestre sólido para a ZON em termos de adições líquidas de Banda Larga e de Voz Fixa.

A proporção de clientes de cabo que subscrevia serviços de Banda Larga no final do 1S12 era de 62,1%, cerca de 751 mil clientes. A proporção dos clientes de Banda Larga que subscreve velocidades iguais ou superiores a 30 Mbps continuou a crescer, de 29% no final de 2011 para 35% no 1S12, demonstrando a superior posição competitiva da ZON no mercado de Banda Larga, quer em termos das velocidades oferecidas (até 360 Mbps), quer de cobertura (3,2 milhões de lares).

(21)

A maior rede WiFi em Portugal: cerca de 500 mil hotspots, 971 milhões de

minutos de utilização

Uma funcionalidade adicional que tem demonstrado ser uma âncora bastante forte para as ofertas de Double e Triple Play da ZON é o acesso gratuito à maior rede WiFi em Portugal, “ZON@FON”, que no final do 1S12 já tinha atingido cerca de 500 mil hotspots, com uma elevada densidade de cobertura nos principais centros urbanos, permitindo uma ligação móvel à Internet de grande qualidade.

No sentido de alavancar a fortíssima proposta de valor da ZON@FON, a ZON lançou uma campanha para os meses de Verão, promovendo não apenas o acesso gratuito para clientes ZON, mas também promovendo a utilização da rede por parte de outros utilizadores e visitantes a Portugal, a preços muito competitivos. Para além disto, foram implementados hotspots em algumas das praias mais populares do país, com o intuito de dar a conhecer ainda mais este serviço tão atrativo.

Desempenho sólido na Voz Fixa

O crescimento dos serviços de Voz Fixa permaneceu muito positivo, com adições líquidas de 63 mil no 1S12. Os subscritores de Voz Fixa ascendem agora a 947,0 mil, representando 76,2% da base de clientes de cabo. A aplicação ZON Phone, que permite aos clientes utilizar os seus smartphones para fazer chamadas utilizando o seu número e tarifário fixo, estejam onde estiverem, tem sido um enorme sucesso, proporcionando aos utilizadores uma forma única de poupar na sua despesa mensal de telecomunicações ao substituir as comunicações móveis, nacionais e internacionais, por um serviço de voz baseado em IP. Para tal, o cliente necessita apenas de aceder a uma rede WiFi, outra das vantagens de ter acesso gratuito à rede ZON@FON, tal como já mencionado.

731 mil clientes de Triple Play

O número de clientes de Triple Play da ZON registou um crescimento anual de 7,7% no 1S12 para 730,9 mil. A penetração destes clientes na base de clientes de cabo voltou a aumentar, para 60,4%, sendo que no mesmo período a proporção de clientes que subscreve dois serviços, TV + BL ou TV + Voz aumentou em 3,4 pontos percentuais para 17,6%.

Resiliência do ARPU Base de Triple Play

Ajustado para o impacto das receitas discricionárias de canais premium, o ARPU Base continuou a demonstrar a sua resiliência no 1S12, com um decréscimo anual de 0,1% (1% no 2T12), suportado pela estabilidade dos serviços de Triple Play, pelo crescimento dos RGUs e pelo aumento de preços que teve lugar em Janeiro de 2012, apesar de se ter sentido alguma diluição provocada pela adesão a pacotes de gama mais baixa. Ajustando para este efeito de diluição, o ARPU Base teria crescido 0,9% no 2T12 e 1,6% no 1S12.

O ARPU Global continua a ser afetado pela pressão sofrida pelas receitas de canais premium, e também pelo efeito de diluição dos pacotes de gama mais baixa, registando-se um decréscimo anual de 3,2% para 34,7 euros no 2T12 e de 2,5% para 34,9 euros no 1S12.

(22)

Evolução do ARPU Base, Premium e Global (2T11 = Base 1)

-3.2% -1.0% -14.2% 0.80 0.85 0.90 0.95 1.00 1.05 1.10 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12

ARPU Global ARPU Base ARPU Premium

#1 na satisfação de clientes de TV

A ZON foi reconhecida como líder na satisfação de clientes de TV no Inquérito de Satisfação do Cliente efetuado por uma das principais agências de pesquisas de mercado em Portugal. A ZON lidera em todos os indicadores relevantes. Os resultados obtidos têm vindo a melhorar de ano para ano, o que é particularmente relevante tendo em conta o nível crescente de sofisticação dos serviços prestados, quer em termos de interface de utilizador, de funcionalidades, ou das set top

boxes.

