• Recursos Endógenos e Património Natural
• Condições edafo-climáticas adequadas para o incremento de determinado tipo de produções, nomeadamente, a vinha e a produção extensiva de carne; • Região inserida na área de
produção de várias raças autóctones de qualidade, nomeadamente das DOP’s Maronesa e Barrosã e da IGP Cabrito das Terras Altas do Minho; • Condições de produção dos
produtos tradicionais muito próximas do Modo de Produção Biológiga;
• Existência de produtos passíveis de valorização no mercado; • Reconhecimento do Vinho Verde
como produto de qualidade e único (DOC);
• Elevada taxa de arborização; • Elevado potencial da
silvo-pastorícia, actividade com grande tradição na região;
• Grande importância da caça e a pesca e boas condições para a sua prática;
• A apicultura, actividade que pode tornar-se de importância fundamental uma vez que a Região está inserida na área de produção da DOP do Mel das Terras Altas do Minho; • Existência do Parque Natural do
Alvão que integra uma parte do concelho de Mondim de Basto; • Existência do sítio Alvão-Marão
pertencente à Rede Natura 2000, que integra parte dos concelhos de Ribeira de Pena e Mondim de Basto;
• Existência de equipamentos
• Predomínio do minifúndio, o que implica falta de dimensão da maioria das suas produções; • Envelhecimento da população
activa agrícola e com baixo nível de instrução;
• Pluriactividade do empresário agrícola;
• Falta de apoio técnico; • Edificação em solos de elevada
aptidão agrícola;
• Perda de fertilidades dos solos por escoamento de águas, após a ocorrência de incêndios florestais e consequente contaminação dos cursos de água;
• Perda da importância do sector primário;
• Pouca dinâmica associativa entre os produtores;
• Modo de Produção Biológico incipiente;
• Dificuldade na distribuição e comercialização dos produtos; que decorre da pequena dimensão e insucesso do associativismo – pouca capacidade de trabalhar em conjunto;
• Despreocupação em relação ao uso e comercialização de variedades hortofrutícolas regionais;
• Falta de certificação da raça suína Bisara, apesar da tradição da sua criação e do fumeiro – que podia representar importante
complemento da receita da família agricultora
• Falta de um conjunto de vinhos que permitam mudar a imagem da fraca qualidade da região; • Elevada taxa monocultural das
• Existência de mecanismos financeiros de apoio que pretendem incentivar a fixação da população nas zonas rurais (p. ex. QREN e PRODER);
• Facilidade na reconversão do modo de produção convencional em Modo de Produção Biológico; • Muitos criadores de Bísaro, com
bons exemplares da espécie e Entreposto da RuralBasto para fabrico de fumeiro – facilitam criação de DOP ou alargamento da existente em TM;
• GIPS – Grupo de Intervenção Protecção e Socorro; • Sapadores Florestais – DGRF –
direcção Geral de Recursos Florestais
• ZIF – Zonas de Intervenção Florestal – Fundo Florestal Permanente – área 1; • Silvicultura Preventiva em redor
dos aglomerados populacionais e Parques industriais;
• Criação de legislação específica para a produção primária. • Retorno de alguma população
emigrante;
• A7 e Variante do Tâmega. • Oportunidades de emprego
associadas á dinamização turística da região;
• Actividades económicas associada à dinamização dos produtos agrícolas típicos da região (vinho, linho, raças autóctones, compotas, queijos);
• Plano Nacional de Emprego; • IEFP;
• Programas nacionais de apoio à educação e formação ao longo da
• Incêndios florestais; • Impossibilidade de apoio de
projectos que envolvem os produtos constantes do Anexo 1 do Tratado na sub-medida 3.1.1.; • Existência de espécies de fauna e
flora em ameaça de extinção; • Pouca dinâmica associativa vai
limitar candidaturas ao PRODER – candidaturas conjuntas são prioritárias;
• Produtores de fumeiro não são normalmente criadores, utilizando cada vez mais carnes de suínos de raças exóticas;
• Êxodo e consequente abandono rural, particularmente dos jovens; • Diminuição das ajudas à produção
e conservação de raças autóctones; • Transposição da legislação comunitária relativa à transformação e comercialização de produtos agro-alimentares torna inviável o desenvolvimento dessas actividades para produtores de pequena dimensão. • Fracas acessibilidades
intra-regionais;
• Desajustamentos no mercado de emprego entre a oferta e a procura;
• Existência de focos de pobreza e de exclusão social;
• Existência de uma forte concorrência de produtos estrangeiros face aos produtos nacionais;
• Atracção pelo litoral e pelos grandes centros; • Insuficiência de incentivos à
fixação de empresas no interior;
• Promover o desenvolvimento sustentado do turismo no território • Valorizar e Preservar os Recursos Endógenos e Património Natural • Diversificar a base económica
local
• Garantir a inclusão social activa de todos através da promoção da participação no mercado de trabalho e do combate à pobreza e exclusão social
relacionados com a interpretação da natureza e educação ambiental;
• Heterogeneidade de usos acentuada;
• Paisagem muito diversificada constituída por meios naturais e semi-naturais;
• Elevada diversidade florística e de formações vegetais;
• Solos com aptidão florestal e agrícola;
• Exposição solar favorável; • Diversidade de rochas e minerais; • Rio Tâmega;
• Existência de recursos hídricos abundantes;
• Qualidade ambiental e valores atractivos necessários e suficientes, para organizar o ecoturismo.
