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TÍTULO: PRECOCIDADE DE EMISSÃO RAIZ PRIMÁRIA NA AVALIAÇÃO DO VIGOR DE SEMENTES DE MILHO

TÍTULO:

CATEGORIA: CONCLUÍDO

CATEGORIA:

ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA

ÁREA:

SUBÁREA: CIÊNCIAS AGRÁRIAS

SUBÁREA:

INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE RONDONÓPOLIS

INSTITUIÇÃO:

AUTOR(ES): IRINEU PITON FILHO

AUTOR(ES):

ORIENTADOR(ES): MARCOS PIRES DE ALMEIDA

ORIENTADOR(ES):

COLABORADOR(ES): GUILHERME AUGUSTO NERIS BORGES, RIANE GABRIEL DA SILVA, SUEMAR ALEXANDRE GOLÇALVES AVELAR

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PRECOCIDADE DE EMISSÃO RAIZ PRIMÁRIA NA AVALIAÇÃO DO VIGOR DE SEMENTES DE MILHO

RESUMO

O milho (Zea mays L.) é uma das culturas de maior importância econômica nacional apresentando extensas áreas cultivadas no Brasil. Devido à importância das sementes como meio de propagação da espécie, o uso de lotes de sementes que apresentam elevado padrão de qualidade é uma das estratégias para se garantir um estande adequado da lavoura e alto potencial produtivo. Desta forma, o uso de testes de vigor pela indústria de sementes é indispensável na avaliação da qualidade de lotes de sementes antes de disponibiliza-los aos agricultores. Portanto, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência do teste precocidade da emissão de raiz primária para avaliação do vigor em sementes de milho. O experimento foi realizado no LAS - Laboratório de Análise de Sementes da APROSMAT - Rondonópolis/MT. Para isto 5 lotes de sementes de milho da cultivar Soma Vip, foram submetidos, aos seguintes testes: Germinação papel, Germinação em canteiro com contagens ao 5º, 7º e 14º após a semeadura , teste de frio, e precocidade emissão da raiz primária. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, sendo cinco lotes com quatro repetições. As médias foram submetidas ao teste de F (5%) e quando significativas foram comparadas ao teste de Tukey a 5% de probabilidade e análise de correlação. Concluiu-se que o teste de precocidade de emissão raiz primária foi eficiente para avaliação do vigor de sementes de milho.

Palavras-Chave: Zea mays( L,); qualidade sementes; potencial fisiológico

INTRODUÇÃO

A cultura do milho (Zea mayz L.) tem posição de destaque na agricultura brasileira. É a mais frequente nas propriedades rurais e tem alto valor de produção, sendo, ao mesmo tempo, importante fonte de renda para os

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agricultores e destacado insumo (matéria-prima) para os criadores de aves, suínos, bovinos e outros animais. (EMBRAPA, 2011).

Além de ser uma cultura muito utilizada a produção de Milho aumenta a cada safra com total de 78.59 milhões de toneladas, valores estes conseguidos na safra 2014/2015. Este crescimento da produção e o aumento da capacidade competitiva do milho brasileiro estão associados a diversos fatores desde no campo em uma boa regulagem de máquinas, bom preparo de solo, semeadura no momento correto, controle de pragas e doenças, colheita, transporte, beneficiamento, armazenamento no momento certo, além da utilização de sementes de alta qualidade. (CONAB, 2014).

O uso de sementes de alta qualidade é um dos fatores mais importantes no para obter elevadas produtividades, pois possibilita uma emergência de plântulas rápida e uniforme e consequente um bom estande com adequada população de plantas e consequentemente obtendo boas produtividades. Sementes de milho de alto vigor apresentaram maior porcentagem e índice de velocidade de emergência de plântulas em campo bem como maior taxa de crescimento da cultura quando comparadas as sementes de baixo vigor (LUDWIG et al., 2009). Porém para se obter sementes de alta qualidade, é imprescindível, que o controle de qualidade ateste o seu potencial fisiológico, o que leva a necessidade de metodologias e testes de vigor com sensibilidade suficiente para estimar com precisão a qualidade dos lotes de sementes além de agilidade na obtenção de resultados. (KRZYZANOWSKI e FRANÇA NETO, 1991).

