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Aula Introdução Psicopatologia II

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Academic year: 2019

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PRODUZINDO CONEXÕES...

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O QUE É LOUCURA?

(FOUCAULT E FRAYZE-PEREIRA)

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O QUE É LOUCURA?

(FOUCAULT E FRAYZE-PEREIRA)

Caracterização da Loucura:

(saber e verdade)

x

(deficiência, déficit e desvio)

Da Loucura à Doença Mental

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O QUE É LOUCURA?

(FOUCAULT E FRAYZE-PEREIRA)

Caracterização da Loucura:

(saber e verdade)

x

(deficiência, déficit e desvio)

Da Loucura à Doença Mental

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PRODUZINDO CONEXÕES...

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O NORMAL E O PATOLÓGICO

(9)

A visão de um organismo como um todo.

PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O NORMAL E O PATOLÓGICO

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A visão de um organismo como um todo.

Há uma diferença qualitativa fundamental que atinge todo o organismo na integralidade de seus processos e funções.

PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O NORMAL E O PATOLÓGICO

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A visão de um organismo como um todo.

Há uma diferença qualitativa fundamental que atinge todo o organismo na integralidade de seus processos e funções.

Os fatos serão normais ou patológicos apenas no interior de uma relação entre o organismo e o meio ambiente.

PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O NORMAL E O PATOLÓGICO

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A visão de um organismo como um todo.

Há uma diferença qualitativa fundamental que atinge todo o

organismo na integralidade de seus processos e funções. Para o ser humano, o ser doente é viver uma vida diferente.

Os fatos serão normais ou patológicos apenas no interior de uma relação entre o organismo e o meio ambiente.

PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O NORMAL E O PATOLÓGICO

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A visão de um organismo como um todo.

Há uma diferença qualitativa fundamental que atinge todo o

organismo na integralidade de seus processos e funções. Para o ser humano, o ser doente é viver uma vida diferente.

Os fatos serão normais ou patológicos apenas no interior de uma relação entre o organismo e o meio ambiente.

Não há uma continuidade quantitativa entre o normal e o patológico, mas descontinuidade qualitativa.

PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

O NORMAL E O PATOLÓGICO

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PRODUZINDO CONEXÕES...

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

REFORMA PSIQUIÁTRICA NO

BRASIL

Antipsiquiatria inglesa e

Psiquiatria democrática

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

REFORMA PSIQUIÁTRICA NO

BRASIL

Antipsiquiatria inglesa e

Psiquiatria democrática

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PSICOPATOLOGIA I

REFORMA PSIQUIÁTRICA NO

BRASIL

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PSICOPATOLOGIA I

REFORMA PSIQUIÁTRICA NO

BRASIL

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PSICOPATOLOGIA I

REFORMA PSIQUIÁTRICA NO

BRASIL

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

REFORMA PSIQUIÁTRICA NO

BRASIL

Maior controle dos hospitais psiquiátricos (n° leitos)

Promove a existência institucional aos CAPs e NAPs.

Serviços de Residências Terapêuticas

Incentivo à criação de dispositivos de novo tipo.

Desestimula a relação com as

hospitais privados ao indicar que as residências terapêuticas sejam

exclusivamente públicas.

Unidades Psiquiátricas (+Leitos)

em Hospitais Gerais.

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PSICOPATOLOGIA I

MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

SINTOMA

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PSICOPATOLOGIA I

MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

SINTOMA

PSIQUIATRIA

PSICANÁLISE

A moderna psiquiatria biológica eliminou completamente

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MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

SINTOMA

PSIQUIATRIA

PSICANÁLISE

A moderna psiquiatria biológica eliminou completamente

a presença da experiência subjetiva do doente no acontecimento da enfermidade.

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PSICOPATOLOGIA I

MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

SINTOMA

PSIQUIATRIA

PSICANÁLISE

A moderna psiquiatria biológica eliminou completamente

a presença da experiência subjetiva do doente no acontecimento da enfermidade.

A história do sujeito deixa de ser relevante para entender o que se passa nas profundezas do organismo.

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MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

SINTOMA

PSIQUIATRIA

PSICANÁLISE

A moderna psiquiatria biológica eliminou completamente

a presença da experiência subjetiva do doente no acontecimento da enfermidade.

A história do sujeito deixa de ser relevante para entender o que se passa nas profundezas do organismo.

O sofrimento psíquico e as queixas do doente deixam de ser considerados signos de uma história existencial, para serem signos de transtornos neuro-hormonais.

O discurso freudiano considerou o sintoma como um enigma,

ou seja, o sujeito diz alguma coisa sobre o que lhe ocorre, mas

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MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

SINTOMA

PSIQUIATRIA

PSICANÁLISE

A moderna psiquiatria biológica eliminou completamente

a presença da experiência subjetiva do doente no acontecimento da enfermidade.

