m
r«f I ÄVxi-reunião ministerial-'
Diversos . setores onde agirá
-* 4
M O , I ^Ic-i-iiiicmil) — Os dados dos entendimentos ha-vii'o-i na i'.'i'r.iäo mi:v\u-rial não foram, nié agora, conse-fiiidi.s, ;îiiH-ndo-Le i-penas que a situação cconomica e n/iKviri cia iu<;âo Coi cM-muiada detidamente e que foi fi-x liIm mua noima du açût capaz de atenuar os lamcntaveis .-r.-ilu.s d.i elevação continuada que os preços das
ütilida-vêm í o t n n d o . ' , i|Uf*j» Fim replicada uma analise- dos fenomenos peculiares
crt*'csliii de vicia no pair, e o ponto das responsabilidade^, ru* peu agravi intnto, sendo organizada uma série de meõi-• cujo aspecto jurídicos serão objetos de exame do -^r.
"í \il Fernandes, ministro do Exterior. D a mesma forma, •. -Vi'.àaràm os ministros ab possibilidades do v
desenvolvi-í« ) to ..imediato da nossa produção de generös alimentícios quantitativos apresentam-se modestos diante das ssidádès do pais, sendo verificadas também as
defici-^ c i . i s que se ecentuam no domínio do crédito e no
trans-- • V • ri/ri.?, è bom assim os meio* que poderão ser usados no
'.tido de ampliar e consolidar as nossas fontes
produti-• . Especial* lente, no que diz respeito ao comêate ao • 1 N.'
A
negro/ : a e^eeiusçao e a* outros atentados áeco-popuiar, poderemos a d i a n t a r que as providencias a
encmrníiadas serão de carater drástico, admitindo-se
; •• .o provável
rlllltX
a
t acioçaoi satlshv.oria. bnixa dos preços a partir da
SP
$ S B S ? È G T Í V A S DAS PHO-_ÍUÕ," X (Meridional) —
Se-gundo estamos informados, Ba reunião de ontem, no $áJáeiò' "Rio Negro", o
gene-ÍDutra deu conhecimento
Jffiâ; vèz com a exploração q ü i impérà em todo o pais. f i r m o u , por investigações
as altas dos pre-dáâ mercadorias de pri-M i í r a necessidade e' utilida-' tlis g e r ^ i ^ tinnham por
ori-fundamentalmente; o e f p i r i b dè ganancia. Em
se-ettãbeleceram-se ' de-íf&tiâ ®ntr^ o chefe do
gover-no e os secretários de estado, ^ ^ ^ t é t d õ .. sido em - conclusão
rigorosas medi-d a s para combater com ab-soluta severidade os
explora-dores do povo. Muitas das referidas medidas afim de
que n i o sejam prejudicadas m i dHigencÍaq que se estão' realizando, não podem ser
â publicidade'. Entre-podeihos assegurar as providencias si-do goVerno, estabele-o prestabele-oblema dá fisca-• adotando todos os materiais, devendo os funcionários utilizados na-quele orgâo serem de
confi-imediata do proprio f f ú k n t e d a Republica. Isto
f ® o v e r n o iniciará também rigorosa politica de com âplicação de pu-iá; drásticas aos irifrato-
presi-nou sejam tomadas medidas
eficientes de modo a facili-tar aos produtores o aumen-to da produção de generos
inclusive dando-lhes absolu-ta prioridade nos transportes è redução de fretes, e, quan-do fôr o caso, subvenciona• m m ^ Ê m . a s linlias l é
-rais das decisões**"de ontem, tomadas na reunião ministe-rial.' Podemos adiantar que todas as medidas combinadas
terão , aplicação "efti todo o
Brasil.
ja
S Ä
«
A Associação Co=
mercial de Natal di=
ge-se a altos poderes
da Republica
O sr. Manuel Gurgel do A-matrkl, Presidente dia Asso-ciação Comercial .do jffatal, transmitiu ha poucos dias o seguinte telegrama aos Srs. Presidente da Republica Fre sidente do Tribunal Eleito-ral Superior, "Ministro da
Guerra, Ministro da Justiça, e Presidente da Associação Brasileira de Imprensa e Pre
sidente da Associação Co-mercial do Rio de Janeiro:
— "A Associação Comercial de Natal, legitima represen tante das classes conserva-doras do Estado, sente-se no dever de informar a Vossa Excelencia que nenhuma
al-teração se observa no ambi-ente social nerte-riogran-dense, e confia ~6m absoluto no espirito das autoridades
lamento
para
o . - - . o Mj S M mm Ss 1rfllfr
«É® -S•m-SÉ i
ÍF
Orgto
doa " D i á r i o s Associados"F u n d a d o e m I S d e S e t e m b r o d e l l É Í
'.^t-V. ' ^ ^ ' "«v. V
ANO VIII — NATAL
— Sahado
*
Apoio
r w sr. AdemSr
POSSE NO DIA 8 ^
R I O , 1 (Meridional) .-se que parece
definitivamente assentada para o dia 8 a ' posse do sr.
Ademar de Barros, perante
- A-estar
pos
Dádo eoríté
b . PAULO, 1 (Meridional) — U m jornal, comentando a situação politica de São Pau Io, declarou que, j á agora,parece claro que o sr. Ade-mar de Barros receberá o
&-poio de todas as correntes politicas bandeirantes.
CONFERENCIOU C O M O TITULAR D A J U S T I Ç A
RIO, 1 (Meridional) — O sr. Cirilo Júnior, lider da maioria ha Camara esteve
durante cerca de duas horas em conferencia com :o J
mi-nistro da Justiça. A o que conseguimos apurar, a
pales-tra versou sobre a ligação do P S D com o sr. Ademar de Barros.
