REGULAMENTO DO PROCESSO DE CONSULTA ELEITORAL PARA COORDENADORES DE CURSO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – IFTM
Estabelece normas e procedimentos
referentes ao processo de consulta eleitoral para Coordenadores de Curso do IFTM
TÍTULO I
DO REGULAMENTO E SEUS OBJETIVOS
Art. 1º O presente Regulamento tem por objetivo normatizar o processo de consulta eleitoral, em turno único, da escolha dos Coordenadores de Curso do IFTM para mandato de 2 (dois) anos.
TÍTULO II
DO PROCESSO DE CONSULTA ELEITORAL
Art. 2º. O processo de consulta a que se refere o artigo anterior dar-se-á por meio de votação secreta e em um candidato por Coordenação de Curso, facultada a participação dos servidores docentes que compõem o Quadro de Pessoal Ativo Permanente dos Campi e dos alunos regularmente matriculados nos respectivos cursos de ensino médio integrado e subsequente e do ensino superior dos Campi do IFTM
Parágrafo único – No caso de cursos recém criados ou com até dois anos de implantação, o primeiro coordenador não será eleito, mas indicado e designado pelo Diretor Geral do Campus, obedecendo aos critérios do Art. 17, por um período de dois anos.
§1º Nos impedimentos e nas ausências eventuais do coordenador, a coordenação será exercida por um docente substituto por ele indicado à direção-geral, que emitirá a respectiva portaria de designação permanente .
Art. 3º A eleição para a escolha dos Coordenadores de Curso do IFTM, realizar-se-á, no dia 01 de setembro de 2017 e conforme o cronograma eleitoral ANEXO II deste regulamento.
Art. 4º Os mandatos dos Coordenadores de Curso do IFTM serão de 2 (dois) anos com vigência no biênio 2017/2019.
Art. 5º O processo de consulta eleitoral compreende: a inscrição dos candidatos, deferimento e homologação das inscrições realizadas, a campanha, a fiscalização, a votação, a apuração, a divulgação e a comunicação formal dos resultados do pleito ao reitor.
a) Coordenação e controle: responsabilidade das Comissões Eleitorais dos Campi, constituída por Portaria dos Diretores Gerais dos Campi.
b) Votação: responsabilidade conjunta Comissões Eleitorais dos Campi, dos mesários e fiscais.
c) Apuração, divulgação e comunicação formal dos resultados da eleição: responsabilidade das Comissões Eleitorais dos Campi.
Art. 7º As Comissões Eleitorais dos Campi encaminharão os nomes dos candidatos escolhidos para as Coordenações de Curso dos Campi ao Reitor para designação e publicação de Portaria.
CAPÍTULO I
DA COMISSÃO ELEITORAL DOS CAMPI
Art. 8º Os Diretores Gerais dos Campi designarão 1 (uma) Comissão Eleitoral do seu respectivo campus.
Art. 9º A Comissão Eleitoral será formada por 3 (três) integrantes com seus respectivos suplentes, sendo 2 (dois) servidores docentes e 1(um) servidor técnico-administrativo.
Art. 10 A Comissão Eleitoral constituída por Portaria tem a responsabilidade de conduzir o processo de escolha dos Coordenadores de Curso dos Campi do IFTM
Art. 11 Compete à Comissão Eleitoral coordenar e promover no campus, o processo eleitoral de escolha dos Coordenadores de Curso do IFTM
Art. 12 Aos membros da Comissão Eleitoral fica vedada a inscrição como candidato à eleição para a Coordenação de Curso do IFTM.
