1 1/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
P
P
ROCESSO CONTRUTIVO
ROCESSO CONTRUTIVO
DAS SAPATAS E
DAS SAPATAS E
ENSOLEIRAMENTOS
ENSOLEIRAMENTOS
Autor: Eng. Nuno Almeida e Prof. João Ramôa Correia
Coordenação:
Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito,DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
1. PREPARAÇÃO DO TERRENO
2. ESCAVAÇÃO GERAL
3. IMPLANTAÇÃO DA FUNDAÇÃO
4. ESCAVAÇÃO LOCAL
5. BETÃO DE LIMPEZA
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
7. COLOCAÇÃO DE ARMADURAS
8. BETONAGEM
9. CURA
10.DESCOFRAGEM
11.ATERRO
Í
Í
Í
NDICE
NDICE
Í
NDICE
NDICE
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1. PREPARA
1. PREPARA
Ç
Ç
ÃO DO
ÃO DO
TERRENO
TERRENO
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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1. PREPARA
1. PREPARA
Ç
Ç
ÃO DO TERRENO
ÃO DO TERRENO
• Registo de todos os elementos a
preservar e eventual protecção de modo a evitar a sua deterioração (árvores,
vedações, muros, etc.);
• limpeza do terreno e terra vegetal
(decapagem), retirar eventuais materiais depositados e remover ou transplantar vegetação existente;
• recolha de informação sobre cadastro
de infra-estruturas existentes, caso a obra se localize em meio urbanizado;
• eventual desvio de instalações tais
como condutas de esgotos, água ou gás, cabos eléctricos, etc..
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1. PREPARA
1. PREPARA
Ç
Ç
ÃO DO TERRENO
ÃO DO TERRENO
• Eventual demolição de construções antigas e suas fundações;
• caso exista nível freático elevado, deverão ser executados sistemas
que possibilitem a execução da futura escavação (ensecadeiras de estacas-prancha, rebaixamento do nível freático ou congelamento da água do solo (pouco frequente);
• caso o solo não apresente características satisfatórias para
fundação ou circulação do equipamento pesado, realizar técnicas de melhoramento de solos (adição de materiais, compactação).
Compacta
Compactaçção ão dinâmica
dinâmica VibraVibraçção (solos arenosos)ão (solos arenosos)
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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2. ESCAVA
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2. ESCAVA
2. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO GERAL
ÃO GERAL
Execu
Execu
ç
ç
ão de escava
ão de escava
ç
ç
ão geral em conformidade com:
ão geral em conformidade com:
•
• cotas de projectocotas de projecto (cota de piso t(cota de piso téérreo descontada de espessura rreo descontada de espessura
de revestimentos, isolamentos, massame e enrocamentos);
de revestimentos, isolamentos, massame e enrocamentos);
•
• necessidades de necessidades de acesso dos equipamentosacesso dos equipamentos para operapara operaçções de ões de
movimentos de terras;
movimentos de terras;
•
• equipamento:equipamento: retroescavadoras.retroescavadoras.
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2. ESCAVA
2. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO GERAL
ÃO GERAL
Pequenos acertos ou escava
Pequenos acertos ou escava
ç
ç
ão localizada manual,
ão localizada manual,
com
com
acess
acess
ó
ó
rios espec
rios espec
í
í
ficos (p
ficos (p
á
á
para solos moles e martelo
para solos moles e martelo
pneum
pneum
á
á
tico para solos duros) ou equipamento de pequeno
tico para solos duros) ou equipamento de pequeno
porte de maior precisão.
