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DECRETO Nº , DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014.

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DECRETO Nº 18.8 86, DE 18 DE DE ZEMBRO DE 2014.

Dispõe sobre o processo adminis tra-tivo de Es tudo de Viabilida de Urba nística (EVU), enqua drados como Projetos Especiais de Impac to Urba-no, re voga ndo os arts. 28, 29, 36 a 38 do Decre to nº 12.715, de 23 de março de 2000.

O PREFE ITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no u so das atribu ições que lhe confere o artigo 94, inciso II, da Lei Orgânica do Mu-nicípio ,

D E C R E T A:

TÍTULO I

DAS DIS POSIÇÕE S PRELIMINA RES

Art. 1º O processo administrativo referente a avaliação de Projeto s de Impacto Urbano realizada por meio de Estudo de Viabilidade Urban ística (EVU) nos termos do Título III – Instrumentos de Planejamen-to – Capítu lo V – Dos ProjePlanejamen-to s Especiais de ImpacPlanejamen-to Urb ano do Plano Di-retor de Desen vo lvimento Urbano Am biental (PDDUA ), o bedecerá ao dis-posto neste De creto, observando as n ormas edilícias e a s demais le gisla-ções vigentes.

§ 1º A análise e a s e xigên cias po r p arte do Sistema Mu nicipa l de Gestão do P lan ejamento (S MGP ) no EVU fica rão restrita s aos quesitos objeto da solicitaçã o, conside rada a to talidade dos impactos ge rados.

§ 2º A re sponsabilidade sob re os p rojetos cabe e xclu sivamen-te aos profissionais lega lmensivamen-te habilitados por meio de Anotação de Res-ponsabilidade Técnica (ART) ou Re gistro de ResRes-ponsabilidade técn ica (RRT) e aos p rop rietário s dos imóve is.

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2 CAPÍTULO I

DO PROCESSO A DMINISTRATIVO P ARA APROVAÇÃO DE ESTUDO DE VIABILIDA DE (EV U)

Seção I

Da aprovação do EVU de e dificação e ativida des – Projeto Especial de Impac to Urba no de 1º Grau

Art. 2º A solicitação do estudo de viabilidade urban ística de edificação e ativid ades – P rojeto Esp ecial de Impacto Urbano de 1º Grau, será objeto de análise pela Secreta ria Municipal de Urba nismo (S MUrb) e deve rá se r so licita pelo respon sá vel técnico, po r meio de reque rimento padrão a ser proto colizado no Escritó rio de Licen ciamen to e Regula riza-ção Fundiá ria (E GRLF) da Secreta ria Municipa l de Gestão (S MGes), acompanhado dos segu intes documen tos:

I – Decla ração Mu nicipa l Informativa das Cond ições Urb anísti-cas do Solo (DMI);

II – planta de situa ção contendo:

a) dimensões de a cordo com a certid ão ou matrícu la do Cartó-rio de Re gistro de Imóve is e xceto pa ra condomínio s de unidades autôno-mas;

b) posição no quarteirão ou no condomínio, quando for o caso; c) o rienta ção magn ética ou geométrica;

d) numeração pred ial ou territorial do imóve l e dos lind eiros, quando hou ve r;

e) número do lote ou da quadra quan do o imóve l for originário de loteamento, ou da unidade autônoma, quando inte grante de condomí-nio por un idades a utônomas;

f) em casos especiais, situação do im óve l graficada sobre ma-pa cadastral do Município em escala 1/1000 (um ma-para um mil) ou 1/5000.(um para cinco mil)

III – certidão ou ma trícu la do ca rtório de re gistro de imó veis; IV – guia do Impo sto Predia l e Territoria l Urbano (IPT U) ou Certidão Ne gativa de débito do imó ve l;

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3 V – Anotação de Responsabilidade T écnica (A RT) ou Registro de Responsab ilida de Técnica (RRT) p elo EVU;

VI – compro vante do pagamento das taxa s de EVU co nforme legislação e specífica; e

VII – arra zoado e xplicativo e elementos descre vendo as solici-tações.

§ 1º Ficam excetu ados das exigência s dos incs. I ao IV deste artigo EV Us que te nham DM vá lida.

