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Instruções de instalação e demanutenção para técnicos especializados

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Academic year: 2021

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(1)

para técnicos especializados

Acumulador de água quente

com aquecimento indirecto

6 720 610 242-00.3O

SK 300-1 solar

SK 400-1 solar

SK 500-1 solar

618 181 ( 200 8/11) PT

(2)

Índice

Índice

1 Esclarecimento dos símbolos

e indicações de segurança . . . 3

1.1 Esclarecimentos sobre a simbologia . . . 3

1.2 Indicações de segurança . . . 3

2 Indicações sobre o aparelho . . . 4

2.1 Aplicação . . . 4

2.2 Utilização conforme as disposições . . . 4

2.3 Equipamento . . . 4

2.4 Protecção contra corrosão . . . 4

2.5 Descrição de funções . . . 4

2.6 Medidas de montagem e de ligação . . . 5

2.7 Dados técnicos . . . 7 3 Instalação . . . 10 3.1 Regulamentos . . . 10 3.2 Transporte . . . 10 3.3 Local de instalação . . . 10 3.4 Verificação de estanqueidade da tubagem da água . . . 10 3.5 Esquema de ligações . . . 11 3.6 Montagem . . . 11 3.7 Ligação eléctrica . . . 14 4 Arranque da instalação . . . 15

4.1 Informação ao utilizador pelo técnico . . . 15

4.2 Colocação em funcionamento . . . 15

4.3 Ajustar a temperatura do acumulador . . . 15

5 Colocar fora de funcionamento . . . 16

5.1 Colocar o acumulador fora de serviço . . 16

5.2 Em caso de perigo de formação de gelo, colocar o sistema de aquecimento fora de serviço . . . 16

5.3 Protecção do ambiente . . . 16

6 Inspecção/manutenção . . . 17

6.1 Recomendação para o utilizador . . . 17

6.2 Manutenção e reparação . . . 17

6.3 Teste de funcionamento . . . 17

(3)

1

Esclarecimento dos símbolos e indicações de segurança

1.1

Esclarecimentos sobre a simbologia

Os sinais identificam a gravidade dos perigos que podem surgir, caso não sejam seguidas as recomenda-ções indicadas no mesmo.

Atenção indica a possibilidade de ocorrência de danos materiais leves.

Precaução indica a possibilidade de ocorrência de danos pessoais leves ou danos materiais graves. • Perigo indica a possibilidade de ocorrência de danos

pessoais graves. Em situações particularmente gra-ves, pode haver risco de vida.

Indicações importantes contém instruções para situa-ções que não envolvem riscos pessoais ou materiais.

1.2

Indicações de segurança

Instalação, montagem

B O acumulador só deve ser instalado ou montado por uma firma especializada e credênciada.

B O acumulador deve ser usado exclusivamente para o aquecimento de água sanitária.

Função

B Para que seja assegurado um perfeito funcionamento, deverá respeitar estas instruções de instalação. B De modo algum deverá fechar a válvula de

segu-rança! Durante o aquecimento pode escapar água da

válvula de segurança.

Desinfecção térmica

B Perigo de queimaduras!

Monitorizar obrigatoriamente o funcionamento tem-porário com temperaturas superiores a 60 °C ou mon-tar válvulas misturadoras termostáticas para água sanitária.

Manutenção

B Recomendação para o cliente: Celebrar um contrato de manutenção e inspecção com uma empresa espe-cializada e autorizada. Devem ser realizados trabalhos de manutenção na caldeira e no acumulador todos os anos ou de dois em dois anos (em função da quali-dade da água no local).

B Só devem ser utilizadas peças de substituição origi-nais!

As instruções de segurança que se encon-tram no texto são marcadas com um triân-gulo de alarme e marcadas a cinzento.

Indicações importantes no texto são

marca-das com o símbolo apresentado ao lado. Es-tas indicações são delimitadas por linhas horizontais, acima e abaixo do texto.

(4)

Indicações sobre o aparelho

2

Indicações sobre o aparelho

2.1

Aplicação

Os acumuladores foram concebidos para a combinação com colectores solares e para o aquecimento posterior com uma caldeira, com possibilidade de ligação para uma sonda da temperatura do acumulador (NTC). A potência de carga do acumulador da caldeira não deve ultrapassar os seguintes valores:

Em caldeiras com uma potência de aquecimento do acu-mulador mais elevada:

B Limitar a potência de aquecimento do acumulador para o valor que se encontra em cima (ver instruções de instalação da caldeira).

Assim, é reduzida a frequência cíclica da caldeira e o tempo de aquecimento do acumulador é reduzido.

