• Nenhum resultado encontrado

Gestão de equipes. Prof. Gilberto Porto

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Gestão de equipes. Prof. Gilberto Porto"

Copied!
52
0
0

Texto

(1)

Prof. Gilberto Porto

(2)

Grupos e equipes

•  Grupo: Conjunto formado por 2 ou

mais pessoas, que para atingirem um

determinado objetivo, necessita de:

–  algum tipo de interação,

–  durante um intervalo de tempo,

– sem o qual seria mais difícil ou impossível

obter o êxito desejado.

(3)

Prof. Gilberto Porto

Grupos e equipes

•  Equipes:

– Nos grupos, a realização do trabalho

depende fundamentalmente do esforço

individual, enquanto que na equipe,

depende tanto do esforço individual como

do esforço conjunto.

(4)

Grupos e equipes

•  Equipes:

– A responsabilidade pelo resultado final é

compartilhada;

– Objetivo de trabalho compartilhado;

–  Comprometimento com os objetivos da

organização e somente com metas

(5)

Prof. Gilberto Porto

Quando um grupo se transforma

numa equipe, há entre os

membros:

•  Confiança;

•  Empatia;

•  Respeito a individualidade;

•  Comunicação aliada a interação;

•  Afetividade;

(6)

PRINCIPAL CARACTERÍSTICA

DE UMA EQUIPE

COOPERAÇÃO

Sinergia – derivada do grego Synergia

– syn – cooperação, érgon – trabalho

(7)

Prof. Gilberto Porto

Diferença entre grupo e equipe

Grupo Equipe

Trabalhar “sozinho” Trabalhar “Juntos”

Ênfase nas habilidades técnicas Ênfase nas habilidades

interdisciplinares (interpessoal) Atividades e tarefas estritamente

definidas

Tarefas (habilidade e conhecimento amplo)

Coordenadores determinam o trabalho Coordenadores e equipe determinam e planejam juntos

Informações restritas ao coordenador Informações compartilhadas entre todos Recompensa no desempenho individual Recompensas individuais e de equipe Assumir riscos é desencorajado e

punido

(8)

Equipes

•  Formação de equipes:

– Fator tempo:

•  Permanente;

•  Temporária;

– Fator missão:

•  De trabalho;

•  De desenvolvimento;

– Fator elemento da estrutura priorizado:

(9)

Prof. Gilberto Porto

Formação de equipes

•  Estágio de desenvolvimento de

equipes de trabalho:

– Formação: apresentação dos membros

– Conflito: ajuste ou negociação

– Normatização: fase do consenso

– Desempenho: fase da produtividade

– Desintegração: objetivo atingidos

(10)

Formação de equipes

•  Elementos que afetam a estrutura das

equipes de trabalho:

–  Normas: padrões de comportamentos e

desempenhos;

–  Papéis: funções atribuídas por meio de

negociação;

–  Prestígio e status: influência que os indivíduos

com prestígio podem ter no comportamento e no

desempenho da equipe.

(11)

Prof. Gilberto Porto

•  Equipes de trabalho autogerenciadas:

•  São equipes autônomas, que podem não apenas

solucionar os problemas, mas também implementar as

soluções e assumir total responsabilidade pelos

resultados.

(12)

•  Equipes multifuncionais:

•  São equipes formadas por funcionários do mesmo nível

hierárquico, mas de diferentes setores da empresa, que

se juntam para cumprir uma tarefa. As equipes

desempenham várias funções (multifunções), ao

mesmo tempo, ou seja, não há especificação para cada

membro.

(13)

Prof. Gilberto Porto

•  Equipes virtuais:

•  Os tipos de equipes analisados até agora realizam seu

trabalho face a face. As equipes virtuais usam a

tecnologia para reunir seus membros, fisicamente

dispersos, e permitir que eles atinjam um objetivo

comum.

•  Elas permitem que as pessoas colaborem on-line –

utilizando meios de comunicação como redes internas

e externas, videoconferências ou correio eletrônico.