Diversos testes de vigor são utilizados, procurando correlacionar, com precisão, o comportamento de lotes de sementes em laboratório e no campo. Dentre esses, destaca-se para o milho teste de frio (CICERO e VIEIRA, 1994), o de primeira contagem e o teste de emissão da raiz primária (MARTINS et al., 2006; MARTINELLI-SENEME et al., 2004). Na literatura, estes testes têm se mostrado eficientes em separar os lotes em distintos níveis de vigor e demonstrar resultados correlacionados aos dados de emergência em campo.

A utilização de apenas um teste, para estimar a qualidade fisiológica dos lotes de sementes, não deve ser generalizada, devendo-se utilizar mais de um

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teste de vigor, para ajudar na estimativa do comportamento dos lotes de sementes de milho após a semeadura, pois apenas um teste de laboratório que seja hábil para dar uma indicação confiável de todas essas qualidades é difícil de ser elaborado (MACHADO et.al, 2012.; MARCOS FILHO.,2005).

Dentre os diversos testes de vigor, o teste de precocidade de emissão da raiz primária se destaca por ser rápido, de fácil execução e utilizar equipamentos básicos e comum em laboratório de sementes, características necessárias de um bom teste de vigor: . (TOLEDO et al.,1999).

Apesar de ser um teste pouco estudado se tornou promissor para detectar diferenças no vigor de lotes de sementes de milho e se mostrou interessante em estimar a quantidade de sementes que emitem a raiz primária á velocidade do processo de germinação (TOLEDO et al., 1999). Constatou-se que diferenças no vigor entre lotes de sementes de milho resultam de períodos de atraso, entre o inicio da embebição e a precocidade da raiz primária (Matthews e Khajeh-Hosseini, 2007).

Portanto, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a eficiência do teste precocidade da emissão de raiz primária para avaliação do vigor em sementes de milho.

Objetivos

Objetivo Geral:

Precocidade de emissão da raiz primária na avaliação do vigor em sementes de milho.

Objetivos específicos:

Avaliar a precocidade de emissão da raiz primária no período de 72 horas após a instalação do teste.

Contabilizar a quantidade de sementes no qual emitirão a raiz primária. Avaliar a eficiência dos testes na avaliação da qualidade de sementes.

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3. METODOLOGIA

O presente trabalho foi realizado no Laboratório de Análise de Sementes da Associação de Produtores de Sementes de Mato Grosso – APROSMAT, Rondonópolis - MT, durante o período do mês de agosto. Foram utilizados cinco lotes de sementes de milho do híbrido, Somma Vip, categoria S1, produzidas na região de Campo Verde no ano agrícola safra 2014.

Após a chegada ao laboratório, as amostras de um quilograma foram homogeneizada e dividida sucessivamente até ser obtida a amostra de trabalho referente a cada repetição.

Após a homogeneização, as sementes foram submetidas aos testes de germinação, emergência em canteiro, teste de frio sem solo e a precocidade da emissão da raiz primária, conforme descritos a seguir:

Teste padrão de germinação: Para o teste de germinação foi utilizado quatro subamostras de 50 sementes por repetição, sendo estas semeadas em rolo de papel germitest umedecido com volume de água equivalente a 2,5 vezes o seu peso e levadas a germinador onde foram mantidas a temperatura de 25°C (BRASIL, 2009). A avaliação foi realizada ao 5° dia após a semeadura sendo os resultados expressos em porcentagem plântulas normais.

Emergência em canteiro: Foi realizado mediante a semeadura de quatro subamostras de 50 sementes em sulcos de 1m de comprimento, com 2,0 cm de profundidade e distanciadas de 45 cm entre linhas, e estas sendo irrigadas conforme necessário. A avaliação foi realizada com a contagem das plântulas normais emergidas nos períodos de 3°, 5° e 14° dias após a semeadura, e os resultados expressos em porcentagem (NAKAGAWA, 1994).

