Estudo dos potenciais naturais da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Turabão/ RN para o Ecoturismo Educativo Comunitário

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Estudo dos potenciais naturais da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Turabão/ RN para o Ecoturismo Educativo Comunitário

Heleriany de Medeiros Madeiros1, Samir Cristino de Souza2.

1Graduanda em Licenciatura em Geografia – IFRN. Bolsista do CNPq e-mail: helerianymadeiros@hotmail.com 2Professor Doutor do IFRN – IFRN e-mail: samir.souza@ifrn.edu.br

Resumo: A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão é pioneira no Rio Grande do Norte e resultou das reivindicações dos moradores da comunidade contra os grandes empreendimentos da carcinicultura e do ramo hoteleiro, criada em 2003, a RDSETP tem como objetivo principal, preservar a natureza e, ao mesmo tempo, assegurar as condições e os meios necessários para a melhoria dos modos e da qualidade de vida das populações tradicionais, bem como valorizar, conservar e aperfeiçoar o conhecimento e as técnicas de manejo do ambiente por essas populações. Os potenciais naturais analisados foram o manguezal, a praia, as dunas, a restinga, as lagoas interdunares, as falésias e a caatinga. O presente trabalho busca analisar os potenciais naturais encontrados na reserva, para a implantação do Ecoturismo Educativo Comunitário, que é modelo de turismo sustentável, objetivando uma melhor elucidação dos conceitos dos aspectos geomorfológicos para a educação ambiental, a sensibilização, a preservação e a proteção desses ecossistemas; o compromisso e a responsabilidade socioambiental para sustentabilidade da comunidade e dos ecossistemas locais, entre outras possibilidades educativas. Para a análise dos potenciais naturais da reserva foram necessárias leituras críticas de textos, levantamentos bibliográficos sobre a RDSEPT e seus ecossistemas, vistas in loco como etapa fundamental da pesquisa, bem como entrevistas com os moradores das comunidades. Espera-se com esse trabalho contribuir para a implantação de um turismo sustentável que preserve os potenciais naturais e culturais das comunidades da reserva.

Palavras–chave: Ecossistemas, Ecoturismo Educativo Comunitário, Ponta do Tubarão 1 INTRODUÇÃO

No Brasil, no ano 2000, o Conselho Nacional de Meio Ambiente, criou a Lei nº 9.985/2000, com a finalidade de preservar ambientes do patrimônio natural e cultural nacional. Nela consta que a União, os estados e os municípios podem criar novas Unidades de Conservação. Nessa Lei Nacional, consta que as unidades são definidas como áreas que possuem características naturais relevantes e cujo ecossistema necessita de proteção e conservação. A criação dessas unidades de conservação é de suma importância para a preservação dos ecossistemas, o que proporciona pesquisas científicas, manejos e propostas de educação ambiental na busca pela conservação do meio ambiente. Segundo a Lei Nacional nº 9.985/2000 (BRASIL, 2000), as Unidades de Conservação dividem-se em dois grupos: as Unidades de Proteção Integral, que têm como objetivo básico preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, com exceção dos casos previstos na lei n° 9.985 de 18 de julho de 2000 como institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC); e as Unidades de Uso Sustentável, cujo objetivo é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais.

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão (RDSEPT) se enquadra nesse segundo grupo, pois, como o próprio nome destaca, partilha da conservação do meio ambiente com o uso sustentável dos recursos naturais locais. De acordo com o Instituto de Desenvolvimento do Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (IDEMA/RN), a área da Reserva compreende um território com 12.960 Ha, abrangendo áreas dos municípios de Macau e Guamaré, litoral setentrional do estado do Rio Grande do Norte, nas quais se localizam as comunidades de Barreiras, Diogo Lopes, Sertãozinho e Mangue Seco.

O objetivo do trabalho é apresentar o potencial natural da Reserva para a implantação do Ecoturismo Educativo Comunitário, que é um modelo de turismo sustentável, em que seja possível promover o conhecimento científico dos ecossistemas locais da RDSEPT, promover atividades de

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educação ambiental para sensibilização, preservação e a proteção desses ecossistemas, entre outras possibilidades educativas.

2 MATERIAL E MÉTODOS

Para o desenvolvimento do trabalho foram feitos levantamentos bibliográficos e visitas in loco, como etapa fundamental para a análise dos potenciais naturais da reserva para o Ecoturismo Educativo Comunitário, bem como entrevistas abertas com moradores locais e rodas de conversas com os grupos de trabalho responsáveis pela RDSEPT.

