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Magazine Luiza 02 de março de 2016

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Magazine Luiza

02 de março de 2016

Resultado 4T15: ganhos adicionais de market share

em um mercado adverso

Em nossa opinião, os resultados do Magazine Luiza no 4T15 foram positivos, ficando

ligeiramente acima das nossas estimativas. As vendas, apesar de terem retraído 8,7% A/A

no período, apresentaram um performance melhor do que o principal player do mercado

(-14,7% A/A). Outros destaques positivos foram o ganho de margem bruta e a redução de

1,0% A/A em despesas com vendas, gerais e administrativas, mesmo frente a um cenário

macroeconômico desfavorável. O lucro líquido, no entanto, seguiu pressionado pelas

despesas financeiras, devido ao aumento das taxas de juros no período e das provisões

relacionadas à deterioração da inadimplência.

Em 2015 como um todo, o desempenho de vendas do Magazine Luiza (-8,2% A/A) foi

melhor que a média de mercado (-11,8% A/A de acordo com o IBGE), amparado pela

habilidade da companhia em ganhar market share. Ao longo do ano, visando compensar a

desaceleração nas vendas e a pressão inflacionária, a companhia apostou em diversas

iniciativas focadas em racionalização de custos e melhoria de eficiência, como (i) aumentar

a penetração de serviços nas vendas; (ii) estender as cobranças de frete para todas as

regiões do país; (iii) reduzir investimentos em marketing; (iv) identificar sobreposições em

processos administrativos e logísticos; (v) padronizar todos os centros de distribuição para

que pudesse fazer entregas de produtos vendidos via e-commerce e (vi) melhorar o

gerenciamento do capital de giro, especialmente no que se refere a estoques e

fornecedores.

Durante 2016, o foco do management deve continuar voltado para a recuperação do ritmo

de vendas, através de ganhos de participação no mercado, e no controle dos custos. Neste

sentido, uma empresa de consultoria foi contratada para identificar as categorias de

produtos com maior potencial de crescimento nas quais o share do Magazine Luiza ainda é

pequeno (como máquinas de lavar e secar, por exemplo). A operação de Marketplace, cujo

lançamento deverá ser já no 1T16, por sua vez, deverá ajudar na aceleração das vendas

do canal de e-commerce, assim como no aumento da rentabilidade (os sellers pagam uma

comissão sobre as vendas realizadas para os donos dos websites). Outra possibilidade de

ganho de rentabilidade que deve ser feita, é a otimização da precificação dos produtos de

acordo com o canal em que o mesmo é vendido. O desenvolvimento da operação de Click

& Collect (cliente compra pela internet e retira na loja mais próxima), que deve começar a

funcionar ainda em 2016, também deverá trazer importantes ganhos de eficiência. Por fim,

não podemos esquecer que as iniciativas focadas em redução de custos feitas durante o

2S15 devem maturar e começar a trazer retornos durante este ano. Destacamos ainda que

o Magazine Luiza iniciou 2016 com uma posição de caixa mais confortável que em 2015

(+34.6% A/A, para R$ 1,2 bi), impulsionada pela renovação do contrato de venda de

produtos de seguro com a Cardiff por R$ 330 mi, o que deverá facilitar a execução do seu

planejamento estratégico.

Nossas preocupações em relação à companhia continuam sendo em relação (i) ao alto

nível de despesas financeiras, devido ao aumento das taxas de juros, o que vem afetando

o lucro líquido, apesar da posição mais confortável de caixa e (ii) o aumento das provisões

com perdas relacionadas à deterioração da inadimplência. Na Luizacred, o portfólio de

crédito reduziu para R$ 4,4 bi em 2015 (-4.3% A/A), mas as provisões para perdas

aumentaram 16,0% A/A, para R$ 630 mi, representando 14,2% do total (+2,5 p.p. A/A),

refletindo a piora dos níveis de inadimplência durante o ano (os atrasos totais passaram de

13,7% do portfólio de crédito no 4T14 para 16,1% no 4T15).