Este prémio resulta de um grande esforço nesta área, no sentido de atingir a excelência no serviço ao cliente a todos os níveis, melhorando simultaneamente os sistemas e processos de suporte. Algumas das principais áreas de ação têm sido a unificação das plataformas de software de apoio ao cliente, programas de treino inovadores baseados em incentivos para os operadores, bem como um forte enfoque na qualidade das instalações e das ferramentas de trabalho que lhes são fornecidas. Isto tem levado não apenas a processos de trabalho mais simples e eficientes, mas também a reduções significativas do tempo de resposta aos clientes e a taxas muito mais elevadas de resolução de problemas na primeira chamada.

Para além dos benefícios mais óbvios em termos da satisfação e fidelização dos clientes, as melhorias nos processos técnicos de apoio ao cliente traduziram-se em poupanças significativas, que se materializaram na necessidade de menos colaboradores de call centre e nas equipas técnicas e de reparação.

Cinemas e Audiovisuais

No 1S12, as vendas de bilhetes de Cinema da ZON diminuíram em 16,3% face ao 1S11. No entanto, a receita média por bilhete vendido permaneceu estável nos 4,8 euros, com um ligeiro acréscimo de 0,4%. As receitas totais de Exibição Cinematográfica registaram um decréscimo anual de 15,5% no 1S12. Para além do ambiente macroeconómico desafiante, as receitas de bilheteira foram afetadas negativamente pelo aumento do IVA nos bilhetes de Cinema de 6% para 13%, que teve lugar no início de 2012, e pelo menor número de filmes em 3D. As receitas provenientes da venda de bilhetes para filmes em 3D representaram 23% do total de receitas de bilheteira no 1S12, sendo que tinham representado cerca de 29% no 1S11.

(23)

No entanto, este desempenho acabou por ser ligeiramente superior ao do restante mercado, que como um todo, registou uma quebra de 17,4% no número de bilhetes vendidos no 1S12, de acordo com dados recentemente publicados pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual, ICA. A quota de mercado da ZON em termos de número de bilhetes vendidos aumentou assim para 56,1% no 1S12. O desempenho relativo da ZON foi também mais forte face ao resto do mercado no que concerne a receita bruta, verificando-se um declínio de 10,4% no 1S12 face a 12,5% por parte do mercado como um todo. Os filmes de maior sucesso exibidos pela ZON no 1S12 foram “American Pie: O Reencontro”, “Os Vingadores”, “Sherlock Holmes: Jogo de Sombras”, “Lorax” e “Os Descendentes”. No 1S12, as receitas da divisão de Audiovisuais decresceram ligeiramente em 0,1% face ao 1S11, cifrando-se em 34,7 milhões de euros. A ZON Audiovisuais manteve a sua posição de liderança na distribuição de filmes e conteúdos para exibição cinematográfica, distribuição VoD e na venda de conteúdo homevideo em Portugal. Para além de ser afetada pelo decréscimo das receitas do mercado de exibição cinematográfica, a ZON Audiovisuais foi também afetada pelo declínio das receitas provenientes da venda de direitos sobre conteúdos aos canais FTA que, devido ao nível significativamente mais reduzido de atividade publicitária, têm vindo a diminuir o número de filmes presentes nas suas grelhas de programação.

No que diz respeito à distribuição cinematográfica no 1S12, a ZON Lusomundo distribuiu 8 dos 10 filmes de maior sucesso do semestre, “American Pie: O Reencontro”, “ Os Vingadores”, “Lorax”, “A Invenção de Hugo”, “O Ditador”, “Amigos Improváveis”, “A Branca de Neve e o Caçador” e “Os Marretas”. De acordo com dados do ICA, no 1S12 a receita bruta de Distribuição Cinematográfica da ZON diminuiu 8,9%, enquanto que o mercado como um todo sofreu uma quebra de 12,5%. Como consequência deste superior desempenho, a quota de mercado da ZON em termos de receita bruta de distribuição cinematográfica no 1S12 nos 52,7%.