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2. ESCAVA
2. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO GERAL
ÃO GERAL
•
•
Deve recorrer
Deve recorrer
-
-
se a
se a
taludes
taludes
para a execu
para a execu
ç
ç
ão da escava
ão da escava
ç
ç
ão para
ão para
profundidades superiores a 1.25 m
profundidades superiores a 1.25 m
;
;
•
•
o
o
ângulo
ângulo
dos taludes com a horizontal dever
dos taludes com a horizontal dever
á
á
variar com a
variar com a
natureza dos solos, entre
natureza dos solos, entre
45
45
º
º
e 90
e 90
º
º
(rocha rija e sã);
(rocha rija e sã);
•
•
para
para
profundidades superiores a 2 m
profundidades superiores a 2 m
,
,
é
é
aconselh
aconselh
á
á
vel a
vel a
execu
execu
ç
ç
ão de
ão de
patamares interm
patamares interm
é
é
dios
dios
com largura superior a 1 m
com largura superior a 1 m
e berma protegida para evitar desmoronamentos.
e berma protegida para evitar desmoronamentos.
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOSDECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
2. ESCAVA
2. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO GERAL
ÃO GERAL
•• Na Na impossibilidade de realizar taludesimpossibilidade de realizar taludes (existência de arruamentos, (existência de arruamentos,
edif
edifíícios vizinhos ou pelo volume de terras a remover muito cios vizinhos ou pelo volume de terras a remover muito elevado) as paredes da escava
elevado) as paredes da escavaçção deverão ser parcial ou totalmente ão deverão ser parcial ou totalmente entivadas e escoradas provisoriamente
entivadas e escoradas provisoriamente, deixando um espa, deixando um espaçço livre o livre de trabalho com 50 cm.
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2. ESCAVA
2. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO GERAL
ÃO GERAL
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2. ESCAVA
2. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO GERAL
ÃO GERAL
É
É
prudente contemplar
prudente contemplar
sistemas de recolha e
sistemas de recolha e
po
po
ç
ç
os
os
para recep
para recep
ç
ç
ão
ão
de
de
á
á
guas que afluem ao
guas que afluem ao
fundo da escava
fundo da escava
ç
ç
ão
ão
para
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2. ESCAVA
2. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO GERAL
ÃO GERAL
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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3. IMPLANTA
3. IMPLANTA
Ç
Ç
ÃO DA
ÃO DA
FUNDA
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3. IMPLANTA
3. IMPLANTA
Ç
Ç
ÃO DA FUNDA
ÃO DA FUNDA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
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PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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3. IMPLANTA
3. IMPLANTA
Ç
Ç
ÃO DA FUNDA
ÃO DA FUNDA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
De acordo com planimetria e altimetria definidas em
De acordo com planimetria e altimetria definidas em
projecto
projecto -- recorrer em geral arecorrer em geral a apoio topograpoio topográáfico fico (teodolitos, n
(teodolitos, nííveis)veis)
Colocar referencial a 1.0
Colocar referencial a 1.0 -- 2.0 m do per2.0 m do períímetro exterior. metro exterior. Este referencial designa
Este referencial designa--se se ““cangalho perifcangalho perifééricorico””e e éé constitu
constituíído por:do por: •
• vigas ou tvigas ou táábuas de madeirabuas de madeira, dispostas horizontalmente e , dispostas horizontalmente e
niveladas
niveladas, fixadas a , fixadas a estacas curtasestacas curtas tambtambéém de madeira previamente m de madeira previamente cravadas no terreno, distanciadas entre si de cerca de 1.5 m;
cravadas no terreno, distanciadas entre si de cerca de 1.5 m;
•
• varões metvarões metáálicos e tlicos e táábuas ou barrotes fixos ao terreno;buas ou barrotes fixos ao terreno;
•
17 17/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
3. IMPLANTA
3. IMPLANTA
Ç
Ç
ÃO DA FUNDA
ÃO DA FUNDA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
Fixação dos barrotes de madeira do cangalho ao terreno
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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3. IMPLANTA
3. IMPLANTA
Ç
Ç
ÃO DA FUNDA
ÃO DA FUNDA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
Marcação das faces dos elementos estruturais das sapatas
Defini
Definiçção de alinhamentosão de alinhamentos com fios de nylon tensionados e com fios de nylon tensionados e amarrados a pregos, cravados no cangalho.
amarrados a pregos, cravados no cangalho.