A história do sujeito deixa de ser relevante para entender o que se passa nas profundezas do organismo.

O sofrimento psíquico e as queixas do doente deixam de ser considerados signos de uma história existencial, para serem signos de transtornos neuro-hormonais.

O discurso freudiano considerou o sintoma como um enigma,

ou seja, o sujeito diz alguma coisa sobre o que lhe ocorre, mas

o faz de forma indireta e velada.

Os sintomas e outras formações do inconsciente tem em suas

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

SINTOMA

PSIQUIATRIA

PSICANÁLISE

A moderna psiquiatria biológica eliminou completamente

a presença da experiência subjetiva do doente no acontecimento da enfermidade.

A história do sujeito deixa de ser relevante para entender o que se passa nas profundezas do organismo.

O sofrimento psíquico e as queixas do doente deixam de ser considerados signos de uma história existencial, para serem signos de transtornos neuro-hormonais.

O discurso freudiano considerou o sintoma como um enigma,

ou seja, o sujeito diz alguma coisa sobre o que lhe ocorre, mas

o faz de forma indireta e velada.

Os sintomas e outras formações do inconsciente tem em suas

bases pensamentos inconscientes dotados de sentido.

É por meio dessas formações do inconsciente que a

singularidade do sujeito se revela. Assim, a possibilidade de cura passa pelo resgate desse saber condensado nos sintomas

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

Ansiedade Depressão

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PSICOPATOLOGIA I

MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

Ansiedade Depressão

Ideia obsessiva Fobia Conversão

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PSICOPATOLOGIA I

MAL-ESTAR, SOFRIMENTO E

SINTOMA

Ansiedade Depressão

Ideia obsessiva Fobia Conversão

Em Psiquiatria, cada um desses sintomas pode ser considerado como um Transtorno Mental independente.

Transtornos de ansiedade.

Transtornos depressivos e bipolares.

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PRODUZINDO CONEXÕES...

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

SEMIOLOGIA E DIAGNÓSTICO

EM PSICOPATOLOGIA

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

SEMIOLOGIA E DIAGNÓSTICO

EM PSICOPATOLOGIA

Semiologia

: é a parte da psicopatologia que estuda sinais e sintomas dos

transtornos mentais para o diagnóstico de algumas psicopatologias .

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

SEMIOLOGIA E DIAGNÓSTICO

EM PSICOPATOLOGIA

Semiologia

: é a parte da psicopatologia que estuda sinais e sintomas dos

transtornos mentais para o diagnóstico de algumas psicopatologias .

A semiologia

ou semiótica psicopatológica, ao se ocupar dos sinais e

sintomas dos transtornos mentais,

fundamenta a realização do exame

psíquico ou Exame do Estado Mental (EEM)

, etapa inicial do processo

diagnóstico.

Fontes de um diagnóstico psicopatológico

aprofundado:

O diagnóstico é quase sempre baseado preponderantemente

nos

dados clínicos

.

O essencial do diagnóstico

psicopatológico

: uma história clínica bem -colhida e um

exame psíquico minucioso”

.

C O N V E R S A

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PRODUZINDO CONEXÕES...

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Exame do Estado Mental

Classificada entre Normal, Agitada e Lenta;

Ausência ou presença de tiques, tremor, inquietação;

Observa-se a marcha, a liberdade de movimentos,

posturas incomuns, andar de um lado para o outro,

etc.;

(41)

Exame do Estado Mental

Fluência

pode indicar problemas de fluência

(gagueira, dificuldades de encontrar as palavras ou

parafasias

erros na escolha de palavras)

Quantidade (normal, aumentada, diminuída);

Ritmo (lento ou rápido);

Tom e Volume (irritável, ansioso, disfórico, alto,

silencioso, tímido, zangado, infantil...)

(42)

Exame do Estado Mental

Estado

emocional

interno

e

continuado

do(a)

paciente.

Corresponde

a

experiência

subjetiva

dele(a). A disposição afetiva de fundo que penetra

toda a experiência psíquica;

Triste, irritado, culpado, ansioso...

Costuma-se

utilizar

as

próprias

palavras

do(a)

paciente para descrever seu humor;

(43)

Exame do Estado Mental

Expressão do humor ou o que o humor do(a) paciente

quer dizer para o(a) avaliador(a);

O afeto é descrito com os seguintes elementos:

qualidade,

quantidade,

variação,

adequação

e

congruência;

Disfórico, feliz, irritável, agitado, eutímico, choroso,

soluçante, embotado...

O embotamento afetivo descreve o afeto severamente

restrito de alguns pacientes com esquizofrenia;

(44)

Exame do Estado Mental

São os pensamentos que estão ocorrendo ao(a) paciente.

