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CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA

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REGIMENTO DO MESTRADO ACADÊMICO EM ECONOMIA APLICADA, INTEGRANTE DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA, VINCULADO À UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

CAPÍTULO I

DA DENOMINAÇÃO E DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA

Art. 1° O Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada integra o Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada, vinculado à Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Art. 2° O programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte objetiva formar profissionais em alto nível para o mercado de trabalho na esfera pública e na iniciativa privada.

Art. 3º O Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte objetiva especificamente:

I - Formar profissionais em nível mestrado stricto sensu nas áreas de economia;

II - Formar profissionais com aptidão para a pesquisa científica e aprofundamento nos estudos nas áreas de economia;

III - Formar profissionais com visão ampla do mercado, capacidade inovadora e visão estratégica da economia e dos negócios;

IV - Desenvolver pesquisa cientifica nas áreas de economia;

V – Contribuir para o aproveitamento eficiente dos recursos disponíveis e o desenvolvimento econômico da região.

CAPÍTULO II

(2)

Art. 4° O curso de Pós-Graduação stricto sensu em Economia Aplicada terá uma área de concentração, Economia Aplicada, e duas linhas de pesquisa: Economia do Setor Público e Economia da Produção.

I - Economia do Setor Público

A linha de pesquisa em Economia do Setor Público objetiva o estudo e a pesquisa sobre problemas relativos à ação estatal na prestação de serviços fundamentais, formulação de políticas públicas, gestão dos recursos públicos e na promoção do desenvolvimento socioeconômico local. A economia do setor público destaca-se pelas contribuições nos mais diferentes setores da atuação governamental, tendo-se, inclusive, sido fundados campos de pesquisas específicos como Economia da Educação, Economia da Saúde, Economia do Crime, Economia do Meio Ambiente. Nessas disciplinas, são apresentadas as abordagens econômicas de temas como: Orçamento Público, Política Fiscal (Receita e Despesa), Eficiência do Setor Público, Necessidade de Financiamento do Setor Público, Responsabilidade Fiscal, Impacto do Setor Público na Demanda Agregada e Federalismo Fiscal Brasileiro.

II – Economia da Produção

A linha de pesquisa em Economia da Produção objetiva o estudo e a pesquisa sobre problemas relativos à tomada de decisão econômica no setor produtivo. Além disso, o estudo da abordagem econômica de temas como: relação entre empresas, relação entre empresa e consumidor e relação entre empresa e setor público. Nesse contexto, discutem-se temas mais específicos: modelos de negócios; competitividade; organização industrial e desenvolvimento tecnológico; modelagem econômica de processos de decisão empresarial; análises setoriais; estudos de viabilidade econômica e estudos de impactos ambientais; prospecção de oportunidades de negócios e estratégia empresarial.

CAPÍTULO III

DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DO CURSO SEÇÃO I

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Art. 5º O curso de Pós-Graduação stricto sensu em Economia terá uma carga horária total de 600 horas distribuídas entre disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas e o trabalho de conclusão de curso, uma dissertação apresentada em seção aberta.

Art. 6º As disciplinas obrigatórias somam 24 créditos e compreende uma carga horária de 360 horas distribuídos nas seguintes disciplinas:

I – Teoria Microeconômica I II – Teoria Macroeconômica I III – Economia Matemática IV – Estatística

V – Econometria VI – Metodologia

Art. 7º As disciplinas optativas somam pelo menos 8 créditos e compreende uma carga horária de 120 horas.

§ 1º. As disciplinas optativas serão ofertadas em sintonia com as linhas de pesquisa e atendendo à demanda do corpo discente e a disponibilidade de professor.

§ 2º. O conjunta das disciplinas optativas constam em anexo a esta resolução.

Art. 8º O trabalho de conclusão do urso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada consiste em uma dissertação sobre tema determinado e deve ser apresentado em defesa pública perante uma banca constituída de três examinadores.

Parágrafo único. A banca examinadora constituída por três examinadores contará, necessariamente, com ao menos um examinador externo.

