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GERDAU S.A. e empresas controladas 05/05/11 Resultados Trimestrais - 1T11

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Visão

Ser uma empresa siderúrgica global, entre as mais rentáveis do setor.

Missão

A Gerdau é uma empresa com foco em siderurgia, que busca satisfazer as necessidades dos clientes e criar valor para os acionistas, comprometida com a realização das pessoas e com o

desenvolvimento sustentado da sociedade.

A Gerdau é líder na produção de aços longos nas Américas e uma das maiores

fornecedoras de aços longos especiais no mundo. Possui mais de 40 mil

colaboradores e presença industrial em 14 países, com operações nas Américas, na

Europa e na Ásia, as quais somam uma capacidade instalada superior a 25 milhões

de toneladas de aço. É a maior recicladora da América Latina e, no mundo,

transforma, anualmente, milhões de toneladas de sucata em aço. Com cerca de

140 mil acionistas, a Gerdau está listada nas bolsas de valores de São Paulo, Nova

York e Madri.

Destaques do 1º trimestre de 2011

1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Produção (1.000 t)

Aço bruto (placas/blocos/tarugos) 4.749 4.359 9% 4.378 8%

Laminados 4.049 3.580 13% 3.663 11%

Vendas (1.000 t) 4.710 4.053 16% 4.513 4%

Receita líquida (R$ milhões) 8.364 7.108 18% 7.800 7%

EBITDA (R$ milhões) 1.102 1.401 -21% 815 35%

Lucro líquido (R$ milhões) 409 573 -29% 420 4 -3%

Margem bruta 14% 20% 12%

Margem EBITDA 13% 20% 10%

Patrimônio líquido (R$ milhões) 20.386 22.654 20.148

Ativos totais (R$ milhões) 42.932 45.636 42.891

Dívida bruta / Capitalização total 1 41% 39% 42%

Dívida líquida / Capitalização total 2 37% 31% 38%

Dívida bruta / EBITDA 3 2,9x 3,2x 2,8x

Dívida líquida / EBITDA 3 2,4x 2,2x 2,4x

4) Inclui ganho líquido não-recorrente de R$ 289 milhões.

Informações selecionadas

3) EBITDA acumulado dos últimos 12 meses

1) Capitalização total = patrimônio líquido + dívida bruta 2) Capitalização total = patrimônio líquido + dívida líquida

(2)

Mercado de Aço Global

Produção do Mercado de Aço 1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

(Milhões de toneladas) de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Aço Bruto

Brasil 8,5 8,0 6% 7,9 8%

América do Norte (exceto México) 24,1 22,8 6% 22,8 6%

América Latina (exceto Brasil) 7,9 6,9 14% 8,0 -1%

China 169,9 156,3 9% 152,0 12%

Outros 161,1 147,3 9% 157,3 2%

Total 371,5 341,3 9% 348,0 7%

Fonte: worldsteel e Gerdau

A produção mundial de aço apresentou aumento no 1T11 quando comparada tanto com o 1T10 quanto com o 4T10 (vide quadro acima). Todas as regiões em que a Gerdau atua apresentaram recuperação no nível de produção. A China permanece como importante player no mercado internacional, com aumento de sua produção no 1T11 em relação ao 1T10 e 4T10, representando 46% da produção global. A taxa de utilização da capacidade de produção global em março de 2011 foi de 82%, mesmo após o terremoto ocorrido no Japão e a instabilidade no Oriente Médio.

A World Steel Association apresentou em 18 de abril último sua perspectiva para 2011. A worldsteel estima que o consumo aparente de aço cresça 6% em 2011 e 2012, atingindo 1,36 e 1,44 billhão de toneladas, respectivamente. Essa perspectiva é baseada em uma recuperação estável e sólida da economia mundial. Existem, contudo, incertezas relacionadas a fragilidades financeiras na Europa, instabilidade em países produtores de petróleo no Oriente Médio e possíveis impactos do terremoto ocorrido no Japão, este último ainda não considerado nas estimativas da worldsteel.