Magazine Luiza (BRL million) 4Q14 4Q15 YoY 2014 2015 YoY Net Revenues 2,777 2,536 -8.7% 9,779 8,978 -8.2%

Retail – Resale of goods 2,644 2,410 -8.8% 9,298 8,505 -8.5%

Retail – Services 125 116 -7.5% 449 434 -3.3% Other Revenues 9 11 21.3% 32 39 20.2% Gross Profit 759 721 -5.0% 2,692 2,579 -4.2% Gross Margin (%) 27.3% 28.4% 110 bps 27.5% 28.7% 120 bps EBITDA 175 100 -42.8% 605 465 -23.2% EBITDA Margin(%) 6.3% 4.0% -230 bps 6.2% 5.2% -100 bps Net Income 39 (52) -233.3% 129 (66) -151.0% Net Margin (%) 1.4% -2.1% -350 bps 1.3% -0.7% -200 bps Net Debt/EBITDA 1.1x 1.1x - 1.1x 1.1x -

Retail & Consumer Goods

Maria Paula Cantusio, CNPI

Senior Analyst [email protected]

Victor Penna, CNPI

Chief-Analyst [email protected]

MGLU3

Market Perform

Last Price 03/01/2016 (BRL) 20.80

Target Price 12/2016 (BRL) 19.20

Upside 10.6%

Market Cap (BRL million) 463

1 Month Change 47.0% LTM Change -56.3% YTD Change 17.8% 52w Low (BRL) 7.83 52w High (BRL) 47.52

Valuation

BRL Million

Firm Value 2016E 1,189

Net Debt 2016E (761)

Equity Value 2016E 428

# Shares Outstanding 22

WACC 15.1%

Growth in Perpetuity (g) 3.0%

Multiples

2016E 2017E 2018E

EV/EBITDA 2.6 2.3 1.9

P/E -1.31 13.1 4.3

EPS (BRL) -1.46 1.47 4.52

Fonte: Bloomberg e BB Investimentos 0 20 40 60 80 100

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Magazine Luiza – Resultado 4T15 e Revisão de Preço

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Assim, a fim de incorporar os resultados do 4T15 nas nossas estimativas, bem como as expectativas acima

enumeradas em relação ao desempenho do Magazine Luiza durante este ano, revisamos nossas projeções

para a companhia. Nosso preço alvo para a MGLU3 permaneceu em R$ 19,20 para o final de 2016, mas nossa

recomendação foi reduzida de Outperform para Market Perform, visto que a ação da companhia valorizou

47,0% no último mês. MGLU3 está sendo negociada a 3,1x EV/EBITDA e 16,1x P/E, contra a média de

mercado de 5,1x e 18,9x, respectivamente.

Top line. A receita líquida reduziu 8,7% A/A no 4T15, impactada principalmente pelo atual cenário doméstico

desfavorável para venda de bens duráveis. As vendas em mesmas lojas (aquelas abertas há mais de 12

meses) retraíram 17,6% A/A no período, afetadas pela redução no fluxo de pessoas dentro das lojas e por uma

base comparativa forte do 4T14 (+7,5%). As vendas no canal de e-commerce, por outro lado, avançaram 19,1%

A/A no trimestre, impulsionadas pela ocorrência da Black Friday. Destacamos que as receitas provenientes de

serviços financeiros desaceleraram em um ritmo mais lento que as receitas provenientes da venda de

mercadorias (-7,5% A/A versus -8,8% A/A), refletindo a maior penetração de serviços no total de vendas.

Margens Operacionais. A margem bruta aumentou 1,1 p.p. A/A no 4T15, para 28,4%, refletindo principalmente

(i) um mix de vendas mais favorável (com menos itens de imagem, como televisores, e mais móveis e

smartphones); (ii) aumento das cobranças de frete e de montagem de móveis e (iii) maior participação de

serviços nas vendas totais. A margem EBITDA, por outro lado, diminuiu 2,3 p.p., para 4,0% no trimestre, devido

a (i) menor base de diluição dos custos fixos (já que a receita líquida reduziu 8,8% A/A); (ii) maior provisão para

perdas (+72,0% A/A); (iii) menor equivalência patrimonial advinda da Luizacred e da Luizaseg (-78.6% A/A) e

(iv) maiores custos não recorrentes relacionados ao processo de ramp up de novas lojas. Destacamos, no

entanto, a efetividade dos esforços da companhia para racionalizar custos, já que as despesas com vendas,

gerais e administrativas reduziram 1,0% no trimestre, para R$ 610 mi, apesar da pressão inflacionária. A

margem líquida reduziu ainda mais que a margem EBITDA, cerca de 3,5 p.p., para -2,1%, impactada

negativamente pelo aumento das despesas financeiras no trimestre (+38,8% A/A).

Endividamento e Fluxo de Caixa. A dívida bruta aumentou 6,5% nos últimos 12 meses, para R$ 1,8 bi, mas

diminuiu 9,3% em comparação ao 3T15. O índice dívida líquida/EBITDA permaneceu estável em 1,1x, devido à

forte posição de caixa da companhia após o recebimento dos R$ 330 mi referentes à renovação do contrato de

vendas de seguros com a Cardiff. A geração de fluxo de caixa livre foi positiva em R$ 299 mi em 2015, contra

R$ 92 mi em 2014, impulsionada não só pelos valores recebidos da Cardiff, mas também por melhorias na

gestão de estoques e em recebíveis.