SEÇÃO I
DAS COMPETÊNCIAS DAS COMISSÕES ELEITORAIS DOS CAMPI Art. 13 Compete à Comissão Eleitoral:
I. Cumprir e fazer cumprir as normas estabelecidas neste Regulamento; II. Coordenar, conduzir e supervisionar o processo eleitoral em seu
respectivo campus;
III. Providenciar junto ao setor de comunicação a divulgação de todas as informações referentes ao processo eleitoral no site do IFTM;
IV. Receber o requerimento de inscrição dos candidatos; V. Homologar a inscrição dos candidatos;
VI. Publicar a lista de candidatos e votantes;
VII. Emitir instruções sobre a sistemática da votação;
VIII. Credenciar fiscais para atuarem junto à Comissão Eleitoral no processo de votação e na totalização dos votos;
IX. Estabelecer a quantidade e a localização das mesas receptoras; X. Indicar os componentes das mesas receptoras e apuradoras; XI. Providenciar todo o material necessário ao processo eleitoral; XII. Deliberar sobre os recursos impetrados;
XIII. Encaminhar ao Reitor do IFTM o resultado final da eleição para fins de homologação, designação e publicação;
XIV. Decidir sobre os casos omissos. SEÇÃO II DA ELEGIBILIDADE
Art. 14 Para concorrer à função de Coordenador de Curso do IFTM, previsto nesse Regulamento, o candidato deverá atender aos seguintes requisitos
I. Ser servidor docente efetivo do IFTM em regime de 40 horas ou 40 horas em dedicação exclusiva.
II. Ser servidor docente que ministre ou ministrou componente curricular nos últimos dois anos no curso a cuja vaga de coordenador está concorrendo.
III. Ter formação acadêmica na área do curso que pretende coordenar e estar em efetivo exercício.
IV. Possuir título de pós-graduação modalidade stricto sensu para candidatura à coordenação dos cursos superiores;
V. Estar de acordo em desempenhar as atribuições previstas no Art. 33 e 34, da Resolução CONSUP – IFTM nº 72/2014, de 01 de dezembro de 2014. Parágrafo único - Caso não haja docentes com formação acadêmica na área do curso para o qual irá concorrer, poderão candidatar-se docentes com formação em área afim, respeitando os critérios pertinentes nos incisos I, II e V deste artigo.
Art. 15 Não poderá inscrever-se como candidato à função de Coordenador de Curso do IFTM, o servidor docente:
I. Ocupante de cargo de docente substituto;
II. Ocupante de cargo de direção e/ou função gratificada; III. Em licença sem vencimentos;
IV. Em afastamento para participação em programa de pós-graduação stricto sensu no país e no exterior e/ou licenciado;
V. À disposição de outros órgãos.
Art. 16 No caso de vacância à função por qualquer motivo, a Comissão Eleitoral terá um prazo de 30 dias para proceder novo processo eleitoral.
Art. 17 No caso de não surgirem candidatos à função após o prazo descrito em Edital, a indicação do Coordenador de Curso será feita pelo Diretor Geral do Campus, que o designará para o período de dois anos, atendida as condições estabelecidas no Art. 14, inciso I, III e V desse Regulamento.
CAPITULO II
DA CAMPANHA ELEITORAL
Art. 19 É proibida a campanha eleitoral fora do período estabelecido neste edital, sob pena de incorrer na não homologação do resultado final da eleição. Art. 20 Durante a campanha eleitoral será permitido apenas a utilização de meio eletrônico para divulgação de cartazes.
Art. 21 Qualquer dano ao patrimônio do IFTM, decorrente da exposição de peças publicitárias ou de qualquer outro ato de campanha, será comunicado ao candidato, que deverá arcar com os custos da reparação.
Art. 22 Não será permitido o uso de instrumentos acústicos, ou qualquer outro equipamento que provoque ruídos excessivos nos períodos de aula, visando evitar prejuízos às atividades letivas.
Art. 23 Fica proibida a “boca de urna” no dia da votação.
Art. 24 O candidato que infringir as normas estabelecidas neste Regulamento poderá ser punido, a juízo da Comissão Eleitoral, com a seguinte graduação:
I. Advertência pública;
II. Cassação da inscrição da candidatura. SEÇÃO III DAS INSCRIÇÕES
Art. 25 As inscrições dos candidatos deverão ser formuladas em requerimento próprio, assinado pelo postulante e entregue à Comissão Eleitoral, obedecendo ao estabelecido nesse Regulamento.
