1
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
2
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
O plano de encaminhamento visa ordenar hierarquicamente a interligação entre os centros telefônicos de diversas classes de maneira a estabelecer ligações telefônicas no regime DDD, DDI e DDC com:
•Um grau de serviço adequado;
•Boa qualidade de transmissão;
•Otimização da rede de transmissão quanto ao total de circuitos quilômetros utilizados;
3
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Área quaternária Área terciária
Área secundária Área primária
I
II
III
IV
Centrais classe V
4
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Internacional
Classe I
Classe II
Classe III
Classe IV
Classe V
Assinantes
Local Local Central local
Central transito internacional
Central transito nacional
Central transito regional
Central transito interurbana
5
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Local Local
Local Local Local
Tanden Transito interurbana
6
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Local Local
Rota final
Rota direta
7
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
•Cada assinante deve ter um único numero internacional. Este é o objetivo de um plano de numeração que também deve prever o aumento da quantidade de assinantes de uma área
por um período longo.
Central local
Prefixo :
Y
1Y
2N
1N
2⇔
para
⇒
Y
1≠
0
,
1
.
0000 ( M C D U )
8
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE U N I D A D E M I L H A R C E N T E N A D E Z E N A Prefixo da Central
.
1
,
0
1≠
Y
Numero do assinante Código
Nacional
A e B
0
≠
Prefíxo nacional
Numero nacional
9
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Numero nacional Código
Internacional Prefíxo
Internacional
X A B M C D UY 1 Y 2 N 1 N 2
Numero internacional
2 1
I
I
11
10
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
11
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
12
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Prefixo de longa distancia
nacional
O
XX
AB
Código da Localidade Código
de seleção da prestadora
Telefone
13
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE Código do País Prefixo de longa distancia nacional
00
XX
Código de seleção da prestadora Telefone Número desejado Chamada de longa distancia internacionais14
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Prefixo de longa distancia
nacional
9O
XX
AB
Código da Localidade Código
de seleção da prestadora
Telefone
15
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Prefixo de chamada
local a cobrar
9090
XX
Código de seleção da prestadora
Telefone
16
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
País
Cod. Inter.
USA e Canadá
1
Grécia
30
Holanda
31
Bélgica
32
França
33
Espanha
34
Portugal
351
Irlanda
353
Finlândia
358
Itália
39
País
Cod. Inter.
Suíça
41
Áustria
43
Dinamarca
45
Suécia
46
Noruega
47
17
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
País
Cod. Inter.
México
52
Cuba
53
Argentina
54
Brasil
55
Chile
56
Colômbia
57
Venezuela
58
País
Cod. Inter.
Bolívia
591
G. Inglesa
592
Equador
593
G. Francesa
594
Paraguai
595
Peru
596
Suriname
597
Uruguai
598
18
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Serviços especiais – códigos especiais
Código
Tipo de serviço
100 a 109 Serviços de auxilio ao público
110 a 119 Serviços de manutenção
120 a 129 Serviços entre operadoras
130 a 139 Serviços informativos
140 a 149 Serviços informativos
19
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Serviços de valor agregado - VAS
Código
Tipo de serviço
900-1212 Ligue cidade ( VAS = R$ 1,95 )
900-1700 Horóscopo ( VAS = R$ 1,95 )
900-1500 Humor ( VAS = R$ 1,95 )
Disque tarô,runas , etc...
