STEALING BEAUTY POSSESSING BEAUTY 02

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STEALING BEAUTY POSSESSING BEAUTY 02

MADISON FAYE

Ela tem sido minha desde o momento que a vi. Esta noite, eu vou ter certeza que todo mundo saiba disso.

Os tabloides me chamam de "Príncipe Magnum", e não é porque eu tenho um grande Reino.

Um "Baile de pretendentes" real, cheio de mulheres da realeza intocadas, deveria ser um buffet para um homem como eu. Não importava qual era a linhagem de uma mulher...depois que eu olhasse para ela, ela ia ficar de joelhos em minutos.

Mas isso foi antes de eu entrar e colocar os olhos nela. Princesa Imogen.

Ela é doce e intocada, com olhos que imploram para eu leva-la, sua inocência que está apenas esperando para ser reivindicada. Uma vez que eu a tenha visto, nada vai me impedir de levar o que é meu...

E Imogen vai ser minha.

Um "Baile de pretendentes" para lhe encontrar um marido, né?

Foda-se isso.

Ela é minha e só minha desde o minuto em que coloquei os olhos nela. E esta noite, vou fazer esta princesa minha rainha.

* NOTA que cada um dos livros são completamente histórias autônomas centradas em torno de um casal, sem suspense.

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ROUBANDO A BELEZA É um conto de fadas moderno, rápido e imundo, envolvendo um herói alfa totalmente obcecado e amor instântaneo, quente e açucarado, para tornar seus sonhos realidade. Se você ama livros curtos, um pouco irrealista e histórias descontroladamente sujas, este é para você!!

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CAPÍTULO 01

IMOGEN

Eu tomei uma respiração instável, meus olhos verdes encontraram meu próprio olhar no espelho. Meu lábio tremia, e eu podia ver o meu nervosismo e um rubor rosa por toda a minha bochecha. Eu tomei outro fôlego, apertando meus punhos em meus lados e fechando meus olhos. Eu estava temendo essa noite por semanas e agora ela chegou.

O baile. Especificamente, o baile que meu pai o rei Lucian de Avlion estava dando para todos os "solteiros e solteiras elegíveis" entre os reinos, agora que ele finalmente tinha decidido que suas filhas estavam prontas para o casamento.

Ou até mesmo namoro, já que nem eu nem minhas irmãs realmente fizemos alguma dessas coisas também. E eu tinha 20 anos.

Eu sabia que meu pai queria o melhor para nós, não deixar suas filhas de dezoito, vinte e vinte e um anos de idade buscar parceiros até agora não foi um show de costumes antiquados como minha irmãzinha Isla sempre disse. Ele estava realmente nos protegendo e nos dando tempo para ter uma visão adequada do mundo antes de começar à procura de alguém para compartilhar nossas vidas. E além disso, a maioria dos príncipes tinham horríveis reputações como mulherengos.

Mas essa noite deveria ter sido algo que eu tinha esperado ansiosamente, não secretamente me encolhendo. Afinal, os meus pais tinham convidado todos os tipos de príncipes de reinos vizinhos, incluindo o príncipe que era um sonho, Príncipe Chester de Montagne. Eu seria uma idiota para pensar que eu era a única princesa que tinha os olhos nele, mas ele tinha escrito para meu pai três vezes

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nas últimas semanas, mencionando como ele estava animado para o baile e para me encontrar.

Eu sei, eu sei. Acredite, eu entendo como isso parecia estranho no mundo moderno de celulares, Facebook e snapchat estar dando bailes para príncipes e princesas se comprometerem, mas foi nessa vida que nasci, e assim como Isla e até mesmo minha irmã mais velha, Ilana, era a vida real que nós vivemos, eu realmente gostava.

Bem, exceto por esta noite.

Porque, sim, Chester estava vindo, e sim, o Palácio inteiro tinha sido preparado maravilhosamente para o baile e sim, meu vestido verde-limão brilhante, com os ombros expostos e guarnição de ouro pareciam surpreendentes e fez meu cabelo vermelho e olhos verdes se destacarem.

Mas havia uma nuvem de tempestade pairando sobre esta noite. Uma nuvem de tempestade escura, com a boca suja, grosseira, falante, pervertida, escandalizante e moralmente repugnante. E essa nuvem de tempestade tinha um nome:

Príncipe Magnus Jameson.

O príncipe absolutamente repugnate, com muitos escândalos em tablóides do Reino de Zale.

O absolutamente bruto, ridiculamente pretensioso, incrivelmente arrogante e injustamente lindo Príncipe Magnus.

E eu digo injustamente, porque isso não era justo. Não era justo que alguém tão detestável e com uma terrível reputação, também pode ser o homem mais atraente e de fazer parar o coração que eu já tinha visto. Espesso cabelo castanho

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escuro, penetrantes olhos azuis e um absolutamente lindo sorriso derrete calcinha naquele rosto perfeito, esculpido e bonito. Ombros largos, braços fortes, e desde que eu infelizmente vi ao ler os tabloides e ver as fotos em várias praias e iates, um corpo absolutamente esculpido em mármore.

O príncipe Magnus, mas depois, os tabloides tinham um novo nome para ele ultimamente:

Príncipe Magnum.

Tente adivinhar ao que se referia...

Eu corei em meu espelho do quarto, tremendo e rapidamente fechando meus olhos novamente quando a memória daquele dia voltou com o habitual calor que sempre trazia. Tinham passado quatro semanas, e nunca devia ter acontecido.

Meus pais tinham acreditado que eu tinha ido ao sul de Espanha para fazer algum trabalho voluntário para sem tetos em algumas das áreas mais pobres.

Afinal de contas, ajudar sempre que podia as pessoas que não tinha tido a sorte completamente aleatória de ter nascido em uma Família Real. E eu tinha ido a uma das favelas de Valencia para ajudar, mas eu tinha saído do itinerário.

Eu não tenho certeza porque eu menti para meu piloto sobre meu pai estar perfeitamente ciente de mim indo para Ibiza. Não sei por que eu fiz Check In em um hotel sob um nome falso, ou por que eu tinha comprado o maior par de óculos de sol, daqueles que deixavam estrelas de cinema incógnitos, e o maior chapéu com aba que pude encontrar. Talvez fosse porque tinha acabado de fazer 20 anos, e eu só queria algo excitante. Eu queria fazer algo um pouco louco, eu acho que pela primeira vez.

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Isso durou um dia. Eu tinha ficado à beira da piscina, eu bebi exatamente duas taças de vinho no bar do hotel, então eu fui lá para cima para mudar de roupa para sair.

E isso foi quando eu fui apresentada ao príncipe Magnus.

Não, isso foi quando eu fui apresentada ao Príncipe Magnum.

No começo, tive um pensamento horrorizado que de alguma forma tivesse ido para a suite errada. Mas haviam apenas três suites assim no hotel e eu sabia que eu estava em uma a direita do elevador.

Eu queria gritar, mas era como se eu estivesse congelada no local e apenas olhando para a visão que me cumprimentou quando eu entrei. Congelada, escandalizada, incarando e incrivelmente e terrivelmente ligada.

Porque lá, estendido e sentado na minha cama, sem nenhuma peça de roupa naquele corpo absolutamente lindo, estava o príncipe Magnus.

… Com cada polegada de seu... bem, Magnum estando em atenção.

Senti o calor no meu rosto, para não mencionar em outros lugares quando meus olhos cairam para sua enorme... coisa, pulsando e dura entre as pernas.

Todos os instintos de gritar, ou virar e fugir, ou mesmo deviar o olhar simplesmente desapareceram quando olhei para ele, era como se eu estivesse hipnotizada.

Não há nenhuma maneira que isso realmente estivesse acontecendo.

Não mesmo, exceto pela prova que estava sentado lá com um sorriso arrogante no rosto, as mãos atrás da cabeça, seu abs flexionando, um sorriso no

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rosto, e maior pau que eu poderia ter alguma vez imaginado pulsando entre as pernas.

Os tabloides geralmente publicam histórias fora de proporção. Não esta aqui. Não a história do "Príncipe Magnum".

… Essa era uma coisa, que eles tinham acertado.

Foi ele que quebrou o silêncio.

"Pediu algum serviço de quarto, Claire?" Ele disse com um sorriso maroto, balançando seus quadris apenas o suficiente para fazer seu pau enorme balançar um pouco no ar.

Soltei um pequeno som, minha mão voando para minha boca, quando os meus olhos de alguma forma ficaram ainda maiores.