SEÇÃO IV DA ELEIÇÃO
Art. 26 O processo de eleição para Coordenação de Curso ocorrerá na forma de consulta aos docentes e discentes do curso, atribuindo-se o peso de 2/3 para a manifestação do corpo docente e de 1/3 para a manifestação do corpo discente.
§ 1º Todos os docentes que ministram ou ministraram disciplinas no curso nos últimos dois anos e os discentes regularmente matriculados no curso estarão aptos a votar.
§ 2º Os discentes dos Programas de pós-graduação não participarão do processo eleitoral como votantes.
Art. 27 Não estarão aptos a votar docentes em licença sem vencimentos. Art. 28 Na hipótese de eventual empate numérico nos quantitativos de votos serão observados os seguintes critérios:
I. Maior tempo de serviço. Persistindo o empate, o candidato com maior idade.
Art. 29 A Eleição será realizada conforme o cronograma estabelecido em Edital.
SEÇÃO V DO VOTO
Art. 30 O voto para a escolha dos coordenadores de curso do IFTM será facultativo, direto, secreto e uni-nominal, não podendo ser efetuado por correspondência, procuração ou em trânsito (fora de seu domicilio eleitoral).
SEÇÃO VI
DA MESA RECEPTORA
Art. 31 Serão constituídas Mesas Receptoras em cada Campus do IFTM, que ficarão em local de fácil acesso e visibilidade ao público, onde o eleitor deverá assinalar na cédula o candidato de sua preferência e, em seguida, depositá-la na urna.
§ 1º A Mesa Receptora será composta por um presidente, um mesário e um secretário, integrantes da própria Comissão Eleitoral, servidores poderão ser convocados pela Comissão Eleitoral com anuência do Diretor Geral do Campus.
§ 2º Não poderão ser indicados como membros da Mesa Receptora: os candidatos, seus parentes ou cônjuges.
§ 3º Os componentes da Mesa Receptora serão dispensados de suas atividades normais na Instituição no dia e hora que forem designados, sendo-lhes atribuídas faltas em caso de ausência ou abandono de atividade sem justificativa.
§ 4º Em caso de ausência ou impedimento do presidente, assumirá a presidência o mesário e, na falta, o secretário.
§ 5º No recinto da Mesa Receptora será permitida apenas a presença de seus membros, dos membros da Comissão Eleitoral, dos fiscais credenciados e do votante, durante seu tempo de votação.
Art. 32 Ao presidente da Mesa Receptora incumbe: I. Identificar os fiscais credenciados;
II. Convocar, na falta de algum membro da Mesa Receptora, um eleitor para substituí-lo;
III. Rubricar as cédulas oficiais;
IV. Resolver os problemas e dirimir dúvidas que ocorrerem; V. Manter a ordem;
VI. Comunicar à Comissão Eleitoral a ocorrência de irregularidades cuja solução depender dela;
VII. Anotar, ao final da votação, o não comparecimento do eleitor;
VIII. Assinar, com os demais componentes da Mesa Receptora, a ata de votação.
Art. 33 Ao mesário incumbe:
I. Identificar o eleitor e colher sua assinatura na lista de votação; II. Rubricar as cédulas oficiais;
III. Auxiliar o presidente e executar as tarefas que este lhe determinar. Art. 34 Ao secretário incumbe:
I. Lavrar a ata de eleição;
II. Auxiliar o presidente e o mesário para a manutenção da boa ordem dos trabalhos.
SEÇÃO VII DA VOTAÇÃO
Art. 35 A votação dar-se-á em cabine individual sendo realizada nas dependências de cada unidade em local definido pela Comissão Eleitoral em data e horário estabelecidos em Edital.