2.2

Utilização conforme as disposições

B O acumulador apenas pode ser utilizado para o aque-cimento de água sanitária.

Qualquer outra utilização não está de acordo com as indicações. Não é assumida nenhuma responsabilidade por danos daí resultantes.

2.3

Equipamento

• Termómetro

• Sonda da temperatura do acumulador (NTC) no cas-quilho de imersão superior com ficha de ligação para a ligação na caldeira com ligação NTC

• Casquilho de imersão inferior com o diâmetro interior de 16 mm para a sonda da temperatura do acumula-dor solar

• Permutador de calor superior para o aquecimento posterior através da caldeira

• Permutador de calor inferior para aquecimento solar • Revestimento em película de PVC com base de

2.4

Protecção contra corrosão

No lado da água sanitária, os acumuladores estão equi-pados com um revestimento homogéneo de esmalte, conforme a norma DIN 4753, parte 3 e, deste modo, cor-respondem ao grupo B, conforme a norma DIN 1988, parte 2, secção 6.1.4. O revestimento é neutro relativa-mente à água sanitária comum e aos materiais de insta-lação. Como protecção adicional, é montado um ânodo de magnésio.

2.5

Descrição de funções

• Se a radiação solar for demasiado reduzida, o circuito de aquecimento solar não é suficiente para o aqueci-mento do acumulador. Neste caso, o carregaaqueci-mento do acumulador é realizado pela caldeira através da ser-pentina de aquecimento superior.

Devido à estratificação da temperatura no acumula-dor vertical, este aquecimento posterior é limitado à parte superior do acumulador.

• Durante o processo de extracção de água, a tempera-tura do acumulador na parte superior desce aprox. 8 °C a 10 °C, antes do gerador de calor voltar a aque-cer o acumulador.

• No caso de pequenos consumos frequentes, a tempe-ratura ajustada do acumulador pode ser ultrapassada e pode ocorrer uma estratificação do calor na área superior do reservatório do acumulador. Este com-portamento depende do sistema e não pode ser alte-rado.

• O termómetro integrado indica a temperatura predo-minante na área superior do reservatório. Devido à estratificação natural da temperatura dentro do reser-vatório, a temperatura ajustada do acumulador deve ser apenas entendida como um valor médio. Por isso, a indicação da temperatura e os pontos de comutação do regulador da temperatura do acumulador para o circuito da caldeira e o circuito solar não são idênti-cos.

Acumulador

Potência máxima de carga do acumulador

SK 300-1 solar 30,6 kW SK 400-1 solar 36,8 kW SK 500-1 solar 46,0 kW

(5)

2.6

Medidas de montagem e de ligação

SK 300-1 solar

Fig. 1

SK 400-1 solar e SK 500-1 solar

Fig. 2 As indicações das dimensões atrás de uma barra referem-se ao modelo superior seguinte do acumulador.

E Esvaziamento

EH Aquecimento eléctrico (opcional, Rp 1½ - rosca fêmea)

KW Entrada de água fria (R 1 - rosca macho) MA Ânodo de magnésio

RHSP Retorno do acumulador - aquecimento (R 1 - rosca macho)

RSSP Retorno do acumulador - solar (R 1 - rosca macho)

SF Casquilho de imersão da sonda de temperatura do acumu-lador - aquecimento (NTC)

T Bainha de imersão com termómetro para indicação de tem-peratura

T2 Casquilho de imersão da sonda da temperatura do acumu-lador - solar (Ø interno = 16 mm)

VHSP Avanço do acumulador - aquecimento (R 1 - rosca macho)

VSSP Avanço do acumulador - solar (R 1 - rosca macho)

WW Saída de água quente (R 1 - rosca macho) ZL Ligação de circulação (R ¾ - rosca macho)

* As dimensões são válidas para o caso dos pés ajustáveis estarem completamente apertados. Ao rodar os pés ajustá-veis, estas medidas podem ser aumentadas, no máximo, 40 mm. 25 90* 403* 964* 1064* 1 179* 1424* 1725* 600 1794* 1844* 6 720 610 242-02.4O T MA SF T2 SF T2 WW R 1 R 1 R 1 R 3/ 4 RHSP VHSP R 1 VSSP R 1 R 1 RSSP ZL KW/E EH 25 55* 6 720 610 242-04.5O WW R 1 R 1 RHSP ZL T MA EH 700 220* 909/965* 1591/1921* 50 1523/1853* 1354/1604* 1 1 1 1/1264* 1006/1 1 14* 400 SF T2 SF T2 R 1 R 3/ 4 VHSP R 1 VSSP R 1 R 1 RSSP KW/E

(6)

Indicações sobre o aparelho

Distâncias em relação à parede

Fig. 3 Distâncias mínimas recomendadas em relação à parede

Substituição do ânodo de protecção:

B Manter uma distância ≥ a 400 mm em re-lação ao tecto.