O consumo aparente da China deve crescer 5% em 2011, atingindo 605 milhões de toneladas. O maior crescimento já verificado no início do ano deve ser suavizado pelas medidas de contenção do superaquecimento da economia pelo governo chinês. Na Índia, o crescimento esperado é de 13% para 2011, atingindo 69 milhões de toneladas, impulsionado pelo crescimento da economia doméstica, grandes necessidades de infraestrutura e expansão da produção industrial. Para os Estados Unidos, a worldsteel estima um crescimento de 13% em 2011, alcançando 91 milhões de toneladas, reflexo do segundo ciclo de injeção de liquidez e iniciativas de política fiscal, medidas que impulsionaram a atividade econômica e a confiança no mercado de energia e na indústria. Por outro lado, o mercado de construção permanece em níveis baixos. Na América do Sul e Central, o consumo aparente deve crescer 7%, atingindo 49 milhões de toneladas. Na região do Oriente Médio e norte da África é esperada uma estabilidade, com a ressalva de que existe grande incerteza no consumo de aço em virtude dos distúrbios políticos observados na região.

Desempenho da Gerdau no 1

o

trimestre de 2011

As Demonstrações Financeiras Consolidadas da Gerdau S.A. são apresentadas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, plenamente convergentes com as normas internacionais de contabilidade, emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC e referendados pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM, conforme Instrução CVM nº 485 de 1º de setembro de 2010.

As informações apresentadas neste documento não contemplam dados das empresas associadas e com controle compartilhado, exceto quando mencionado.

(3)

Operações de negócios

As informações deste relatório são apresentadas conforme estabelecido na governança corporativa da Gerdau, a saber:

 Brasil (ON Brasil) – inclui as operações no Brasil, com exceção de aços especiais

 América do Norte (ON América do Norte) – inclui todas as operações na América do Norte, exceto as do México e as de aços especiais

 América Latina (ON América Latina) – inclui todas as operações na América Latina, com exceção do Brasil

 Aços Especiais (ON Aços Especiais) – inclui as operações de aços especiais no Brasil, na Espanha, nos EUA e na Índia.

Produção de aço bruto e laminados

Produção 1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

(1.000 toneladas) de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Aço Bruto (placas, blocos e tarugos)

Brasil 1.722 1.680 2% 1.718 0% América do Norte 1.771 1.588 12% 1.508 17% América Latina 430 320 34% 431 0% Aços Especiais 826 771 7% 721 15% Total 4.749 4.359 9% 4.378 8% Laminados Brasil 1.105 1.034 7% 996 11% América do Norte 1.623 1.425 14% 1.421 14% América Latina 529 427 24% 525 1% Aços Especiais 792 694 14% 721 10% Total 4.049 3.580 13% 3.663 11%

 Em termos consolidados, o aumento da produção no 1T11 em relação ao 1T10 foi impulsionado pela ON América do Norte (vide quadro acima), resultante da recuperação gradual da demanda no período comparado. Na ON América Latina, a melhora ocorreu em virtude da recuperação observada no Chile, que havia reduzido sua produção em consequencia do terremoto ocorrido em março de 2010, e na Colômbia, pela recuperação da demanda na região.

 No comparativo com o 4T10, a produção consolidada apresentou crescimento, principalmente na

ON América do Norte, onde os efeitos sazonais do inverno reduziram a produção no 4T10 e a

recuperação da demanda combinada com o movimento de reposição de estoque na cadeia suportaram o crescimento no 1T11. Na ON Brasil, a diferença no comparativo da produção de aço bruto, que ficou estável, e de laminados, que apresentou crescimento, deve-se à manutenção programada dos convertedores da usina Açominas (Minas Gerais) no 1T11.

Produção de Aço Bruto

(1.000 toneladas) Produção de Produtos Laminados (1.000 toneladas)

29% 28% 28% 27% 40% 39% 39% 39% 40% 12% 12% 12% 14% 13% 19% 21% 21% 20% 20% 4.049 3.663 3.580 3.910 3.628 39% 38% 40% 39% 36% 36% 35% 33% 34% 37% 7% 8% 8% 10% 9% 18% 19% 19% 17% 18% 4.359 4.711 4.404 4.749 4.378

(4)

Vendas

Vendas Consolidadas ¹ 1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

(1.000 toneladas) de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10 Brasil 1.697 1.528 11% 1.811 -6% Mercado Interno 1.171 1.151 2% 1.077 9% Exportações 526 377 40% 734 -28% América do Norte 1.643 1.345 22% 1.442 14% América Latina ² 638 546 17% 565 13% Aços Especiais 732 634 15% 695 5% Total 4.710 4.053 16% 4.513 4%

1 - Excluídas as vendas para empresas controladas. 2 - Não considera volumes de coque vendidos.