Nas reuniões com os moradores e com os grupos de trabalho da RDSEPT, discutiram-se profundamente os atrativos turísticos da Reserva, a implantação do modelo de ecoturismo proposto e a participação da comunidade nesse projeto. Sendo assim, nessas reuniões e também nos percursos realizados pela reserva, os dados foram coletados informalmente.

As visitas aos potenciais naturais em estudo, na maioria das vezes, eram acompanhadas por moradores locais que trabalham como guias de turismo, nos conduzindo pelas rotas, tanto marítimas quanto terrestres. Para que houvesse tais visitas foram necessários planejamentos com os moradores para traçar a roteiro da visita e também para garantir que a vivência fosse bastante proveitosa para o grupo de pesquisadores.

Vale salientar que os percursos feitos de barco ficavam sujeitos as tábuas de marés, já que parte dos trechos só poderia ser realizada com a maré cheia, todos os percursos, foram realizados tomando por base as tábuas de maré dos municípios de Macau e Guamaré. Também utilizamos para registro das visitas, câmeras fotográficas, gravadores de voz e registro escrito das observações dos pesquisadores. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ESTADUAL PONTA DO TUBARÃO/ RN

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, localiza-se nos territórios dos municípios de Macau e Guamaré (ver Figura 1), litoral setentrional do Rio Grande do Norte. É a primeira reserva do Estado, criada em 2003, como resultado de intensas reivindicações populares contra os grandes empreendimentos turísticos e dos ramos da carcinicultura no litoral do Rio Grande do Norte.

Com uma vasta diversidade natural, a RDSEPT se caracteriza pelo sistema estuarino do chamado Rio Tubarão, a baía da Ponta do Tubarão, além de restingas e dunas adjacentes. Nas visitas realizadas à reserva foi possível observar a presença de dunas móveis que formam falésias protegendo o mar aberto da enseada onde localizam-se pequenas ilhas cobertas de vegetação típica de mangue, além da grande diversidade de animais marinhos e terrestres, como o cavalo marinho e o canário do mangue. A vegetação é composta por diversos tipos de mangue, tal qual o mangue vermelho, que é ambiente propício para existência do caranguejo vermelho e o aratu; além do mangue canoé, onde se reproduz o caranguejo branco; o mangue manso e o mangue ratinho.

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A reserva, segundo Nobre (2005, p. 49), “abrange cerca de 13 mil hectares, sendo constituídos de um ecossistema formado por mar, estuário, manguezal, dunas, restinga e caatinga, com uma população estimada em pouco mais de 4 mil habitantes.”

ECOSSISTEMAS DA RDSEPT

A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Ponta do Tubarão, apresenta tal designação por estar em uma área de ambiente marinho e terrestre, compreendendo na sua porção marinha o que a comunidade chama de Rio Tubarão, sendo cientificamente caracterizado como braço de mar, formando uma ilha denominada ilha da Ponta do Tubarão, pequena faixa de terra faixa, “parcialmente alagada com as marés, que tem a forma semelhante a um tubarão, as dunas, a restinga e uma parte mais continental de caatinga típica.” (CUNHA, 2006, p.25).

MANGUEZAL

Segundo o Ministério de Meio Ambiente (2001), os manguezais são ambientes formadas pelo encontro da água doce e salgada, típicas de ambientes estuarinos, de baías e lagoas costeiras. As superfícies dos manguezais ora encontram-se expostas, ora inundadas devido à variação das marés, são caracterizadas pela vegetação, fauna; lama escorregadia de coloração cinza e de odor fétido, devido à intensa atividade biológica e a salubridade proveniente das águas. O ecossistema de mangue é considerado um dos indicadores ecológicos mais importantes do planeta, já as restingas, são faixas de areias depositadas ao longo dos anos devidos as variações de marés, a restinga também é a denominação da vegetação desse ecossistema. De acordo com Cunha (2006, p.15), a RDSEPT, “é pioneira para a região nordeste e é a primeira do Brasil inserida na Caatinga, envolvendo ainda representações do manguezal e da restinga”.

Entre os manguezais da RDSEPT surgem inúmeras ilhotas, muitas delas de difícil acesso, sendo necessário descer das embarcações e caminhar pelo solo do mangue, além disso, é possível realizar inúmeras atividades nas regiões do manguezal, dentre elas: caminhadas pela costa/ praia e exercícios pedagógicos de interpretação ambiental.

PRAIA

As praias, segundo o art. 10 da Lei Nacional de Gerenciamento Costeiro são:

áreas cobertas ou descobertas periodicamente pelas águas acrescida da faixa subseqüente de material detrítico, tal como areias, cascalhos, seixos e pedregulhos até o limite onde se inicie a vegetação natural, ou, em sua ausência, onde comece um outro ecossistema. (BRASIL, 1988)

A praia localiza-se ao norte da reserva, apresentando ligação com o braço de mar, servindo de importante rota para evacuação e entrada das embarcações dos pescadores que vão pescar em alto mar. A costa, como é denominada pelos moradores da comunidade, não é povoada, mas é utilizada para o lazer da comunidade nos fins de semana e como ponto de apoio para os pescadores.