SEÇÃO II

(4)

Art. 9º A estrutura administrativa do Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada constitui-se dos seguintes órgãos:

I – Colegiado Pleno do Curso, órgão consultivo e deliberativo; II – Comissão permanente, órgão deliberativo;

III - Coordenação do Curso, órgão executivo; IV – Secretaria, órgão de apoio administrativo;

§ 1º. O colegiado do Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada é composto pelos docentes permanentes do Curso, por um representante dos do corpo discente e um membro do corpo técnico do curso.

§ 2º. A coordenação do Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada será exercida por um professor, membro permanente do programa, escolhido pelo colegiado do curso, para o mandato de dois anos, podendo o mesmo mandato ser renovado por mais um ciclo consecutivo.

§ 3º. O colegiado é o órgão máximo do curso de Pós-Graduação stricto sensu em Economia. Art. 10° Atribuições Colegiado do Curso:

I – Eleger o Coordenador e Vice Coordenador a partir de votação direta e secreta;

II – Elaborar normas e regimento interno do curso de Pós-Graduação stricto sensu em Economia;

III - Definir o número de vagas e formas de ingresso no Curso de Mestrado em Economia; IV – Definir o perfil do docente para credenciamento no curso de Pós-Graduação stricto sensu em Economia;

IV – Promover adequações na estrutura do Curso de Economia quando estas se mostrarem necessárias, a partir de avaliação interna.

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Art. 11º A Comissão Permanente do curso será composta pelo Coordenador, o Vice-Coordenador e dois representantes docentes do quadro permanente do Curso de Economia, sendo, estes últimos, pertencentes às linhas de pesquisa diferentes.

§ 1º. Todos os representantes da Comissão Permanente serão eleitos pelo Colegiado Pleno do Curso, em votação secreta, e terão mandato de dois anos, com direito a uma recondução consecutiva.

§ 2º. Os membros da Comissão Permanente devem pertencer à linhas de pesquisa distintas. Art. 12. São atribuições da Comissão Permanente:

I – Homologar o processo eletivo;

II – Deliberar sobre prazos, comissões de editais de seleção e oferta de novas disciplinas; III – Indicar a comissão encarregada do processo de seleção e homologação do resultado da seleção dos candidatos;

IV - Designar um orientador de estudos para cada aluno;

V – Apreciar e deliberar sobre prazos e composição de bancas examinadoras, dos exames de Qualificação e de Defesa de Dissertação;

VI – Fixar prazos para inscrição, seleção, matrícula e trancamento de disciplinas; VII – Selecionar e credenciar professores do curso, segundo Art. 8º, inciso IV;

VIII – Indicar comissão responsável para processo eletivo de Coordenador e Vice-Coordenador;

IX – Homologar o resultado do processo seletivo para Coordenador e Vice-Coordenador; X - Criar comissões consultivas;

XI – Apreciar e deliberar sobre quaisquer medidas pertinentes à melhor condução do Curso de Economia /UERN.

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XII - Alocar ou realocar bolsas de estudos para alunos do Programa;

XIII – Deliberar sobre solicitações de alunos para cursar disciplinas isoladas;

Parágrafo Único. Devem ser observadas as seguintes condições quanto à estrutura e funcionamento da Comissão Permanente:

I – A Comissão Permanente funcionará com a maioria simples de seus membros e deliberará por maioria dos votos dos presentes, tendo o Coordenador o direito de segundo voto em caso de empate;

II – Nas faltas e impedimentos do Coordenador e do Vice-Coordenador, assumirá a Coordenação o membro da Comissão Permanente mais antigo na docência do programa. III – Em caso de empate será escolhido aquele membro que tenha maior tempo de prestação de serviço na UERN, permanecendo o empate ocupará o cargo o membro de maior idade; IV – No caso de vacância do cargo de Coordenador ou Vice-Coordenador, observar-se-á o seguinte:

a) Se houver decorrido 2/3 (dois terços) do mandato, o Vice-Coordenador assumirá, sozinho, a Coordenação até a complementação do mandato;

b) Se o tempo decorrido for inferior a 2/3 (dois terços) do mandato, deverá haver eleição para provimento do cargo para o restante do mandato;

V – Nas vacâncias simultâneas dos cargos de Coordenador e de Vice-Coordenador, a Coordenação será feita pelo docente indicado, conforme o inciso II deste artigo, que procederá a eleição imediata do novo Coordenador e Vice-Coordenador.