 O maior volume de vendas consolidadas no 1T11 em relação ao 1T10 é reflexo da recuperação de demanda em todos os mercados em que a Gerdau atua. Na ON Brasil, as exportações de produtos semi-acabados foram responsáveis pelas maiores vendas, principalmente pela maior demanda por placas na região asiática. Na ON América do Norte, a recuperação de volumes foi resultante dos maiores níveis de demanda observados na região, principalmente pelos clientes da indústria e do setor de energia. O ISM – Institute for Supply Management, principal indicador de produção industrial norte-americano, atingiu 61,2 pontos em março de 2011, sendo que acima de 50 representa crescimento. Por outro lado, o setor de construção permanece em níveis abaixo do histórico, porém com sinais de recuperação. Projetos relacionados a energia, estradas e saneamento básico apresentaram sinais de melhora, beneficiados pelo pacote de estímulos do governo.

 Na ON Aços Especiais, destacam-se as operações localizadas nos Estados Unidos e na Espanha. Os Estados Unidos continuam beneficiados pela forte recuperação do setor automotivo e a Espanha pela melhora nas exportações para Alemanha, França e Itália, países nos quais ocorreu uma recuperação do setor industrial. No Brasil, ocorreu um movimento momentâneo de realização de estoques desde o 4T10, o que reduziu os volumes vendidos no período. Na ON América

Latina, destacam-se as maiores vendas do Chile e da Argentina, com recuperação da demanda no

setor de construção nesses países.

 Em relação ao 4T10, as vendas consolidadas apresentaram crescimento moderado, com destaque para América do Norte pelos motivos anteriormente explicados. Na ON Brasil, a redução no volume de vendas é explicada pelas menores exportações, que haviam sido recordes no 4T10. O mercado interno apresentou crescimento, acompanhando a recuperação do setor de construção e da indústria. A produção de bens de capital apresentou crescimento de 9% em março de 2011 comparado com dezembro de 2010, conforme o IBGE. No setor de construção, o Banco Central espera um crescimento de 5,2% no PIB da construção civil em 2011.

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Vendas Consolidadas 1 (1.000 toneladas)

1 - Excluídas as vendas para empresas controladas

Resultado Operacional por Operação de Negócio Receita líquida

Receita líquida (R$ milhões) 1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10 Brasil 2.954 2.871 3% 3.048 -3% Mercado Interno 2.344 2.518 -7% 2.291 2% Exportações 610 353 73% 757 -19% América do Norte 2.628 1.999 31% 2.188 20% América Latina ¹ 1.028 803 28% 863 19% Aços Especiais 1.754 1.435 22% 1.701 3% Total 8.364 7.108 18% 7.800 7%

1 - Inclui receita de venda de coque.

 No 1T11, a receita líquida consolidada cresceu em relação ao 1T10 (vide quadro acima) em virtude dos maiores volumes vendidos. Em termos absolutos, com exceção da ON Brasil, as demais operações de negócios além de apresentarem significativo aumento nos volumes vendidos, também obtiveram uma receita líquida por tonelada vendida superior no período. Na ON Brasil, os maiores volumes vendidos foram praticamente anulados pela menor receita líquida por tonelada vendida, efeito dos descontos concedidos no mercado interno no segundo semestre de 2010 e pela maior participação das exportações nos volumes vendidos. Todavia, se comparado o mês de março com o de janeiro de 2011, houve um aumento da receita líquida por tonelada vendida no mercado interno, reflexo da retirada de parte desses descontos concedidos.

28% 29% 27% 24% 25% 9% 9% 10% 16% 11% 33% 33% 34% 32% 35% 14% 12% 13% 13% 14% 16% 17% 16% 15% 15% 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11

Brasil - Mercado interno Brasil - Exportações

América do Norte América Latina

Aços Especiais

4.710

4.415 4.513

(6)

Custo das vendas e margem bruta

1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Brasil Receita líquida (R$ milhões) 2.954 2.871 3% 3.048 -3%