A esquadria dos alinhamentos
A esquadria dos alinhamentos éé garantida com teodolito, garantida com teodolito, esquadro ou triângulo.
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3. IMPLANTA
3. IMPLANTA
Ç
Ç
ÃO DA FUNDA
ÃO DA FUNDA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
A localiza
A localiza
ç
ç
ão no terreno
ão no terreno
é
é
efectuada por interm
efectuada por interm
é
é
dio de um fio
dio de um fio
-
-de
de
-
-
prumo, colocado na intersec
prumo, colocado na intersec
ç
ç
ão dos fios.
ão dos fios.
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3. IMPLANTA
3. IMPLANTA
Ç
Ç
ÃO DA FUNDA
ÃO DA FUNDA
Ç
Ç
ÃO
ÃO
Em fases mais avan
Em fases mais avan
ç
ç
adas da constru
adas da constru
ç
ç
ão, as referências ao
ão, as referências ao
“
“
cangalho
cangalho
”
”
perif
perif
é
é
rico podem ser transferidas para
rico podem ser transferidas para
apoio local.
apoio local.
Sapata a construir “cangalho” local
Marcações / suportes para colocação de fios de nylon amarrados a pregos
Alternativa ao “cangalho” – cavaletes (tábua fixa a duas
estacas de madeira cravadas no terreno (mais erros).
21 21/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
4. ESCAVA
4. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO LOCAL
ÃO LOCAL
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4. ESCAVA
4. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO LOCAL (caboucos)
ÃO LOCAL (caboucos)
--
confirmar caracter
confirmar caracter
í
í
sticas do terreno
sticas do terreno
à
à
cota de projecto (exame
cota de projecto (exame
visual e ensaios normalizados);
visual e ensaios normalizados);
--
escava
escava
ç
ç
ão at
ão at
é
é
cota de projecto mais 5 cm para betão limpeza;
cota de projecto mais 5 cm para betão limpeza;
- em função do tipo de solo:
•
escavação vertical com dimensões exactas (dispensa
cofragem: rec,
min= 70 mm; rec,
med= 100 mm);
•
escavação em talude deixando folga de 0.5 m (exige cofragem).
Cofragem escorada Cofragem escorada Cofragem escorada
23 23/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
4. ESCAVA
4. ESCAVA
Ç
Ç
ÃO LOCAL (caboucos)
ÃO LOCAL (caboucos)
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4. ESCAVA
25 25/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
5. BETÃO DE LIMPEZA
5. BETÃO DE LIMPEZA
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5. BETÃO DE LIMPEZA
5. BETÃO DE LIMPEZA
Remo
Remo
ç
ç
ão de terreno desagregado, regulariza
ão de terreno desagregado, regulariza
ç
ç
ão e compacta
ão e compacta
ç
ç
ão
ão
manual ou mecânica do fundo evita betão de limpeza em excesso
manual ou mecânica do fundo evita betão de limpeza em excesso
Coloca
Coloca
ç
ç
ão de betão C12/15 (B15) em espessura de 5 a 10 cm
ão de betão C12/15 (B15) em espessura de 5 a 10 cm
Funções:
Betão de limpeza
•
regularizar superfície do solo;
•
evitar contacto directo do betão da
sapata com o solo;
•
criar base horizontal e limpa para
colocação das armaduras e montagem
das cofragens;
27 27/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
5. BETÃO DE LIMPEZA
5. BETÃO DE LIMPEZA
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Cofragens
laterais
com a
função de
juntas de
5. BETÃO DE LIMPEZA
5. BETÃO DE LIMPEZA
29 29/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
6. MONTAGEM DE
6. MONTAGEM DE
COFRAGEM
COFRAGEM
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6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
Cofragem perdida
Cofragem perdida
(alvenaria ou situa
(alvenaria ou situa
ç
ç
