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Reles de potencia

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Academic year: 2021

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1 Slide Slide Relés Relés de de proteçãoproteção

Todo e qualquer sistema elétrico está sujeito a um defeito transitório ou permanente, Todo e qualquer sistema elétrico está sujeito a um defeito transitório ou permanente, apesar das precauções e dos cuidados tomados durante a elaboração do projeto e a apesar das precauções e dos cuidados tomados durante a elaboração do projeto e a execução das instalações, mesmo seuindo as normas mais se!eras e as recomendações execução das instalações, mesmo seuindo as normas mais se!eras e as recomendações exi

existestententes" s" #ss#sses es defdefeiteitos os podpoderãerão o ter ter conconseqsequ$u$ncincias as irreirrele!le!antantes es ou ou desdesastastrosrosas,as, dependendo do sistema de proteção preparado para aquela instalação em particular" %e dependendo do sistema de proteção preparado para aquela instalação em particular" %e modo eral, a

modo eral, a proteproteção de ção de um sistema de um sistema de baixbaixa a ou alta ou alta tensãtensão é o é projeprojetada tomandtada tomando&seo&se como base os fus'!eis e os relés" ( nome relé representa uma ama numerosa de como base os fus'!eis e os relés" ( nome relé representa uma ama numerosa de eeqquuiippaammeennttoos s e e ddiissppoossiittii!!ooss, , ccoom m aas s mmaaiis s ddiiffeerreennttees s ffoorrmmaass de construção e operação, para aplicações di!ersas, dependendo da import)ncia, do de construção e operação, para aplicações di!ersas, dependendo da import)ncia, do  porte e da seu

 porte e da seurança da instalaçrança da instalação consideradão considerada"a" *

* +orma +orma de de construçãoconstrução Relés fluidodin)micos Relés fluidodin)micos

#stes relés utiliam os l'quidos, normalmente o óleo de !aselina, como elemento #stes relés utiliam os l'quidos, normalmente o óleo de !aselina, como elemento temporiador

temporiador" -ormalmente, são constru'dos para liação " -ormalmente, são constru'dos para liação direta com a direta com a rede e montadosrede e montados nos pólos de alimentação do disjuntor de proteção" .ossuem um $mbolo mó!el que se nos pólos de alimentação do disjuntor de proteção" .ossuem um $mbolo mó!el que se desloca no interior de um recipiente, no qual é colocada certa quantidade de óleo, que desloca no interior de um recipiente, no qual é colocada certa quantidade de óleo, que  pro!oca a

 pro!oca a sua temporiação sua temporiação quando o quando o $mbolo é $mbolo é deslocado para deslocado para fora fora do recipiente do recipiente pelapela ação do campo manético formado pela bobina liada diretamente ao circuito a ser  ação do campo manético formado pela bobina liada diretamente ao circuito a ser   proteido"

 proteido" #m #m eral, eral, são são empreados empreados na na proteção proteção de de subestações subestações de de até até 1"/// 1"/// 0022,, se

sendndo o quque e mumuitaitas s coconcncesessisiononáráriaias s limlimititam am susua a apaplilicacaçãção o a a !a!aloloreres s ininfeferiorioreres"s"  -ormalmente,

 -ormalmente, os os relés relés fluidodin)micos fluidodin)micos não não são são utiliados utiliados pelas pelas concessionconcessionárias árias dede eneria elétrica na proteção de suas subestações de pot$ncia, em !irtude da sua estreita eneria elétrica na proteção de suas subestações de pot$ncia, em !irtude da sua estreita  possibilidade

 possibilidade de de coordenaçãcoordenação o com com os os elos elos fus'!eis fus'!eis de de proteção proteção de de rede" rede" 3ma 3ma outraoutra limitação do seu uso, nesses casos, é quanto 4 inaplicabilidade de sua instalação ao limitação do seu uso, nesses casos, é quanto 4 inaplicabilidade de sua instalação ao tempo, fato caracter'stico das subestações das compan5ias de ser!iço p6blico de

tempo, fato caracter'stico das subestações das compan5ias de ser!iço p6blico de eneriaeneria elétrica"

elétrica"