Custo das vendas (R$ milhões) (2.486) (2.067) 20% (2.602) -4%

Lucro bruto (R$ milhões) 468 804 -42% 446 5%

Margem bruta (%) 16% 28% 15%

América do Norte Receita líquida (R$ milhões) 2.628 1.999 31% 2.188 20%

Custo das vendas (R$ milhões) (2.321) (1.807) 28% (2.006) 16%

Lucro bruto (R$ milhões) 307 192 60% 182 69%

Margem bruta (%) 12% 10% 8%

América Latina Receita líquida (R$ milhões) 1.028 803 28% 863 19%

Custo das vendas (R$ milhões) (882) (688) 28% (793) 11%

Lucro bruto (R$ milhões) 146 115 27% 70 109%

Margem bruta (%) 14% 14% 8%

Aços Especiais Receita líquida (R$ milhões) 1.754 1.435 22% 1.701 3%

Custo das vendas (R$ milhões) (1.510) (1.139) 33% (1.450) 4%

Lucro bruto (R$ milhões) 244 296 -18% 251 -3%

Margem bruta (%) 14% 21% 15%

Consolidado Receita líquida (R$ milhões) 8.364 7.108 18% 7.800 7%

Custo das vendas (R$ milhões) (7.199) (5.701) 26% (6.851) 5%

Lucro bruto (R$ milhões) 1.165 1.407 -17% 949 23%

Margem bruta (%) 14% 20% 12%

Consolidado

 No comparativo do 1T11 com o 1T10, em termos consolidados, o maior custo das vendas foi reflexo dos maiores volumes vendidos e do impacto do aumento dos preços das matérias-primas nas diferentes operações de negócios. O descompasso entre os aumentos dos preços das matérias-primas e o repasse nos preços de produtos de aço resultou em uma menor margem bruta consolidada (vide quadro acima). Na ON Brasil, a menor receita líquida por tonelada vendida e os maiores custos, principalmente em virtude da manutenção programada dos convertedores da usina Açominas (Minas Gerais), impactaram a margem bruta. Na ON Aços

Especiais, a menor margem bruta deve-se, principalmente, à redução nos volumes vendidos e

maiores custos no Brasil, devidos, em parte, pela parada de manutenção ocorrida em dezembro de 2010. Essa margem também foi impactada pela maior participação dos Estados Unidos e da Espanha nos volumes vendidos por essa operação, países em que as margens costumam ser inferiores às do Brasil. Por outro lado, a ON América do Norte apresentou margem bruta superior em relação ao 1T10, com os aumentos dos volumes e da receita líquida por tonelada vendida superando o aumento do custo das vendas.

 Em termos consolidados, na comparação do 1T11 com o 4T10, a margem bruta foi superior em dois pontos percentuais, em virtude dos aumentos dos volumes e da receita líquida por tonelada vendida terem superado o aumento do custo das vendas.

Despesas com vendas, gerais e administrativas

DVGA 1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

(R$ milhões) de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Despesas com vendas 138 121 14% 157 -12%

Despesas gerais e administrativas 441 382 15% 472 -7%

Total 579 503 15% 629 -8%

Receita líquida 8.364 7.108 18% 7.800 7%

(7)

 A participação das despesas com vendas, gerais e administrativas em relação à receita líquida manteve-se praticamente estável em todos os períodos comparados.

Equivalência patrimonial

 As empresas associadas e com controle compartilhado, cujos resultados são avaliados por equivalência patrimonial, comercializaram 303 mil toneladas de aço no 1T11, considerando suas respectivas participações acionárias, 10% acima do volume do 1T10, resultando em uma receita líquida de vendas de R$ 445 milhões.

 Com base na performance obtida por essas empresas, a equivalência patrimonial foi de R$ 34 milhões no 1T11, comparada a R$ 15 milhões no 1T10.

EBITDA

1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

(R$ milhões) de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10 409 573 -29% 420 -3% 171 247 -31% 184 -7% 74 122 -39% 71 4% 448 459 -2% 476 -6% - - - (336) -EBITDA 1.102 1.401 -21% 815 35% Margem EBITDA 13% 20% 10% Provisão para IR e CS Depreciação e amortizações Reversão/perdas pela não recuperabilidade de ativos ¹ Contempla o resultado de empresas associadas e com controle compartilhado de acordo com o método da equivalência patrimonial. Composição do EBITDA consolidado ¹ Lucro líquido Resultado financeiro líquido Obs.: O EBITDA não é uma medida utilizada nas práticas contábeis e também não representa o fluxo de caixa para os períodos apresentados, não devendo ser considerado como uma alternativa ao fluxo de caixa na qualidade de indicador de liquidez. O EBITDA não é padronizado, não podendo, portanto, ser comparado ao EBITDA de outras companhias. 1º Trim. 1º Trim. 4º Trim. (R$ milhões) de 2011 de 2010 de 2010 1.102 1.401 815

