PRESTAÇÃO
DE CONTAS
OUTUBRO/2014
31/10/2014
HOSPITAL ESTADUAL
GETÚLIO VARGAS
V
PRESTAÇÃO DE CONTAS
OUTUBRO/2014
R E L A T Ó R I O D E G E S T Ã O E X E R C Í C I O D E 2 0 1 4
CONTRATANTE: SECRETARIA DE ESTADO DE SAUDE DO RIO DE JANEIRO
GOVERNADOR: LUIZ FERNANDO DE SOUZA
SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE: MARCOS ESNER MUSAFIR
CONTRATADA: PRÓ SAUDE ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E HOSPITALAR
ENTIDADE GERENCIADA: HOSPITAL ESTADUAL GETÚLIO VARGAS
CNPJ: 24.232.886/0133-07
ENDEREÇO: AV. LOBO JUNIOR Nº 2293 - PENHA - RIO JANEIRO - RJ
RESPONSÁVEL PELA ORGANIZAÇÃO SOCIAL: MIGUEL PAULO DUARTE NETO/ CRISTIANO OLIVEIRA DOS
SANTOS
P R E S T A Ç Ã O D E C O N T A S O R D I N Á R I A M E N S A L
Relatório referente a execução do Contrato de Gestão 05/2014 sobre as ações executadas sobre o apoio ao gerenciamento e execução das atividades e serviços de saúde desenvolvidos no Estadual Getúlio Vargas no Estado do Rio de Janeiro, pela entidade de direito privado sem fins lucrativos, qualificada como organização social.
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INTRODUÇÃO
A PRÓ-SAÚDE - Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, entidade sem fins lucrativos, denominada como Organização Social, vem através deste, demonstrar o resultado de Setembro de 2014 referente ao Contrato de Gestão nº 005/2014 para gestão dos serviços do Hospital Estadual Getúlio Vargas.
O Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV) foi inaugurado em 03 de Dezembro de 1938 pelo então Secretário de Saúde e Assistência Prof. Dr. Clementino Fraga, que presidiu a solenidade de inauguração com as ilustres presenças: do Presidente da República, Getúlio Vargas; do Ministro da Educação e Saúde Pública, Sr. Gustavo Capanema; do Prefeito do Distrito Federal, Sr. Henrique Dodsworth; e do Prof. Dr. Carlos da Gama Filho, primeiro Diretor do Hospital Estadual Getúlio Vargas.
O Hospital Estadual Getúlio Vargas foi criado como parte integrante de um projeto de reformulação da rede de saúde, implementado pelo Prefeito do Distrito Federal, Dr. Pedro Ernesto Batista, que previa a criação de novas unidades hospitalares que atendessem mais eficazmente a população, estando próximas da comunidade.
Anteriormente à sua inauguração oficial, o HEGV já funcionava oferecendo os serviços de pronto socorro e ambulatório, passando, então, a oferecer também o serviço de internação. O hospital contava com 400 leitos para internação, serviço completo de cirurgia, clínica médica, dentária e maternidade, tendo sido equipado com os mais modernos equipamentos da época.
O terreno onde foi construído o HEGV, na Penha, era parte da Chácara das Palmeiras, que pertenceu ao Sr. Francisco José Lobo Júnior, comerciante e advogado da região. Atualmente encontra-se inserido na Área de Planejamento (AP) 3.1, com população estimada de 886.551 habitantes (fonte: IBGE – referência 2009) e IDH de 0,804.
Trata-se de hospital de grande porte, com perfil de média e alta complexidade e atendimento de emergência, abrangendo as especialidades clínicas e cirúrgicas, Unidade de Tratamento Intensivo de adultos, e equipado com instrumentos para diagnóstico complementar. Estrutura-se para demanda tanto espontânea quanto referenciada através da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (SES/RJ).
A partir do Edital de Seleção no 004/2014, a SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO selecionou a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, para celebrar Contrato de Gestão de operacionalização e execução dos serviços de saúde no Hospital Estadual Getúlio Vargas, que encontra-se em vigor desde Março/2014, entretanto a gestão efetiva somente foi cedida em Junho/2014.
recursos utilizados com o gerenciamento e a assistência integral e interdisciplinar aos pacientes críticos, buscando o aperfeiçoamento do uso dos recursos públicos.
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CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Conforme previsto no Contrato de Gestão nº 005/2014, a partir do dia 15 de março de 2014 a Pró-Saúde - Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar assumiu a gestão dos serviços em sua totalidade no Hospital Estadual Getúlio Vargas no Estado do Rio de Janeiro.
Anteriormente, no dia 1º de fevereiro de 2013, assumimos a gestão dos serviços assistenciais através do Contrato de Gestão nº 011/2012 referente a UTI Adulto do Hospital Estadual Getúlio Vargas no Estado do Rio de Janeiro, unidade está com 24 leitos, para internação de pacientes críticos (UTI Adulto 2).
No dia 06 de fevereiro de 2013, a Pró-Saúde assumiu em caráter emergencial os serviços de Anestesiologia e Neurologia, e, no dia 07 de fevereiro, realizou a abertura de 13 leitos de UTI no serviço denominado UTI Adulto 1, referente ao mesmo Contrato de Gestão acima.
Em agosto de 2013, a Pró-Saúde assumiu o Contrato de Gestão nº 007/2013 cujo escopo constava a gestão dos serviços assistenciais da Neurocirurgia, Ortopedia e Anestesiologia.
Em todos os Contratos de Gestão anteriores, pela média dos meses da vigência desses contratos, todas as metas contratuais foram atingidas em sua integralidade atendendo a todos os requisitos de maneira satisfatória, com eficiência e eficácia.
Apesar deste novo Contrato de Gestão ter sido assinado em 15 de março de 2014, apenas a partir de Junho de 2014 assumimos a Direção Geral do hospital. Com isso, as metas contratuais somente foram alvo de objeto de cobrança a partir do mês de Julho de 2014.
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ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
No mês de outubro iniciou as definições da migração dos serviços de apoio a serem realizadas a partir de 1º. de Novembro. Os serviços de Lavanderia, SND, Segurança, Limpeza, passam integralmente para nossa gestão após a referida data, onde estão sendo elaborados as cotações com as empresas prestadoras desses serviços, conforme preconizado em nosso Manual de Contratação de Serviço publicada em nosso site. Alguns serviços deverão dar continuidade com as mesmas empresas, por se tratarem de serviços vitais e de continuidade, tendo como base a contratação emergencial por tempo determinado, e posteriormente enquadramento nas análises dos mapas de cotações. Alguns serviços, como no caso da Limpeza, serão contratados mão de obra própria, tendo o processo seletivo desenvolvido neste mês.