§ 2º Ficam e xcetu ados do atendimento do inc. III deste artigo: I – pro jetos de ed ificações em áreas objeto de Termo de Per-missão de Uso, a tendendo a Legislação específica sob orientação da Equipe de Patrimônio, da Se creta ria Municipal da Fa ze nda (S MF), ob ser-vado s os cond icion antes estabele cido s no próp rio te rmo; e

II – projetos de edificações de prédio s públicos ou em áreas pública s;

§ 3º A equipe de técnicos da Tria ge m, do EGRLF, da SMGes, promove rá a abertura de processos e encaminhará aos Órgãos Mun icipais competentes no caso de os imóveis incidirem em limita ções administrati-va s estabe lecida s na DMI, sendo que , após análise e manifestação des-tes órgãos, os e xp ediendes-tes de ve rão ser en viados direta mente à SMUrb.

Art. 3º Para fins de análise do EV U e, dependendo da solici-tação, poderá o órgão técn ico compe tente solicita r outros elementos para perfeita leitura e compreensão do objeto de solicitação inicia l, ta is como:

I – quadro de á re as simplificado, in dicando a á rea to tal CP, não adensáve l e isenta nos termos do PDDUA;

II – planta aerofotogramétrica indica ndo a localização do em-preendimento;

III – croqu is ind ica ndo a solicita ção pretendida quando se tra-tar de so licita ção volumétrica;

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4 V – outros e lementos.

Art. 4º A aná lise do EVU de edifica ção e atividades – Projeto Especia l de Impacto Urbano de 1º Grau – será efetuada pela SMUrb de-vendo se r observa do o Decreto nº 18.609, de 4 de abril de 2014, e legis-lação poste rio r.

Seção II

Da aprovação do EVU para intervenções físicas junto a imóveis Inve ntariados, Tombados e inseridos em Área Espec ial de Interesse

Cultural.

Art. 5º A análise de EVU de interve nções físicas em imóveis Inventa riados, Tombados ou inse rido s em Área Especial de Interesse Cu l-tural pode rá se r:

I – em se tratando de proposta em imóve l inse rido em Área Especia l de Intere sse Cu ltura l e observado o re gime urbanístico definido no PDDUA e ativid ade não listada no anexo 11.1 folha 1 e anexo 11.2 fo-lha 1 do PDDUA, a análise do EVU será efetuada durante a etapa de re-querimento de aprova ção do projeto arquitetôn ico, obse rvadas as e xigên-cias do Decreto 18.623, de 24 de abril de 2014, e legisla ção posterior, mediante consulta à Equipe do Patrimônio Histó rico e Cultu ral (EPAHC), da Secreta ria Municipal de Cu ltura (S MC); e

II – em se tratand o de proposta de intervenções f ísica s em imóve is In venta ria dos, Tombados ou inseridos em Área Especia l de Inte resse Cultu ral sem regime urban ístico definido no PDDUA deve rá se r so -licitado por meio d e reque rimento padrão, a ser proto colizado em etapa própria obse rvando o disposto na Seção I deste De creto.

Seção III

Da aprovação do EVU de e dificação e ativida des – Projeto Especial de Impac to Urbano de 1º Gra u – Condomínios por unidades

autôno-mas de Ha bitaçã o Unifamilia r

Art. 6º A solicita ção do EVU de edificação e atividades – Pro-jeto Especia l de Impacto Urbano de 1º Grau – Condomín ios por unidades autônomas de habitação Un ifamilia r – será objeto de an álise pela SMUrb e deve rá se r so licitada pelo respon sá ve l técn ico, po r me io de re que rimen-to padrão a ser prorimen-tocolizado no EGRLF, da SMGes, a companhado dos segu intes documen tos:

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5 I – incs. I a VII do artigo 2º deste Decreto obse rvando ainda seus pará grafos;

II – proposta preliminar elaborada sobre o le vantamento Pla-nialtimétrico com:

a) proposta do condomínio pretend ido com as dimensões das áreas condominia is e privativas, lo cais de laze r e estacionamentos, aces-sos e equipamentos públicos u rbanos, de acordo com o art. 137 do PDDUA, quando ho uve r, compatibiliza do com o traçado d o PDDUA;

b) identificação da s unidades privativas por números, com as respectivas dimensões;

c) identificação dos bens ambientais, quando hou ve r;

d) planilha de controle e re gistro, co m a área total do condo-mínio, á reas e percentuais das áreas de uso comum e priva tiva s e cotas de re gime urban ístico rese rvadas a ca da uma das unidades privativas; e

e) selo com a e xpressão “E studo de Viabilidade Urban ística de Condomín io”, indicação do número do exped iente único , divisão territori-al, nome e endereço do proprietá rio do imóvel e do responsáve l técnico, bem como as respe ctiva s assinatu ras.