Reportado versus Estimado

Magazine Luiza (BRL million) 2015 A 2015 E A/E YoY

Net Revenues 8,978 9,077 -1.1% -8.2% Growth -8.2% -7.1% -110 bps - Gross Profit 2,579 2,573 0.2% -4.2% EBIT 339 351 -3.4% -31.0% EBITDA 465 465 0.0% -23.2% Net Income (66) (37) -78.4% -151.0% Gross Margin (%) 28.7% 28.3% 40 bps 120 bps

Retail Gross Margin (%) 24.9% 24.7% 20 bps 100 bps

EBITDA Margin (%) 5.2% 5.1% 10 bps -100 bps Net Margin (%) -0.7% -0.4% -30 bps -200 bps

SSS - Physical Stores -15.0% -8.5% -650 bps -3,010 bps

SSS - e-commerce 9.8% 9.0% 80 bps -2,390 bps

Fonte: Magazine Luiza e BB Investimentos

Os resultados do Magazine Luiza vieram em linha com nossas estimativas, exceto em relação ao lucro líquido,

visto que esperávamos despesas financeiras menores, um lucro operacional maior e, assim, menos benefícios

fiscais.

Revisão de Preço

Nas nossas novas estimativas, consideramos uma leve retomada no desempenho de vendas, o que deverá

ocorrer através de ganhos de market share, já que as perspectivas para as variáveis macroeconômicas e para o

mercado de bens duráveis têm piorado. As recentes iniciativas focadas em redução de custos e melhoria de

eficiência deverão beneficiar a margem bruta da companhia. O lucro líquido, por outro lado, deve continuar

sendo pressionado pelas despesas financeiras e pelas maiores provisões para perdas. Os níveis de

inadimplência devem piorar ainda mais em 2016, considerando as perspectivas negativas para a taxa de

desemprego. O valuation da companhia foi baseado em um método de fluxo de caixa descontado de dez anos.

Consideramos um crescimento na perpetuidade de 3,0% e um WACC de 14,7%.

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Key Indicators (BRL million) 2015 2016 E 2017 E 2018E Previous Current % Change Previous Current % Change

Net Revenues 8,978 9,580 9,186 -4.1% 10,347 9,686 -6.4% 10,486

Growth -8.1% 5.5% 2.3% -320 bps 8.0% 5.4% -260 bps 8.3%

Retail - Resale of Goods 8,505 8,870 8,704 -1.9% 9,496 9,175 -3.4% 9,934

Services and Other Revenues 473 709 482 -32.0% 851 511 -40.0% 552

Gross Profit 2,579 2,744 2,669 -2.7% 2,995 2,846 -5.0% 3,080

EBIT 339 421 422 0.2% 521 519 -0.4% 604

EBITDA 465 551 510 -7.4% 667 618 -7.3% 715

Net Income (66) 55 (33) - 128 33 -74.2% 101

Gross Margin (%) 28.7% 28.6% 29.0% + 40 bps 28.9% 29.4% +50 bps 29.4% Retail Gross Margin (%) 25.3% 24.7% 25.7% +100 bps 25.0% 26.0% +100 bps 26.0%

EBITDA Margin (%) 5.2% 5.7% 5.5% -20 bps 6.4% 6.4% 0 bps 6.8%

Net Margin (%) -0.7% 0.6% -0.4% -100 bps 1.2% 0.3% -90 bps 1.0%

SSS - Physical Stores -15.0% 3.0% 1.2% -180 bps 5.1% 2.7% -240 bps 4.1%

SSS - e-commerce 9.8% 12.0% 17.0% +500 bps 16.0% 16.0% 0 bps 15.0%

Leverage Indicators 2015 2016 (E) 2017 (E) 2018 (E)

Short-term Debt/Total Debt (%) 31.2% 31.2% 31.2% 40.0%

Debte/(Debt+Equity) (%) 73.4% 73.3% 73.5% 72.6%

Gross Debt (BRL million) (1,823) (1,732) (1,819) (1,910)

Net Debt (BRL million) (662) (761) (808) (762)

Net Debt/EBITDA (1.42) (1.49) (1.31) (1.07)

Income Statement (BRL million) 2015 2016 (E) 2017 (E) 2018 (E)

Net Revenues 8,978 9,186 9,686 10,486

Cost of Sales (6,400) (6,518) (6,840) (7,407)

