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Diagnóstico do Território Análise SWOT

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Academic year: 2021

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• Recursos Endógenos e Património Natural

• Condições edafo-climáticas adequadas para o incremento de determinado tipo de produções, nomeadamente, a vinha e a produção extensiva de carne; • Região inserida na área de

produção de várias raças autóctones de qualidade, nomeadamente das DOP’s Maronesa e Barrosã e da IGP Cabrito das Terras Altas do Minho; • Condições de produção dos

produtos tradicionais muito próximas do Modo de Produção Biológiga;

• Existência de produtos passíveis de valorização no mercado; • Reconhecimento do Vinho Verde

como produto de qualidade e único (DOC);

• Elevada taxa de arborização; • Elevado potencial da

silvo-pastorícia, actividade com grande tradição na região;

• Grande importância da caça e a pesca e boas condições para a sua prática;

• A apicultura, actividade que pode tornar-se de importância fundamental uma vez que a Região está inserida na área de produção da DOP do Mel das Terras Altas do Minho; • Existência do Parque Natural do

Alvão que integra uma parte do concelho de Mondim de Basto; • Existência do sítio Alvão-Marão

pertencente à Rede Natura 2000, que integra parte dos concelhos de Ribeira de Pena e Mondim de Basto;

• Existência de equipamentos

• Predomínio do minifúndio, o que implica falta de dimensão da maioria das suas produções; • Envelhecimento da população

activa agrícola e com baixo nível de instrução;

• Pluriactividade do empresário agrícola;

• Falta de apoio técnico; • Edificação em solos de elevada

aptidão agrícola;

• Perda de fertilidades dos solos por escoamento de águas, após a ocorrência de incêndios florestais e consequente contaminação dos cursos de água;

• Perda da importância do sector primário;

• Pouca dinâmica associativa entre os produtores;

• Modo de Produção Biológico incipiente;

• Dificuldade na distribuição e comercialização dos produtos; que decorre da pequena dimensão e insucesso do associativismo – pouca capacidade de trabalhar em conjunto;

• Despreocupação em relação ao uso e comercialização de variedades hortofrutícolas regionais;

• Falta de certificação da raça suína Bisara, apesar da tradição da sua criação e do fumeiro – que podia representar importante

complemento da receita da família agricultora

• Falta de um conjunto de vinhos que permitam mudar a imagem da fraca qualidade da região; • Elevada taxa monocultural das

• Existência de mecanismos financeiros de apoio que pretendem incentivar a fixação da população nas zonas rurais (p. ex. QREN e PRODER);

• Facilidade na reconversão do modo de produção convencional em Modo de Produção Biológico; • Muitos criadores de Bísaro, com

bons exemplares da espécie e Entreposto da RuralBasto para fabrico de fumeiro – facilitam criação de DOP ou alargamento da existente em TM;

• GIPS – Grupo de Intervenção Protecção e Socorro; • Sapadores Florestais – DGRF –

direcção Geral de Recursos Florestais

• ZIF – Zonas de Intervenção Florestal – Fundo Florestal Permanente – área 1; • Silvicultura Preventiva em redor

dos aglomerados populacionais e Parques industriais;

• Criação de legislação específica para a produção primária. • Retorno de alguma população

emigrante;

• A7 e Variante do Tâmega. • Oportunidades de emprego

associadas á dinamização turística da região;

• Actividades económicas associada à dinamização dos produtos agrícolas típicos da região (vinho, linho, raças autóctones, compotas, queijos);

• Plano Nacional de Emprego; • IEFP;

• Programas nacionais de apoio à educação e formação ao longo da

• Incêndios florestais; • Impossibilidade de apoio de

projectos que envolvem os produtos constantes do Anexo 1 do Tratado na sub-medida 3.1.1.; • Existência de espécies de fauna e

flora em ameaça de extinção; • Pouca dinâmica associativa vai

limitar candidaturas ao PRODER – candidaturas conjuntas são prioritárias;

• Produtores de fumeiro não são normalmente criadores, utilizando cada vez mais carnes de suínos de raças exóticas;

• Êxodo e consequente abandono rural, particularmente dos jovens; • Diminuição das ajudas à produção

e conservação de raças autóctones; • Transposição da legislação comunitária relativa à transformação e comercialização de produtos agro-alimentares torna inviável o desenvolvimento dessas actividades para produtores de pequena dimensão. • Fracas acessibilidades

intra-regionais;