Claire.

Ele usou meu nome falso, o que eu usei quando tentava viajar sob o radar, ou quando eu estava em uma área menos segura para fazer trabalho de caridade.

Ou fazendo Check In em hotéis em Ibiza, Espanha, sem o conhecimento dos meus pais.

"Como ..."

As palavras não estavam se formando, e meu olhos ainda não desviaram para longe de sua virilha.

"Como eu entrei aqui, desde que não teve a oportunidade de me implorar pra vir ainda?" Ele riu arrogantemente, flexionando um pouco e dando um outro sorriso lindo para mim.

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Eu ruborizei em um vermelho profundo, quando a ridícula petulância com um toque perverso dele me bateu.

"Sim, Sim," Finalmente falei, e finalmente desviei meus olhos para longe de sua ereção e olhei nos olhos dele com um rubor no meu rosto. "Como é que você entrou aqui?"

Ele sorriu. "Você sabe quem eu sou, bonita?"

Claro que sim, e ele viu no meu rosto antes que eu pudesse mentir.

"O que posso dizer?" Ele encolheu os ombros. "Eu te vi na piscina mais cedo, e eu sabia que eu tinha que ter você. Sou o dono deste hotel, então.... " Ele encolheu os ombros novamente, seus olhos passando sobre o meu corpo e me fazendo tremer com calor.

"Você pode me agradecer depois, querida, mas por agora, porque não move essa bunda quente e chegar mais perto."

Minha mandíbula caiu aberta.

Ele apenas sorriu, e antes que eu pudesse perceber o que estava acontecendo, ele desceu a palma da mão dele para seu pau grosso.

"Você sabe que você está morrendo para montar o Magnum".

E foi quando fugi. Me virei e de alguma forma consegui pegar minha bolsa e um vestido do armário e correr para fora da porta, descalça, por seis lances de escadas para o saguão, para o meu motorista e fui imediatamente para o aeroporto e voltei para Avlion.

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Isso foi há quatro semanas, e não consegui parar de pensar sobre aquele homem arrogante ou o que eu tinha visto entre as pernas dele desde então. E se a vida fosse justa, eu teria de alguma forma empurrado a memória da minha cabeça e seguido com a minha vida sem vê-lo novamente, o homem que tinha falado comigo como nenhum homem jamais falou, desde que claramente não sabia quem eu era.

Mas esta noite, o príncipe Magnus e eu iríamos estar cara a cara novamente.

Só que desta vez, não ia ser "Claire," que andava pelas piscinas do hotel de Ibiza em óculos de sol gigantes e chapéus de praia.

Desta vez, vou ser eu, Imogen Morningstar, princesa da coroa de Avlion, vinte anos de idade, virgem, solteira elegível, e absolutamente hipnotizada pelo mais arrogante, mais bruto, e mais lindo homem que já conheci.

Hoje ia ser horrível.

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CAPÍTULO 02

MAGNUS

"Vamos entrar lá e encontrar algumas almas gêmeas, "Eu sorri aos meus amigos, bombeando meus quadris lacivamente e provocando um gemido deles três. Caspian e Cade, os dois irmãos Charming, me bateram nos ombros quando entramos no "Baile de pretendentes" do Rei Lucian.

Cade e Caspian Charming, os príncipes gêmeos de Marland e nosso amigo sombrio Logan Príncipe de Torsund, somos amigos a muito muito. Afinal de contas, éramos jovens, fenomenalmente ricos, com boa aparência e da realeza — como, a realeza literal, com as coroas e os palácios e tudo. Tecnicamente, eu não era mesmo um príncipe mais. Eu, como meu amigo Logan em seu Reino de Torsund, eu era o príncipe regente de Zale, que significava que eu era o rei, embora não com o título ainda, não até eu me casar.

Hah—certo. Exceto que todos no meu conselho e provavelmente todos os cidadãos do meu país sabiam que nunca iria acontecer.

A coisa toda de "Reinos" e coroas e títulos foi datada, mas eu não podia reclamar. Nascer na vida e na linhagem de sangue que eu nasci me ofereceu uma vida que a maioria só sonhava — luxuosas festas, viagens de luxo e a capacidade de levar para a cama as mulheres mais quentes do planeta sem mover um dedo.

E eu aproveitei ao máximo de cada privilégio que esta vida me deu—

especialmente aquele último. Eu tinha uma reputação a zelar, que é o motivo de eu manter o movimento lascivo e sorriso arrogante até os outros caras terem virado a cabeça e subido as escadas para o Palácio do rei Lucian para o baile. Em

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seguida, o sorriso caiu de meu rosto e a nuvem negra que tinha estado lá, escondida por semanas, rastejou de volta.

Porque há quatro semanas atrás, eu tinha perdido meu charme.

Quatro semanas atrás, encontrei uma mulher como nenhuma que já conheci antes. Linda, equilibrada, misteriosa e sensual pra caralho. Mas o mais importante?

Imune a mim.

Ok, não totalmente. Eu tinha visto como os olhos dela me olharam. Eu tinha visto o rubor no rosto dela, a maneira que os olhos dela tinham dilatado. Eu tinha visto o jeito que os mamilos dela tinham endurecido sob o top do biquíni também.

Mas foi onde tudo tinha parado.

Claire D'Claire, vou dizer era um nome bizarro, mas eu não poderia ter dado uma merda sobre como ela se chamava depois que eu a vi naquele dia.

Estava na varanda da minha suite na cobertura, olhando para a praia e a piscina quando eu a vi. Ibiza não é realmente minha praia — até mesmo para um cara de festas como eu. Mas eu tinha começado a tentar levar os negócios um pouco mais a sério, e desde que era meu próprio negócio, tinha feito uma viagem improvisada até a ilha espanhola para fazer um balanço de como as coisas estavam funcionando.

Mas então a vi, e cada pedaço em mim que estava tentando ser racional e responsável foi fugindo.

Porque Santa foda.

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O cabelo vermelho chamou minha atenção primeiro, e o resto terminou de me atrair. Lindos cachos vermelhos, enfiados sob aquele grande chapéu de sol que ela usava. Pele de porcelana e um corpo que tinha meu pau duro em segundos. As curvas nos lugares certos, sardas, uma bunda que eu poderia cravar meus dentes - tudo embrulhado em um minúsculo biquíni azul.

Ali eu soube que ela seria minha. Afinal de contas, a maioria das mulheres eram, quando eu queria elas. Mas eu a queria mais do que qualquer coisa que eu podia lembrar. Eu queria tanto que eu realmente senti minha cabeça girar e meu coração bater mais forte. E diabos, eu nem mesmo podia ver seus olhos atrás daqueles óculos.

Este é o meu hotel, não demorou mais do que um telefonema para saber o nome dela, e descobrir que ela estava hospedada no corredor em uma das outras suites na cobertura e "Sim, sua Alteza, um gerente com um cartão de acesso estará ai logo."

Extremamente fácil.

O plano era simples. Esperar, mostrar a parte do meu corpo que parecia atrair garotas como um ímã e deixar os bons momentos acontecerem. Eu tinha a reputação e os rumores sempre rolavam, mas ultimamente, minha reputação tinha ido a um novo patamar, depois que o tabloide publicou um "Diga Tudo" de uma duquesa que eu tinha tido um caso alguns meses atrás que tinha decidido falar com a mídia.

Depois disso, o que eu estava fazendo com o pacote entre as minhas pernas não era só boato — foi manchete. "Príncipe Magnum", como me chamaram. Tinha dado uma boa risada, gostava do rolar de olhos e aplausos na parte de trás dos

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meus amigos e até gostei da atenção extra que a população feminina concedeu a mim.

Mas depois disso, se tornou irritante.

Mas o plano naquela noite em Ibiza era simples: Entrar no quarto dela, esperar e quando ela entrar, saudá-la com meu... pacote. Depois disso, tinha uma sensação muito boa que estaria ocupado até o dia seguinte.

As primeiras partes tinham saído perfeitamente. Eu tinha me despido e acariciado meu pau em um mastro-completo pensando em despir esse corpo apertado dela fora daquele biquíni com meus dentes. Eu tinha colocado em sua cama, um uísque, e eu sorri quando eu ouvi o cartão na porta. Claire entrou, e o rosto dela ficou mais vermelho do que seu cabelo, os lábios carnudos dela tinham se separado em forma de O e aqueles grandes olhos verdes cairam bem em meu pau.

