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ISO 26000 = Norma internacional sobre responsabilidade social Em construção &' ( % &) * " % * &' + " ( ( ,( ( ( " &) " ( ' ( $
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Respeito às diferenças culturais, sociais e geográficas, desde que não entrem em conflito com acordos internacionais;
INTRODUÇÃO
A norma não deve ser utilizada como barreira não-tarifária e não substitui as obrigações legais da organização;
Expectativa de que as organizações tenham práticas de RS além das estipuladas na norma;
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Integração e implementação da RS na organização e em sua esfera de influência;
Identificação e engajamento de stakeholders;
Esclarecimento da relação entre princípios de RS e estruturas de governança organizacional;
Explicitação da contribuição da organização para o desenvolvimento sustentável.
ESCOPO
Entendimento comum em RS, padronizando terminologias;
NP (Proposal) WD (Preparatory) CD (Committee) DIS (Enquiry) FDIS (Approval) ISO (Publication)
Principais Datas do WG SR
19 May 2006 to Feb 2007(3rd 4th Meeting) Mid Feb. 2007 to Oct. 2007 (5th 6th Meeting) Nov. 2007 to June 2008 (7th Meeting) July to Sept. 2008 Oct. 2008NP New Work Item Proposal WD Working Draft
CD Committee Draft
DIS Draft International Standard FDIS Final DIS
ISO ISO Standard
(1st.2nd
Meeting)
Janeiro 2005 – Início dos trabalhos do GT de RS da ISO (ABNT e SIS) Setembro 2002 – Conselho da ISO cria o SAG para estudar o assunto Junho 2004 – ISO decide pela normalização
Março 2005 – I Reunião Internacional – Salvador-Brasil
Setembro 2005 – II Reunião Internacional – Bangkok, Tailândia
Com base em slides da:
Presença de Stakeholder por categoria
Reunião de Lisboa
Participação Brasileira na Reunião de Lisboa
*
Eduardo Campos de São Thiago (ABNT) Jorge E. R. Cajazeira (Suzano Papeis) Presidência e
Secretaria
CONSUMIDORES Lisa Gunn (Idec)
José Salvador
(Fundação Vanzolini) Regina Queiroz
(Observatório Social) Maria Yamauchi (Siai) Cristiana Melo (Inmetro) Ana Paula Grether
(Petrobras) Observadores SERVIÇO, SUPORTE, PESQUISA E OUTROS TRABALHADORES ONG GOVERNO EMPRESA Stakeholder Experts Delegação Brasileira Claudio Guerreiro (ABNT) Clóvis Scherer (Dieese)
Aron Belinky (GAO) Reinaldo Ferraz (MCT) Lisangela Reis* (Furnas)
Marcos Cessel (Elektro) Giuliana Bruno (UniEthos)
Liaison
Ricardo Young (Ethos) Simone Soares (Suzano) Tarcila Reis (Ethos)
Observadores
Experts
Participação nos TGs – Processo Multi-Stakeholder Comitês Espelho Nacionais: Discussões entre especialistas do mesmo país influenciam suas posições nos TGs exp. exp. D-Liaison n exp. exp. D-Liaison A exp. l exp. o exp. c exp. n País “n” exp. n exp. c exp. l exp. o exp. g País C exp. l exp. n exp. g exp. c exp. c exp. i País B exp. i exp. l exp. n exp. o exp. g exp. c País A TG 6 TG 5 TG 4 TG 3 TG 2 TG 1
Processo Multi-stakeholder => visões nacionais + visões de stkh + visão das D-Liaisons
=> consenso = ausência de oposição justificada ≠≠≠≠ unanimidade ≠≠≠≠maioria
Grupos de “Stakeholders”: discussões entre especialistas de diferentes países e focos de interesse semelhantes recebem influência das posições nacionais e as trazem aos TGs Organizações Internacionais: • 2 especialistas trabalham nos TGs • Suas posições influenciam outros especialistas, independente dos paises. Slides da:
Responsabilidade Social:
Ações de uma organização para assumir a responsabilidade pelos impactos de suas atividades sobre a sociedade e o meio ambiente, onde estas ações:
- são consistentes com os interesses da sociedade e do desenvolvimento
sustentável;
- são baseadas no comportamento ético, conformidade com a lei e
instrumentos intergovernamentais; e
- são integradas às atividades regulares da organização.
Itens relevantes não incluídos na definição RS (estarão na seção “Contexto”) Filantropia; Cadeia de suprimentos/Cadeia de valor; Accountability;
Comunicação/Engajamento com stakeholders; Transparência; Governança; Comprometimento da Liderança.
TERMOS E DEFINIÇÕES
CONTEXTO Governança Global
Globalização
Perspectiva dos stakeholders
Questões trabalhistas, terceirização e cadeia de valor Saúde Desenvolvimento Sustentável Mudanças Climáticas Governança organizacional ' ()) " "
Como se definem as responsabilidades sociais
A justificativa para a RS
A relação com a lei e o papel do Estado
O conceito de stakeholders
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Serão de três tipos:
Gerais: tem como foco os valores, e visam explicitar a
“inspiração maior” da RS: p.ex: Respeito à lei; Respeito aos Direitos Humanos;
Substantivos: tem como foco os resultados, e visam
garantir um “o quê”: p.ex. Promover a diversidade, combater o trabalho infantil, preservar os recursos naturais...
Operacionais: temo como foco os processos e visam
garantir um “como”: p.ex. Participação, Accountability
(responsividade), Transparência, Materialidade, entre
outros.
Tipo “Gerais” –
(proposta em análise)General principles include:
organizations shall respect internationally recognised conventions and declarations and widely recognised instruments derived from them;
organizations shall respect the rule of law
organizations shall recognise the right of stakeholders to be heard and of the organization to respond.
Tipo
“Substantivo” –
(proposta em análise)• The Environment – Organizations should ensure that their activities respect, promote and advance internationally recognised environmental principles and commitments.
For example:
- organizations should support a precautionary approach to environmental challenges
- organizations should undertake initiatives to promote greater environmental responsibility;
- organizations should encourage the development and diffusion of environmentally friendly technologies;
- organizations should accept the “polluter pays” principle.
continua...
Tipo
“Substantivo” –
(continuação)• Human rights • Labour practices
• Organizational governance • Fair business practices
• Community involvement • Consumer issues
Tipo
“Operacional” –
(proposta em análise) • Accountability • Boundaries • Management integration • Materiality • Multi-stakeholder approach • Transparency• Life cycle approach
Evitar:
que seja apenas mais um selo
que seja uma ”receita de bolo” (deve ser um novo processo de gestão da relação
das organizações com a sociedade e o meio ambiente)
a “sufocação" de iniciativas já existentes na área de RS
a “monopolização" do processo de disseminação da RS pela ISO
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Há 3 tendências, que se misturam e variam conforme o tema: Garantir a realização plena do potencial transformador da Norma
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