• Desajustamentos no mercado de emprego entre a oferta e a procura;

• Existência de focos de pobreza e de exclusão social;

• Existência de uma forte concorrência de produtos estrangeiros face aos produtos nacionais;

• Atracção pelo litoral e pelos grandes centros; • Insuficiência de incentivos à

fixação de empresas no interior;

• Promover o desenvolvimento sustentado do turismo no território • Valorizar e Preservar os Recursos Endógenos e Património Natural • Diversificar a base económica

local

• Garantir a inclusão social activa de todos através da promoção da participação no mercado de trabalho e do combate à pobreza e exclusão social

(2)

relacionados com a interpretação da natureza e educação ambiental;

• Heterogeneidade de usos acentuada;

• Paisagem muito diversificada constituída por meios naturais e semi-naturais;

• Elevada diversidade florística e de formações vegetais;

• Solos com aptidão florestal e agrícola;

• Exposição solar favorável; • Diversidade de rochas e minerais; • Rio Tâmega;

• Existência de recursos hídricos abundantes;

• Qualidade ambiental e valores atractivos necessários e suficientes, para organizar o ecoturismo.

• Aumento da população residente no concelho de Cabeceiras de Basto na última década em cerca de 10%;

• Sossego e qualidade de vida. • Localização geográfica

privilegiada para a localização de empresas;

• Boas acessibilidades; • Existência de parques industriais

nos 4 concelhos de Basto; • Apoio associativo da Probasto; • Existência de associações

empresariais que operam na região;

• Vasta experiência dos artesãos da Região

• Existência de uma gastronomia rica na região;

• Possibilidade de criação de novas

essências florestais desta região, representadas sobretudo pelo pinheiro bravo;

• Áreas arborizadas abandonadas que desta maneira desvalorizam a floresta e representam um elevado risco de incêndio;

• Elevado número de incêndios e áreas ardidas que ocorrem todos os anos limita o desenvolvimento florestal;

• Deficiente ordenamento silvopastoril;

• Pouca contribuição activa para a conservação do património natural e cultural;

• Desorganização da ocupação humana;

• Desequilíbrio nos usos da paisagem;

• Degradação progressiva da heterogeneidade.

• Desconhecimento praticamente total do recurso florístico e da vegetação e desprezo generalizado por este recurso, com uso excessivo de recurso vegetal exótico;

• Alterações significativas na vegetação, em especial nas comunidades naturais de bosques; • Pedreiras e acesso às mesmas

com impacte visível na paisagem natural;

• Solos com risco de erosão; • Falta de ordenamento do território

ao nível da floresta, nomeadamente no que diz respeito à falta de aceiros e de pontos de água;

• Região com relevo acentuado. • Envelhecimento populacional

vida para adultos • Localização geográfica • Surgimento de novos sectores de

mercado;

• Valorização dos recursos endógenos

• Maior Fluxo de turistas • Desenvolvimento do sector

terciário (hotelaria, restauração, serviços e comércio).

• Continuada perda do poder de compra da população portuguesa e o espírito recessivo em que se encontra a economia nacional; • Incapacidade do território em fixar

a sua população mais jovem. • Baixo nível de desenvolvimento

(3)

actividades na área da floresta, turismo, agricultura; • A A7 e a Variante do Tâmega; • Boa cobertura da rede de

transporte local;

• As freguesias sede de concelho possuem uma rede de transporte regional/nacional razoável

muito acentuado (população idosa representa cerca de 20 % da população residente);

• Perda generalizada da população residente (-20%, entre 1960-2001), sendo que Ribeira de Pena foi o concelho que mais tem sofrido com este fenómeno (- 44%);

• Desertificação;

• Saldo naturais e migratórios negativos;

• Fracos incentivos para a fixação da população mais jovem; • Reduzida dimensão das

empresas;

• Diminuição da população activa; • Resistência à inovação e à

mudança;

• Ausência de iniciativas comerciais inovadoras e atractivas; • Baixa produtividade da

mão-de-obra;

• Indústria fortemente dependente de mão-de-obra pouco qualificada e oriunda do sector primário; • Baixos níveis de instrução/

qualificação da mão-de-obra local; • Baixo nível de salários; • Elevada taxa de analfabetismo na

região;

