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Efeito de níveis crescentes de bagaço de cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) sobre a digestibilidade de alguns nutrientes de rações para coelhos em crescimento

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Academic year: 2021

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(1)EFEITO DE NIVEIS. CRESCENTES DE BAGACO DE CANA DE AC�CAR <.Saccharum officinarum) SOBRE A DIGESTIBILIDADE DE ALGUNS NUTRIENTES DE RACOES PARA COELHOS EM CRESCIMENTO. ANTONIO AUGUSTO DOMINGOS COELHO Engenheiro Agrônomo. Orientador� Prof. Dr. CYRO F�LVIO ZINSLY. Disserta�lo apresentada � Escola Supi;:..rior d,;;, F!9ricultm- ..� "Luiz d,;;, Qui::•iroz" 1 da Un:i.verr.,;:i.dad,;;, d,;;, S:Iío Paulo, para obten�âo do titulo de Mestre em A9ronomia, Area de Nutri�lo Animal e Concentraçlo: Pastagi::•ns ... P H:flC I CFIBFI. Estado de Slo Paulo - Brasil .Tunho ··· :L 98!3.

(2) C672e. Coelho, Antonio Augusto Domingos Efeito de níveis crescentes de bagaço de cana de açúcar (Saccharum officinaru�) sobre a digestibilidade de alguns nutrientes de ra­ ções para coelhos em crescimento. Piracica­ ba, 1988. 86p. ilus. Diss.(Mestre) - ES.ALQ Bibliografia 1. Bagaço de cana - Digestibilidad_e. 2. Baga­ ço de ca....�a na nutrição animal. 3. Coelho - Nutri ção. 4. Ração para coelho. I. Escola Superior "Lt:.i z de Q,ue iró z", de Agricultura Piracicaba. CDD 636.9322.

(3) EFEITOS DE NIVEIS CRESCENTES DE BAGAÇO DE CANA DE AC~CAR <Sacch arum offici narum > SOBRE A DIGESTIBILIDADE DE ALGUNS NUTRIENTES DE RACOES PARA COELHOS EM CRESCIMENTO ... ~·. :. ·ANTONIO AUGUSTO DOMINGOS COELHO. APROVADA EM 14.09. 1988. COMISSRO JULGADORA: Prof.- Dr. Prof. Dr. Prof. Dr. Prof. Dr. Prof. Dr.. Cyro Fólvio Zinsly Gerha rd Bande l Wilson Rober to Soare s Matto s Rober to Thoma s Losito Çarva lho Ronald o Dessim oni Carre gal. Prof .. Dr •. ~~. Ori,;,n tador. ESALQ/USP ESALQ/UBP ESALQ/USP ESALQ/USP FCAVJ/UNESP. INSL Y.

(4) DEDICO. R minha esposa. IZILDINHA e filhos. LUCAS• LEANDRO pelo apoio, amor e compreenslo.. ANTONIO e AMELIA pelo constante apoio e dedica~lo na minha formaç•o.. R minha sogra. LAURITA pelo auxilio para a realiza~lo deste trabalho..

(5) AGRADECIMENTOS. Ao Prof. Dr. CYRO FCLVIO ZINSLY pela orientaçâ o na condu~lo deste trabalho.. d•dicada. R Financiad ora d• Estudos e Projetos <FINEP) auxilio financeir o.. pelo. Ao Conselho Nacional de Desenvolv imento Cientifico e Tecnológi co (CNPq) pela concesslo da bolsa de estudo. A faculdade de Ciéncias Agrárias e VeterinJr ias UNESP de Jaboticab al na pessoa do Prof. Dr. RONALDO DESSIMONI CARREGAL pelo empréstim o das gaiolas m,='t.abó li•=as. A Granja Slo Roque - Piracicab a pelo dos animais.. Usina. Santa. Bárbara. fornecime nto. SIR.. pelo. Ao Prof. Dr. WILSON ROBERTO SOARES DE MATTOS e a Técnica de Laboratór io ANA MARIA ZANI DE MOURA pelo auxilio nas an~lises laborator iais. Aos Professor e~ do Curso de Pós-Gradu a~lo em Nutr içâ'o Anima 1 e Pasta•3,;;,ns " pelos ensinamen tos min istr adc>s. li. Ao Departame nto de Zootecnia da ESALQ na pessoa do Prof. Dr. ABEL LAVORENTI p,;;,las facilidade s propor,:io nadas. Ao Setor de Aves do Departame nto de Genética da ESALQ, na pessoa do Prof. Dr. RANDOLFO WILLIAM SILVESTRE CUSTôDIO pelo auxilio prestado na realiza~â'o do processam ento de dados. Ao Técnico Especializ ado ACRISIO NOGUEIRA pela elaboraçlo do programa para o computado r.. FILHO. Ao Professor VICENTE JOSE MARIA SAVINO pela amizade e colabora~ âo prestada durante a elabora~lo d•::•st~~ trabalhoª.

(6) .v.. SUMARIO. F'á·.3.. LISTA DE TABELAS l~ESUMO. •. u •. a a a a. ■. a a a n n n a n n •. • • • a n a •. a •. a •. ■. n n a u n n. a n n u n n n n n a n n n u n n n a n u. vii. •. n n a •. ÍX. a a. ■. n •. a n n n n n a a n a n n a a. ■. n. SUMMflRY 1 • INTRODUCRO. xi n n a. ■. ■. a a. u. n a n n n n n n n n n a n n n n a n n a. 1. n a n a a a a. u. n u a a a n a n n a a a a n a n n. n u. 4. a. 16. n n n n n n n a n n. 2. REVISRO DE LITERATURA 3. MATERIAL E METODOS. ■. n u n u a n u u a u n. a a a n u n u a n n n a a. ■. n u n a •. n. :l6. 3.2. Tratamentos. 17. 3.3. Rações experimentais 3.4. Conduçlo do ensaio. ■. a na a. na•. n n. n n a n a a n na nu u n.n n n n n na. 18. nu a. 22. a u n a a na a a n• n n a n a n n. 3.5. Coleta e preparo das amostras para análises quimi,:as. a. a. a a. n a a. •. n a. a. a. n n n n a a a. a n a u a. a. 23. a. 24. u n n n a n. 25. n n a. n n n. 3.6. Análise do alimento e das fezes 3 7. Delineamento experimental e análise de VéH' iâni::ia a a u n n u u a a n a n n a n u a n n n n u a a u n n n n.

(7) Pág.. 4. RESULTADOS E DISCUSSRO •••••••• •••••••• •••••••• ••••. 27. 4.1. Digesti bilidade da matéria orgânica •••••••• ••. 28. 4.2. Digesti bilidade da prot•ina bruta •••••••• ••••. 38. 4.3. Digestib ilidad& da fibra bruta. ........ ........ 49. 4.4. Digesti bilidad• da. N.D.r.. a n a a a. 55. n n n a. 58. 5. CONCLUSOES ••••••• ••••••• ••••••• ••••••• ••••••• .••••. 63. REFER~NCIAS BIBLIOGRAFICAS •••••••• •••••••• •••••••• •••. 65. {'1t=·~Nr1 ICE. 73. 4.5. Digesti bilidade da A.D.F.. a a •• a ..... 11::t. •. a. u n u u ......... a. a. u. a a. n a n n a. a. a. a. a. n n a a u u n a n a. «. u n n a. ■. a u u a. •. a. d. a u -. a. a a. u u a. li. •. a. q. a. li. a •. a.

(8) .vii ... LISTA IIE TABELAS. 1. Composiçlo química bromatológica percentual dos ingredientes das rações experimentais ............... 18. 2. 20. 3. Composiçlo quimica bromatológica média das rações experimentais •••••••••••••••••• •••••••••••• 21. 4. E:s;qu,;;,ma da análise de variá,1cia •••••••••••••••••• • 26. 5. Coeficiente de digestibilidade da matéria orgânica. 28. 6. Análise de variância dos coeficientes de digestibilidade da matéria orgânica ••••••••••••••• 29. 7. T,;;,st•:i' d•? Tuk•=·Y P<'H'a as médias dos ,:o•?ficj_,.. nt ... s de digestibilidade da matéria orgânica •••••••••••• 29. 8. Indices relativos de digestibilidade da matéria orgénica •••••••••••••••••• •••••••••••••••••• •••••• 33. 9. Coeficientes de correlaçlo para a digestibilidade da matéria orgânica •••••••••••••••••• ••••••••••••• 35. 10. Coeficientes de digestibilidade da proteína. 11. Análise de variância dos coeficientes de digestibilidade da proteína •••••••••••••••••• ••••• 39. 12. Teste de Tukey para as médias dos coeficientes de digestibilidade da proteína •••••••••••••••••• •• 40. .. .. 39.

(9) .viii.. 13. Indices relativos de digestibilidade da proteina bruta ................................................................ ...... " .. .. .. .. • • 43. 14. Coeficientes de correla~âo para a digestibilidade da proteina bruta """•••••••••••••••••""••""""ª""ªªª 45. 15. Coeficientes de digestibilidade da fibra bruta ........ 49. 16. Análise de variência dos coeficientes de digestibilidade da fibra bruta ................ " .......... 50. 17. Teste de Tukey para as médias dos de digestibilidade da fibra bruta. 18. u n n n n n u n n n n n n n n n n n. 50. Indices relativos de digestibilidade da fibra t1r• t1 •ta. II. A. n. tt. 'li. 11. •. ti. tt. 1S. g. fl. A. tt. ti. tt. U. ft. U. n n,. 11. U. U. n. ts. H. ti. ti. SI. U. ti. U. U. fl. 1'. 11. 11. 11t. Q. li. ti. a n. ti. n. N.D.r.. 52. 19. Coeficientes de digestibilidade da. 20. Análise de variéncia dos coeficientes de digestibilidade da N.D.F ..................................... 56. 21. Teste de Tukey para as médias dos coeficientes de digestibilidade da N.D.F ............................ 57. 22. Coeficientes de digestibildade da A.D.F.. 23. Análise de variência dos coeficientes de digestibilidade da A.D.F ................................ 59. 24. Teste de Tukey para as médias dos coeficientes de digestibilidade da A.D.F ............................ 59. 25. Quantidades médias dijrias de A.D.F. digerido •••••• 61. 56. a n a a a a n n n n n. 58.

