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Históriadopensamentoeconômico

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Academic year: 2021

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(1)

Mercantilista (séc. XVII)

Questões centrais:

• Saldos favoráveis na balança comercial • Estoque de metais preciosos

(2)

Fisiocratas (séc.XVIII)

• Riqueza consistia em bens produzidos com a ajuda da natureza em atividades econômicas como a lavoura, a pesa e a mineração;

• Natureza soberana

• Não havia necessidade de um Estado regulador

(3)

Adam Smith (1723 – 1790)

• Considerado o Pai da economia

• Principal obra: Riqueza das Nações Principais idéias:

• O bem-estar das nações ser identificado com seu produto anual per capita;

• Considera como causa da riqueza das nações o trabalho humano

(4)

Adam Smith (1723 – 1790)

• A existência da livre iniciativa do mercado, também denominada de laissez-faire;

• A divisão do trabalho é tida como um dos fatores decisivos na geração do produto nacional e contribui para o aumento da destreza pessoal, economia de tempo e

condições favoráveis para o aperfeiçoamento de novas técnicas.

(5)

Adam Smith (1723 – 1790)

• As leis de mercado conduziriam ao equilíbrio, já que todo indivíduo age motivado pela

expectativa de recompensa, por isso as leis de mercado não devem sofrer intervenções e a própria economia se direcionará por si mesma para o equilíbrio, guiada por uma espécie de mão invisível

• Não intervenção do Estado nos assuntos econômicos

(6)

Thomas Malthus ( 1766 – 1834)

• Economia pessimista

• Dá atenção a necessidade da adaptação humana ás exigências da natureza

• Para ele a origem de todos os males estava na procriação e na fertilidade humana

(7)

Thomas Malthus ( 1766 – 1834)

• O aumento da população seguia em

progressão geométrica e a produção de

alimentos em progressão aritmética o que

levaria a um excedente de população e a falta de alimentos

• Propunha o adiamento do casamento e entendia as guerras e a conseqüente

dizimação dos povos como uma das soluções para interromper o crescimento populacional

(8)

Thomas Malthus ( 1766 – 1834)

• Sua principal contribuição econômica refere-se aos problemas da superprodução, já que com o aumento da produtividade e os salários dos

trabalhadores em nível apenas de subsistência, o individuo não conseguiria comprar os produtos que o sistema produzisse, gerando assim uma superprodução. Como alternativa propunha o aumento da demanda de bens de consumo por parte dos latifundiários

(9)

David Ricardo (1772-1823)

• Contribuições econômicas importantes na teoria do valor, na teoria da repartição e na teoria das vantagens comparativas.

• Teoria do valor: assume que o valor de uma

mercadoria é determinado pela quantidade de trabalho nela incorporado.

(10)

David Ricardo (1772-1823)

• Teoria da repartição: pretende estudar como são divididas as rendas entre as classes sociais, os latifundiários, os capitalistas e os operários, assumindo que os capitalistas ao reinvestirem parte do seu lucro contribuem para o

crescimento econômico.

• Teoria das vantagens comparativas: os países deveriam se especializar na produção daquilo que estão mais aptos a fazer.

(11)

John Stuart Mill (1806-1873)

• Sua principal contribuição econômica foi a sistematização das ideias dos clássicos que permitiu demonstrar que algumas

formulações já não correspondia a realidade da sociedade em um período de transição econômica. Teoria da utilidade

(12)

Stuart Mill

• “Se a escolha tiver de ser feita entre comunismo, com todas as suas oportunidades, e a presente situação da sociedade com todos os seus sofrimentos e injustiças; se a instituição da propriedade privada

necessariamente carrega consigo, como conseqüência, que o produto do trabalho seja repartido, como vemos atualmente, quase em razão inversa ao trabalho: as maiores parcelas àqueles que jamais trabalharam para o todo, a parcela seguinte àquele cujo trabalho é apenas nominal e assim numa escala decrescente, a remuneração diminui à medida em que o

trabalho cresce mais duro e mais desagradável até que o mais exaustivo e fatigante trabalho não possa contar com a certeza de estar apto a ganhar sempre o mínimo necessário à existência. Se isto, ou o comunismo for a alternativa, todas as dificuldades maiores ou menores do comunismo serão apenas um átomo na balança.”

(13)

Karl Marx (1818-1883)

• A grande contribuição de Marx para a economia é seu estudo aprofundado sobre a organização do sistema capitalista.

• Ele identifica duas classes sociais: a burguesia e o proletariado. Os primeiros donos dos meios de produção e os segundos da força de trabalho.

• Desenvolve, com base nas ideias de Ricardo, a teoria do valor.

(14)

Karl Marx (1818-1883)

• Para desenvolver a teoria do valor, Marx inicia o estudo sobre a mercadoria que tem valor de uso e valor de troca.