20
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
A operadora de um celular pode ser ident ificada at ravés dos dois prim eiro dígit os da seu núm ero. A Regra geral é a seguint e:
Banda A 96 a 99
Banda B 91 a 94
Banda D 8
Banda E 8
Banda L 8
21
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Operadora por área e Banda
Est ado ( DDD) Banda A ( 9 6 a 9 9 )
Banda B ( 9 1 a 9 4 )
Banda D ( 8 )
Banda E ( 8 )
RJ, ES ( 21 a 28) Vivo Claro
Am azônia ( 91 a 99) Am azônia
Celular Vivo
MG ( 31 a 38) Telem ig Celular TI M Claro
83 a 84
BA, SE ( 71 a 79) Vivo TI M 81 a 82Claro
Nordeste ( 81 a 89) TI M Claro
-PR, SC ( 41 a 49) TI M Vivo Claro88
RS ( 51 a 55)
Centro Oeste ( 61 a 69) Vivo Claro
TI M 81 a 82
SP ( 11 a 19) Vivo* Claro* TI M
81 a 87
-Brasil Telecom 84 a 85
TI M 81 a 83
22
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADECasos Especiais de Operadoras:
Ope r a dor a Cida de s
TI M Pelotas e região RGS. ( 9911, 9913, 9939, 9981- 9989)Londrina e Tam arana, PR, área 43 ( 81)
Claro
São Paulo ( 70, 76, 88 e 89) Minas Gerais ( 84)
Rio de Janeiro ( 76) Centro Oeste ( 95)
Am azônia ( 84) - Em Banda L
Vivo São Paulo ( 71, 72, 73, 74, 75 e 95) Rio de Janeiro ( 95)
Oi Rio de Janeiro ( 85) Minas Gerais ( 85)
CTBC Celular Minas Gerais ( 96, 9960- 9979 e 9991- 9999) São Paulo ( 99)
Sercom t el
23
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
24
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADENúm eros de cont at o das operadoras nacionais para quando o usuário
est iver fora do Brasil:
Ope r a dor a N ú m e r o
Tim + 55 11 6847 6144
Claro + 55 11 9199 5555
Vivo + 55 11 3959 8262
Oi + 55 21 2729 1301
25
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADERoaming Internacional GSM
Am érica do Sul
Pais DDI Frequência ( MHz)
Argentina 54 850/ 1900
Bolívia 591 1900
Chile 56 1900
Colôm bia 57 850/ 1900
Equador 593 850
Paraguai 595 850/ 1900
Peru 51 1900
Uruguai 598 1800/ 1900
26
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
América Central
Pais DDI Frequência ( MHz)
Belize 501 1900
Costa Rica 506 1800
El Salvador 503 850/ 900/ 1900
Guatem ala 502 850/ 1900
Honduras 504 850/ 1900
Nicarágua 505 1900
Panam á 507 850
Roaming Internacional GSM
1800/ 1900 1
Rep. Dom inicana
900/ 1800/ 1900 1
Jam aica
900 53
Cuba
Frequência ( MHz) DDI
Pais
27
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADERoaming Internacional GSM
Am érica do N ort e
Pais DDI Frequência ( MHz)
Canadá 1 850/ 1900
Estados Unidos 1 850/ 1900
México 52 1900
900/ 1800 7
Rússia
900/ 1800/ 3G 44
Reino Unido
900/ 1800/ 3G 351
Portugal
900/ 1800/ 3G 39
I tália
900/ 1800/ 3G 33
França
900/ 1800 34
Espanha
900/ 1800/ 3G 49
Alem anha
Frequência ( MHz) DDI
Pais
28
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADERoaming Internacional GSM
Ásia
Pais DDI Frequência ( MHz)
China 86 900
Coréia do Norte 850 900
Coréia do Sul 82 3G
Í ndia 91 900/ 1800
Japão 81 3G
900/ 1800 234
Nigéria
900 244
Angola
900/ 1800 27
África do Sul
Frequência ( MHz) DDI
Pais
29
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Onde xx é um dos códigos de seleção de Operadora (CSP) apresentados na tabela a seguir.
Operadora CSP
Código da Operadora
Operadoras de Celular que o recom endam
Em bratel 21 Claro
I ntelig 23
-Telem ar 31 Oi
Brasil Telecom 14 BrT, Telem ig e Am azônia Cel.
Telefônica 15 Vivo
TI M 41 Tim
CTBC 12 CTBC Celular
Sercom t el 43 Sercom tel celular
30
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Gerações de Sist em as Celulares
1 G Sist em as analógicos com o o AMPS.
2 G Sist em as digit ais com o o GSM, CDMA ( I S- 95- A) ou TDMA I S- 136.
2 ,5 G
Sistem as celulares que oferecem serviços de dados por pacot es e sem necessidade de estabelecim ento de um a conexão ( conexão perm anente) a taxas de até 144 kbps. É um passo interm ediário na evolução para 3G. Os principais sist em as são o GPRS e ext ensões do CDMA.
3 G Sistem as celulares que oferecem serviços de dados por pacot es e t axas de at é 2 Mbps. Os principais sist em as são o WCDMA e o CDMA 1xEV. Espect ro 8 0 0 MHz e 1 9 0 0 MHz
Geração 2 G 2 ,5 G 3 G
Tecnologia Cdm a One
( I S- 95- A) CDMA 2000 1X*
CDMA 1xEV- DO
CDMA 1xEV- DO
Rev. A Taxa de dados m áx.
teórica ( kbit/ s) 14,4 153,6 2.400 3.100
Taxa de dados
-31
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADEGSM - Global Syst em for Mobile Com m unicat ion
O GSM é um padrão digit al de segunda geração do celular desenvolvido na Europa para subst it uir os diferent es padrões analógicos ut ilizados pelos países europeus. O GSM opera nas faixas de 900, 1800 e 1900 MHz. É hoj e o padrão com o m aior núm ero de usuários em t odo o m undo. I nt roduzido no Brasil em 2002 j á est a present e em t odos os est ados brasileiros.