No que tange a estoque, houveram no decorrer deste mês, diversas reuniões com setor de Suprimento e Logística do Estado a fim de alinhar cronograma de inventário dos itens que estão na Unidade sob gestão da LOGRIO, e processo de migração ao nosso estoque a fim de evidenciarmos a incorporação do ativo de terceiro. Nas datas agendadas foram feitas as contagens física dos itens e emitido relatório para ser validado pela SES/RJ. Já referente ao estoque que está em nosso galpão em Duque de Caxias, foram realizados inventários e com a liberação do espaço onde hoje atua a LOGRIO, será migrado gradualmente para Unidade, onde passa para gestão integral da logística do HEGV.
Paralelamente iniciou os preparativos de nossa Auditoria Independente pela LM Auditores, cujo solicitou as documentações a serem auditadas e analisadas, tendo como uma delas justamente o inventário da Unidade. Em Janeiro de 2015, quando emitirmos o Balanço Anual de 2014, eles retornam para validação do mesmo.
Em relação aos custos hospitalares, em decisão junto a PLANISA, ficou decidido que somente em Novembro, quando todos serviços terem migrados 100%, os custos serão desenvolvidos para as demais áreas produtivas, sendo que até este período, está sendo analisadas somente as UTI’s da Unidade. Com isso os custos que já são referência das UTI’s permanecem íntegros, sem interferências de áreas de apoio cujo custo e compartilhado.
Outro fato importante foi que a partir de Setembro o serviço de Pediatria (SPA e PS) passou a ser executado de forma integral pela nossa gestão, não havendo mais vínculo com a UPA Penha, dando continuidade aos atendimentos já realizados nesta Unidade, entretanto pela gestão de outra OS. Na iminência do início das atividades, e para não deixar a população desassistida foi dada continuidade na entrega de medicação aos pacientes atendidos, praticada esta exercida pela gestão anterior. Tal relação de quantidade de dispensação de medicamentos, bem como o valor financeiro desprendido será protocolado a SES/RJ.
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METAS ESTRATÉGICAS
Em 19 de setembro de 2.011 foi publicada no Estado do Rio de Janeiro a lei 6.043 que dispôs sobre a qualificação das organizações Sociais e definiu, entre outras, as regras de acompanhamento, avaliação e fiscalização dos contratos de gestão.
De acordo com tal lei, nos itens 3 e 7 do contrato de gestão firmado entre a SES-RJ e a Pró-Saúde ABASH, foram estabelecidas as metas quantitativas e qualitativas, bem como a metodologia de apuração dicotômica de seu cumprimento, ou não, pela Organização Social e dos valores a que teria direito a receber, de acordo com a pontuação alcançada.
Entendemos que o objetivo do contrato de gestão seja o de firmar uma parceria vencedora visando à melhoria da qualidade dos serviços prestados aos usuários e que a aplicação de multas ou descontos à Organização Social pelo não cumprimento de quaisquer metas, nada mais seja senão a triste constatação de um fracasso de ambas as partes num processo onde o maior penalizado tenham sido os próprios usuários do SUS.
4.1 - METAS QUANTITATIVAS DA PRODUÇÃO ASSISTENCIAL
HOSPITALAR E SADT
ATIVIDADES HOSPITALARES
jul-14
ago-14
set-14
out-14
PRODUÇÃO ASSISTENCIAL HOSPITALAR PREV. REAL. % PREV. REAL. % PREV. REAL. % PREV. REAL. %
SAÍDAS CLÍNICAS DE ADULTOS 310 435 140% 310 362 117% 310 376 121% 310 378 122%
SAÍDAS CLÍNICAS PEDIÁTRICAS 110 110 100% 110 123 112% 110 116 105% 110 173 157%
SAÍDAS ORTOPÉDICAS 290 281 97% 290 282 97% 290 289 100% 290 299 103%
OUTRAS SAÍDAS DE CLÍNICAS CIRÚRGICAS
380 368 97% 380 374 98% 380 378 99% 380 398 105%
TOTAL DE SAÍDAS 1.090 1.194 110% 1.090 1.141 105% 1.090 1.159 106% 1.090 1.248 114%
SADT PREV. REAL. % PREV. REAL. % PREV. REAL. % PREV. REAL. %
Tomografia Computadorizada (TC) 3.600 3.869 107% 3.600 4.136 115% 3.600 4.305 120% 3.600 4.542 126%
Ultrassonografia e Ecocardiograma 800 798 99,8% 800 941 118% 800 962 120% 800 1.036 130%
Fonte dados: Klinicos e a partir Outubro - SALUX
No mês a meta de produção das saídas Clínicas de Adultos ficou 22% acima da meta contratual, com um volume de 378 pacientes saídos no mês em questão. Na média anual foram 344 saídos passando a 11% acima da meta contratual.
0 50 100 150 200 250 300 350 400 450
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT MÉDIA ANO PREV. 310 310 310 310 310 310 310 310 310 REAL. 267 284 331 318 435 362 376 378 344
As saídas da Clínica Pediátrica no mês totalizaram 173 pacientes, ultrapassando 57% a meta contratual. A média anual ficou em 123 pacientes saídos na Clínica Pediátrica, com 11% acima da meta contratual.
Na meta de saídas ortopédicas, foram realizados 299 saídos, ficando com 3% acima da meta contratada. Conforme dito nos relatórios anteriores, o volume de saídas ortopédicas alcançou a meta contratual, elevando a média ano a 97%, com média de 280 saídas. 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT MÉDIA ANO PREV. 110 110 110 110 110 110 110 110 110 REAL. 92 106 134 127 110 123 116 173 123
SAÍDAS CLÍNICAS PEDIÁTRICA
0 50 100 150 200 250 300
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT MÉDIA ANO PREV. 290 290 290 290 290 290 290 290 290 REAL. 243 294 280 274 281 282 289 299 280
Com referência a meta de outras saídas das clinicas cirúrgicas, foram realizadas 38 saídas, envolvendo as especialidades de neurologia, cirurgia vascular, cirurgia geral, urologia e proctologia, ultrapassando em 5% a meta contratual. Na média anual, os valores estão bem próximos da meta contratada.