B Para a substituição, montar um ânodo de corrente. 600 6 720 610 242-08.2O 100 100 200

(7)

2.7

Dados técnicos

tSp = Temperatura do acumulador

tV = Temperatura de avanço

tK = Temperatura de entrada da água fria

tZ = Temperatura de saída de água quente

Tipo de acumulador SK30 0-1 solar SK 40 0-1 solar SK 50 0-1 solar

Permutador de calor superior (serpentina de aquecimento) - aquecimento posterior:

Número de voltas – 7 7 9

Conteúdo de água de aquecimento l 5 6,5 8,5

Superfície de aquecimento m2 0,8 1,0 1,3

Temperatura máxima da água de aquecimento °C 110 110 110

Pressão operacional máxima da serpentina de aquecimento bar 10 10 10

Potência máxima da superfície de aquecimento com: - tV = 90 °C e tSp = 45 °C conforme a norma DIN 4708 - tV = 85 °C e tSp = 60 °C kW kW 30,6 21 36,8 25,5 46,0 32 Potência contínua máxima com:

- tV = 90 °C e tSp = 45 °C conforme a norma DIN 4708 - tV = 85 °C e tSp = 60 °C l/h l/h 757 514 891 624 1127 784

Quantidade considerada de água de circulação l/h 1300 1300 1300

Indicador chave do desempenho1) conforme a norma DIN 4708 com tV = 90 °C (potência máxima de carga do acumulador)

1) O indicador chave do desempenho NL indica o número de habitações com 3,5 pessoas, uma banheira normal e dois pontos de

consumo adicionais que devem ser completamente abastecidas. O NL foi determinado conforme a norma 4708 com tSp = 60 °C,

tZ = 45 °C, tK = 10 °C e com a potência máxima da superfície de aquecimento.No caso da redução da potência de aquecimento

e de quantidades menores de água de circulação, o NL diminui de forma correspondente.

NL 1,6 2,5 4,4

Tempo mínimo de aquecimento de tK = 10 °C com tSp = 60 °C com

tV = 85 °C com:

- 24 kW de potência de carga do acumulador - 18 kW de potência de carga do acumulador

min min 20 26 22 29 27 36

Permutador de calor inferior (serpentina de aquecimento) - circuito solar:

Número de voltas – 13 13 14

Conteúdo de água de aquecimento l 10,4 12,2 13,0

Superfície de aquecimento m2 1,45 1,75 1,9

Temperatura máxima da água de aquecimento °C 110 110 110

Pressão operacional máxima da serpentina de aquecimento bar 10 10 10

Potência máxima da superfície de aquecimento com

tV = 90 °C e tSp = 45 °C conforme a norma DIN 4708 kW 52,6 60,1 65,0

Potência contínua máxima com

tV = 90 °C e tSp = 45 °C conforme a norma DIN 4708 l/h 1299 1485 1605

Quantidade considerada de água de circulação l/h 1300 1300 1300

Capacidade do acumulador:

Capacidade útil: - Total

- sem aquecimento solar

l l 286 132 364 150 449 184 Quantidade útil de água quente (sem aquecimento solar ou

reabasteci-mento)2) tSp = 60 °C e

- tZ = 45 °C - tZ = 40 °C

2) As perdas causadas pela distribuição fora do acumulador não são consideradas. l l 145 168 164 192 202 235

Débito de passagem máximo l/min 15 18 21

Pressão operacional máxima da água bar 10 10 10

Dimensionamento mín. da válvula de segurança (acessório) DN 20 20 20

Outros dados:

Consumo de energia de reserva (24h) conforme a norma DIN 4753 parte 8 2) kWh/d 2,2 2,6 3,0

Peso vazio (sem embalagem) kg 130 185 205

(8)

Indicações sobre o aparelho

Caudal contínuo:

• Os valores do caudal contínuo referem-se a uma tem-peratura de avanço de aquecimento de 90 °C, uma temperatura de saída de 45 °C e uma temperatura de entrada de água fria de 10 °C a uma potência de per-muta máxima no acumulador (a potência da caldeira deve ser igual à potência de permuta da serpentina do acumulador).