• Aumento da população residente no concelho de Cabeceiras de Basto na última década em cerca de 10%;
• Sossego e qualidade de vida. • Localização geográfica
privilegiada para a localização de empresas;
• Boas acessibilidades; • Existência de parques industriais
nos 4 concelhos de Basto; • Apoio associativo da Probasto; • Existência de associações
empresariais que operam na região;
• Vasta experiência dos artesãos da Região
• Existência de uma gastronomia rica na região;
• Possibilidade de criação de novas
essências florestais desta região, representadas sobretudo pelo pinheiro bravo;
• Áreas arborizadas abandonadas que desta maneira desvalorizam a floresta e representam um elevado risco de incêndio;
• Elevado número de incêndios e áreas ardidas que ocorrem todos os anos limita o desenvolvimento florestal;
• Deficiente ordenamento silvopastoril;
• Pouca contribuição activa para a conservação do património natural e cultural;
• Desorganização da ocupação humana;
• Desequilíbrio nos usos da paisagem;
• Degradação progressiva da heterogeneidade.
• Desconhecimento praticamente total do recurso florístico e da vegetação e desprezo generalizado por este recurso, com uso excessivo de recurso vegetal exótico;
• Alterações significativas na vegetação, em especial nas comunidades naturais de bosques; • Pedreiras e acesso às mesmas
com impacte visível na paisagem natural;
• Solos com risco de erosão; • Falta de ordenamento do território
ao nível da floresta, nomeadamente no que diz respeito à falta de aceiros e de pontos de água;
• Região com relevo acentuado. • Envelhecimento populacional
vida para adultos • Localização geográfica • Surgimento de novos sectores de
mercado;
• Valorização dos recursos endógenos
• Maior Fluxo de turistas • Desenvolvimento do sector
terciário (hotelaria, restauração, serviços e comércio).
• Continuada perda do poder de compra da população portuguesa e o espírito recessivo em que se encontra a economia nacional; • Incapacidade do território em fixar
a sua população mais jovem. • Baixo nível de desenvolvimento
actividades na área da floresta, turismo, agricultura; • A A7 e a Variante do Tâmega; • Boa cobertura da rede de
transporte local;
• As freguesias sede de concelho possuem uma rede de transporte regional/nacional razoável
muito acentuado (população idosa representa cerca de 20 % da população residente);
• Perda generalizada da população residente (-20%, entre 1960-2001), sendo que Ribeira de Pena foi o concelho que mais tem sofrido com este fenómeno (- 44%);
• Desertificação;
• Saldo naturais e migratórios negativos;
• Fracos incentivos para a fixação da população mais jovem; • Reduzida dimensão das
empresas;
• Diminuição da população activa; • Resistência à inovação e à
mudança;
• Ausência de iniciativas comerciais inovadoras e atractivas; • Baixa produtividade da
mão-de-obra;
• Indústria fortemente dependente de mão-de-obra pouco qualificada e oriunda do sector primário; • Baixos níveis de instrução/
qualificação da mão-de-obra local; • Baixo nível de salários; • Elevada taxa de analfabetismo na
região;
• Tendência acentuada para o aumento do desemprego de longa duração ligados a indivíduos com idades avançadas e a grupos vulneráveis;
• Elevado desemprego feminino na região;
• Insuficiente capacidade de fixação de quadros médios e superiores; • Fraca valorização comercial das
produções locais;
• Rede de transporte deficitária; • Êxodo rural;
• Existência de freguesias não servidas por transporte público regular e dependentes do calendário escolar; • Má acessibilidade de alguns
lugares dos concelhos a rede de transporte colectivo;
• Turismo e Património • Riqueza de recursos endógenos enquanto factores estratégicos de distinção;
• Existência de um vasto património histórico cultural;
• Condicionantes naturais e paisagísticas excelentes para o investimento de turismo em espaço rural;
• Grandes potencialidades paisagísticas, naturais e culturais de forma a proporcionar actividades associadas à conservação da natureza e educação ambiental; • Região segura;
• Existência de uma gastronomia de grande qualidade e tipicidade aliada à existência de produtos locais de excelência, alguns deles certificados.