(10) .ix.. EFEITO. DE. NIVEIS. CRESCENTES DE BAGACO DE CANA. DE AC~CAR DE ALGUNS NUTRIENTES DE RACOES PARA COELHOS EM CRESCIMENTO. <Saccharum. officinarum.> SOBRE A DIGESTIBILIDADE. Autor: Antonio Augusto Domingos Coelho Orientador: Prof. Dr. Cyro Fólvio Zinsly. RESUMO. Com. o. intuito de se estudar o baga~o de cana. de. a~ócar (Saccharum officinarum) como fonte de fibra para coelhos. em. crescimento,. digestibilida de,. realizou-se. um. ensaio. de. com dura~lo de 17 dias, sendo 10 dias. para a fase preliminar e 7 dias para a fase de coleta. Utilizaram-s e 30 láparos com peso m4dio inicial de 954 gramas e idade de 42 dias, ra~as Califórnia,. de ambos os sexos,. das. Nova Zelêndia Branco e Borboleta. Os. animais foram alojados em gaiolas metabólicas equipadas com bebedouros e comedouros automáticos..

(11) u. Foram testados 5 niveis de baga~o (16, 21 ,26, 31. e 36 %) através do delineamento inteiramente ao ut. :ili zando-t~e. t r at am•~•n te) n. um. 6. Os. respectivos. animal. coeficientes. médios. digestibilidade encontrados sio apresentados a. =. a) matéria orgênica. 82,70586;. acaso,. de. seguir:. 74,19854; 70,02257 ;. ," 90,16792; 84,95205; 82,44297; 84,24306 e 81,96970 <P. < o, 01). ",. 1!5, 03476. u. ,. 16,04649. n. 21,31064 e 12,35765 CN.S.);. detergente. neutro= 41,42330;. 29,1H196. e. detergente. ,. c) fibra bruta= 24,74087. (F'. <. ácido= 40,43328 ;. d) fibra. 44,13766;. .,. 0,.01). ,:;,111. 31,35027 ;. e). 29,47154;. ,". fibra. ~l'm. 25,78634. 23,55534 e 11,20365 (P < 0,01).. o. D'=' utiliza,;;:âo. nivel no. do. mais. qu,:;,. digestibilidade da matéria orgénica, foi. o. 16,0. ,.,,. ,,.. n. diz. favorável r·esp,;;,i to. a. proteína e A.D"Fª di•a•::•st ibi lidad,;;,. matéria orgénica e da proteína foi mais. da. correlacionada. com a% de A.D.F. do que com a% de fibra bruta.. X. n.

(12) EFFECT. or INCREASING LEVELS or SUGAR CANE BAGASSE. officinarum>. (Saccharum. ON NUTRIENT DIGESTIBILITY OF DIETS FOR GROWING RABBITS.. Author: Antonio Augusto Domingos Coelho Adviser� Prof. Dr. Cyro Fólvio Zinsly. In. arder. officinarum). to study sugar cane bagasse as. fiber. source at. growing. (Saccharum rabbits. a. digestibility trial was carried out during 17 dars. The first 10 days were utilized as a preliminary phase. and. the last 7 days for the sample collections. Thirty Borboleta with. Califórnia. weaned. and. White. New. Zealand. rabbits of both sexes were. inicial mean body weight of 954 g at 42. automatic feeders and waterers.. and. utilized days. of.

(13) The 26 7. 31. 21 7. trials consisted in diets containing 16 y and. plotted. 36 % of bagasse. and the. experiment. with 6 repplications entirely at. was. randoru. (one. mean apparent digestibility coeficients. were. animal per replicate). The. respectively: a) organic matter = 82 7 7058&; 74 7 19854; 70,022::i7 protein 81 7 96970. =. ... 66,82389. and 60,86559 % (P < 0,01). 90,16792·; 84,95205; 82 y 44297; 84 7 24306 and % ( p < 0,01);. e) crude fiber -. e> 2!:i ., 78634. n 1. In. this in. matter 7. b). ;. 40743328. 23,55534 and 11 7 20365 %. to. protein and A.D.r.. digestibility. =. A.D.r.. trial the best level of relation. 24,74087. <P. utilization. digestibility. of. .. .. <. of. organic. was 16 %. The reduction on. of organic matter and protein. correlated with % A.D.F. than % crude fiber.. was. more.

(14) 1. 1. INTRODUCAO. Em. decorr•ncia. fisiológicas ÇYUifY1Y!>, capacidade. de características. peculiares, herbivoro. anatómicas. coelho. o. e monogJstrico,. e. <Or�ctolasus apresenta alta. de aproveitar alimentos volumosos.. O. ceco. apresenta-se desenvolvido e desempenha importante papel na. digestlo dos alimentos,. ativa. microflora.. componente terem. essencial. A. pelo fato de. fibra. é. abrigar. considerada. de sua dieta,. pelo fato. uma. como. um. de. já. sido observados transtornos digestivos graves em. animais. alimentados com raç5es contendo baixos. deste nutriente.. niveis.

(15) 2. Nos e/ou. paises produtoresT. gramíneas. utilizados. na. os fenos. leguminosas. de. slo os principais alimentos formula~lo quais. contêm. volumosos. de. comerciais. de. %. completas,. as. alimentos.. O emprego dos mesmos é ideal, poisT além de. 40. a. garantir o atendimento das exigências em volumosos qual. é. podem. SCHRAMN 2 e. fonte. fibraT. semelhante. de acordo com WATSON & HORTON 1. PROTQ3. Em nosso pais, como. desses. estes. conter niveis elevados de proteina. aproveitada com eficiOncia. ruminantesT. 70. 7. 7. a. a. dos. NEHRING. &. citados por ZINSLY (1972).. entretanto,. a utiliza~lo de fenos. única de fibra é inviável devido. preço e baixa disponibilidade no mercado.. As. ao. alto. fábricas. de ra~ões se utilizam de pequenas quantidades de feno e quantidades de. grlos. varijveis de subprodutos do beneficiamento de cereais e outras sementes como. fonte. de. fibra. 1. WATSON,. S.J. & HORTON, E.A. Techinique of digestibility trials with sheep and its application to rabbits. ~meic1 J& ~le& Bici~&T 3: 3467 1936.. 2 NEHRING, K. & SCHRAMN, W. Utilisation of various feedingstuffs by the rabbit. A coruparative study with wethers and pigs. Nutrition Revs~, 9: 1707, 1939. 3 PROTO, V. La digeribilit~ nel coniglio e nella pecara. S - Orzo da foraggio. Prod& Animale&, 4: 305, 1965..

(16) 3. Porém. •sta. assegu rar. os. subpro dutos. maneir a de proced er nlo. é. ~apaz. de. fibra,. pois,. os. nem sempre sâo dispon iveis. ou. niveis desej4 veis utiliza dos. slo de custo elevad o.. de. Como conseq uência destes. fatos,. as ra~ões brasil eiras para coelho s, além de deficie ntes em. fibra,. sâo. princi pal. de. alto custo e. caract erístic a. da. de. certa. espéci e. forma,. fica. a. bastan te. prejud icada. O baga~o de cana de a~ócar (Saccha rum officin arum) é. um. subpro duto abunda nte nas regiõe s. açdcar e jlcool. ~. produt oras. apesar de sua produ~ lo se. de. restrin gir. a seis meses por ano é facilm ente armaze nado por longos períod os. alimen to D'ARCE. O. mesmo. tem. se. mostrad o. volumo so para rumina ntes,. como. adequa do. como. demons traram. et alii (1985) e BURGI & D'ARCE (1986) e poderj. se consti tuir a princi pal fonte de fibra em ra~aes para coelho s. Em. face. do. expost o,. realizo u-se. o. presen te. trabalh o cuja meta foi obter inform açôes sobre o efeito da. fibra. do baga~o sobre a digest ibilida de de. nutrie ntes de ra~~es para coelho s em crescim ento.. alguns.

(17) 4. 2" REVISAO DE LITERATURA. Dentro deste. das. considera~ões. trabalho, quais. nas. feitas. na. introdu~•o. estabeleceram-se as seguintes linhas7. foi. bib liogr ,~fica:. desenvolvida. a. capacidad•:•. aprov.,"?i tam,;;•nto. volumosos; essencialidade da fibra para coelhos; efeito depressivo. da fibra sobre a digestibilidade de. nutrientes;. outros. recomendaç~o do nível adequado e qualidade. da fibra" A. alta. aprovei i:ar. volumosos foi demonstrada experimentalmente por POTE et. a li i ( 1 980 ) • alfafa. (0. crescimento,. Introduzindo níveis crescentes de feno de a. 74. %). em. ra~ôes. para. coelhos. eles verificaram que nlo houve redu~âo no. elevados de alfafa..

(18) 5. HARRIS forragen s. a li i. ( 1981). ,::ompara ndo. tropica is com a alfafa,. ao nivel de 40 % na obtivr;;,ra m. forra•.;:J•E•ns. tropica is. para. as. digestib ilidadr;; ,s. protein a, fibra em deterge nte ácido <A.D.r. ) e fibra em deterge nte. Tais. (N.D.r. ). neutro. dados. nlo muito diferen tes. evidenci am que o coelho digere com. da. grande. eficiOn cia a proteina de volumos os, mas que nlo utiliza eficient emente a fraçlo fibrosa . Embora o coelho apresen te baixa digestib ilidade da fibra dos aliment os, de sua dieta. conteódo. a mesma é um compone nte essencia l. A presen~a de atividad e celulol itica. cecal proporci ona a forma~lo de ácidos graxos. O coelho é peculia r pelo fato de que o nivel. volátei s.. d•E' á•:ido butirico P.XC•E'd•::• o do á•:ido propiôn ico. &. no. LANARI,. 1977).. As. proporçõ es. dos. ácidos. (SUSMEL. graxos. voláteis. no. contP.ódo CP.cal s~o da ordem de 60 - 70. acético ,. 15. - 20. %. butirico '=' 10 -. 15. % •de. ¾. ácido. propiôn ico.. LANARI. exigênc ia. de. fibra. coelho está relacion ada com a produ~lo. d~. li,: ido. pelo. butir'i,::o. (1975) sugP.re que a. n C). c,;;'.i::o,. antiperi stáltii:: a intestin al.. O. qua 1. a,;Jo.

(19) 6. As. concentra~ôe s. dos ácidos graxos. vo14teis. no. conteódo cecal slo influenciada s pelo nível de fibra na. HOOVER. ra~lo. nível. de. graxos. HEITMANN < 1972), estudando o efeito do. &. fibra. na dieta sobre a produ~lo. volâteis,. butirico. foi. baixo. teor. fibra~. as. ácidos. verificaram que a produ~lo do. significativa mente maior fibra que na dieta com. de. de. quais. continham. na. ácido. dieta. alto. com. teor. respectivame nte,. 14 1 7. de. e. 29,4 % de A.D.F ••. produzida. pela sintese elevada de 4cido. ra~õ•s com baixa fibra, intestinal,. no. fluxo. duodeno. pela. (1974),. de. ca•• Essa. baixo. desequilibri o. em. advém um estado de constipa~lo. qual se reduz a velocidade do trânsito. SVEDSEN 4. CHIERICATO. butirico,. citado. 1. PARIGI-BINI. associa esse estado~ inibiçlo. nas células condi~âo de. teor. por. de. da. musculatura. hipomotilida de,. fibra. na. ra~Jo,. lisa. &. do do. provocada leva. a. na flora bacteriana do ceco (TOCCHINI. um &. TARDANI, 1975>. A flora normal do ceco é constituida em sua 4. grande. maioria. por. bacteróides,. os. quais. slc. SVEDSEN, P. Inhibition of intestinal motility by volatile fatty acids. MQ~~& ~~i& Med&~ 24: 123, 1972ft.