(14)

Prova: ESAF - 2009 - Receita Federal - Analista Tributário da Receita Federal - Prova 2

O trabalho em equipe pressupõe que a (o):

a) equipe trabalhe, simultaneamente, no mesmo locus. b) líder delegue responsabilidade.

c) líder seja sempre democrático. d) crítica seja evitada.

e) diversidade seja respeitada.

(15)

Prof. Gilberto Porto

Prova: ESAF - 2012 - Receita Federal - Auditor Fiscal da Receita Federal - Prova 1 - Gabarito 1

Considerando-se que uma equipe é um conjunto de pessoas com conhecimentos complementares, que trabalham em conjunto, partilhando a responsabilidade, é correto afirmar que:

a) o resultado obtido seja menor ou igual à soma das contribuições individuais alcançadas.

b) haja aumento da satisfação psicológica e das dificuldades de comunicação interpessoal.

c) a tomada de decisões melhore em função do aumento do número de alternativas de solução.

d) haja um aumento gradual do controle exercido pelo coordenador para garantir a disciplina do grupo.

e) o comprometimento seja diluído em função das tarefas delegadas embora a solidariedade aumente.

(16)

Ano: 2009Banca: ESAF Órgão: ANA Prova: Analista Administrativo Reconhecido como um poderoso instrumento para o ganho de performance nas organizações, devido à interação entre múltiplas habilidades e competências, o trabalho em equipe apresenta inúmeras vantagens quando comparado ao trabalho individual. Entre tais vantagens comparativas, não se inclui:

a) as equipes possuem mais fontes de informação. b) as equipes são mais criativas.

c) os membros da equipe aprendem mais sobre si próprios. d) o trabalho em equipe incrementa a aprendizagem.

e) o trabalho em equipe demanda mais tempo.

(17)

Prof. Gilberto Porto

Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: TRE-AP Prova: Analista Judiciário – Psicologia

Uma equipe multifuncional é formada por profissionais

a) de diferentes níveis hierárquicos, que se reúnem para uma tomada de decisão estratégica.

b) que utilizam a tecnologia de informação para reunir membros fisicamente dispersos, para atingir objetivos comuns.

c) de igual nível hierárquico, mas oriundos de diferentes setores da organização, que se reúnem para cumprir uma tarefa.

d) que se reúnem para discutir meios de melhorar a qualidade, a eficiência e o ambiente de trabalho.

e) com atividades muito relacionadas e interdependentes, que assumem responsabilidades de supervisão mútua.

(18)
(19)

Prof. Gilberto Porto

Conflito

“uma divergência de perspectivas, percebida

como geradora de tensão por pelo menos uma

das partes envolvidas no processo conflitual, e

que pode ou não traduzir-se numa

(20)

Conflito

•  É um processo que tem início quando

uma das partes percebe que a outra

o afeta, ou pode afetar,

negativamente alguma coisa que a

primeira considera importante.

(21)

Prof. Gilberto Porto

•  O conflito precisa ser percebido pelas

partes envolvidas: a existência ou não do

conflito é uma questão de percepção.

•  Se ninguém tiver noção da existência do

conflito, há um acordo geral de que ele

não existe.

(22)

A VISÃO TRADICIONAL

•  A abordagem mais antiga sobre o

conflito parte do princípio de que todo

conflito é ruim.

•  Ele é visto como contraproducente e

usado como sinônimo de violência,

destruição e irracionalidade.

•  Esta visão dominou a teoria sobre

(23)

Prof. Gilberto Porto

A VISÃO DE RELAÇÕES

HUMANAS

•  A conceituação de relações humanas

argumenta que o conflito é uma ocorrência

natural nos grupos e organizações.

•  O conflito é inevitável, na visão de relações

humanas;

•  Ele não pode ser eliminado;

•  Há ocasiões em que ele pode ser até benéfico

para o desempenho do grupo.

•  Esta visão dominou a teoria sobre conflitos dos

anos 40 até a metade da década de 1970.