Evolução da Tecnologia GSM
Espect ro 900 e 1800 MHz ( Europa) 1900 MHz ( EUA) 1900/ 2100 MHz
Geração 2 G 2,5 G 2,5/ 3 G 3 G
Tecnologia GSM GPRS EDGE WCDMA ( UMTS)
HSDPA ( WCDMA) Taxa de dados m áx.
t eórica ( kbit / s) 14,4 171,2 473.6 2.000 14.000 Taxa de dados
32
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADETecnologia 3 G para t elefonia m óvel
A 3G ( WCDMA/ HSDPA) est á disponível no Brasil para cerca de 57 m ilhões de pessoas, 31% da população. O Brasil t erm inou o m ês de Jul/ 08 com 1.315 m il celulares 3G, sendo 776 m il WCDMA e 539 m il EVDO. Fonte: Anatel
Sist em as 3 G em operação no Brasil
Operadora Tecnologia Ent rada em
Operação Cobert ura
Vivo EVDO 2004 24 m unicípios ( VI VO ZAP 3G) *
Telem ig Celular WCDMA/ HSDPA 2007 Belo Horizont e *
Claro WCDMA/ HSDPA 2007 72 m unicípios ( 46.4 m ilhões de pessoas at endidas, 25% da população nacional)
CTBC WCDMA/ HSDPA 2008 Uberaba, Uberlândia e Franca.*
Tim WCDMA/ HSDPA 2008 20 m unicípios ( 16 em 850 MHz e 4 em
2100 MHz)
Brasil Telecom WCDMA/ HSDPA 2008
Port o Alegre, Florianópolis, Curit iba, Cam po Grande, Goiânia, Brasília, Cuiabá, Palm as, Port o Velho e Rio Branco
Oi WCDMA/ HSDPA 2008 Rio de Janeiro e out ras cidades.
33
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADEPortabilidade Numérica
34
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
35
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADEFases da I m plant ação
O quadro a seguir apresent a as fases para im plem ent ação da port abilidade no Brasil, iniciadas em 21/ 03/ 07 e com térm ino previsto para 11/ 03/ 2009.
Fase Descrição Duração*
1
I nstalação do Grupo de I m plantação ( GI P) Cont rat ação da Ent idade Adm inist radora
I m plantação e preparação da Rede para teste
15 m eses
2 Validação e testes em capitais a serem escolhidas para
im plem ent ação do proj et o pilot o. 3 m eses
3
At ivação com ercial nas capit ais do proj et o pilot o.
Ativação para o caso de m udança de endereço na telefonia fixa dent ro de um a m esm a port adora.
Preparação da rede m as dem ais capit ais e out ras cidades.
3 m eses
4 At ivação com ercial para as cidades relacionadas na fase 3. Preparação da rede para as dem ais cidades. 3 m eses
36
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADEbanda larga m óvel
Apresent a- se nest a página as t ecnologias de t ransm issão de dados ut ilizadas pelas operadoras de celular no Brasil para serviços com o acesso a int ernet , em ail e download de j ogos ou aplicat ivos. A Tabela a seguir apresent a o preço ( R$/ Mbyte) cobrado pelas operadoras para est e serviço nos planos pós e pré-pago. Planos para em presas podem oferecer valores m ais baixos com base no volum e cont rat ado.
Operadora Tecnologia Pós ( MB) Pré ( M B)
Vivo CDMA 1x ou EVDO R$ 4,90 R$ 4,90
Claro GPRS ou EDGE R$ 6,00 R$ 6,00
Claro WAP GPRS ou EDGE R$ 9,00 R$ 9,00
Tim GPRS ou EDGE R$ 5,99 R$ 15,73
Oi GPRS R$ 8,00 R$ 8,00
BrT GSM GPRS ou EDGE R$ 6,00 R$ 6,00
37
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADEEvolução da Tecnologia GSM
Espect ro Atual: 900 e 1800 MHz ( Europa) 1900 MHz ( EUA) Novo: 1900/ 2100 MHz
Geração 2 G 2,5 G 2,5/ 3 G 3 G
Tecnologia GSM GPRS EDGE WCDMA( UMTS) HSDPA( WCDMA)
Taxa m áx. t eórica
( kbit/ s) 14,4 171,2 473.6 2.000 14.000
Taxa m édia
( kbit/ s) - 30- 40 100- 130 200- 300 400- 700
Canalização ( kHz) 200 200 200 5.000 5.000
38
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
W CDMA - W ideband CDMA
Tam bém conhecido com o CDMA DS ( Direct Sequence) É um a das t ecnologias de acesso ( ULTRA FDD) do UMTS ( Universal Mobile Telecom m unicat ions Syst em ) High Speed Downlink Packet Access ( HSDPA) é um serviço de pacot es de dados, baseado no WCDMA, que ot im iza a transm issão de dados na direção do telefone celular ( enlace de descida) . Est á em desenvovim ent o o High- Speed Uplink Packet Access ( HSUPA) , que fará o m esm o para o enlace de subida.