(20) 7. Gram. +; após a constipa~âo encontram-se no intestino do. coelho as espécies bacterianas C)ostridium Tipo. E. (PATTON. <PRESCOTT,. et alii,. 1978),. que. 1978). e. perfrin~ens. Escherichia. ÇQ1i. slo Gram - e produzem toxinas.. que atacam a mucosa intestinal.. Como sobrevem. consequOncia diarréia. destes. distórbios. profunda seguida. de. desidrata~lo,. muco, ataqul:!' enterovirus.. dos. Esse quadro, associado a a~~o das toxinas. bacterianas absorvidas,. sobre o sistema nervoso, levam. o animal a morte. CHEEKE. &. PfHTON 5 ,. citados por CHEEKE &. PATTON. <~981), demonstraram que a fibra tem um efeito protetor contra a enterite e propuseram que a mesma deve exercer um efeito fisico no tubo digestivo, sua. integridade.. ajudando a. De acordo com ARVEAUX 6 ,. 5 CHEEl<E,. manter. citado por. P.R.. &, PATTON, N.M. I::ff,;;,,:t of alfafa and dietary fibre on the growth performance of weanling rabbitts. b!~a Animal Science, 28: 167 - 172, 1978.. 6 ARVEAUX,. F'. Curd.culture,7: 1-13, 1980.,.

(21) 8. BALDISSERA. (1982),. intestinais quando. o. no nivel. geralmente. a. diarréia e. coelho, de. que. fibra. consequ•ncia. a. intestinal v. qual. outros. aparecem. problemas. frequentemente. na. de. uma redu��o. favorece. a. do. trênsito. prolifera�lo. microorganismos anaeróbicos. A. importência. evidenciada no. da. fibra na ra�âo. de. coelhos. é. pela ''teoria da sobrecarga de carboidratos. intestino grosso'',. elaborada por CHEEKE. &. PATTON. (1980). Segundo os autores, uma dieta com baixo teor de fibra. •. com alto teor de amido ou. altamente digestivel, ser. totalmente local. Neste. constipa�lo. carboidrato. passa pelo intestino delgado sem. digerida e atinge o intestino se. e. outro. desenvolveria. desequilibrio. os. da. flora. grosso.. processos. de. anteriormente. descritos. De gr�os. a redu�lo no teor. de. concomitante a um aumento no teor. de. acordo com esta teoria v da ra�lo,. e�erce. fibra enterite, (1980).. como. foi. um. efeito. demonstrado. LAPLACE (1978),. por. preventivo POTE. et. também aponta em sua. da. alii, revis•o.

(22) 9. bibliográfic a. sobr• o trénsito digestivo do coelho que. a hiporuotilida de intestinal? de. fibra. na ra~lo7. provocada pelo baixo teor. deve ser uma. provável. causa. da. diarréia de origem alimentar. HODGSON7 7 um. paradoxo. coelhos fibra:. citado por LAPLACE (1978)7 estabeleceu. terapeutice na preven~lo da. alimentados acrescentou. lactulose.. Este. com na. agente. diarréia. uma raçlo de baixo ra~lo um preveniu. agente a. teor. em de. laxativo7. constipa~lo. a ou. hipomotilida de intestinalT. da qual r~sulta a diarréia. Segundo. BALDISSERA ( 1982) e COLIN et alii (1976)7. o papel desempenhado pela fibra nlo é somente mecênico 7 pois 7. sua. vermiculita). substitui~lo por material amorfo (areia nlo. impede. a. ocorréncia. de. ou. problemas. intestinais.. 7 HODGSON 7J. Effect of lactulose on rabbits fed on low residue diet. flrutriftn Journal Gastroente~o }oit,64: 115 - 121, 1975.. a. Qf.

(23) 10. Pelos. trabalho s. essenci alidade sendo. que. verifica -se. da fibra como nutrien te. sua. integrid ade. apresen tados,. e. princip al o. para. a. funciona mento. coelhos,. de. normal. a. manter. do. a. aparelho. digestiv o.. Um aspecto importa nte sobre a presença de fibra na raçlo. de coelhos é o de que niveis elevado s. da. mesma. prejudic am o aproveit amento total da ra~lo7. em virtude. do. sobre. efeito. desta. fraçlo. a. digestib ilidade de outros nutrien tes, principa lmente da. BESEDINA coeficie nte. de. digestib ilidade trabalha ndo. com. PEREL 1 DIK (1971) encontra ram um. correlaç âo da. igual. proteina • o. forragen s. floresci mento digestib ilidade. &. a. - 0,91. conteddo. colhida s antes. concluir am da. forragem. a. colhida. entre de. e. a. fibra7 após. o. reduzida após. floresci mento era devida ao aumento do teor de fibra.. o.

(24) 1l. 1-IOOVER. contendo ( b;-lixa. &. fibr•a). ou. f~9,4 %. desmamados,. observaram. obtidas. respectivame nte menores. que 76,3. 1,:'. fornecendo. um período. com. a. de. fibra) 11. ra~~o. de. de. bruta. e. ra~lo. com. 64,8 e 63,2 % foram significativa mente. ê.. CI-IIERICfiTO. mesti~os. 5. semanas,.. baixa. ( 197 4 ). das ra~as. a par •?n t. encontraram •?.. da. fibra. alima?ntando. Nova. Zeléndia. ±. 11,0. %. de fibra. e. 33g, com. por. um. coeficientes. de. seca,. energia iguais a 70,4,. com 4,5 % de fibra bruta, 84, 3 %... e. fibra,.. contendo 4,5 ou 11,0 % de fibra bruta,. ·1 • t l. t'):t. ].l( . 1,~1:11::' ül~:J•::•s··. t::'. semanas,. alta. Califórnia, de peso vivo inicial igual a 655. periodo. para. :r. ).. machos. ra~ôes. rações. da matéria seca. aqueles obtidos na ra~lo de. PARICH-BINI. coelhos. por. ( alta. Ft .. D,.fu. que as digestibilida des. energia. ( 77,.0. (1972},. 14,73 % de fibra em detergente ácido/ A.D.F.. coelhos. da. HEITMANN. 78,9 e 69,2 % para. bruta,. os. quais. a. foram. respectivame nte, 84,0, 85,5.

(25) CARREGAL (1976),. procurando verificar o efeito de. diferentes níveis de fibra bruta (7, 10 e 13 %) sobre a da extrativos. nlo. matéria. nitrogenados,. digestibilidade,. de. idade.. digestibilidade. Os. de. de. 24. médios. de. verificados para os níveis de 7,. 10 e. 83,78. teoi. ensaio. de ambos os sexos e com. "1. resultados. e. conduziu um. 13 % de fibra bruta foram respectivamente:. ■. '. nitrogenados. proteina. durante 10 semanas, com 15 coelhos da. ra~a Nova Zelêndia Branco, dias. orgênica,. 82,63. e). a). matéria proteína. b). extrativos. 78,52. n~o Tais. levaram o autor a concluir que o aumento do fibra. na raçlo reduziu. os. coeficientes. de. digestibilidade dos nutrientes estudados. Pelo exposto notamos que mesmo sendo um nutriente essencial para coelhos, qualquer estabelecimento de mesma.. a fibra nlo pode ser utilizada. proporçlo, um. necess4rio. nivel adequado para. o. uso. o da.

(26) 13. Os resultados dos trabalhos de pesquisa conduzidos at~. o. momento nlo slo conclusivos quanto. apropriados. de. fibra. na. raçlo,. diarréia. Assim,. notou. proporcionam. LANGE ~. reduzir. grande. a prevençlo. o aparecimento de diarréia.. SCHLOLAUT. por. perdas. por. 12. a. %. SCHLOLAUT &. (1982),. diarréia de 32. na. enquanto LEBAS. que.niveis de fibra inferiores. citados as. a. foi conseguida com 6 % de fibra bruta. raçlo por DAVIDSON & SPREADBURY (1975),. (1975). niveis. devido. disparidade dos dados disponiveis. da. aos. conseguiram para. 8. elevando o teor de fibra da ra~lo de 8 para 14 %. Por outro lado, crescimento, converslo. niveis. de. CBESEDINA, 1970a); %. foi fibra. 8. 1976). 10. a. e/ou. os. mais. com. bruta:. CHIERICATO,. &. O. conseguido. peso. 9 % <HECKMANN & MEHNER,. a. (PARIGI-BINI. (CARREGAL, recomenda. em termos de ganho de. medido. alimentar,. variados. 4,5. o melhor desempenho de coelhos em. N.R.C.. 12 % de. fibra. (1977), bruta;. 1971>;. 1974); por. sua. vez,. SPREADBURY. DAVIDSON (1978) aconselham manter o nivel de A.D.f. raçlo. acima de 5 % e preferivelme nte ao redor de 10. & na %. para um ótimo crescimento.. 8 sCHLOLAUT W. & LANGE, K. Kompem satorisches wachstum beim Jungmastkanin chem. Zudke, 51: 227 - 233, 1979..

(27) 14. LEBAS (1980) recom•nda 14 % de fibra bruta ou 12 % de. fibra. indigestivel e VIANA &. consequ•ncia. MOUCHREK. (1981). de vários trabalhos recomendam 12 a 17. em. %. de fibra bruta na formula~•o de ra~ôes para coelhos. Como. notado. apresentada? o melhor desempenho dos animais foi obtido com os mais variados niveis de fibra na ra~lo? fato que nos. leva a concluir que além da quantidade,. qualidade. da fibra deve ser considerada.. ( 1981 ). a. 7. tradicional. idi:?ntifi,:a,;:â'o fraçlo. fibra. dos bruta. também. a. Segundo LANG. ,:onst i tu i nt es poderá. da. auxiliar. em. falta. de. melhor definir as necessidades dos coelho.. SCHLOLFIUT. ( 198f::! ) ,. conclue. s•?r. a. conhecimentos sobre o efeito especifico dos componentes da. parede celular (celulose,. hemicelulose,. 1. i •_,.Jn i na '='. silica) a causa da impossibilidade da generaliza~âo dos resultados experimentais conhecidos, tanto na prevençlo da diarréia? como na maior eficiência no aproveitamento dos nutrientes das raçôes. exigOncia. de. LEBAS (1980) sugeriu que. fibra para coelhos deve ser expressa. termos de fibra indigestível.. a em.