G R A N r Z S
TÍÀNIFESTAÇÕES
S. PAULO, 1 (Meridional) E' tida como certa a di-plomação do governador e d
rente. Nesse dia, o sr. Ade-1 t ,T r. , . . . „
mar de Bárros será alvo d e i R I ? ' 1 <M e nc l i ° n a l . )
grandes manifestação
publi-1 O Txübunal Superior Eltei.
CRISE, DE NOVO, NO
.PT.B. PAULISTA
S.PAULO, 1 ( M ) — A p u
ro
uo "Diário da Noite"
que reina confusão nas
hostes petebistas, pois os
Diretórios Municipal
eEs-tadual querem romper
com o sr. Hugo Borghi.
Não tomou conheci»
mento de 3
do P. S. D.
recursos
u ãt
o Congresso Estadual, então,-'
já |£nstalado. A maioria dos
deputados eleitos esta deseni v o l v e ^ o demarcl ici?. para.'
<|ue \5)eja entregu^ ;ímedia-' tameritè, o poder ao sr, Ade-»;
mar de Barre«. !
ca. Nas imedíações do Pala-cio da Justiça, os populares aguardarão a saida do gover-nador eleito,
acompanhando-o até acompanhando-o Vale de'Anhangabau onde realizar-se-á u m co-micio de regosijo.
toral resolveu não tomar
conhecimento cle três
cursos do P.S.D. d
0Rio
Grande do Norte contra a
localizacão de secções e
I distribuição de eleitores.
Posse
do
gover
nador cearense
Jubilo do povo naquele Estado
F O R T A L E Z A , 1 (Meridio-1 JqjJçqs )dos partidos coliga-nal) — Perante a Assembleia
Legislativa, em sessão sole-•"•tfexpecialmenle convoca-da para o ato, deverá empoa sar-se, hoje, no cargo de go-vernador do Estado, o de-sembargador Faustino de Al-buquerque, candidato
que tudo vêm fazendo no sentido de assegurar os direi tos dos cidadãos. Resolve-mos íuzer esta declaração,
a-lheia a qitãlquer objetivo politico, em face das noticias
transmitidas de outros pon-tos do pais a respeito de
pos-síveis movimentos íâibversi-vos nesta capital e nos de-mais "municípios do interior o que certamente determina-la apreensões nas praças
li-gadas por interesses comer-*
conosco.. ;A,prove ã opoJrtunidaderpMemó
umi> í
ftia««dos com a UDN. A cerimonia de «posse realizar-se-á ás 9 horas, no PüJacio do Go-verno, quando o novo chefe
do Executivo cearense fará u m discurso politico. Com
volta da sua terra ao regi-das ! me da democracia, rejubi-lam *so os cearenses yem
dis-tinyão partidarias, »
A' memoria âú
»Conego Monte' V
:SESSÃO SOLENE, H O J E
NA CONFEDERAÇÃO
Realizaram-se. ontem, rzes« ta cfipitalj as anunciadas ho-V menagens das Organizações
Católicas á memoria do cone-go Luis Monte, no 3o aniver-", sario do seu falecimento. ^
As solenidades decorreram'
de acordo com programa1 divulgado, destacando-se
^a" rmtmü
ao tumulo do saudoso sacer-<j dote, no Cemitério do Ale-* crim, e a "hora" daJuventuV
i de Católica Feminina, jna/ Radio Poti, na qual falavam os padres José Pereira e Eu-«, génio Sales, o sr. Oto GuerV ra, a srta. Berta Gu>lherm?V o desembargador Anton?» Soares declamou um soneto
de sua autoria, c houve nu-», meros de boa musica pelas* srtas. Miriam Guerreiro ^
Ivanosca Fernandes. ^ Para h .-ie, ás 20 hora.«?. 7)0'
salão da Confederação
anunciada uma ícskdo gojie-i: ney sob a presidencía do fels-! po diocesano JJom McrcoljVií^ Dantas, ^ í
Ocuparão írfiJima % nego Jose Adelino, o escr Camara Cascudo c a . Santa Guerra, havendo timâl parle musical a c.:r| maestro i n c i d a . Val d > V, * : ** ei Ti a do M,
Î
Ê
guração
se
Caixa
Federal
Estava marcada para hoje. 'oras, a cerimonia da inauguração da Agencia de da Caixa Economica programa fesli-largamente ciivul-a imprensciivul-a. Esteve em visití plaudido «r^fe Barreio Junior, na proxij .V-* temporada de comedia^ Teairo Carlos Gemer
r. 'he s «In nio in."t.
fileira»
Cm lufufa eúh
• H a M N i flfeNMiMt I t i M M M l
-vv?
i O mais ofrle príncroio no !|ovemo das nações.