ões particulares em que
ões particulares em que
não seja poss
não seja poss
í
í
vel ou vi
vel ou vi
á
á
vel recuperar o material)
vel recuperar o material)
Cofragem perdida
Cofragem recuper
Cofragem recuper
á
á
vel
vel
(nota: raramente se utiliza cofragem
(nota: raramente se utiliza cofragem
racionalizada nova em sapatas correntes devido
racionalizada nova em sapatas correntes devido
à
à
inexistência
inexistência
de exigências est
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6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
Cofragem corrente em sapatas: MADEIRA (pinho, abeto, eucalipto)
Cofragem corrente em sapatas: MADEIRA (pinho, abeto, eucalipto)
EXIGÊNCIAS:
EXIGÊNCIAS:
•
• elementos elementos limposlimpos e de geometria correcta, e de geometria correcta, desempenadosdesempenados, e , e
sem fendas ou rasgos;
sem fendas ou rasgos;
•
• juntasjuntas suficientemente suficientemente fechadasfechadas para evitar perda de material para evitar perda de material
fino (a molhagem de t
fino (a molhagem de táábuas de madeira provoca o inchamento e buas de madeira provoca o inchamento e a redu
a reduçção da dimensão das juntas);ão da dimensão das juntas); •
• resistentes / rresistentes / ríígidasgidas para manter a forma do elemento atpara manter a forma do elemento atéé ao ao
endurecimento do betão;
endurecimento do betão;
•
• molhagem da superfmolhagem da superfíície cie para evitar absorpara evitar absorçção de ão de áágua de gua de
amassadura;
amassadura;
•
• caso se deseje a recuperacaso se deseje a recuperaçção do material para reutilizaão do material para reutilizaçção deve ão deve
ser aplicado
ser aplicado óóleo descofranteleo descofrante (3x se desmontada e 10x caso não (3x se desmontada e 10x caso não seja desmontada).
seja desmontada).
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
MONTAGEM: MONTAGEM: •• de acordo com os projectos e detalhes de fabrico, tendo em atende acordo com os projectos e detalhes de fabrico, tendo em atençção ão
o
o aproveitamento das peaproveitamento das peçças de madeira;as de madeira; •
• união das peunião das peçças de madeira com as de madeira com pregospregos, que deverão poder arrancar, que deverão poder arrancar-
-se facilmente quando da desmontagem;
se facilmente quando da desmontagem;
•
• solidarizasolidarizaçção de painão de painééis de cofragem opostos com is de cofragem opostos com esticadoresesticadores
(varões de
(varões de φφ6 ou 8mm), fixados pelo exterior com 6 ou 8mm), fixados pelo exterior com castanhascastanhas (substitui (substitui e/ou complementa escoramentos)
e/ou complementa escoramentos) -- ponto privilegiado para a corrosão ponto privilegiado para a corrosão e deteriora
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6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
MONTAGEM: MONTAGEM: •• montagem dos montagem dos taipaistaipais, geralmente, efectuada no local de aplica, geralmente, efectuada no local de aplicaçção;ão;
•
• escorasescoras rigidamente ligadas entre si por rigidamente ligadas entre si por travessastravessas, de forma a , de forma a
trabalharem em conjunto e não como elementos isolados;
trabalharem em conjunto e não como elementos isolados;
•
• os trabalhos de cofragem devem contemplar todos os os trabalhos de cofragem devem contemplar todos os acessacessóórios de rios de
apoio
apoio ààs operas operaçções de betonagemões de betonagem e de garantia da integridade das e de garantia da integridade das armaduras.
armaduras.