(24)

A VISÃO INTERACIONISTA

•  Enquanto a abordagem das relações humanas aceita o conflito, a visão interacionista o encoraja, no sentido de que um grupo

harmonioso, pacífico, tranqüilo e cooperativo está na iminência de tornar-se estático, apático e insensível à necessidade de mudança e inovação.

•  A principal contribuição desta abordagem é encorajar os líderes de grupos a manter constantemente um nível mínimo de conflito.

(25)

Prof. Gilberto Porto

CONFLITO FUNCIONAL VERSUS

CONFLITO DISFUNCIONAL

•  A visão interacionista não propõe que todos os conflitos

sejam bons.

•  Alguns conflitos apóiam os objetivos do grupo e

melhoram seu desempenho – estes são os conflitos

funcionais, formas construtivas de conflito.

•  Existem conflitos que atrapalham o desempenho do

grupo; são formas destrutivas ou disfuncionais de

(26)

Fatores causadores de

conflitos

•  Stress;

•  Pressão por resultados;

•  Sobrecarga de trabalho;

•  Clima de competição;

•  Insegurança e instabilidade;

•  Ameaças e críticas depreciativas;

•  Relações interpessoais;

(27)

Prof. Gilberto Porto

3 tipos de conflito

•  Conflito de tarefa – está relacionado

ao conteúdo e aos objetivos do

trabalho.

•  Conflito de relacionamento – se

refere às relações interpessoais

•  Conflito de processo – relaciona-se

à maneira como o trabalho é

(28)

Estilos na gestão de

conflitos

–  Assertividade: o grau em que cada uma das partes

procura satisfazer os seus interesses

–  Cooperação: o grau em que cada uma das partes se

preocupa ativamente com os interesses da outra parte.

(29)

Prof. Gilberto Porto

Estilos na gestão de

conflitos

–  Competitividade: assertividade e não cooperação,

–  Colaboração: assertividade e cooperação,

–  Evitamento: não assertividade e não cooperação,

–  Acomodação: não assertividade e cooperação

(30)

COMPETIÇÃO

–  É quando o comando autoritário se reflete com

forte assertividade para impor o seu próprio

interesse.

–  É utilizado quando uma ação decisiva deve ser

rapidamente imposta em situações importantes

e impopulares, uma vez que a urgência ou

emergência de solução torna-se necessária ou

indispensável.

–  É a atitude de confronto e de dominação em que

uma parte se engaja em uma competição do tipo

(31)

Prof. Gilberto Porto

COLABORAÇÃO

–  Caracteriza-se por elevado grau de assertividade

e de cooperação, habilitando ambas as partes a

ganhar, desde de que utilizem a negociação e o

intercâmbio para reduzir diferenças.

–  É empregado quando os interesses de ambos os

lados são importantes, e quando os pontos de

vista das partes podem ser combinados para

uma solução mais ampla, visando compromisso

o qual requer sentido de consenso

–  O negócio é que as partes ganhem e se

comprometam com a solução encontrada.

(32)

COMPROMISSO

•  É uma combinação tanto das características de

assertividade quanto de cooperação. É utilizado

quando uma parte aceita soluções razoáveis para a

outra, pois cada parte aceita ganhos e perdas na

solução.

•  Ocorre ainda quando os componentes têm igual

poder, e ambos os lados querem reduzir as

diferenças. Desta forma, as pessoas precisam

chegar a uma solução temporária sem pressão de

tempo.

(33)

Prof. Gilberto Porto

EVASÃO

•  Reflete uma postura que não é nem assertiva e nem mesmo

cooperativa, com vistas a se evitar ou se fugir do conflito.

•  É uma atitude de fuga pela qual o administrador procura

evitar as situações de conflito, buscando outra saída, ou

deixando as coisas como estão, para que, com o tempo, o

conflito se torne menos intenso.