• Uma redução da quantidade de água em circulação indicada ou da potência de permuta do acumulador ou da temperatura de avanço, tem como consequên-cia uma redução do caudal contínuo, assim como do indicativo de potência (NL)

Perda de pressão das serpentinas de aquecimento (em bar)

Fig. 4

1 Serpentina de aquecimento inferior (água/propilenoglicol 55/45)

2 Serpentina de aquecimento inferior (água)

3 Serpentina de aquecimento superior Δp Perda de pressão

V Quantidade de água quente

Fig. 5

1 Serpentina de aquecimento inferior (água/propilenoglicol 55/45)

2 Serpentina de aquecimento inferior (água)

3 Serpentina de aquecimento superior Δp Perda de pressão

V Quantidade de água quente 0,01 0,4 0,6 0,8 1,0 2,0 3,0 0,001 0,002 0,003 0,004 0,005 0,006 0,008 0,2 6 720 610 242-01.2R

Δ

p (bar) 0,02 0,03 0,04 0,05 0,06 0,08 0,1 SK 300-1 solar

1

2

3

(m3/h)

V

. 0,01 0,4 0,6 0,8 1,0 2,0 3,0 0,001 0,002 0,003 0,004 0,005 0,006 0,008 0,2 6 720 610 242-03.2R

Δ

p (bar) 0,02 0,03 0,04 0,05 0,06 0,08 0,1 SK 400-1 solar (m3/h)

V

1

2

3

.

(9)

Fig. 6

1 Serpentina de aquecimento inferior (água/propilenoglicol 55/45)

2 Serpentina de aquecimento inferior (água)

3 Serpentina de aquecimento superior Δp Perda de pressão

V Quantidade de água quente

Por exemplo:

Numa mistura de água/propilenoglicol numa relação de 55/45 (com protecção anti-congelamento até aprox. – 30 °C), o valor de perda de pressão é cerca de 1,3 vezes superior ao valor para água pura.

Valores de medição do sensor de temperatura do acumulador (NTC)

Para o cálculo da perda de pressão no cir-cuito solar:

B Ter em atenção a influência do fluido de protecção anti-congelamento e os dados do fabricante.

As perdas de pressão provocadas pela rede não foram consideradas no diagrama.

6 720 610 242-07.1R (m/h) 3

V

Δ

p (bar) 0,01 0,02 0,03 0,04 0,05 0,06 0,08 0,1 SK 500-1 solar 0,4 0,6 0,8 1,0 2,0 3,0 0,001 0,002 0,003 0,004 0,005 0,006 0,008 0,2

2

3

1

. Temperatura do acumula-dor [ °C] Resistência da sonda [ Ω] 20 14772 26 11500 32 9043 38 7174 44 5730 50 4608 56 3723 62 3032 68 2488 Tab. 3

(10)

Instalação

3

Instalação

3.1

Regulamentos

Para a montagem e funcionamento, devem ser respeita-das as respectivas directivas, regulamentos e normas: • Directivas locais

EnEG (lei para economia de energia)

EnEV (decreto para protecção térmica com economia de energia e técnica de equipamento com economia de energia em edifícios)

Normas DIN, Beuth-Verlag GmbH - Burggrafenstraße 6 - 10787 Berlin

DIN EN 806 (regras técnicas alemãs para instala-ções de água sanitária)

DIN EN 1717 (protecção da água sanitária contra impurezas em instalações de água sanitária e requi-sitos gerais para dispositivos de segurança para a prevenção de impurezas na água sanitária devido a refluxo)

DIN 1988, TRWI (regras técnicas alemãs para insta-lações de água sanitária)

DIN 4708 (sistemas centrais de aquecimento de água)

EN 12975 (sistemas térmicos de energia solar e os seus componentes)

DVGW, Wirtschafts- und Verlagsgesellschaft, Gas- und Wasser GmbH (Sociedade económica e editora, gás e água) - Josef-Wirmer-Str. 1–3 - 53123 Bonn – Ficha de trabalho W 551, (sistemas de aqueci-mento e canalização de água sanitária; medidas técnicas para a prevenção do crescimento da legi-onella; planeamento, construção, funcionamento e reabilitação de instalações de água sanitária) – Ficha de trabalho W 553, (medição de sistemas de

circulação em sistemas centrais de aquecimento de água sanitária)

• Directivas VDE

3.2

Transporte

B Acondicionar bem o deposito durante o transporte. B Só retirar o acumulador da embalagem no local de

ins-talação.

3.3

Local de instalação

B Manter as distâncias mínimas em relação à parede (Æ fig. 3 na página 6).