Há sobretudo a considerar
*
fês j j irCttmtàKRciar» i lus-is do Brasil* Recomeçamos a expe-ttiencia democrafica. iníerrom fcnda durante quinze anos pela Usurpação. O povo vol M u a ter confiança nas ur« jnas» Concorreu aos cr-midos
certeza de que a sua von fãdç seria acatada pela Jus
que lhe será oferecido, por intermédio 'da
J live: anão proioxJos o a — _ — ^fêsmo moi'vos ponderáveis, a , - * \ r">/•*""* r-?v * r-w
essa vo'uadc .(or burlada, a * 1/1 A i A V J t i V I L M .'.cravos c"; .manobras políticas .Jk
e v id © tií c i. a d esc .?p cio sei- á ^ Q | grande, repare, uüad o nci dos- B*
prestigio do verâmc,
; * * * A arte literária do sr. Jo
r Os eleitos que tiverem con.'--1 Geraldo Vieira, realizada
a ajustar, cue m ajustem 'com uma integridade e uma • m processo regu lares, © cs j r.incoridade -admiravois, 6 to-juizos digam a ultima j.hía- eh mn processo de definição, vra. ... ioda uma tentativa de fixa» O certo seria que tats pro- dies coordenadas morais e-tssos não '» XiouVes:-;em hIber- u cspi r i turn s do 31omem. InT
é-3*adò>: não se sabe and®, é es« la, u paixão, a tend ene ia ea~ . ventos . incíí4 recti
e l ® i m f o i l l e u «gr:umos, ] coui'i l i ® ® ^ s S S l ® ^ ® % e justi- ! pécit
men)., mus. de J:-.to. quando
me ponho a escrever toda.? i moaerna iu Para ehc.eur
ernio no miste
TEM NOVO GERENTE .K HÃ0IO I K T E H H ^ f l o S j ao constituem unta t : - -e;o r ;• > r. n • u . s í..: • » í ?i*. n;een ; uriíieáçao.r de a-ilfilfliiíexért. 1Ü ÉS»»! M M M M « M a l
• M i l
isIMlll aassK» ü^ü ^ímiii
o si\ de KIO, 27 (Meridional) — Q* rumores correntes sobre rc-forma dá Mesá àà Camara dos Deputados, encontram sem duvida maior impulso entre os elementos que fir? marárn a moção do deputado oposicionista José Bonifacio, provocada pela reforma da Secretaria daquela casa do parlamento, reforma metida em. ordem do dia nas ulti-mas horas da sessão extraor-dinaria, encerrada a 31. do mês passado,
DE NADA SABE
Também dentre udenistas espalhou-sc que o sr. Jose Augusto seria o candidato da facção, e seus, coligados., á presidencia ora ocupada
pe-lo sr. Honorio Monteiro. Contra este ultimo há ainda os pregmatistas, que argu-mentam que o deputado pau-lista é éstreiante em lides
parlamentares, tendo
mes-mo ingressado no Palacio Tiradentes pela janela
late-ral de uma supiencir., A proposito ouvimos
José Angusto, que disse forma muito direta:
— Ninguém da União De-mocrática me falou no assim to. Convém notar que meu partido só pode dar a presi-dencia da Casa, desde que entre em acordo com outro.-partidos, poi,-;; somos nitida-mente minoria. Ainda ago-ra, nos poucos deputados no-vos, e não se esqueça de quo cada um dos Territórios do criação getuliana mandará um representante á Camar:», a UDN continua em minoria
e mesmo que todos fossem u d enlatas ,isto não desconta-ria nossa margem de
desvar.-V
tugem.
PARLAMENTAR H A ' 35 ' ANOS
Desenvolvendo sua ordem de considerações;
—• Não fui procurado para o posto, nem o estou procu-rando. Minha exper:onciav de
procura, aliás, é m á . Da úni-ca vez em que "úni-cavei'' u m lugar, aquele de promotor
publico no Apodi, fui prete-rido pelo filho do juiz de Di-reito de N a t a l . . .
Tenho remontado ao inicio do sua carreira politica, o lí-der potiguar conta:
— Comecei em 1912 como deputülo estadual, e depois
fui eleita mais nova vezes.
pela grande agilidade de pu lavra e do atitude. Arnoldo Azevedo, o paulista do vais do Puraiba, pela austeridade, pela absoluta convicção na função. ;.
— Qual o mais alto posto que chegou a ocupar na
Me-sa?
i •* ' ;
Primeiro secretario*.
NÃO DEGOLOU M E N D O N
ÇÁ MARTINS
Curiosidade na roda, pois o principal secretariado,
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comisíao, cííUüe u m p i c n uma grande bancui1.»: a liai i|
na, a paitfÍLki, a miiu-ini i|
pernambucana» ;! -- Realmente eu n:rr m c v
mo era elicfo cie uma peque-na bancada, a do Rio CJritn.-'
do do Norte, mas o caso lei que, dias antes, o líder da maioria, deputado paulista de grande prestigio, o
Alva-ro de Carvalho, chamando me de parte peüiu-mc um favor: Elaborar parecer de-golando . o Mendonça Mar-tins da deputação pela Ala-goas. Respondi-lhe1 que isso
não faria. E;itre os dois amigos, ele e' eu mesmo
pre-feria nao romper comigo.
Passados dias Alvaro de Carvalho ubraeou-me; Acabo de indicai" >cu
nome
para oprimeira "J secretaria coma
premio gui v u o n a que voee ganhou sobro mira no caso Mendonça i í a i í i n s .
E concluiu o veterano par-lamentar udenisía:
Eram homens da "rc-publica velha", mas tinham dessas coisas.
0 vduíc, v.s'-è íi>:sr-$e no organ's,io, pseciSi '•Mailer: <cmbine<ão de
porroiíe-ihe cakificar *: r>\ t
'-A
t • V odo, mesmo se;- baahos de sol. Mi'
es í actua i
.•A íS» •
a^ovitsmína, seu organismo calcificado f c :, - •», •.• o 'c ch :tdo a «u: \\ {me; •
IT \ \
I n «wím:i . >.' .éC
m
m h n m n n m* «Hb MBL U t t A N 'V A i U I b » " P A C K " - U e n u * 1 « .. F T o U f t m t o d a — . ^ i t ^ d ^ ^ « I k M - p i i M A H C U V I f t O n • GADOS ., í r A B Q U I I • H O M T A S • J 4 . H D I K S • a M s o t f • H i n o s D n m ò u o t • - . !Tmm
A l «êim
- -WÍ m%
CmÈam S4I - ímw Í W
Aviso ao Comercio e aos Bancos
Tendo vendido ao Sr. Izidrim Nagib
IzifaimU/vei
o desembaraçado de qualquer ônus o
meu c&tabelcoH.
mento comercial denominado A NOVA CARIOCA,
sito á Praça Augusto Severo, n.° 262 nesta Capita] y o j
nho por interniedio deste convidar a quem se j u l g a i
prejudicado com a 'referida venda, a ap^^entay ü
Av. Rio Branco, n.° 588 nesta cidade denüod
0prcisco
de 15 dias a contar da data da l.
apublicgcãc deste q ici
será atendido de 7 Vz ás 11 e de 13 ás 17 Ú heras toa
cai
os dias ut^is.