Crescimento Internacional - África

O desempenho operacional da “ZAP”, a joint venture de TV por Subscrição da ZON em Angola e Moçambique, continua a ser muito forte e bastante acima das expetativas em termos de crescimento do número de subscritores.

A ZAP continua a ser um dos cinco principais anunciantes em Angola, a par das maiores empresas do país, tornando-se numa das marcas mais reconhecidas nos territórios onde está presente. Suportada por uma fortíssima rede de distribuição e de vendas com 13 lojas próprias, mais de 700 outros pontos de venda e uma força de vendas porta-a-porta de 200 pessoas, a ZAP continua a implementar com sucesso a sua estratégia de marketing, com resultados bem acima das expetativas em termos de adesão de clientes.

A partir do 1T12, a ZON começou a consolidar proporcionalmente a sua participação de 30% na ZAP. No 2T12, a ZAP gerou 24,2 milhões de euros de receitas (sendo que a participação da ZON representa 7,3 milhões de euros no 2T12 e 13,7 milhões de euros no 1S12). Tendo atingido o

breakeven de EBITDA no 1T12, no 2T12 a empresa gerou 1,9 milhões de euros de EBITDA (dos

quais a participação da ZON corresponde a 0,6 milhões de euros no 2T12, ou 0,7 milhões de euros no 1S12). Embora a contribuição da ZAP para o Resultado Consolidado Líquido seja ainda negativa, tem vindo a aproximar-se rapidamente do breakeven, diminuindo de (2,3) milhões de euros no 2T11 para (0,6) milhões de euros no 2T12, com um valor acumulado de (1,9) milhões de euros no 1S12.

(24)

4.7. Análise dos Resultados Consolidados

A partir do 1T12, a participação de 30% da ZON na sua parceria Angolana de TV por Subscrição passou a ser consolidada proporcionalmente. Anteriormente, a operação era consolidada através do método da equivalência patrimonial, surgindo então na linha de Resultados Financeiros.

Receitas de Exploração 211.5 214.4 1.4% 425.6 428.6 0.7%

TV por Subscrição, Banda Larga e Voz 191.6 191.0 (0.3%) 387.2 382.8 (1.1%)

Audiovisuais 17.7 17.6 (0.6%) 34.7 34.7 (0.1%)

Exibição Cinematográfica 14.4 11.9 (17.2%) 28.0 23.7 (15.5%)

Internacional 0.0 7.3 n.a. 0.0 13.7 n.a.

Outros e Eliminações (12.2) (13.3) 8.8% (24.3) (26.3) 8.1%

Custos Operacionais, Excluindo Amortizações (132.9) (135.6) 2.0% (267.5) (270.1) 1.0%

Custos com Pessoal (14.4) (15.1) 4.9% (29.1) (29.4) 0.9%

Custos Diretos dos Serviços Prestados (60.9) (59.3) (2.5%) (121.9) (117.7) (3.4%) Custos Comerciais (1)

(12.1) (17.0) 40.1% (27.4) (33.2) 21.2% Outros Custos Operacionais (45.5) (44.1) (3.0%) (89.1) (89.8) 0.8%

EBITDA (2) 78.5 78.8 0.4% 158.0 158.5 0.3%

Margem EBITDA 37.1% 36.8% (0.4pp) 37.1% 37.0% (0.2pp)

TV por Subscrição, Banda Larga e Voz 73.7 74.5 1.1% 147.1 150.0 2.0%

Margem EBITDA 38.5% 39.0% 0.5pp 38.0% 39.2% 1.2pp

Audiovisuais e Exibição Cinematográfica 4.8 3.8 (21.0%) 10.9 7.8 (29.1%)

Margem EBITDA 15.0% 12.9% (2.1pp) 17.4% 13.3% (4.2pp)

Internacional 0.0 0.6 n.a. 0.0 0.7 n.a.

Margem EBITDA n.a. 7.8% n.a. n.a. 5.4% n.a.