(28) 15. COLIN. (1975>r. mesmo. teor. fibra. a. trabalha ndo cem ra~ôes contendo. de fibra bruta e utilizan do com. polpa. de. beterrab a ou. o. feno. encontro u que a ra~lo com polpa provocou animais . fibra. Este. A.D.F.. de. de. alfafar. diarréia. nos. resultad o estt associa do~ qualidad e da. da polpa de beterrab a e do feno. coeficie ntes. fonte. o. de. observad os. de. alfafa;. digestib ilidade da fibra bruta. •. os. do. foram respecti vamente 69r5 e 65r7 %. para a polpa e 25r9 e 20r1 % para o feno.. (1981) parede. recomend a o estudo preciso dos celular. corretam ente. com. a. finalida de. subprod utos. alimenta ~lo de coelhos .. compone ntes de. se. da. empregar. agroind ustriais. na.

(29) 16. 3. MATERIAL E METODOS. 3.1. Generalidades O. de. ensaio. d,;:,p,;:,ndc;}nc ias. do de. conduzido. nas. Broma te> lo•.:;J ia. do. digestibilidade foi Laboratório Zootecnia. da. de. Escola. Superior F'ira 1::i,:::aba,. Agricultur·a "Luiz d!i:' Qu'='iroz" ·· 1-:SALQ,. no. periodo de 03/12/84 a 15/01/85. Foram utilizados láparos r'='cém-desmamados com peso médio. inicial. ambos. .. º .... Branco. e. de 954g e idade média de. 42. das ra~as Califórnia,. Nova. Borboleta,. dias,. procedentes da Granja Slo. ( F'iracicaba/SP) Departamento de Zootecnia da ESALQ.. Cun i 1:::u ltura. de. Roque do.

(30) 17. Os. animai s foram alojad os em gaiola s. de dois modelo s difere ntes: x. 30. cm,. os. 20 gaiola s medind o 58 x 42. descri tas por CARREGAL (1976) e 10. medind o 60 x 45 x 45 cm, Ambos. metabó licas. modelo s. descri tas por ZINSLY. foram equipa dos. com. gaiola s (1972) .. comedo uros. e. bebedo uros automá ticos. 3.2. Tratam entos Com desejad o. base. nas. recome ndaçôe s do. nivel. de. fibra. nas rações para coelho s e com o intuito de se. estuda r. a. digest ibilida de. da matéria orgênic a7. protein a. bruta,. fibra. bruta,. fibra. em deterg ente ácido (A.D.F .) foram estabe lecido s. fibra. em deterg ente neutro. (N.D.F . >. 5 tratam entos: Tratam entos. Caract eriza~ ~º. Tratam ento A. Ra~lo com 16,0 % de bagaço. Tratam ento B. Ra~Jo com 21,0 % de bagaço. e. Ra~lo com 2670 % de bagaço. Tratam ento D. Ra~âo com 31,0 % d,~ bagaço. Tratam ento E. Ra~lo com 36,0 % de bagaço. Tratam ento. e.

(31) 18. 3.3. Rações experimentais. A formula,;;:ão das ra,;;:ões experimentais foi feita de a,:cH'do recomendadas. as por. exigOncias. LEBAS ( 1979) e segundo. quimicas. do as. coelho anilises. dos rea li zadaf,;. foram Bromatologia. nutricionais. do. Estas no. Laboratório. Departamento de Zootecnia "Luiz. d•:?. da. Qu<:?iro:.~". Escola e. os. resultados das mesmas slo apresentados na Tabela 1. Tabela 1 - Composiçlo química bromatológica percentual dos ingredientes das rações exp2rimentais.. I n •3r ed i en t ,;;,s. Mat,É-r'ia s~1'•:a. F'rrJtl:i'ina Bruta. Fibra Bruta. Milho. 8';>, ()2. 8,78. Ba•.;,a,;;:o. 92,21. 1 , 6~5. 39,91. 91,10. 67,-41. 17 !59. rar· i nha de Carni:•. 93, 8!5. !:i7 7 27. far,;;,lo d,;;, Soja. B6, 6!5. 48,39. !5, 49. Li:•Vl?dura S,:?ca. 96,65. 26., 7·5. 0,36. Fim ido d,;;, Milho. 89, 1 <;,. Prot,;;•nos'='. () r. 2!5. Matéria Mini::•ra 1 :1. ,02. 3,50. 24,,27. 11,29 O ,O!:i.

(32) 19. O. bagaço. D'Oeste S/A.. foi fornecido pela Usina Santa. Bárbara. O mesmo foi coletado diretamente na saida. da moenda ? motivo pelo qual foi necessãria a secagem ao durante Posteriormente. com foi. revolvimento. submetido a moagem. em. diário. moinho. de. martelo com peneira de 2 mm. A levedura foi obtida junto a Usina Bom Retiro. farinha. A. de carne foi peneirada em peneira de 1 mm para. retirada de impu�ezas. As ra�ô•s. foram. peletizadas sem vapor,. tendo os. pelets 4 mm de diêmetro e 6 mm de comprimento. A. Tabela 2 apresenta a composiç•o percentual. ra�ões experimentais.. das.

(33) 20. Tabela. - Composiçlo percentual das rações experimentais.. Tratamentos Ingredientes A. e. D. E. Baga~o. 16,0. 21,0. 26YO. 31,0. Milho. 35,0. 35,0. 35,0. 35,0. 12,0. 12,0. 12,0. 12,0. 3,0. 3,0. 3,0. 3,0. 5,0. 5,0. 5,0. 5,0. 7,0. 1.0. s.o 7 ,o. 1.0. 5,0. Amido. 19,0. 14,0. 9,0. 4,0. Sal. o,s. 0,5. o,s. 0,5. 0,5. 0,5. 0,5. 0,5. 2,0. 2,0. 2,0. 210. Farelo de Soja Protenose Farinha de Carne Levedura. Premix ~gua. *. B. *. 2,0. Ltda. > Suplemento mineral e vitaminice (Supre Mais 12 fornecendo as seguintes quantidades por Kg de ra~lo: mg de Cu; 80 mg de Fe; S mg de I; 60 mg de Mn; 1 mg de Se; 50 mg de Zn; 7.500 U.I. de vitamina A; 1;000 U.I. de 10 mg de vitamina E; 3 mg de vit~mina K3; 2 vitamina D3; mg de vitamina Bl; 4 mg de vitamina B2; 10 mg ~e vitamina B12; B mg de ácido pantottnico; 20 mg de Niacina; 250 mg de mg 125 Etoxiquim e mg de 125 colina; de coccidiostático (Amprol)..

(34) 21. As análises química s bromato lógicas realizad as com as o. amostra s das rações experim entais coletad as durante transco rrer. do periodo. experim ental,. revelara m. a. composi ~lo média que está apresen tada na Tabela 3.. Tabela. 3 - Coruposi ~lo química bromato lógica média ra~ões experim entais (%).. das. Nutrien tes A. B. e. D. Matéria Seca. 90,2900. 89,6500. 91,6800. 91,9800. 92,6000. Matéria Orgênica. 85,5500. 84,6650. 86,1850. 86,4850. 87,0850. Proteína Bruta. 16,2312. 16,0562. 16,1875. 16,8000. 16,2750. 7,1650. 9,6300. 11,4550. 13,9600. 15,7800. N.D.r.. 20,9550. 32,9200. 30,9000. 33,7150. 41,5650. A.D.F.. 12,2750. 16,2350. 17,5550. 19,6250. 21~6300. A.D.L.. 2,8300. 3,7850. 3,6050. 3,8550. 4,7850. Hemicel ulose. 8,6800. 16,6850. 13,3450. 14,0900. 19,9350. Fibra Bruta. N.D.F. - Fibra em deterge nte neutro. A.D.r. - Fibra em deterge nte ácido A.D.L. - Lignina em deterge nte ácido. E.

(35) 22. 3.4. Condu~~o do ensaio O. ensaio. inteiramente com. 6. foi conduzido ao acaso,. segundo. o. delineamento. constituido por 5. tratamentos. repeti~ões sendo 1 animal para cada. repeti~lo,. tendo se utilizado o método da coleta total de fezes. Por. pesados,. ocasilo. do. sexados, Cada. recebimento,. animais. foram. identificados e distribuidos. pelos. tratamento recebeu igual ndruero. animais. quanto. p,;;,so ... Adiciona lmi::•nt€',. digestibilidade animais. a ra~a,. n r.>v,;;,. ri::•S•:i'l'Va.. os. anim,üs. sexo e semelhan~a mantiveram-se a lo j a dos. a. de. quanto. ao. titulo. de. 9aiolas. ~~•m. sem coletores de fezes.. Os. referido~. substituiram aqueles que tiveram problemas. de. adaptaçlo no transcorrer do periodo preliminar. A. dura~Jo total do ensaio foi de 17. considerado 10. dias. sendo. um período preliminar ou de adapta~§o,. e um principal ou de coleta,. duraçlo.. Duran~e. animais. receberam. consumo. dias,. d•:?. 7. dias ('i ,'.d,;;,. o transcorrer dos dois períodos, ra~So e água. ~. vontade,. contrc.1ladc). forn0cimento feito em uma ónica vez,~ tarde.. de. sendo. os o. o.

(36) 23. As fezes foram coletadas diaria~ente por volta das. 18:00. horas7. 3"5". sendo'. anotada na ocasiâo. a. quantidade. Coleta e preparo das amostras para an~lises quimicas. 3,.5ulu Alimento. Diariamente? antes do fornecimento aos animais? as raçôes experimentais foram devidamente sendo. homogeneizadas 7. retiradas amostras que em seguida e0am guardadas. em sacos plásticos. No final do período experimental?. a ra~lo coletada. foi moid,:1 ""m mo:i.nho tipo "WiJ.li:;,y" com p,;;,n,;;,:i.i"a d,;;, 1 mm".

(37) 24. Após a coleta di~ria7. as fezes foram embaladas em. -;;;acos p list i,::os •=· arma z.;;•nadas nc) ,:on,3,;;, ladcH' a ··· 20 º T~.H·minado. o. periodo. de. coleta,. C.. foram. preparadas para as anilises. Depois de descongeladas as mesmas. foram. pesadas. ventila~lo for~ada. e postas a secar em. estufa. a 60°C durante 24 horas.. de. Decorrido. este tempo, o material foi retirado da estufa e deixado exposto. ao. ar para ocorrer o equilíbrio. Estat:d. lizadas, pesadasv. obtendo-se. as. amostras. com. o. meio. foram. assim a primeira matéria seca das. fezes. Posteriormente efetuou-se a moagem das mesmas em moinho tipo "Will€')' 11 ,::om pen€'ira de 1 1mnn. 3.6. AnAlise do alimento'=' das fezes Fl. di::•t.,;;•1' mi na ,;:~o r r::•a li z ou-·s,;;,. br om,~ to 16•3 i ,::os Bromatologia. do. constituint€'s no. <-1 li. i. Ili i. ,::os. L. ..:it:,oratór io. Departamento de Zootecnia. da. Escola.

