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Projeto de Autoavaliação Institucional - PUC-Goiás

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Academic year: 2021

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COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA

1ª Avenida, 656 Setor Universitário. Goiânia – Go. 74.605-010. e-mail: [email protected] fone:62-3946-1253

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1. Apresentação.

O Projeto de Autoavaliação Institucional da PUC Goiás (PAAI) resulta da análise crítica e reflexiva de todos os processos de autoavaliação institucional realizados ao longo de sua história, mais especificamente entre 2012 e 2013. Nesta revisão foram consideradas as reflexões dos diversos gestores da instituição, nos seus campos específicos de domínio, procurando diretrizes comuns, mas preservando as especificidades e necessidades de cada área envolvida. Esta versão do PAAI pretende sintetizar as versões anteriores, enfocando os aspectos operacionais da coleta de dados, sua análise e a apresentação dos resultados, mais do que os aspectos conceituais.

2. Introdução.

A autoavaliação é obrigatório e imprescindível para todos os atos de regulação, cujo exercício é prerrogativa do Estado. Através dela, enquanto ferramenta de gestão, a instituição pode conhecer melhor sua própria realidade e praticar as ações necessárias para atingir a qualidade almejada e cumprir sua missão. Para tanto, é necessário que a instituição disponha de uma estrutura informativa que especifique as variáveis que compõem o cenário dos projetos e programas na Instituição deve ser desenvolvida para apoiar o processo de identificação dessa realidade (SINAES, 2004).

A cultura avaliativa da PUC Goiás já está incorporada às suas atividades acadêmicas e é assumida pelos agentes do processo educacional e realizadas de forma processual e contínua. A avaliação é central na elaboração e na revisão do planejamento e sua execução, bem como na estruturação normativa da Instituição, não como um momento estanque no tempo, mas como uma rotina.

A PUC Goiás entende que a busca pela excelência não pode preterir tais rotinas pois permite sistematizar e disponibilizar informações que possibilitam ganho de eficiência e eficácia institucional, integrando as atividades operacionais e promovendo

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sua articulação com o planejamento de ações de gestão que colaboram com a melhoria do desenvolvimento institucional.

2.1 - Base legal.

Como base para seus processos de autoavaliação a PUC Goiás se utiliza dos documentos eclesiais sobre a educação católica, dos documentos legais da instituição, e a Lei nº 10.861 de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), na Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007 que regulamenta os procedimentos de avaliação do SINAES. Segue ainda as Diretrizes para Avaliação das Instituições de Educação Superior e fornece um Roteiro para Autoavaliação Institucional, concebidos pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e as portarias e resoluções relacionadas à regulação do ensino superior através das Comissões Próprias de Avaliação (CPA).

Conforme a lei do SINAES a Avaliação Institucional está relacionada a: ● melhoria da qualidade da educação superior;

● orientação da expansão da oferta de seus serviços;

● aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social;

● aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da identidade institucional.

Para tal, o relatório da autoavaliação deve conter todas as informações e os demais elementos avaliativos constantes do roteiro comum de base nacional, as análises qualitativas e as ações de caráter administrativo, político, pedagógico e técnico-científico que a IES pretende empreender em decorrência desse processo de autoavaliação, identificando os meios e recursos necessários para a realização de melhorias mediante a identificação dos acertos e equívocos do próprio processo de avaliação.

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Em seu conjunto, os processos avaliativos devem constituir um sistema que permita a integração das diversas dimensões da realidade avaliada, assegurando as coerências conceitual, epistemológica e prática, bem como o alcance dos objetivos dos diversos instrumentos e modalidades. A Autoavaliação Institucional deve ter, portanto, um caráter educativo, de melhora e de auto-regulação.

As avaliações do ciclo serão orientadas por indicadores de qualidade e gerarão conceitos atribuídos às instituições e cursos superiores, expedidos periodicamente pelo INEP, em cumprimento à Lei n° 10.861, de 2004.

O sistema de avaliação é um processo a ser assumido coletivamente, com finalidade de levantar indicadores que possam informar a instituição nos seus processos de tomada de decisão de caráter político, pedagógico e administrativo, melhoria institucional, auto-regulação, elevação da capacidade educativa e do cumprimento das demais funções públicas. Deve ser entendida como uma prática formativa e construtiva. A Autoavaliação Institucional é um processo participativo, gerador de novos conhecimentos e impulsionador da reflexão coletiva; elementos que conduzem ao ideal de aprimoramento de todas as atividades institucionais. Portanto, é preciso buscar dados consistentes que permitam produzir uma matriz de diagnóstico de eficiência a partir de parâmetros de eficácia (metas), onde as unidades avaliadas são submetidas à análise de desempenho em relação às metas projetadas, bem como as demais unidades institucionais de mesma natureza.

Assim, os dados devem ser devidamente formalizados , instruindo a gestão e os procedimentos institucionais. A instituição e as unidades que a compõem, adquirirão uma infraestrutura social sinérgica e com potencial de eficiência de modo a subsidiar a dinâmica organizacional.

2.2 - Histórico recente da autoavaliação na PUC Goiás.