Dos exames de Tomografia Computadorizada no mês de Setembro foram realizados 4.542, superando em 26% a meta contratualizada. Na média anual foram realizados 4.173 exames superando em 16% a meta contratada.
0 50 100 150 200 250 300 350 400
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT MÉDIA ANO PREV. 380 380 380 380 380 380 380 380 380 REAL. 335 357 380 387 368 374 378 398 372
OUTRAS SAÍDAS DE CLÍNICAS CIRÚRGICAS
0 500 1.000 1.500 2.000 2.500 3.000 3.500 4.000 4.500 5.000
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT MÉDIA ANO PREV. 3.600 3.600 3.600 3.600 3.600 3.600 3.600 3.600 3.600 REAL. 3.701 4.029 4.234 4.571 3.869 4.136 4.305 4.542 4.173
A meta de Ultrassonografia e Ecocardiograma foi alcançada em 30% acima da meta contratual. Foram realizados 1.036 exames. Esse mês continua demonstrando a ascendência da realização dos exames elevando gradualmente a média de exames realizados anual. 0 200 400 600 800 1.000 1.200
MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT MÉDIA ANO PREV. 800 800 800 800 800 800 800 800 800 REAL. 541 653 716 534 798 941 962 1.036 773
4.2 – INDICADORES DE DESEMPENHO – METAS QUALITATIVAS
A Taxa de mortalidade ajustada por escore de gravidade no mês de Setembro continua mostrando a eficiência da gestão nas UTI’s sendo que a taxa ficou 0,70%, ou seja, ficou abaixo da mortalidade espera por escore de gravidade.
Com referência a taxa de infecção hospitalar, gostaríamos de frisar que conforme já exposto, a gestão integral na Unidade somente iniciou em Junho/2014, por isso, mesmo com a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) ativa no hospital, não havia profissional médico na especialidade de Infectologista, o que se fez necessário graças ao desenvolvimento do ambiente hospitalar, principalmente com a difusão das unidades de terapia intensiva (UTI), onde devido ao uso frequente de antibióticos, inúmeras bactérias e fungos desenvolvem resistência e peculiaridades próprias.
Qtde DIA OU % Meta
Mínima PREV Pontos
Mortalidade absoluta 27,125
Mortalidade estimada por um índice prognóstico validado
(APACHE ou equivalente) 38,75 Número de usuários com diagnóstico de infecção após 48h de
internação 0
Total de usuários internados 0
Número de usuários satisfeitos 1096
Total de usuários 1178
Total de profissionais médicos cadastrados no CNES 743
Total de profissionais médicos cadastrados 743
Total de suspensão 63
Total de cirurgias 736
Total de AIH glosadas 55
Total de AIH referentes aos serviços habilitados apresentadas ao
SUS 1030 65 B < 5% 5% 0 Total Conceito Atividades OUT/14 0,70% 93% 8,56% 5,3% < 10% 10% 15 6
Taxa de glosas sobre o faturamento dos serviços habilitados apresentado para
cobrança ao SUS
X 100
100% 100% 100% 15
5 Taxa de Suspensão de Cirurgias x100
> OU = 90% 90% 20
4 Taxa de Profissionais cadastrados
no CNES X 100
vazio < OU = 2,5% 2,5% 0
3 Taxa de Satisfação dos Usuários x100
< OU = 1 1% 15
2 Taxa de Infecção Hospitalar X 100
1
Taxa de Mortalidade Ajustada por escorede gravidade nas Unidades
de Terapia Intensiva x100 1% 1% 1% 1% 1% 1% 1% 0,84% 0,93% 0,97% 0,70% 0,73% 0,73% 0,70% 0,00% 0,20% 0,40% 0,60% 0,80% 1,00% 1,20%
ABR/14 MAI/14 JUN/14 JUL/14 AGO/14 SET/14 OUT/14
Taxa de mortalidade ajustada por escore de gravidade
Com essa ausência, não houve mensuração dos pacientes que apresentaram infecções, onde este indicador está nulo nestes meses. Somente a partir do dia 1º de Setembro foi contratado um (01) profissional médico infectologista, sendo então iniciada a avaliação dos prontuários e posterior indicação da taxa de infecção hospitalar conforme meta contratual.
Conforme mencionado em relatórios passados, segue a nota técnica do Dr André Ricardo Araujo da Silva-CRM RJ 5266111-2-CCIH HEGV:
“O cálculo da taxa de infecção global é realizado através de método de prevalência pontual sempre no dia 15 de cada mês. É realizado mensalmente um cálculo estatístico e uma amostra representativa dos pacientes, incluindo todos os setores (exceto a emergência). Os pacientes são considerados portadores de infecções relacionados à assistência à saúde (IRAS), caso preencham, no momento da visita, os critérios recomendados pela ANVISA (Critérios Diagnósticos de Infecção relacionada à assistência à Saúde, 2013). Tal método quando realizado sistematicamente ao longo dos meses, reflete a realidade em relação ao quantitativo real de IRAS na unidade.
No entendimento da CCIH, a comparação de taxas aplicáveis para hospitais de características diferentes é absolutamente inadequada, posto que não são consideradas neste tipo de situação, a clientela atendida na unidade e seu perfil.
Já está em ação um conjunto de medidas na unidade, que objetivam a redução de taxas, conforme a realidade local. O pacote de ações inclui: treinamentos de equipes, política de controle e uso racional de antibioticoterapia em unidades críticas e de emergência, higienização ambiental rigorosa, adequação estrutural de setores, organização de processos, instituição de rotinas e procedimentos padrão, divulgação de germes mais comuns na unidade otimizando o tratamento e a instituição de medidas de precaução.” 2,5% 2,5% 2,5% 2,5% 2,5% 2,5% 2,5% 0,00% 0,50% 1,00% 1,50% 2,00% 2,50% 3,00%
ABR/14 MAI/14 JUN/14 JUL/14 AGO/14 SET/14 OUT/14
Taxa de infecção hospitalar
A meta de satisfação dos usuários ficou em 93%, onde foram efetuadas 1.1781 pesquisas, sendo que 1.096 pacientes classificaram seu atendimento entre bom e ótimo, conforme gráfico a seguir. As pesquisas são elaboradas com o objetivo de aprimorar, melhorar a prestação de serviço e orientar nossas ações pela melhoria contínua.