Teste de frio sem solo: Foi conduzido de acordo com critérios estabelecidos por Cícero & Vieira (1994), com a semeadura quatro subamostras de 50 sementes por repetição, em rolos de papel germitest umedecido com uma quantidade de água destilada equivalente a 2,5 vezes o peso do papel. Após a semeadura, os rolos foram colocados no interior de sacos de plástico, levados e mantidos em câmara de germinação regulada a temperatura de 10ºC, onde permaneceram durante um período de sete dias. Após este período, os rolos

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foram retirados dos sacos plásticos e transferidos para um germinador à temperatura de 25ºC, onde permaneceram por um período quatro dias e após realizado a contagem com os resultados expressos em porcentagem plântulas normais (Brasil, 2009).

Precocidade da emissão da raiz primária (PER): Para condução deste teste foram utilizados quatro subamostras de 50 sementes, distribuídas em folhas de papel germitest, e umedecidas com quantidade de água equivalente a 2,5 vezes o peso do papel e mantidas em germinadores regulados a temperatura de 25ºC. No período de 72 horas após a instalação do teste foram contabilizados o número de plântulas que emitiram a raiz primária com tamanho de no mínimo 2 mm de comprimento. Maguire (1962).

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado (DIC), com cinco lotes e quatro repetições. Os dados foram submetidos a análise de variância utilizando o software estatístico WINSTAT e quando significativo as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e análise de correção.

DESENVOLVIMENTO

O experimento foi realizado inicialmente, nos mesês de agosto quando foram coletadas dez amostras simples, para então formar um quilograma da amostra composta de sementes de milho, após estas terem passados pelo processo de beneficiamento de sementes.

Após a coleta das amostras estas foram acondicionadas em caixa de isopor e encaminhadas ao Laboratório de análise sementes da Associação dos Produtores de Semente de Mato Grosso - Aprosmat. Inicialmente foram feitos o processo de homogeneização das amostras onde foi realizada em um homogeneizador mecânico tipo GAMET, passando as sementes duas vezes pelo homogeneizador (BRASIL, 2009) e após isso, foram coletadas parte das amostras separando as repetições, referentes ao material coletado nos recipientes em uma das descargas do homogeneizador.

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Em seguida as amostras foram submetidas aos teste de germinação, precocidade emissão raiz primária, emergência em canteiro e teste de frio. Inicialmente para o testes de germinação em papel , precocidade de emissão raiz primária e teste de frio, foi realizado o umedecimento do papel germitest conforme prescrito na RAS- Regra de Análise de Sementes, para então realizar a semeadura das amostras.

Após a semeadura das amostras estas foram levadas para germinadores do tipo BOD, com temperatura regulada a 25º. Porém para o teste de emergência em canteiro o solo foi preparado e umedecidos para então realizar a semeadura. Em cada um dos testes foram utilizados quatro subamostras de 50 sementes com quatro repetições. Os testes foram montados no mesmo período/dia para que os mesmos pudessem ser colocados nos mesmos germinadores, sob as mesmas condições de temperatura, umidade, e fazendo com que estes sejam avaliados no mesmo dia. Porém para o teste de frio a semeadura foi realizada sete dias antes da instalação dos demais testes e levados a câmara de germinação com temperatura regulada a 10°. Após o término do período os lotes foram transferidos aos germinadores tipo BOD permanecendo por um período de cinco dias. Em cada um dos testes foi realizado a contagem de plântulas, obtendo a porcentagem dos resultados para cada lote, e então submetidos ao programa estatístico, para análise dos dados.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os lotes apresentaram diferença quanto a germinação e o vigor avaliado pelos testes de precocidade de emissão da raiz primária, teste de frio e emergência em canteiro (Tabela 1).