Natal, 26 de fevereiro de 1947
a) Neif Dib Tank
De
acordo) Izidrim Nagí
•F«
N e i f D i b T a u k comunica ao comercia Eancos e m
povo
e m geral q n eestá instalado
a t u a l m e n t eecrã **
mesmo r a m o de tecidos
e
armarinhos
á A v . B i o Brane«ln.°
588n
0 q u a lcontinua a esperar a preferencia de +oJ
•dos.
CAN-S1DEN
DE
R I O , 28 ( M e r i d i o n a l ) — D u r a n t e longa m m i ã o ha* v i d a hoje. do P T B . ficou resolvido ^ustentra* a caM.dídatura
d o sr. J o ã oAlber
la da Cama.
i TOSSE? | VINHO c: NOMEADO TO DE SÀO fenaencra Municipal.
Por decreto
üc ontem
sr. Intcrvenlcr Federal,3 $
nomeado o bacharel Rakonfl do de Azevedo yúorsls TjM para o Cc-rgo rei to da Cornares de S I guel. * * * t
üé raiz
ôJ
O novo fit? da lista trip] rÀpf: i.
'v : > 1 4fi\ •• » 5 f «I list:i J
Hi? .V S
H
T " • t
*
; Amél:a Paiva, irmà do sr.CWÈÍI-Cons o-agente da Còmp:i. « t f ^ g l p f e Navogação. -Costeira nesta D E I . • x' ^ x x x x
itáâiiá José Rodrigues,
WKam
tSilista José Rodrigues,
gífSSSl® Cavalcânti,
do d r . Francisco Ivo c.nti. pre^idfnte do
lho. Adaiipistrativo do Esta-do e advtíftuda nesta capital.
A extinta, que contava 30 anos de idade, pertencia a tradicional família de nosso ( • x Estado o era filha do desem-bargador Virgílio Otávio Pa-checo Dantas, membro do
iilNÉï-^ i., V-, v.hr uio.ií- «'aH to da m i n h ' ciuií.i, 1f •• que m:1 s i g i v . c :ir : "tr.
e Vasco",
Mos a - j j-.T.v.r.o i.kío do vo^v lv
r&d e do I81É : X
iL
C'i.v « «s» ^ m s l i è i á o . Mmmew
è » « f i t e is®» 81»Maria Taveira, aluna do Ginásio "Nossa Senhora" das i ü f c í í e v e s ' ' e filha do sr,
Anto-fíio Alves Taveira, funciona-Ü ò do Ministério do
Traba-O x x * / x * x
( *
lho, e de sua esposa d .
Es-'
- y
meraldina Alves Taveira, i A M A N H Ã
Senhores
f JTrank Willet Chi vers, téc-tucdrencarregado do Serviço W P Telefones da C . F . L .
N . B . . V I A J A N T E S
. serviço
acha-se em Natal desde al-guns dias, o sr. Aluisio Aíon.
SOfCampos. advogado de no-
v 9
romance
dourne, dòts esplendidos ti-pc-s de historias de evasão e de íugà, a aventura indivi-dual d é Marília.
Mariíiã no interior paulis-ta, íoi, como a descreve o d. Maria Tercei- |escritor, o seu Patusca de
exilio voluntário. £ ' verás-de que. objetivado o seu plano qQiftquenal, j á dali partiu o romancista, repleto, entre outras c cus as. d a
«.•.» i\v 0..H1 /.-ido rotr: : m '".i.'tiii-l/iï.-ur, do ti-.ï Ii» '.
• c. ; uioirci- \vj gu. v- *
" i. û-j Cs-.<à\j Muri iiiliu, e-.-.. I '.'^aiUyi.i t; i-aloi.LLi
«uuriinli'i.^t .'\i,o.t<oci\ -A
iivus. agoia, quw a " e ^ u d i i n i d '
Tribunal de Ajfëlaçâo, e de
realizou-sua esposa
ra Dantas.
4
O sepultamento
se ás 16 horas de hoje, sain-do o feretro da Avenida Rio Branco. 631. •* + it-profissional,
P O R Q U E ?
P o r q u e n ã o u s a os c a l " çados d a S a p a t a r i a " D O MBOSCO"?
P r o c u r ev ê J o s
— E x a .
m i n e a q u a l i d a d e ,certifi.
q u e . s e do^ preços e c e r t a , m e n t e n u n c a m a i s d e i x a r á d e u s á j o s — A c e i t a m o s e n c o m e n d a s e temos uiiia »ecção d e r e m o n t a r i a . A v . P r e s i d e n t e B a n d e i r a , finitiva noção existenciâ eni pessoa i "dual dc-dacresceu, tomou rumos e
sionomias que a inspiração e & técnica do romancista mo-délam em conceitos, imagens e atmosferas de arte e lite-ratura. E que, cia "escadi-nha", o segundo degrau é, hoje. Rosa, • a destinalaria em prantos.