• Forte apetência para a valorização e recuperação do património arquitectónico.
• Existência de espigueiros e solares na região;
• Território com boa aptidão para integrar os seguintes produtos turísticos estratégicos nacionais: gastronomia e vinhos, touring cultural e paisagístico, turismo de natureza.
• Incapacidade de fixação de visitantes na Região; • Insuficiente oferta de unidades
turísticas (unidades hoteleiras clássicas, TER);
• Fraco aproveitamento do potencial turístico oferecido pelo património histórico/cultural e natural da região;
• Fraca utilização dos produtos locais de origem certificada pelas agentes turísticos, nomeadamente pelos TER, restauração e pontos de venda;
• Debilidade ao nível da qualidade dos serviços prestados; • Fracas acessibilidades
intra-regionais;
• Deficiente sinalização turística e ordenamento paisagístico; • Deficit de uma rede de animação
turística e de promoção da região; • Falta de recursos humanos
qualificados no sector;
• Dificuldades de coordenação entre os diferentes agentes que operam neste mercado;
• Região marcada por um forte declínio demográfico, social e económico.
• Poucos percursos arqueológicos,
• Boa rede de acessibilidades extra regionais (A7/Variante do Tâmega);
• Existência de rotas e circuitos turísticos de carácter nacional / regional (p. ex. Rota dos Vinhos Verdes e Caminho de Santiago); • Proximidade ao Aeroporto
Francisco Sá Carneiro e aparecimento de novas rotas a partir do Porto em companhias áreas low-coast;
• Reconhecimento político e mobilização inter-institucional para o desenvolvimento da região (Agenda Regional do Turismo); • Existência e possibilidade de
articulação de mecanismos de financiamento (PRODER, PIT - Programa de Intervenção do Turismo, PO regional, PO's temáticos, PENT, QREN 2007/2013)
• Retorno de alguma população emigrante;
• Oportunidades de emprego associadas á dinamização turística da região;
• Actividades económicas associada à dinamização dos produtos agrícolas típicos da região (vinho, linho, raças autóctones, compotas,
• Dificuldades de afirmação de Portugal enquanto destino turístico;
• Conjuntura política Nacional; • Envelhecimento populacional; • Proximidade de produtos turísticos
com uma imagem muito forte e afirmada no mercado (p. ex. Douro Vinhateiro, Centro Histórico de Guimarães).