B Instalar o acumulador sobre uma superficie plana. B No caso da instalação do acumulador em

comparti-mentos húmidos, colocar o acumulador sobre uma plataforma.

B Alinhar o acumulador verticalmente com os pés ajus-táveis (Æ fig. 1e 2 na página 5).

3.4

Verificação de estanqueidade da

tubagem da água

Cuidado: Danos devido a fendas de tensão!

B Instalar o acumulador num local livre de congelamento.

Para o transporte, o acumulador deve ser fi-xado através de três parafusos na palete. Es-tes parafusos também são utilizados como pés ajustáveis para a instalação.

B Após a remoção da palete, voltar a aper-tar os parafusos no acumulador.

Atenção: Danos no esmalte devido à

sobre-pressão!

B Antes da ligação do acumulador, deve ser efectuada a verificação da estanqueidade das condutas de água com 1,5 da pressão de funcionamento permitida, conforme DIN 1988, parte 2, secção 11.1.1.

(11)

3.5

Esquema de ligações

Fig. 7

AB Recipiente de recolha

AGS Grupo de circulação solar

E Drenagem/Enchimento

FK Colector solar

KW Entrada de água fria

LA Separador de ar

P1 Bomba de circulação

(circuito de aquecimento/carregamento do acumulador)

RE Aparelho de ajuste do débito de passagem com mostrador

RK Válvula de retenção

SAG Vaso de expansão solar

SB Travão antigravidade

SF Sonda de temperatura do acumulador - aquecimento (NTC)

SP Bomba do circuito solar

SV Válvula de segurança

S...solar Acumulador solar

T1 Sonda da temperatura do colector solar

T2 Sonda da temperatura do acumulador - solar

TDS Regulador solar

TWM Válvula misturadora termostática

WW Saída de água quente sanitária

* Conforme a norma DIN 12975, a conduta de purga e des-carga deve desembocar num recipiente aberto com uma capacidade suficiente para receber o conteúdo total dos colectores solares.

3.6

Montagem

Evitar perda térmica devido à circulação:

B Instalar válvulas de retenção para evitar refluxo em todos os circuitos do acumulador.

-ou-B Ligar as tubagens directamente nas entradas do acu-mulador, de modo que não sejam possíveis recircula-ções.

B Montar as tubagens de ligação sem distorção.

3.6.1 Ligação da serpentina de apoio

B Ligar a serpentina de aquecimento de apoio na parte superior do acumulador, de modo que o avanço seja feito pela entrada de baixo e o retorno pela parte de cima.

Desta forma obtem-se uma temperatura uniforme na área superior do acumulador.

B As ligações ao acumulador devem ser o mais curtas possíveis e bem isoladas.

Desta forma são evitadas perdas desnecessárias de pressão de temperatura devido à circulação na tuba-gem.

B No local mais alto entre o acumulador e a caldeira, para evitar avarias e um funcionamento inadequado devido a presença de ar, deverá ser previsto um

pur-gador.

B Montar a torneira de drenagem na conduta de carga. Através desta, deve ser possível drenar a serpentina de aquecimento. SP SAG 230V AC 230V AC AGS FK RE RK S...solar T T2 SF 6 720 612 012-03.5O

*

E 1 SV AB E LA SB SB TWM KW WW TDS P1

(12)

Instalação

3.6.2 Ligação da serpentina solar

B Ligar o avanço em cima e o retorno em baixo à serpen-tina de aquecimento inferior.

Desta forma, o permutador de calor solar apoia o per-mutador de calor para aquecimento posterior na estratificação contínua do calor no acumulador. B Dimensionar condutas de carga com o menor

compri-mento possível e um bom isolacompri-mento.

Deste modo, são evitadas desnecessárias perdas de pressão e o arrefecimento do acumulador através da circulação em tubos, etc.

B Para evitar falhas de funcionamento devido à entrada de ar:

No ponto mais alto entre o acumulador e o circuito solar, prever uma purga de ar eficaz (por ex. colector de ar).

B Montar a torneira de drenagem na conduta de carga. Através desta, deve ser possível drenar a serpentina de aquecimento.

B Inserir a sonda da temperatura do acumulador do sis-tema solar no casquilho de imersão inferior com o diâ-metro interior de 16 mm.

3.6.3 Ligação hidráulica de águas sanitárias

B Estabelecer a ligação na conduta de água fria con-forme a norma DIN 1988, utilizando as válvulas indivi-duais adequadas ou um módulo completo de segurança.