Nesse artista meticuloso e exigente que tem u m a au-i ntica consciência dc t.; ccn- natureza da escritor
«wUià iU troll", como medico e
escritor, "na dos tempos
do verbo servir",
bem de pastas de o
onde continuou, ceríamorir, a condensar a sua visão de
I
9
sranae e1
torturado amorsu Ul 1< pe- co-T>
oe un
tertan.o Bcsacepçao es cri--a | la liíera:uraj — a qual,
de militância . mo a Valéry, no julgamento não lho faz. en-osqu :-ecr o nvaw:
s eu
I . cam- ! 5. .I
Wi: ) eompiveni-ào do J« « » * ' : I n d o o u v o U a m l ^ P « S « fCompre na 'Tarmac: a
Santa Cruz" que está
em seu caminho
/•.o . . • x ' . Wx.\ X--.-X por exemplo9
ma Porta", " Ä at a nuit", mas "marcando esmpo de f3oxH-aneauac dos si mesmo a mens, através do deauo: " J e n'aima cuir i i «. 1. -f/ .ts
<sxi'Hi:-pas i'honi-• . - » - -V« % % . w ao uc-tui.o ccn n u n aos
y.
US V' * am
C « « irmaos iiomcns, qualquer cousa do sa.;, h v ïhëada na cidade de Campi- i 422 — A l e c r i m .teo. mais co oui ic t
r .i
'niv-1 '
êf 'W aria a minha iiîha t- À > 4
c pu m
A V» 9
c n i u . i lSui. obra envolve. c o m :
íal, em silencio, obstina^ ção e sofrimento, não de en-contro aos escorregadios e ardentes "remparts dè l á
na própria tèrrti. a área de ursi concentração", — as angustias, as perplexida-des. as esperanças, o pathos, que são o fardo da época atual. Mesmo perque, como lá está escrito,
da "Carta"; —
minha filha, que escreve poc vocação, e que cumpre a" efi-ciência desse aríezenaio, "dia, e noite, mesmo que escreva trancado n u m a mansarda
está exposto ú vidas uma antena".
Editora Brasilíen-s-o Limitada — São P a u l — 1941). á pagina 91, '•Um artista; acosa, como C )
•j
fe;;: -O. , • * X X X St: " ' ' M . . •'•x ^ X vx-»V .-/ ^ À-v.í -v.. í;;;Í.:mmi
BilÃÍgmu
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ri A i ; I ; x ï j a s - A i P k i - : - J S \ •.Vimm
mm
" * • * -•• - X ï xVx-'x •"'x-Nmm
X Vfmm
:.mb sente reinante par novo ajuste de forcas ;
esse ulti _
'.. ' .. "Kj.*
m ^ e m ^ K t n ^ m i r í m . o
con-fecal .do
Potiguar e
do Lüsitaniii, grémio su„ b u r b a n o desta capital.. O quadro d<> Potiguar, q u e é f i l i a d o á F. N. D., cl c monstro u su o e ri o r ida d e
v.
e êstumulado por crescido •numero de adeios conse_
g u i u se i m p o r ao t i m e vi_ sitante pela expressiva con
tngem de tres t e n r ^ a
ze-ro.
se encontram os dis|mtántesy-: cujo total deverá excçáêjr
22, pois nas disputas dos Vê* teranos é permitida a
substi-tuição em qualquer altura dó jogo, não havendo para a mesma limites,
í O match, como sempre? se*
i á com portões abertos» cor* rendo as 'despesas por conta dos disputantes, inclusive lundis e transporte nos
car-I ros ' destinados • á condução Idos jogadores para o campo,
mos quais haverá pelo menos uma vaga para o torcedor, Ide preferencia ou ando este D e front de amar1. A n d a r ai. tu, B u l h ò nomes coí m subu: das R o r a outros. T Fazencl • M É M H M f I M I iteÉifc
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17.15 tariha" 17.30 nais 1 8 . 0 0 18.03 -— 2a18.20
18.45 18.55 19.00 19.30 -"Santa Ca 29 Românticosnacio-t
Ave. M a n aGrande Jornal Poli edição Musica -selecionada • a Panorama esportivo Cinema do Ar-Lever Boletim Católico Noticiário Radiofô-nico da Agencia Nacional 20.00 — Calouros em Desfile •20.4o —
Zezê
Gemes20.55 — Pimentel e sua Or-questra 21.15 — Francisco Bruno 21.30 -- Programa "Bôa Noite" 21.45 — "Resenha de Noti-cias do Dia" 21.55 — Acalanto 22.00 — Prefixo — mento
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o Estatística realizar. gratta
EM S. PAULO, O SR.
EPI-. TACI O PESSOA CA-V A L C A N T I
S . P A U L O , 23 -Meridio-na3) — Chegou a esta capital o sr. Epitácio Pessoa Caval-cantif suplente a senador da Paraiba pela UDN-PSD e
pessoa muito chegada ao se-nador Getúlio Vargas. A sua
viagem prende-se á
unifica-ção das correntes yetebistas.
<"• V * 1V l J 4 v 11'.)
( D E N T I S T A S
AUMANQO A. TA*
ir V E D I A Cirurgiâo-dentista Expedientes: Das"7 ás 11 horasya Preside- ío Bandeira, 425 A L E C R I M
Das 14 á* 17 noras
Eua Professor Zuza, 729
C R U Z E I R O DO SUL Do P P C C X que transitou
dia 27 do Rio para Bolem, desembarcaram:
Do Bio: Vicente Mota Neto.
Do Recife: Léo dc
Albu-querque, Ernesto Viriato
Al-vos d a Silva-, i.Edier Freire Varela, Branca Terezinha d . Silva Braga, Alvin S.
bins.
A q u i embarcarcm: Para Mossoró: Abel
no Rio Gra probas d do pessoal Mutiicipniî: M a foj'n.a já baixad;:r. tribuirâo vcis direi
dado co
n i. t N. a'3li 7-,
C3 seleção % • < v a.» . . . » .f .