Evolução da Tecnologia CDMA
Espect ro Atual: 800 MHz e 1900 MHz
Geração 2 G 2,5 G 3 G
Tecnologia ( I S- 95- A)cdm aOne CDMA2000 1X* 1xEV- DOCDMA
CDMA 1xEV- DO Rev.
A Taxa m áx. t eórica
( kbit/ s) 14,4 153,6 2.400 3.100
Taxa m édia ( kbit/ s) - 40- 70 400- 700
-Canalização 1,25 MHz 1,25 MHz 1,25 MHz 1,25 MHz
39
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADEPacot es por consum o de dados:
Operadora* Plano Mensalidade
250MB R$39,90
1GB R$69,90
I lim itado R$99,90
40MB R$19,00
250MB R$29,00
1GB R$69,00
Oi 1GB R$99,90
Tim Vivo R$129,90 3Mbps R$109,90 2Mbps R$94,90 1Mbps R$64,90 600Kbps R$49,90 250Kbps BrT GSM R$99,90 1Mbps R$69,90 500Kbps R$49,90 250Kbps Claro
40
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
No Brasil a t ecnologia escolhda foi o WCDMA/ HSDPA do padrão UMTS ( Universal Mobile Telecom m unicat ions Syst em ) que é o t erm o adot ado para designar o padrão de 3ª Geração est abelecido para a rede das operadoras de celular com o evolução para operadoras de GSM e que ut iliza com o int erface rádio o Wideband CDMA ( WCDMA) e suas evoluções.
- ( Kbit / s)W CDMA ( Kbit / s)HSDPA ( Mbit / s)HSUPA ( Mbit / s)HSPA Taxa dados Máxim a possível
( Download/ Upload) 384/ 384 7.200/ 384 7,2/ 5,8 40/ 10 Taxa de dados Média ( real) 200 a 300 400 a 700 -
-41
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
42
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Custo de inversão e exploração:
•A tarifa é composta por: 1)- Parcela de instalação do terminal;
2)- Parcela do aluguel do terminal; 3)- Parcela proporcional à utilização
•Custos: 1)- Custos independentes do tráfego;
43
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE •Custos independentes do tráfego:
Custo de O&M da rede de telecomunicações; Custo da administração;
Custos financeiros
•Custos dependentes do tráfego:
Ks = custo total;
Kb1 = custo localizado ( uso dos equipamentos )
Kb2 = fator do custo da transmissão ( qde. De equip. utilizados – fator de distancia)
T = duração da chamada.
t
K
K
44
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Tarifas independentes do tráfego:
•Taxas de instalação;
•Taxa de assinatura mensal cobrindo: a depreciação do
equipamento, a manutenção, nome na lista telefônica, outros ...
Tarifas proporcionais ao tráfego:
45
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Métodos de tarifação:
•Flat rate : tarifa básica;
•Message rate : tarifa por chamada;
•Time zone metering : multimedição por degraus tarifários
Critérios para a tarifação:
•Distância;
•Duração da chamada;
•Facilidades de serviços através das operadoras;
•Hora do dia;
46
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Degrau tarifário
Distancia
geodésica (km)
Cadencia de
multemedição ( seg)
D1
Local 180
seg
D2
Até 50 km
18 seg
D3
51 a 100 km
10 seg
47
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Multemedição – Tarifa exata
•Este método não é viável na prática.É um método de tarifação imparcial e é usado como referencia para avaliação dos outros métodos.