(38) ~:5. métod os. li. FIS!â>OC i ,:l. t :i. (;)11. 1980) ev d•t•rm ina~lo. Of-fid .al. o-f. no caso da. dos const ituint es da fra~lo fibra. bruta7. segund o o método de VAN SOEST (1964 ).. Di;;alin eament o variâ ncia. Os. dados. foram. exper iment al. analis ados. interi ramen te. ao. de. acaso na. e. anjlis e. acordo. de. com. o. envolv endo. 5. ra~lo ). 6. com. repeti ~õ•s de um anima l por tratam ento.. A anális e de varién cia foi feita confor me PIMENTEL GOMES. (1985 ). e. seu. ,;:,squ,;;•ma. ,;;,~;.tá.

(39) 26. Tabela 4 - Esquema da análise de variéncia.. Fontes de Varia~lo. Grau de Liberdade. Tr·atamentos. 4. 25 Total. Para. compara~lo. 29. das médias dos. utilizado o Teste de Tukey~. tratamentos. foi.

(40) 27. 4. RESULTADOS E DISCUSSRO. Os. dados. originais 7. digestibilidade tabelas do APfNDICE.. assim. como estJo. os. cálculos. contidos. nas.

(41) 28. 4.1. Digestibilidade da mat,ria orgénica. Os. coeficientes. orgênica. obtidos. respectiva. de. slo. digestibilidade. apresentados. na. da. matéria. Tabela. a. análise de variéncia na Tabela 6 e o. teste. das médias na Tabela 7.. Tabela. 5 - Coeficiente de digestibilidade orgânica. Repeti~ões A. B. e. da. D. matéria. E. 1. 80758273. 74752087. 66,41100. 65,83823. 58769351. 2. 81794197. 74781742. 70776422. 64,97264. 60785073. 3. 86,94112. 72,82648. 74,42358. 68763961. 61,10376. 4. 80,06067. 72,27151. 69,21088. 64,23064. 62,47779. 5. 80735630. 76,80969. 68,06639. 64,23064. 62,62121. 6. 86,35236. 73,94525. 71,25931. 72,73663. 59744651. Médias. 74,19854. 66782389. ------------------------------------------------------------------.

(42) 29. Tabela. Análise de variânc ia dos coeficie ntes digestib ilidade da matéria orgtnic a.. 6. Causas de varia~•o Tratame ntos. G.L.. Q.M.. Valor. 4. de. r. Prob.. 59,9241. Residuo. 25. 167,9187 980. Total. 29. 1777,898 7734. Média Geral= 70,92329 0 Coefici ente de Varia~lo - 3,654 %. Tabela. 7 - Teste de Tukey para as médias dos coeficie ntes de digestib ilidade da matéria orgénic a.. Tratame ntos. Médias. 5 %. 1 ¼. A. 82,70586. a. A. B. 74,19854. b. B. e. 70,02257. bc. BC. D. 66,82389. e. e. E. 60,86559. d. Médias seguidas por letras distinta s diferem entre si nível de signific ância indicado . DMS 1 %. =. 5,448930 0608634 95. DMS 5 % -. D. ao. 4,399702 4277846 02. >F.

(43) 30. Pela anilise de variância apresenta da na Tabela verifica- se dos. que. as diferença s observada s nos. coeficien tes. orgênica teste. de. digestibi lidade. da. valores matéria. entre os tratament os foram significa tivas. das. médias. dos. referidos. 6. coeficien tes. O de. digestibi lidade apresentad o na Tabela 7r mostrou que as. entre. C e D nlo foram significa tivas,. nos. níveis. de. significê ncia considera dos.. De maneira geral os resultado s obtidos com relaçlo ~. digestibi lidade da matéria orgênica concordam com cs. relatados. por BESEDINA (1970b),. BESEDINA &. PEREL'DIK. ( 1971) 7 SPREADBURY & DAVIDSON (1978) e CARREGAL (1976) 7 no sentido de que a eleva~âo do teor de fibra bruta. da. ra~lo. da. conduz. a. uma. reduçlo. na. digestibil idade. matéria orgénica. Os resultado s obtidos neste trabalho nlo concordam. com aqueles obtidos por PARIGI-BI NI encontrara m digestibi lidade da. uma. &. CHIERICATO C 1980). signifi~a tiva. eleva~lo. na . % • 7.

(44) 31. P. <. Or01) quando da elevaçlo do teor de fibra bruta de. 10 1 3. para 15y6 % •. Tais autores trabalhara m. com. uma. fonte de fibra nlo usualr um subprodut o da indcistria do vinhor ,;;,m subst:i.tui,; ftío à alfai}'i. Associand o-se ra,;fJ.::,s obtidos. os niveis de A.D.r.. experim•~m tais. a. para. (Tabela 5)y. ( Tabela. com. 3). digestibi lidade da. presentes os. r·esu ltados. matéria. orgânica. notamos que o aumento do teor de A.D.F. da. ra,;lo também levou a uma redu~âo na digestibi lidade matéria. nas. or •3é-n i 1:a.. Ni?sta. ccrndi,;:iío,. os. da. r·,a•su ltados. obtidos concordam com os de SPREABURY & DAVIDSON (1978). e PARIGI-BI NI. &. CHIERICATO (1980).. Comparand o-se da. matéria. autores. os coeficien tes de. orgânica obtidos com os. citados,. quando. digestibil idade relatados. os mesmos se. P'=' los. utilizaram. observam- se. de. valores. distintos . Assim, BESEDINA (1970b) obteve 85,7 % para a digestibi lidade 11,7. %. da. matéria orgênica de uma ra~lo. de fibra bruta,. valor superior ao. neste trabalho no tratament o C.. com. encontrado.

(45) 32. SPREADBURY ra~ões. DAVIDSON. &. (197B>r. trab~lha ndo. contendo 8,0,. niveis. respecti vamente. interme diários. aos. dos. tratamen tos A e BT. B e C. matéria. coeficie ntes de digestib ilidade. orgânic a,. 46,0 %. e. •. e. C e D, encontra ram para a. neste. trabalho. indicado s.. CARREGAL. (1976),. para. os. tratamen tos. obteve 77,48 r. 72r70. % para a digestib ilidade da mat~ria orgênica. de fibra bruta, presente. valores inferior es aos encontra dos. trabalho ,. compree ndida Com. de. T. observad os. 65,78. com. par~ os tratame ntos A,. e. de. no. B. e faixa. pelos tratame ntos C e D.. o. intuito. proporc ionalida de. com. de que. a. as variive is teor de. fibra. bruta na raçlo e digestib ilidade da matéria orgênica se relacion am,. calcular am-se. digestib ilidade tratame ntos,. da. os. matéria. indices. relativo s. de. orgénica. entre. os. conside rando-se o valor do coeficie nte de. digestib ilidade obtido no tratamen to A como igual a 100 (Tabela B>..

(46) 3,3,. Tabela. Tratam•:l'ntc>s. 8. -. lndices relativos de matéria orgénica.. digestibil idade. o/. ·i:- "B .. na ra i;â'o. da. V<'H'ia,;:lo do I .. R .. por unidade per•:::'='ntual d,i;a F .. B ... A. 7,165. 82.,70586. :1.00 ,00. B. 9,630. 74., 198(54. 89,71. -4,.17. e. 11,45~3. 70.,02257. 84,66. -2.,76. ri. 1:3,960. .66.,a2aa9. 80,79. -:L,54·. l~. 15,780. 60., 86!:i!:i9. 73,59. --3, 95. Coeficien te de digestibi lidade médio matéria or•3âni,:.~. Pelo. exame da Tabela 8 verificam os que nlo. proporcio nalidade bruta. da. entre. matéria orgânica, resultado. estê. acordo com. aquele. CARREGAL (1976) que trabalhand ~ com 7 , fibra. bruta. na. ra~âo também nlo. fibra. digestibil idade. nas condi~ões deste de. houve. o acréscimo do teor de. ra,~o e o decréscim o da. da. trabalho. observado 10. obteve. e. da Este por. 13 % de. decréscim os. proporcio nais na digestibi lidade da mat4ria orgfnica..

(47) 34. Porém, discorda m. os. resultad os. apresen tados na. Tabela. alii 9 ,. daquele s encontra dos por JENTSCH et. citados. por. reduçâo. de. LANG (1981) que demonst raram ocorrer 1,04. digestib ilidade acréscim o. no. da. unidade s. no. coeficie nte. matéria orgtnica para cada 1 %. teor de. fibra. bruta,. 8. trabalha ndo. uma de. de com. diversos cereais e farelos de oleagin osas. Os. resultad os. observad os. por. da Tabela 8 tamb~m. BESEDINA. discorda m. PEREL'DI K. &. (1971). trabalha ndo com fenos de diversa s forrage iras antes. e após o floresci mento obtivera m. 1,45. unidades. que. colhidas. uma redu~âo. na digestib ilidade da matéria. dos. de. orgtnica. para cada 1 ¼ de aumento no teor de fibra bruta. Estas outros materia is. discrep tncias. fatores. devem. relacion ados. utilizad os. que. estar a. fra~lo. associad as fibrosa. evidente mente. a. dos. possuem. constitu i~ôes diferen tes.. 9. JENTSCH , W.; SCHIEMANN, R.; HOPPMANN, L.; NEHRING, K. Utilisat ion of the energy of concent rates by rabbits. Archiv fur Tiernah rung, 13: 133 - 145, 1963..

(48) correlaçâ o entre a digestibi lidade da matéria e. os. teores. de. fibra. F' êH' t?S d,;;,. C<.11;;,f ici~:i,nt,;;,s de Corr>.°!' la,;;::lío. Variáveis. --· ......·. C.,D.M.O .. -·--·-··C.D.M.O.. C.D.M.,O.. A.,D.r.. - Coeficien tes de correlaçl o para digestibi lidade da matéria orgtnica.. 9. C.D .. M.O.. brutaT. orgênica. ___ ___. % F'. B. %. N.D.,F ... ·- 0,9:J:l2. %. A.D.f'.. .... 079942. % A.,DnLu. ··- 0,9200. .,..,.. ____... ,,.,. __. .... 0,9878. *• • ** *. Co,;;,ficient ,;;, de digestibi lidade médio matéria orgênica. **. Significa tivo ao nivel de 1 % de probabilid ade. *. Significa tivo ao nivel de 5 % de probabilid ade. da.