Relés eletromanéticos Relés eletromanéticos ( relé eletromanético é

( relé eletromanético é constitu'do basicamente de uma bobina en!ol!endo um n6cleoconstitu'do basicamente de uma bobina en!ol!endo um n6cleo manético, cujo entreferro é formado por uma peça mó!el na qual é fixado um contato manético, cujo entreferro é formado por uma peça mó!el na qual é fixado um contato elétrico que atua sobre um contato fixo, permitindo a continuidade do circuito elétrico elétrico que atua sobre um contato fixo, permitindo a continuidade do circuito elétrico de acionamento do disjuntor" 2 referida peça mó!el se desloca no sentido de permitir o de acionamento do disjuntor" 2 referida peça mó!el se desloca no sentido de permitir o menor !alor de relut)ncia no circuito manético" -o entanto, 5á outras formas de menor !alor de relut)ncia no circuito manético" -o entanto, 5á outras formas de construção de relés eletromanéticos" #xistem aqueles pro!idos de um $mbolo mó!el construção de relés eletromanéticos" #xistem aqueles pro!idos de um $mbolo mó!el que é deslocado pela força eletromanética desen!ol!ida por uma bobina" 2ntes do que é deslocado pela força eletromanética desen!ol!ida por uma bobina" 2ntes do ad!ento e dom'nio do mercado dos relés fluidodin)micos para proteção de pequenas ad!ento e dom'nio do mercado dos relés fluidodin)micos para proteção de pequenas sub

subestestaçõações, es, eleeles s eraeram m larlaraamenmente te utiutililiadados" os" Sua Sua bobbobina ina é é dirdiretaetamemente nte liliada ada aoao circuito primário, estando em série com este" -os modelos destinados 4 operação de circuito primário, estando em série com este" -os modelos destinados 4 operação de dis

disjunjuntortores es aciacionaonados dos por por dedestrstra!e a!e mecmec)ni)nico co dirdiretoeto, , o o $m$mbolbolo o ae ae por por impimpactactoo mec)nico sobre o dispositi!o da tra!a"

mec)nico sobre o dispositi!o da tra!a" Relés eletrodin)micos

Relés eletrodin)micos

(s relés eletrodin)micos funcionam dentro do princ'pio básico de atuação de duas (s relés eletrodin)micos funcionam dentro do princ'pio básico de atuação de duas  bobinas, sendo uma

 bobinas, sendo uma mó!el, interaindo dentro mó!el, interaindo dentro de um de um campo formado campo formado por outra por outra bobinabobina fixa, tal como

fixa, tal como se constroem os instrumentos de medida se constroem os instrumentos de medida de tensão e corrente, con5ecidosde tensão e corrente, con5ecidos como os de bobina

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de proteção de circuitos primários, apesar de sua rande sensibilidade" .or outro lado, apresentam um custo normalmente superior aos demais anteriormente citados"

Seu princ'pio de funcionamento está baseado na passaem de uma corrente cont'nua, ou de uma corrente alternada retificada, atra!és do circuito da bobina mó!el, que está imersa em um campo manético criado pela bobina fixa, podendo, no entanto, ser  substitu'da por um 'mã permanente" ( mo!imento da bobina mó!el é obtido pela interação entre os dois campos manéticos que de!em ter polaridades iuais, a fim de  permitir a rotação desejada, de acordo com o princ'pio de que polos iuais se repelem"

Relés de indução

(s relés de indução também são con5ecidos como relés secundários, sendo laramente empreados em subestações industriais de pot$ncia e de concessionárias de ser!iço  p6blico, na proteção de equipamentos de rande !alor econ7mico"