Art. 13. São atribuições do Coordenador:

I – Convocar o Colegiado Pleno e a Comissão Permanente sempre que se fizer necessário; II – Presidir o Colegiado e a Comissão Permanente;

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IV – Encaminhar as solicitações de credenciamento de novos docentes ao Colegiado do Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada para apreciação;

V – Representar o Curso de Mestrado Economia nas instâncias administrativas superiores, nos órgãos de fomento à pesquisa e pós-graduação;

VI – Gerenciar os serviços acadêmicos e a secretaria;

VII – Convocar eleições para a formação da nova coordenação;

VIII – Planejar a oferta das disciplinas e encaminha-la ao Colegiado para aprovação;

IX – Informar à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEG) da UERN o número de vagas para o processo seletivo seguinte, de acordo com os prazos previstos por este regimento;

X – Apreciar e deliberar sobre requerimentos provenientes do corpo discente e docente; XI – Expedir atestados e declarações relativas às atividades do Curso;

XII – Encaminhar os diários de classe a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, ao final de cada período letivo, de acordo com os prazos previstos por esse regimento;

XIII – Coordenar as atividades e fazer cumprir as deliberações da Comissão Permanente e do Colegiado Pleno do Curso;

XIV – Deliberar, de acordo com este regimento, sobre a transferência de alunos, o trancamento e o cancelamento de matrículas;

XV - Deliberar, de acordo com este regimento e mediante parecer de professor da área, sobre os pedidos de aproveitamento de créditos de disciplinas;

XVI – Manter a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação informada das atividades do curso a partir de relatórios semestrais;

XVII – Elaborar os relatórios anuais, submetê-los ao Colegiado Pleno do Curso e enviá-los à CAPES dentro do prazo determinado pela mesma.

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Parágrafo único. Compete ao Vice-Coordenador, auxiliar e substituir o Coordenador na ausência deste.

Art. 14. A Secretaria Administrativa do Curso terá as seguintes atribuições: I – Organizar e controlar os trabalhos da secretaria;

II – Informar, processar, distribuir e arquivar documentos relativos às atividades didáticas e administrativas do Curso de Mestrado Economia;

III – Organizar e manter atualizado os arquivos com a legislação e outros instrumentos legais pertinentes ao Curso de Mestrado Economia;

IV – Elaborar e redigir documentos oficiais;

V – Sistematizar informações, organizar prestações de contas e elaborar relatórios; VI – Secretariar as reuniões do Colegiado e redigir as atas das mesmas;

VII – Manter em dia o inventário de equipamentos e materiais pertencentes ao Curso de Mestrado Economia;

VIII – Receber a inscrição e os documentos dos candidatos ao exame de seleção e preparar seu dossiê para a Comissão de Seleção;

IX – Entregar uma cópia deste Regimento aos docentes, discentes e funcionários que se integrem ao curso;

X – Providenciar editais de convocação das reuniões determinadas pela coordenação; XI – Fornecer informações a respeito do Curso de Mestrado Economia;

Parágrafo único. A Secretaria Administrativa está subordinada à Coordenação Curso de Mestrado Economia.

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DO CORPO DOCENTE

Art. 15. O corpo docente do curso será composto de Docentes Permanentes, Docentes Colaboradores e Docentes Visitantes.

Art. 16. Integram a categoria de docentes permanentes aqueles que atendem aos seguintes requisitos:

I – Possuir título de doutor ou equivalente; II – Ser orientador de dissertação de Mestrado;

III – Apresentar produção científica em periódicos internacionais ou nacionais QUALIS/CAPES;

IV – Integrar o quadro efetivo da UERN e estar em regime de trabalho de 40 horas com dedicação exclusiva ou apresentar documentação de cessão por órgão qualificado de IES de origem;

V – Encaminhar comprovante de submissão de pelo menos um projeto de pesquisa às entidades financiadoras por biênio.