Desde a criação do SINAES em 2004 a PUC Goiás vem se adaptando à uma nova sistemática de autoavaliação, tendo em agosto de 2006 concluído e encaminhado ao INEP seu primeiro relatório.

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A partir daí buscou-se, na perspectiva de um processo contínuo, divulgar os resultados da autoavaliação, por meio da publicação do Relatório de Autoavaliação na página da instituição na Internet e por meio de reuniões com as congregações, grupos de funcionários e gestores. Concomitantemente, os dados da autoavaliação alimentaram as discussões para reformulação do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e do Plano Estratégico de Gestão (PEGP) aprovados em 2007.

Desse modo, a Universidade apresentou e compartilhou a atualização do PEGP com todos aqueles que, direta ou indiretamente, participam da sua vida acadêmica, pois somente um plano estratégico coerente com a identidade institucional pode atuar na dinâmica organizacional, no sentido promovedor das melhorias e transformações necessárias.

Do ponto de vista do projeto institucional, a expectativa que se tinha era de que o processo de avaliação tinha a potencialidade de permanentemente induzir mudanças que conduzam ao aperfeiçoamento das práticas no sentido da maior aproximação na consecução do seu objeto de trabalho.

Novamente, concluído o primeiro ciclo de avaliação institucional, com a visita da Comissão de Avaliação Externa designada pelo INEP, em março de 2009, cujo resultado final foi conhecido em dezembro do mesmo ano, a PUC Goiás alcançou uma posição igual às melhores IES do país com uma nota 4.

No entanto, ao obter o reconhecimento pontifício, a partir de 2009 a PUC Goiás viveu um novo desafio que a projetou no campo internacional como participante ativa de uma rede de qualificadas instituições de direito pontifício, que se distinguem pela excelência acadêmica e pelo reconhecimento recebido. Orientada por opções políticas e estratégicas, a Pontifícia Universidade Católica de Goiás buscou responder aos desafios de seu ambiente interno e externo, estabelecendo uma postura de diferenciação na qualidade de seus serviços, projetos e atividades acadêmico-pedagógicas.

Em 2011 a recém-criada Unidade Técnica de Planejamento e Avaliação (UTPA) da Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional (PRODIN) elaborou a primeira versão do Projeto de Autoavaliação Institucional (PAAI) já para ser implantado no ano seguinte. O PAAI criou uma estrutura de autoavaliação que incluía Núcleos (NAA) e

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Subnúcleos (SNAA) de autoavaliação institucional dentro das pró-reitorias, sendo estas responsáveis pela coleta dos dados que alimentam a produção dos relatórios anuais de autoavaliação.

Em 2012 a PUC Goiás realizou sua primeira autoavaliação geral, já na condição de pontifícia, utilizando o PAAI que propunha a utilização de uma metodologia de coleta de dados padrão para todas as unidades. Isso foi feito através de um formulário eletrônico, que solicitou informações sobre as ações realizadas por cada unidade, as metas estabelecidas, os indicadores utilizados para aferição da eficácia e as propostas para melhoria. Para a análise das forças e fragilidades foram adotadas as metodologias do SWOT e de ISHIKAWA. Além disso, foi solicitado que as ações fossem relacionadas às dez dimensões avaliadas pelo SINAES e as seis dimensões transversais que foram criadas para caracterizar a PUC Goiás. Os agentes no processo foram instruídos e acompanhados dentro da metodologia adotada.

Após a conclusão do relatório de 2012 foi realizada uma meta-avaliação do processo, junto aos NAA e SNAA. Foram feitos grupos focais e aplicado um questionário online sobre a percepção dos participantes no processo. Foi identificada uma dificuldade geral com relação ao método de coleta de dados, considerado muito rígido e pouco sensível às peculiaridades de cada unidade. Com base nisso a metodologia foi modificada no ano seguinte.

Em 2013 o processo de autoavaliação institucional seguiu o modelo adotado no ano anterior, de análise baseada em SWOT, exceto que os dados não precisariam necessariamente ser coletados utilizando-se dos formulários ou planilhas eletrônicas. Com o advento da revisão do instrumento de avaliação institucional externa pelo INEP, que passou a ser organizado em cinco eixos, o relatório da autoavaliação institucional desse ano foi produzido seguindo os cinco novos eixos, além das dimensões transversais da PUC Goiás, embora todo o processo de coleta dos dados tivesse seguido a estrutura do antigo formulário de avaliação institucional externa. Essa transposição de formatos criou uma certa dificuldade para a produção do relatório.

A meta-avaliação realizada no início de 2014, sobre o processo de 2013, mostrou um aumento da percepção dos pontos fracos relacionados aos aspectos

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conceituais do processo e uma diminuição nos pontos fracos relacionados aos aspectos instrumentais. Entendeu-se que essas diferenças estariam relacionadas ao início da instalação de uma cultura de autoavaliação que já estaria trazendo uma percepção crítica mais apurada por parte dos participantes. De um modo geral a flexibilização da metodologia de coleta, deixada a cargo de cada unidade, facilitou a análise a apresentação destas por cada unidade. Muitas dificuldades operacionais ainda foram identificadas na meta-avaliação, o que sugeriu a necessidade de um acompanhamento mais próximo dos subnúcleos pela UTPA/CPA em ralação às metodologias de coleta, análise e apresentação dos resultados.