•  Este estilo é muito usado quando o problema é trivial, ou

quando não há chance de se ganhar, pois se requer muito

tempo para se obter informação, ou quando há ainda um

desacordo que pode tornar o risco oneroso ou perigoso para

a organização como um todo

(34)

ACOMODAÇÃO

–  Reflete alto grau de cooperação para suavizar as

coisas, mantendo sempre um clima de harmonia entre

as pessoas.

–  Consiste em resolver os pontos menores de

discordância e deixar os problemas maiores para

frente. Funciona muito quando as pessoas sabem o

que é errado, quando há um assunto que é muito

importante e que não pode ser deixado de lado, e

quando se pretende construir créditos sociais para se

utilizar a experiência adquirida em outras situações

conflitantes, ou ainda quando percebe-se que manter a

harmonia é o mais importante de tudo.

(35)

Prof. Gilberto Porto

Abordagens na gestão de

conflitos

•  Abordagem Estrutural

•  Atua sobre condições preexistentes na estrutura da organização, que podem ser causa do conflito, como diferenciação de grupos, recursos limitados compartilhados e interdependência.

•  A abordagem sugere minimizar as diferenças entre os grupos conflitantes identificando objetivos comuns ou reagrupando os indivíduos, formando um grupo maior;

•  sugere também interferir nos recursos compartilhados pelos grupos conflitantes, por exemplo, criando um objetivo comum aos grupos e recompensando o desempenho global dos grupos divergentes através de recompensas formais;

•  sugere também diminuir a interdependência dos grupos conflitantes separando-os física e estruturalmente, reduzindo assim as possibilidades de conflitos;

(36)

•  Abordagem de processo

•  Sugere a intervenção no próprio episódio do conflito, de forma a alterar o processo conflitivo, reduzindo-o. Pode utilizar uma terceira pessoa como mediador do conflito, como um consultor neutro. A abordagem pode ser realizada de três maneiras distintas:

•  Desativação do conflito: estimular reações cooperativas entre as partes conflitantes, desarmando o conflito de forma a chegar-se a uma resolução harmônica.

•  Confrontação direta entre as partes: quando a possibilidade de desativação já foi ultrapassada, propõem-se reuniões de confrontação de forma que as partes exponham

Abordagens na gestão de

conflitos

(37)

Prof. Gilberto Porto

•  Abordagem de processo

•  Colaboração: É utilizada depois de ultrapassadas as possibilidades de uso da desativação e da confrontação direta. Colocam-se as partes conflitantes para trabalhar juntas, de forma que haverão de fazer concessões mútuas na busca de acordo.

Abordagens na gestão de

conflitos

(38)

•  Abordagem mista

•  Procura-se atuar tanto nos aspectos estruturais como nos de processo, fazendo-se intervenções sobre a situação estrutural e sobre o próprio episódio de conflito. Permite duas maneiras distintas de atuação:

•  Adoção de regras para a resolução de conflitos: a abordagem é mista, pois utilizam-se meios estruturais para influenciar o processo de conflito. Por exemplo, a organização pode criar um normativo interno que discipline as regras para resolução de conflitos internos, estabelecendo princípios e procedimentos, de forma a conduzir as partes a uma solução..

Abordagens na gestão de

conflitos

(39)

Prof. Gilberto Porto

•  Abordagem mista

•  Criação de agentes de integradores: a organização institui determinados agentes, de forma permanente, que realizarão os papéis de ligação entre as partes conflitantes, sempre que necessário.

•  A abordagem é mista, pois se utilizam tanto fatores de processo ( o agente, que é a terceira parte que faz a mediação do conflito), como fatores estruturais, pois o papel de agente de integração é fixo na estrutura organizacional, e não um papel temporário, como o de um consultor externo que é chamado para resolver um caso isolado, como vimos na Abordagem de Processo.

Abordagens na gestão de

conflitos

(40)

Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: CVM Prova: Analista - Recursos Humanos

Em relação à abordagem quanto à administração de conflitos, marque o item que apresenta as três abordagens à disposição do gerente.

a)  Espera, tensão e resolução. b)  Estrutural, mista e de processo.

c) Impasse, vitória-derrota e conciliação.

d) Ganhar/perder, perder/perder e ganhar/ganhar.

e) Diferenciação de grupos, recursos compartilhados e interdependência de atividades.