• Tendência acentuada para o aumento do desemprego de longa duração ligados a indivíduos com idades avançadas e a grupos vulneráveis;

• Elevado desemprego feminino na região;

• Insuficiente capacidade de fixação de quadros médios e superiores; • Fraca valorização comercial das

(4)

produções locais;

• Rede de transporte deficitária; • Êxodo rural;

• Existência de freguesias não servidas por transporte público regular e dependentes do calendário escolar; • Má acessibilidade de alguns

lugares dos concelhos a rede de transporte colectivo;

• Turismo e Património • Riqueza de recursos endógenos enquanto factores estratégicos de distinção;

• Existência de um vasto património histórico cultural;

• Condicionantes naturais e paisagísticas excelentes para o investimento de turismo em espaço rural;

• Grandes potencialidades paisagísticas, naturais e culturais de forma a proporcionar actividades associadas à conservação da natureza e educação ambiental; • Região segura;

• Existência de uma gastronomia de grande qualidade e tipicidade aliada à existência de produtos locais de excelência, alguns deles certificados.

• Forte apetência para a valorização e recuperação do património arquitectónico.

• Existência de espigueiros e solares na região;

• Território com boa aptidão para integrar os seguintes produtos turísticos estratégicos nacionais: gastronomia e vinhos, touring cultural e paisagístico, turismo de natureza.

• Incapacidade de fixação de visitantes na Região; • Insuficiente oferta de unidades

turísticas (unidades hoteleiras clássicas, TER);

• Fraco aproveitamento do potencial turístico oferecido pelo património histórico/cultural e natural da região;

• Fraca utilização dos produtos locais de origem certificada pelas agentes turísticos, nomeadamente pelos TER, restauração e pontos de venda;

• Debilidade ao nível da qualidade dos serviços prestados; • Fracas acessibilidades

intra-regionais;

• Deficiente sinalização turística e ordenamento paisagístico; • Deficit de uma rede de animação

turística e de promoção da região; • Falta de recursos humanos

qualificados no sector;

• Dificuldades de coordenação entre os diferentes agentes que operam neste mercado;

• Região marcada por um forte declínio demográfico, social e económico.

• Poucos percursos arqueológicos,

• Boa rede de acessibilidades extra regionais (A7/Variante do Tâmega);

• Existência de rotas e circuitos turísticos de carácter nacional / regional (p. ex. Rota dos Vinhos Verdes e Caminho de Santiago); • Proximidade ao Aeroporto

Francisco Sá Carneiro e aparecimento de novas rotas a partir do Porto em companhias áreas low-coast;

• Reconhecimento político e mobilização inter-institucional para o desenvolvimento da região (Agenda Regional do Turismo); • Existência e possibilidade de

articulação de mecanismos de financiamento (PRODER, PIT - Programa de Intervenção do Turismo, PO regional, PO's temáticos, PENT, QREN 2007/2013)

• Retorno de alguma população emigrante;

• Oportunidades de emprego associadas á dinamização turística da região;

• Actividades económicas associada à dinamização dos produtos agrícolas típicos da região (vinho, linho, raças autóctones, compotas,

• Dificuldades de afirmação de Portugal enquanto destino turístico;

• Conjuntura política Nacional; • Envelhecimento populacional; • Proximidade de produtos turísticos

com uma imagem muito forte e afirmada no mercado (p. ex. Douro Vinhateiro, Centro Histórico de Guimarães).

• Interioridade;

• Acessibilidades intra-regionais; • Atracção por zonas do litoral e

centros urbanos; • Desertificação;

• Existência de focos de pobreza e de exclusão social;

• Existência de uma forte concorrência de produtos estrangeiros face aos produtos nacionais;

• Atracção pelo litoral e pelos grandes centros;

• Continuada perda do poder de compra da população portuguesa e o espírito recessivo em que se encontra a economia nacional; • Incapacidade do território em fixar

a sua população mais jovem. • Baixo nível de desenvolvimento

Económico

• Promover o desenvolvimento sustentado do turismo no território • Valorizar e Preservar os Recursos Endógenos e Património Natural • Diversificar a base económica

local

• Garantir a inclusão social activa de todos através da promoção da participação no mercado de trabalho e do combate à pobreza e exclusão social

(5)