Na praia da reserva é possível desenvolver atividades, como caminhadas, corridas, banhos de mar ou no braço de mar e também pode ser servir como ponto de descanso.

DUNAS

Na maior parte do litoral do Rio Grande do Norte é possível encontrar a presença de dunas, formadas pela deposição eólica dos sedimentos de origem marinha, com altura e comprimento variáveis, sendo classificadas como fixas por possuírem em sua superfície vegetação; e móveis aquelas que não possuem vegetação.

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RESTINGAS

Ainda na reserva é possível encontrar ao longo da sua paisagem ambientes de restinga, “termo empregado para designar os depósitos marinhos litorâneos e depósitos de material continental cuja idade geralmente não ultrapassa 5100 anos e também é genericamente denominada de planície litorânea” (SUGUIO, 2003), apresentando uma vegetação típica desse ecossistema.

A restinga da reserva apresenta ao turista ou visitante uma opção de acesso à praia, sendo possível visualizar o núcleo urbano da RDSEPT e o ecossistema de mangue.

LAGOAS INTERDUNARES

As lagoas interdunares surgem associadas à presença das dunas, estas servindo como fonte de alimentação e equilíbrio, as águas que formam essas lagoas, surgem da superficialidade do lençol freático, sendo o volume das águas influenciado pelos períodos de verão e inverno.

Na reserva tais lagoas situam-se nos locais onde as dunas tem maior expressividade, sendo possível a prática do “esquibunda” e do nado, além de atividades de contemplação da natureza.

FALÉSIAS

Segundo Silva (2008, p.90), as “falésias são formadas quando pacotes de sedimentos mais antigos, consolidados, são expostos a ação direta das ondas do mar”, em sua grande parte não possuem cobertura vegetal, podendo classificar como falésia viva ou morta, quando do contato ou não com o mar.

É possível encontrar na RDSEPT falésias no município de Chico Martins, servindo de mirante para a Ponta do Tubarão e da usina eólica, ponto de parada para banho nas águas mais rasas da região e também para atividades pedagógicas na área da Geologia e Geomorfologia.

ECOTURISMO EDUCATIVO COMUNITÁRIO NA RDSEPT

O Ecoturismo Educativo Comunitário, segundo Madeiros e Souza (2012), é um modelo de ecoturismo desenvolvido com o objetivo de tentar promover o conhecimento científico dos ecossistemas locais onde ocorre a visitação; a educação ambiental para sensibilização, preservação e a proteção desses ecossistemas; a interação com a cultura local, bem como o compromisso e a responsabilidade socioambiental para sustentabilidade da comunidade e dos ecossistemas locais.

Nesse sentido, Siqueira e Souza (2010) afirmam que a prioridade para o Ecoturismo Educativo Comunitário é conhecer locais que possuam características ambientais que possam ser estudadas ou locais onde a biota se encontra em estado mais primitivo e conservado. Assim, a RDSEPT apresenta todas as características pelo seu potencial natural para o desenvolvimento desta atividade.

O caráter educativo, a pesquisa científica e preservação são objetivos importantes para a atividade do ecoturismo, mas a interação com a comunidade para conhecer seus hábitos alimentares, suas festas e tradições culturais completam o objetivo do Ecoturismo Educativo Comunitário proposto. Esta atividade turística proporciona aos interessados uma relação com a natureza e tenta promover a conscientização à preservação dos recursos naturais e culturais para que as futuras gerações também possam desfrutar desse ambiente. Ela exige um planejamento por parte de quem promove, pois este tem características próprias, diferente de outros segmentos do turismo.

Os vários pontos para um planejamento de ecoturismo educativo são:

• Conhecer o grupo de visitantes;

• Saber quais os objetivos da visita;

• Escolher o local para visitação;

• Definir o roteiro, dia e horário da visita;

• Comunicar a comunidade local da visita;

• Preparar antecipadamente o que será necessário levar;

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• Informar aos guias locais o roteiro e objetivos da visita;

• Preparar os temas e as atividades a serem desenvolvidas com os visitantes;

• Preparar a avaliação a ser realizada ao final da visita.

Ressaltamos que esse planejamento deve ser realizado, quando possível, com a comunidade local visando consolidar a integração do grupo promotor com a comunidade a ser visitada. Quando isso não for possível, ao chegar ao local da visitação os promotores devem partilhar o planejamento com os responsáveis pelo turismo na comunidade antes da realização das atividades pelo grupo visitante.