Sapata cont
Sapata contíínuanua
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
MONTAGEM: MONTAGEM: •• elementos de elementos de entivaentivaçção ou escoramentoão ou escoramento não deve apoiar não deve apoiar
directamente no solo, mas sim em elementos horizontais de maior
directamente no solo, mas sim em elementos horizontais de maior
dimensão
dimensão -- melhora a distribuimelhora a distribuiççãoão e e diminui tensões no terrenodiminui tensões no terreno e e garante a imobilidade
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6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
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6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
37 37/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
Cofragens na zona de
ligação à caixa de
elevador
Cofragens na zona da junta de
retracção
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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Cofragens na zona da
caleira periférica
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
6. MONTAGEM DE COFRAGEM
39 39/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE
ÃO DE
ARMADURAS
ARMADURAS
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7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
Pr
Préé--montagem em estaleiro ou prmontagem em estaleiro ou préé--fabricafabricaçção ão éé preferpreferíível vel àà montagem no local definitivo:
montagem no local definitivo:
•
• diminui tempo de vala aberta e optimiza rendimentos;diminui tempo de vala aberta e optimiza rendimentos;
•
• diminui detritos e inoperância do diminui detritos e inoperância do óóleo descofrante;leo descofrante;
•
• a dobragem no local de aplicaa dobragem no local de aplicaçção não ão não éé permitida;permitida;
•
• local de aplicalocal de aplicaçção: apenas execuão: apenas execuçção de ligaão de ligaçções entre ões entre
armaduras ou montagem de estribos at
armaduras ou montagem de estribos atéé ao diâmetro de 12 mm.ao diâmetro de 12 mm. Execu
Execuçção de acordo com projecto ão de acordo com projecto (mapa de armaduras)(mapa de armaduras) respeitando:respeitando: •
• espaespaççamentos e sobreposiamentos e sobreposiçção de varões;ão de varões;
•
• comprimentos de amarracomprimentos de amarraçção;ão;
•
• espaespaççamento;amento;
•
• recobrimento;recobrimento;
41 41/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
M
Mááquina de moldar quina de moldar MMááquina de cortequina de corte PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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7. COLOCA
43 43/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
Pormenor de um cavalete para apoio da armadura superior
Pormenor de um cavalete para apoio da armadura superior
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
Pormenores:
Pormenores:
-- espaespaççadores de argamassa;adores de argamassa;
-- varões diagonais a rigidificar varões diagonais a rigidificar a malha de armaduras (sem
45 45/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
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7. COLOCA
47 47/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
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7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
•
O transporte e armazenamento deverão ser realizados de
modo que não afectem a geometria e posicionamento dos
varões;
•
as armaduras deverão estar isentas de depósitos superficiais
que prejudiquem a aderência (óleo, gelo, pinturas, ferrugem
solta e outros elementos);
•
para garantir o recobrimento, deverão ser previstos
espaçadores solidarizados às armaduras.
Recobrimento das armaduras (≥ 5 cm) Arame de atar
Dimensões em planta entre 5 cm x 5 cm e 7 cm x 7 cm
Caixa com altura igual ao recobrimento das armaduras Arames de atar mergulhados na argamassa antes do início da presa
A argamassa é esquartejada antes do início da presa
49 49/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
• Antes da colocação das armaduras, dever-se-á limpar o betão de
limpeza de eventuais detritos;
• colocação de todas as armaduras de elementos contíguos ou
respectivas armaduras de espera (vigas de fundação, pilares);
• a ligação dos varões pode ser executada com arame de atar ou
pontos de solda.
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7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
• Os varões dos pilares poderão ser montados no local de aplicação
ou na oficina do estaleiro (transportados por grua);
• é mais simples e rápido “empalmar” o troço do pilar nas armaduras
de espera colocadas antes da betonagem da sapata; a verticalidade do pilar deve ser garantida através de cangalho de fixação (4
elementos que confinam as 4 faces do pilar).
Armaduras do elemento estrutural empalmadas nas armaduras de espera
“Armaduras de espera” (iguais às que
) Comprimento de sobreposição
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7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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7. COLOCA
53 53/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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7. COLOCA
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Recobrimento das armaduras (≥ 5 cm) Arame de atar
Espaçador
7. COLOCA
7. COLOCA
Ç
Ç
ÃO DE ARMADURAS
ÃO DE ARMADURAS
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
Produ
Produ
ç
ç
ão de betão:
ão de betão:
•
•
betão
betão
pronto;
pronto;
•
•
betão fabricado
betão fabricado
em obra.
em obra.