• Cursos de água com aptidão desportiva e de lazer; • Existência do sítio Alvão-Marão

pertencente à Rede Natura 2000, que integra parte dos concelhos de Ribeira de Pena e Mondim de Basto;

• Existência do Parque Natural do Alvão que integra uma parte do concelho de Mondim de Basto; • Conjunto importante de desportos

de aventura com projecção nacional e internacional; ex: volta a Portugal em bicicleta – Sra. Da Graça; Provas internacionais de Parapente – Sra. Da Graça; Campeonato do Mundo de Pesca Desportiva (Cabeceiras de Basto); Prova de rafting no Rio Tâmega; • Museu das Terras de Basto (Arco

de Baúlhe);

• Existência de equipamentos relacionados com a interpretação da natureza e educação ambiental;

• Existência de locais de grande interesse paisagístico: Sr.ª da Graça; Parque natural do Alvão; Fisgas de Ermelo; Castelo de Arnoia; Miradouros; • Vasto leque de equipamentos

desportivos, sobretudo campos de jogos;

• Existência de espaços verdes, jardins e parques.

• Aumento da população residente no concelho de Cabeceiras de Basto na última década em cerca de 10%;

• Sossego e qualidade de vida. • Boas acessibilidades; • Apoio associativo da Probasto;

naturais e históricos; • Falta de cultura turística no

território;

• Desconhecimento dos empresários relativamente ao funcionamento do negócio do turismo;

• Problemas ambientais de poluição dos cursos de água – Tâmega e afluentes – consequências dos contínuos incêndios florestais; • Incapacidade em dominar a

cadeia de valor e em gerir o ciclo de vida dos produtos;

• Turismo caracterizado por grande sazonalidade;

• Deficit de desenvolvimento de trabalho em rede por parte dos agentes turísticos inviabilizando a oferta de um produto turístico integrado.

• Envelhecimento populacional muito acentuado (população idosa representa cerca de 20 % da população residente);

• Perda generalizada da população residente (-20%, entre 1960-2001), sendo que Ribeira de Pena foi o concelho que mais tem sofrido com este fenómeno (- 44%);

• Desemprego; • Desertificação;

• Saldo naturais e migratórios negativos;

• Fracos incentivos para a fixação da população mais jovem; • Reduzida dimensão das

empresas;

• Individualismo empresarial; • Diminuição da população activa; • Resistência à inovação e à

queijos);

• Existência de mecanismos financeiros de apoio que pretendem incentivar a fixação da população nas zonas rurais (p. ex. QREN e PRODER);

• Plano Nacional de Emprego; • IEFP;

• Programas nacionais de apoio à educação e formação ao longo da vida para adultos

• Localização geográfica • Surgimento de novos sectores de

mercado;

• Valorização dos recursos endógenos

• Maior Fluxo de turistas • Desenvolvimento do sector

terciário (hotelaria, restauração, serviços e comércio).

(6)

• Existência de associações empresariais que operam na região;

• Existência de uma gastronomia rica na região;

• Possibilidade de criação de novas actividades na área da floresta, turismo, agricultura

• Melhoria dos indicadores macroeconómicos

• A A7 e a Variante do Tâmega; • Boa cobertura da rede de

transporte local;

• As freguesias sede de concelho possuem uma rede de transporte regional/nacional razoável

mudança;

• Ausência de iniciativas comerciais inovadoras e atractivas; • Baixa produtividade da

mão-de-obra;

• Baixos níveis de instrução/ qualificação da mão-de-obra local; • Baixo nível de salários; • Tendência acentuada para o

aumento do desemprego de longa duração ligados a indivíduos com idades avançadas e a grupos vulneráveis;

• Insuficiente capacidade de fixação de quadros médios e superiores; • Fraca valorização comercial das

produções locais;

• Rede de transporte deficitária; • Êxodo rural;

• Dificuldade na distribuição e comercialização das produções locais.

• Acessibilidade interna muito condicionada pela orografia local, dando origem as traçados sinuosos e acidentados; • Existência de freguesias não

servidas por transporte público regular e dependentes do calendário escolar; • Inexistência de central de

camionagem (Ribeira de Pena; Celorico de Basto);

• 26% das freguesias além de não servidas por transporte local, também não possuem transporte regional/nacional;

• Má acessibilidade de alguns lugares dos concelhos a rede de transporte colectivo;

(7)

• Serviços de Proximidade • Instituições de solidariedade social que operam na região como retaguarda a grupos socialmente vulneráveis;

• Desenvolvimento de programas e projectos de âmbito local (Programas de luta Contra a Pobreza, RSI, Rede Social, Contratos locais de

Desenvolvimento, Equal, Leader) • Papel das entidades do concelho na divulgação dos direitos e na promoção da cidadania; • Trabalho desenvolvido de parceria

entre entidades públicas e privadas.