É possível observar que os lotes 2 e 4 apresentaram as maiores porcentagem de germinação, 88% e 86% respectivamente (Tabela 1), valores considerados dentro do padrão mínimo aceitável para comercialização de sementes de milho no Brasil (BRASIL,2009 . Da mesma forma estes lotes também apresentaram maior vigor avaliado pelos teste de precocidade de emissão da raiz primária e

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no teste de emergência em canteiro aos 5, 7 e 14 dias (Tabela 1). Por outro lado o teste de frio apresentou uma maior estratificação dos lotes, apresentado o lote 2 como o lote mais vigoroso seguido pelo lote 4.

TABELA 1. Testes Germinação (G), Precocidade emissão raiz primária (PER - 72 Horas), Teste de Frio (TF), Emergência em Canteiro (EC) expresso em percentagem, na avaliação de cinco lotes de sementes milho.

Lotes Germinação PER (72 h) Teste Frio 1º Contagem

(EC) 2º Contagem (EC) 3º Contagem (EC) 1 53 bc 48 b 13 c 26 b 31 b 39 b 2 87 a 88 a 56 a 74 a 76 a 79 a 3 45 c 48 b 9 cd 22 b 23 b 27 b 4 86 a 83 a 49 b 67 a 70 a 76 a 5 56 b 47 b 8 d 29 b 33 b 37 b CV (%) 5,9 13,7 8,4 15,5 17,57 15,2 Média 66 63 27 44 46 51

Médias seguidas pela mesma letra na coluna não diferem entre si pelo Teste de Tukey em nível de probabilidade de 5%.

Os lotes 1, 3 e 5 estes obtiveram valores abaixo dos padrões estabelecidos para comercialização de sementes. Nota-se que no teste de germinação houve uma tendência em separar os lotes em três níveis distintos de qualidade, apresentando o lote 3 como o de qualidade inferior. Esses lotes já seria lotes considerados fora do padrão de comercialização.

O teste de germinação é indispensável para a avaliação de lotes destinados à comercialização, mas deixa a desejar em muitos casos, porque seus resultados nem sempre se relacionam positivamente com os da emergência das plântulas no campo. (Marcos Filho, 2005). O mesmo pode ser observado para todos os lotes avaliados que o teste de germinação obteve a maior porcentagem de plântulas normais média 66% do que o teste de emergência de plântulas em campo após semeadura com média 44% na primeira contagem de emergência em canteiro, 46% na segunda contagem e 51% na 3° contagem.

Com relação a avaliação da precocidade de emissão da raiz primária (Tabela 1) verificou-se que o teste permitiu a separação de lotes em dois níveis distintos de vigor sendo o lote 2 com 88% e o lote 4 com 83%, valores estes acima dos critérios estabelecidos para a comercialização de sementes de milho

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de categoria S2 de 75 %.( BRASIL, 2009). Porém os demais lotes apresentaram resultados semelhantes sendo os lotes 1 com 48%, lote 3 com 48%, e lote 5 com 47% classificando-os com a mesma qualidade.

Em trabalhos realizados por Alvarenga (2009) trabalhando com sementes de milho super doce utilizando como critério a precocidade emissão raiz primária com tamanho de no mínimo 2mm de comprimento, também permitiu diferenciar lotes quanto ao vigor. De acordo com Toledo et al. (1999) o teste de precocidade emissão raiz primária detectou diferenças entre lotes de sementes de milho, sob as quais o teste apontam avaliar o vigor de sementes, quando esta possui diferenças na qualidade fisiológica.

Porém resultados consistentes foram encontrados utilizando os mesmos critérios do teste de precocidade emissão raiz primária em sementes outras culturas,. De acordo com Wrasse (2006) em pesquisas conduzidas com sementes arroz, obteve resultados promissores avaliando a precocidade de emissão raiz primária, na busca da avaliação do potencial fisiológico das sementes, onde este foi possível separar lotes em função da sua qualidade. Entretanto em trabalhos realizados por Machado et al. (2012) utilizando o teste de precocidade emissão raiz primária sobre papel, este se tornou eficiente na avaliação do vigor de sementes de Milheto.