Transporte do betão em obra:
Transporte do betão em obra:
•
•
carros de mão
carros de mão
-
-
pequenas obras, distâncias pequenas;
pequenas obras, distâncias pequenas;
•
•
carros motorizados
carros motorizados
(
(
dumpers
dumpers
)
)
-
-
distâncias maiores, solo
distâncias maiores, solo
compacto;
compacto;
•
•
balde
balde
(geralmente at
(geralmente at
é
é
1 m
1 m
33) transportado por grua ou
) transportado por grua ou
outro equipamento de eleva
outro equipamento de eleva
ç
ç
ão;
ão;
•
•
camiões betoneira
camiões betoneira
(5 a 8 m
(5 a 8 m
33);
);
•
•
bombas de betão
bombas de betão
(300 m na horizontal e 35 m na vertical).
(300 m na horizontal e 35 m na vertical).
PROCESSO CONTRUTIVO DAS SAPATAS E ENSOLEIRAMENTOS
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
Coloca
Coloca
ç
ç
ão do betão:
ão do betão:
•
• precauprecauçções para não afectar ões para não afectar posicionamento das armaduras;posicionamento das armaduras;
•
• precauprecauçções por forma a evitar ões por forma a evitar desprendimento de terrasdesprendimento de terras (caso de (caso de
betonagens contra terreno) e contamina
betonagens contra terreno) e contaminaçção do betão com solo;ão do betão com solo; •
• temperaturatemperatura preferencial entre 5 preferencial entre 5 ººC e 30 C e 30 ººC;C;
•
• evitar aplicaevitar aplicaçção em ão em queda livrequeda livre para para alturas elevadas alturas elevadas (segrega(segregaçção);ão);
•
• colocacolocaçção uniformemente ão uniformemente distribudistribuíídada (não amontoar material) em (não amontoar material) em
camadas sucessivas
camadas sucessivas (h < 30 cm);(h < 30 cm); •
• betonagem betonagem simultânea de sapatas e vigas de fundasimultânea de sapatas e vigas de fundaççãoão, e de forma , e de forma
geral, do maior n
geral, do maior núúmero de elementos possmero de elementos possíível para vel para evitar juntasevitar juntas de de betonagem
betonagem (as juntas, quando existam, devem existir em locais com (as juntas, quando existam, devem existir em locais com esfor
esforçços reduzidos);os reduzidos); •
• tratar juntas de betonagemtratar juntas de betonagem por aplicapor aplicaçção de acessão de acessóórios, raspagem rios, raspagem
de betão não endurecido ou picagem caso o material tenha ganho
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
Compacta
Compacta
ç
ç
ão por vibra
ão por vibra
ç
ç
ão:
ão:
•
• tem como objectivo retirar o ar contido na matriz, tornando o tem como objectivo retirar o ar contido na matriz, tornando o
betão mais compacto;
betão mais compacto;
•
• os os vibradoresvibradores devem ser introduzidos devem ser introduzidos na verticalna vertical e a velocidade e a velocidade
constante;
constante;
•
• a a “á“área de influênciarea de influência”” considerada deve rondar os considerada deve rondar os 0.5 m a 1 m;0.5 m a 1 m;
•
• evitar vibrar evitar vibrar espessurasespessuras superiores superiores àà do do comprimento da agulha;comprimento da agulha;
•
• respeitar a respeitar a aproximaaproximaççãoão mmááxima xima da agulha da agulha àà cofragemcofragem de cerca de cerca
de
de 15 cm;15 cm; •
• tempos de vibratempos de vibraçção entre 5 a 30 são entre 5 a 30 s (pouco tempo introduz uma (pouco tempo introduz uma
fraca compacta
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
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8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
65 65/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
Ligação da laje de ensoleiramento à parede de contenção
Roço aberto a posteriori
8. BETONAGEM
8. BETONAGEM
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Ligação da laje de ensoleiramento à parede de contenção
Negativos deixados na parede de contenção
Armaduras de espera
para ligação da parede