(448) (459) (476)

- - 336

654 942 675 ¹ Medição não contábil adotada pela Companhia

² Medição contábil divulgada na Demonstração dos Resultados consolidados

Conciliação do EBITDA consolidado

EBITDA ¹

LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO E DOS IMPOSTOS ²

Reversão/perdas pela não recuperabilidade de ativos Depreciação e amortizações EBITDA (R$ milhões) Margem EBITDA (%) 13% 13% 13% 12% 14% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11

Consolidado Brasil América do Norte

América Latina Aços Especiais

796 876 654 383 398 207 249 196 136 332 108 191 72 48 128 290 404 343 248 244 1T10 2T10 3T10 4T10 1T11

Brasil América do Nort e América Lat ina Aços Especiais

1.401

1.720

1.265

815

(8)

1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Brasil EBITDA (R$ milhões) 398 796 -50% 383 4%

Margem EBITDA (%) 13% 28% 13%

América do Norte EBITDA (R$ milhões) 332 207 60% 136 144%

Margem EBITDA (%) 13% 10% 6%

América Latina EBITDA (R$ milhões) 128 108 19% 48 167%

Margem EBITDA (%) 12% 13% 6%

Aços Especiais EBITDA (R$ milhões) 244 290 -16% 248 -2%

Margem EBITDA (%) 14% 20% 15%

Consolidado EBITDA (R$ milhões) 1.102 1.401 -21% 815 35%

Margem EBITDA (%) 13% 20% 10%

EBITDA por Operação de Negócio

 O EBITDA consolidado (lucro líquido antes de juros, impostos, depreciação, amortizações e reversão/perdas pela não recuperabilidade de ativos), considerado também como a geração de caixa operacional, apresentou uma redução no 1T11 em relação ao 1T10, com consequente menor margem EBITDA (vide quadros acima), ocasionada pelos mesmos motivos explicados anteriormente (vide item “Custo das Vendas e Margem Bruta”).

 Na ON Brasil, que representou 36% do EBITDA consolidado do período, a redução na margem EBITDA se deve à menor receita líquida por tonelada vendida e os maiores custos. A ON América

do Norte contribuiu com 30% do EBITDA consolidado, apresentando margem EBITDA superior em

relação ao 1T10, consequencia dos aumentos dos volumes e da receita líquida por tonelada vendida terem superado a elevação do custo das vendas. Na ON Aços Especiais, que contribuiu com 22% para o EBITDA do 1T11, a margem EBITDA foi impactada pela redução nos volumes vendidos no Brasil e maiores custos, bem como pela maior participação dos Estados Unidos e da Espanha nos volumes vendidos por essa operação, países em que as margens costumam ser inferiores às do Brasil.

 Em relação ao 4T10, o EBITDA consolidado do 1T11 apresentou importante aumento em virtude das melhores performances das ONs América do Norte e América Latina. Como consequencia disso, a margem EBITDA apresentou aumento de três pontos percentuais nos períodos comparados.

Resultado financeiro

Resultado financeiro 1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

(R$ milhões) de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Receitas financeiras 58 76 -24% 74 -22%

Despesas financeiras (255) (253) 1% (266) -4%

Variação cambial, líquida 26 (71) - 2 1200%

Ganhos (perdas) com derivativos, líquido - 1 - 6

-Resultado financeiro (171) (247) -31% (184) -7%  No 1T11, a melhora no resultado financeiro consolidado é consequência da valorização do real

frente ao dólar norte-americano em 2% no 1T11 (efeito positivo de R$ 26 milhões) contra uma desvalorização de 2% no 1T10 (efeito negativo de R$ 71 milhões), sobre parte dos financiamentos em moeda estrangeira contratada pelas empresas no Brasil.

 Cabe ressaltar que, do total de US$ 3,6 bilhões de dívidas em moeda estrangeira contratadas pelas empresas no Brasil, em 31 de março de 2011, US$ 2,6 bilhões estava atrelado a aquisições de empresas no exterior, cuja variação cambial foi registrada diretamente no patrimônio líquido, conforme normas do IFRS. Os demais US$ 1,0 bilhão tiveram sua variação cambial transitada pelo resultado.