Amortizações (53.3) (51.5) (3.3%) (108.8) (107.5) (1.3%)

Resultado Operacional (3) 25.3 27.3 8.2% 49.2 51.0 3.7%

Outros Custos / (Proveitos) (0.9) (0.9) (7.3%) (0.6) (0.9) 52.2%

EBIT (Res. Antes de Resultados Financeiros e Impostos) 24.3 26.5 8.8% 48.6 50.1 3.1% (Custos) / Ganhos Financeiros Líquidos (10.5) (10.7) 2.1% (20.8) (19.0) (8.4%) Resultado Antes de Impostos e Interesses Não Controlados 13.9 15.8 13.8% 27.8 31.1 11.7%

Imposto Sobre o Rendimento (4.6) (5.8) 25.7% (8.2) (10.5) 27.3%

Resultado das Operações Continuadas 9.2 10.0 7.8% 19.6 20.7 5.2%

Interesses Não Controlados (0.0) (0.3) n.a. (0.2) (0.6) 175.7%

Resultado Consolidado Líquido 9.2 9.7 5.0% 19.4 20.0 3.3%

(1) Cust os Comerciais incluem Comissões, M arket ing e Publicidade e Cust os das M ercadorias Vendidas. (2) EBITDA = Result ado Operacional + Amort izações.

(3) Result ado Operacional = Result ado ant es de Result ados Financeiros e Impost os + Cust os com redução de ef et ivos ± Imparidade do Goodwill ± M enos/ M ais valias na Alienação de Imobilizado ± Out ros Cust os/ Proveit os.

1S12 / 1S11 2T12 / 2T11

Demonstração de Resultados (Milhões de Euros) 2T11 2T12 1S11 1S12

Receitas de Exploração

As Receitas de Exploração registaram no 1S12 um crescimento anual de 0,7% para 428,6 milhões de euros. O desempenho das receitas core de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz foi relativamente estável (-1,1%), cifrando-se em 382,8 milhões de euros. A nível de ritmo da evolução anual trimestre após trimestre destas receitas, este desempenho marca uma melhoria significativa, como pode ser comprovado no gráfico abaixo.

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Crescimento anual das receitas de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz (%)

-3.0% -2.5% -2.8% -1.9% -0.3% -4% -3% -2% -1% 0% 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12

Apesar de as receitas de ARPU dos serviços base continuarem a apresentar um desempenho sólido, o decréscimo nas subscrições de canais premium discricionários continua a ser uma fonte de pressão para as receitas. As receitas totais de ARPU registaram um decréscimo anual de 1% no 1S12, enquanto que as receitas de ARPU, excluindo receitas de canais premium, aumentaram 1,5%, compensando assim o decréscimo das receitas de canais premium, de 13,4%.

Crescimento anual das receitas de ARPU (%)

+1.0% (12.5% ) 0.80 0.85 0.90 0.95 1.00 1.05 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12

Receitas ARPU ex Premium Receitas ARPU Premium

As receitas do negócio de Audiovisuais registaram um decréscimo anual marginal de 0,1%. No entanto, as receitas de Exibição Cinematográfica sofreram uma diminuição anual significativa de 15,5%, explicada pela menor afluência de público, previamente descrita. Tal como em trimestres anteriores, esta redução foi ligeiramente menor que a que se verificou nas receitas de bilheteira totais do mercado. Tem-se vindo a tornar claro que o ambiente económico, em conjunto com o aumento da taxa de IVA que teve lugar no início do ano, começa a fazer-se sentir nas idas ao cinema enquanto forma de entretenimento.

A participação de 30% da ZON na sua operação de TV por Subscrição em Angola e Moçambique gerou receitas de 13,7 milhões de euros no 1S12, com o 2T12 a apresentar um crescimento face aos 6,4 milhões de euros que se registaram no 1T12, com 7,3 milhões de euros. A operação está a correr muito bem, com uma contínua expansão da base de clientes mês após mês, mantendo simultaneamente um nível saudável de ARPU.

(26)

EBITDA

O EBITDA Consolidado cresceu 0,3% no 1S12 face ao 1S11 para 158,5 milhões de euros, gerando uma margem EBITDA de 37%.

O EBITDA core de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz cifrou-se em 150 milhões de euros no 1S12, representando um crescimento anual de 2%, tendo a margem EBITDA aumentado 1,2 pontos percentuais para 39,2%.