§ 1º. Excepcionalmente, consideradas as especificidades das áreas, podem ser enquadrados como docentes permanentes:

I – Pesquisadores bolsistas de agências federais ou estaduais de fomento;

II – Professores ou pesquisadores aposentados que tenha firmado com a instituição termo de compromisso de participação como docente do Curso de Mestrado Economia com dedicação exclusiva a esta IES;

III – docentes cedidos, por convênio formal, para atuar como docente do Curso de Mestrado Economia.

§ 2º. Será descredenciado do quadro de docentes permanentes aquele docente que não mantiver a média de 3 (dois) artigos publicados por quadriênio, sendo que pelo menos um artigo deverá apresentar classificação igual ou maior ao Qualis B2.

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Art. 17. Integram a categoria de docentes colaboradores, os demais membros do corpo docente que não atendem a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes, mas participam de forma sistemática do desenvolvimento de pesquisa e/ou da orientação e/ou da co-orientação de alunos, independentemente do fato de possuírem, ou não, vínculo com a UERN.

Art. 18. Integram a categoria de Docentes Visitantes aqueles que atendam as especificações da Portaria nº 068, de 03 de agosto de 2004, do Ministério da Educação/ Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

Art. 19. São atribuições do corpo docente:

I – Ministrar aulas teóricas e/ou práticas das disciplinas do Curso em pelo menos um semestre a cada dois anos;

II – Participar de comissões e bancas examinadoras;

III – Cumprir os prazos deliberados pela Comissão Permanente do Curso; IV – Orientar dissertações e outras atividades acadêmicas dos alunos;

V – Desempenhar atividades, dentro dos dispositivos regulamentares, que possam beneficiar o curso;

VI – Participar da Comissão Permanente e do Colegiado sempre que convocado. Art. 20. Compete ao orientador:

I – Orientar o aluno na escolha do tema, na condução dos trabalhos de pesquisa e na elaboração da dissertação;

II – Disponibilizar tempo para orientação individual;

III – Orientar o aluno na organização do seu plano de estudo, propondo ao mesmo disciplina(s) que julgar indispensável(is) à conclusão de sua dissertação;

IV – Mudar o projeto quando as condições não permitirem a exequibilidade do mesmo, comunicando o fato à coordenação, em tempo hábil à conclusão do curso no prazo previsto;

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V – Marcar data e sugerir os membros da banca dos exames de qualificação e defesa de dissertação, junto à coordenação, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias do evento; VI – Presidir comissão julgadora de Qualificação e Defesa de Dissertação;

VII – Cumprir e fazer cumprir os prazos e normas estabelecidas neste regimento. CAPÍTULO V

DA CARGA HORÁRIA DOCENTE

Art. 21. A carga horária semanal, disponibilizada para os docentes do curso, deve atender os seguintes critérios:

I – Trinta horas para o Coordenador;

II – Vinte horas para os professores permanentes do Curso;

Parágrafo único. As cargas horárias descritas no Art. 19 não são acumuláveis. CAPÍTULO VI

DO CORPO DISCENTE

Art. 22. O Corpo Discente é formado por alunos regulares e especiais, diplomados em cursos de graduação de Instituições de Ensino Superior nacional e/ou estrangeira, com todos os direitos e deveres definidos pela legislação.

§ 1º. Considera-se aluno especial aquele que tem matrícula autorizada para cumprir, no máximo, 8 (oito) créditos em disciplinas, sem direito ao título de mestre.

§ 2º. O aluno especial fica sujeito, no que couber, às normas aplicáveis aos alunos regulares fazendo jus a certificado de aprovação em disciplina expedido pela coordenação do curso. § 3º. A matrícula de alunos especiais far-se-á, sempre, depois de finalizado o prazo estabelecido para a matrícula dos alunos regulares, estando condicionada a existência de vagas na disciplina.

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§ 4º. O número de alunos especiais será determinado pelo professor, não podendo ultrapassar 25% do número de alunos regularmente matriculados na disciplina.