(9)

Lucro líquido

Lucro líquido 1º Trim. 1º Trim. Variação 4º Trim. Variação

(R$ milhões) de 2011 de 2010 1T11/1T10 de 2010 1T11/4T10

Lucro antes dos impostos ¹ 483 695 -31% 491 -2% Imposto de renda e contribuição social (74) (122) -39% (71) 4%

Lucro líquido consolidado ¹ 409 573 -29% 420 -3%

¹ Contempla o resultado de empresas associadas e com controle compartilhado de acordo com o método da equivalência patrimonial.

O lucro líquido consolidado do 1T11 apresentou redução em relação ao 1T10 reflexo do menor resultado operacional. Na comparação com o 4T10, o lucro líquido apresentou uma leve redução. É importante mencionar que no 4T10 houve um ganho líquido não-recorrente de R$ 289 milhões referente à reversão de perdas pela não recuperabilidade de ativos.

Dividendos

 As empresas Metalúrgica Gerdau S.A. e Gerdau S.A., com base nos resultados obtidos no 1T11, aprovaram a antecipação do pagamento do dividendo mínimo obrigatório relativo ao exercício de 2011, conforme abaixo:

 Data do pagamento: 27 de maio de 2011

 Data base: posição de ações em 19 de maio de 2011  Data ex-dividendos: 20 de maio de 2011

- Metalúrgica Gerdau S.A.

 R$ 41 milhões (R$ 0,10 por ação)

- Gerdau S.A.

 R$ 102 milhões (R$ 0,06 por ação) Investimentos

 No 1T11, os investimentos em ativo imobilizado somaram R$ 333 milhões. Desse total, 73% foram direcionados para as unidades no Brasil e os demais 27% para as unidades em outros países.  O plano de investimentos em ativo imobilizado para o período de 2011 a 2015 está estimado em

R$ 10,8 bilhões, e contempla investimentos estratégicos e para manutenção, conforme tabela a seguir:

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Plano de Investimentos - Principais Projetos Localização Capacidade adicional de produção (1.000 t) Início operação ON Brasil

Laminadores de planos (chapas grossas e bobina a quente) na usina Açominas - MG Brasil 1.900 2012

Aumento de capacidade em mineração para 7 milhões de toneladas Brasil - 2012

Nova linha de vergalhões em rolos na usina de Araçariguama - SP Brasil - 2012

Unidades de corte e dobra e produtos de aço prontos para o uso Brasil - 2013

Laminador de fio-máquina e vergalhões na usina Cosigua - RJ 1 Brasil 600 2013

ON América do Norte

Forno de reaquecimento na usina de Calvert City - Kentucky EUA - 2012

ON América Latina

Instalação portuária (para embarque de carvão e coque) Colômbia - 2012

ON Aços Especiais

Novo lingotamento contínuo com aumento da capacidade de produção na usina de Monroe EUA 200 2012 Aumento de capacidade de aço, laminados e acabamentos (em 4 diferentes usinas) EUA 400 2014 Laminador de aços especiais e vergalhões, sinterização, coqueria e geração de energia2 Índia 300 2012

Laminador de aços especiais na usina de Pindamonhagaba - SP Brasil 500 2012

1 Para atender esse laminador, a Gerdau ampliará sua aciaria em 600 mil toneladas de capacidade de aço bruto na usina Cosigua - RJ 2 Por se tratar de uma empresa de controle compartilhado, a capacidade não será considerada no consolidado.

 Adicionalmente ao plano de investimentos já anunciado, estão ainda em estudo os seguintes novos investimentos:

- ON Brasil

- Instalação de duas usinas, uma na região Norte-Nordeste e outra na região Centro-Oeste, com capacidade entre 500 e 700 mil toneladas cada uma, voltadas para atender a construção civil e a indústria.

- Instalação de um novo laminador na região Sul do País, com capacidade de 600 mil toneladas.

- ON Aços Especiais

- Construção de uma nova usina de aços especiais na América do Norte com capacidade instalada entre 700 e 800 mil toneladas.

Capital de giro e Ciclo Financeiro

Capital de Giro e Ciclo Financeiro

 O ciclo financeiro (capital de giro dividido pela receita líquida diária do trimestre), em março de 2011, apresentou redução de 10 dias em relação a dezembro de 2010, com aumento de 7% na receita líquida e redução de 5% no capital de giro.

