• Nenhum resultado encontrado

An. mus. paul. vol.22 número2

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "An. mus. paul. vol.22 número2"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

Apresentação

Nesta edição dos Anais do Museu Paulista são apresentados seis artigos que revelam a amplitude nacional e internacional dos estudos sobre a cultural material resultantes de experiências artísticas, tecnológicas e científicas e, relativas ao design da moda, particularmente nos séculos XIX e XX.

O primeiro artigo, de M.Granato, E. da Silva Maia e F.P. Santos, aborda uma pesquisa de caráter nacional, que envolveu numerosas universidades e institutos de pesquisa do país detentores de acervos de artefatos produzidos até a década de 1960, ligados à Ciência & Tecnologia. Abordando a metodologia adotada e os levantamentos obtidos, esse artigo colabora para a disseminação dos resultados de uma das mais importantes ações de preservação do patrimônio científico do país, sempre ameaçado pelo descarte ou pela modernização.

O artigo seguinte, de M.C.Bonadio, abrange um efervescente período em que os

Sheila Walbe Ornstein

Diretora do Museu Paulista da USP

princípios do modernismo eram discutidos nas artes, no design e na arquitetura. A autora explora a formação do inovador núcleo de costumes do MASP e as relações de Pietro Maria Bardi com o campo do design da moda, problematizando um olhar estrangeiro, cosmopolita e particular sobre a ideia de cultura brasileira.

O terceiro artigo, de M.A.Stancik , faz uma análise comparativa entre as imagens belicosas dos cartões postais circulados na França durante a Primeira Grande Guerra – que neste ano completa o centenário de seu início – e os textos das mensagens manuscritas de quem os enviava, demonstrando distintos pontos de vista sobre o conflito em curso.

Referências

Documentos relacionados

Retoma, de maneira singular, temáticas sobre as quais se debruçou em pelo menos dois outros estudos (SALGADO, 2002; SALGADO, 2003), repercutindo ainda algumas das observações

C’est ce compromis laborieux entre nationalité du contrat et nationalité de culture qui a permis le triomphe d’une nation patrimoine dont témoigne, par exemple, Camille Jullian dans

A velocidade e a capacidade de um chip de computador vão dobrar a cada 18 meses: esta lei de Moore, trivial no campo da informática, traz conseqüências paradoxais para a preservação

Neste roteiro, incluem- se reflexões teóricas sobre a visualidade na história, questões sobre passado, presente, visão e patrimônio, Berlim como cenário de questões de memória,

Fica em pauta, portanto, não a dependência evidente ou necessária do objeto diante da palavra, mas como a necessidade de tal (de)pendência foi se constituindo para as

Tal qual Carlo Ginzburg, ele pergunta acerca do lugar da imagem, de suas várias entradas na cultura histórica como representação do passado e como este passado pode ser modulado –

Expressando um significativo (e talvez já estabilizado) deslocamento intelectual na comunidade de historiadores (assim como na comunidade dos antropólogos e nas ciências humanas

Há toda uma bibliografia sobre processos de construção da identidade nacional, que o autor explora muito bem, chamando a atenção para o poder evocativo de objetos e fragmentos