2.3 - Objetivo.

O Projeto de Autoavaliação Institucional visa conhecer a realidade institucional, instalando a cultura avaliativaque subsidia a reflexão sobre sua missão e sua realidade. Procura sistematizar, analisar e divulgar informações relevantes para o cumprimento das exigências regulatórias da educação superior e para fins estratégicos que dão suporte ao desenvolvimento institucional.

3. Estrutura operacional da autoavaliação institucional.

A Autoavaliação Institucional é regimentalmente de responsabilidade intrínseca da Pró-reitoria de Desenvolvimento Institucional (PRODIN), mas dela devem participar toda a comunidade que constrói a universidade e que dela deve participar na produção do saber, na formação acadêmica, na estrutura de apoio e no relacionamento ativo com a sociedade de modo ativo. Docentes, discentes, gestores acadêmicos e pessoal técnico administrativo devem participar do processo de autoavaliação como atores que constroem a Universidade, mediante a definição de indicadores e demais instrumentos utilizados na avaliação.

O processo de autoavaliação da PUC Goiás ocorre sob a coordenação da Comissão Própria de Avaliação (CPA), cumprindo as exigências regulatórias do MEC, com suporte da Unidade Técnica de Planejamento e Avaliação (UTPA), e incorpora

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todas as práticas de avaliação já existentes na Instituição, buscando ainda se ampliar para que de fato cumpra seu papel gerador de práticas que consolidem os avanços e melhorias na qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão.

3.1- Comissão Própria de Avaliação (CPA)

A PUC Goiás, por meio da Portaria nº 191/2014- GR nomeou a Comissão Própria de Avaliação (CPA), de natureza autônoma, com a missão de coordenar e articular o processo interno de avaliação da instituição. A nomeação da CPA atende ao que determina a Lei nº 10.861, de 14 de abril, que institui o SINAES e a política e o processo de autoavaliação, previstos no Plano de Desenvolvimento Institucional.

Ligada ao Gabinete da Reitoria, a CPA é composta de 06 representantes do corpo docente (um como coordenador), 03 técnico-administrativos; 02 representantes do corpo discente e 01 da sociedade civil organizada, leva em conta a ideia de construção participativa da autoavaliação, com representação dos segmentos da comunidade acadêmica.

À CPA compete coordenar os processos de avaliação interna considerando as seguintes finalidades:

− zelar pelo Projeto de Autoavaliação Institucional e sua execução;

− divulgar na comunidade acadêmica a sua composição, suas propostas de trabalho e cronograma de atividades;

− demonstrar a toda a comunidade acadêmica a finalidade da avaliação institucional, que é a melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem e da IES como um todo;

− esclarecer a importância do processo de avaliação institucional como instrumento norteador das ações e transformações necessárias ao pleno desenvolvimento institucional;

− avaliar a totalidade da IES por meio do conjunto de dimensões estabelecidas, PDI, missão, visão e as políticas institucionais realizadas, visando à melhoria da qualidade acadêmica e ao desenvolvimento institucional;

− garantir que os resultados do processo de avaliação institucional sejam amplamente divulgados e encaminhados às comunidades internas e externas à Instituição.

− sistematizar e prestar informações solicitadas pelo INEP, através do SINAES; − desenvolver estudos visando ao aperfeiçoamento das políticas de avaliação, e − divulgar interna e externamente os resultados dos processos de autoavaliação.

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3.2 - A Unidade Técnica de Planejamento – UTPA À UTPA compete:

− promover as atividades de planejamento, desenvolvimento e avaliação institucional;

− dar suporte operacional à CPA na implementação da autoavaliação institucional;

− definir conjuntamente com a CPA e as unidades avaliadas os procedimentos técnicos necessários;

− dar suporte operacional às unidades participantes do processo de autoavaliação.

− elaborar, em conjunto com a CPA, os relatórios de autoavaliação institucional que atendem às demandas regulatórias do MEC, e

− zelar pelos aspectos estratégicos da avaliação relacionados ao desenvolvimento institucional, dentro as atribuições regimentais da PRODIN.

3.3 - Os Núcleos de Autoavaliação.

Os Núcleos de autoavaliação serão compostos pelas Pró-reitorias e pela Reitoria. Cada núcleo deverá indicar um representante para fazer a interlocução com a CPA e a UTPA em todo o processo de avaliação. Cada núcleo poderá criar quantos subnúcleos julgar necessários para que cubra o espectro de diferentes tipos de ações realizadas naquela unidade acadêmica/administrativa.

Os representantes dos núcleos terão as seguintes atribuições:

− coordenar o processo de Autoavaliação Institucional da sua Unidade articulados a UTPA/CPA;

− elaborar e analisar relatórios e pareceres e indicar propostas para proporcionar o desenvolvimento institucional;

− propor ações, projetos, programas que proporcionem a melhoria do desempenho dos núcleos.