Mas então, o plano desmoronou. Em vez de saltar em mim e me implorar para levá-la de alguma forma eu fosse gostar, como eu tinha imaginado, ela tinha feito exatamente o oposto.

Ela fugiu, Porra!!.

Literalmente, nenhuma mulher já tinha feito isso comigo.

Eu fui para meu quarto e me recoli, franzindo a testa quando me vesti para sair. Eu fui para os clubes e tentei me perder nas mulheres ansiosas e dispostas que me cercavam, mas tinha sido inútil.

Algo foi quebrado em mim. Eu não tinha interesse nas meninas que se jogavam em cima de mim, dispostos a se curvar para obter apenas um sabor de mim. De repente parecia barato e chato. Porra, eu nem era difícil.

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Eu tinha ido para casa sozinho naquela noite. E depois daquela noite. E depois disso...

Eu vou pular para o final: Eu tinha ido para casa sozinho nas últimas quatro semanas, desde que eu tinha visto Claire.

Ela me possuía de alguma forma. Ela me cativou e me prendeu de uma forma que eu não achei que poderia ser preso. Afinal, havia um monte de mulheres dispostas no mundo, e tinha 25 cm sólidos para cada uma delas.

Não mais, aparentemente. Porque aparentemente, meu magnum só ficava duro no pensamento de uma mulher agora.

Ah, certo, e ela não existia. A razão de Claire D'Claire parecer um nome muito estranho para alguém ter era porque ele era um nome muito estranho para alguém ter. O nome era falso, e o quarto tinha sido pago através de uma transferência on-line criptografada que nem mesmo eu consegui decobrir.

Tudo que eu tinha era um nome falso, uma memória dela queimando em minha cabeça e as poucas coisas que ela tinha deixado no quarto quando ela correu— algumas roupas, seu xampu perfumado de flor de laranjeira e seu salto alto. Bem, um pelo menos. Eu tinha um sapato dela, como se isso fosse algum tipo de conto de fadas, porra.

Claro, um conto de fadas não envolveria envolver uma calcinha que ela deixou para trás em torno do meu pau e me acariciar até que eu tinha esvaziado minhas bolas na lembrança dela.

Fiz cerca de duas dúzias de vezes desde aquela noite.

Eu balancei minha cabeça quando eu segui meus amigos subindo os degraus da frente do palácio.

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Claro, eu tinha uma reputação a zelar, especialmente aos meus três melhores amigos. Diabos, eu era o príncipe Magnum. Fiz cair calcinhas por todos os lados, e eu ia para cama com uma mulher diferente todas as noites. O fato de que eu estava mentindo para os melhores amigos sobre isso por semanas, e literalmente inventando falsos casos foi deprimente, para não mencionar triste.

Mas não conseguia dizer a verdade. Não conseguia dizer que eu estava obcecado em alguma garota misteriosa, que eu nunca tinha dormido— aquela que tinha me deixado um falso nome, algumas calcinhas, shampoo e um sapato.

Esta noite ia ser uma porcaria. Vou ter que fingir que estava tentando entrar na calcinha de um bando de princesas aleatórias. Realmente não prestei atenção para o mais recente quem é quem do mundo da realeza, e embora soubesse do rei Lucian, claro, eu sabia que suas filhas principalmente ficaram fora dos holofotes e certamente dos tabloides.

Maravilhoso. Eu ia ter de dançar e flertar com uma nuvem de princesas puritanas, fingir estar interessado, tudo enquanto minha cabeça e meu coração estava preso na minha misteriosa Claire.

As nuvens de tempestade na minha cabeça só escureceram, meu humor apenas ficou mais ácido quando fomos pelos luxuosos corredores do palácio para os sons da multidão no enorme salão do rei Lucian. Peguei dois champanhes da bandeja do garçom, engolindo uma em um único gole e mantendo a segunda quando eu respirei fundo e entrei. Hora de colocar a máscara, agir de forma convincente, e —

E calm...

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Meu coração pulou no meu peito. Minha cabeça girou. Todo o meu mundo parou por um segundo. Meu pau ficou uma rocha dura nas minhas calças de smoking.

Impossível. Não era possível. Ela não era real. Ela não existia, até o ponto onde se eu não tivesse o sapato dela e a calcinha dela, eu diria que ela tinha sido fruto da minha imaginação.

Mais aqui estava ela. Aqui, em Avlion, no baile de pretendentes do Rei Lucian, junto com outras garotas, parecendo radiante e linda e sexy como o inferno em um vestido verde e dourado, com seus cabelos vermelhos caindo ao redor dos ombros e seus olhos verdes brilhantes. Minha garota misteriosa.

Claire D'Claire.

Eu estava ciente de beber o resto do meu champanhe, sair perto de Caspian e Cade, mesmo que eles estavam falando comigo sobre uma coisa ou outra e fui direto para o outro lado do salão de baile em direção a ela.

Eu ignorei todo o resto. Eu nem via qualquer outra coisa quando eu fiz meu caminho através das pessoas em direção a ela. A poucos passos, quando de repente ela se virou, e os olhos dela se arregalaram.

Ah, ela lembrou de mim.

Ela fugiu de mim uma vez, mas Claire D'Claire, ou quem ela realmente era, não ia ficar longe de mim novamente. Hoje, ela seria minha, faça chuva ou faça sol.

"Você," Eu rosnei, me aproximando dela e sentindo meu sangue ficar quente ao som do suspiro de seus lábios.

"Oi," ela mal sussurrou, seus olhos arregalados e suas bochechas rosa.

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Eu tinha ignorado a loira alta e a menina menor com cabelo preto, em pé ao lado dela, mas a loira limpou sua garganta, claramente me reconhecendo.

"Hum, Imogen, este é —"

"Eu sei quem ele é," ela disse rapidamente, os lábios trêmulos quando ela olhava para mim.

Imogen?

Eu ainda estava carrancudo quando a loira fez uma reverência e estendeu a mão. "Bem-vindo a Avlion, príncipe Magnus. Eu sou Ilana, filha mais velha do rei Lucian."

"Hey," Eu resmungou, mal olhando para ela, meus olhos ainda bloqueados com a ruiva de mistério na minha frente como se fosse ousar desaparecer novamente.

A loira sorriu. "E esta é a princesa Adele White, de Berna".

Eu não estava prestando muita atenção nela quando ela continuou, e virou tudo de cabeça para baixo.

"E esta é minha irmã, a princesa Imogen."

Foi quando eu gelei. Foi quando foi a minha vez de meu queixo cair e os meus se arregalarem. Lentamente, me virei para a loira, reconhecimento se espalhando sobre meu rosto quando eu percebi que ela era princesa Imogen Morningstar.

Esta é a minha irmã. Ouvi se repetir na minha cabeça.

O outro sapato caiu, e lentamente, eu me virei.

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Claire D'Claire.

Ou então, mais conhecida como princesa Imogen Morningstar, uma das três filhas de Lucian e uma das razões para este baile. Minha garota misteriosa era uma das famosas princesas virgens de Avlion e este baile esta noite era para encontrar um pretendente para o seu casamento.

Algo primitivo rosnou dentro de mim.

Ela fugiu de mim vez, mas isso não acontecerá novamente. Porque esta noite, eu ia fazer esta princesa minha e só minha. Encontrar-lhe um marido, hein?

Foda-se.

Ela tinha sido minha no segundo que eu a vi. Esta noite, iria me certificar que ela sabia disso.

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CAPÍTULO 03

IMOGEN

NÃO.

Não não não não não...

Isto não pode estar acontecendo.

Eu sabia que ele estaria aqui, claro, mas eu tinha planejado passar a noite escondida e fingindo que ele não existia e que eu nunca tinha visto o que vi. Ele, eu tinha certeza, estaria rodeado por princesas rindo, flertando, e falando sacanagem — o tipo de garotas que gostavam de caras como ele. O tipo de garotas que de alguma forma gostavam de homens com fala suja, grosseiro, lindo, conhecido como sendo deuses do sexo tipo de homens atraentes.

Eu corei.

Sim, Jesus, quem poderia achar atraente...

Eu olhei para cima tremendo enquanto eu percebi que ele estava olhando para mim. E claro, o calor aumentou através da minha cara. A última vez que vi este homem, ele estava nu na minha cama, com seu pau em suas mãos e esse sorriso no rosto. Ele ainda tinha o mesmo sorriso presunçoso, embora ele felizmente estava vestido desta vez.