Art. 23. O ingresso no Curso de Mestrado Economia Aplicada dar-se-á mediante processo seletivo.

§1º. As normas do processo seletivo serão determinadas em edital específico obedecendo à legislação vigente.

§2°. O edital de abertura das inscrições para seleção, homologado pelo Colegiado, indicará o número de vagas, as condições exigidas no processo seletivo, bem como os critérios de avaliação.

§3º. O edital deverá ser publicado na página eletrônica da UERN, podendo ou não ser divulgado em outros meios de comunicação.

Art. 24. Poderá se inscrever no processo seletivo do Curso de Mestrado Economia Aplicada, graduados em curso superior reconhecido e/ou revalidado pelo órgão federal competente e que apresentarem a seguinte documentação:

I – Curriculum vitae (modelo Lattes comprovado);

II – Fotocópia do diploma de conclusão do curso de graduação ou declaração da IES de origem de aluno concluinte;

III – Fotocópia do histórico escolar;

IV – Declaração da IES de origem, atestando a inclusão do candidato no Programa Institucional de Capacitação Docente, quando for o caso;

V – Fotocópia de documentos pessoais: carteira de identidade, CPF, título de eleitor com comprovante da última eleição e certificado de serviço militar. No caso de estrangeiro, documentação e o visto permanente;

VI – Comprovante de pagamento da taxa de inscrição;

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VIII – Duas fotos 3x4 recentes;

Parágrafo único. A Comissão de Seleção deferirá o pedido de inscrição à vista da regularidade da documentação apresentada.

Art. 25. Os alunos classificados no processo seletivo deverão se matricular mediante preenchimento de formulário próprio e apresentação de documento comprovando a conclusão do curso de graduação, de acordo com o Calendário Acadêmico do Curso de Mestrado Economia Aplicada.

§1º O aluno que não se matricular no prazo estabelecido pelo Colegiado perderá o direito à vaga, sendo substituído por outro, seguindo a ordem classificação;

§2º A matricula dos candidatos selecionados ao programa será realizada mediante a apresentação de requerimento de matrícula, devidamente preenchido e assinado pelo candidato e seu orientador.

Art. 26. A matrícula de aluno regular deve ser renovada em cada período letivo, mesmo quando os créditos em disciplinas e seminários tenham sido integralizados, sendo, neste caso, efetuada matrícula em Dissertação.

§ 1º. O período letivo é semestral.

§ 2º. As disciplinas lecionadas em caráter extraordinário terão matrículas especiais.

Art. 27. É permitido ao aluno, o trancamento de matrícula em até duas disciplinas durante o curso, com ciência do orientador e tendo sido cumprida, no máximo, 25% da carga horária da disciplina.

Parágrafo único. Não será permitido o trancamento de matrícula em uma mesma disciplina por duas vezes.

Art. 28. Será permitido ao aluno regularmente matriculado, que já tenha cumprido pelo menos um período letivo, solicitar, por motivo de força maior comprovada e com anuência do colegiado, trancamento total de matrícula por um período letivo, tempo este que será contabilizado para integralização do curso.

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CAPÍTULO VII DOS CRÉDITOS

Art. 29. A integralização dos estudos necessários ao curso será expressa em unidades de crédito.

§ 1º. Cada unidade de crédito corresponde a 15 (quinze) horas de aulas teóricas ou práticas; Art. 30. Os créditos a serem obtidos, obedecerão à seguinte distribuição:

I – Trinta e dois créditos para disciplinas obrigatórias;

II – No mínimo de 8(oito) créditos para disciplinas optativas; III – Doze créditos para a dissertação.

Art. 31. O aproveitamento de créditos adquiridos em cursos de mestrado, requerido pelo aluno e devidamente justificado pelo orientador, deve ser apreciado pela Comissão Permanente, não podendo exceder a 1/3 (um terço) da quantidade de créditos mínimos referentes às disciplinas e desde que cursadas no prazo máximo de 5 anos.

Parágrafo único. Para os fins do disposto no caput deste artigo, o candidato deverá fornecer os certificados de conclusão da disciplina em Curso de Pós-Graduação stricto sensu, acompanhado dos seus respectivos programas.