• Interioridade;
• Acessibilidades intra-regionais; • Atracção por zonas do litoral e
centros urbanos; • Desertificação;
• Existência de focos de pobreza e de exclusão social;
• Existência de uma forte concorrência de produtos estrangeiros face aos produtos nacionais;
• Atracção pelo litoral e pelos grandes centros;
• Continuada perda do poder de compra da população portuguesa e o espírito recessivo em que se encontra a economia nacional; • Incapacidade do território em fixar
a sua população mais jovem. • Baixo nível de desenvolvimento
Económico
• Promover o desenvolvimento sustentado do turismo no território • Valorizar e Preservar os Recursos Endógenos e Património Natural • Diversificar a base económica
local
• Garantir a inclusão social activa de todos através da promoção da participação no mercado de trabalho e do combate à pobreza e exclusão social
• Cursos de água com aptidão desportiva e de lazer; • Existência do sítio Alvão-Marão
pertencente à Rede Natura 2000, que integra parte dos concelhos de Ribeira de Pena e Mondim de Basto;
• Existência do Parque Natural do Alvão que integra uma parte do concelho de Mondim de Basto; • Conjunto importante de desportos
de aventura com projecção nacional e internacional; ex: volta a Portugal em bicicleta – Sra. Da Graça; Provas internacionais de Parapente – Sra. Da Graça; Campeonato do Mundo de Pesca Desportiva (Cabeceiras de Basto); Prova de rafting no Rio Tâmega; • Museu das Terras de Basto (Arco
de Baúlhe);
• Existência de equipamentos relacionados com a interpretação da natureza e educação ambiental;
• Existência de locais de grande interesse paisagístico: Sr.ª da Graça; Parque natural do Alvão; Fisgas de Ermelo; Castelo de Arnoia; Miradouros; • Vasto leque de equipamentos
desportivos, sobretudo campos de jogos;
• Existência de espaços verdes, jardins e parques.
• Aumento da população residente no concelho de Cabeceiras de Basto na última década em cerca de 10%;
• Sossego e qualidade de vida. • Boas acessibilidades; • Apoio associativo da Probasto;
naturais e históricos; • Falta de cultura turística no
território;
• Desconhecimento dos empresários relativamente ao funcionamento do negócio do turismo;
• Problemas ambientais de poluição dos cursos de água – Tâmega e afluentes – consequências dos contínuos incêndios florestais; • Incapacidade em dominar a
cadeia de valor e em gerir o ciclo de vida dos produtos;
• Turismo caracterizado por grande sazonalidade;
• Deficit de desenvolvimento de trabalho em rede por parte dos agentes turísticos inviabilizando a oferta de um produto turístico integrado.
• Envelhecimento populacional muito acentuado (população idosa representa cerca de 20 % da população residente);
• Perda generalizada da população residente (-20%, entre 1960-2001), sendo que Ribeira de Pena foi o concelho que mais tem sofrido com este fenómeno (- 44%);
• Desemprego; • Desertificação;
• Saldo naturais e migratórios negativos;
• Fracos incentivos para a fixação da população mais jovem; • Reduzida dimensão das
empresas;
• Individualismo empresarial; • Diminuição da população activa; • Resistência à inovação e à
queijos);
• Existência de mecanismos financeiros de apoio que pretendem incentivar a fixação da população nas zonas rurais (p. ex. QREN e PRODER);
• Plano Nacional de Emprego; • IEFP;
• Programas nacionais de apoio à educação e formação ao longo da vida para adultos
• Localização geográfica • Surgimento de novos sectores de
mercado;
• Valorização dos recursos endógenos
• Maior Fluxo de turistas • Desenvolvimento do sector
terciário (hotelaria, restauração, serviços e comércio).
• Existência de associações empresariais que operam na região;
• Existência de uma gastronomia rica na região;
• Possibilidade de criação de novas actividades na área da floresta, turismo, agricultura
• Melhoria dos indicadores macroeconómicos
• A A7 e a Variante do Tâmega; • Boa cobertura da rede de
transporte local;
• As freguesias sede de concelho possuem uma rede de transporte regional/nacional razoável
mudança;
• Ausência de iniciativas comerciais inovadoras e atractivas; • Baixa produtividade da
mão-de-obra;
• Baixos níveis de instrução/ qualificação da mão-de-obra local; • Baixo nível de salários; • Tendência acentuada para o
aumento do desemprego de longa duração ligados a indivíduos com idades avançadas e a grupos vulneráveis;
• Insuficiente capacidade de fixação de quadros médios e superiores; • Fraca valorização comercial das
produções locais;
• Rede de transporte deficitária; • Êxodo rural;
• Dificuldade na distribuição e comercialização das produções locais.
• Acessibilidade interna muito condicionada pela orografia local, dando origem as traçados sinuosos e acidentados; • Existência de freguesias não
servidas por transporte público regular e dependentes do calendário escolar; • Inexistência de central de
camionagem (Ribeira de Pena; Celorico de Basto);
• 26% das freguesias além de não servidas por transporte local, também não possuem transporte regional/nacional;
• Má acessibilidade de alguns lugares dos concelhos a rede de transporte colectivo;
• Serviços de Proximidade • Instituições de solidariedade social que operam na região como retaguarda a grupos socialmente vulneráveis;
• Desenvolvimento de programas e projectos de âmbito local (Programas de luta Contra a Pobreza, RSI, Rede Social, Contratos locais de
Desenvolvimento, Equal, Leader) • Papel das entidades do concelho na divulgação dos direitos e na promoção da cidadania; • Trabalho desenvolvido de parceria
entre entidades públicas e privadas.