><> V R - - 'K
» » • ' » * f--. xi > . « r»« - -ifO'** •W -J. Fr Coelho, Raimundo R u o -sevelt Rosado Coelho, Pedro Targino da Costa Teixeira. Antonio Francisco de Albu-querque, José de Rocha. Para Fortaleza: drigues Bicho. aceitas v. tos do idade, n Roh- i' dc 13 e <Os vcí
* ^ - ..it -..- ^... J -1 / é !, i aas i vtO
ndida-^ i t *: cïi
uuri-i
r 1 -í: - ) . <à
i. » « ^ - cu > •i \
•í' ú
« - Â ' i I. A
» • ' «i mc «V « «ií í
Ci
t? MC* Oliveira Jose H • i.. E m transito 14 passarei-D R . C . G A L V Ã O NETO .-'Cirursiuj D e n i s i a (CIRURGIA - ~ R A D I O L O G I A " ! Ä ^ P R Ó T E S E •-dios
'At 30 minutos ros. De correio deixou 30 . 9 levcu 105 kgs. A E R O G E R A L L T D A . No P P A G A , que transiícm ontem por Natal comdesti-no ao Rio, embarenrám;
Para Recife: Joaquim J .
Fonseca Fíldo, Valdemar Li .. , ; Genes; D*Ar Í Ô S i ^ Ò i e â r d è r - -Fi tes vanarao tre o'
c O ma}.:;:.;.
distribuidu: ses Os cand;änk-s aJémcargo o d;;
vação, k t . rio-famiha tempore'u ro N o
Munieipa: f rií» ido e - B . G . E , ;possibílkh
e "ti\ins.O coneuräo
S r.'i Ev <ae
Cri
SITUAÇÃO D O B A N C O F R A N C Ê S E ITALIA-N O P A H A A AME-R I C A D O SUL R I O , 23 (Meridional) 9 • * Relativamento ao r< mento do depuiado :cio Graboh, do Par..;.io Co-munista, no qual pede infor-mações sobro a situaoao do extinto Banco Francês o Ita-liano para a América do Sul.,
«
o
immstco
da Fazenda .trau.»+
m i u u á Camara dos Deputa-dos uma copia Deputa-dos esclare-cimentos prestados a respei-to pelo Banco do BrasiL
In for m ador
d' 0 DIÁRIO
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Farmacia Modelo, ã
Rua Dr. Barata, e I
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Farmacia Coelho, á Rua
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Amanhã: Farmacia Maia^ á
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A
. O y * P ^mo filmei
S . FEDRO: Rua Barreto —Alecrim»
Hoje. ás 19,30:"Car-ata Negra"
joíYi Fontaine eCoro'ov --/i.
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dote
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da coHgaçáo,ç5#s, tivÔratn do Tribunal,
f l l l p t i ^
• * » .• ...
zona, MosSoró, recorfidá pe-lo fiscal Joaquim Felício de
Moura, do PSD, com votia-j ção anulada pela junta apu-radora local, por incoittciden-j cia de sobrecartas (3 a mais):
Aberta a urna para verifi-cação, ficou constatada a pro
l e i i i í ^ ^ rnuiii^^ débisão dá juntai p i a g®mj » ^ s ^ m ^ - T M Ä B G ® - H E I - B E T T Y F I E ü D Ä ' t i o » P i c t u r e « i f e n l l i f f i B l ^ U m a e t p e t i t n c i ö - S M É Í Í 5m | 3 H M § f ^ b t í U t ó Â r t h í l a ^ e t a l « f f f f S t W c i a l qu© itesafäa i i i d i i i t ó
t a m ^ n t e o i n t e r e s t fesciiiado q u a l q u e r publico, seja l ^ n e m , * V Y G K R S U N : — "Este é uiiv film© fèrte.pleno de s o r g o s p&ra a m e
af c * m * t e m a d e Vital i h i p o ^ t i d ä ' V
V Y O R K D A I L Y N E W S i - W ektrelás. O n M l i õ f m a t e r i a l d r a
maticfc qtte H o l l y w o o d j á n os apresentou. M e r e ç o ' l o n i r a p<?rmanencia n o cartaz",
_ C I N E M A S Ã O P E B R O " ~ ^ / D e H o j e a t e r ç a « f e i r a
' W y A r t u r o d e C o r d f ö ^ a e J o a n F o n t a i n e n o O '
Urna da éècçãó, 2a
zo-na da capital, impugzo-nada pe-lo ff iscai Gorizàga Galvão, do PSD, sob fundamento de
de-missivel ad nutun, o presi-dente da m.ya receptora, As
trogitóo BorgdSj fune ionario da Fiscalização dos Portos. Essa urna fora anulada pela junta apur adora.
Esse julfcYi mento foi adiado
e convertido em diligencia. para que se faça prova de
<$ue o fiscal Gonzaga Gal-vão estava regularméhfe
in-vestido das funções, oficiánr do-se ainda à . Fiscalização dos Portos, no sentido de in-formar sobre o tempo de ser viço do funcionário Astro g il do Borges.
àillílasfltiviclácles' recreai "
" m a . :
l i i l i ^ l l í â M â r i t e a ter i n L *
<ji||PJBj005horas; 'após ás
pÉM^Ifinànifestações a<>
| Àq[tMe Clube
aTccrinen-i aTccrinen-i j l í aTccrinen-i a aTccrinen-i p ^ è c aTccrinen-i s õ maaTccrinen-is que
l i i n p M í t t e ç a elogio» a*sua
Ô i B ^ í i f e e
1bem assim ao
sèü^qüadro social. Com o
nuiüero do pessoas que
Éqüôla casa do diversões
ion^ergià durante a tem_
pomda carnavalesca, foi
u m dos mate
eficientes
comprovantes de que, o
Alecrim tem uma vida pro_
pria e aquece C'>ube está
constituído dc um povo
verdadeiramente pacato,
ordeiro e democrata. De
fòrüías, qu*, o povo do
MMxirú Compreender de
pexíx) ò vãl°r que o Ale_ I
vim Clube deu ao seu bair_
i*o, não deixará jamais de
ca d & u m associado, ser
uma sentinela avançada
e m
beríeficLÒ-
daquelains.