(49) 36. Examinando. a. Tabela. 9 notamos a. exist~ncia. de. correla~ôes altamente negativas entre a digestibilida de da. matéria. orgtnica e os. constituinte s. fibrosos. da. digestibilida de. da. ra~ões.. Verificamos. matéria. orgtnica da ra~lo está mais correlacionad a com. o. de A.D.F.. teor. 1Ti€'SITia. ainda. que a. do que com a% de. fibra. da. ª. BESEDINA crescim€'nto. &. com. PEREL'DIK ( 1971) alimentando coelhos em misturas de feno de trevo e de. rabo de rato em diversas propor~ôes1. florescimento ?. obtiveram os. para. a. após. o. digestibilida de. da. si:,;,gu intes. 0 1 94 com o teor de fibra e lignina.. Estes. capim. suplement~da s com. ervilhaca. de. bruta. resultados. slo bem. ., 0,89 com a ,.. próximos. dos. obtidos neste trabalho para os respectivos componentes.. PARIGI-BINI subprt:>duto. obtiveram. da. &. CHIERICATO. (1980). indústria do vinho. em. utilizando substituiçlo. um ~. os seguintes coeficientes de correla~lo para. a digestibilida de da matéria orgénica: 0,741 com o teor.

(50) 37. de fibra bruta; - o.717 com a% de A.D.F. e - o.638 com. o. conteódo de lignina.. entre. a. Os coeficien tes de. digestibi lidade. porcentag ens. da. A.D.F.. de. matéria. correla~âo. orgênica. e lignina obtidos. por. e. as. esses. autores slo inferiore s aos apresenta dos na Tabela 9;. o. coeficien te de correla~! o entre o teor de fibra bruta e a. digestibi lidade da matéria orgênica. tais. autores. encontrad o. nJo- concorda com o obtido. no. por. presente. trabalho. Pelo matéria. exposto,. em. rela~lo a. digestibi lidade. da. orgénica notamos que o baga~o comportou -se. de. maneira semelhant e aos fenos, os quais foram utilizado s como. fonte. PEREL 1 DIK. de. fibra. nos. trabalhos. (1971) e CARREGAL (1976),. beneficiam ento. de. BESEDINA. a subprodut os. da aveia e a celulose,. subprodut o. PARIGI-BI NI alfafa.. &. da. indóstria do. CHIERICATO. (1980). vinho em. do. fontes de fibra. empregada s no estudo de SPREADBURY & DAVIDSON <1978) ao. &. utilizado substitui~ âo. e. por a.

(51) 38. Para as condições deste trabalho, observamos que o ~elhor. nivel. respeito aquele. a. de. utiliza~âo do. baga~o,. digestibilidade da matéria. no. que. diz. orgénica,. foi. empregado no tratamento A (16,0 %. de. baga~o).. Porém, este resultado necessita ser avaliado através de para a. possibilidade. qu,;;, da. inc:i.d~nr:ia. dr:•. diarréia.,. 4.2. - Digestibilidade da proteina bruta. Os. bbtidos. co~;•f i,::i,;;•nt ... i;; slo. d,;;, di•:31;;,st ibi. lié!{~,... apresentados na Tabela 10;. da a. prote:f.na respectiva. análise de variância na Tabela 11 e o teste das. médias.

(52) 39. Tabela 10 - Coefic ientes de digest ibilida de da protein a. ----------~-----------------------------------------------------Tratam ..:mtoi;; R,;;,p ,;;,·-. ti ,;.Cj.;;,s. c. A. D. E. 1. 87, ~58279. 85,?72 59. 80, 203?~:i. 8::i, 72408. 81,7873 0. 2. 90,1981 5. 8~2 7 42074. 84,3979 4. a:2, 15496. Ti', 7875<?. 3. 93,1790 2. 82,393 34. 8~::i, 083::i3. 8é) 7 12!:i~~5. 80,7592 2. 4. 87.,444 72. 82 .,25~366. 8 l. , !5!5643. 76,127 87. 83,6443 .3. ~-:i. 90,3020 9. 89.,672 20. 78,1800 9. 87,868 82. 83,4950 0. 6. 92,3007 3. 8!5, 99976. 85 .~::3586. 87,457 37. 84,3450 0. 90, 16792. 84.,952 05. 82,4429 7. Médj.a~.. 84.,243 06 81,9697 0 -----------------------------------------------------------------. Tabela 11. Causa~> d~.:-. (i. - Anális e de varién cia dos coefic ientes digest ibilida de da protein a.. .1.••. Q.M ... Valor' F'. 2!56 y !;:~2~16353. 64, 0~5!5908(:1. 6, ó79~5. R€'sídu o. 239,748 7476. 9,58994 99. Total. 495,972 3829. var ia,;:~o Tr êl t. ,,1. mi;;•n t. 4. C)S. Média G€'ral. =. 84,7551 40. Coefic iente de Varia~ lo -. 3,654 %. de. Pr•ob.. >F. ü,üOU.:1 ..

(53) 40. Tabela 12 - Teste de Tukey para as médias dos de digestibilidade da proteina.. coeficientes. !:i %. 1 %. A. 90,16792. a. A. B. 84 ,9520!:i. .~b. AB. e. 82,44297. b. B. D. 84 ,:i4::w6. b. AB. 1~. 81,96970. b. B. M,dias seguidas por letras distintas diferem entre si nivel de significOncia indicado. DMS 1 % -. 6,510881567001343. ao. DMS 5 % - 5,257168126106262. Pela anjlise de variência apresentada na Tabela 11 verifica-se dos. que. as diferenças observadas nos. coeficientes de digestibilidade da proteina. valores entre. os tratamentos foram significativos. O teste das médias dos. r ,;;,f i::•r idos. apresentado na Tabela 12,. di•.~J~;,st ibi lidad,? mostrou que ao nivel de 5. %.

(54) 41. foram signific ativas as diferen~ as observad as entre. os. tratame ntos. de. A. signific ência. e C, de. 1. A e D. e. %. foram. só. A e E.. ao nivel. Jj. signific ativas. as. e E. resultad os excetuan do-se relatado s. o. do. por. apresen tados tratame nto D,. PARIGI- BINI. na. Tabela. concorda m. CHIERICATO. &. com. 10,. os. ( 1974). CARREGAL ( 1976), no sentido de que o aumento do teor de fibra. da. ra~âo. conduziu. a. uma. redu~âo. na. digestib ilidade da proteina bruta. Estes mesmos resultad os discorda m daquele s obtidos por PARIGI-B INI. &. um. da indústr ia do vinho,. subprod uto. fibra,. CHIERICATO (1980) que trabalha ndo com. encontra ram. um. como. signific ativo. aumento. digestib ilidade da proteina bruta (55,1 vs.. <. fonte. 0,01) quando da eleva~â o do teor de fibra. de. na. 73,3 % ;_P bruta. de.

(55) 42. Associando-se ainda,. de A.D.F.. niveis. (Tabela 3)7. os. proteína bruta (Tabela 10) com. da. digestibilidade. os resultados obtidos para a. presentes nas. ra~ôes. experimentais. notamos que o aumento do teor de. R.D.r. da. também levou a uma redu~lo na digestibilidade da. ra~lo. proteina. (exceto para o tratamento. D>.. Desta. forma,. os resultados obtidos concordam com os de PARIGI-BINI. ~. CHIERICATO (1980) mas, discordam dos obtidos por HOOVER &. HEITMANN. (1972). 7771. encontraram. diferen~as. na digestibilidade da proteina (75,5. significativas 3,7 vs.. que. ±. nlo. ±. 2,2 %) utilizando ra~ões contendo 14,73. e 29 40 % de A.D.F •• 7. Na Tabela 13 sJo apresentados os índices relativos de digestibilidade da proteina entre os tratamentos 7 os quais foram calculados de maneira semelhante~ orgênica.. matéria.

(56) 43. Tabela 13. Tratamentos. %. - Indices relativos de proteína bruta.. r.B.. digestibi lidade. na. da. Variaçâo do I.R. por unidade percentual de F.B.. raçlo. A. 7,165. 90,16792. 100,00. B. 9,630. 84,95205. 94,21. -2,35. e. 11,455. 82,44297. 91,43. -1,52. D. 13,960. 84,24306. 93,43. +0780. E. 15,780. 81,96970. 90,91. -1,38. ----------------------------------------~----------------------C.D.P.B. I.R.. =. Coeficien te de digestibi lidade médio proteina bruta. da. Indice relativo( %). Examinado. a. proporcio nalidade bruta. da. proteina,. (1976),. ra~•o nas. Tabela 13 verificam os que nlo. houve. entre. fibra. a eleva~lo do teor. e a varia~lo condi~ôes. na. deste. de. digestibi lidade trabalho.. da. CARREGAL. trabalhand o com 7,10 e 13 % de fibra bruta. na. raçlo, também, nlo obteve a referida proporcio nalidade..

(57) 44. Juntapondo-se da. os coeficientes de. digestibilidade. proteína obtidos com os apresentados pelos quando. semelhantes. mesmos. de fibra bruta. se utilizaram e/ou. A.D.F.,. de. autores níveis. observam-se. valores mais elevados para este trabalho. Assim, HOOVER &. HEITMANN (1972) trabalhando com 14,73 % de A.D.F.. na. ra~~o. nível este intermediário aos dos tratamentos A e. B,. encontraram. proteina,. 75,5. valor. '. um. 3,7 % de. inferior. referidos tratamentos. obtiveram. ±. digestibilidade. aqueles. PARIGI-BINI. observados. da nos. CHIERICATO (1974). &. coeficiente de digestibilidade de 78,9 %. para a proteina de uma raç~o com 11,0 % de fibra bruta, coeficiente inferior ao determinado no tratamento C. CARREGAL. (1976). digestibilidade. da. obteve 83,78 e 82,14 proteina. de. 7,0 e 10,0 % de fibra. inferiores. aos. encontrados. tratamentos. A. neste. PARIGI-BINI. &. para. a. contendo. respectivamente. e B.. %. do. bruta,. trabalho CHIERICATO. valores para. os. (1980).

(58) 45. d.:l. respectiva mente 10,3 , valori?s. também. prot~.;,ina 12,2. e. di?. (:ont,;;•ndo. 14,4 % de fibra.. slo inferiore s aos. verificad os. Tais nesti?. trabalho para os tratament os B, C e D.. Na. tabela 14 slo apresenta dos os coeficien tes. correla~l o. de. entre a digestibi lidade da proteina bruta e. os teores de fibra bruta.. - Coeficien tes de corri?la~l o para digestibi lidade da proteína bruta. F'ar'='s di:J•. Co•:?f i e i ~1•1rti:?s d•:? Corre J.atj;:âo. Var:iáV•:?is. C.D.P.B. -··--- ..... %. F'.B.. C.D .. P.B. ................ _ /~ N .. D.F. C.D.F'.B.. ---·- .."- ✓-.., A.D.F'.. C.D.P .. B. --··-···-. a. %. A.. D.L.. ·-. 0,8324 ns 0,8704 ns;. .... 0,8942. ~. (), 0:2:36 ns. Coeficien te de digestibi lidade da proteina bruta. *. Significa tivo ao nível de 5 % de probabilid ade.