∑
= = n i ci T S1
[ ]
R
S
T
e=
R S R S R S
R=intervalo elementar de tempo S=período de tempo
n=numero de conversações Tc=tempo de conversação
Te=numero de pulsos acumulados
- positivo e fracionário , será arredondado para o número inteiro imediatamente superior
- positivo e inteiro será tomado o seu próprio valor
48
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Multimedição-Pulso sincronizado com o atendimento
49
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE
R
T
T
P
R
T
P
cm e s n i ci s=
=
−
⎥⎦
⎤
⎢⎣
⎡
=
∑
=α
1
1-Pulsos acumulados no contador, após
n chamadas com Tc/R pulsos
-O erro relativo deste método de tarifação
em relação à tarifação exata será
-O erro relativo é influenciado pela relação
entre o tempo de conversação médio Tcm e R .A medida que alfa aumenta, o erro da
50
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Multemedição – Karlsson puro
51
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE
1
0
1−
⎥⎦
⎤
⎢⎣
⎡ −
=
−
≥
>
∑
= e p n i i ci p cT
K
R
X
T
K
R
X
T
X
R
a
X
T
c≤
≤
-Pulsos
acumulados
-Erro relativo, pode ser positivo ( contra o assinante), negativo ou nulo ( contra a concessionária).
Kp=nula
-Soma dos pulsos acumulados em n
52
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Multemedição – Karlsson modificado
53
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE
1
1
)
(
0
1
1
1−
⎥⎦
⎤
⎢⎣
⎡
−
−
+
=
+
≤
<
+
⎥⎦
⎤
⎢⎣
⎡
−
−
∑
= e m T K n i i ci m c cR
X
T
n
K
X
R
T
R
X
T
-Quantidade de pulsos acumuladosem uma chamada.
-A chamada será tarifada sempre com
um pulso adiantado.
-Soma dos pulsos acumulados em
n chamadas tarifadas com cadencia R.
-Erro relativo . Este método protege
54
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Multemedição – Karlsson acrescido
55
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE 1 ) ( 0 1 1 − + = ⎥⎦ ⎤ ⎢⎣ ⎡ − + = + < < ≤ ≤ + ⎥⎦ ⎤ ⎢⎣ ⎡ −
∑
= e a p a n i i ci a c c c T K K n K R X T n K R X T X X T R X T-Quantidade de pulsos acumulados em uma
chamada .
-O método comporta-se como Karlsson modificado
-O método perde a honestidade, tarifando
sempre um pulso além do devido.
-Pulsos acumulados em n chamadas tarifadas
com cadencia R.
56
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UNIVERSI DADE
Comparação entre
os métodos de tarifação
por
57
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Tarifação por
Bilhetagem automática:
•O método de bilhetagem é usado nas chamadas de longa distancia (<200Km) e conversações de telefones móveis celulares onde o valor da tarifa justifica o investimento.
•Informações básicas da bilhetagem: -Identidade do chamador;
-Identidade do chamado; -Hora de atendimento; -Hora de desligamento; -Tempo de conversação;
-Degrau tarifário em função da distancia;
58
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Degraus tarifários
Distancia geodésica (km)
D5
201 a 300
D6
301 a 500
D7
501 a 700
D8
701 a 1.000
D9
1.001 a 1.500
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60
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UNIVERSI DADE
Billing:
O Billing envolve juntar os dados relativos ao usuário ( consumo, novas facilidades ), calcular os custos e providenciar a emissão de boleto para pagamento.
Dados são coletados
Uma chamada é feita
Dados são armazenados em BD de clientes
61
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UNIVERSI DADE
Componentes de um sistema de Billing;
•CDR : call-detail-record – registro detalhado da chamada;
•Tabela de degraus tarifários: guiding-prefixo do número +
duração da chamada;
•Tarifação : aplica as tarifas para as chamadas;
•Billing: executado uma vez por mês, processo de coleta dos
dados , armazenamento e processamento dos boletos;
62
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Requisitos do sistema de Billing
•Gerenciamento de interface com o cliente;
•Vendas e marketing;
•Manuseio de pedidos;
•Manuseio de problemas;
•Relatório de performance;
•Contas e coleções;
•Tarifação e descontos;
•Instalação e manutenção;
•Coleção de dados de performance e de uso;
•Gerenciamento do sistema de informação;
63
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Cliente