B A válvula de segurança verificada conforme os mode-los de construção deve ser capaz de escoar, pelo menos, o fluxo volumétrico limitado através do débito de passagem ajustado na entrada de água fria (Æ capítulo 4.2.3, página 15).

B A válvula de segurança verificada conforme os mode-los de construção deve ser ajustada de fábrica de modo a que não seja possível ultrapassar a pressão

B A conduta de purga da válvula de segurança deve desembocar, de forma visível, na área com protecção anti-congelamento, através de um ponto de drena-gem.

A conduta de purga deve ter, no mínimo, o diâmetro de saída da válvula de segurança.

B Perto da conduta de purga da válvula de segurança, montar uma placa de aviso com a seguinte inscrição: “Durante o aquecimento, por motivos de segurança, a água pode ser expelida a partir da conduta de purga! Não fechar!”

Se a pressão de repouso do equipamento ultrapassar 80 % da pressão de actuação da válvula de segurança: B Intercalar uma válvula de redução de pressão. B Montar a torneira de drenagem na entrada de água

fria.

3.6.4 Recirculação

B Para a execução de uma ligação de circulação: Montar uma bomba de circulação homologada e uma válvula de retensão apropriada para água sanitária. B Se não for feita uma ligação de recirculação:

fechar e isolar a ligação.

O dimensionamento da canalização de recirculação deve ser determinado conforme DVGW, ficha de trabalho W 553.

Para casas com uma a quatro famílias poderá prescindir de cálculos dispendiosos, se forem mantidas as seguin-tes condições:

• Canalização de recirculação, canalização individuais e colectivas com um diâmetro interior no mínimo de 10 mm

Através do fluido de protecção anti-congela-mento utilizado, a perda de pressão aumen-ta proporcionalmente à relação de mistura.

Cuidado: Danos de corrosão devido ao

con-tacto metálico nas ligações ao acumulador! B Para ligações de cobre pelo lado da água

sanitária:

Ligações de latão ou de fundição vermelha.

Cuidado: Danos devido a excesso de

pressão!

B Utilizando uma válvula de retenção: Montar a válvula de segurança entre a vál-vula de retensão e a ligação do acumula-dor (água fria).

B Não fechar a válvula de segurança.

Tendo em consideração as perdas de tem-peratura, a circulação só deve ser feita com uma bomba de circulação de água sanitária comandada por tempo e/ou temperatura.

(13)

• Comprimento da canalização de recirculação 20 m no máximo

• Queda de temperatura de no máximo 5 K ( °C) no máximo (DVGW ficha de trabalho W 551)

Desinfecção térmica

B Em sistemas conforme a ficha de trabalho W 551 da DIN-DVGW:

instalar a desinfecção térmica.

Fig. 8 Esquema de ligação para água sanitária

ISM 1 Módulo para sistemas de energia solar standard

KW Ligações de água fria

PE Bomba de circulação para desinfecção térmica

RHSP Retorno do acumulador - aquecimento

RSSP Retorno do acumulador - solar

RV Válvula de retenção

SF Sonda de temperatura do acumulador - aquecimento (NTC)

S...solar Acumulador solar

T2 Sonda da temperatura do acumulador - solar

TWM Válvula misturadora termostática

VHSP Avanço do acumulador - aquecimento

VSSP Avanço do acumulador - solar

WW Saída de água quente sanitária

WWKG Grupo de água quente sanitária ZP Bomba de circulação

3.6.5 Vaso de expansão de água sanitária

B Instalar um vaso de expansão na ligação de água fria entre o acumulador e o grupo de segurança.

Neste caso deverá passar água sanitária pelo vaso de expansão a cada tiragem de água.

A tabela a seguir é uma ajuda de orientação para a esco-lha de um vaso de expansão. Devido às diferentes capa-cidades úteis dos diversos modelo de acumulador, deve-se escolher adequadamente a capacidad e do vaso de expansão. As indicações referem-se a uma temperatura do acumulador de 60 °C.

Para uma fácil observação da queda máxima da temperatura:

B Montar a válvula de regulação com termó-metro. KW S...solar T2 SF WW 6 720 610 242-06.6O VHSp VSSp RSSp RHSp RV RV RV PE ISM 1 ZP TWM T WWKG

Para evitar perda de água através da válvula de segurança, poderá ser instalado um vaso de expansão apropriado para água sanitária.