(41)

Prof. Gilberto Porto

Ano: 2009 Banca: FGV Órgão: SEFAZ-RJ Prova: Fiscal de Rendas

Com relação às fontes dos conflitos organizacionais, analise as afirmativas a seguir:

I. Os recursos limitados são uma fonte de conflito organizacional. II. A diferenciação é uma fonte de conflito organizacional.

III. A ausência de interdependência de tarefas é uma fonte de conflito organizacional.

Assinale

a) se somente a afirmativa I estiver correta. b) se somente a afirmativa II estiver correta. c) se somente a afirmativa III estiver correta.

d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. e) se todas as afirmativas estiverem corretas.

(42)

Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: TRF - 5ª REGIÃO Prova: Técnico Judiciário - Área Administrativa

Existem três tipos de conflitos: de Tarefa, de Relacionamento e de Processo. Conflito de Processo é o que

a) está relacionado ao conteúdo e metas do trabalho. b) está relacionado a como o trabalho é executado. c) ocorre nas relações interpessoais.

d) melhora a qualidade das decisões fornecendo meios pelos quais os problemas não podem ser manifestados.

e) impossibilita o desafio ao status quo, não promovendo a reavaliação de metas do grupo.

(43)

Prof. Gilberto Porto

Ano: 2010 Banca: CESPE Órgão: ANEEL Prova: Analista Administrativo

O diretor que propõe uma reunião de confrontação visando sanear um conflito está adotando uma abordagem estrutural.

( ) Certo ( ) Errado

Ano: 2014 Banca: CESPE Órgão: ANTAQ Prova: Analista Administrativo - Qualquer Área de Formação

O chefe de um setor que adota o estilo de administração de conflito denominado colaboração, ao gerenciar um conflito, tende a ignorá-lo, de modo a esperar que tal conflito desapareça, ou então usará o sigilo para evitar a confrontação.

( ) Certo ( ) Errado

(44)

Ano: 2013Banca: CESPEÓrgão: TCE-ESProva: Analista Administrativo - Administração

Em uma situação de conflito no trabalho, há pessoas que atuam de modo a satisfazer seus próprios interesses, sem considerar os interesses das demais pessoas envolvidas no conflito. Essa situação caracteriza um estilo comportamental a) competitivo. b) evitativo. c) acomodado. d) comprometido. e) colaborativo.

Exercícios

(45)

Prof. Gilberto Porto

Ano: 2013Banca: FUNIVERSAÓrgão: MinCProva: Técnicas de Complexidade Gerencial

Os conflitos dentro de uma organização, seja ela pública ou privada, são comuns, e o administrador deve saber desativá-los a tempo, evitando sua eclosão. Existem cinco diferentes estilos de administração de conflitos definidos entre seu grau de cooperação e assertividade. Assinale a alternativa que apresenta o estilo que habilita ambas as partes do conflito a ganhar, pressupondo altos graus de assertividade, cooperação e consenso.

a) estilo de colaboração b) estilo de acomodação c) estilo competitivo d) estilo de compromisso e) estilo de evitação.

Exercícios

(46)

Ano: 2015Banca: FGVÓrgão: TJ-SCProva: Psicólogo

Uma equipe de cinco pessoas é responsável por projetos de grande complexidade. Cada um é especialista em sua área de atuação e as decisões acerca do trabalho a ser realizado exigem interação e troca de ideias, e muitas vezes surgem conflitos entre os membros da equipe. Nas situações de conflito, observa-se que o gerente intervém buscando fazer com que cada um “ceda um pouco”, de forma a construir um compromisso para as ações futuras. A abordagem de administração de conflitos utilizada pelo gerente é: a) colaboração; b) não enfrentamento; c) concessão; d) acomodação; e) competição.