Cabe ressaltar que as pesquisas de satisfação eram desenvolvidas somente nas áreas de atuação contratual, ou seja, nas UTI’s, Ortopedia e Neurologia; entretanto, a partir de Junho/2014, as pesquisas foram desenvolvidas em todas unidades do Hospital, incluindo as áreas de Emergência; entretanto, mesmo com o aumento do “universo” de pesquisas de satisfação, os resultados demonstram percentuais que continuam acima ou dentro da meta contratual.
98% 98% 99% 94% 90% 96% 93% 0,00% 20,00% 40,00% 60,00% 80,00% 100,00% 120,00%
ABR/14 MAI/14 JUN/14 JUL/14 AGO/14 SET/14 OUT/14
Taxa de satisfação dos usuários
Referente ao cadastro de profissionais no CNES, foram realizadas 743 atualizações, atingindo 100% de profissionais. Cabe ressaltar que retificamos os dados dessa meta desde o mês passado, pois estavam sendo inseridos TODOS os colaboradores cadastrados no CNES tais como enfermagem, administrativos etc.; entretanto, a nossa meta contratual estipula somente MÉDICOS.
Este fato não alterada o resultado efetivo, pois houveram as devidas atualizações nos meses correspondentes.
A Taxa de Suspensão de Cirurgias no mês ficou dentro da meta contratual, contemplando a taxa de 8,56% de cirurgias suspensas.
Apesar dessa meta ter sido cumprida, toda a equipe do bloco cirúrgico continua realizando um grande trabalho no que tange a mapear os motivos dos cancelamentos, a fim de que esse indicador tenha sua contínua queda e estabilização.
0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% 70,00% 80,00% 90,00% 100,00%
ABR/14 MAI/14 JUN/14 JUL/14 AGO/14 SET/14 OUT/14
Taxa de Profissionais cadastrados no CNES
Em relação a meta da Taxa de Glosas sobre o faturamento dos serviços habilitados apresentado para cobrança ao SUS, essa taxa ficou em 5,3%, valor acima da meta contratual; entretanto, houve aumento de AIH’s faturadas conforme demonstrado no gráfico a seguir e por consequência, houve aumento do percentual de glosa, com um índice de rejeição do faturamento por motivo da capacidade instalada.
Ressaltamos que a Taxa de Glosas informada é sempre correspondente ao mês anterior, devido que a entrega da competência é feita no mês posterior, e a análise de glosa definitiva somente após o fechamento desse relatório.
16% 12% 12% 13% 13% 6% 8,56% 0,00% 2,00% 4,00% 6,00% 8,00% 10,00% 12,00% 14,00% 16,00% 18,00%
ABR/14 MAI/14 JUN/14 JUL/14 AGO/14 SET/14 OUT/14
Taxa de Suspensão de Cirurgias
META REALIZADO Linear (REALIZADO)
2,66% 2,92% 7,70% 7% 7% 10% 5,3% 0,00% 2,00% 4,00% 6,00% 8,00% 10,00% 12,00%
ABR/14 MAI/14 JUN/14 JUL/14 AGO/14 SET/14 OUT/14
Taxa de glosas sobre o faturamento dos serviços habilitados
apresentado para cobrança ao SUS
No gráfico abaixo podemos contemplar a evolução do faturamento tanto quantitativo, como financeiro:
1.419,33
816,75
MAR-AGOSTO
Média AIH Faturada 2013 x 2014
2014 2013
MARÇO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO 2014 930.404,33 1.226.131, 1.209.424, 1.434.535, 1.773.833, 1.592.141, 1.336.058, 1.737.145, 2013 374.564,30 348.267,32 306.534,49 376.420,85 633.135,85 409.770,10 1.199.833, 565.086,86 500.000,00 1.000.000,00 1.500.000,00 2.000.000,00 2.500.000,00 3.000.000,00
Comparativo - Evolução de AIH - Valor Faturado 2013 x 2014
ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO
2014 814 926 909 1.205 1.027 1.107 1.097 2013 458 552 616 648 441 992 873 0 500 1.000 1.500 2.000 2.500
7 - EQUIPE MULTIPROFISSIONAL
7.1- ENFERMAGEM
Sistema de Classificação de Pacientes
Nível de Cuidado
UNIDADE: UTI 01
TOTAL
%
Cuidados Mínimos
0 0Cuidados Intermediários
46 6,3Cuidados Semi-Intensivo
146 20,1Cuidados Intensivos
533 73,6TOTAL
720 100Sistema de Classificação de Pacientes
Nível de Cuidado
UNIDADE: UTI 02
TOTAL
%
Cuidados Minímos
1 0,4Cuidados Intermediários
22 5,5Cuidados Semi-Intensivo
154 38,6Cuidados Intensivos
221 55,5TOTAL
398 100Sistema de Classificação de Pacientes
Nível de Cuidado
UNIDADE: UTI 03
TOTAL
%
Cuidados Minímos
06 1,8Cuidados Intermediários
33 10,4Cuidados Semi-Intensivo
63 19,4Cuidados Intensivos
221 68,4TOTAL
324 100Sistema de Classificação de Pacientes
Nível de Cuidado
UNIDADE: UTI 04
TOTAL
%
Cuidados Minímos
3 0,8Cuidados Intermediários
39 10,8Cuidados Semi-Intensivo
83 22,9Cuidados Intensivos
236 65,37.2- NUTRIÇÃO
Indicadores Mês: Agosto
2014
UTI 1 UTI 2 UTI 3 (UPO)
UTI 4
(S.A.) NEURO ORTO CM C.G. UBP PED UPC UFC UMC CV
Freq. de AVN 88% 83% 50% 83% 37% 2% 19% 24% 35% 32% NA NA NA 27% Freq. TRN 95% 94% 97% 93% 98% 77% 31% 26% 33% 52% NA NA NA 95% Freq. de TNO 32,4% 47,7% 30,4% 32,7% 78,8% 97% 53,9% 87,4% 96,1% 99,2% 90,7% 81,6% 86% 95,7% Freq. de TNE 61,1% 29,7% 63% 47,5% 20,2% 2,9% 45,5% 3,2% 1,2% 0% 1,5% 13,3% 7,8% 1,4% Freq. de TNP 1% 4,9% 0% 3,1% 0% 0% 0% 3,2% 0% 0% 0% 0% 0% 0% Freq. jejum 5,4% 17,6% 6,7% 16,7% 0,9% 0,1% 0,6% 6,2% 2,7% 0,8% 7,8% 5,1% 6,2% 2,9% Freq. de infusão de NE > 70% 80,7% 78,7% 106,5% 58,2% 99,3% 93,9% 87,4% 70,3% 83,3% 0% 12,5% 3,5% 69% 66,7% % médio de infusão de NE 79,7% 74,6% 83,8% 93,9% NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR Alcance da meta calórica prescrita (100%) 22% 13,1% 14,5% 26,1% NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR Alcance da meta protéica prescrita (100%) 9,9% 3,3% 17,7% 22,4% NR NR NR NR NR NR NR NR NR NR
NR = não realizado; SR = sem registro NA = Não se aplica
AVN = avaliação nutricional; TNO = em dieta oral; TNE = em dieta enteral; TNP = em dieta parenteral; NE = nutrição enteral; CM = clínica médica; C.G = cirurgia geral; UBP = uro/buco/protoctologia; PED = pediatria; UPC = unidade pediátrica de cuidados; UFC = unidade feminina de cuidados; UMC = unidade masculina de cuidados.