§ 1º Ficam dispe nsados da apro vação de estudo de viabili-dade urbanística, os condomín ios a serem implantados em imóveis com área inferio r a áre a máxima do quarteirão nos te rmos d o Anexo 8.4 do PDDUA ou que te nham comprovada mente, destinado áreas para e qu i-pamentos públicos comunitários, de acordo com o art. 137 do PDDUA, nos termos da lei e m vigor na data da sua apro vação .

§ 2º A equipe de técnicos da Tria ge m, do EGRLF, da SMGES, promove rá a abertura de processos e encaminhará aos Órgãos Mun icipais competentes no caso de os imóveis incidirem em limita ções administrati-va s estabe lecida s na DMI, sendo que , após análise e manifestação des-tes órgão s, os e xpediendes-tes de ve rão ser en viado s dire tamente à SMUrb (Secretaria Municip al de Urbanismo).

§ 3º Para fins de análise do EVU, e dependendo da solicita-ção, poderá o ó rgã o técnico compete nte solicita r outros elementos pa ra perfeita leitura e compreensão do objeto de solicitação inicia l.

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6 Seção IV

Da aprovação do EVU de e dificação e ativida des – Projeto Especial de Impac to Urba no de 2º Grau

Art. 7º A aná lise de EVU de edifica ção e atividades – Projeto Especia l de Impacto Urbano de 2º Grau – deverá se r so licitado por meio de re querimento p adrão, a ser pro tocolizado na Comissão de Análise Ur-banística e Gerenciamento (CAUGE).

§ 1º A CAUGE p ossui p roced imentos próp rios d ispo stos no Decre to 18.787 de 24 de setembro de 2014.

§ 2º O responsá ve l técnico, no momento do protocolo da aná-lise do EV U na Co missão poderá so licita r simultaneamente a apro vação do projeto arqu itetônico, por meio de reque rimento padrão a ser protoco -lizado na CA UGE.

Seção V

Da aprovação do EVU de parcelame nto do solo

Art. 8º A análise de estudo de viab ilidade urban ística d e par-celamento de so lo deve rá se r solicita da por meio de re querimento padrão, a ser protoco lizado na Comissão Técnica Aná lise e Ap rova ção de Pa rce-lamento do Solo (CTAAPS) ou na Comissão de Análise e Apro vação da Demanda Habita cio nal Prioritá ria (CAA DHAP ).

§ 1º A CTAAPS e a CAADHAP possuem procedimentos pró-prios, dispo stos no Decreto nº 14.203 , de 11 de junho de 2003, alterado pelo Decreto nº 17 .829, de 13 de jun ho de 2012, e no Decre to nº 18.807, de 2 de outubro de 2014.

§ 2º O responsá ve l técnico, no momento do protocolo da aná-lise do EVU na Co missão competente, poderá solicita r simultaneamente a apro vação do pro jeto arqu itetôn ico, por meio de re querimento padrão a ser p rotoco lizado n a CAUGE .

Seção VI

Da aprovação do EVU de es tações de radio-base (E RBs)

Art. 9º A análise de EVU de Estação de Radio-base – Projeto Especia l de Impacto Urbano de 1º Grau – deverá se r so licitado por meio

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7 de re querimento padrão, a se r proto colizado na CA UA E no EGRLF, da SMGes, e atende rá o disposto na Le i nº 8.896, de 26 de abril de 2002, alterada pe la Lei n º 11.685, de 30 de setembro de 2014.

Seção VII

Da aprovação do EVU para a plicaçã o do solo criado de grande adensamento.

Art. 10. A aná lise de EVU pa ra aplicação do so lo cria do de grande adensamento poderá se r:

I – em se tratando de proposta em imóvel com ativida de não listada no ane xo 1 1 do PDDUA, a an álise do EV U se rá efetuada durante a etapa de requerimento de aprovação d o projeto arquitetô nico, observadas as exigências do Decre to 18.623, de 2014, e legislação posterio r, medi-ante consulta à Un idade de Desaprop riação e Reserva d e Índice (UDRI), da SMUrb; e

II – em se tratando de proposta em imóve l listado no Anexo 11 do PDDUA a análise do EVU de verá conter consu lta a UDRI, da SMUrb juntamente com a análise do EV U referente ao Ane xo 11 do PDDUA.

CAPÍTULO II

DO DE FERIME NTO DO EV U

Art. 11. O deferimento do EVU se rá efetuado quando a pro-posta estiver em conformidade com os aspectos e xigido s pelo P DDUA, no que se refere a projetos especiais e atendidas as e xigências definidas durante a aná lise d o EVU, com vista s ao cumprimento do dispo sto no a § 1º do art. 1º deste Decre to.