Margens EBITDA (%)

35.4% 39.0% 34.3% 36.8% 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12

TV por Subscrição, BL e Voz Consolidado

Os negócios de Audiovisuais e Exibição Cinematográfica geraram no 1S12 uma margem EBITDA mais reduzida, de 13,3% (7,8 milhões de euros), um decréscimo de 4,2 pontos percentuais face aos 17,4% que se tinham registado no 1S11. Como tal, contribuíram para uma diluição da margem EBITDA consolidada. Por último, a parceria Africana está a correr muito bem, com o breakeven de EBITDA a ser atingido no 1T12 após apenas 18 meses de operação comercial, contribuindo já com um EBITDA de 0,6 milhões de euros no 2T12 (margem EBITDA de 7,8%). No 1S12, a operação Africana registou uma contribuição a nível do EBITDA de 0,7 milhões de euros, com uma margem EBITDA de 5,4%.

Custos Operacionais Consolidados

Os Custos Operacionais Consolidados registaram no 1S12 um acréscimo anual de 1% para 270,1 milhões de euros. No entanto, os valores não são diretamente comparáveis com o período homólogo devido à consolidação da operação Africana a partir do 1T12. Excluindo este impacto, os Custos Operacionais Consolidados teriam diminuído cerca de 3% para 259,5 milhões de euros, face ao 1S11.

Os Custos com Pessoal aumentaram 0,9% no 1S12 para 29,4 milhões de euros face ao 1S11, um acréscimo anual explicado quase inteiramente pela consolidação proporcional da operação da ZAP a partir do 1T12. Excluindo este efeito, os Custos com Pessoal teriam decrescido em 3,5%.

Os Custos Diretos registaram um decréscimo anual de 3,4% para 117,7 milhões de euros, refletindo uma combinação de custos de programação mais reduzidos, devido ao menor nível de subscrições premium, que foi parcialmente compensado pelos custos de tráfego mais elevados devido à atividade de Banda Larga e Voz, mais intensa do que no ano passado. Excluindo o impacto da consolidação da operação Africana, os Custos Diretos comparáveis teriam diminuído 4,9%.

(27)

Os Custos Comerciais registaram um crescimento anual de 21,2% para 33,2 milhões de euros, um aumento principalmente explicado pelo crescimento do CMV (Custo das Mercadorias Vendidas), devido ao facto de na operação da ZAP as set top boxes serem vendidas aos clientes, e não alugadas como no caso da operação Portuguesa, o que faz com que sejam consideradas um custo do período em que são vendidas. Excluindo o impacto da operação Africana, os Custos Comerciais teriam diminuído em 0,4%, devido à atividade comercial mais intensa ao nível dos produtos de gama mais baixa.

Os Outros Custos Operacionais registaram um acréscimo anual de 0,8% para 89,8 milhões de euros em comparação com o 1S11. Excluindo os custos da consolidação da joint venture Africana, os Outros Custos Operacionais teriam caído 1,2% face ao 1S11. Foram obtidas poupanças significativas em áreas chave do negócio em Portugal, tais como os serviços de suporte, em resultado da implementação de diversas medidas de eficiência ao nível do contact centre, manutenção e reparações e outras áreas gerais e administrativas.

Resultado Líquido

O Resultado Consolidado Líquido cifrou-se em 20 milhões de euros no 1S12, um acréscimo de 3,3% face ao 1S11.

As Depreciações e Amortizações decresceram ligeiramente para 107,5 milhões de euros, o que compara com 108,8 milhões de euros no 1S11. No entanto, o nível de Depreciações e Amortizações é ainda algo elevado devido ao significativo ciclo de CAPEX acelerado do período de 2008-2010.

Os Outros Custos no 1S12 ascenderam a 0,9 milhões de euros, refletindo principalmente um programa de redução de efetivos que afeta 24 colaboradores e que irá permitir poupanças anuais nos Custos com Pessoal de 1 milhão de euros.