Tipo de acumulador Pressão de admissão do vaso = pressão da água fria Tamanho do vaso em litros conforme a pressão de activação da válvula de segu-rança

6 bar 8 bar 10 bar

Modelo de 10 bar SK 300-1 3 bar 18 12 12 4 bar 25 18 12 SK 400-1 3 bar 25 18 18 4 bar 36 25 18 SK 500-1 3 bar 36 25 25 4 bar 50 36 25 Tab. 4

(14)

Instalação

3.7

Ligação eléctrica

3.7.1 Ligação a uma caldeira

B Ligar a ficha de ligação da sonda da temperatura do acumulador na caldeira.

Fig. 9

Perigo: Devido a choque eléctrico!

B Antes da ligação eléctrica, deverá desli-gar a alimentação de tensão (230 V AC) ao sistema.

Uma descrição detalhada da ligação eléctri-ca encontra-se na instrução de instalação da caldeira.

(15)

4

Arranque da instalação

4.1

Informação ao utilizador pelo técnico

O técnico deverá explicar ao cliente o funcionamento e o manuseamento da caldeira e do acumulador.

B Informar o cliente sobre manutenções regulares; o funcionamento e a vida útil dependem deste factor. B Durante o aquecimento escapa água pela válvula de

segurança. De modo algum deverá fechar a válvula

de segurança.

B Esvaziar completamente o acumulador em caso de perigo de congelamento e antes de colocar fora de funcionamento.

B Dar todos os documentos em anexo ao utente.

4.2

Colocação em funcionamento

4.2.1 Generalidades

A colocação em funcionamento deve ser realizada pelo fabricante do equipamento ou por um técnico encarre-gado para tal.

B Colocar a caldeira e o sistema solar em funciona-mento conforme as indicações do fabricante ou as respectivas instruções de instalação e de funciona-mento.

B Colocar o acumulador em funcionamento de acordo com a instrução de instalação.

4.2.2 Encher o acumulador

B Antes de encher o acumulador:

Lavar as tubagens e o acumulador com água. B Encher o acumulador com uma torneira de água

quente aberta, até sair água.

B Verificar todas as ligações, ânodos e flanges de lim-peza (caso existam) quanto a estanqueidade.

4.2.3 Limitação do caudal

B Para uma optimização da capacidade do acumulador e para evitar uma mistura antecipada, recomendamos que a admissão de água fria ao acumulador seja pré-limitada ao seguinte caudal:

4.3

Ajustar a temperatura do acumulador

B Ajustar a temperatura do acumulador desejada de acordo com as instruções de serviço da caldeira.

Desinfecção térmica

B Efectuar a desinfecção térmica regularmente, con-forme o manual de instruções da caldeira.

Acumulador Débito de passagem máximo

SK 300-1 solar 15 l/min

SK 400-1 solar 18 l/min

SK 500-1 solar 21 l/min

Tab. 5

Atenção: Perigo de queimaduras!

A água quente pode provocar queimaduras graves.

B Efectuar a desinfecção térmica apenas fora das horas normais de funcionamen-to.

B Informar os moradores sobre o perigo de queimaduras e monitorizar a desinfecção térmica.

(16)

Colocar fora de funcionamento

5

Colocar fora de funcionamento

5.1

Colocar o acumulador fora de serviço

B Ajustar a temperatura da água quente, conforme o manual de instruções da caldeira, no batente esquerdo

(aprox. 10 °C protecção anti-congelamento). B Colocar o sistema solar fora de serviço conforme o

manual de instruções.

5.2

Em caso de perigo de formação de

gelo, colocar o sistema de

aqueci-mento fora de serviço

B Colocar o sistema de aquecimento fora de serviço, conforme o manual de instruções da caldeira. B Colocar o sistema solar fora de serviço conforme o

manual de instruções.

B Esvaziar completamente o acumulador em caso de perigo de congelamento e antes de colocar fora de funcionamento.

5.3

Protecção do ambiente

Protecção do meio ambiente é um princípio empresarial do Grupo Bosch.

Qualidade dos produtos, rendibilidade e protecção do meio ambiente são objectivos com igual importância. As leis e decretos relativos à protecção do meio ambiente são seguidas à risca.

Para a protecção do meio ambiente são empregados, sob considerações económicas, as mais avançadas téc-nicas e os melhores materiais.

Embalagem

No que diz respeito à embalagem, participamos dos sis-temas de aproveitamento vigentes no país, para assegu-rar uma reciclagem optimizada.

Todos os materiais de embalagem utilizados são compa-tíveis com o meio ambiente e reutilizáveis.

Aparelho obsoleto

Aparelhos obsoletos contém materiais que podem ser reutilizados.

Os módulos podem ser facilmente separados e os plás-ticos são identificados. Desta maneira, poderão ser separados em diferentes grupos e posteriormente envi-ados a uma reciclagem ou eliminenvi-ados.