periférica à laje de
ensoleiramento
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9. CURA
9. CURA
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9. CURA
9. CURA
Cura do betão:
Cura do betão:
evita uma secagem excessivamente r
evita uma secagem excessivamente r
á
á
pida e
pida e
eventual fendilha
eventual fendilha
ç
ç
ão por retrac
ão por retrac
ç
ç
ão da camada superficial de
ão da camada superficial de
betão
betão
-
-
t
t
é
é
cnicas
cnicas
:
:
•
•
rega
rega
do betão (o mais corrente) ou utiliza
do betão (o mais corrente) ou utiliza
ç
ç
ão de
ão de
compostos
compostos
de cura;
de cura;
•
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9. CURA
9. CURA
Tempos m
Tempos m
í
í
nimos de cura (NP ENV 13670
nimos de cura (NP ENV 13670
-
-
1):
1):
Factores a considerar:
Factores a considerar:
•
•
desenvolvimento de resistência do betão (
desenvolvimento de resistência do betão (
↓
↓
t
t
curacura);
);
•
•
temperatura durante a cura (
temperatura durante a cura (
↓
↓
t
t
curacura);
);
•
•
exposi
exposi
ç
ç
ão solar (
ão solar (
↑
↑
t
t
curacura);
);
•
•
humidade relativa do ar (
humidade relativa do ar (
↓
↓
t
t
curacura);
);
•
•
velocidade do vento (
velocidade do vento (
↑
↑
t
t
curacura).
).
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10. DESCOFRAGEM
10. DESCOFRAGEM
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10. DESCOFRAGEM
10. DESCOFRAGEM
Tempos de descofragem dependem de:
Tempos de descofragem dependem de:
•
•
dimensões do elementos;
dimensões do elementos;
•
•
tipo de cimento utilizado;
tipo de cimento utilizado;
•
•
condi
condi
ç
ç
ões ambientais.
ões ambientais.
2 a 3 dias ap
2 a 3 dias ap
ó
ó
s betonagem
s betonagem
é
é
aceit
aceit
á
á
vel para que:
vel para que:
•
•
se evitem danos na superf
se evitem danos na superf
í
í
cie de betão durante a
cie de betão durante a
descofragem;
descofragem;
•
•
os elementos suportem as ac
os elementos suportem as ac
ç
ç
ões a que estão sujeitos;
ões a que estão sujeitos;
•
•
não ocorram deforma
não ocorram deforma
ç
ç
ões excessivas.
ões excessivas.
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10. DESCOFRAGEM
10. DESCOFRAGEM
Principais regras de descofragem:
Principais regras de descofragem:
•
• elementos de apoio e de aperto deverão ser aliviados ou elementos de apoio e de aperto deverão ser aliviados ou
retirados
retirados sem acsem acçções bruscas;ões bruscas; •
• para destacar painpara destacar painééis utilizar is utilizar cunhas de madeira (e não um pcunhas de madeira (e não um péé
de cabra);
de cabra);
•
• as as arestasarestas das pedas peçças betonadas deverão ser as betonadas deverão ser protegidasprotegidas para para
não serem danificadas;
não serem danificadas;
•
• depois da descofragem, os depois da descofragem, os elementoselementos de cofragem e os de cofragem e os
elementos de fixa
73 73/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
11. ATERRO
11. ATERRO
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11. ATERRO
11. ATERRO
O aterro deve ser executado:
O aterro deve ser executado:
•
• atatéé àà cota prevista em projecto (tendo em conta a espessura do cota prevista em projecto (tendo em conta a espessura do
piso t
piso téérreo);rreo); •
• deverdeveráá ser ser precedidaprecedida das operadas operaçções de ões de execuexecuççãoãodos primeiros dos primeiros
tro
troçços de os de pilar;pilar; •
• solo compactadosolo compactado por forma a obter uma superfpor forma a obter uma superfíície nivelada e cie nivelada e
compactada.
75 75/75/75 DECivil GESTEC Tecnolog ia da Construção de Edifícios Mest rado In tegrado em Engenharia Civi l
Trabalho realizado com o apoio do Programa
Operacional Sociedade da Informação - POSI
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