É possível observar, que o teste de precocidade de emissão raiz primária ranqueou os lotes de forma semelhante aos resultados obtidos no teste de emergência em canteiro, enquanto o teste de frio, subestimou o desempenho para o lote 4 (Tabela 1). Na 1° contagem de germinação, ou seja, 3 dias após a semeadura em canteiro os lotes 2 e 4 foram considerados lotes de melhor qualidade porém abaixo dos padrões estabelecidos de 75%. Já no teste de 2° contagem de germinação com cinco dias após a semeadura foi possível classificar os mesmos lotes, sendo o lote 2 com 76%, acima do ideal considerado, e os demais lotes 1,3,4,5 abaixo do ideal considerado como sementes.

Entretanto para o teste da 3° contagem de germinação em canteiro, com quatorze dias após a semeadura foi possível classificar os mesmos lotes obtidos no teste de precocidade de emissão raiz primária sendo os lotes 2 com

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79% e o lote 4 com 76% sendo os demais lotes 1, 3, 5 abaixo do ideal. MATTHEWS, S e KHAJEH-HOSSEINI, M (2006) verificaram as mesmas associações entre a emissão da raiz primária ( quando as plântulas apresentaram raiz primária com , no mínimo 2mm de comprimento) em relação a de emergência de plântulas em campo, sendo os lotes de sementes de milho que emitiram raiz primária mais rapidamente, também apresentaram emergência mais rápida de plântulas.

Analisando o teste de frio (Tabela 1) este apresentou uma melhor tendência na separação de lotes em diferentes níveis de qualidade fisiológica comparado com os demais testes, permitindo diferenciar os lotes em quatro níveis de qualidade . O lote 2 com 56,25% foi considerado o melhor lote, diferindo estatisticamente dos demais, e sendo este lote classificado semelhante aos demais testes, enquanto os lotes 1, 3, 4, 5 foram agrupados em um nível de qualidade inferior, tendo o lote 5 como o de pior qualidade. De acordo com Cicero e Vieira, (1994) o Teste de Frio é recomendado para diversas gramíneas, no qual avalia o vigor das sementes, considerando que sementes mais vigorosas resistem as condições desfavoráveis, além de o teste de frio ser considerado pela Internacional Seed Testing Association (ISTA, 1981) e Association of Official Seed Analysts (AOSA,1983) como um dos mais importantes na avaliação da qualidade de sementes de milho.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O teste de precocidade emissão de raiz primária após 72 horas e o teste de frio, foi eficiente na classificação de distintos níveis de vigor dos lotes de sementes de milho.

FONTES CONSULTADAS

ALVARENGA, R, O. Teste para avaliação do vigor de sementes de milho super doce. 2009. 72p. Dissertação ( Mestrado em Fitotecnia) – Escola Superior de Agricultura “ Luiz de Queiroz” Piracicaba 2009. Disponível em:

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http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101312220120003001 7 Acesso em: 06 ago. 2015.

BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para Análise de Sementes. Brasília, 2009. 365p.

CÍCERO, S.M. & VIEIRA, R.D. Teste de frio. In: VIEIRA, R.D. &CARVALHO, N.M. Testes de vigor em sementes. Jaboticabal:FUNEP, 1994. p.151-164. CONAB COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO. Oitavo levantamento de Grãos Safra 2014/2015. Brasília, 2014. 28 p. Disponível em: <http://www.conab.gov.br/OlalaCMS/uploads/arquivos/14_05_08_10_11_00_bo letim_graos_maio_2015.pdf >. Acesso em: 02 jun: 2015

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TOLEDO, F.F. et al. Vigor de sementes de milho (Zea mays L.) avaliado pela precocidade de emissão primária. Scientia Agrícola, v.56, n.1, p.191-196,1999.

KRZYZANOWSKI, F.C. & FRANÇA NETO, J.B. Testes de vigor em sementes. In: ENCONTRO SOBRE AVANÇOS EM TECNOLOGIA DE SEMENTES, 1991, Pelotas. Anais... Pelotas: FAEM-UFPel, 1991. p.97-103.

Referências

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