Nos setores acima:
Consumo médio diário em unidades de fórmulas enterais: 38,8;
Consumo médio diário em unidades de suplementos nutricionais: 12,9;
CONSUMO DE DIETAS ENTERAIS
UTI 1
UTI 2
ORTO
NEURO
TOTAL
NUTRISON PROTEIN PLUS - 500 ML
36
3
9
1
49
NUTRISON MULTI FIBER - 1000 ML
8
0
4
0
12
CONSUMO DE SUPLEMENTOS
INDUSTRIALIZADOS
UTI 1
UTI 2
ORTO
NEURO
TOTAL
NUTRI DRINK PROTEIN
3
0
255
0
258
GLUCERNA
0
0
90
33
123
NUTRI FIBER 1,5
6
0
0
0
6
7.3 – FONOAUDIOLOGIA
O serviço de Fonoaudiologia do Hospital Estadual Getúlio Vargas atendeu 529 pacientes e realizou o total de 1494 intervenções ao longo do mês de outubro.
Houve um total de 415 intervenções fonoaudiologias nos CTIs (CTI 1 e 2), 131 na UPO (CTI 3), 120 na Sala Amarela (CTI 4) e 4 na Pediatria. O gráfico a seguir apresenta o comparativo de intervenções realizadas nos últimos meses. Cabe ressaltar que a partir do mês de junho foram abertos mais dois CTIs (antiga UPO e Sala Amarela) totalizando mais 24 leitos.
jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14
688
822
785
647
670
Intervenções fonoudiológicas realizadas em junho, julho, agosto,
setembro e outubro de 2014 nos CTIs, UPO e Sala Amarela.
Constatou-se que 59% dos pacientes atendidos pelo serviço de fonoaudiologia dos CTIs, UPO e Sala Amarela apresentaram alterações neurológicas, 24% alterações respiratórias, 14% outras alterações e, 3% alterações cardíacas.
A média de idade dos pacientes acompanhados pela Fonoaudiologia do CTI foi de 61,75 anos. Pacientes com idade inferior a 40 anos representaram 13%, com idade entre 41 e 60 anos 27%, entre 61 e 80 anos 43% e acima de 81 anos 17%.
Na avaliação fonoaudiologia, 39% dos pacientes apresentaram disfagia grave e de moderada a grave, 39% moderada e de leve a moderada. Enquanto, 22% foram classificados com disfagia leve, com deglutição funcional e com deglutição normal.
Na alta/transferência desses setores ou na alta fonoaudiologia, 26% dos pacientes ainda apresentavam disfagia grave e de moderada a grave, 43% moderada e de leve a moderada e, 30% foram classificados com disfagia leve, com deglutição funcional e com deglutição normal, o que evidencia a evolução no tratamento fonoaudiólogo.
Disfagia grave Disfagia moderada a grave Disfagia moderada Disfagia leve a moderada
Disfagia leve Deglutição funcional Deglutição normal 39% 0% 7% 33% 13% 7% 2% 26% 0% 9% 35% 15% 11% 4%
Índice de evolução no tratamento fonoaudiológico nos CTIs, UPO e Sala
Amarela durante o mês de outubro de 2014.
Classificação da disfagia na avaliação Fonoaudiológica Classificação da disfagia na alta desses setores
Dentre os pacientes acompanhados pela Fonoaudiologia no CTI durante o mês de outubro, 46% receberam alta dos CTIs alimentando-se por via oral exclusiva, 24% tiveram alta apenas com via alternativa de alimentação e 30% permaneciam com via alternativa de alimentação porém já iniciando em paralelo alimentação por via oral. Essas informações são melhor analisadas no gráfico a seguir.
ZERO CNE/COE CNE + VO VO GTT NPT NPT + VO
20% 61% 2% 13% 2% 2% 0% 0% 24% 26% 46% 2% 0% 2%
Índice de efetividade do tratamento fonoaudiológico nos CTIs,
UPO e Sala Amarela durante o mês de outubro de 2014.
Via de alimentação antes da avaliação fonoaudiológica Via de alimentação na alta desses setores
Durante o mês de outubro houveram 484 intervenções fonoaudiologias na Neurocirurgia, Ortopedia, Cirurgia Vascular e Emergência. O gráfico a seguir apresenta o comparativo mensal dessas intervenções até o mês de outubro de 2014.
jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14
378 416
452
415
484
Intervenções fonoudiológicas realizadas no período de junho, julho, agosto e setembro
e outubro de 2014 na Neurocirurgia , Cirurgia Vascular, Ortopedia e Emergência.
Em outubro, na neurocirurgia, houve predomínio de pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) e com acidentes vasculares encefálicos (AVEs). Na ortopedia, a maioria dos pacientes internou por fratura em membro inferior. Na Cirurgia Vascular, foi atendido um paciente com necrose de calcâneo. Na emergência o maior número de pacientes atendidos foi com acidentes vasculares encefálicos (AVEs) bem como nas Reacomodações de Urgências e Emergências (RUE).
A média de idade dos pacientes acompanhados nesses setores acima foi de 71 anos, sendo 8% inferior a 40 anos, 11% entre 41 e 60 anos, 46% entre 61 e 80 anos e 35% com idade maior que 81 anos.