Seu princ'pio de funcionamento é baseado na construção de dois manetos, um superior  e outro inferior, entre os quais está fixado, em torno do seu eixo, um disco de indução" #sses n6cleos manéticos permitem a formação de quatro entreferros, cada um sendo responsá!el pelo torque de acionamento do disco" ( n6cleo superior é dotado de dois enrolamentos" ( primeiro é diretamente liado ao circuito de alimentação, no caso um transformador de corrente, enquanto o outro é responsá!el pela alimentação do n6cleo inferior" ( disco de indução possui um contato, denominado contato mó!el, que, com o mo!imento de rotação, atua sobre um contato fixo, fec5ando o circuito de controle" 3ma mola de restrição força o retomo do disco de indução 4 sua posição oriinal, responsá!el pela frenaem eletromanética, e seu ajuste é feito na instalação atra!és de  parafusos de ajuste"

Relés térmicos

#m eral, as máquinas, tais como transformadores, motores, eradores, etc", sofrem drasticamente com o aumento da temperatura dos seus enrolamentos, o que implica a redução de sua !ida 6til e, consequentemente, fal5a do equipamento" .ara se determinar  o !alor !erdadeiro da temperatura no ponto mais quente de uma máquina, é necessário introduir sondas térmicas no interior dos bobinados" #ssas sondas, porém, apesar de sua efici$ncia, passam a faer parte, mecanicamente, do equipamento, acarretando indesejá!eis consequ$ncias de manutenção" -o entanto, existem relés dotados de elementos térmicos ajustá!eis, c5amados de réplicas térmicas" #les são atra!essados  pela corrente de fase do sistema, diretamente ou por meio de transformadores de

corrente, e, atra!és dos elementos térmicos com caracter'sticas semel5antes 4s caracter'sticas térmicas do equipamento que se quer proteer atuam sobre o circuito de alimentação da bobina do disjuntor, deseneriando o sistema antes que a temperatura atinja !alores acima do máximo permitido para aquela máquina em particular" #sses relés são c5amados também de imaem térmica, por apresentarem a mesma cur!a de aquecimento do equipamento a ser proteido"

Relés eletr7nicos

(s relés eletr7nicos são fruto do desen!ol!imento tecnolóico da eletr7nica dos sistemas de pot$ncia" São fabricados para atender todas as necessidades de proteção dos sistemas elétricos, competindo em preço e desempen5o com os modelos eletromec)nicos, exceto em pequenos sistemas, quando se podem utiliar os relés con!encionais de ação direta, dispensando&se os transformadores de medida e as fontes auxiliares de alimentação"

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2 tecnoloia estática apresenta como !antaens adicionais sobre os relés con!encionais a compacticidade, a precisão nos !alores ajustados e a facilidade de modificação de cur!as de operação em uma mesma unidade"

Relés diitais

3ma proteção baseada em técnicas de microprocessadores mantém o mesmo princ'pio e uarda os mesmos requisitos básicos aplicados aos relés eletromec)nicos ou de indução e aos relés estáticos ou eletr7nicos" -o entanto, os relés diitais oferecem, além das funções dos seus antecessores, no!as funções aos seus usuários adicionando maior  !elocidade, mel5or sensibilidade, interfaceamento amiá!el, acesso remoto, armaenamento de informações, etc" #nquanto os relés eletromec)nicos utiliam as randeas analóicas da tensão e da corrente e contatos externos, bloqueios, etc", denominados e!entos, os relés diitais utiliam técnicas de microprocessamento" -o entanto, as randeas de entrada continuam sendo analóicas e são con!ertidas internamente para sinais diitais atra!és de con!ersores analóicos8diitais 928%:"

(s relés diitais c5earam ao mercado brasileiro em meados da década de 1;</, porém nos anos 1;;/ a sua aplicação tomou um forte e definiti!o impulso, 4 medida que a tecnoloia de diitaliação dos sistemas elétricos foi sendo cada !e mais aperfeiçoada e uni!ersaliada" 2o contrário dos relés eletromec)nicos de indução e dos relés eletr7nicos, os relés diitais, por operarem seundo uma proramação inteliente e  poderosa, t$m a capacidade de processar diitalmente os !alores medidos do sistema, tais como tensão, corrente, frequ$ncia, etc", e de realiarem operações lóicas e aritméticas" 2lém de exercer as funções dos seus antecessores tecnolóicos, apresentam as seuintes !antaens=

> pequeno consumo de eneria reduindo a capacidade dos transformadores de corrente? > ele!ada confiabilidade de!ido 4 função de auto super!isão?

