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Aula04-ProcessodeMapeamentodoMERparaoRelacional

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Academic year: 2021

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(1)

UNIVERSIDADE GREGÓRIO SEMEDO

Faculdade de Engenharia e Novas Tecnologias

Base de Dados II

Modelo Relacional

(2)

Sumário

 Modelagem Lógica de Bases de Dados

• Mapeamento Preliminar de Entidades e seus Atributos • Mapeamento de Relacionamentos e seus Atributos

(3)

Modelagem Lógica de BD

 Foco

• Mapeamento Modelo Entidade Relação -> Modelo Relacional

 Para 1 esquema MER –> N esquemas Relacionais

• Existem várias maneiras de “implementar-se” uma modelagem conceitual abstracta.

(4)

Prática de Modelagem Lógica

 Compromisso entre

Evitar um grande número de tabelas

Evitar um tempo longo de resposta nas consultas e actualizações de dados

Implica minimizar junções entre tabelas • Evitar atributos opcionais

Evitar tabelas subutilizadas

Implica evitar desperdício de espaço • Evitar muitos controles de integridade na BD

(5)

Processo de Mapeamento

(6)

Mapeamento de Entidades

Empregados (BI, Nome, Data_Nasc) Empregados

(7)

Mapeamento de Entidades Fracas

 Identificador da Entidade Forte torna-se

• Parte da chave primária na tabela correspondente à entidade fraca (tabela

Fraca)

• Chave estrangeira na tabela Fraca

Itens (NroPedido, NroItem, Produto, Qtdade)

Pedidos Composição Itens

NroPedido

NroItem

Produto

Qtdade

(8)

Mapeamento de Atributos

Empregados( BI, Nome, Data_Nasc, PlanoSaude, Rua, Numero, Cidade )

Telefone( BI, Número ) OU Telefone( BI, Número ) Empregados Nome Telefone (1,N) BI PlanoSaude (0,1) Endereço Data_Nasc Cidade Número Rua

(9)

Mapeamento de Atributos

Empregados( BI, Nome, Data_Nasc, PlanoSaude, Rua, Numero, Cidade,

TelResidencia, TelComercial, Celular )

Empregados Nome Telefone(1,3) BI PlanoSaude (0,1) Endereço Data_Nasc Cidade Número Rua

(10)

Processo de Mapeamento

Mapeamento de Relacionamentos e seus

Atributos

(11)

Mapeamento de Relacionamentos

 Recomendações de mapeamento

Baseiam-se na análise da cardinalidade dos relacionamentos;

• Com base nesta análise, algumas alternativas de mapeamento podem ser adoptadas

1. Entidades Relacionadas podem ser fundidas em uma única tabela.

2. Tabelas podem ser criadas para o relacionamento.

3. Chaves Estrangeiras podem ser criadas em tabelas a fim de representar adequadamente o relacionamento.

(12)

Regras de derivação do modelo de dados relacional

Docente NDoc Nome ....

Disciplina #Disc Designação .... NDoc

.... #Disc Designação Nome NDoc .... Docente Leccionada Disciplina 1 N .... REGRAS DE MAPEAMENTO

Regras do Mapeamento

(13)

Caso 1 (1:1) - Participação obrigatória das duas entidades:

Todos os docentes têm de leccionar uma só disciplina;

Cada disciplina tem de ser assegurada por um docente.

P1 P2 P3

D1 D2 D3

Regra 1 Relacionamento binário de grau 1:1 e participação obrigatória de ambas as entidades.

* É apenas necessária uma tabela;

* A chave primária dessa tabela pode ser a chave primária de qualquer das entidades.

Docente (Ndoc, Nome, Tel, #Disc, Prereq)

Relacionamento Binário de grau 1:1

Docente Ensina Disciplina

(14)

Caso 1 (1:1) - Participação obrigatória de apenas uma das entidades: · Todos os docentes têm de leccionar uma só disciplina;

Regra 2 Relacionamento binário de grau 1:1 e participação

obrigatória de apenas uma das entidades.

Docente (Ndoc, Nome, Tel, #Disc)

• • • P1 P2 P3 • • • • D1 D2 D3 D4 Disciplina (#Disc, Prereq)

Docente Ensina Disciplina

1 1

(15)

Caso 1 (1:1) – Sem participação obrigatória de ambas as entidades: • Os docentes leccionam uma só disciplina, se não estiverem dispensados do serviço docente;

• Cada disciplina é assegurada por um docente, excepto se for opcional e se o número de inscrições for inferior a 15 alunos.

Regra 3 Relacionamento binário de grau 1:1 e participação não obrigatória de ambas as entidades.

* São necessárias três tabelas, uma para cada entidade e a terceira para o relacionamento; * A chave primária de cada entidade serve de chave primária na tabela correspondente;

Docente (Ndoc, Nome, Tel) Disciplina (#Disc, Prereq)

• • • • D1 D2 D3 D4 P1 P2 P3 P4 • • • • Leccionar (Ndoc, #Disc)

Docente Ensina Disciplina

1 1

(16)

Caso 2 (1:N) - Participação obrigatória do lado N:

(a participação obrigatória no lado 1 não afecta o resultado)

•Os docentes podem leccionar várias disciplinas;

•Cada disciplina tem de ser assegurada por um só docente.

Regra 4 Relacionamento binário de grau 1:N e participação obrigatória do lado N.