Na avaliação fonoaudiologia, 33% dos pacientes apresentaram disfagia grave e de moderada a grave, 43% moderada e de leve a moderada. Enquanto, 25% foram classificados com disfagia leve e com deglutição funcional.
Na alta/transferência desses setores ou na alta fonoaudiologia, 13% dos pacientes ainda apresentavam disfagia grave e de moderada a grave, 17% moderada e de leve a moderada. Ao passo que, 71% foram classificados com disfagia leve e com deglutição funcional, o que evidencia a evolução no tratamento fonoaudiólogo.
Disfagia grave Disfagia moderada a grave Disfagia moderada Disfagia leve a moderada
Disfagia leve Deglutição funcional 29% 4% 4% 38% 21% 4% 13% 0% 13% 4% 54% 17%
Classificação da Disfagia na avaliação Fonoaudiológica
Classificação da Disfagia na alta fonoaudiológica ou alta desses setores
Índice de evolução no tratamento fonoaudiológico na Ortopedia, Neurocirurgia,
Cirurgia Vascular e Emergência durante o mês de outubro de 2014.
Dentre os pacientes acompanhados pela Fonoaudiologia na Neurologia / Cirurgia Vascular / Ortopedia / Emergência / RUE no mês de outubro, 83% tiveram alta hospitalar com alimentação por via oral exclusiva, 13% tiveram alta ou foram transferidos de setor apenas com via alternativa de alimentação e 4% tiveram alta ou foram transferidos de setor com via alternativa de alimentação mas já iniciando via oral paralela. Essas informações constam no gráfico a seguir.
ZERO CNE/COE VO CNE/COE + VO
4% 29% 63% 4% 0% 13% 83% 4%
Via de alimentação antes da avaliação
fonoaudiológica. Via de alimentação na alta fonoaudiológica, alta hospitalar ou
tranferência do setor
Índice de efetividade do tratamento fonoaudiológico na Ortopedia, Neurocirurgia,
Cirurgia Vascular e Emergência durante o mês de setembro de 2014.
levaram em média 4 dias para estar com toda sua alimentação por esta via, não necessitando mais de suporte enteral via cateter de alimentação.
Durante o mês de outubro houveram 340 intervenções fonoaudiologias nas clínicas (Clínica Médica, Clínica Cirúrgica e Clínicas Unificadas).
jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14
346
556
483
355
340
Número de procedimentos fonoudiológicos e de atendimentos realizados em Junho, julho, agosto, setembro e outubro de 2014 nas clínicas (Clínica Médica, Clinica Cirurgica e Clínicas Unificadas)
Em outubro, houve predomínio de alterações neurológicas (principalmente acidentes vasculares encefálicos).
A média de idade foi de 63,71 anos, sendo que 13% apresentou idade inferior a 40 anos, 23% entre 41 e 60 anos, 45% entre 61 e 80 anos e 19% com idade maior que 81 anos.
Na avaliação fonoaudiologia, 37% dos pacientes apresentaram disfagia grave e de moderada a grave, 42% moderada e de leve a moderada. Enquanto, 21% foram classificados com disfagia leve e com deglutição funcional.
Na alta/transferência desses setores ou na alta fonoaudiologia, 16% dos pacientes ainda apresentavam disfagia grave e de moderada a grave, 42% moderada e de leve a moderada. Ao passo que, 42% foram classificados com disfagia leve e com deglutição funcional, o que evidencia a evolução no tratamento fonoaudiólogo.
Disfagia grave Disfagia moderada a grave Disfagia moderada Disfagia leve a moderada
Disfagia leve Deglutição funcional Deglutição normal 37% 0% 5% 37% 16% 0% 5% 5% 11% 5% 37% 16% 11% 16%
Índice de evolução no tratamento fonoaudiológico na Clínica Médica, Clínica Cirúrgica e Clínicas Unificadas durante o mês de outubro de 2014.
Classificação da disfagia na avaliação fonoaudiológica.
Classificação da disfagia na alta/tranferência do setor ou alta fonoaudiológica.
Dentre os pacientes acompanhados pela Fonoaudiologia na Clínica Médica, Clínica Cirúrgica e Clínicas Unificadas no mês de outubro, 47% tiveram alta ou transferência do setor com alimentação por via oral exclusiva, 5% apenas com via alternativa de alimentação e 48% com via alternativa de alimentação associada a alimentação por via oral. Sendo que, neste grupo a maioria (64%) estava com a dinâmica de deglutição adaptada, já recebendo plenamente alimentação por via oral em consistência segura, porém associada a terapia enteral para aporte nutricional ao critério da nutrição.
CNE/COE VO CNE/COE + VO GTT GTT+VO NPT + VO 26% 37% 21% 11% 0% 5% 5% 47% 32% 0% 11% 5% Via de
ali mentação antes da avaliação fonoaudiológica. Via de ali ementação na alta/ transferência do setor ou alta fonoaudiológica.
Índice de efetividade do tratamento fonoaudiológico na Clínica Médica, Clínica Cirúrgica e Clínicas Unificadas durante o mês de outubro de 2014.
7.4 – PSICOLOGIA
ATENDIMENTOS DA PSICOLOGIA - OUTUBRO 2014
PACIENTES FAMILIARES TOTALCTI 1 41 184 225 CTI 2 41 127 168 UPO 25 149 174 SALA AMARELA 86 298 384 NEUROCIRURGIA 125 135 260 CLÍNICA VASCULAR 55 46 101 ORTOPEDIA 281 146 427
RETAGUARDA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA (RUE) 117 41 158
CLÍNICA CIRÚRGICA 245 128 373 CLÍNICA MÉDICA 149 117 266 PEDIATRIA 84 188 272 P.S.INFANTIL 42 93 135 EMERGÊNCIA 138 87 225 UROLOGIA/PROCTO 141 9 150 TOTAIS 1.570 1.748 3.318
DEMANDAS ESPECÍFICAS DA PSICOLOGIA:
Adolescente Amputação Ansiedade Ansiedade pré-operatória Câncer Conflito familiar Cuidados Paliativos Dependência química
Dificuldade de adesão ao tratamento
Estimulação de comunicação não verbal
Portadores de HIV
Protocolo de morte encefálica
Questões emocionais anteriores à internação
Questões emocionais decorrentes da internação
Questões sobre o envelhecimento
Suporte ao óbito
Tentativa de suicídio
Transtorno do estresse pós-traumático
Transtorno mental
7.5 - SERVIÇO SOCIAL
No mês de Outubro de 2014 as famílias de 1.772 pacientes foram atendidas pelo Serviço Social no Hospital (95 no CTI 1, 69 no CTI 2, 49 no CTI 3, 43 na Neurocirurgia, 30 na Vascular, 190 na Ortopedia, 94 na Pediatria, 71 na Clínica Médica, 151 na Clínica Cirúrgica, 84 na R.U.E., 58 na Buco/Uro/Procto, 30 no C.T.I 4, 122 na Pediatria do P.S, 295 na UCCCF e 391 na UCCCM).