CAPÍTULO VIII

DA AVALIAÇÃO E DO DESEMPENHO ACADÊMICO

Art. 32. A avaliação do conteúdo programático e das demais atividades relacionadas a uma disciplina ficará a cargo do professor responsável pela disciplina, observando-se os seguintes critérios:

I – As disciplinas terão, obrigatoriamente, no mínimo, 1 (uma) avaliação escrita, cujo valor individual deve variar de 0 a 10;

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II – O professor responsável pela disciplina deverá entregar, oficialmente, o diário de classe na Secretaria do curso, em até 3 (três) dias antes da matrícula do semestre subsequente; III – O professor que aplicar uma avaliação terá, no máximo, 7 (sete) dias úteis para dar ciência ao(s) aluno(s) de sua(s) nota(s);

IV – Serão considerados aprovados os alunos que obtiverem média aritmética igual ou superior a 7,0 (sete) na(s) avaliação(ões);

V – Será considerado reprovado por falta o aluno que tiver mais de 25% (vinte e cinco por cento) de faltas, independentemente das notas obtidas.

§ 1º. A coordenação do curso deverá divulgar as notas, oficialmente, em até, no máximo, 2 (dois) dias úteis após a entrega da mesma pelos professores;

§ 2º. O aluno que faltar à avaliação poderá, com justificativa, e no prazo máximo de 72 horas, requerer uma segunda chamada, que será deferida ou não pelo professor responsável pela avaliação.

Art. 33. Não será permitido ao discente solicitar mudança de orientador sem a ciência do orientador vigente. A solicitação será ou não deferida pela Comissão Permanente.

Art. 34. O orientador poderá, em comum acordo com o orientando, convidar um professor doutor para participar como co-orientador.

Parágrafo único. O orientador deverá informar, oficialmente, à Coordenação, o nome do co-orientador.

Art. 35. Cada orientador poderá assumir, no máximo, 6 (seis) orientações. CAPÍTULO IX

DO EXAME DE QUALIFICAÇÃO

Art. 36. O Exame de Qualificação consiste na defesa do Projeto de Dissertação, constará de apresentação oral, com arguição pela Banca Examinadora e deverá ocorrer até o final do terceiro semestre letivo a contar da primeira matrícula no curso.

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§ 1º Será atribuído conceito aprovado ou reprovado.

§ 2º Em caso de reprovação, o orientador poderá, de acordo com o aluno, solicitar uma segunda oportunidade, que deverá ocorrer dentro do prazo de três meses a contar da data da reprovação.

§ 3º A apresentação será aberta à comunidade e a arguição restrita à banca examinadora. CAPÍTULO X

DO TÍTULO E DA DISSERTAÇÃO

Art. 37. O grau conferido pelo Curso de Mestrado em Economia Aplicada será o de Mestre em Economia.

Art. 38. São requisitos para a obtenção do grau de Mestre: I – Integralização obrigatória de, no mínimo, 44 créditos;

II – Aprovação em exame de proficiência em língua inglesa até, no máximo, o 2º semestre letivo a contar da primeira matrícula no curso;

III – Aprovação no Exame de Qualificação;

IV – Comprovação da submissão de um artigo científico, relacionado à dissertação, para um periódico QUALIS/CAPES;

V – Aprovação, em Defesa Pública, da Dissertação.

Art. 39. Para solicitação da Defesa Pública da dissertação, o aluno deve ter integralizado os créditos exigidos em disciplinas e ter obtido aprovação no exame de proficiência em língua inglesa, observados os prazos fixados neste regimento.

Art. 40. A dissertação deverá ser redigida em português, com resumos em português e inglês, e apresentada de acordo com as normas fixadas pela ABNT.

Art. 41. A defesa pública da dissertação deverá ser requerida pelo orientador à Comissão Permanente.

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Art. 42. O orientador deverá indicar 4 (quatro) membros para compor a Banca Examinadora e a Comissão Permanente deverá escolher, dentre estes, 2 (dois) membros efetivos e 1 (um) suplente.