Me perguntei por um segundo se eu realmente estava agradecida, antes que eu mentalmente me castigasse.

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Claro que estava.

Esta noite estava indo de mal a pior. Primeiro, toda essa bagunça. Então, tínhamos chegado, e minha irmã mais nova, Isla, imediatamente foi puxada para a pista de dança pelo Príncipe Logan Anders, de Torsund — um homem com uma reputação tão terrível como do Magnus. Príncipe Logan — se você acreditasse nos rumores — foi amaldiçoado. Mas se você acreditava nesse absurdo ou não, você só tinha que olhar nos tabloides para ver como o príncipe galã, encantador e otimista, tinha se transformado em, bem, o que chamavam-lhe agora.

A besta.

Então, ótimo. Meu segredo vergonhoso estava me despindo com os olhos do outro lado do salão de festas, minha irmã mais nova estava sendo comida ou sei lá o que, pelo príncipe Logan a besta, e aqui estava eu, desejando consegui passar através desta noite.

"Boa noite, princesa."

Aquela voz.

Olhei para cima para vê-lo em pé bem na minha frente, aquele maldito sorriso no rosto, aqueles olhos azuis piscando fogo.

"Príncipe Magnus," eu disse secamente.

"Meus amigos mais próximos me chamam de Magnum, na verdade," ele ronronou, se aproximando de mim — muito perto, como se estivéssemos em algum bar e não em salão real no palácio do meu pai. Me afaster apenas para descobrir a parede do salão de baile em minhas costas.

Droga.

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"Eu terei que me lembrar disso," eu disse friamente. "Magnus," Eu adicionei, incisivamente.

Ilana tossiu ao meu lado, limpando ou pelo menos tentando limpar a tensão entre nós.

"Você fazer dois, hum —"

"Não", eu disse rapidamente.

Porcaria, muito rapidamente. Senti os olhos da minha irmã mais velha em mim. Sim, eu iria ser ser interrogada sobre isso mais tarde.

"Você tem certeza?" ele disse com aquele maldito sorriso no rosto. "Você parece muito familiar. Sinto que já nos encontramos em algum lugar".

"Eu duvido, e pareço familiar porque você conhece meu pai."

"Não, não, não é isso," ele disse com esse rosto pensativo grandiosamente fingindo. "Não, eu acho que foi... hmm, onde foi que nos conhecemos?"

"Lugar nenhum," disse friamente.

Ilana limpou a garganta dela novamente. "Então, eu vou pegar alguns, uh, ponches ou algo assim."

Sim, eu não estava escondendo meu desdém por Magnus ou o constrangimento deste encontro nem um pouquinho, e ela tinha percebido.

"Eu vou com você."

"Na verdade," a mão dele se estendeu, agarrando meu braço nu. Eu tremi no choque elétrico que passou através de meu corpo. É começou no seu toque e

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passou por cada polegada minha. Eu girei para ele, minha respiração ficou presa quando aqueles olhos deslumbrantes azuis olharam para os meus.

"Eu adoraria uma dança".

Franzi a testa. "Com licença"?

Magnus sorriu. "Isso é um baile, certo?"

"É, mas eu prefiro — "

"Oh, vá dançar," Ilana me cutucou.

Eu olhei para ela com um olhar do tipo "Eu vou matar você mais tarde", mas ela não entendeu ou ignorou.

"Chester estará aqui em breve, e —"

Eu ofego quando eu de repente senti Magnus me puxar, e nos levar para a pista de dança.

"Tire suas mãos fora de — Ah!"

Eu ofeguei quando de repente ele me girou, e antes que eu soubesse, tinha o braço em volta da minha cintura e me puxando contra ele. Eu novamente ofeguei quando minhas palmas atingiram seu peito musculoso através de seu smoking, meus olhos se arregalaram quando olhei para ele.

"Que diabos acha que está fazendo?"

Eu quase gritei quando ele de repente nos girou e me mergulhou para baixo. Meu coração pulou em minha garganta, e eu senti uma sensação de formigamento passar através de partes do meu corpo que não deveria sentir.

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"Dançando", ele rosnou, me puxando para perto, seus lábios perto do meu ouvido. "Isso é o que as pessoas fazem em uma baile, certo?"

"Algumas pessoas, talvez, não nós," murmurrei de volta.

"Lamento discordar". Ele riu, me girando e me mergulhando mais uma vez, sorrindo quando eu corava e ofegava novamente.

"Você faz isso muito."

"O quê"?

"Atos escandalizantes".

"Você está fazendo escandalo. Você é o escândalo personificado, se os tabloides podem ser acreditados," eu disse friamente.

"E eles são? Dá para acreditar? Não pode confiar em tudo que lê, princesa."

Instantaneamente corei, pensando sobre a enorme coisa em pé em seu corpo deitado na minha cama no hotel. Aparentemente, você poderia acreditar em algumas coisas nos tabloides.

"O que está fazendo aqui?," eu murmurei, tentando esconder o calor do meu rosto.

"À procura de uma noiva. Uma alma gêmea,"ele disse com um sorriso.

Eu rolei meus olhos. "Fala sério, você?"

"Sim".

Ele disse rapidamente, sem uma pitada de sarcasmo, e eu mordi meu lábio meus olhos se estreitaram para ele.

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"O que você realmente esta fazendo aqui?"

"Honestamente"?

"Eu perguntei".

"Eu vim aqui porque eu precisava. Porque era esperado de mim,"ele disse em voz baixa, nos movendo no tempo do quarteto de cordas no canto do salão. "E então eu encontrei Claire."

Eu corei.

"E aqui está a coisa, princesa," de repente ele grunhiu me puxando apertado contra ele e fazendo meu pulso bater mais forte.

"Eu tenho pensado sobre Claire há quatro semanas duramente . Na verdade, não consigo pensar em mais nada. Ou qualquer outra pessoa. Ela me consome,"ele rosnou. "Ela invadiu a minha mente."

"Pena que ela não existe", disse categoricamente. "Ela não é real."

"Lamento discordar".

Eu ofeguei quando eu senti sua mão apalpando a minha bunda — ali mesmo na pista de dança.

"Eu acho que ela é muito real."

Eu ofeguei, me afastando dele e batendo em sua mão.

"Você é louco?"

Ele sorriu. "Talvez"?

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"Você não pode tocar em uma princesa assim!"

"Ah, então você não é Claire D'Claire?"

Eu rolei meus olhos.

"Suponho que poderia perguntar ao seu pai por que usa esse nome quando você vai para Ibiza".

Rapidamente eu balancei minha cabeça, e ele sorriu com meu rosto pálido.

"Oh, o que é isto?"

"Nada".

"Deixe-me adivinhar, nome falso significa que papai não sabia que você estava lá?"

Eu corei.

"Menina impertinente", acusou ele.

Calor floresceu entre as minhas pernas com suas palavras, e eu rapidamente tomei um fêlego quando eu me afastei dele.

"Temos que parar de dançar agora."

"Eles ainda estão dançando."

"Bem, eu estou esperando alguém."

Vi um flash de fogo em seus olhos. "Quem", ele rosnou, como se isto tivesse ofendido ele.

"Meu namorado".

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Sua mandíbula apertou. "Namorado".

Concordei, engolindo e esperando que a mentira não ficasse tão óbvia na minha cara. Chester não era meu namorado, em tudo. Na verdade só nos falamos uma vez ou duas vezes, e na verdade em grandes eventos formais.

Nem sabia por que eu disse.

"Quem?” Magnus rosnou.

Mordi meu lábio. "Príncipe Chester, de —"

Magnus riu, em voz alta.

"Montagne"? Ele riu.

Eu fiz uma careta para ele. "Sim."

"Seu nome rima com molestador de crianças."

Eu rolei meus olhos.

"É impossível uma garota como você está saindo com um cara assim."

Franzi a testa. "Perdão?!"

Ele apenas sorriu.

"Que diabos é isso quer dizer?"

"Isso significa que Chester é um merda e você é a garota mais linda que já vi, e se você está namorando esse merda de cara, o mundo está fora da porra do equilíbrio, princesa."

Eu corei e desviei o olhar.

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"Dança comigo".

"Porquê?"

"Porque você me viu nu."

Minha cara ficou quente quando girei e começei a me afastar. Mas sua mão me agarrou outra vez, e então eu tremi quando ele me puxou contra ele, seus lábios perto do meu ouvido.

"Além disso, " ele ronronou, me virando para enfrentá-lo. "Para colocar minhas mãos em você, sentir você perto de mim e ver esse fogo em seus olhos?"