O Resultado Financeiro Líquido melhorou em 8,4% para 19 milhões de euros no 1S12. No entanto, não se trata de um valor comparável com o período homólogo devido à alteração do método de consolidação da operação Africana, previamente explicada. Os Encargos com Juros Líquidos e Outros Custos Financeiros registaram um acréscimo de 16,5%, impulsionados por uma combinação de um custo médio da dívida mais elevado, com custos de financiamento resultantes de operações de refinanciamento levadas a cabo. O Resultado Financeiro Líquido foi também afetado por efeitos não recorrentes relacionados com o reconhecimento de uma imparidade relativa ao Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual, “FICA”. No 1S11 a ZON tinha registado uma contribuição negativa da consolidação da operação Africana no montante de 5,1 milhões de euros, que deixou de ser apresentada nesta linha de custos. Para efeitos de comparação, o impacto equivalente no 1S12 foi de uma contribuição negativa ao nível do Resultado Antes de Impostos no montante de 1,8 milhões de euros, uma redução considerável face ao impacto negativo que se verificou em 2011.

O Imposto Sobre o Rendimento no 1S12 cifrou-se em 10,5 milhões de euros, representando uma taxa efetiva de imposto de 34%, um valor bem acima da taxa de IRC de 29,5%. No 2T12, a linha do Imposto Sobre o Rendimento refletiu alguns efeitos não recorrentes, nomeadamente uma correção em benefícios fiscais referentes ao ano anterior e o já mencionado reconhecimento de uma imparidade não dedutível para efeitos fiscais.

(28)

CAPEX

Infra-estrutura TV por Subscrição, Banda Larga e Voz 19.5 17.3 (11.4%) 38.6 36.2 (6.3%) Equipamento Terminal 12.1 7.7 (36.2%) 27.2 16.8 (38.2%)

Outros 2.2 2.7 25.6% 3.8 4.4 13.3%

CAPEX Recorrente 33.8 27.7 (17.9%) 69.6 57.3 (17.7%) CAPEX Não Recorrente 1.7 0.0 (100.0%) 4.6 0.0 (100.0%)

CAPEX Total 35.5 27.7 (21.8%) 74.3 57.3 (22.8%)

CAPEX (Milhões de Euros) 2T11 2T12 2T12 / 2T11 1S11 1S12 1S12 / 1S11

Em linha com a tendência que se tem vindo a verificar, o CAPEX tem apresentado níveis consistentemente inferiores aos anos anteriores. No 1S12, o CAPEX ascendeu a 57,3 milhões de euros, um decréscimo de 22,8% face ao 1S11. O Equipamento Terminal ainda representou 29% do CAPEX Total no 1S12, 16,8 milhões de euros, embora se trate de níveis muito mais reduzidos do que os que se registaram em anos anteriores. Esta redução resulta da combinação de atividade comercial menos intensa e, consequentemente, de uma menor necessidade de CAPEX de cliente, com o sucesso do processo de reacondicionamento de equipamento.

O CAPEX Total representou 15% das receitas de TV por Subscrição, Banda Larga e Voz, um nível semelhante ao nível de investimento em velocidade de cruzeiro do setor, refletindo os investimentos de manutenção necessários e ainda algum investimento direcionado para o crescimento.

Excluindo o impacto da consolidação da operação Africana, o CAPEX Total teria decrescido 23,4% face ao 1S11.

CAPEX Total (Milhões de Euros)

41.5 41.6 45.2 35.9 33.8 31.7 39.2 29.6 27.7 14.9 17.8 33.3 2.9 1.7 3.4 1.3 56.3 59.4 78.5 38.8 35.5 35.1 40.5 29.6 27.7 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12

(29)

Cash Flow Operacional

EBITDA 78.5 78.8 0.4% 158.0 158.5 0.3%

CAPEX (35.5) (27.7) (21.8%) (74.3) (57.3) (22.8%) CAPEX Recorrente (33.8) (27.7) (17.9%) (69.6) (57.3) (17.7%) CAPEX Não Recorrente (1.7) 0.0 (100.0%) (4.6) 0.0 (100.0%) Itens Não Monetários Incl. no EBITDA-CAPEX(1)

e Variação no Fundo de Maneio (13.9) 0.0 n.a. (48.9) (12.7) (74.1%)

Cash Flow Operacional Após Investimento 29.2 51.1 75.4% 34.9 88.5 153.8% Contratos de Longo Prazo (27.6) (5.4) (80.6%) (41.8) (18.2) (56.3%) Juros Pagos (Líquidos) e Outros Encargos Financeiros (12.1) (8.8) (27.7%) (10.2) (16.3) 59.7% Impostos Sobre o Rendimento (3.9) (2.4) (36.5%) (4.5) (4.8) 6.5% Alienações de Investimentos Financeiros 0.0 0.0 n.a. 6.7 0.8 (88.0%) Outros Movimentos (0.7) (1.0) n.a. (2.2) (0.1) (97.2%)

Free Cash-Flow (15.1) 33.6 n.a. (17.2) 49.9 n.a.