(17)

6

Inspecção/manutenção

6.1

Recomendação para o utilizador

B Celebrar um contrato de manutenção e inspecção com uma empresa especializada e autorizada. Devem ser realizados trabalhos de manutenção na caldeira e no acumulador todos os anos ou de dois em dois anos (em função da qualidade da água no local).

6.2

Manutenção e reparação

B Só devem ser utilizadas peças de substituição origi-nais!

6.2.1 Ânodo de magnésio

O ânodo de magnésio representa uma protecção mínima conforme DIN 4753 para o caso de possíveis falhas no esmalte.

Uma primeira verificação deverá ser efectuada um ano após a colocação em funcionamento.

Ânodo de condução eléctrica integrado

Verificação do ânodo:

B No caso de forte desgaste, principalmente na parte superior do ânodo:

Substituir imediatamente o ânodo. Montagem de um novo ânodo:

B Instalar o ânodo de modo a conduzir electricidade, ou seja, assegurar uma ligação condutora eléctrica (liga-ção metálica) entre o ânodo e o acumulador.

Ânodo integrado com isolamento eléctrico e cabo de ligação

Verificação do ânodo:

B Remover a ligação eléctrica entre o ânodo e o acumu-lador.

B Ligar um amperímetro (faixa de medição mA) em série entre ambos.

Com o acumulador cheio, a condução de corrente não deve ser inferior a 0,3 mA.

B Em caso de insuficiente condução de corrente e forte desgaste do ânodo:

Substituir imediatamente o ânodo. Montagem de um novo ânodo:

B Montar o ânodo isolado.

B Estabelecer uma ligação condutora eléctrica (ligação metálica) do ânodo ao recipiente, através de uma liga-ção eléctrica.

6.2.2 Esvaziar

B Esvaziar e separar o acumulador da rede antes de qualquer limpeza ou reparação.

B Se necessário, deverá esvaziar a serpentina de aque-cimento de apoio e a serpentina solar.

6.2.3 Descalcificação / Limpeza

No caso de água calcária

O grau de calcificação depende da duração de funciona-mento, da temperatura de funcionamento e da dureza da água. Superfícies de aquecimento calcificadas reduzem o conteúdo da água, reduzem a potência de aqueci-mento, aumentam o consumo de energia e prolongam o tempo de aquecimento.

B Descalcificar regularmente o acumulador de acordo com a quantidade de calcário existente.

No caso de água pouco calcária

B Verificar o acumulador periódicamente e limpar o lodo que se depositou.

6.2.4 Recolocar em funcionamento

B Lavar bem o acumulador após efectuar uma limpeza ou reparação.

B Purgar o ar do lado do aquecimento, energia solar e água sanitária.

6.3

Teste de funcionamento

Cuidado: Danos devido à corrosão!

Negli-genciar o ânodo de protecção pode levar a danos de corrosão prematuramente. B Dependendo da qualidade da água no

lo-cal, deverá controlar o ânodo de protec-ção anualmente ou a cada dois anos e substituir se necessário.

Cuidado: Danos causados pela água! Uma

vedação defeituosa ou imprópria pode levar a danos causados pela água.

B Verificar e se necessário substituir a ve-dação da flange de limpeza durante o processo de limpeza.

Cuidado: Uma válvula de segurança que não

funcione perfeitamente, pode levar a danos devido à sobrepressão!

B Verificar o funcionamento da válvula de segurança e activa-la manualmente várias vêzes.

(18)

Avarias

7

Avarias

Ligações obstruídas

No caso de instalações de tubos de cobre, pode aconte-cer que, devido a efeitos electroquímicos entre o ânodo de protecção de magnésio e o material do tubo, as liga-ções sejam obstruídas.

B Isolar as ligações electricamente da instalação de tubos de cobre utilizando ligações isolantes.

Odores desagradáveis e escurecimento da água aque-cida

Isto normalmente ocorre devido à formação de ácido sulfídrico por bactérias que produzem sulfato. Estas bactérias existem em água com baixo teor de oxigênio e são nutridas pelo hidrogénio produzido pelo ânodo. B Limpeza do recipiente, substituição do ânodo de

pro-teção e funcionamento com ≥ 60 °C.

B Se estas medidas não levarem a uma solução: substituir o ânodo de protecção de magnésio por um ânodo com fornecimento externo de corrente. Os custos da alteração do equipamento são do utiliza-dor.

Reacção do limitador de temperatura de segurança

Se o limitador de temperatura de segurança, que se encontra na caldeira, reagir repetidamente:

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Referências

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