• Aumento da população residente no concelho de Cabeceiras de Basto na última década em cerca de 10%;
• Boas acessibilidades; • Apoio associativo da Probasto; • Existência de associações
empresariais que operam na região;
• Melhoria dos indicadores macroeconómicos
• Existência de um Centro de Saúde e extensões do mesmo nos 4 concelhos;
• Unidade Móveis de Saúde; • A totalidade da população usufrui
de médico de família;
• Centro de Cuidados Continuados no concelho de Ribeira de Pena que dá cobertura aos restantes concelhos;
• Existência de um número razoável de equipamentos de saúde nas freguesias sede de concelho; • Luta da comunidade contra as
assimetrias regionais;
• Oferta insuficiente de
equipamentos de apoio à 3ª idade, infância e população dependente; • Envelhecimento demográfico
acentuado;
• Diminuição da taxa de natalidade; • Saldo naturais e migratórios
negativos;
• Falta de programas de apoio à integração de grupos socialmente vulneráveis;
• Ausência de condições de habitabilidade colocando em risco o desenvolvimento integral de crianças e jovens;
• Dependência física, psicológica e financeira da população idosa; • Elevado índice de dependência de
idosos e de dependência total na região;
• Falta de actividades para os jovens e idosos;
• Disfunção familiar levando à desresponsabilização das famílias face aos idosos e a situações de negligência e abandono infantil; • Isolamento da população idosa; • Baixos rendimentos das famílias; • Violência doméstica / álcool /
drogas;
• População idosa com pensões baixas;
• Pouca sensibilidade para a questão da eliminação de barreiras arquitectónicas; • Dispersão de aglomerados
urbanos de reduzida dimensão que dificulta o apoio social à população mais isolada; • Existência de freguesias não
servidas por transporte público
• Rendimento Social de Inserção; • Complemento Solidário do Idoso; • Instituto de Solidariedade e
Segurança Social; • Parcerias estabelecidas entre
IPSS’s e os municípios; • Programa Saúde XXI; • PIDDAC;
• Aplicação da legislação existente para famílias de acolhimento a idosos e crianças
• Retorno de alguma população emigrante;
• A7 e Variante do Tâmega; • Existência de mecanismos financeiros de apoio que pretendem incentivar a fixação da população nas zonas rurais (p. ex. QREN e PRODER).
• Plano Nacional de Emprego; • IEFP;
• Programas nacionais de apoio à educação e formação ao longo da vida para adultos
• Possibilidade de alargamento dos protocolos relativamente a rede de Apoio domiciliário;
• Protocolos estabelecidos com o Instituto da Segurança Social; • IDT – Protocolos;
• Actualização da formação de professores;
• DREN; • Centro Escolares
• Surgimento de novos sectores de mercado;
• Insuficiência de apoios financeiros; • Falta de apoio para a continuidade
de actividades iniciadas; • Aumento do número de utentes e
insuficiência de equipamentos e serviços;
• Envelhecimento populacional; • Deficiente articulação
inter-institucional. • Interioridade;
• Acessibilidades intra-regionais; • Atracção por zonas do litoral e
centros urbanos;
• Políticas de incentivo à natalidade pouco eficientes.