Senti o calor rastejar em lugares que não devia, sentindo seus olhos queimando dentro de mim.

"Porque essas são as melhores coisas que já senti na minha vida."

Eu balancei minha cabeça, saindo da magia que ele estava sussurrando.

Afinal, Magnus Jameson era famoso por dizer coisas assim para as meninas a fim de levá-las para, bem, você sabe.

E eu não quero ser uma de suas conquistas, muito obrigado.

"Isso é tão doce", disse, acrescentando um tom sensual em minha voz e batendo meus olhos para ele.

Ele sorriu triunfante, pensando que ele tinha me conquistado.

"Agora, me diga," Eu disse com um suspiro dramático. "Para quantas garotas você disse essas palavras exatas?"

Ele franziu a testa. "Nenhuma, eram —"

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"Por favor, me poupe disso?!" Forcei uma gargalhada. "Não estou interessada".

"Sim você está".

Eu girei, e meu queixo caiu.

"Com licença"?

"Você está", ele disse presunçosamente. "Interessada nisso." Os olhos dele cairam para a frente das suas calças de smoking, antes de voltar a olhar para mim e piscou.

Meu queixo caiu quando eu balancei minha cabeça.

"Você é nojento."

"E você é tudo o que eu definitivamente pensei desde aquela noite," ele rosnou me puxando contra ele.

"Eu —"

"E eu sei que você pensou em mim."

"Você não sabe nada sobre mim."

"Aí é que se engana, princesa. Eu sei que no fundo, você está morrendo para deixar cair ato de boa menina e ficar um pouco selvagem."

"Não sou nenhum —"

"É por isso que você saiu de férias sem avisar o seu pai. É por isso que você usou um nome falso. É por isso que você não conseguia tirar os olhos do meu pau lá no — "

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Não me lembro de dizer ao meu cérebro para dar um tapa nele, mas fiz de qualquer jeito.

Eu ofeguei depois que eu fiz, levantando a palma da minha mão de volta e meu queixo caiu quando a vermelhidão se espalhou pelo rosto.

Ele ainda não se mexeu.

Ele não fez careta.

Não levantou a mão para tocar o seu rosto.

Ele apenas sorriu para mim,

"Veja agora, isso foi ruim."

Ele me puxou para perto, me fazendo cair sobre ele.

"Agora vamos ver o que mais podemos fazer de ruim," ele ronronou.

Eu me afastei, girei e fugi.

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CAPÍTULO 04

MAGNUS

"Acabei de ver você falando com — "

"Sim".

Caspian limpou a garganta, tomando uma bebida. "Posso lembrá-lo que este não é o local para você puxar sua merda de sempre com garotas?"

"Oh, não é?" Eu disse sarcasticamente,

"E não com a filha do rei Lucian," ele murmurou, me atirando um olhar.

"Relaxe, Charming."

Caspian Charming e o irmão dele, o Cade eram gêmeos. Loiro, olhos azuis, bons garotos. Eu sorri, pensando no apelido que Logan tinha dado a eles: Bonecos Ken.

Eles não eram tão bons, para ser honesto. Eu os conhecia a tempo suficiente para saber que pareciam bons principezinhos loiros, quando, na verdade, esses dois eram sujos como eu. Bem, quase. Vi eles levarem para casa bastante mulheres — mulheres para compartilhar, para aquilo.

Ainda assim, para algumas funções eram melhores do que eu. Ser

"Principesco" sempre foi difícil para mim. Eu bebia mais bebidas do que deveria.

Ria um pouco mais alto. Dançava um pouco mais louco. Ficava acordado até um pouco mais tarde.

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Caspian e seu irmão, eles sabiam os parâmetros, e eles sabiam como parecer perfeitos dentro dele.

Idiotas.

"Então, não estava apenas flertando com Imogen Morningstar?"

"Não, claro que não."

"Uh-huh."

"Oh, o que?"

Ele olhou para mim. "Nada. Como você não estava, não vai ficar chateado que outro cara só acabou de assumir o seu lugar com ela na pista de dança?"

Eu girei, minha rosto ficando apertado com uma carranca, e quando eu vi o maldito pateta falando com ela, aumentou minha carranca.

Príncipe Chester Bught, de Montagne. Quero dizer o nome do cara era bunda, pelo amor de Deus. Ortografia diferente, mas dá um tempo. Como é que uma garota como Imogen — alguém absolutamente perfeita que tinha assombrado meus sonhos nas últimas quatro semanas e controlado meu pau através de algum tipo de bruxaria — conversando com um idiota como ele?

Isso não fazia sentido. E quanto mais eu olhava para eles, mais irritado ficava, até irritado se transformar em furioso.

Foda-se esse cara, ela era minha. E eu sabia que no fundo, ela sabia que ela era minha. Eu poderia ter ficado sob o seu feitiço, mas ela tinha caído sob a mesma coisa — poderia ver da maneira que ela olhou para mim, ela estava com medo de que estar perto de trouxe para fora dela.

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Passei tempo demais na vida pulando da casos de merda e nunca achei algo real. Eu olhei para esta menina e se senti a coisa mais real do que qualquer outra coisa foi. Mesmo, tendo a tocado mesmo que rapidamente, por mais sarcástica que foi, e por mais que ela estivesse me olhando com o cenho franzido?

Oh, bem ela era minha, só tinha que mostrar a ela.

Eu cerro os dentes, enquanto a observo rir de algo que o fodido idiota disse a ela, antes de ela se curvasse e ir embora. Eu assisti ela flutuar através do chão do salão de dança, meus olhos passando rapidamente para ele e estreitando com a forma como ele verificava a bunda dela enquanto ela se afastava.

Eu coloquei minha bebida de volta e começei a ir em sua direção.

"Mags", Caspian sibilou.

Eu o ignorei.

Imogen Morningstar me pertencia. E era hora de dizer aos idiotas como Chester Bught para manter seus olhos fora do que era meu.

“Se divertindo?”

Chester girou ao som da minha voz atrás dele. Ele tropeçou um pouco, olhando para mim desde que eu estava acima dele.

"O quê"?

Jesus, esse cara era menos “principesco” do que eu.

"Perguntei se estavam se divertindo."

(35)

Ele gaguejou. "Oh, sim. Príncipe Magnus, não é?"

"É".

Ele sorriu, como se fôssemos amigos íntimos.

"Baile maravilhoso não é?"

Eu não disse uma palavra, eu apenas olhei para ele.

"E a princesa Imogen é maravilhosa, ela não é —"

"Vá embora".

Ele franziu a testa, o rosto com um estúpido olhar confuso.

"Com licença"?

"Vá Embora,"Eu rosnei, me aproximando da cara dele.

"Príncipe Magnus, não sei o que você —"

"Princesa Imogen e eu estamos noivos," Eu disse categoricamente.

Ele piscou. "Espera, o que...?"

"Estamos noivos", falei novamente. "Então eu apreciaria se você mantivesse os olhos longe dela."

Ele empalideceu, tremendo quando eu rosnei em seu rosto.

"Oh, eu sou... — Sim, claro, Magnus. Eu não tinha ideia! Parab..."

"Gostaria que você deixasse a festa."

Ele franziu a testa. "Com licença"?

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"Você me ofendeu. Saia daqui."

Ele olhou para mim novamente como se estivesse louco. Dei um passo em direção a ele, mostrando os meus dentes, e o cara se virou e foi embora.

Eu queria sorrir, mas eu mantive meu rosto duro até que eu vi ele e seu povo a caminho da saída. Em seguida eu sorri, antes de girar e analisar o local.

Agora, ia encontrar a minha princesa...

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CAPÍTULO 05

IMOGEN

Eu alisei meu vestido e dei uma olhada no meu reflexo no espelho que vai do chão ao teto do banheiro luxuoso. Nossos próprios aposentos eram muito mais modernos, mas as amenidades em torno deste nível do castelo, perto do salão de baile e em algumas áreas, eram douradas como se estivéssemos ainda no século 18. Piso de mármore Italiano e balcões, paredes de azulejos intricados, acabamento de ouro em algumas peças, e iluminado por candelabros cintilantes.

Eu tremi quando eu alisei o vestido, ao pensar nele — de suas mãos em mim. De sua voz em meu ouvido. O cheiro dele, os pensamentos que ele me fez sentir.