4. Os cinco eixos avaliados pelo SINAES.

A avaliação institucional externa é realizada pelo INEP seguindo cinco eixos, assim definidos:

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Eixo 1 – Planejamento e Avaliação Institucional: considera a dimensão 8 do SINAES (Planejamento e Autoavaliação). Inclui também um Relato Institucional que descreve e evidencia os principais elementos do seu processo avaliativo (interno e externo) em relação ao Plano de Desenvolvimento Institucional, incluindo os relatórios elaborados pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) do período que constituiu o objeto de avaliação.

Eixo 2 – Desenvolvimento Institucional: contempla a dimensão 1 do SINAES (Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional) e a dimensão 3 (Responsabilidade Social da Instituição).

Eixo 3 – Políticas Acadêmicas: abrange a dimensão 2 do SINAES (Políticas para o Ensino, Pesquisa e Extensão), a 4 (Comunicação com a Sociedade) e a dimensão 9 (Políticas de Atendimento aos Discentes).

Eixo 4 – Políticas de Gestão: compreende a dimensão 5 do SINAES (Políticas de Pessoal), a 6 (Organização e Gestão da Instituição) e a dimensão 10 (Sustentabilidade Financeira).

Eixo 5 – Infraestrutura: corresponde à dimensão 7 do SINAES (Infraestrutura Física).

5. O sexto eixo: as dimensões transversais da PUC Goiás.

Além dos cinco eixos avaliados pelo SINAES, a PUC Goiás avalia sua missão com base em um sexto eixo, constituido por dimensões transversais que têm como objetivo colocar em perspectiva a instituição conforme sua vocação cristã e comunitária. Estas dimensões são decorrentes de uma análise coletiva e reflexiva do Documento Pontifício 238 “Sobre as Universidades Católicas” (Ex Corde Ecclesiae - EC), dos Documentos da CNBB “Diretrizes e Normas para as Universidades Católicas” e “Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil”, e do “Plano de Desenvolvimento Institucional” (PDI) da PUC Goiás. São estes:

I. Formação Integral - Reflexão sobre o significado da ciência e tecnologia, integrando as perspectivas da ética, da estética e da espiritualidade (EC 7), tendo como referência a inspiração cristã (EC 13), que motiva e permeia a história da

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instituição. Manter constante atenção às implicações éticas dos métodos e dos resultados do conhecimento científico (EC18) e na defesa e promoção da dignidade humana (EC 12).

II. Equilíbrio Ambiental - Atenção às exigências do equilíbrio ambiental em todas as ações institucionais por meio de estratégias operacionais e pedagógicas que permitam o desenvolvimento de uma consciência e de uma prática de inserção respeitosa e responsável no meio ambiente.

III. Atitude Dialógica - Desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas, que desenvolvam o diálogo permanente entre as pessoas, os diferentes saberes, as culturas e os diversos níveis da experiência social e pessoal, as racionalidades envolvidas no conhecimento científico, na vida política, na prática religiosa e na vivência espiritual (EC 16, 17, 19, 45). Fazer da educação uma oportunidade de empoderamento para os atores mais fragilizados; uma estratégia de construção de justiça social (EC 32, 33, 34).

IV. Apropriação da Pesquisa no Ensino e na Extensão Universitária - Articulação das pesquisas realizadas pela PUC Goiás, associadas ou não a outras instituições, e com especial atenção à compreensão sistemática dos diversos problemas contemporâneos da comunidade e/ou sociedade, em sua ampla acepção, nos diversos níveis de formação ofertados pela instituição e nas diversas ações de extensão universitária (EC 37). Destaca-se a contribuição dos processos e produtos de pesquisa científica e de extensão/cultura na formação do graduando.

V. Pastoral Universitária - Registro e ponderação acerca das diversas relações entre a instituição e a comunidade, numa explícita inspiração cristã, à luz do Evangelho (EC 38 a 42). Avalia-se, no seio da universidade e em suas relações, as atividades relativas à Função Profética (a evangelização e a formação espiritual dos católicos), a Função Litúrgica (a celebração dos sacramentos) e a Função Real (a orientação das comunidades para o exercício da liberdade, da caridade e da liderança qualificada).

VI. Internacionalização - Desenvolvimento de efetivas atitudes de cooperação interpessoal e interinstitucionais mediante a prática de ações nos diversos níveis do ensino, da pesquisa e da extensão universitária, que objetivam e ajudam a consolidar as distintas relações entre a PUC Goiás e demais Universidades, Centros Universitários, Institutos de Pesquisa, Governos, Instituições Públicas, movimentos sociais organizados e outros, que não contrariam os princípios cristãos e a busca da verdade (EC artigo 7). Especial atenção pode ser dirigida para a análise da participação da PUC Goiás na Federação Internacional de Universidades Católicas – FIUC (EC 35). Deve-se, para além da descrição dos produtos e processos obtidos em cada período avaliativo, refletir sobre o sentido

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do conjunto das cooperações com instituições nacionais e internacionais frente à missão institucional.