Art. 36 Durante a votação cabe ao eleitor:
I. Por ordem de chegada, se apresentar ao presidente da mesa receptora munido de documento original ou cópia autenticada de identificação civil ou funcional com foto;
II. Assinar a lista de presença;
III. Receber a cédula rubricada e dirigir-se à cabine de votação;
IV. Assinalar na cédula de votação, o quadro correspondente ao candidato de sua preferência;
V. Depositar seu voto na urna de votação;
VI. O eleitor com deficiência poderá utilizar dispositivo ou meio autorizado pela Mesa Receptora para o exercício de seu direito de voto.
Art. 37 Encerrada a votação, caberá ao presidente da Mesa Receptora:
I. Lacrar a urna, rubricando-a juntamente com os demais membros da Mesa e fiscais presentes;
II. Determinar ao secretário que lavre a ata de eleição. III. Encaminhar a urna e ata de eleição à Comissão Eleitoral.
Art. 38 No caso de suspensão da votação por motivo de força maior, o presidente da Mesa Receptora deverá:
I. Lacrar a urna;
II. Lavrar ata que será imediatamente afixada em local visível para conhecimento da comunidade, com os motivos da suspensão;
III. Recolher o material remanescente. SEÇÃO VIII DA FISCALIZAÇÃO
Art. 39 Cada candidato poderá manter um fiscal, por ele credenciado, junto à Mesa Receptora.
Art. 40 Os Membros da Mesa Receptora, escolhidos pela Comissão Eleitoral estão impedidos de atuar como fiscais de candidatos.
SEÇÃO IX
DO MATERIAL PARA A VOTAÇÃO
Art. 41 A Comissão Eleitoral providenciará, antes do início da votação, os seguintes materiais:
I. Relação de eleitores habilitados a votar;
II. Urnas vazias, identificadas por categoria, previamente lacradas pela Comissão Eleitoral
III. Cédulas oficiais;
IV. Outros materiais que forem necessários para o regular funcionamento da Mesa.
Art. 42 As cédulas oficiais serão confeccionadas e distribuídas exclusivamente pela Comissão Eleitoral.
Art. 43 A impressão será na cor preta, com tipos uniformes de letra, constando no anverso, os nomes dos candidatos em ordem alfabética e, no verso, local para rubricas do presidente e do mesário.
SEÇÃO X DA APURAÇÃO
Art. 44 A apuração das urnas será realizada pela Comissão Eleitoral terá início conforme cronograma estabelecido em Edital.
Art. 45 As cédulas oficiais, à medida que forem sendo apuradas, serão exibidas, examinadas por um dos componentes da Mesa Apuradora, cabendo-lhe assinalar na cédula em branco o termo “EM BRANCO” e na cédula nula o termo “NULO”.
Art. 46 Os votos “EM BRANCO” e “NULO” não serão atribuídos a nenhum candidato, sendo, no entanto, computados para efeito de cálculos do número total de votantes.
Art. 47 Serão considerados NULOS os votos assinalados em cédulas que: I. Não corresponderem às cédulas oficiais;
II. Não estiverem devidamente autenticadas;
III. Contiverem expressões, frases ou sinais alheios à votação; IV. Houver a indicação de mais de um nome.
Art. 48 As cédulas apuradas serão arquivadas em invólucro lacrado e guardado para efeito de recontagem de votos ou de julgamento de recursos.
Art. 49 Findos os trabalhos, a Mesa Apuradora proclamará os resultados e lavrará a respectiva ata remetendo cópia ao reitor.
SEÇÃO XI DOS RESULTADOS
Art. 50 A Comissão Eleitoral organizará a classificação final dos candidatos, de acordo com o percentual de votos válidos obtidos por cada candidato.
Parágrafo único. Será considerado eleito o candidato que obtiver maior percentual de votos.
Art. 51 A Comissão Eleitoral encaminhará ao Reitor o resultado final das eleições para a função de Coordenadores de Cursos do IFTM.
CAPÍTULO III DOS RECURSOS
Art. 52 Os recursos deverão ser impetrados, com justificativa formal e devidamente assinados (ANEXO III), no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas, da conclusão do pleito e serão apreciados em primeira instância pela Comissão Eleitoral que emitirá parecer no limite das suas competências.
TÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 53 O Reitor do IFTM publicará o Edital, conforme ANEXO II, elaborado pelas Comissões Eleitorais dos Campi, de convocação das eleições, no qual estarão definidos o cronograma e os procedimentos para a implementação do pleito.
Art. 54 As Comissões Eleitorais dos Campi procederão à divulgação dos atos pertinentes ao processo eleitoral em pauta, através da página eletrônica (www.iftm.edu.br).
Art. 55 Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na aplicação deste Regulamento serão dirimidos pela Comissão Eleitoral do Campus, e, em instância superior, pelo Reitor do IFTM.
ANEXO I
FICHA DE INSCRIÇÃO DE CANDIDATOS DOCENTES PARA A FUNÇÃO DE COORDENADOR DE CURSO DO IFTM
BIÊNIO 2017/2019 IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO NOME: RG: ÓRGÃO EMISSOR: DATA DA EXPEDIÇÃO: C.P.F: SIAPE Nº: E-MAIL: TELEFONE: CELULAR: DATA DE INSCRIÇÃO: LOCAL/ DATA ASSINATURA DO CANDIDATO
ANEXO II
MINUTA DE EDITAL Nº xxxxxxxxx PROCESSO DE CONSULTA ELEITORAL PARA COORDENADORES DE CURSO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLÓGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO
A COMISSÃO ELEITORAL, designada pela Portaria nº xxxx de xxxx de 2017 de 2017, torna público as normas que regerão o processo de consulta eleitoral para Coordenador de Curso do IFTM Campus xxxxxxx, abaixo especificados, em consonância com a Resolução CONSUP nº xxxxxxxxx:
CURSOS ATRIBUIÇÕES MANDATO
Exercer a Função de Coordenação
do Curso de xxxxx 2 ANOS
1 - DOS REQUISITOS DO CANDIDATO
1.1. Para concorrer à função de Coordenação de Curso do IFTM, o candidato deverá atender aos seguintes requisitos, obedecendo ao estabelecido no Regulamento do Processo de Consulta Eleitoral - Resolução CONSUP nº xxxxxx.
1.2. Ser servidor docente efetivo em regime de 40 horas ou 40 horas em dedicação exclusiva.
1.3. Ser servidor docente que ministre ou ministrou componente curricular nos últimos dois anos no curso a cuja vaga de coordenador está concorrendo. 1.4. Ter formação acadêmica na área do curso que pretende coordenar e estar em efetivo exercício.
1.5 Possuir título de pós-graduação modalidade stricto sensu para candidatura à coordenação dos cursos superiores.
1.6 1 Caso não haja docentes com formação acadêmica na área do curso para o qual irá concorrer, poderão candidatar-se docentes com formação em área afim, respeitando os critérios pertinentes nos itens 1.2 e 1.3.
1.7 Estar de acordo em desempenhar as atribuições previstas no Capitulo VI, Art. 33 e 34, da Resolução no.72/2014, de 01 de dezembro de 2014 aprovada pelo Conselho Superior do IFTM, que versa sobre o regulamento da organização didático-pedagógica dos cursos técnicos de nível médio e de graduação do Instituto Federal de Educação do Triângulo Mineiro
2 - DAS INSCRIÇÕES
2.1. Período: xxxxxx até xxxxxx, exceto sábados, domingos e/ou feriados. 2.2. Local: xxxxxx
2.3. Horário: xxxxxx
2.4. As inscrições dos candidatos deverão ser formuladas em requerimento próprio, assinado pelo postulante e entregue à Comissão Eleitoral, obedecendo ao estabelecido no Regulamento do Processo de Consulta Eleitoral - Resolução CONSUP nº xxxxxx.