íitttição.Deu entrada no Tribunal nova arguição ide suspeição do juiz João Nfaria Furtado
como- inimigo capitai do c&n didato João Camara do PSD
Em sessão anterior, essa ar-guição negara o conheeimen to, o Tríbunanl, por inconsis-tência, uma vez que havia sido levantada pelo candida to. Desta vez 6 o própria par
lido quem a levanta, irsstvu-índo-a com dois documentos e arrolando 4 testemunhas.
O feito foi distribuído ao * . — i juiz 3jins Bahia para relatar.
ciaçao da Imprensa,
dento da Liga Eleitora tolica,''diretor do IX-:
mento das MuríicfipalU conselheiro da Ordem Advogados cm nosso £
—. "A minda posição
vãmente ao comunismo
-i Í V o conhecid a, |ptvbí notona.
Sou contrario ao cor
I
mo, por ser catolico a lico romano.Porém justamente p so é que distingo basU maneira de combater t
munisnio adotada pcln mada reação, da m
eoneiente> non te cato 1; c
Não nogo que cxh;1 perigo comunista. Ma:;
pr<> achei que o seu c io li fio se íaz 1 anto o
? Conclusas de janeiro
ífi^rife rand e,. e >: •• I I titir o 5íno'fSvt o-|TIOTlc!eIï>ro]o" presi dente l i i l t i l l d i Â È Ni
corno hS DIGNIDADES
coi n u n ísío o d esa p ar er • t.
Na o duvido, mie haja
itn-p]ieidádo;::|dee:;(llial u im • mm
«tu e | o l ; c ® W:i MÏÏ0 e ü j ä p f i f t P Ä f i l ï f Ä S l B i B Ä Ä i l m atoneSSSi
1W
e.(llTÎ postadas as^ffiffi ïuR! | i f q ti o ...Va c> : d i vï&l r
l l l S . : l i l Ä d I l i & ï ï W m û m m i n
SBsrnsmmammmtM§m
^ ^ Ä i i l Ä l i i l i i S i B l HS«
• e . ; , «con
Yiimmw^M
i S S I i l P l i l i a i í i i l i i í B « i g t i r - a Ä « P i • Mmàmlmm
mm i ?Jfes 3ÜHP MX.**» -•«T A -o , > i } ) v •• i «
'Matos. Essa votação fôráyHr. tiulada- pelo presidente da
junta locai; juiz Francisco Xeite, sob fundamento de
excesso de sobrecartas.
Antes de apreciar a razão d a ^ncoincidencia, o- Tribu-nal iniciou o julgamento pe-lo exame da ata de encerra-mento, documento que dei-xaram de ser * assinados •pelos mesarios Aiipio
Pi-nheiro e Celso Melo. O curso mencionava que os re-feridos mesnrios lia viam dei
x a d o de firmar em v irlucle
de o presidente cia mesa se ter negado a la>:er constar
jrregu 1 aridades ocorridas dii »ante a -votara d. enlre cs.a-,
irregularidades a troca ' de chapas nnò recinto da
sec-ção. E no texto da ata havia
referencia ao fato de que fi-<5 u eles mesa ri os n â n a=se-e-r a m o doce
•deu, rssím 1
jreferenc^ü . l>\. <-\.>>v' i o que só deiroi.s ò\
cor ror. trazia ' o.v-o coação do presidente -sa e por essa razãr
a votação, contrariamente a., parecer do Procurador*
O Tribunal não chegou a •apreciar e incoincidencia de sobrecartas, razão pela qual «a junta ; i p u r a d o r a anui a r a
s votação.
Foram votos vencidos os dos juizes Carlos. Augusto c
Lins Bahia.
Passou depois a ser
jul^a-'da a 15a secção, da 17a zona Caicó. anulada pela junta
lo-cal por incoincidencia do sobrecartas e recorrida pelo
P9D.
Aborta a . Tribunal a
ibbip
tfttMHMi
Foi ontem tinmUi^ "xvpord
V' / • > . * » l . I L . .- '.
1
1
nun;. 1 1
K'Ureîavi-'Eleitoral,^JéfflèSi«miKS de
julgamentos, /Si a ^pérfórman ce" se repetisse umas duas vezes, poderíamos esperar o
encerramento das apurações no Rio Grande do Norte den
tro de uma quinzena. Duran te o dia foram proferidos os
seguintes julgamentos:
Da 8a zona™ Baixa Verde, as 4a, 12íl, 13a, 17a 18a
sec-ções, recorridas pelo fiscal Francisco Ataliba de Paula,
da UDN: Todas essas urnas
tiveram a votação anulada, por 3x2, de acordo com
ju-risprudência firmada ante-riormente, por
incompetên-cia constitucional de o juiz municipal de Taipu funcio-nar ali como juiz eleitoral, sem estar investido de pode-res de juiz de direito. Foram
votos vencido? ôs dos juizes
Cr rios Augusto e Lins Bahia A
n° 8, dc
gundo constava úk
nem mesmo gsíí! tfi-n
to apareceu no procesg-o. Co-mo a junta local deixara a'.:
anular ou apurar esaSL vo-tcp Aim separadfl. e n ^ i t í e u o Tribunal Ler havido a con
taminação. ^
Da 3a zona, Macaiba, a 15^ secção, localidade de Igreja Nova, recorrida pela UDN, relator F ar ache Neto.
Essa urna fôra anulada pe-la junta local, por estar a ata de encerramento
redigi-da em •abáofi&o laconismo, (Continua na 7a pag.)