Exercícios

(47)

Prof. Gilberto Porto

(48)

Flexibilização do trabalho

•  O fenômeno europeu de desemprego em larga escala, que persistiu durante muitos anos do pós-guerra, mudou o foco da análise comparativa do mercado de trabalho.

•  A flexibilidade e a rigidez institucional passaram a ser cada vez mais consideradas como fatores explicativos do nível de emprego.

•  A abertura das economias exige mais flexibilidade da força de trabalho em termos ocupacionais e salariais. As empresas, ao se deparar com uma demanda volátil, sofrem pressão para fazer ajustes de emprego e de remuneração. •  Outros entendem os referidos ajustes como movimentos que,

no fundo, tentam passar para os empregados o custo da adaptação

(49)

Prof. Gilberto Porto

Flexibilização do trabalho

•  O paradigma da “empresa flexível”, supostamente capaz de fazer frente ao conjunto de desafios que derivam de tais cenários, incorpora diversos tipos de flexibilidade no que se refere a gestão dos recursos humanos:

Os 4 tipos de flexibilidade definidos por Atkinson são: •  Flexibilidade numérica

•  Flexibilidade funcional •  Distanciamento

(50)

Flexibilização do trabalho

•  A flexibilidade numérica, definida como a capacidade das companhias para ajustar o número de trabalhadores ou de horas de trabalho às mudanças ocorridas na demanda.

•  A flexibilidade funcional, ou capacidade de reorganizar as competências associadas aos empregos, de maneira que os titulares dos postos possam desenvolvê-las através de um leque de tarefas ampliado horizontalmente, verticalmente ou em ambos os sentidos

(51)

Prof. Gilberto Porto

Flexibilização do trabalho

•  O distanciamento, concebido como a substituição de contratos de trabalho por contrato mercantis ou pela sub-contratação, a fim de concentrar a organização na vantagem competitiva ou encontrar fórmulas menos onerosas de administrar as atividades não nucleares.

•  A flexibilidade salarial, que se identifica com a capacidade da empresa para conseguir que suas estruturas de retribuição estimulem a flexibilidade funcional, se revelem competitivas no que respeita às competências mais escassas no mercado de trabalho e recompensem o esforço e desempenho individual dos empregados.

(52)

Prova: ESAF - 2010 - CVM - Analista - Recursos Humanos - prova 2 O paradigma da “empresa flexível” (Atkinson e Meager, 1986, p. 2-11), incorpora diversos tipos de flexibilidade no que se refere à gestão dos recursos humanos, com exceção:

a) da flexibilidade numérica. b) da flexibilidade funcional. c) do distanciamento. d) da flexibilidade profissional. e) da flexibilidade salarial.

Exercícios

Referências

Documentos relacionados

Quanto aos objetivos específicos, podemos perceber, pelos relatos dos próprios alunos, o quanto eles de certa forma, refletiram sobre suas concepções em relação ao uso da calculadora

Como a pesquisa foi focada na perspectiva estrutural de investigação das representações sociais, existem evidências para determinar, com base nos resultados

Com embasamento nos dados obtidos através dos ensaios e análises realizadas, considerando os objetivos que foram propostos inicialmente, apresentam-se as conclusões

Em relação ao primeiro objetivo especifico, que era descrever o perfil das pequenas e médias empresas da região de Florianópolis, atingiu-se o mesmo através das seguintes

Ainda no eixo Desenvolvimento Humano, o Programa Campina Cultural tem por objetivo desenvolver ações de empoderamento do capi- tal cultural como agente transformador socioeconômico

RESUMO: Este trabalho está voltado para a discussão a respeito das novas abordagens do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira através da capoeira, enfatizando como a capoeira

Sendo assim diante das analises que foram realizadas através das leituras tidas, para o discorrer deste trabalho, ficou entendido que foi preciso lutar para que a capoeira tivesse

5 “A Teoria Pura do Direito é uma teoria do Direito positivo – do Direito positivo em geral, não de uma ordem jurídica especial” (KELSEN, Teoria pura do direito, p..