Deus, eu tinha pensado coisas horríveis, maus pensamentos dele desde aquele dia no quarto do hotel. Eu não parei de pensar nele, ou o seu — bem, pênis desde aquela noite.

O pensamento me fez corar.

E não estava apenas pensando. Na escuridão do meu quarto tarde da noite, mais do que algumas vezes durante o mês passado, eu me deixava ir quando os pensamentos daquele momento voltaram para mim. Deixei as minhas pernas abertas debaixo dos lençóis. Deixei meus dedos me explorar. Eu deixei um polegar escovar meu clitóris, deslizei um dedo dentro da minha boceta quando eu tinha pensado em Magnus e seu enorme pênis.

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Ele foi tão bruto, tão grosseiro e tão errado. E ainda assim, eu não conseguia parar de pensar nele, ou fantasiar sobre ele e a sua enorme ferramenta. Era como se ele tivesse me fisgado com um feitiço, e eu não conseguia me libertar. Não conseguia fechar meus olhos sem pensar em seu corpo perfeito, estendido na minha cama de quarto de hotel, que é claro, me fazia horrivelmente e terrivelmente molhada.

Toda vez.

Sim, sua reputação era ruim, mas também havia alguma coisa que era muito tentador e sedutor.

Um cara assim sabia o que estava fazendo. Um homem assim sabia o que ele queria e sabia exatamente como tratar uma garota — mesmo uma como eu que nunca tinha feito nada, além de um rápido beijo na bochecha.

Ridículo, né? Quero dizer que eu tinha vinte anos, pelo amor de Deus.

Minhas bochechas ficaram rosas no espelho do banheiro, quando eu imaginava o outro cenário que eu tinha pensado. Aquele em que eu não fugi daquele quarto de hotel como uma aberração total e em vez disso, fui ousada. O devaneio, onde tinha sido selvagem em vez disso.

Em vez disso, eu imaginava o que aconteceria se eu tivesse ido até ele e deixado ele rasgar o biquíni do meu corpo e me levar como ele fosse querer.

O tamanho dele me assustou, mas também fez o meu sangue quente como fogo líquido. Eu não podia sequer imaginar como algo como aquilo podia se encaixar dentro de algo tão pequeno e tão apertado como minha boceta intocada, mas droga tinha passado as últimas semanas tentando imaginar.

(39)

Eu balancei minha cabeça. Isto era bobo e grosseiro. Eu precisava voltar para o baile, falar com Chester e —

A porta começou a abrir, e eu ofeguei quando virei.

"Você não pode estar aqui!"

Eu me afastei dele, de costas para o espelho. Magnus sorriu com fome para mim, quando ele entrou, fechando a porta atrás dele.

"Mas eu estou aqui", ele deu de ombros. "Lógica ruim."

"Não quero dizer —" Eu olhei para ele, esperando que tivesse escondido o desejo em meu rosto. "Você sabe o que quero dizer, você não é permitido aqui."

"Querida", ele rosnou chegando mais perto de mim. Minha respiração ficou presa quando ele se virou e trancou a porta atrás dele.

Ele voltou, seus olhos como fogo ardente olhando para os meus. "Eu sou um Príncipe. Eu sou ruim em fazer o que as pessoas me dizem para fazer."

"Eu — eu tenho um namorado."

"Você quer dizer. Chester o molestador lá fora?"

Eu mordi meu lábio para parar de rir, mas depois eu estava ofegante quando ele ficou ainda mais perto.

"Sim, ele," Eu disse rapidamente.

"Não acho que Chester saberia o que fazer com você."

"Oh e você saberia?"

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"Sim," ele disse uniformemente. "Diga-me, princesa. O que está deixando você molhada agora — Chester ou pensando em mim e aquela noite no hotel? "

Meu queixo caiu. "Eu não estou— oh meu Deus você é —"

"Eu acho que você está."

Eu girei para ele, meu peito subindo e descendo rapidamente. "Você é nojento."

"Não muda como quão molhada sua boceta está para mim."

Ele sorriu quando meu rosto ficou ainda mais corado. "Admita princesa,"

ele rosnou, se aproximando. "Você tenho pensado em mim desde aquela noite."

Eu balancei minha cabeça.

"Não minta".

"Eu não tenho-"

"Eu tenho", ele disse, seus olhos ferozes. "E eu não parei de pensar em você desde aquela noite. Você é tudo que eu consigo pensar. "

Ele se aproximou, as mãos indo para cada lado de mim contra o espelho. Eu mordi meu lábio, olhando para seu rosto lindo.

"Você está no fundo, e eu não consigo descobrir como tirar você. E eu sei que você sente o mesmo. "

Meu coração bateu, meu corpo tremeu com sua proximidade.

Ele estava certo.

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Eu odiava que ele estivesse, mas ele estava certo. Não consegui parar de pensar sobre este bruto e arrogante homem há semanas. Eu tinha implorado o seu toque, e eu não queria nada mais do que reviver aquela noite e fazer de maneira diferente. E aqui estava eu trancada em um banheiro com ele, a promessa dessa chance persistente na boca.

"Eu —" Eu ofeguei. "Chester —"

"Esqueça o Chester," ele rosnou. "Prometo a você, Chester não é o que você quer, e o que você precisa.”

"E você é?"

"É claro que sou" ele disse e eu choraminguei em voz alta.

Ele se moveu contra mim, a mão dele subindo para ficar sobre meu quadril.

Eu choraminguei novamente.

"Diga-me para ir embora, e eu vou te deixar em paz, para o bem. Vou deixar você para seu Chester e a vida chata que você poderia ter com esse idiota. Mas se você não me disser para ir embora..." Moveu a boca dele para perto do meu ouvido, a respiração provocando sobre meu pescoço e me fazendo gemer.

"Se não fizer, então eu prometo que vou te fazer toda minha."

"Você só está tentando entrar em minha calcinha," consegui sibilar de volta.

Ele sorriu. "Querida, eu já estive na sua calcinha."

Meus olhos se arregalaram.

"Você deixou três pares no hotel quando você fugiu."

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Meu queixo caiu. "O que você —"

"E droga elas se sentiram bem enroladas em meu pau grande," ele rosnou baixinho.

Eu gemi alto. Era tão nojento e tão errado e tão mal pensar que este homem se masturbava com minha calcinha. E eu sabia de tudo isso, mas eu não podia ignorar a outra parte. Eu não podia ignorar a parte que imaginava este homem lindo, sujo-sexy envolvendo minha calcinha em torno de seu pau grosso e latejante e se acaraciando para acima e para baixo com elas.

Deus estava tão molhada de pensar nisso.

"A calcinha se sentiu bem, mas eu quero o que está por baixo."

Eu gemia quando ele se aproximou mais de mim, e puxou meu vestido, sobre meus joelhos, o levantando mais alto.

"É melhor me dizer para parar, princesa," Ele gemeu. "Ou não irei parar —"

Eu quebrei.

Ele me provocando com a ideia de parar foi suficiente para me empurrar sobre a borda. O calor e a umidade entre minhas pernas e o desejo por este homem se tornou muito e antes que eu pudesse pensar ou racionar, eu abri minha boca e as palavras saíram.

"Por favor não pare."

Magnus congelou por um segundo, antes que de repente, com um rugido feroz, sua mão escorregou até o meu cabelo, colocando minha boca com a dele avidamente fazendo os lábios dele baterem contra o meu.

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CAPÍTULO 06

MAGNUS

Meu pau palpitava e pulsava quando eu a beijei, tendo espasmos nas minhas calças e pressionando tanto nela que eu sei que ela sentiu. Seus lábios eram tudo o que eu queria que fosse e mais — suave, sensual, perfeito. Ela tinha gosto de doçura e pecado, e eu gemia quando minha língua exigiu entrada.

Ela choramingou quando a beijei duramente, minha mão apertou a mandíbula dela e a outra puxou ela mais perto contra mim pelo quadril. Eu pressionei nela, deixando ela sentir todo o meu comprimento pressionando contra seu corpo, amando a maneira como ela gemeu e se contorceu contra mim.

Não havia nenhuma forma de parar isto agora. A doce, intocada e virginal princesa Imogen Morningstar seria minha, hoje à noite.

Quebrei o beijo, descendo para o pescoço dela e fazendo ela suspirar quando mordi e chupei a pele lá. Suas mãos agarraram meus braços, e eu gemi quando eu tirei minhas mãos longe dela apenas o suficiente para me livrar da minha jaqueta. Minha mão voltou para ela, acariciando seus lados e, em seguida, até seu quadril. Eu comecei a levantar o seu vestido de novo, gemendo contra seus gemidos, quando a beijei ferozmente.