• Aumento da população residente no concelho de Cabeceiras de Basto na última década em cerca de 10%;

• Boas acessibilidades; • Apoio associativo da Probasto; • Existência de associações

empresariais que operam na região;

• Melhoria dos indicadores macroeconómicos

• Existência de um Centro de Saúde e extensões do mesmo nos 4 concelhos;

• Unidade Móveis de Saúde; • A totalidade da população usufrui

de médico de família;

• Centro de Cuidados Continuados no concelho de Ribeira de Pena que dá cobertura aos restantes concelhos;

• Existência de um número razoável de equipamentos de saúde nas freguesias sede de concelho; • Luta da comunidade contra as

assimetrias regionais;

• Oferta insuficiente de

equipamentos de apoio à 3ª idade, infância e população dependente; • Envelhecimento demográfico

acentuado;

• Diminuição da taxa de natalidade; • Saldo naturais e migratórios

negativos;

• Falta de programas de apoio à integração de grupos socialmente vulneráveis;

• Ausência de condições de habitabilidade colocando em risco o desenvolvimento integral de crianças e jovens;

• Dependência física, psicológica e financeira da população idosa; • Elevado índice de dependência de

idosos e de dependência total na região;

• Falta de actividades para os jovens e idosos;

• Disfunção familiar levando à desresponsabilização das famílias face aos idosos e a situações de negligência e abandono infantil; • Isolamento da população idosa; • Baixos rendimentos das famílias; • Violência doméstica / álcool /

drogas;

• População idosa com pensões baixas;

• Pouca sensibilidade para a questão da eliminação de barreiras arquitectónicas; • Dispersão de aglomerados

urbanos de reduzida dimensão que dificulta o apoio social à população mais isolada; • Existência de freguesias não

servidas por transporte público

• Rendimento Social de Inserção; • Complemento Solidário do Idoso; • Instituto de Solidariedade e

Segurança Social; • Parcerias estabelecidas entre

IPSS’s e os municípios; • Programa Saúde XXI; • PIDDAC;

• Aplicação da legislação existente para famílias de acolhimento a idosos e crianças

• Retorno de alguma população emigrante;

• A7 e Variante do Tâmega; • Existência de mecanismos financeiros de apoio que pretendem incentivar a fixação da população nas zonas rurais (p. ex. QREN e PRODER).

• Plano Nacional de Emprego; • IEFP;

• Programas nacionais de apoio à educação e formação ao longo da vida para adultos

• Possibilidade de alargamento dos protocolos relativamente a rede de Apoio domiciliário;

• Protocolos estabelecidos com o Instituto da Segurança Social; • IDT – Protocolos;

• Actualização da formação de professores;

• DREN; • Centro Escolares

• Surgimento de novos sectores de mercado;

• Insuficiência de apoios financeiros; • Falta de apoio para a continuidade

de actividades iniciadas; • Aumento do número de utentes e

insuficiência de equipamentos e serviços;

• Envelhecimento populacional; • Deficiente articulação

inter-institucional. • Interioridade;

• Acessibilidades intra-regionais; • Atracção por zonas do litoral e

centros urbanos;

• Políticas de incentivo à natalidade pouco eficientes.

• Desajustamentos no mercado de emprego entre a oferta e a procura;

• Desertificação;

• Existência de focos de pobreza e de exclusão social;

• Insuficiência de incentivos à fixação de empresas no interior; • Incapacidade do território em fixar

a sua população mais jovem. • Elevado taxa de Alcoolismo e toxicodependência na região; • Envelhecimento populacional; • Aumento do problema da

Violência doméstica nas terras de Basto;

• Falta de hospitais na região; • Sistema Nacional de Saúde

deficitário;

• Inexistência de formação de professores para o ensino especial;

• Falta de ateliers e ocupação de tempos livres para crianças e jovens a nível nacional; • Falta de expectativas dos pais