1S12 1S12 / 1S11

(1) Este it em inclui essencialment e provisões non-cash incluí das no EBITDA e CAPEX non-cash relacionado com a capit alização à cabeça de cont rat os de longo prazo.

Cash Flow (Milhões de Euros) 2T11 2T12 2T12 / 2T11 1S11

O EBITDA-CAPEX registou um crescimento de 20,8% no 1S12 para 101,2 milhões de euros, principalmente em resultado da já mencionada diminuição do CAPEX e do desempenho estável do EBITDA face ao ano passado.

O Cash Flow Operacional Após Investimento registou um acréscimo anual muito forte, de 34,9 milhões de euros no 1S11 para 88,5 milhões de euros no 1S12. No 2T12, os Itens Não Monetários Incluídos no EBITDA-CAPEX e o Investimento em Fundo de Maneio registaram um valor próximo de 0, pelo que o forte desempenho no 2T12 do Cash Flow Operacional após Investimento reflete, para além do aumento de 8 milhões de euros do EBITDA-CAPEX, uma redução anual significativa no Investimento em Fundo de Maneio.

EBITDA - CAPEX Total e CFO Após Investimento (Milhões de Euros)

51.1 51.1 -10 0 10 20 30 40 50 60 70 80 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12

(30)

Free Cash Flow

O FCF Total no 1S12 ascendeu a 49,9 milhões de euros, o que compara com um valor negativo de 17,2 milhões de euros no 1S11. Para além do forte ritmo de geração de FCF Operacional previamente abordado, o principal item que afetou o desempenho do FCF foi uma diminuição de 56% nos pagamentos relacionados com Contratos de Longo Prazo (-23,5 milhões de euros).

O FCF acumulado gerado no 1S12, no montante de 49,9 milhões de euros, já cobre por inteiro o dividendo anual pago em 2012, no montante de 49,5 milhões de euros.

Free Cash Flow (Milhões de Euros)

(8.7) 3.4 (7.0) (2.0) (15.1) 37.9 30.8 16.3 33.6 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12

(31)

Balanço Consolidado

Ativo Corrente 708.9 733.3

Caixa e Equivalentes de Caixa 407.4 438.4

Contas a Receber 237.8 226.3

Existências 46.7 49.0

Impostos a Recuperar 5.1 4.5

Custos Diferidos e Outros Ativos Correntes 11.9 15.0

Ativo não Corrente 1,076.7 1,038.2

Investimentos em Empresas Participadas 0.5 0.3

Ativos Intangíveis 314.7 279.3

Ativos Tangíveis 647.1 639.5

Ativos por Impostos Diferidos 49.9 50.3

Outros Ativos não Correntes 64.5 68.9

Total do Ativo 1,785.6 1,771.5

Passivo Corrente 789.1 683.2

Dívida de Curto Prazo 500.0 398.2

Contas a Pagar 207.1 200.3

Acréscimos de Custos 56.5 57.1

Proveitos Diferidos 3.8 6.2

Impostos a Pagar 17.2 21.4

Provisões e Outros Passivos Correntes 4.6 0.1

Passivo Não Corrente 761.5 884.4

Dívida de Médio e Longo Prazo 729.4 864.6

Provisões e Outros Passivos não Correntes 32.1 19.8

Total do Passivo 1,550.6 1,567.6

Capital Próprio antes de Interesses Não Controlados 225.0 193.6

Capital Social 3.1 3.1

Acções Próprias (0.6) (0.7)

Reservas e Resultados Transitados 188.3 171.2

Resultado Líquido 34.2 20.0

Interesses Não Controlados 10.0 10.3

Capital Próprio 235.0 203.9

Total do Passivo e Capital Próprio 1,785.6 1,771.5

Imagem

Referências

  1. www.zon.pt/ir
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