> dianóstico de fal5a por meio de armaenamento de dados de fal5a?

> possibilidade de comunicação com um sistema super!isório, atra!és de uma interface serial?

> possibilidade de serem ajustados 4 dist)ncia?

> durante os procedimentos de alteração nos ajustes mantém a proteção do sistema elétrico ao n'!el dos ajustes existentes?

> ele!ada precisão de!ido 4 tecnoloia diital?

> amplas faixas de ajuste com !ários deraus e ajuste dos par)metros uiados por uma interface amiá!el?

> indicação dos !alores de medição e dos dados de fal5a por meio dedispla@ alfanumérico?

> seurança operacional com a possibilidade de estabelecer uma sen5a do responsá!el  pelo seu ajuste"

2 tecnoloia analóica dos relés diitais pode ser resumida no fato de que os sinais analóicos de entrada são isolados eletricamente pelos transformadores de entrada dos relés, depois são filtrados analoicamente e processados pelos con!ersores analóicos8diitais"

A Slide %esempen5o

Todo e qualquer elemento de proteção de!e merecer arantia de efici$ncia no desempen5o de suas funções"

(s relés de proteção de!em apresentar os seuintes requisitos básicos quanto ao seu desempen5o=

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> rapide?

> confiabilidade"

(s relés de!em ser tão sens'!eis quanto poss'!el dentro de sua faixa de ajuste para a operação, pois, do contrário, a randea requerida para disparo da unidade poderá não faer operar o mecanismo de atuação nos tempos

desejados, pro!ocando operações fora dos limites permitidos pelos equipamentos a  proteer"

(s relés também de!em responder com extrema rapide 4s randeas elétricas para as quais estão ajustados, arantindo, desse modo, um tempo muito pequeno de duração do defeito" -ão se de!e confundir temporiação !oluntária de um relé com lentidão de seus mecanismos de operação" 2 primeira di respeito 4 técnica de projeto de proteção que  pre!$, entre outras, a seleti!idade entre unidades do sistema" Bá a seunda é própria das

caracter'sticas construti!as" Todo sistema elétrico de!e apresentar um ele!ado rau de confiabilidade" #, neste particular, os relés são dispositi!os que, por sua própria naturea e responsabilidade, de!em ser extremamente confiá!eis para todas as condições de perturbação do sistema para as quais foram dimensionados e ajustados"

C Slide Drandeas elétricas

Easicamente, um relé é sensibiliado pelas randeas da frequ$ncia, da tensão e da corrente a que está submetido" .orém, tomando&se como refer$ncia esses !alores  básicos, podem&se construir relés que sejam ajustados para outros par)metros elétricos da rede, tais como imped)ncia, pot$ncia, relação entre as randeas anteriores, etc" %e modo eral, os relés podem ser assim classificados=

> relés de tensão? > relés de corrente? > relés de frequ$ncia?