• Valor de uso equivale a capacidade que um bem possui de satisfazer as necessidades dos

indivíduos;

• Valor de troca corresponde a capacidade que

um bem possui de ser equivalente ao outro com o qual pode ser trocado comercialmente.

(15)

Karl Marx (1818-1883)

• O valor de uma mercadoria deveria ser

igualado ao tempo de trabalho socialmente necessário para sua produção

• Dessa constatação surge o conceito de mais-valia, que é a diferença entre o valor das

mercadorias que os trabalhadores produzem em dado período de tempo e o valor da força de trabalho paga pelos capitalistas.

(16)

Questões

• Apresente e comente a diferença conceitual da riqueza para os mercantilistas e os fisiocratas.

• Comente como Adam Smith explicava o equilíbrio de mercado e o papel da “mão invisível”.

• Apresente e comente as contribuições de Ricardo para a formação da ciência econômica.

• Explique como Marx desenvolve a sua teoria do valor e o que significa mais-valia

(17)

Alfred Marshall (1842-1924)

• É considerado o fundador do neoclassicismo que se desenvolveu a partir da segunda

metade do séc. XIX, com destaque para as teorias microeconômicas.

• Sua principal obra Princípios da economia analisa a economia como ciência do

comportamento humano, reconhece a complexidade do sistema econômico

(18)

Alfred Marshall (1842-1924)

• Preocupação central é a alocação ótima de recursos entre fins alternativos

• Paradoxo da água (extremamente útil mas não tem valor de compra) e do diamante (pouca

utilidade mas alto poder de compra)

• Utilidade marginal decrescente – a utilidade diminui a medida que aumenta a quantidade do consumo de determinado bem

(19)

Alfred Marshall (1842-1924)

• O valor de cada bem e serviço passa a

depender do momento, do estado psicológico das pessoas envolvidas e da força de atração que cada produto exerce sobre os indivíduos em determinadas situações.

• Sendo assim a economia passa a ser uma técnica para a locação ótima de recursos escassos entre usos alternativos.

(20)

Alfred Marshall (1842-1924)

• Sob o enfoque macroeconômico os

neoclássicos preocupam-se em estudar na relação entre as unidades familiares e as unidades produtoras como ocorre o fluxo circular da renda nacional;

(21)

Alfred Marshall (1842-1924)

• Sob o enfoque microeconômico o

comportamento econômico dos indivíduos e das empresas (oferta, demanda, equilíbrio) • Concorrência perfeita

(22)

John Maynard Keynes (1883 –

1946)

• Principal obra Teoria Geral do Emprego, do Juro e do Dinheiro

• Economia da época em recessão com

desemprego da mão de obra e dos fatores produtivos

• Sua preocupação fundamental era determinar os principais fatores responsáveis pelo emprego em uma economia industrial moderna.

(23)

John Maynard Keynes (1883 –

1946)

• Conceito fundamental: demanda

efetiva/agregada que determina o volume de emprego e da produção

• Assume o consumo (C) e a poupança (P) como uma função da renda (Y)

• A demanda efetiva pode ser maior ou menor que a capacidade produtiva de um país em um determinado período de tempo

(24)

John Maynard Keynes (1883 – 1946)

• Se for menor vai causar desemprego se for

maior vai causar inflação.

• Necessidade de encontrar uma combinação

ótima de consumo e investimento que iguala a demanda e a oferta no pleno emprego

(25)

John Maynard Keynes (1883 – 1946)

• O que vai determinar o montante de produção e consequentemente o volume de emprego é a demanda efetiva que não é apenas aquela

efetivamente realizada, mas a que efetivamente ainda pode ser utilizada para o consumo

• Abandono do laissez-faire e intervenção do Estado como forma de assegurar o pleno emprego das

(26)

John Maynard Keynes (1883 –

1946)

• Propensão marginal a consumir (PMaC) –

porcentagem do aumento da renda aplicada em consumo.

• Propensão marginal a poupar (PMaP) -

porcentagem do aumento da renda aplicada em poupança.

(27)

John Maynard Keynes (1883 – 1946)

• Paradoxo da parcimônia – se a sociedade for

induzida a reduzir seus gastos com consumo o consumo global diminuirá e

consequentemente, induzirá a uma redução na renda e na poupança

• Para Keynes o determinante fundamental do investimento não é a poupança, mas sim a expectativa de lucro do empresário

(28)

John Maynard Keynes (1883 – 1946)

• A taxa de juros também assume uma

importância significativa na teoria Keynesiana, ele entende a taxa de juros como o prêmio

pela renúncia a liquidez e que a oferta de moeda também influencia na sua

determinação

• A taxa de juros é uma função da preferência pela liquidez e da oferta de moeda i= f(L, M) • Multiplicador econômico

Referências

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