Essa confluência de dimensões deve-se ao fato de que o Projeto de Autoavaliação tenciona provocar nos atores que fazem parte da PUC Goiás a reflexão sobre a maneira como a Universidade pensa a si, sua missão e sua vocação.

6. Instrumento de avaliação

AUTO AVALIAÇÃO – 2014

A autoavaliação institucional ocorrerá com base em dois conjuntos de critérios de avaliação. O primeiro conjunto se refere aos eixos de avaliação descritos no instrumento de avaliação para credenciamento e recredenciamento institucional, utilizado pelo MEC/INEP, acrescentando-se um sexto eixo formado pelas dimensões transversais da PUC Goiás. O segundo conjunto está associado ao PDI da PUC Goiás e as metas nele estabelecidas.

Esperamos que os relatórios oriundos dos núcleos produzam uma análise das ações realizadas baseada nesses dois conjuntos de critérios.

A avaliação institucional externa é realizada pelo INEP seguindo cinco eixos que servirão como primeiro conjunto de critérios para análise das ações dos núcleos. As definições de cada eixo foram retiradas diretamente do Instrumento de avaliação do INEP como se seguem:

Eixo 1 – Planejamento e Avaliação Institucional: Considera a dimensão 8 do SINAES (Planejamento e Autoavaliação). Inclui também um Relato Institucional que descreve e evidencia os principais elementos do seu processo avaliativo (interno e externo) em relação ao Plano de Desenvolvimento Institucional, incluindo os relatórios elaborados pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) do período que constituiu o objeto de avaliação.

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A análise deste eixo será realizada pela CPA, com base nas informações prestadas pelos núcleos de avaliação, visando produzir o Relato Institucional.

O Relato Institucional consiste em um relato avaliativo do PDI; uma síntese histórica dos resultados dos processos avaliativos internos e externos da IES e síntese histórica do planejamento de ações acadêmico-administrativas decorrentes dos resultados das avaliações. As ações institucionais decorrentes, que subsidiam as melhorias na Instituição, devem constar desse documento. Nesse relato, a instituição deve evidenciar a interação entre os resultados do conjunto das avaliações em seu planejamento institucional e suas atividades acadêmicas, de forma a demonstrar as melhorias da IES.

Considerando a amplitude do Relato Institucional, é importante que os núcleos estejam atentos, ao produzirem seus relatórios analíticos, de incorporar esses aspectos sempre que possível.

Eixo 2 – Desenvolvimento Institucional: Tem seu foco no PDI e consiste na verificação da coerência existente entre esse documento e as ações institucionais nas diferentes vertentes de sua atuação acadêmica – ensino, pesquisa, extensão e gestão. Pretende, igualmente, verificar os diferentes caminhos percorridos (ou a percorrer) pela IES no contexto de sua inserção social, bem como sua atuação face à inclusão e ao desenvolvimento econômico e social, tendo sempre como base a missão, os propósitos e as metas anunciadas no PDI. Dessa forma, o Eixo Desenvolvimento Institucional assume o papel de induzir maior comprometimento da IES na construção de seu PDI, priorizando sua coerência e evolução contempla a dimensão 1 do SINAES (Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional) e a dimensão 3 (Responsabilidade Social da Instituição).

Eixo 3 – Políticas Acadêmicas: Analisam-se os elementos constitutivos das práticas de ensino, pesquisa e extensão, considerando como meta o aprendizado. Enfatiza-se também a relação entre as políticas acadêmicas, a comunicação com a sociedade e o atendimento ao discente. Este Eixo contempla as dimensões 2 (Políticas para o Ensino,

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a Pesquisa e a Extensão), 4 (Comunicação com a Sociedade) e 9 (Políticas de Atendimento aos Discentes) do SINAES. Abrange a dimensão 2 do SINAES (Políticas para o Ensino, Pesquisa e Extensão), a 4 (Comunicação com a Sociedade) e a dimensão 9 (Políticas de Atendimento aos Discentes).

Eixo 4 – Políticas de Gestão: Tem como foco a verificação do desenvolvimento das políticas de pessoal e da organização e gestão da instituição. Abrange, ainda, elementos do planejamento e da sustentabilidade financeira da IES para garantir o seu pleno desenvolvimento de forma sustentável. Compreende a dimensão 5 do SINAES (Políticas de Pessoal), a 6 (Organização e Gestão da Instituição) e a dimensão 10 (Sustentabilidade Financeira).

Eixo 5 – Infraestrutura: Verificam-se as condições que a IES apresenta para o desenvolvimento de suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão. Esse Eixo contempla a dimensão 7 (Infraestrutura Física) do Sinaes.

Eixo 6 - As dimensões transversais da PUC Goiás. Além dos cinco eixos avaliados pelo SINAES, a PUC Goiás avalia sua missão com base em um sexto eixo, formado por dimensões transversais que tem como objetivo colocar em perspectiva a instituição conforme sua vocação cristã e comunitária. Estas dimensões são decorrentes de uma análise coletiva e reflexiva do Documento Pontifício 238 “Sobre as Universidades Católicas” (Ex Corde Ecclesiae - EC), dos Documentos da CNBB “Diretrizes e Normas para as Universidades Católicas” e “Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil”, e do “Plano de Desenvolvimento Institucional” (PDI) da PUC Goiás. São estes:

I- Formação Integral - Promoção da reflexão sobre o significado da ciência e tecnologia, integrando as perspectivas da ética, da estética e da espiritualidade (EC 7), tendo como referência a inspiração cristã (EC 13), que motiva e

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permeia a história da instituição. Manter constante atenção às implicações éticas dos métodos e dos resultados do conhecimento científico (EC18) e na defesa e promoção da dignidade humana (EC 12).