> relés direcionais de pot$ncia e corrente? > relés de imped)ncia"

#m eral, os relés de tensão utiliam a própria tensão do sistema e comparam seu !alor  com aquele pre!iamente ajustado para operação" ( !alor medido pode estar acima ou abaixo daquele tomado como refer$ncia, oriinando, da', os relés de sobre e subtensão" (s relés de corrente são, na realidade, os mais empreados em qualquer sistema elétrico, tornando&se obriatório o seu uso, em consequ$ncia da rande !ariação com que a corrente elétrica pode circular numa instalação, indo desde o estado em !aio 9corrente basicamente nula:, passando pela cara nominal, atinindo a sobrecara e, finalmente, alcançando o seu !alor supremo, nos processos de curto&circuito franco"  -estes dois 6ltimos casos, os danos 4 instalação são muito randes, acarretando, inclusi!e, preju'os ao patrim7nio, com inc$ndios e destruição" 2o contrário da corrente, a tensão, de um modo eral, é está!el, atinindo somente !alores ele!ados quando ocorrem fen7menos normalmente externos 4 instalação, tais como descaras atmosféricas, perturbação na eração, etc" São exceções a estes casos as sobretensões ad!indas dos curtos&circuitos monopolares em sistemas isolados ou aterrados sob alta imped)ncia, bem como as sobretensões resultantes de manobras de disjuntores" (s relés de frequ$ncia utiliam essa randea do sistema, comparando&a com o !alor   pre!iamente ajustado para operação" Se 5á diferença, além dos !alores prescritos no

ajuste, o relé aciona o mecanismo de desliamento do disjuntor" Bá os relés direcionais são acionados pelo fluxo de pot$ncia ou corrente que circula em seus bobinados" (ra, como randeas naturais, somente a tensão, a corrente e a frequ$ncia são par)metros elétricos básicos" .ara um relé direcional de pot$ncia, é necessário um par de bornes, sendo um de tensão e outro de corrente, para que se obten5a o fluxo de demanda a cada

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instante" (s relés direcionais são de pouca utiliação nas instalações industriais de  pequeno e médio portes, c5eando a ter aplicação obriatória em instalações de rande  porte supridas por duas ou mais fontes" (s relés atuam quando detectam o fluxo re!erso de corrente ou de pot$ncia no ponto de sua instalação" ( mesmo uso é feito laramente  pelas compan5ias concessionárias de ser!iço p6blico em suas subestações de pot$ncia" (s relés de imped)ncia utiliam como par)metros elétricos a tensão e a corrente no  ponto de sua instalação" Sabendo&se que a imped)ncia, num determinado ponto, é a relação entre a tensão e a corrente, o relé de imped)ncia nada mais afere do que o resultado desse quociente, para faer atuar o seu mecanismo de acionamento" F laramente aplicado nos sistemas de pot$ncia das concessionárias de eneria elétrica  para a proteção de lin5as de transmissão"

G Slide Temporiação

2pesar de se esperar a maior rapide poss'!el na atuação de um relé, normalmente, por  questões de seleti!idade entre os !ários elementos de proteção, é necessário permitir aos relés uma certa temporiação antes que ordene a abertura do disjuntor" Hoo, tomando& se como base estas considerações, os relés podem ser classificados quanto ao tempo de atuação em=

> relés instant)neos?

> relés temporiados com retardo dependente? > relés temporiados com retardo independente"

(s relés instant)neos, como o próprio nome di, não apresentam nen5um retardo intencional no tempo de atuação" ( retardo existente é função de suas caracter'sticas construti!as implicando certa inércia natural do mecanismo, temporiando assim a sua atuação" #les não se prestam 4 utiliação em esquemas seleti!os, onde os !alores das correntes de curto&circuito nos diferentes pontos são praticamente os mesmos" (s relés temporiados com retardo dependente são os mais utiliados em sistemas elétricos em eral" São caracteriados por uma cur!a de temporiação normalmente in!ersa, cujo retardo é função do !alor da randea que os sensibilia" #sses relés apresentam uma fam'lia de cur!as com as mais di!ersas decli!idades em raão das !ariadas aplicações requeridas na prática dos projetos de proteção" 2 +i" 1/"G mostra uma cur!a t'pica de um relé temporiado de retardo dependente, neste caso particular, e!idenciando as correntes circulantes no ponto de sua instalação" .ode&se obser!ar que, quanto maior a corrente, menor o tempo de atuação, justificando a denominação de temporiação in!ersa"