(59) 46. Avaliando de. a Tabela 14 identificamos a. correla~ôes. negativas entre a. os. e. constituintes. •xi~ttncia. digestibilidade. fibrosos. das. ra~õea.. Notamos ainda que a digestibilidade da proteina mais correlacionada com o teor de A.D.r.. est~ com. a porcentagem de fibra bruta da. tendo. se. encontrado. ra~lo,. da. também do. que. inclusive. para a correla~lo com. o. A.D.F.. significência estatística ao nivel de 5 %.. BESEDINA. &. PEREL'DIK (1971) fornecendo. feno. de. trevo e capim rabo de rato suplementado com ervilhaca e aveia,. cortados. antes. após. e. o. florescimento,. alimenta~lo de coelhos em crescimento, coeficiente proteina. de. na. encontraram. um. correlaçlo entre a digestibilidade. da. • o conteódo de fibra bruta igual. a. - 0,91.. Este valor é superior ao apresentado na Tabela 14.. PARIGI-BINI subproduto alfafa,. na. da. &. CHIERICATO. indóstria. alimenta~âo. ( 1980). do vinho em de. coelhos. utilizando substitui~lo em. digestibilidade da proteina bruta~. ~. crescimento,. obtiveram os seguintes co~ficientes de correla~lo a. um. para. 0?901 com o teor.

(60) 47. de fibra bruta; - 0.893 com a% de A.D.F. e - Or913 com o. conteddo. entre. o. O coeficiente. teor de fibra bruta e. proteína. aquele. de lignina.. obtido. por. apresentado. correla~~o proteina. 14;. entre a% de A.D.F.. no. correla~âo proteina. na Tabela. presente. correlaçlo. digestibilidade. esses autores nâo. encontrado -pelos. observado. a. de. o. concorda. coeficiente. da. com. de. e a digestibilidade da. mesmos. trabalho;. é. semelhante. ao. o. coeficiente. de. entre a% de lignina e a digestibilidade da observado. por. tais autores. ~. superior. ao. apresentado na Tabela 14.. De acordo com o que foi que bruta. os. coeficientes. de digestibilidade. obtidos neste trabalho.. como fonte de fibrar. apresentado 7 da. utilizando-se o. foram superiores aos. proteina baga~o. encontrados. quando: da utiliza,;;:âo de fr::•no~:; como font~::- de fibra ' trabalhbs. de HOOVER & HEITMANN (1972)r. CHIERICATO (1974) e CARREGAL (1976).. PARIGI-BINI. nos &.

(61) 48. Nos para. trabalhos desses autores o feno foi empregado. elevar. o. Aivel. de. fibra. das. substitui çlo a alimentos concentra dos.. em Desta forma7. a. proteina passou a ser fornecida no volumoso7 juntamente com a fibra.. No presente trabalho elevou-se o nivel de. fibra. pela. sem. alterar-s e. utilizaçl o de teores crescente s de a. participa çlo. dos. baga~o. alimentos. concentra dos fornecedo res da proteina. Levando-s e que. a. menor. em conta estas. observa~õ es,. digestibi lidade da. proteina. quando do emprego do feno seja decorrent e da da. localizaç lo. considerá veis. da. mesma.. Ainda. que. julgamos verificada altera~lo. encontrad a. em. concentra ~ões no volumoso utilizado como. fonte de fibra (feno) a proteina 4 menos digestíve l que quando está presente no concentra do.. do.

(62) 49. 4.3. - Digestibilidade da fibra bruta. Os. coeficientes de digestibilidade da fibra bruta 15;. obtidos. slo apresentados na Tabela. a. respectiva. an~lise. de variência na Tabela 16 e o teste das médias. na Tabela 17.. 15 - Coeficientes de digestibilidade bruta. Tabela. da. fibra. T r a t. a m,;;,n t. <)S. Rep,;;, .... t i,;:fh:•S. A. B. e. D. E. 1. 16,79362. 16,06145. 5, 24~568. 15,83963. 3,00708. 2. 19,58889. 2!5, 295!:i7. 14, ::J2T7!5. 17, ::~4544. 17,33407. 3. 44,52411. 1{/.11'-44503. 29,54380. 23, 736;~::::. 17, 1328~':i. 4. 19,18714. 7, 9:3078. i:;;:, 121~56. 2:1., 3!5815. 11,93467. 5. 7,82104. 18,47:1.69. 12,57450. :1.1, 6091.!5. 16,62181. 6. 40 ,!53041. 11,07441. :1.6, 39!524. 37, 9!:i7:I.!;;:. 8,11!538. 24,74087. 1.6,04649. 1 !::i 7 ()~~-4 ""l 6. Médias. 12,3576!5.

(63) 50. Tabela 16. Causa s de varia~ lo. - Análi se de variân cia dos coefi ciente s diges tibili dade da fibra bruta .. G.L.. Tratam entos. 4. S.Q.. 604 75642 08 7. Resídu o. 25. 2149,4 34718 6. Total. 29. 2754.1 91139 4. Q.M.. Valor. r. de. Prob.. 151,18 91052 85,977 3887. Média Geral = 17v898 080 Coefi ciente de Varia~ lo - 51,807 %. Tabela 17 - Teste de Tukey para as.mé dias dos coefi ciente s de diges tibilid ade da fibra bruta . Tratam entos. Média s. 5 %. 1 %. A. 24,740 87. a. A. B. 16,046 49. a. A. e. 15,034 76. a. A. D. 21 7 31064. a. A. E. 12,357 65. a. A. Média s seguid as por letras distin tas difere m entre si nivel de signif icénc ia indica do. DMS 1 %. =. 19,495 02074 71847 5. ao. DMS 5 % - 15,741 12516 64161 7. >r.

(64) 51. Verificando de). decréscimo os. relativos. trabalhando. com. tratamento. contendo. ra~ões bruta. fibra. de. 13,0. ao. 7,0,. (1976) :1.0,0. a. ITl•::'SITta,. entre. a. celulose,. os. deste trabalho (exceto os do tratamento. D). a. Assumindo-s'=' digestibilidade. da. correla~lo fibra. bruta. existente e. da. com os de BESEDINA (1970b) que aumentando. concordam. de celulose e lignina das ra~ões,. conteddo diferentes. e. d,;;,. obteve para. resultados. ,;;,m. (excetuando-se. do encontrado por CARREGAL. discorda. resultado que. na digestibilidade da mesma. 0esultados. resultou. ra~ôes. nas. bruta. fibra. de. teor. aumento. a Tabela ~5 observamos que o. o. através de. decréscimo. na. de varitncia apresentada na Tabela. 16. propor~ões de feno,. obteve. digestibilidade da celulose.. A revelou. ~nJlise. que as diferen~as observadas nos. coeficientes. de. digestibilidade. da fibra. foram significativas ao nivel de 5 %.. valores. dos. bruta. nâo.

(65) 52. O. teste. das médias. dos. referid os. coefic ientes. apresen tado na Tabela 17 confirm ou este resulta do. Na Tabela 18 slo aprese ntados os índice s relativ os de digest ibilida de da fibra. os. quais. foram. bruta entre os tratam entos 7. calcula dos de. maneira. semelh ante. ~. matéri a orgâni ca.. Tabela 18. Trata-. %. mentos. -. Indice s relativ os de fibra bruta.. F.B. na raçlo. digest ibilida de. C.D.F. B.. I.R.. Varia~ ao do I.R. por unidad e percentua l de F.B.. A. 7,165. 24,740 87. 100,00. B. 9,630. 16,046 49. 64,86. -14,25. e. 11,455. 15,034 76. 60,77. -. D. 13,960. 21,310 64. 86,13. +10,12. E. 15,780. 12,357 65. 49,95. -19,88. C.D.F.B . I.R.. Coefic iente.d e digest ibilida de da bruta Indice relativ o(%). da. 2,24. fibra.

(66) 53. exame da Tabela 18 verificamos que nlo houve. Pelo. mesma,. condições. nas. resultados. na. e a varia~lo. ra~lo. da. bruta. a eleva~lo ·do teor. entre. proporcionalidade. deste. mesma.. fibra. digestibilidade. da. Avaliando. os. trabalho.. de CARREGAL (1976) sobre a. digestibilidade. da fibra bruta de ra~ões contendo 7,0, 10,0 da. de. 13 1 0 %. e. conclui-se que o autor também nlo obteve. a. referida proporcionalidade.. da. digestibilidade. os coeficientes de. Comparando-se. por. fibra bruta obtidos com os relatados. ( 197 6) 7. valores. observam-se ,:11.1to1·. r •:.~·f '='ri do. digestibilidade. da. fibra. % para ra~ões contendo 7,0,. fibra. bruta,. o. ct:)1::•f ici•::•nt,;;,s. bruta de. 24,35. niveis. Assim,. distintos.. •::•ncontrou. CARREGAL. 20,25 10,0. respectivamente. e. 13,0 % de. similares. aos. tratamentos A e B e intermediário aos tratamentos C e D d~1•sttE' trabalho. Visando-se entre. a. lignina,. a determina~lo do grau. digestibilidade. de. da fibra bruta e o. associa~lo teor. calculou-se o coeficiente de correla~lo duair,. Vi:H'. i á V•:• :i. S". Obtev,;;,·-·s,1:•. altamente negativa<- 0,8181).. uma. de para.

(67) 54. Pelo. exposto.. resultado s bruta. obtidos. neste. possivel. verificam os para a. digestibi lidade. destes desencont ros é. fonte de fibra utilizada . empregou- se. utilizou- se. disparidad e. trabalho e nos dos autores. causa. trabalho. uma. do. feno de. Assim, o. fibra. citados. a. Uma. natureza. da. enquanto no presente. baga~o, alfafa.. da. nos. CARREGAL Porém,. (1976). nlo. podemos. deixar de considera r a possibilid ade de que o método de análise ter. empregado para a determina ~lo da. também. apontado. por. utilizado fra~lo. influencia do os resultado s. VAN. SOEST (1964),. o. fibra Como. método. bruta j~. comumente. permite a passagem de alguns component es. fibrosa. dos alimentos para os. foi. extrativo s. da nlo. nitrogena dos e portanto, neste caso, os coeficien tes de digestibi lidade irreais.. observado s poderiam. ser. considerad os. :i.