Vendas Pedidos Coletas
faturas QoS
Problemas
Processo de gerenciamento da interface com o cliente
Planej. do serviço Config. do serviço Solução dos problemas Gerencia da qualidade Preços e descontos Planej. da rede Provisionam da rede Inventário da rede Gerencia da rede Gerencia de dados
Rede ( elementos ) Process customer care
Processos de geração e desenvolvimento do serviço
64
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66
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UNIVERSI DADETarifas de uso: Situações
Chamada Local Fixo -> Fixo
Chamada Local Fixo -> Móvel Chamada Local Móvel -> Fixo
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70
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UNIVERSI DADETributação:
74
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UNIVERSI DADE
O sistema de sinalização de um sistema de telecomunicações serve para transmitir ordens e informações que permitem estabelecer progressivamente as comunicações , desde que essas
ordens sejam corretamente interpretadas. Classificação da sinalização:
•Sinalização audível para o assinante;
•Sinalização de linha;
76
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UNIVERSI DADE
Assinante chamador
Assinante chamado central
central
Direção do tráfego
Para frente
77
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UNIVERSI DADE
Sinalização audível para o assinante
•Tom de discar: tom contínuo de f = 425+25 Hz
•Tom de controle de chamada: tom intervalado de 435+25Hz t v
v
1 seg 4 seg 1 seg
78
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UNIVERSI DADE
•Tom de ocupado: tom intervalado de 425+25Hz
250 mseg 250 mseg 250 mseg 250 mseg 250 mseg
•Tom de número inacessível: tom intervalado de 425+25Hz
250ms 750ms 250ms 250ms 750ms 250ms
79
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UNIVERSI DADE
•Corrente de toque: Ring – f= 25 + 5 Hz / Vpp = 90 volts
1 seg 4 seg 1 seg
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UNIVERSI DADE
81
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UNIVERSI DADE
Sinalização de linha
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UNIVERSI DADE
Fase
Lado A sentido
Lado B
Caract.
Livre Loop>18kΩ R<550Ώ Corrente baixa
Ocupação Loop<1kΩ R<550Ώ Corrente alta
Chamada Loop<1kΩ R<550Ώ Corrente alta
Atendimento Loop<1kΩ Inversão de polaridade a/b
Inversão do sentido da corrente
Conversação Loop<1kΩ Inversão de polaridade a/b
Idem
Tarifação Loop<1kΩ Inversão de
polaridade 150ms
Mudança do
sentido da corrente por 150ms
Reposição Loop<1kΩ Volta a condição de livre
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UNIVERSI DADE
Sinalização E+M – conexão a #4fios
Junção de saida
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UNIVERSI DADE
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UNIVERSI DADE
Sinais de linha
No. Sinal Duração- (ms) Sentido
A B
Reconhecimento (ms)
1 Ocupação 150 + 30 80 a 375
2 Atendimento 150 + 30 80 a 375
3 Desligar p/ trás 600 + 120 >375
4 Desligar p/ frente 600 + 120 >375
5 Conf. desconexão 600 + 120 >375
6 Desc. forçada 600 + 120 >375
7 Bloqueio Permanente >375
8 Tarifação 150 + 30 80 a 375
86
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UNIVERSI DADE
Sinalização de linha- R2 Digital
Sinal P/frente A(f) P/frente B(f) P/trás A(b) P/trás B(b)
Livre 1 0 1 0
Conf. ocupação 0 0 1 1
Ocupação 0 0 1 0
Atendimento 0 0 1 1
Desligar p/ trás 0 0 1 1
Desligar p/ frente 1 0 1 0
Conf. desconexão 1 0 1 0
87
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UNIVERSI DADE
Sinalização de registrador/processador
CAS – Sinalização por canal associado
Rec/Env Juntor Linha Registro Linha Juntor Rec/Env
CL CL
S W I T C H
CP CP
88
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UNIVERSI DADE
DLU
LTGB
LTGB
Matriz de
comutação LTGC
CAS
MCP30
CP
89
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UNIVERSI DADE
central A central tandem central B
js je
cabo tronco
C
trânsito IU trânsito IU
central C M
U X
M U X
CHAMADA IU
90
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UNIVERSI DADE
Sinalização de canal associado – ITU-T No. 5C -MFC
Frequências em Hz