Pensamentos

obsessivos :

indesejados,

repetitivos,

que

invadem

a

consciência, alheios ao Eu (egodistônico);

Compulsões: comportamentos repetitivos e ritualizados que o paciente se

sente impelido a realizar para evitar ANSIEDADE ou algum desfecho

fatal;

Delírios: ideias fixas, falsas, não compartilhadas por outras pessoas. São

bizarros (fantasiosos) ou não-bizarros (factíveis). Tipos: grandioso,

erotomaníaco, de ciúmes, somáticos e persecutórios;

Potencial

suicida:

variam

em

ideação,

intenção,

planejamento

e

preparação. Vale levantar fatores de risco;

(45)

Exame do Estado Mental

São os modos, as maneiras como os pensamentos são formulados,

organizados e expressos. (Normal: linear, organizado e orientado ao

objetivo);

Fuga de ideias: passagem de um pensamento para outro num ritmo

difícil de acompanhar;

Circunstancial: excesso de detalhes e materiais não relevantes, mas há

retorno para o ponto de partida;

Preservação: contínuo retorno ao mesmo tópico;

Tangenciabilidade : semelhante ao circunstancial, mas sem retorno ao

ponto de partida;

Bloqueio

de

pensamento :

pensamentos

perturbados,

incapaz

de

completar um pensamento;

(46)

Exame do Estado Mental

✓ É i mp or ta nte o bt er al gu ma s i nf o rma ç õe s so br e e sta s e xp e riê nc ia s : q u an d o? onde? f r e q u ê n ci a? e g o d i st ô n ic a? e g o ssi n t ô n ica?

✓ Al uc in aç õe s ( ma i s rec o rre nt e s : vi sua is e a u dit iv a s) → pe rce pçõ e s na a u sê nc ia de e st í mu l os q u e a s j u st i f i q ue m ;

✓ I l u sõ e s → p er ce pç ão e rr ôn ea d e u m e st í mul o (e xe mp l o : “Ouvir o ve nt o su ssu r ra r p or e ntr e a s á r v o r e s d o l a d o d e f o r a e p e n sa r q u e u m n o me e st á se n d o c h a ma d o é i l u sã o ) ;

✓ De spe r son aliz açã o → sensa çã o de ser e str an h o a si me smo o u se n sa çã o de qu e al g u ma coi sa mu d o u . U m se n so al te rad o d o p r óp ri o se r fí si co, in cl ui nd o se n sa çõ e s d e e sta r f o ra d o p r ó pr io c or po , fi sica me nte se pa ra do ou di st an cia d o da s pe ssoa s, fl ut ua n do , ob se rv an d o - se a d i st ân cia, c omo s e f o sse u m so nh o o u u m fil me . (e x. “E u t i v e s i n t o ma s d e d e s p e r s o n a l i z a ç ã o q u a n d o t i n h a 1 5 a n o s , f i q u e i h o r r o r i z a d a c o m a s e n s a ç ã o , e s t a v a n a r u a c o m u m n a m o r a d o e p e n s a v a q u e e s t a v a mo r t a e a q u i l o e r a i l u s ã o d o me u e s p í r i t o , f i q u e i q u a s e u ma s e ma n a a s s i m . . .”);

✓ De sre ali zaç ão → é u ma se n sa çã o de qu e o a mbi en te mud o u de a lg u ma fo r ma e st ra n ha qu e é d i f í c i l d e sc r e v e r ( i r r e a l o u d i st o r c i do . E x : Ac r e d i ta r q u e o b j e t o s i mó v e i s p o d e m s e me x e r ) ;

Alterações na

sensopercepção

(47)

Exame do Estado Mental

Estado de alerta

avalia-se o nível de alerta da pessoa;

Orientação (

pessoal

Qual o seu nome? /

espacial

Onde vc está

agora?/

temporal

Estamos em qual mês?

Concentração

solicitar uma contagem, falar os meses do ano de trás

para frente, etc.

Memória

Curto prazo

solicitar a repetição e memorização de

números ou palavras, para perguntar um pouco depois quais eram as

palavras ou números solicitados .

Longo prazo

pode ser avaliado por

meio de perguntas simples sobre o passado

Em qual mês,cidade,dia vc

nasceu?

Cálculos

apresentar algumas contas e solicitar as respostas;

Cabedal de conhecimentos

perguntas gerais, de preferência ligadas aos

assuntos de interesse da pessoa em avaliação;

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PRODUZINDO CONEXÕES...

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PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

FAMÍLIA DOS TRANSTORNOS

MENTAIS

(50)

PRODUZINDO CONEXÕES...

PSICOPATOLOGIA I

FAMÍLIA DOS TRANSTORNOS

MENTAIS

Transtornos depressivos

Transtornos bipolar

Transtorno depressivo Maior

Transtorno Disruptivo da Desregulação do Humor

Transtorno Depressivo Persistente (Distimia)

Transtorno Disfórico Pré-menstrual

Transtorno Bipolar Tipo I

Transtorno Bipolar Tipo II

Transtorno Ciclotímico

Referências

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