Art. 43. O orientador deverá encaminhar três exemplares da dissertação ao Coordenador, no prazo de, no mínimo, 30 dias antes da data da defesa.

Art. 44. A Banca Examinadora da defesa da dissertação será constituída por 03 (três) membros, sendo, pelo menos um deles, externo à UERN e ao Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada, cabendo a presidência ao orientador.

Parágrafo único. A defesa pública da dissertação será realizada em data divulgada com 10 (dez) dias de antecedência e consistirá em uma exposição de, no máximo, 30 minutos, durante a qual o candidato fará uma síntese de seu trabalho e, em seguida, será arguido individualmente pelos membros da Banca Examinadora.

Art. 45. No julgamento da defesa da dissertação será atribuído conceito aprovado ou reprovado.

Parágrafo único. Nos casos de reprovação, não será admitida a reapresentação do mesmo texto, mesmo que reformulado, caso o candidato reingresse no curso.

Art. 46. O depósito da dissertação corrigida deverá ser feito em 5 (cinco) vias encadernadas e 2 (duas) vias em meio digital em arquivo pdf, em CD, a serem entregues na Coordenação do curso, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, contado da data da defesa.

Parágrafo único. Os exemplares serão encaminhados à Biblioteca Central, à Coordenação do Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada, e aos 3 (três) membros da Banca Examinadora e as versões digitais serão encaminhadas à Coordenação.

Art. 47. O candidato à obtenção do grau de Mestre que tenha satisfeito todas as exigências deste Regimento fará jus ao diploma de Mestre em Economia.

Art. 48. A expedição do diploma ficará condicionada à preparação, pelo Coordenador, de um relatório a ser enviado ao órgão responsável pela expedição do diploma, constando dos seguintes itens:

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I – Requerimento solicitando a confecção do diploma; II – Cópia da ata de defesa da dissertação;

III – Formulário próprio;

IV – Declaração de quitação com as bibliotecas Setorial e Central da UERN; V – Histórico escolar do curso;

VI – Cópia legível da identidade;

VII – Comprovante do pagamento da taxa de confecção do diploma;

VIII – Certidão emitida pela coordenação, atestando o cumprimento das exigências do Curso de Mestrado em Economia Aplicada.

CAPÍTULO XI DOS PRAZOS

Art. 49. Os prazos, mínimo e máximo, para defesa da dissertação serão de 12 (doze) e de 24 (vinte e quatro) meses, respectivamente, a partir da data da primeira matrícula no curso. Parágrafo único. O prazo máximo poderá ser prorrogado para, no máximo, 30 (trinta) meses, desde que devidamente justificado pelo orientador e aceito pelo Colegiado.

CAPÍTULO XII

DO DESLIGAMENTO DO CURSO

Art. 50. O aluno será desligado do Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada quando:

I – Tiver duas reprovações;

II – Não obtiver aprovação em exame de proficiência em língua inglesa até, no máximo, o final do 3º semestre letivo do curso, a contar da data da primeira matrícula;

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III –For reprovado na defesa da dissertação do mestrado; IV – Ultrapassar os prazos fixados neste regimento;

V – Caracterizar a sua desistência pela não realização da matrícula semestral.

Art. 51. O aluno desligado do Curso de Mestrado Acadêmico em Economia Aplicada poderá reingressar no mesmo, observadas as seguintes condições:

I – Submeter-se a um novo exame de seleção em condições de igualdade aos demais candidatos;

II – Cumprir as demais exigências para a matrícula.

Parágrafo único. O aluno que reingressar poderá submeter à Comissão Permanente, pedido de aproveitamento de créditos em disciplinas cursadas anteriormente.

CAPÍTULO XIII

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 52. Este regimento poderá ser modificado, total ou parcialmente, desde que a(s) proposta(s) de alteração(s) seja(m) requerida(s) à Coordenação do curso por, no mínimo, 2/3 do corpo docente.

Art. 53. Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pelo Colegiado Pleno do Curso. Art. 54. O presente Regimento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da UERN.

Referências

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