Parágrafo único. Estando o EVU em condições de deferimen-to e sendo nece ssário pa ra a análise , elemendeferimen-tos gráficos nos te rmos do art. 3º deste Decreto, poderá o re qu erente ane xar mais uma via de stes para fins de despa cho deferitório, qua ndo for o interesse do re querente.

Art. 12. Posteriormente ao deferimento do EVU, observado o pra zo le ga l da sua va lidade re grado no PDDUA, de verá ser re que rida a apro vação do pro jeto e licenciamento da obra no s te rmos do Decreto nº 18.623, de 2014, e sua le gisla ção posterio r, onde se rá ob jeto de análise o projeto em conformidade com a le gislação ed ilícia, a te ndendo eventua is condicionantes estabelecido s na DMI e no EVU deferido.

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8 Parágrafo único. Os documentos a serem fornecidos p or ór-gãos e xte rnos ao Município, tais co mo COMAR, SP H ou outros de verão ser ane xados para apro vação do p roje to arquitetôn ico .

TÍTULO II

DAS DIS POSIÇÕE S FINAIS CAPÍTULO I

DOS PRA ZOS E OBRIGAÇÕES

Art. 13. O Municíp io te rá o p ra zo má ximo de até 120 (cento e vinte dia s) d ias a partir da data do protocolo , para an álise e manifesta-ção, deferindo ou indeferindo o re que rimento de EV U.

Parágrafo únic o. Não será computa do no prazo estabe lecido neste artigo o tem po decorrido entre a solicitação de co mparecimento do re querente e o cumprimento das e xigê ncias ao en cargo d o intere ssado.

Art. 14. As solicitações do Município de maiores esclareci-mentos, apresenta ção de documentação complementar, ade quação às normas vigentes, serão informadas nos documentos revisados ou ainda no corpo do p roce sso, sob forma de comparecimento, que de ve rão se r atendidas pe lo re querente no p ra zo d e 90 (no venta ) d ia s, a conta r da da-ta do comparecim ento, ficando à disposição do re que rente, responsá ve l técnico ou prop rietário, que poderá a companhar o andamento das etapas pessoalmente ou por meio de consulta eletrônica na página da SMUrb no site da P refeitura Municipal de Porto Alegre (P MPA).

§ 1º O não atendimento integral das solicita ções do co mpare-cimento emitido pe lo técnico da triagem do EGLRF acarretará o indeferi-mento do reque rim ento;

§ 2º O não atendimento integral das solicita ções do co mpare-cimento emitido na análise do EVU acarretará o indeferimento pela UVE ou UPSD da S MUrb.

§ 3º A solicita ção de prazo superior ao previsto no “caput” deste artigo se rá a nalisada ca so a caso, quando para o seu atendimento houve r necessidad e de autoriza ções ou liberaçõe s de órgãos e xte rnos ao Município, de vendo ser comp ro vado atra vés de do cumentos, podendo ser descontado do prazo pre visto, o tempo da tramitação nos órgão s exte r-nos.

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9 § 4º Os documentos re visados com indicações de co rre ção do EVU de vem ser de vo lvidos juntamente com os no vos documentos co rrigi-dos.

Art. 15. A substituição do responsá ve l té cnico, bem como a baixa de respon sa bilidade técn ica, d eve rá ser comunicada à SMUrb, atra-vé s de ART ou RRT do responsá vel técnico substituto ou comprovante de baixa junto ao CRE A-RS ou CA U, observado o disposto na legislação.

CAPÍTULO II

DAS DIS POSIÇÕE S TRANSITÓRIAS

Art. 16. Este Decreto terá aplica ção nos processo s adminis-trativos em andamento na UVE ou UP SD.

Art. 17. Os expe dientes único s que já possu írem pareceres vá lido s dos órgãos municipais necessá rios em face dos condicionante s ou limita ções administrativas, mas necessita rem ser encaminhados a outros órgãos, estes enca minhamentos continuarão a ser feitos pelo expediente único no deco rre r d a etapa, até sua co nclusão.

Art. 18. Este Decreto entra em vigo r na data de sua publica -ção.

Art. 19. Ficam re vogados os a rts. 28, 29 e 36 a 38 do Decreto nº 12.715, de 23 de março de 2000.

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, 18 de dezem -bro de 2014.

José Fo rtunati, Prefeito.

Cristiano Tatsch,

Secreta rio Municip al de Urbanismo. Registre -se e pub lique-se.

Urbano S chmitt,

Referências

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