O vestido ficou mais alto, e ela começou a choramingar, ofegando em meu beijo e me segurando apertado quando eu o puxei até a cintura dela. Desci uma mão entre nós, meu pulso rugindo na pele nua das suas coxas sob meus dedos antes de mover meus dedos para mais alto, fazendo-a tremer.

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A calcinha que ela tinha deixado antes pareceu ser um pecado. A sentindo bem quente, molhada e pressionada contra sua boceta sentia como o céu.

Ela gritou quando passei um dedo sobre os lábios, sentindo como incrivelmente pegajosa e encharcada ela estava para mim. Para mim, não para Chester. Continuei a passar um dedo para cima e para baixo de sua boceta quando eu estendi a mão e comecei a puxar o vestido dos seus ombros. Caiu e eu gemi quando seus seios cremosos, cheios, e muito perfeitos ficaram à mostra para mim. Seus mamilos rosa suaves endureceram como seixos sob meus olhos, e me inclinei, incapaz de parar a mim mesmo quando eu embrulhei meus lábios em torno de um.

Minha mão começou a subir até a borda da calcinha, a empurrando para baixo e senti meu dedo começar a entrar sobre suas dobras nuas, suaves e escorregadias. Comecei a empurrar meu dedo para dentro, quando de repente, ela parou de ofegar e se afastou.

"Espere, espere."

Eu me contive-me, muito mal. De alguma forma.

"Eu sou —"

Ela olhou para baixo, seu rosto ficou vermelho.

"Quero dizer, eu nunca —"

"Você é virgem, eu sei," eu sussurrei, meu dedo, provocando sua abertura e fazendo-a ofegar. "Eu vou —"

"Não, quero dizer, eu sou realmente uma virgem. Eu nunca — "

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"Você nunca transou, eu entendo."

Ela suspirou, encolhendo-se ligeiramente quando ela olhou para baixo.

"Nunca fiz nada disso?"

Eu congelei.

Espere, o quê? Não ter nenhum a levando era uma coisa. Quero dizer, havia um monte de princesas que esperou para realmente foder depois do casamento.

Mas esta menina tinha vinte anos, e ela nunca tinha feito alguma coisa?

Meu pau latejava.

Ela estava totalmente intocada, e foda-se eu queria ela ainda mais depois disso. Eu queria tudo, e eu queria mostrar a ela tudo. A beijei lentamente, minha língua buscando a dela quando acariciei lentamente a boceta dela, fazendo-a tremer.

"Deixe-me mostrar a você, princesa," Eu rosnei, puxando para trás.

Ela olhou para baixo novamente, balançando a cabeça. "Eu sei, é estúpido, eu só —"

"Não," Eu disse calmamente, beijando-a lentamente outra vez. "Não é estúpido. É seu para dar uma vez".

Ela sorriu suavemente, seus olhos finalmente olhando para cima, para mim.

"Eu — eu ainda quero isso," ela sussurrou. "Eu só —"

"Eu não vou te foder," Eu rosnei, meu olhar preso nela. "Não até me casar com você."

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Os olhos dela ficaram largos e boca dela se abriu quando ela olhava para mim em estado de choque. Droga, até eu fiquei chocado com as palavras que sairam de mim. Mas porra, eu sabia que eram verdade, no segundo que eu disse.

Eu casaria com essa garota .

Me inclinei, os meus lábios escovando o dela.

"Eu não vou transar com você até lá, mas eu vou te mostrar todo o resto."

Eu empurrei um dedo lá dentro e ela gemeu alto. Eu pensei sobre o que tinha acabado de dizer. Pensei em fazê-la minha noiva e fazendo-a minha. Eu rosnei com o pensamento dela pertencer a mim e eu ter ela e ela ter a mim.

Eu, o homem que nunca ficou preso com uma mulher. Mas algo nela me fez querer apenas ela. O pensamento de esquecer e renunciar as outras mulheres de merda do mundo e levar apenas ela me deixou mais duro do que eu alguma vez tinha ficado. Pensei em a reinvidicar e bombear nela, e a encher com meu esperma — fazendo sua barriga inchar com minha semente.

"Por favor", ela gemeu.

Beijei-a novamente antes de lentamente começar a me ajoelhar.

"Onde você —"

"Relaxe, bonita," Eu rosnei, caindo de joelhos. Eu empurrei seu vestido mais alto e lentamente, coloquei os meus dedos em sua calcinha e os puxei para baixo de suas pernas longas e cremosas até acima de seus joelhos.

Eu gemi com a visão dela. Dobras macias, rosas, escorregadias e molhadas, brilhando na luz de velas do banheiro. Eu me movi, inalando e rosnando com o

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doce cheiro dela. Ela estava ofegante, respirando com dificuldade quando ela olhou para mim.

"Eu vou fazer você se sentir bem, princesa," Eu rosnei.

E então eu vou te fazer minha.

Eu quis dizer o que eu disse, e eu sabia ali mesmo, minha boca a polegadas da boceta mais perfeita, mais doce que eu poderia ter imaginado.

Eu ia roubar essa garota para longe de Chester, e todos os outro homem na terra que pensaram que poderiam tê-la, porque ela era minha.

Eu ia casar com a princesa e fazê-la minha rainha.

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CAPÍTULO 07

IMOGEN

Eu não vou foder você até me casar com você.

Suas palavras me deixaram ofegante, e minha cabeça girando. Casar com ele? O príncipe Magnus? Era quase cômico, exceto que eu não estava rindo.

Eu estava gemendo.

Porque suas mãos estavam subindo por minhas coxas, empurrando meu vestido mais pra cima. O hálito dele era quente contra minha boceta nua, me fazendo tremer em êxtase — tornando difícil respirar, ou pensar, ou fazer qualquer coisa além de gemer por ele. Um grande dedo acariciou meus lábios, e eu estava tão molhada que eu tinha certeza que estava escorrendo pela mão dele.

Eu ofeguei quando ele se aproximou e então choraminguei quando eu senti os lábios dele pressionarem contra minha coxa nua.

"Abra as pernas, princesa," ele rosnou.

Eu fiz, minha calcinha esticando e apertando em torno dos meus joelhos.

Meus olhos fechados, minha respiração presa em um segundo de antecipação.

E então eu senti a coisa mais incrível que alguma vez senti.

A língua dele se arrastou pela minha boceta escorregadia, e eu gritei, meus dedos do pé se curvando quando a sensação me atravessou. Minhas coxas imediatamente se apertaram juntas, mas suas poderosas mãos as agarraram e as

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empurraram separadas. Meus olhos se fecharam, minha cabeça caiu para trás contra o espelho atrás de mim. A sua incrível lingua empurrou para dentro e para fora, me fazendo ficar em pedaços. Minha mão caiu sobre a cabeça dele, os dedos se enrolaram em seu cabelo quando sua língua se enrolava ao redor do meu pequeno clitóris.

Ele gemeu avidamente, lambendo-me ansiosamente, rosnando quando ele bebeu meus sucos. Uma mão caiu no colo dele, e eu consegui abrir os olhos e ver ele se acariciando através de sua calça. O pensamento que ele estava me dando prazer e que ele não tirava as mãos dele mesmo enviaram uma nova onda de calor através de mim.

Ouvi o som de seu cinto, e de seu zíper sendo aberto. Eu gemia enquanto ele empurrava sua lingua profundamente, meus olhos fecharam. Eu olhei para baixo novamente, e meu corpo inteiro reagiu com o que vi.

Seu pau grande, latejante e lindo.

A mesma visão que eu tive naquele quarto de hotel, estava pulsando e duro entre as suas pernas, aparecendo através das calças suas desfeitas com a mão enrolada firmemente em torno dele. Ele gemeu enquanto ele movia a mão para cima e para baixo, a língua dele rodando sobre meu clitóris. Empurrou-a outra mão entre as minhas coxas, e eu gritei quando dois dedos grossos me espalharam lentamente minha boceta e deslizou para dentro. Ele os enrolou para a frente, acariciando minhas paredes internas quando seus lábios chupavam meu clitóris, e a língua dele rodou sobre ele.

Vou perder minha mente.

Meu mundo girou, e mal conseguia respirar quando o prazer começou a passar pelo meu corpo todo. O príncipe Magnus gemeu, empurrando o pau

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enorme dele para cima e para baixo e devorou minha boceta. Sua língua perversa se moveu mais rápido, seus dedos bombeando dentro e fora da minha boceta apertada e escorregadia, até eu ter certeza que eu ia explodir.