II. Equilíbrio Ambiental - Promoção da atenção às exigências do equilíbrio ambiental em todas as ações institucionais por meio de estratégias operacionais e pedagógicas que permitam o desenvolvimento de uma consciência e de uma prática de inserção respeitosa e responsável no meio ambiente.

III. Atitude Dialógica - Promoção de práticas pedagógicas inclusivas, que desenvolvam o diálogo permanente entre as pessoas, os diferentes saberes, as culturas e os diversos níveis da experiência social e pessoal, as racionalidades envolvidas no conhecimento científico, na vida política, na prática religiosa e na vivência espiritual (EC 16, 17, 19, 45). Fazer da educação uma oportunidade de empoderamento para os atores mais fragilizados; uma estratégia de construção de justiça social (EC 32, 33, 34).

IV. Apropriação da Pesquisa no Ensino e na Extensão Universitária - Demonstra a articulação das pesquisas realizadas pela PUC Goiás, associadas ou não a outras instituições, e com especial atenção à compreensão sistemática dos diversos problemas contemporâneos da comunidade e/ou sociedade, em sua ampla acepção, nos diversos níveis de formação ofertados pela instituição e nas diversas ações de extensão universitária (EC 37). Destaca-se a contribuição dos processos e produtos de pesquisa científica e de extensão/cultura para a formação do graduando.

V. Pastoral Universitária - Registro e ponderação acerca das diversas relações entre a instituição e a comunidade, numa explícita inspiração cristã, à luz do Evangelho (EC 38 a 42). Avalia-se, no seio da universidade e em suas relações, as atividades relativas à Função Profética (a evangelização e a formação espiritual dos católicos), a Função Litúrgica (a celebração dos sacramentos) e a

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Função Real (a orientação das comunidades para o exercício da liberdade, da caridade e da liderança qualificada).

VI. Internacionalização - Construção de efetivas atitudes de cooperação interpessoal e interinstitucionais por meio de ações nos diversos níveis do ensino, da pesquisa e da extensão universitária, que objetivam e ajudam a consolidar as distintas relações entre a PUC Goiás e demais universidades, Centros Universitários, Institutos de Pesquisa, Governos, Instituições Públicas, movimentos sociaisorganizados e outros, que não contrariam os princípios cristãos e a busca da verdade (EC artigo 7). Especial atenção pode ser dirigida para a análise da participação da PUC Goiás na Federação Internacional de Universidades Católicas – FIUC (EC 35). Deve-se, para além da descrição dos produtos e processos obtidos em cada período avaliativo, refletir sobre o sentido do conjunto das cooperações com o estrangeiro frente à missão institucional.

Da mesma forma que solicitamos que os núcleos se atentem ao Relato Institucional, solicitamos também que procedam uma análise das suas ações com base neste sexto eixo.

O segundo conjunto de critérios para análise das ações dos núcleos se refere aos objetivos e estratégias do PDI, que seguem:

Objetivos Estratégias

Fortalecer a inserção regional e conquistar reconhecimento internacional.

Estimular a inserção regional no processo global de desenvolvimento econômico-social.

Ampliar a cooperação entre universidades nacionais e internacionais, poder público, empresas privadas e organizações não governamentais na construção e difusão do

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conhecimento científico.

Socializar o conhecimento e divulgar sua produção nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão.

Veicular periodicamente as atividades da PUC Goiás, os processos de acesso a cursos, programas e concursos; divulgar as campanhas institucionais.

Promover a integração e/ou intercâmbio entre universidades regionais, nacionais e internacionais.

Desenvolver programas de televisão que divulguem a produção acadêmica da Universidade.

Fortalecer a imagem institucional

Promover a atenção aos princípios e valores sociais, éticos e religiosos da PUC Goiás.

Ampliar a comunicação entre a PUC Goiás e a comunidade.

Assegurar que as diversas áreas estejam aptas a atuar com competência em projetos de ensino, pesquisa, extensão e gestão.

Analisar continuamente a necessidade de qualificação pessoal por curso ou área de conhecimento, garantindo equipes multidisciplinares, evitando sobreposições excessivas;

Aprimorar a qualidade pedagógica, metodológica e tecnológica no processo de integração ensino, pesquisa e extensão.

Garantir a participação efetiva da comunidade no desenvolvimento e na qualificação da Instituição.

Capacitar os funcionários administrativos e docentes no exercício de suas funções.

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Atender com excelência às demandas oriundas das atividades cadêmico-institucionais e a preservação da sustentabilidade institucional.