Tais números, entretanto, não representam o número total de atendimentos realizados pela equipe de Serviço Social que, em todas as enfermarias, dá continuidade ao atendimento aos pacientes e familiares ao longo do tempo de internação.
Neste mês foram 5.533 atendimentos (459 no CTI 1, 248 no CTI 2, 276 no CTI 3, 217 na Neurocirurgia, 194 na Vascular, 519 na Ortopedia, 417 na Pediatria, 315 na Clínica Médica, 455 na Clínica Cirúrgica, 220 na R.U.E., 339 na Buco/Uro/Procto, 81 no C.T.I 4, 281 na Pediatria do P.S., 651 na UCCCF e 861 na UCCCM).
Outros dados referentes ao atendimento da equipe:
• Foram distribuídas pela equipe de Serviço Social 891 autorizações de acompanhante. • Foram realizados 3673 orientações e encaminhamentos
7.6 – FISIOTERAPIA
PRODUTIVIDADE - Controle de atendimentos e procedimentos:
- ENFERMARIAS DE NEUROCIRURGIA
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 624
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 550
CPAP/BIPAP 0
ORIENTAÇÕES 70
- ENFERMARIAS DE ORTOPEDIA
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 338
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 597
CPAP/BIPAP 0
ORIENTAÇÕES 165
- ENFERMARIAS DE PEDIATRIA
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 252
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 24
CPAP/BIPAP 2
ORIENTAÇÕES 107
- ENFERMARIAS DE CIRURGIA VASCULAR
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 187
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 183
CPAP/BIPAP 0
ORIENTAÇÕES 38
AVALIAÇÃO: 31
- ENFERMARIAS DE CLÍNICAS UNIFICADAS
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 1.281
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 1.138
CPAP/BIPAP 5
- UTI 1
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 912
ATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. C/ COMPL. SISTÊMICA 1.857
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 1.458
TOTAL DE EXTUBAÇÕES PROGRAMADAS 9
VENTILAÇÃO NÃO -INVASIVA 64
REEXPANSÃO 84
- UTI 2
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 406
ATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. C/ COMPL. SISTÊMICA 538
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 622
TOTAL DE EXTUBAÇÕES PROGRAMADAS 13
VENTILAÇÃO NÃO -INVASIVA 25
REEXPANSÃO 13
- UTI 3
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 445
ATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. C/ COMPL. SISTÊMICA 497
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 558
TOTAL DE EXTUBAÇÕES PROGRAMADAS 5
VENTILAÇÃO NÃO -INVASIVA 8
REEXPANSÃO 17
- UPO
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 366
ATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. C/ COMPL. SISTÊMICA 671
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 605
TOTAL DE EXTUBAÇÕES PROGRAMADAS 9
VENTILAÇÃO NÃO -INVASIVA 36
- SALA AMARELA
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 117
ATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. C/ COMPL. SISTÊMICA 204
ASSISTÊNCIA A PACIENTE EM PCR: 38
TRANSPORTE DE PACIENTE EM VM 34
VENTILAÇÃO NÃO -INVASIVA 49
AUXÍLIO A IOT: 56
REEXPANSÃO 0
- EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 133
ATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. C/ COMPL. SISTÊMICA 13
ATENDIMENTO PRÉ E PÓS OPERATÓRIO NAS DISFUNÇÕES MÚSC-ESQUELÉTICAS 15
CPAP/BIPAP 18
ORIENTAÇÕES 79
- EMERGÊNCIA ADULTO
QUANTIDADEATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. S/ COMPL. SISTÊMICA 117
ATENDIMENTO PACIENTE COM TRANSTORNO RESP. C/ COMPL. SISTÊMICA 204
VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA 49
7.7 - ODONTOLOGIA NAS UTI’S
Relatório de Atendimentos do Serviço de Odontologia UTI’s Mês de Outubro de 2014
Itens
Quantitativo
Boa Higiene Oral
50
Alterações da Mucosa Oral
06
Saburra Lingual
35
Candidíase
02
Lábio Lesionado
13
Língua Lesionada
04
Sutura
00
Higiene Relativa
35
Higiene Deficiente
22
Mobilidade
15
Extração (por dente)
01
Ulcera Aftosa
07
7.8 - SESMET
No mês de Outubro, o SESMT realizou Diálogos de Segurança nos setores assistenciais em grande escala. O SESMT realizou a entrega dos EPIs e orientou os colaboradores sobre como evitar acidentes de trabalho na atividade que realizam e o que fazer caso sofram um acidente de trabalho ou de trajeto.
7.9 - NEP (NÚCLEO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE)
No mês de outubro, foram treinados e/ou receberam informações relevantes 555 colaboradores (há repetição de colaboradores em dois ou mais cursos) em um total de 1140,5 homem/hora distribuídos em 16 treinamentos ministrados dentro da unidade.
Os cursos e eventos externos envolveram a participação de 02 colaboradores das áreas administrativa, em um total de 16 homem/hora em cursos fora da unidade.
A Pró-Saúde conta com 2197 colaboradores cadastrados no HEGV referentes ao mês de outubro (dado informado em 04/11/2014 pelo RH/DP). Considerando esta informação, o valor do indicador Evolução de Treinamento no período foi 2,05.
Análise comparativa mensal:
Houve um aumento no número total de colaboradores ativos no período, entretanto o número de horas de treinamento e no número de colaboradores treinados foi menor, mesmo assim redundou em uma melhora do indicador Evolução de Treinamento em relação ao período anterior. A justificativa para esse declínio é a falta de aderências dos colaboradores aos treinamentos. Já solicitei uma reunião com todas as lideranças para alinharmos uma estratégia produtiva.