1380 1500 1620 1740 1860 1980 P/frente
1140 1020 900 780 660 540 P/trás
0 1 2 3 4 5 Índice X
91
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92
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UNIVERSI DADE
sinal Grupo 1 Grupo 2
1 Algarismo 1 Assinante comum
2 Algarismo 2 Ass. com tarifação especial
3 Algarismo 3 Equipamento de manutenção
4 Algarismo 4 Telefônico público
5 Algarismo 5 Operadora
6 Algarismo 6 Eq. Transmissão de dados
7 Algarismo 7
8 Algarismo 8 Telefone público interurbano
9 Algarismo 9 Serviço internacional
10 Algarismo 10 Serviço internacional
11 Inserção de supressor de eco
12 Ind. de transito internacional
13
14 Inserção de supressor de eco
15 Fim de número
93
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UNIVERSI DADE
sinal Grupo A Grupo B
1 Enviar o próximo numero Assinante livre c/ taxação 2 Enviar o primeiro algarismo Assinante ocupado
3 Passagem para o grupo B Assinante c/ número mudado
4 Congestionamento Congestionamento
5 Enviar categoria e ident. de A Assinante livre sem taxação 6 Colocar retenção sob controle de B
7 Enviar o algarismo N-2 Nível ou número vago 8 Enviar o algarismo N-3 Assinante c/ defeito 9 Enviar o algarismo N-1
10
11 Enviar indic. de Trans. internacional
12 13 14 15
94
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UNIVERSI DADE B= n1 n2 n3 – M C D U
Local Tandem Local
n1 n2
A1 A1 A1
A1 A1 A1 n3
prefixo
M C D U A3
95
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
Prefixo de -B
Local Tandem Local
n1 n2 A1 A1 A5 A1 A1 A1 n3 M C D U A3 Cat-A B1 na1 A5 na2 nan A5 Cod.15
No. de A
96
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UNIVERSI DADE
Central A
Central A Central BCentral B
Processador JS JS terminal de dados JE JE CIRCUITOS CIRCUITOS DE DE VOZ VOZ ENLACE ENLACE DE DE DADOS DADOS Processador terminal de dados
97
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
Conceito
Conceito
Enlaces de voz
Enlaces de voz
Enlace de sinaliza
Enlace de sinalizaççãoão
(chamadas)
(mensagens de sinalização relativas aos enlaces de voz)
central A
98
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Estrutura da SCC7
Estrutura da SCC7
parte de transferência de mensagem MTP
enlace de sinalização funções do enlace enlace de dados tratamento da mensagem tratamento de rede de sinalização funções da rede
nível 1 nível 2 nível 3 nível 4
Parte Usuária
TUP
99
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
STP SP
SP SP
SP
scc7 scc7
scc7
scc7 voz
100
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UNIVERSI DADE
SP SP
SCC7-Modo associado
scc7 voz
SP SP
STP
scc7 scc7
scc7 voz
101
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
nível de sinalização
central central
central central
STP SP
SP
SP SP
102
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Rede de Sinaliza
Rede de Sinalizaççãoão
PS
PS
PS PS
PS
PS
CGRS
CGRS
á
área Area A áárea Brea B
PTS
PTS
PTS
PTS
PTS
PTS
PTS
103
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
Seção de transferência de mensagem - MTP
Parte do usuário de telefonia; TUP
ITUP
Parte do usuário de dados: DUP
Parte do usuário de O&M: OMUP
Parte do usuário com
104
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE 7 6 5 4 3 2 1 Modelo ISO MTP Rede Enlace Físico 3 2 1 4 CCSN-7 TUP Telefonia ISUP RDSI TC
OMAP INAP AE MAP
105
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
Estrutura do SSCC7: Protocolos
Estrutura do SSCC7: Protocolos
INAP
INAP
TCAP
TCAP
ISUP
ISUP
SCCP
SCCP
NÍVEL DE REDE NÍVEL DE ENLACE
NÍVEL FÍSICO
MTP
1
2
106
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO UNIVERSI DADE TCAP TCAP SCCP SCCP MTP MTP Camada de Camada de componente componente Camada de Camada de transa
transaççãoão
Usu
Usuááriorio
Estrutura da TCAP
Estrutura da TCAP
Primitiva BEGIN
Solicita diálogo, TCAP associa uma identidade ao diálogo.
Pedido de estabelecimento de diálogo.
107
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Estrutura da MSU
Estrutura da MSU
FLAG
FLAG CHECKCHECK SIFSIF SIOSIO LILI BSNBSN FLAGFLAG
CIC OPC DPC
CIC OPC DPC
B B I I B B FSN FSN F F I I B B
dados H1 H0
dados H1 H0
R
Róótulotulo corpo
corpo
da Mens.
da Mens.