Reavaliar as relações de trabalho e adequação do quantitativo de funcionários às reais necessidades e capacidade financeira da Instituição.

Oferecer as condições necessárias para uma atuação competente no exercício do cargo, em apoio aos projetos de ensino, pesquisa, extensão e gestão;

Promover os princípios e valores que permeiam a prática acadêmico-administrativa institucional

Garantir a colegialidade do CEPEA.

Garantir a colegialidade na gestão das unidades acadêmico- administrativas.

Manter o diálogo entre a racionalidade científica e a experiência religiosa em todas as práticas educativas da PUC Goiás.

Ampliar a cooperação entre universidades nacionais e internacionais, poder público, empresas privadas e organizações não governamentais.

Cooperar no contexto internacional na formação de recursos humanos e no avanço do conhecimento cientÍfico.

Integrar Pesquisa & Desenvolvimento e promover a valorização da produção científica e tecnológica com impacto local, regional, nacional e internacional.

Implantar e implementar os Centros que congregarão áreas afins.

Elaborar estudos sobre os cursos e áreas envolvidas e sua adequada infraestrutura acadêmico-administrativa.

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Mantenedora nas macro-ecisões da Instituição.

missão da PUC Goiás, enquanto instituição pontifícia, católica, comunitária e filantrópica.

Apresentar resultados de excelência na visibilidade e na funcionalidade de todos os campi em seus ambientes físicos e sua infraestrutura tecnológica.

Adequar a infraestrutura física às necessidades exigidas para o desenvolvimento das atividades do ensino, da pesquisa e da extensão.

Programar a reposição de equipamentos, atendendo às exigências da qualidade acadêmica.

Ampliar o programa de acessibilidade. Oferecer à comunidade universitária

produtos e serviços de informação necessários para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Aprimorar o parque tecnológico de acordo com as necessidades acadêmicas.

Melhorar a qualidade de ensino, pesquisa e extensão por meio do planejamento e avaliação.

Vincular a Avaliação Institucional ao planejamento.

Atualizar e acompanhar a implementação dos Planos de Gestão das Unidades Acadêmico-Administrativas e Unidades Acadêmico-Administrativas.

Incorporar a cultura avaliativa a toda IIatividade acadêmica, assumida por todos os agentes do processo educacional e realizada de forma processual e contínua.

Aprimorar o atendimento ao estudante.

Coordenar as atividades que envolvem o ingresso de candidatos à Universidade, por meio de

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processos seletivos como o Vestibular, Transferência Externa, Portador de Diploma e Reopção de Curso.

Possibilitar ao estudante um espaço aprazível e adequado de convivência, que contribua para a sua adaptação, integração acadêmica e seu desenvolvimento humano.

Viabilizar a permanência e a qualificação da vida acadêmica dos discentes estudantis.

Assegurar o atendimento diferenciado aos alunos portadores de necessidades educacionais especiais, desde o processo de seleção discente até a conclusão do curso

Fortalecer e ampliar as parcerias entre as unidades acadêmicas envolvidas na operacionalização dos Programas de Assistência Estudantil.

Assegurar a participação dos discentes e de suas organizações acadêmicas estudantis (DCE e CAs) nos colegiados da instituição, de acordo com o Estatuto e o Regimento Geral da Universidade e o regulamento de cada programa.

Aprimorar os processos que constituem a Política de Egressos na PUC Goiás.

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A análise deve contemplar os objetivos do PDI concernentes às ações realizadas pelos diferentes núcleos de avaliação.

Dada à necessidade de análise, é importante que os núcleos de avaliação trabalhem visando identificar a melhor metodologia de coleta dos dados ou informações necessárias para se proceder a análise.

Solicitamos ainda que os núcleos procurem limitar seus relatórios a 20 (vinte) páginas.

Seguem algumas diretrizes para as duas etapas que compõem o processo de autoavaliação institucional: 1) A coleta de dados e, 2) A produção do relatório pelos núcleos.

1. Diretrizes para a Coleta de Dados

A coleta de dados será realizada pelo Núcleo utilizando como fonte de dados: documentos institucionais, pesquisa de satisfação em diversas instâncias e avaliações de equipes atuantes nas Unidades. A coleta de dados será feita por meio do instrumento de avalição que será encaminhado e discutido pela CPA/UTPA previamente com cada nucleo (Ver documento anexo).

2. Relatório do Núcleo

O Núcleo produzirá um relato crítico com no máximo 20 laudas e apresentada no formato:

 Análise crítica do cumprimento das ações da Unidade em relação as propostas do PDI;

 Análise dos pontos fracos, fortes e ameaças percebidas na avaliação dos Eixos;  Propostas de ações para planejamento 2015, visando sanar os objetivos não

cumpridos em 2014;  Novos projetos 2015.

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7. As etapas de desenvolvimento da autoavaliação.