O Ecoturismo Educativo Comunitário apresenta como características, o número reduzido de participantes e um atendimento individualizado, visando uma estreita relação entre os fomentadores e os grupos de visitação, além dessas características, ainda aparece a que diz respeito ao meio ambiente, “as visitas não devem ser invasivas para não causar impactos ambientais ao meio visitado proporcionando uma observação mais tranquila e sem pressa para que o aprendizado possa ser mais efetivo” (SIQUEIRA; SOUZA 2010, p. 07).

Portanto, o Ecoturismo Educativo Comunitário tem como objetivo final encontra na RDSEPT as características ótimas para a promoção de vivências, visando à conscientização dos problemas ambientais, contribuindo com a formação de turistas cidadãos empenhados em defender as práticas ecológicas, a respeitar a biodiversidade bem como a cultura das comunidades tradicionais.

4 CONCLUSÕES

O estudo das potencialidades da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, localizada no Rio Grande do Norte nos municípios de Macau e Guamaré, é de extrema relevância para o Ecoturismo Educativo Comunitário, pois tal atividade turística pretende promover um turismo consciente com fins educativos para a sensibilização ambiental, além de gerar desenvolvimento para os moradores da região, através de pesquisa qualitativa e quantitativa pode-se mensurar se os resultados da implantação desse modelo foram alcançados.

Do ponto de vista científico, ela pode ser palco de inúmeros estudos, um exemplo deles seria fazer estudos sobre os ecossistemas litorâneos, ou a geomorfologia do local.

Como o Ecoturismo Educativo pretende-se promover visitas controladas, tanto no que diz respeito ao número de pessoas quanto aos objetivos e atividades propostas de caráter didático científico, e que o grupo possa usufruir e vivenciar a paisagem e a cultura a fim de promover a sensibilização para a conservação e a sustentabilidade dos ecossistemas locais esse modelo está plenamente de acordo com os objetivos da RDSEPT.

Vemos também que o Ecoturismo Educativo Comunitário proposto para a reserva deve levar em consideração algumas situações importantes para o desenvolvimento do mesmo:

• A situação geográfica da região (litoral, montanha, meio rural, entre outras);

• As áreas do conhecimento envolvidas (saberes tradicionais, histórico, gastronômico, científico, ambiental, entre outros);

• Tipo de atividade envolvida (lazer, educativa, aventura entre outras);

• Público envolvido (adolescentes, jovens, adultos e grupos mistos e específicos);

• Sustentabilidade local (curto médio e longo prazo).

Portanto, o estudo dos potenciais naturais da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Ponta do Tubarão para o Ecoturismo Educativo Comunitário se configura como uma atividade viável pela sua capacidade de promover de promover o conhecimento científico ajudando a preservar os ecossistemas a sustentabilidade local dos seus moradores, e promover a sensibilização dos visitantes para a importância de conservar os espaços naturais e as tradições das comunidades locais tornando o indivíduo mais comprometido com a responsabilidade socioambiental.

AGRADECIMENTOS

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trabalho fosse realizado e a comunidade da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão pelo acolhimento e hospitalidade no desenvolvimento da pesquisa.

REFERENCIAS

BRASIL.MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Manguezais: educar para proteger. Brasília, 2001. BRASIL. Lei 7.661, de 16 de maio de 1988. Instituio Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e dá outras providências. Disponível em: < http://jusvi.com/artigos/40597>. Acesso em: 31 ago.2012 BRASIL. Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Lei n. 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema

Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=322>. Acesso em: 31 ago.2012 CUNHA, Rúbia Carlas Macêdo da. Análise de potencialidades e restrições ao ecoturismo: o caso da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão-RN. UFRN/PRODEMA. Natal, 2006.

IDEMA/RN. Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão. Disponível em:

<http://www.idema.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/idema/unidades_de_conservacao/gerados/po nta_do_tubarao.asp>. Acesso em: 31 ago. 2012.

MADEIROS, H.M; SOUZA, S. C. de. Ecoturismo Educativo Comunitário: uma proposta para a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão/RN. In: SEABRA, Giovanni (Org.). Comunidades, Natureza e Cultura no Turismo. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB. 2012, p. 1299-1307. Disponível em:

<http://www.turismosertanejo.com.br/noticias/visualizar/id/113>. Acesso em: 4 set. 2012.

NOBRE, Itamar de Morais. Revelando os modos de vida da Ponta do Tubarão: a fotocartografia sociocultural como uma proposta metodológica. Natal: EDUFRN, 2011.

SIQUEIRA , C. F de; SOUZA, S. C. de. Ecoturismo educativo de base comunitária. Conferência da Terra. 2010.

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