( relé temporiado com retardo independente, ao contrário do anterior, é caracteriado  por um tempo de atuação constante, independentemente da manitude da randea que o sensibilia" 2 +i" 1/"I apresenta as cur!as de um relé particular para operação por  corrente" .odem ser ajustados, em eral, para !ários tempos de atuação, dependendo das necessidades de um particular projeto de proteção" Jomo se pode obser!ar pela fiura,  para o ajuste num determinado !alor, por exemplo a cur!a 92:, o tempo de disparo

independe do módulo da corrente do sistema, acima do !alor ajustado" I Slide +orma de acionamento

(s relés podem acionar os equipamentos de interrupção de dois diferentes modos, pelos quais são comumente con5ecidos=

> relés de ação direta? > relés de ação indireta"

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(s relés de ação direta são laramente empreados na proteção de pequenas e até de médias instalações industriais" 2presentam a rande !antaem de, eralmente, dispensar  transformadores redutores, pois estão diretamente liados ao circuito que proteem, além de não necessitarem de fonte auxiliar para promo!erem o disparo do disjuntor" São de fácil instalação e aluns modelos requerem uma certa manutenção pre!enti!a, como no caso dos relés fluidodin)micos, nos quais é importante manter o fluido temporiador  isento de poeira e umidade excessi!a, pois, do contrário, as suas caracter'sticas tornam& se sensi!elmente alteradas" 2luns modelos pouco difundidos são alimentados atra!és de transformadores redutores, conser!ando, no entanto, a sua caracter'stica básica, que é o acionamento direto do disjuntor atra!és de um mecanismo próprio e particular para cada tipo ou fabricante" 2 +i" 1/"K mostra o esquema básico de liação de um relé de ação direta, para proteção de sobrecorrente, liado diretamente ao circuito que protee, enquanto a +i" 1/"< apresenta o esquema básico de um relé para proteção de sobrecorrente, alimentado atra!és de transformador de corrente" #ste 6ltimo tem sua aplicação justificada quando as correntes de caras ou de curto&circuito são muito ele!adas ou a tensão da rede requer uma isolação que pode comprometer a construção do relé" (s relés de ação indireta, con5ecidos também como relés secundários, t$m laro empreo nas instalações de médio e rande portes" 2presentam custos sensi!elmente mais ele!ados e necessitam de transformadores redutores como fonte de alimentação,  bem como requerem em eral uma fonte auxiliar de corrente cont'nua 9mais utiliada:

ou de corrente alternada" ( in!estimento dessas unidades auxiliares torna o custo da  proteção muito ele!ado, justificando somente o seu empreo quando se tratar de instalações pro!idas de transformadores com pot$ncia iual ou superior a *"/// 02 em tensão de 1A,</0 ou G"/// 02, em tensão de I; 0" São empreados ainda na  proteção

de motores com pot$ncia superior a G// c!" #m eral, os relés secundários apresentam maior confiabilidade que os demais, além de possu'rem ajustes bem mais precisos e cur!as de temporiação bem mais definidas" Jomo o próprio nome o suere, este tipo de relé não atua diretamente sobre o mecanismo de acionamento do disjuntor" 2penas, quando opera, propicia o fec5amento dos contatos do circuito da bobina do disjuntor os quais estão liados a uma fonte auxiliar, eralmente de corrente cont'nua" #sta fonte normalmente é constitu'da de um conjunto de baterias permanentemente liadas a um retificador de alimentação" 2 +i" 1/"; mostra esquematicamente uma proteção com relés secundários, detal5ando todas as unidades necessárias ao conjunto" (s relés de ação indireta apresentados na +i" 1/"; t$m caracter'sticas de atuação instant)nea" -o entanto,

existem outros modelos, como será !isto oportunamente, onde as bobinas são substitu'das por um disco de indução que permite a temporiação do disparo, ajustando o comprimento do arco percorrido pelo contato mó!el, fixado no referido disco"

Referências

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