M
is*ás 5
Condução para
conta da
R E S E R V Acampo
m
TiléXime, 10-93 * * .'•a n . tí en:t \
• L 1 < r; » . 1 n ; r : I a •I i
i >
:: ) n tíV.l] * f '1 - t?1 / ' . -,i
-e c
•*
nazi". in ha, um ! A^uina'do • PSD, reí>renie : ecc£o. er.de o » r'inlo. da junta anulara ti vo c Mt!:.:amento Da 21a zona Mossorò, 12a secção, recorrida pela UDN, relator Farache Neto. OTri-bunal anulou por unanimida-de a votação, por constar da
ata ,o encerramento prema-turo ás 16 20, fora, portanto,
da hora legal. Essa urna
ha-via s i d o í í pura d a pela j u n t a local, dando maioria de 56 »
v otos ao cand id ato d o PSD.
Também da 21!- zona Mos.
sorót a urna da o;1 secção;
re-corrida pelo fiscal Vin.et Ro-sado. da c o ligação. O
plena-u m a constatoplena-u o procedencia da incoincidencia e por
unani-m ] d a d o e on í i runani-mb u a d e c i ^ ã o cia junta local.
Pre-ceres da coligação nos -Cí^rredf.-res do Edifício
Qui-r»ho cí*nonlavam ter :ndo ontem no Tr'bunal um dia
aziago para as oposições, p o is e< mtav am t cr mai or ia
de votos nas duas urnas
anuladas P r o e e r c s pessed \ s - DIVI-SÃO DE D A D E E I N F Â N C I A DA U B A . C O N S E L H O D O D I A A.s izinhas o as avós sã:> bom intencionadas, mas,
gc-raJmento, tem noções erra-das si.bro a criação dos
fi-lhos .
Antes de seguir os
conse-H á meses arrasta n a
< *
Justiça Eleitoral um pro_
cosso movido pelo deputa,
do trabalhista Barreto Pin_
to c o sr. Himalaia Virgu„
lin'\ Procurador d
0extinto
Tribunal de Segurança Na_
ciona
1. pedindo a cassação
do registro do Partido Co_
munista.
Desde
então
oa j u n t o
t e m p r e n d i d o a o p i n i ã opublica
e m tod" o pais, cre c e n d0 o intcressc geralpelo dcsfechf» do rumoroso
caso q u a n d o ha dias o sr. Alcon Barbedo. Procura-dor A d j u n t o do T r i b u n a l S u p e r i o r Ee]eitoral. a p r e . sentou, a f i n a l o seu p a r e . c(lr, o p i n a n d o pel° f e c h a , m e n t o daquele P a r t i d o . A e x e m p l o d<> que vc-m . ocorrendo em vários E s t a . dos, a nossa reportagem
m o b i l i z o u h o j e com o " b j e t i v o do em r á p i d a en_ queto o u v i r opiniões do
po-líticos e figuras de pi'oje_ cão locais sobre o q u e pen_ j-v^m da peça j u r í d i c a do
A ceu Barbcdo.
lhos da vizinha, pergunle-ilie quroiioí í;lhes 11 vc t
quantos crieiu. O mais cor to 6 ouvir o médico
qualquer pessoa.
ocaso
F A L A O D E P U T A D O M O T A N E T O
Na manhã de hoje, eis
o que colheu a respeito a
nossa reportagem:—
Vicente da Mota Neto,
deputado federal pelo PSD
do Rio Grande do Norte e
chofe politico pessedita na
zona oeste do Estado: —
"Em principia sou contra.
ri
0ao Fechamento do Par
tid°
C o m u n i s t a .Es a or„
ganização tem como base
de propaganda a agitação
e a exploração si^tematica
da M
eda policia, criando
a
mítica
€o
martiri<\Le-g a l m e n t e constituído, d e .
cresce muito a s«a irradia
cão. E x e m p l i f i c a n d o temos o cas° do R i o G r a n d e dr> Norte, onde o P a r t i d o C o . m u n i s t a . i ^ r / . d e toda liberdade, d c - osceu, n ã o consegnind0 sequer u m representai* na As emblóio E s t a d u a l
quando
u mdia
chegou a tornar o podern<» Estado. As idéias d e v e m ser c o m b a t i d a s á l u z meri-cabondo ao governo
tentado á uemuLrac;^,,^
de que a cassaçao registro n arali" não seja
nos quadros legais
t i t u i ç ã o
e
C o d i g oEleito,
ra!).
F ó r adisso é fascig
mo, é golpism
0, é
tudo, menoí prática
cratica". [
T A M B É M
SE MANIFES,
T A O S R . M A N O E LV A R E L A ! M a n u e l V a r e l a de Aibu..
querque, jurista, professar. C h e f e de
Policia na
I n t e r v e n t o r i a U b a l d o Bezerra, m e m b r o d aComissão
Exe-c u t i v aEstadual do PSD.
c a n d i d a t o á AssemMei;-. Estadual e t a m b é mlide--p r e s u n t i v o do seu
partid'
na f u t u r a C a m a r a em BOS, so Estado. — veniente a()s p r res es da d e m o c r a c i a o chamento dedesde que é^se par-"" te a ^ua c o n d u t a
m a q u e a Con st i
ça pai'a *ua exist
e» or»
I »
le
g a:".e es
:-os a
sol
u ci r í'« Cii r>
c-He j dos problemas sociais'
Keî'gi na Ido cau>;dic0 de ne p u t a d o federal1 Ci j 1.) í ; An-i iiirista de reîiome. * d• • estadual c m le^i:^ i"a anterior, cu nista á í u t o ra Assembîéin E-tach'/L. e uni M
Í
Jii..; y d I"» 6 -«s6
1 e ;;r?.
>tado e m assadas, pre-iretorio E s t a d u a l dc f a r t i ci o vS o c i a 1 P r o g re s^i sim c a n d i d a t o á. ^uplencia o s-enatòria naveis jide-re^ dos s^u p a r t i d o
na Cam ai'a:
i
lui ca o e otyt*
mativospara
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