3 - DO CRONOGRAMA DA ELEIÇÃO
ITEM EVENTO DATAS
01 Publicação do Edital de
Convocação 21/08/2017
02 Inscrição dos candidatos 21 a 24/08/2017
03 Divulgação de inscritos 25/08/2017
04 Campanha Eleitoral 26 a 31/08/17
05 Inscrição de Fiscais 31/08/2017
06 Eleição nos Campi Avançado
Campina Verde, Uberaba, Uberaba
Avançado Parque Tecnológico,
Uberlândia, Uberlândia Centro,
Ituiutaba, Paracatu, Patrocínio,
Patos de Minas e Reitoria
01/09/2017
08 Apuração 01/09/2017
09 Divulgação do Resultado da
Apuração 01/09/2017
10 Prazo para recursos 04/09/2017
11 Homologação dos eleitos 06/09/2017
4 - DOS VOTANTES
4.1 O processo de eleição para Coordenação de Curso ocorrerá na forma de consulta aos docentes e discentes do curso, atribuindo-se o peso de 2/3 para a manifestação do corpo docente e de 1/3 para a manifestação do corpo discente.
4.2. Todos os docentes que ministram ou ministraram disciplinas no curso nos últimos dois anos;
4.3. Todos os discentes regularmente matriculados nos respectivos cursos de ensino médio integrado e subsequente e do ensino superior dos Campi.
4.4 Os discentes dos Programas de pós-graduação não participarão do processo eleitoral como votantes.
4.5 Não estarão aptos a votar docentes em licença sem vencimentos. 5 - DA VOTAÇÃO
5.1. Data da Eleição: xxxxxxx de xxxxxxx de 2017. 5.2. Local: xxxxxxx
5.3. Horário: xxxxxxx 6 - DA APURAÇÃO
6.1. Encerrada a votação, lavra-se a ata de votação pela Mesa Receptora de votos.
6.2. A apuração será publica, com inicio imediato após o encerramento da votação, e realizada pelos mesmos integrantes da Mesa Receptora de votos. 6.3. Cada candidato poderá manter um fiscal, por ele credenciado, junto à Mesa Receptora.
6.4. Após a apuração, os integrantes da Mesa Receptora entregarão ao Presidente da Comissão Eleitoral a ata de apuração juntamente com as cédulas utilizadas e não utilizadas;
6.5. Ao final da votação, a Comissão Eleitoral dará publicidade ao resultado da eleição.
6.6. Será considerado eleito o candidato que obtiver maior percentual de votos. 7 - DOS RECURSOS
7.1 Os recursos deverão ser impetrados, com justificativa formal e devidamente assinados (ANEXO III), no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas da conclusão do pleito e serão apreciados em primeira instância pela Comissão Eleitoral que emitirá parecer no limite das suas competências.
8 - DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO FINAL
8.1. O resultado final será encaminhado pela Comissão Eleitoral à Direção Geral do Campus para homologação do resultado da eleição.
8.2. Caberá ao Diretor Geral os encaminhamentos necessários para solicitação da Portaria de designação do Coordenador de Curso, junto ao Reitor do IFTM. 8.3. A nomeação do candidato eleito para assumir a Função de Coordenador de Curso será feita por meio de Portaria, expedida pelo Reitor e publicada no Diário Oficial da União.
9 - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
9.1. Os atos praticados em desacordo com o presente Edital e que importarem em violação de direitos assegurados ao candidato serão suscetíveis de recurso ao Diretor Geral do Campus.
xxxxxxx de xxxxxxx de 2017 Presidente da Comissão Eleitoral
ANEXO III
FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO DE RECURSO
À COMISSÃO ELEITORAL, designada pela Portaria Nº xxxx de xxxx de 2017.
Vimos por meio deste requerer RECURSO relativo à: ( ) Homologação da Inscrição da Chapa;
( ) Homologação dos resultados da eleição, conforme especificado abaixo: ( ) Outros. Especifique: FUNDAMENTAÇÃO E ARGUMENTAÇÃO -_______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ xxxxxx, xxxxxx de xxxxxx de 2017 ____________________________________ Assinatura do Candidato