N2
N2 N4N4 N3N3 N2N2
1
1oo bitbit
enviado
enviado
N x 8 (octetos)
NI SI
NI SI
CIC-código de identificação de circuito de conversação SIO-Octeto identificador de tipo de serviço-tipo de usuário LI-Indicador de extensão
FSN-Número sequencial para frente BSN-Número sequencial para trás NI-Indicador de rede
108
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Estrutura do SCCP
Estrutura do SCCP
Usu
Usuááriorio
MTP
MTP
Primitiva (PEDIDOS DE DADOS)
Primitiva (PEDIDOS DE DADOS)
Extrai os dados da primitiva e pede para enviar para G.T. B
Extrai os dados da primitiva e pede para enviar para G.T. B
G.T. A
G.T. A
dados ID ID PONT CL TIPO
dados ID ID PONT CL TIPO
OR. DEST 0
OR. DEST 0
ID OR. 7
ID OR. 7
FLAG CRC DADOS A B PONT 0 TIPO CIC 7
FLAG CRC DADOS A B PONT 0 TIPO CIC 7 24 SIO LI FSN BSN FLAG24 SIO LI FSN BSN FLAG
N2 MTP SCCP N3 MTP N2 MTP
SCCP classe 0
SCCP classe 0
Controle do servi
Controle do serviççoo Roteamento Roteamento mensagem SCCP mensagem SCCP Usu
Usuááriorio
MTP MTP SCCP SCCP G.T. B G.T. B
ID OR. 24
ID OR. 24
Primitiva
109
Pedro de Alcântara Neto
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
Formatos e códigos das mensagens de telefonia - TUP
IAI Initial address message with addtional inforformation BLO Blocking signal
SAM Subsequent address message BLA Blocking acknowledgement signal SAO Subsequent address message with one signal UBL Unblocking signal
GSM General forward set-up information message UBA Unblocking acknowledgement signal COT Continuity signal CCR Continuite – check – request signal CCF Continuity – failure signal RSC Reset-Circuit signal
CRQ General request message MGB Maintenance oriented group blocking message
ACM Address-complete message MBA Maintenance oriented group blocking-acknowledgemente CHG Charging message MGU Maintenance oriented group unblocking message
UBM Unsuccessful backward set-up information message MUA Maintenance oriented group unblocking-acknowledgement ADI Address incomplete signal HGB Hardware faillure oriented group unblocking message CLF Call-failure signal HBA Hardware faillure oriented group unblocking message SSB Subscriber-busy signal HGU Hardware faillure oriented group unbocking-acknowledge UNN Unallocated –number signal HUA Hardware faillure oriented group unblocking-acknowledge LOS Line- out of service signal GRS Circuit group reset message
MPR Misdialled trunk prefix GRA Circuit group reset-acknowledegement message ANC Answer signal, no charge
110
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UNIVERSI DADE
Exemplo de uma chamada
Exemplo de uma chamada
Central A Central B
Central A Central B Central CCentral C
SCC 7 MFC
conversação IAI
ACM ANC/ANN
CLF RLG
DESL. P/ FRENTE CONF. DE DESC.
OCUPAÇÃO
ATENDIMENTO A-1
111
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
Objetivos:
•O impacto do Sincronismo nos serviços;
•Hierarquia no Sincronismo;
•Relógios de referência Primária;
112
Pedro de Alcântara Neto Planos estruturais DE PERNAMBUCO
UNIVERSI DADE
As redes de telecomunicações atuais são compostas de:
•Centrais telefônicas digitais;
•ERB´s de sistemas celulares;
•Estúdios de TV;
•Sistemas PDH e SDH;
•Rádios PDH e SDH;
•Redes WAN,LAN;
•CATV;
•Redes de comunicação ópticas;
113
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
Necessidade do sincronismo:
•Para minimizar escorregamentos, bursts de erros, saltos de fase, jitter e outras imperfeições na transmissão
•Uma sincronização imprópria se manifestas como imperfeições na transmissão;
•Um sinal de sincronismo ruim faz com que todos os sinais de dados derivados estejam tão ruins ou piores.
•
Objetivo: Manter o sinal de dados
114
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UNIVERSI DADE
Imperfeições no Sincronismo;
•
Escorregamento:
deleção ou repetição de informação;•
Bursts de erros:
um breve instante de tempo com altoíndice de erros de transmissão;
•
Saltos de fase:
uma súbita mudança na cadência dosinal;
•
Ajustes de ponteiro:
introduzem jitter e podem causar115
Pedro de Alcântara Neto
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UNIVERSI DADE
O que é o escorregamento?
Um escorregamento é uma perda no fluxo de dados causada por
um transbordo ou esvasiamento de um buffer devido a variações
nas taxas de escrita e leitura;
Recuperação do clock de entrada
Buffer de dados
Clock da central Clock de escrita Clock de leitura
Entrada de dados Saída de dados
1. Se o clock-out é igual ao clock-in, não ocorrem escorregamentos ( os dados fluem constantemente através do buffer ). Este o objetivo principal da rede de sincronismo – manter a fonte e recepção de relógios em cadeia.