• Promover o desenvolvimento sustentado do turismo no território • Valorizar e Preservar os Recursos Endógenos e Património Natural • Diversificar a base económica

local

• Garantir a inclusão social activa de todos através da promoção da participação no mercado de trabalho e do combate à pobreza e exclusão social

(8)

• Trabalho em parceria realizado através dos agrupamentos escolares

• Existência de cursos de alfabetização e formação profissional na região • Existência de Cartas Educativas

nos 4 concelhos

• Espaços Internet (Município, Junta);

• Existência do Ensino Profissional e de uma universidade privada na região (Celorico de Basto); • Proximidade a Municípios com

Ensino Superior (Fafe, Vila Real e Guimarães);

• A A7 e a Variante do Tâmega; • Boa cobertura da rede de

transporte local;

• As freguesias sede de concelho possuem uma rede de transporte regional/nacional razoável

regular e dependentes do calendário escolar;

• Elevada taxa de analfabetismo e baixo nível de habilitações; • Elevado nível de abandono

escolar;

• Cobertura insuficiente da rede Pré-escolar;

• Baixo número de serviços fora das freguesias sede de concelho; • Duplicação de parcerias; • Falta de Centro de Apoio

Temporário a crianças em risco (0 aos 12 anos).

• Insuficientes políticas sociais activas.

• Envelhecimento populacional muito acentuado (população idosa representa cerca de 20 % da população residente);

• Perda generalizada da população residente (-20%, entre 1960-2001), sendo que Ribeira de Pena foi o concelho que mais tem sofrido com este fenómeno (- 44%);

• Desemprego;

• Saldo naturais e migratórios negativos;

• Fracos incentivos para a fixação da população mais jovem; • Baixa natalidade

• Diminuição da população activa; • Ausência de iniciativas comerciais

inovadoras e atractivas; • Baixa produtividade da

mão-de-obra;

• Forte dependente de mão-de-obra pouco qualificada e oriunda do sector primário;

• Baixos níveis de instrução/

face a escola

• Currículos longos e pouco apelativos

• Demissão dos pais do papel educador em relação aos filhos • Instabilidade da adolescência • Interioridade sofrida

• Baixo nível de desenvolvimento Económico

(9)

qualificação da mão-de-obra local; • Baixo nível de salários; • Tendência acentuada para o

aumento do desemprego de longa duração ligados a indivíduos com idades avançadas e a grupos vulneráveis;

• Elevado desemprego feminino na região;

• Insuficiente capacidade de fixação de quadros médios e superiores; • Rede de transporte deficitária; • Êxodo rural;

• Insuficiência de pessoal técnico e de recursos humanos na área da saúde;

• Inexistência de um Centro de Apoio à Toxicodependência nas Terras de Basto;

• Inexistência de um Centro de Apoio aos alcoólicos nas Terras de Basto;

• Falta de equipamentos de apoio a pessoas dependentes e deficientes;

• Escassez de consultórios médicos de especialidade na região; • Problemas de acessibilidade de

alguns aglomerados à rede e saúde sobretudo pela inexistência de serviços de transporte; • Envelhecimento Populacional; • Elevada taxa de Abandono escolar • Forte dispersão geográfico; • Conforme aumenta o grau de

ensino o número de escolas vai diminuindo, localizando-se, preferencialmente, nas freguesias sede de Concelho;

• Cobertura insuficiente da Rede Pré-escolar;

(10)

• A rede de 1º Ciclo

sobredimensionada, com algumas escolas com menos de 10 alunos; • E rede de 2º e 3º ciclos e

Secundário localiza-se, preferencialmente, nas freguesias sede de Concelho;

• Inexistência de instituições para responder às necessidades das crianças portadoras de deficiência • Falta de recursos económicos dos

pais

• Oferta insuficiente de Ensino profissionalizante • Falta de formação cívica; • Falta de professores de ensino

especial nas escolas na região; • Acessibilidade interna muito

condicionada pela orografia local, dando origem as traçados sinuosos e acidentados; • Dispersão de aglomerados

urbanos de reduzida dimensão; • Existência de freguesias não

servidas por transporte público regular e dependentes do calendário escolar;

• 26% das freguesias além de não servidas por transporte local, também não possuem transporte regional/nacional;

• Falta de rentabilidade dos percursos;

• Má acessibilidade de alguns lugares dos concelhos a rede de transporte colectivo;

Referências

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