"Vou te fazer minha, princesa," ele rosnou para mim. "Vou te fazer minha noiva, e então eu vou reclamar você.”

Eu gemi, minha cabeça girou quando os dedos e a língua e suas palavras começaram a me empurrar sobre a borda.

"Eu vou pedir sua mão em casamento, e então eu vou levar você na nossa cama de casal," ele rosnou, empurrando seu pau bem grande quando ele gemeu em minha boceta.

"Agora goze para mim, minha princesa," ele rosnou "Eu quero saber o gosto que minha noiva tem quando ela goza por toda a minha língua."

E eu fiz.

Eu gemi e gritei para o banheiro vazio sem me importar quem poderia ouvir quando sua boca perversa me fez cair sobre a borda do meu orgasmo — meu primeiro, nas mãos de outra pessoa. Minha cabeça nadou, e eu ofeguei por ar enquanto eu caia contra o espelho.

De repente, eu ofeguei bruscamente quando ele levantou e me girou. Eu gemi quando eu senti ele ficar atrás de mim, me pressionando contra o espelho.

Eu podia sentir seu pau pulsante, quente e latejante contra minha bunda, e eu choraminguei quando suas mãos deslizaram sobre meus quadris. Elas se moveram até meus seios nus, os dedos provocando meus mamilos — beliscando e puxando enquanto seu pau pulsava contra minha pele.

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Ele gemeu quando ele se abaixou e guiou a cabeça grossa sobre minha bunda, para baixo entre as minhas bochechas. Eu choraminguei quando ele passava sobre meu buraco proibido, fazendo com que todo o meu corpo estremecer em um prazer impertinente. Moveu para mais baixo, e os meus olhos de repente ficaram abertos quando eu senti escorregar contra os lábios da minha boceta molhada.

"Não vou entrar, princesa," ele rosnou baixinho no meu ouvido, como se tivesse lido a minha mente. "Não ainda," ele pontuou com uma mordida no meu ouvido, me fazendo gritar.

Seu pau enorme escorregou, a cabeça empurrando sobre meu clitóris e se movendo sobre ele. As mãos dele encontraram meus quadris, empurrando minhas pernas juntas em torno dele. Ele começou a mover os quadris, e eu comecei a gemer.

Seu pau quente e grande espalhou meus lábios em ambos os lados dele, e esfregava meu clitóris em cada movimento. Ele não estava me penetrando, só passando o pau dele para frente e para trás sobre meu clitóris e passando por minha abertura intocada.

Ele rosnou de uma forma profunda, baixa, e masculina que me deixou ofegante. Suas mãos apertaram minha bunda duramente quando seus quadris começaram a empurrar em mim de novo. Eu estava choramingando de prazer, minhas palmas da mão contra o espelho na minha frente e ofegando por ar quando o grande pau dele me deixava cada vez mais alta. Senti que ele estava me levando, como se ele estivese me fodendo e me reivindicando, sem tirar minha virgindade.

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O pensamento fez com que minha cabeça rodasse, e de repente, quando as mãos apertaram na minha bunda e o pau dele empurrou sobre meu clitóris mais uma vez, vim novamente.

Eu choraminguei, gemendo por mais quando ele gemeu alto e começou a bater em mim de novo. Pude sentir ele ficar tenso de repente, seu gemido caindo dos seus lábios quando ele puxou para trás e empurrou seu pau pegajoso e escorregadio entre os globos da minha bunda. Ele rugia o meu nome, e de repente, senti aquele pau grosso contra a minha bunda. Seu esperma quente jorrou para fora — caindo sobre minha pele quando ele bombeou o pau entre as bochechas da minha bunda. Saiu em jatos pegajosos pela minha bunda, e escorria até minha boceta palpitante. Gotejando pelas minhas coxas quando eu ofeguei por ar, e o mundo girando.

Suas mãos deslizaram até os meus lados em torno da minha cintura, me puxando firmemente contra seu corpo.

“Imogen", ele sussurrou no meu ouvido.

Eu sorri, corando como uma idiota, quando seus poderosos braços me rodearam.

"Eu sei que você ainda não acredita em mim," ele disse no meu ouvido.

"Mas você vai ser minha noiva."

"Magnus, eu —"

"Eu sei que você não acredita em mim, e eu sei que você acha que isso está fazendo jus à minha reputação. Mas eu vou te mostrar o quanto está errada," ele disse com fogo em sua voz. "Eu estou feito com tudo isso. Isso era tudo que eu

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conhecia. O que eu era antes de conhecer você," Ele gemeu, beijando meu pescoço.

"Eu a farei minha noiva, " ele rosnou. Suas mãos desceram e puxaram minha calcinha até minhas pernas tremulas, e as colocando contra a bagunça pegajosa ainda escorrendo entre minhas pernas.

"Eu tomarei sua mão como minha rainha", ele sussurrou. "E então?" Os dentes dele arranharam o meu pescoço, me fazendo suspirar quandoo minha cabeça girou.

"E então eu vou levar você completamente."

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CAPÍTULO 08

IMOGEN

Magnus deixou o banheiro primeiro, me deixando sozinha com meus pensamentos loucos.

O que eu tinha acabado de fazer? Não podia acreditar. Eu não podia acreditar que a menina nesta sala com ele tinha sido eu.

E de repente, me senti uma idiota. Tinham caido em suas palavras. Ele, o mulherengo. Eu cai na sua teia estúpida e deixei ele fazer essas coisas para mim.

Coisas maravilhosas, incríveis, de tremer o corpo, mas mesmo assim. Eu não podia acreditar que eu tinha caído para as porcarias dele. Tudo o que conseguia pensar era os escândalos de tabloide envolvendo-o, e aqui estava eu, mais uma na sua cama.

Deus, pelo menos eu não lhe dei tudo como alguma estúpida e ingênua virgem.

Tento me recompor, ajeitando meu cabelo no espelho, alisando meu vestido e tentando ignorar o calor pegajoso, na minha calcinha e entre minhas pernas. Eu respirei rapidamente. Tinha que voltar para lá antes que minha ausência fosse sentida, aproveitar o resto da baile estúpido e então descobrir como ter a certeza que eu nunca veria aquele idiota.

Destranquei a porta, endireitei o meu vestido e sai — Direto em minha irmã mais velha.

(55)

"Ilana!"

Ela engasgou pulando para trás — tão chocada ao me ver como eu ao ver ela.

"Im"!

Seu cabelo lindo, loiro e comprido — que estava em um estilo elaborado antes do baile, agora estava metade pendurado para baixo, e a maior parte apenas empilhado em um coque solto agora, embora ainda caindo sobre os seus ombros.

O batom dela estava borrado, e havia hematomas visíveis no pescoço dela.

Meus olhos se arregalaram.

"Oh meu Deus!” eu sussurrei, ”O que você fez— "

"Eu?"

Ela levantou uma sobrancelha para mim, as bochechas dela em um vermelho brilhante.

"Você esqueceu um laço no topo do seu vestido, mana".

Senti meu rosto ficar quente quando eu rapidamente olhei para baixo e amarrei o último lacinho na frente do meu vestido.

"E com que você poderia ter estado"?

"Ninguém," Eu disse rapidamente.

"Você só deciciu tirar metade do seu vestido e decidiu estragar seu penteado e maquiagem, né?"

(56)

"Olha quem está falando!"

Olhamos uma para a outra, antes de lentamente começarmos a sorrir.

"Quem?" ela disse ansiosamente, de repente se aproximando e agarrando meu braço, sorrindo.

Eu balancei minha cabeça. De jeito nenhum eu ia falar pra ela.

"Oh, vamos lá!"

"Você primeiro," eu sussurrei.

Ela balançou a cabeça. "Não posso".

"Isto é bobagem, devêssemos apenas dizer logo."

Ilana mordeu o lábio, os olhos dela nervosamente olhando o meu rosto.

"Vai julgar"?

"Claro que não!"

Por favor, não me julgue por brincar com o maior prostituto dos reinos.

"Depois do três?"

Eu tremi, tomei um fôlego e acenei. "Okey".

Nós contamos juntos em voz alta. "Um, dois, três!"

"Príncipe Magnus".

Os olhos da minha irmã arregalaram. "Imogen!"

Meu queixo caiu. "Você seriamente não disse quem!?"

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