Gross Profit 2,579 2,669 2,846 3,080

Operating Expenses (2,114) (2,159) (2,228) (2,365)

EBIT 339 422 519 604

Net Financial Result (486) (471) (469) (451)

EBITDA 465 510 618 715

Profit before Taxes (147) (49) 49 152

Net Income (66) (33) 33 101

Balance Sheet (BRL million) 2015 2016 (E) 2017 (E) 2018 (E)

Assets 5,589 5,502 5,772 6,174

Current Assets 3,410 3,275 3,485 3,827

Cash and Cash Equivalents 1,162 971 1,010 1,148

Inventories 1,353 1,378 1,447 1,566

Non-current Assets 709 745 782 821

Property, Plant and Equipment 1,469 1,482 1,505 1,525

liabilities 5,589 5,502 5,772 6,174

Current Liabilities 2,875 2,844 2,987 3,385

Non-current Liabilities 2,051 2,028 2,130 2,068

Equity 662 630 655 722

Cash Flow (BRL million) 2015 2016 (E) 2017 (E) 2018 (E)

EBIT 339 422 519 604

(-) Income Tax and Social Contribution (115) (143) (176) (205)

NOPAT 224 278 342 399

(+) D&A 126 88 99 111

(-) Capex (158) (147) (155) (168)

(-) Working Capital 351 (58) (55) (4)

(=)FCFF 543 161 232 338

Multiples 2016 (E) 2017 (E) 2018 (E)

EV / EBITDA 2.6 2.3 1.9

EPS -1.46 1.47 4.52

P / E -13.1 13.1 4.3

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Magazine Luiza – Resultado 4T15 e Revisão de Preço

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Enterprise Value (BRL million) 1,189 Valuation Assumptions

PV of FCFF 810 WACC 15.1%

PV of Terminal Value 379 Beta 0.90

Net Debt (761) Risk Free Rate 5.0%

Equity Value 428 Market Premium 4.6%

Shares Outstanding 22 Country Risk 3.9%

Fair Value of Common Shares 19.20 Perpetuity Growth 3.0%

Fonte: Magazine Luiza e BB Investimentos

Análise de Sensibilidade

Target-Price YE16 g/WACC 14.1% 14.6% 15.1% 15.6% 16.1% 2.0% 21.8 19.7 17.8 16.1 14.5 2.5% 22.7 20.5 18.5 16.7 15.0 3.0% 23.6 21.4 19.3 17.4 15.6 3.5% 24.7 22.3 20.1 18.1 16.3 4.0% 25.9 23.3 21.0 18.9 17.0 EV/EBITDA YE16 g/WACC 14.1% 14.6% 15.1% 15.6% 16.1% 2.0% 2.4 2.4 2.3 2.2 2.1 2.5% 2.5 2.4 2.3 2.2 2.1 3.0% 2.5 2.4 2.3 2.3 2.2 3.5% 2.6 2.5 2.4 2.3 2.2 4.0% 2.6 2.5 2.4 2.3 2.2 Fonte: BB Investimentos

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INFORMAÇÕES RELEVANTES

Este relatório foi produzido pelo BB-Banco de Investimento S.A. As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes, em princípio, fidedignas e de boa-fé. Entretanto, o BB-BI não declara nem garante, expressa ou tacitamente, que essas informações sejam imparciais, precisas, completas ou corretas. Todas as recomendações e estimativas apresentadas derivam do julgamento de nossos analistas e podem ser alternadas a qualquer momento sem aviso prévio, em função de mudanças que possam afetar as projeções da empresa. Este material tem por finalidade apenas informar e servir com instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento. Não é, e não deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. É vedada a reprodução, distribuição ou publicação deste material, integral ou parcialmente, para qualquer finalidade.

Nos termos do art. 18 da ICVM 483, o BB - Banco de Investimento S.A declara que:

1 - A instituição pode ser remunerada por serviços prestados ou possuir relações comerciais com a(s) empresa(s) analisada(s) neste relatório ou com pessoa natural ou jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse dessa(s) empresa(s); o Conglomerado Banco do Brasil S.A pode ser remunerado por serviços prestados ou possuir relações comerciais com a(s) empresa(s) analisada(s) neste relatório, ou com pessoa natural ou jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse dessa(s) empresa(s).

2 - A instituição pode possuir participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% do capital social da(s) empresa(s) analisada(s), mas poderá adquirir, alienar ou intermediar valores mobiliários da empresa(s) no mercado; o Conglomerado Banco do Brasil S.A pode possuir participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% do capital social da(s) empresa(s) analisada(s), e poderá adquirir, alienar e intermediar valores mobiliários da(s) empresa(s) no mercado.