0,56
0,82
2,05
0
0,5
1
1,5
2
2,5
Agosto
Setembro
Outubro
FOTO DOS EVENTOS E TREINAMENTOS
Foi organizado pelo NEP em parceria com outros setores, a programação do dia das crianças, onde vários colaboradores se vestiram de super heróis e visitou as crianças internadas na pediatria do HEGV e do PS. Além de distribuir balões com formatos de bichinhos.
A Coordenadora da nutrição se vestiu de princesa e contou história sobre os alimentos, fazendo uma apresentação lúdica com as crianças.
Em sensibilização ao “Outubro Rosa” o NEP solicitou aos colaboradores que vestissem uma blusa rosa nos dias das palestras.
Treinamento sobre coletas, realizado pelo laboratório DASA
8– EVOLUÇÃO FINANCEIRA
A demonstração da evolução financeira da Unidade, conforme gráfico abaixo, mostrou uma sazonalidade entre abril a outubro, onde pode-se notar que as Receitas, levando-se em conta o regime de “caixa” ou seja, da entrada do recurso, teve um descompasso em relação ao valor contratual. Acreditamos que esse evento ocorreu devido a gestão parcial da Unidade, onde conforme já mencionado neste relatório, os serviços de apoio como SND, Limpeza, Segurança, Manutenção entre outros estavam sendo oferecidos pelo Estado. Isto até certo ponto não prejudicou o resultado da Unidade, entretanto mesmo considerando o regime de caixa, não foram possíveis as reservas trabalhistas legais, como Férias e 13º. Salario. Cabe ressaltar que o saldo residual de Outubro no montante de R$ 3.050.293,91, deverão cobrir a despesa pertinente a Folha de Pagamento cujo vence no 5º. dia útil subsequente, ou seja mesmo pelo regime de caixa, esse montante já está comprometido para essa rubrica, sendo insuficiente para quita-la, uma vez que a Folha de Pagamento mensal está em torno R$ 8 mi.
Valores em Reais
Saldo 30/10/2014
3.050.293,91Provisões Trabalhistas
14.466.441,66Ordenados a Pagar Referente a Outubro
8.022.243,91Saldo Real
(19.438.391,66)ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO B - TOTAL DE RECEITAS 8.662.193,45 17.382.340,93 13.000.234,25 39.283.112,99 22.703.040,62 11.430.820,03 10.908.657,84 C - TOTAL DE DESPESAS 11.911.026,57 20.639.939,15 13.270.167,90 20.603.242,86 29.995.104,23 17.903.964,08 12.783.235,48 SALDO MENSAL FINAL (A)+(B)-( C) 3.538.482,52 280.142,73 10.209,08 18.690.079,21 11.398.015,60 4.924.871,55 3.050.293,91
0,00 5.000.000,00 10.000.000,00 15.000.000,00 20.000.000,00 25.000.000,00 30.000.000,00 35.000.000,00 40.000.000,00 45.000.000,00
Em relação a evolução do fluxo de caixa, podemos observar a representatividade de cada rubrica, conforme gráfico abaixo, os maiores grandes grupos estão centralizados nas Outras Despesas Operacionais e Pessoal. No que tange a Outras Despesas tem uma representatividade devido a movimentação de transferências entre as Unidades. Já no quesito de Pessoal observa-se a curva ascendente do valor gasto devido justamente devido a migração dos serviços. Gostaríamos de ressaltar que essa análise é feita pelo fluxo de caixa, com isso as despesas alocadas são aquelas que foram devidamente pagas, ou seja conforme nosso balancete mensal, serviços como terceiros ou representantes de medicamentos e materiais, estão vencidos comprometendo a operação da unidade.
3.868.571,26 5.207.402,85 4.606.735,24 7.473.412,92 7.503.740,01 7.349.133,85 8.449.191,21 6.208.994,73 13.353.134,89 6.433.810,42 11.216.266,64 20.163.384,09 7.557.362,08 1.099.211,46 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO
HEGV - EVOLUÇÃO - FLUXO DE CAIXA
9 – INDICADORES DA UTI
60,19 46,23 39,53 46 41,5 38 36,4 35,8 41,8 35,6 37,9 35 36,2 34 32,8 33,6 33,6 29,4 20 30 40 50 60 70HEGV - TAXA MORTALIDADE - %
HEGV Linear (HEGV)
108 106 129 113 118 125 107 148 172 146 140 143 130 194 262 271 247 277 2,9 2,9 3,5 3,1 3,2 3,4 2,9 4,0 4,6 3,9 3,8 3,9 3,5 4,1 4,4 4,6 4,2 4,7 0 1 2 3 4 5 6 7 -20 30 80 130 180 230 280
HEGV - TOTAL MENSAL DE SAÍDAS
10,22 10,64 7,77 10 9,9 8,35 9,33 9,27 6,44 6,4 8 8,4 8,2 6,2 6,6 6,4 6,7 6,36 5 6 7 8 9 10 11
HEGV - Tempo médio de permanência na UTI (dias)
HEGV Linear (HEGV)
INDICADORES DE RESULTADOS jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14
Taxa de PAV 0 0 5,43 1,86 3,6 1,72 3,18 3,61 4,5 0,93 dias de VM 446 438 552 539 556 581 942 832 895 1079 Tempo médio de VM 5 5 5 6 6 5 6 6 6 7 mediana dias VM 4 3 3 4 3 5 4 4 4 4 Falha de extubação 10% (2/21) 0% (0/17) 35% (8/23) 35% (9/26) 26% (9/35) 17% (5/29) 17% (7/42) 11% (4/38) 4% (4/32) 29%(10/35) % traqueostomias no periodo 6,94 4,14 21,28 18,88 16,15 10,84 6,49 13,28 9,31 7,45
extubação acidental - TOT 0 0 2 4 4 2 1 2 6 13
extubação acidental - TQT 0 0 0 2 1 2 0 2 3 1
10 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este relatório demonstrou as atividades referente a gestão do Hospital Getúlio Vargas no mês de Outubro, onde estão sendo organizados as ações efetivas para assumirmos a Gestão Integral da Unidade. Foram vistas as empresas que estão fornecendo os serviços e negociado a continuidade até a efetiva contratação através das cotações de preços. No que tange ao estoque foram realizados os inventários a fim de migra-los da LOGRIO para nosso estoque.