As etapas de desenvolvimento da Autoavaliação da PUC Goiás seguem as “Orientações Gerais para o Roteiro da Autoavaliação das Instituições”.

a. Sensibilização

Nesta etapa a Universidade buscará o comprometimento da comunidade acadêmica na construção da proposta avaliativa por meio de reuniões, palestras, seminários e outros meios de interlocução. A sensibilização terá caráter permanente. Dessa forma, o processo de sensibilização da comunidade universitária será contínuo, partindo-se do princípio de que a avaliação institucional é responsabilidade intrínseca de toda a comunidade que dá concretude à Universidade e que devem participar desta de modo ativo. Docentes, discentes, gestores acadêmicos, pessoal técnico-administrativo são concitados a participar como atores na construção e reconstrução de indicadores e demais instrumentos utilizados na avaliação, visando o desenvolvimento institucional.

Ações de sensibilização:

− Realização de reuniões com os núcleos ou debates que promovam a adesão dos seus agentes.

− Divulgação dos valores e documentos nos quais se baseiam o processo de Autoavaliação Institucional.

b. Concepção dos Instrumentos de Autoavaliação.

A construção dos instrumentos de autoavaliação deverá considerar: − os registros das ações de avaliação já existentes na Instituição;

− a sistematização das contribuições oriundas das reuniões e encaminhamentos para elaboração dos instrumentos, ferramentas ou métodos de autoavaliação;

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− a análise coletiva dos indicadores e instrumentos de coleta de dados;

− o aprimoramento dos instrumentos de avaliação para todas as unidades envolvendo todas as dimensões internas e externas.

A UTPA acompanhará os NAAs e SNAAs na construção destes instrumentos, sob coordenação da CPA. Independente das metodologias específicas adotadas pelas unidades, estas deverão se pautar nas análises dos pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e fragilidades, procurando diagnosticar as causas dos pontos fracos e das fragilidades, propondo ações para eliminá-las ou minimizá-las. A análise também deverá levar em consideração os eixos de avaliação adotados pelo PAAI da PUC Goiás e as metas estabelecidas no PDI pertinentes à cada unidade. Deverão ser apresentados, sempre que possível, indicadores que possam servir para aferir desempenho, visando tornar as análises mais objetivas.

Os dados poderão ser coletados utilizando-se questionários, planilhas, documentos institucionais, relatórios gerenciais, observações, bancos de dados ou quaisquer fontes primárias ou secundárias que forneçam os dados necessários para a análise. As metodologias utilizadas para a coleta deverão necessariamente ser descritas nos relatórios. A UTPA e a CPA darão o suporte na identificação das fontes de dados e nas metodologias de coleta, seguindo a demanda.

c. Consolidação e Diagnóstico.

Nesta etapa serão desenvolvidas as seguintes atividades pelos NAA e SNAA: − aplicação dos instrumentos de avaliação;

− análise e interpretação dos dados;

− sistematização dos resultados da avaliação nos cinco eixos e nas seis dimensões transversais;

− produção e aprovação do relatório final nos NAA;. − encaminhamento dos relatórios para a UTPA;

− consolidação dos relatórios dos NAA para a produção do Relatório Final; − encaminhamento do relatório final à CPA.

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d. O Relatório.

Os relatórios dos núcleos de avaliação serão encaminhados para a CPA/UTPA e alimentarão o relatório geral. O relatório geral deverá considerar a conjuntura atual e a configuração da própria Universidade, constituindo um estudo do cenário externo e da realidade interna da instituição apontando os progressos feitos e estratégias necessárias para atingir os objetivos e metas ainda restantes.

O relatório geral de autoavaliação institucional, quando da sua elaboração, deverá ser construído a partir dos relatórios gerais elaborados pelos núcleos de avaliação, que por sua vez terão como base os objetivos, as estratégias, as metas e os indicadores definidos no PDI, além dos indicadores relacionados aos cinco eixos de avaliação externa e o sexto eixo da autoavaliação, próprio da PUC Goiás.

A produção do relatório geral de autoavaliação institucional ficará a cargo da UTPA/CPA e será postado no sistema do e-MEC pelo Pesquisador Institucional após sua aprovação pela administração superior da instituição.

e. Socialização de Resultados.

Os resultados da autoavaliação serão socializados na forma de seminários específicos, em cada unidade, postagem nos meios internos de comunicação e por “feedback” direto aos núcleos. Cada núcleo também ficará responsável por divulgar os resultados do processo de autoavaliação na sua unidade. A socialização terá como objetivo dar visibilidade às ações da instituição, estimulando a cultura da autoavaliação e a formulação de propostas de ações para a melhoria geral da instituição.

Ficará como atribuição da CPA a divulgação dos resultados gerais da autoavaliação junto às comunidades interna e externa, tornando visíveis as ações desta na instituição.

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f. A Meta-avaliação.

Um projeto de meta-avaliação será elaborado a cada ano pela UTPA. Os NAA e SNAA serão consultados quanto ao processo de autoavaliação para a verificação dos pontos fortes e fragilidades do mesmo, visando aferir mudanças a) na forma de pensar dos indivíduos sobre o processo de avaliação, decorrente da informação que obteve ou pela própria experiência de execução do processo; b) mudanças nas interações entre os indivíduos decorrentes da participação no processo; e c) a influência da avaliação nas práticas organizacionais, estabelecendo-se novos parâmetros para o ciclo avaliativo subsequente.

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