Informações Relevantes – Analistas

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2 – Sua remuneração é integralmente vinculada às políticas salariais do Banco do Brasil S.A. e não recebem remuneração adicional por serviços prestados para o emissor objeto do relatório de análise ou pessoas a ele ligadas.

Analistas Itens

3 4 5

Maria Paula Cantusio

Victor Penna

3 – O(s) analista(s) de investimentos, seus cônjuges ou companheiros, detêm, direta ou indiretamente, em nome próprio ou de terceiros, ações e/ou outros valores mobiliários de emissão das companhias objeto de sua análise.

4 – Os analistas de investimento, seus cônjuges ou companheiros, possuem, direta ou indiretamente, qualquer interesse financeiro em relação à companhia emissora dos valores mobiliários analisados neste relatório.

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“RATING” é uma opinião sobre os fundamentos econômico-financeiros e diversos riscos a que uma empresa, instituição financeira ou captação de recursos de terceiros, possa estar sujeita dentro de um contexto específico, que pode ser modificada conforme estes riscos se alterem. “O investidor não deve considerar em hipótese alguma o “RATING” como recomendação de Investimento.

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Disclaimer

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Administração

Diretor

Gerente Executiva

Sandro Kohler Marcondes

Fernanda Peres Arraes

Equipe de Pesquisa

BB Securities

Gerente - Wesley Bernabé

[email protected]

4th Floor, Pinners Hall – 105-108 Old Broad St.

London EC2N 1ER - UK

+44 207 7960836 (facsimile)

Renda Variável

Managing Director

Admilson Monteiro Garcia

+44 (207) 3675801

Equity I

Equity II

Deputy Managing Director

Analista-Chefe – Mário Bernardes Junior Analista-Chefe – Victor Penna

Selma Cristina da Silva +44 (207) 3675802

Educação e Vestuário

Agronegócios

Director of Sales Trading

Mário Bernardes Junior

Márcio de Carvalho Montes

Boris Skulczuk +44 (207) 3675831

[email protected]

[email protected]

Head of Sales

Mariana Ruza Paulon

Nick Demopoulos +44 (207) 3675832

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Alimentos & Bebidas

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Annabela Garcia +44 (207) 3675853

Infraestrutura e Concessões

[email protected]

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Renato Hallgren

Renata Kreuzig +44 (207) 3675833

[email protected]

Materiais Básicos

Trading

Victor Penna

Bruno Fantasia +44 (207) 3675852

Imobiliário

[email protected]

Gianpaolo Rivas +44 (207) 3675842

Daniel Cobucci

Gabriela Cortez

Head of M&A

[email protected]

[email protected]

Paul Hollingworth +44 (207) 3675851

Indústrias e Transportes

Varejo

Mário Bernardes Junior

Maria Paula Cantusio

[email protected]

[email protected]

Kamila dos Santos de Oliveira

Banco do Brasil Securities LLC

[email protected]

535 Madison Avenue 34th Floor

New York City, NY 10022 - USA

Equity III

(Member: FINRA/SIPC/NFA)

Analista-Chefe – Wesley Bernabé

Managing Director

Petróleo & Gás

Bancos e Serviços Financeiros

Daniel Alves Maria

+1 (646) 845-3710

Wesley Bernabé

Wesley Bernabé

Deputy Managing Director

[email protected]

[email protected]

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Utilities

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Institutional Sales - Equity

Wesley Bernabé

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Charles Langalis +1 (646) 845-3714

[email protected]

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Institutional Sales - Fixed Income

Viviane da Cruz Silva

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Cassandra Voss +1 (646) 845-3713

[email protected]

DCM

Richard Dubbs +1 (646) 845-3719

Renda Fixa

Estratégia de Mercado

Syndicate

Renato Odo

Hamilton Moreira Alves

Kristen Tredwell +1 (646) 845-3717

[email protected]

[email protected]

Sales

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Fabio Cardoso

Michelle Malvezzi +1 (646) 845-3715

[email protected]

[email protected]

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Equipe de Vendas

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Director, Head of Sales

Denise Rédua de Oliveira

José Carlos Reis +65 6420-6570

Edger Euber Rodrigues Institutional Sales

Elisangela Pires Chaves

Paco Zayco +65 6420-6571

Fábio Caponi Bertoluci

Henrique Reis

Marcela Andressa Pereira

BB-Banco de Investimento S.A. • BB-BI

Rua Senador Dantas, 105 - 36º andar, Rio de Janeiro - RJ

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