• Desajustamentos no mercado de emprego entre a oferta e a procura;
• Desertificação;
• Existência de focos de pobreza e de exclusão social;
• Insuficiência de incentivos à fixação de empresas no interior; • Incapacidade do território em fixar
a sua população mais jovem. • Elevado taxa de Alcoolismo e toxicodependência na região; • Envelhecimento populacional; • Aumento do problema da
Violência doméstica nas terras de Basto;
• Falta de hospitais na região; • Sistema Nacional de Saúde
deficitário;
• Inexistência de formação de professores para o ensino especial;
• Falta de ateliers e ocupação de tempos livres para crianças e jovens a nível nacional; • Falta de expectativas dos pais
• Promover o desenvolvimento sustentado do turismo no território • Valorizar e Preservar os Recursos Endógenos e Património Natural • Diversificar a base económica
local
• Garantir a inclusão social activa de todos através da promoção da participação no mercado de trabalho e do combate à pobreza e exclusão social
• Trabalho em parceria realizado através dos agrupamentos escolares
• Existência de cursos de alfabetização e formação profissional na região • Existência de Cartas Educativas
nos 4 concelhos
• Espaços Internet (Município, Junta);
• Existência do Ensino Profissional e de uma universidade privada na região (Celorico de Basto); • Proximidade a Municípios com
Ensino Superior (Fafe, Vila Real e Guimarães);
• A A7 e a Variante do Tâmega; • Boa cobertura da rede de
transporte local;
• As freguesias sede de concelho possuem uma rede de transporte regional/nacional razoável
regular e dependentes do calendário escolar;
• Elevada taxa de analfabetismo e baixo nível de habilitações; • Elevado nível de abandono
escolar;
• Cobertura insuficiente da rede Pré-escolar;
• Baixo número de serviços fora das freguesias sede de concelho; • Duplicação de parcerias; • Falta de Centro de Apoio
Temporário a crianças em risco (0 aos 12 anos).
• Insuficientes políticas sociais activas.
• Envelhecimento populacional muito acentuado (população idosa representa cerca de 20 % da população residente);
• Perda generalizada da população residente (-20%, entre 1960-2001), sendo que Ribeira de Pena foi o concelho que mais tem sofrido com este fenómeno (- 44%);
• Desemprego;
• Saldo naturais e migratórios negativos;
• Fracos incentivos para a fixação da população mais jovem; • Baixa natalidade
• Diminuição da população activa; • Ausência de iniciativas comerciais
inovadoras e atractivas; • Baixa produtividade da
mão-de-obra;
• Forte dependente de mão-de-obra pouco qualificada e oriunda do sector primário;
• Baixos níveis de instrução/
face a escola
• Currículos longos e pouco apelativos
• Demissão dos pais do papel educador em relação aos filhos • Instabilidade da adolescência • Interioridade sofrida
• Baixo nível de desenvolvimento Económico
qualificação da mão-de-obra local; • Baixo nível de salários; • Tendência acentuada para o
aumento do desemprego de longa duração ligados a indivíduos com idades avançadas e a grupos vulneráveis;
• Elevado desemprego feminino na região;
• Insuficiente capacidade de fixação de quadros médios e superiores; • Rede de transporte deficitária; • Êxodo rural;
• Insuficiência de pessoal técnico e de recursos humanos na área da saúde;
• Inexistência de um Centro de Apoio à Toxicodependência nas Terras de Basto;
• Inexistência de um Centro de Apoio aos alcoólicos nas Terras de Basto;
• Falta de equipamentos de apoio a pessoas dependentes e deficientes;
• Escassez de consultórios médicos de especialidade na região; • Problemas de acessibilidade de
alguns aglomerados à rede e saúde sobretudo pela inexistência de serviços de transporte; • Envelhecimento Populacional; • Elevada taxa de Abandono escolar • Forte dispersão geográfico; • Conforme aumenta o grau de
ensino o número de escolas vai diminuindo, localizando-se, preferencialmente, nas freguesias sede de Concelho;
• Cobertura insuficiente da Rede Pré-escolar;
• A rede de 1º Ciclo
sobredimensionada, com algumas escolas com menos de 10 alunos; • E rede de 2º e 3º ciclos e
Secundário localiza-se, preferencialmente, nas freguesias sede de Concelho;
• Inexistência de instituições para responder às necessidades das crianças portadoras de deficiência • Falta de recursos económicos dos
pais
• Oferta insuficiente de Ensino profissionalizante • Falta de formação cívica; • Falta de professores de ensino
especial nas escolas na região; • Acessibilidade interna muito
condicionada pela orografia local, dando origem as traçados sinuosos e acidentados; • Dispersão de aglomerados
urbanos de reduzida dimensão; • Existência de freguesias não
servidas por transporte público regular e dependentes do calendário escolar;
• 26% das freguesias além de não servidas por transporte local, também não possuem transporte regional/nacional;
• Falta de rentabilidade dos percursos;
• Má acessibilidade de alguns lugares dos concelhos a rede de transporte colectivo;