P1 P2 P3

D1 D2 D3 D4

Docente (Ndoc, Nome, Tel)

Disciplina (#Disc, Prereq,Ndoc)

Docente Ensina Disciplina

1 N

(17)

Caso 2 (1:N) - Participação não obrigatória do lado N:

(a participação obrigatória no lado 1 não afecta resultado)

Os docentes podem leccionar várias disciplinas;

• Cada disciplina é assegurada por um docente, excepto se for opcional e se o número de inscrições for inferior a 15 alunos.

Regra 5 Relacionamento binário de grau 1:N e participação não obrigatória do lado N.

Docente (Ndoc, Nome, Tel) Disciplina (#Disc, Prereq)

• • • P1 P2 P3 • • • • D1 D2 D3 D4

Leccionar (#Disc,Ndoc)

* São necessárias três tabelas, uma para cada entidade e uma terceira para o relacionamento;

* A chave primária de cada entidade serve de chave primária na tabela correspondente;

Docente Ensina Disciplina

1 N

(18)

Caso 3 (N:M) - Quando o grau de relacionamento binário é N:M,

independentemente do tipo de participação, são sempre necessárias 3 tabelas.

• Um docente pode leccionar várias disciplinas

• Uma disciplina pode ser leccionada por vários docentes

Regra 6 Relacionamento binário de grau N:M

• • • • • P1 P2 P3 P4 • • • • D1 D2 D3 D4 D5

Docente (Ndoc, Nome, Tel) Disciplina (#Disc, Prereq)

Leccionar (#Disc, Ndoc)

Docente Ensina Disciplina

N M

(19)

Na maioria dos casos, uma entidade pode ter relacionamentos binários com diversas entidades, ou seja, relacionamentos binários múltiplos.

Exemplo:

Um aluno pode inscrever-se em vários seminários; Um seminário é dirigido por vários instrutores; Um instrutor dirige vários seminários.

3 entidades 3 entidades

Aluno (N_aluno, ....) Instrutor (N_Instrutor, ....) Seminário (N_Seminário, ....) Seminário ( ⇐⇐⇐⇐ )

Aluno Inscrito Seminário

N M

Instrutor Dirigido

N M

(20)

Supondo que um aluno tem de ser orientado por um instrutor nos vários seminários (a intervenção do aluno é sempre a mesma, mas ocorre em vários seminários), seria necessário acrescentar outro relacionamento, obtendo-se:

O novo relacionamento dá origem às seguintes entidades: Aluno (N_aluno, ...., N_instrutor, ...)

Instrutor (N_Instrutor, ....) O Modelo final seria:

Aluno Inscrito Seminário

N M Instrutor Dirigido N M Orientado 1 N

(21)

Supondo ainda, que o mesmo aluno pode ter vários instrutores, que poderão ser diferentes consoante o seminário (intervenções diferentes em cada seminário ), o relacionamento “orientado” passaria a ser do tipo N:M.

O modelo final passaria a ser:

Aluno (N_aluno, ....)

Instrutor (N_Instrutor, ....) Seminário (N_Seminário, ....)

Inscrição (N_Seminário, N_aluno, ....) Direcção (N_seminário, N_Instrutor,...) Orientação (N_aluno, N_Instrutor,...) Questão:

Quem é(são) o(s) orientador(es) de um aluno num dado seminário ?

só é possível determinar quais são os instrutores de um seminário e quais são os orientadores de um dado aluno.

(22)

Regra 7

* São sempre necessárias quatro tabelas, uma para cada entidade e uma quarta para o relacionamento;

* A chave primária de cada entidade serve de chave primária na tabela correspondente;

Aluno Inscrito Instrutor

N M

Seminário

M

Relacionamento Ternário (e superior)

(23)

O modelo final passaria a ser:

Aluno (N_aluno, ....)

Instrutor (N_Instrutor, ....) Seminário (N_Seminário, ....)

Inscrição (N_Seminário, N_aluno, N_instrutor,....)

Obs.: Se cada aluno tiver um só instrutor num dado seminário, a chave primária da entidade seria somente N_Aluno, N_seminário

(24)

R e l a c i o n a m e n t o N º E n t i d a d e s O b s e r v a ç õ e s A C h a v e d a e n t i d a d e c / p a r t i c i p a ç ã o n ã o o b r i g a t ó r i a t e m d e s e r a t r i b u t o n a o u t r a . A e n t i d a d e d o r e l a c i o n a m e n t o t e r á c o m o a t r i b u t o s a s c h a v e s d e a m b a s a s e n t i d a d e s A C h a v e p r i m á r i a p o d e s e r a c h a v e d e q u a l q u e r d a s e n t i d a d e s . A C h a v e d a e n t i d a d e d o l a d o 1 t e m d e s e r a t r i b u t o n a e n t i d a d e d o l a d o N . 1 : 1 1 A e n t i d a d e d o r e l a c i o n a m e n t o t e r á c o m o a t r i b u t o s a s c h a v e s d e a m b a s a s e n t i d a d e s . A e n t i d a d e d o r e l a c i o n a m e n t o t e r á c o m o 1 : 1 1 : 1 1 : N 1 : N N : M 2 3 2 3 3

(25)

A prioridade deve ser a adequação ao

modelo de negócio do cliente!

(26)

* Construir o Diagrama de Entidades-Relacionamentos (DER): MCD

Identificar todas as entidades importantes para a situação a tratar;

Identificar todos os relacionamentos;

Identificar todos os atributos relevantes e associa a cada uma das entidades já

definidas;

Identificar as chaves primárias de cada entidade;

Desenhar o Diagrama de Entidades-Relacionamentos.

Construção de Modelo de Dados Relacional pelo

método de Entidades-Relacionamentos

Referências

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