(68) 55. 4.4. - Digestibilidade da fibra em detergente neutro <N.D.F.>. indisponibilidade. a. Devido comparativos. sobre. ra~ôes. coelhos. para. a. digestibilidade em crescimento. limitamo-nos. revisada7. no. resultados. de. N.D.F.. da na. presente. de. bibliografia trabalho. a. Tabela 19 slo apresentados os coeficientes. de. apresentar os resultados observados. Na. digestibilidade da N.D.F. obtidos; a respectiva análise de. variência. na. Tabela 20 e o teste. das. médias. na. Tabela 21. Pela an~lise de variância apresentada na Tabela 20 verifica-se. que. as diferen~as observadas nos. dos coeficientes de digestibilidade da N.D.F. tratamentos dos. apresentado foram. coeficientes. entre os. O teste das. foram significativas.. referidos. valores. de. médias. digestibilidade. na Tabela 21 mostrou que ao nível de. 5. %. significativas as diferen~as observadas entre os. tratamentos A e D, A e E, B e C, B e D. e. B e E; já ao. nível de 1 % só foi significativa a diferen~a observada entre os tratamentos B e D..

(69) 56. Tabela. 19 -_Coeficient es de digestibilida de da. N.D.r.. Tr a t. a m,;;,n to~;; l~~~P e·-. t i,;:Õ•:''f:i-. c. FI. D. 1. 36, ~::i-41 ::i 1. 45, U.106. 2178585;j. 25,51;317. 24,09234. .::.. .-,. 37, 346~58. 46,00924. 28 5~:870. 2:1.,94739. 30 ;:;~7941. ~::,.,. !55 774973. 43 ,82!514. 41746!527. 30, 7::i737. :32,31106. 4. 3.4, 07465. 40,73827. 29,..42379. 26,23088. 31,48944. ~=-. 30,.26302. 4 7,. 2!:i!598. 28,.94047. 17,32273. 31,17~~86. 6. 54,56431. 41.,88629. 37,88484. 41, 7!:,951. 25,36867. 44,13766. 31,35027. 27' ,25!"518. 29,11896. Tabela 20. Causas de var ia,;;:lo Tratam•E•ntos. Residuo Total. 7. 7. - FlnAlise de varitncia dos coeficientes digestibilida de da N.D.F. G.L,.. Valor·. 4. 1392, 34:;;:9:;;~43. 348, OB57:3 :1. l. 25. 1294,6781419. ~::il, 787:1.257. 2687,0210662. Média Geral= 34,657080 Coeficiente de Varia~lo - 20,764 %. de. r 0,00:1.07.

(70) 57. Tabela 21 - Teste de Tukey para as médias dos de dige~t ibilida de da N.D.F.. Tratam entos. coefic ientes. Médias. 5 %. 1 %. A. 41,4233 0. ab. AB. B. 44,1376 6. a. A. e. 31,3502 7. bc. AB. D. 27,2551 8. e. B. E. 29,1189 6. e. AB. Médias seguid as por letras distin tas diferem entre si nivel de signifi cência indicad o.. DMS 1. %. =. 15,1301 239490 509. Com. o. intuito. DMS 5 % - 12,2167 182048 1618. de. SP. deterID inar. associ açlo entre a digest ibilida de da de para. lignina ,. calculo u-se. estas duas variáv eis;. negativ a (- 0,5145 ).. ao. o. o. N.D.r.. grau e o. de teor. coefic iente de. correla ~lo. obteve -se. correla ~âo. uma.

(71) 58. 4.5. - Digestibilidade da fibra em detergente jcido <A.D.F.). Os. coeficientes. de. digestibilidade. da. A.D.F.. respectiva. obtidos. slo apresentados na Tabela. análise. de variência na Tabela 23 e o teste das médias. a. na Tabela 24.. Tabela. 22 - Coeficientes de digesiibilidade da A.D.F.. Tratamentos Repetições. A. B. e. D. E. 1. 34197754. 29,87590. 14,84992. 25,37714. 5,62009. ~. ~. 34,77994. 29,85821. 25,51693. 19,48416. 13,85874. 3. 55,85279. 29,75746. 35,89384. 23,31686. 12,98109. 4. 32,31997. (~24,64367 ,·,. 25,55168. 23,84869. 16,61040. J. ~. 32,25237. 34,98885. 25147358. 11,18789. 14,50598. 6. 52,41702. 27,70511. 27,43205. 38,11726. 3,64557. Médias 40,43328. 29,47154. 25,78634. 23,55534. 11,20365.

(72) 59. Tabela 23. -. Anélise de variânc ia dos digestib ilidade da A.D.F.. 1.•.:I,. Cau~;;,H, d,,:V,:H". coeficie ntes. de. ValcH" F'. Pr<3b,.. 1 li. •- 11. ia,,:~o. • - • - - - • - • - • - - - - • • - ..- - - - · - - • • - • - • - • - - - - "...... __ ........ - •.. ••..••-••----•-•..•••••••--u•--•--o. Tratam,,• ntos. 4. 2671,707 1410. 667, 9267f:3!52. 1-:i:?siduo. 25. :1.381,502 09:1.9. ::i!:i , 2600837. Total. 29. 40~:i3 7 2092329. a•-••--•-•-.. •-•--•-.. .,............. _ ........ - • - • • - • - - - -. 0,00006. Média Geral= 26,09002 0. Coeficie nte de Varia~•o. =. 28,493 %. Tabela 24 - Teste de Tukey para as médias dos de digestib ilidade da A.D.F. Médias. ~=i. %. coeficie ntes. 1 %. A. 40.,43328. a. A. B. :'29, 4 7 :1. ~34. ab. FlB. e. 2~::i, 78634. b. l). 23., 5!::i!:i34. b,::. BC. I::. 11., 2036::i. ,:. e. Médias. ABC. seguida s por letras distinta s diferem entre si. nivel de signific ência indicado .. DMS 1 %. =. 15,62922 0271110 53. DMS 5 % -. > F'. ao. 12,61971 0218906 4.

(73) 60i. Ftss;o,::: ia n d<:>-·s,;;,. resultados. digestibilidade da A.D.F. rul~ma. ( Tabela. obtidos. ~~~~. presentes nas ra~ões experimentais. uma. redu~lo. r•=-su ltado ( 1972). na. a. ) com os; n :l'. v,;;, :i. s da. notamos que o aumento do teor de A.D.F. a. para. (Tabela. 3) 7. da r a i;:~o levou. digestibilidade desta fra~lo. Este. dis 1:::ord-i~ do ,;;,ncontrado por l·-IDOVI:1::: ê. l·U.::rrMRNN. que. trabalhando com ra~ões. 29,40. de. contendo. e. 14 73 7. ct1,;;,f ii::i,;;,ntes. obtivi:•ram. digestibilidade da A.D.F. similares (34r3 vs. 34,0 Z>. A. análise. revelou. de variência apresentada na Tabela. que as diferen~as observadas nos de. digestibilidade O. teste. coeficientes. apresentado. n ive 1. %. d,;;,. 5. foram. das. da. médias. valores A.D.f'.,. dos. 23. dos foram. referidos. na Tabela 24 indicou que. si •3n i fica tivas. a ,-,:,. observadasT entre os tratamentos A e C, A e DT A e E C. e E.. ao. Já ao nível de 1 % só foram significativas. e. as. diferen~as observadas entre os tratamentos A e Dr A e E.

(74) 6:L. A a. fim de se determina r o grau de associa~lo entre. digestibi lidade. da.. A.D.F.. e o. teor. de. ligninaT. calculou- se o coeficien te de correla~l o para estas duas varijveis ;. Na médias. obteve-se uma correla~l o altamente negativa. tabela. 25. slo. diárias de A.D.F.. apresenta das digerido.. as. quantidad es. Examinand o. esses. resultado s notamos que os valores obtidos para o niveis testados. slo bem próximos (excetuan do-se os. resultado. do tratament o E>.. Tabela 25 - Quantidad es ~fdias diárias de A.D.F. digerido. A. D" f'. di•3•E•r ido ( •,;,ram,:1s) A. 3,7!:H~-:i. B. 3, 862~:i. e. 3, ~:i869. D. 4,219~::. E. :;;!,4167. (.

(75) ~ 6 .:..,. Os resultados apresentados na Tabela 25 dos. encontrados. por. HOOVER. &. 'HEITMANN. com 14.73 e 29?40 % de A.D.r.. trabalhando. discordam,. (1972). que. na ra~lo de. coelhos em crescimento verificaram uma maior quantidade de A.D.F. que. os. digerido no tratamento com 29.4 %. resultados. decorrentes. da. obtidos por. esses. amplitude da varia~âo. Supõe-s~. autores dos. sejam. niveis. de. verificamos. a. A.D.F. empregados. Nas. condi~ões. deste limite. digestlo. da. A.D.F.. por. trabalho na. capacidade. coelhos. em. di~ria. crescimento.. redu~lo verificada na digestibilidade da A.D.F. .da. eleva~lo. do. teor da mesma nas ra~ões. associada ao referido limite.. de. deve. A. quando. estar.

(76) 63. 5. CONCLUSOES. Nas. condiçôes. deste. trabalho,. seguintes conclusões:. 1). O. baga~o. de cana de a~ócar. comportou-se. de. maneira semelhante a outras fontes de fibra no que. diz respeito~ digestibilidade da. matéria. orgânica.. 2). A. utiliza~go. do baga~o como fonte. proporcionou. niveis. digestibilidade observados. na. da. mais. elevados. proteina. literatura,. do. fibra. de. para que. com o emprego. a os. de. fenos como fonte de fibra. 3). Os coeficientes de digestibilidade da. orgânica. e. da. proteína. mostraram-se. matéria mais. correlacionados com a% de A.D.F. do que com o teor de fibra bruta..

(77) 64 4). Em. relaçlo a digestibilida de da fibra. observando-s e literatura. os resultados obtidos tanto. como neste. trabalho. diferenças. diferen~as. bruta?. slo do. na. verificam-se. Provavalment e. irreais. surgem. método. utilizado. tais. na. determinaçlo da fibra bruta.. 5). A redu~~o na digestibilida de da A.D.f. da. elevaçlo. estar. quando. do nível da mesma na ra~lo. deve. associada a ocorrOncia de um limite. na. capacidade diiria de digestlo da A.D.F.. 6). De. modo. utiliza~lo. geralr. o nivel. do baga~Dr. mais. favorável. no que diz respeito. digestibilida de da matéria orgênicar bruta e A.D.F. foi o de 16 %.. de a.

(78) 65. REFER~NCIAS BIBLIOGRAFICAS. A.O.A.e.. 0fficia). methods. Washington,. Qf. analrsis.. Association. of. 111. ed.. 0fficial. Agricultural Chemists, 1980. 1015 P.. AUXILIA,. M.T.. Sotto. produtte nell'alimentazione. dei. conigli. Conislicoltura, 18 (4): 15 - 19, 1981.. BALDISSERR, C.N. Critical boundaries of rabbits rations nutrients.. CUNICULTURA,. ln:. II,. CONGRESSO. Slo. Paulo,. Paulo, USP, 1982. P. 35 - 52.. LATINO-AMERICANO. 1982.. Bn!i! ■. DE. Slo.

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Referências

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