93

92 96 94

84

m ar/10 jun/10 set/10 dez/10 m ar/11

Capital de Giro (R$ bilhões) Ciclo Financeiro (dias)

8,4

8,2 8,7

7,8 7,4

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Passivo financeiro Endividamento

(R$ milhões) 31.03.2011 31.12.2010

Curto prazo 1.729 1.693

Moeda nacional (Brasil) 706 703

Moeda estrangeira (Brasil) 200 169

Empresas no exterior 823 821

Longo prazo 12.506 12.977

Moeda nacional (Brasil) 2.611 2.623

Moeda estrangeira (Brasil) 5.589 5.656

Empresas no exterior 4.306 4.698

Dívida bruta 14.235 14.670

Caixa, equivalentes de caixa e aplicações financeiras 2.446 2.204

Dívida líquida 11.789 12.466

 A dívida líquida (dívida bruta menos caixa), em 31 de março de 2011, totalizava R$ 11,8 bilhões.  O caixa (disponibilidades de caixa, equivalentes de caixa e aplicações financeiras) totalizava R$ 2,4

bilhões em 31 de março de 2011. Desse caixa, 29% eram detidos pelas empresas Gerdau no exterior, principalmente em dólares norte-americanos.

 A dívida bruta (empréstimos e financiamentos, mais debêntures) totalizava R$ 14,2 bilhões em 31 de março de 2011, dos quais 12% eram de curto prazo e 88% de longo prazo.

 Em 31 de março de 2011, a dívida bruta era composta por 23% em reais, 41% em moeda estrangeira contratada pelas empresas no Brasil e 36% em diferentes moedas contratadas pelas subsidiárias no exterior.

 O custo médio nominal ponderado da dívida bruta, em 31 de março de 2011, era de 8,3% para o montante denominado em reais, de 5,7% mais variação cambial para o total denominado em dólares tomados a partir do Brasil e de 4,3% para a parcela tomada pelas subsidiárias no exterior.

Dívida bruta (R$ bilhões)

 O cronograma de pagamento da dívida, incluindo as debêntures, era o seguinte em 31 de março de 2011:

4,5 4,3 1,7 2,2 2,4

10,1 10,5

12,6 12,5 11,8

m ar/10 jun/10 set/10 dez/10 m ar/11

Dívida Líquida Caixa

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Curto Prazo R$ milhões 2º trimestre de 2011 790 3º trimestre de 2011 199 4º trimestre de 2011 218 1º trimestre de 2012 522 Total 1.729 Longo Prazo R$ milhões 2012 (abril a dezembro) 1.868 2013 2.242 2014 840

2015 e após 7.556

Total 12.506

 Os principais indicadores de dívida da Gerdau, no final de março, apresentaram relativa estabilidade em relação a dezembro de 2010 em virtude da manutenção do nível de endividamento de 31 de dezembro de 2010 para 31 de março de 2011 e da geração de caixa operacional (EBITDA) nos últimos 12 meses dos períodos comparados.

Indicadores 31.03.2011 31.12.2010

Dívida bruta / Capitalização total ¹ 41% 42%

Dívida líquida / Capitalização total ² 37% 38%

Dívida bruta / EBITDA ³ 2,9x 2,8x

Dívida líquida / EBITDA ³ 2,4x 2,4x

EBITDA ³ / Despesas financeiras ³ 4,3x 4,6x

EBITDA ³ / Despesas financeiras líquidas ³ 5,7x 6,2x

1 - Capitalização total = patrimônio líquido + dívida bruta 2 - Capitalização total = patrimônio líquido + dívida líquida 3 - Acumulado dos últimos 12 meses

Evento Subsequente Oferta Pública de Ações

 Em 12 de abril de 2011, o Conselho de Administração da Gerdau S.A. aprovou a emissão de 68.026.910 ações ordinárias e 134.830.100 ações preferenciais, totalizando um aumento de capital de aproximadamente R$ 3,7 bilhões, realizado no âmbito da oferta de distribuição pública primária de ações de emissão da Companhia. Efetivou-se, ainda, na mesma data, uma oferta pública de distribuição secundária, compreendendo um total de 69.000.000 ações preferenciais de emissão da Gerdau S.A. e de titularidade dos acionistas Metalúrgica Gerdau S.A. e Gerdau BG Participações S.A., totalizando R$ 1,3 bilhão, o qual foi utilizado pelos acionistas vendedores para subscrever e integralizar ações ordinárias na oferta primária. No âmbito da Oferta Global, compreendendo oferta primária e secundária, foi captado, aproximadamente, R$ 5,0 bilhões, sendo que deste valor aproximadamente R$ 3,7 bilhões foram destinados ao aumento do capital social da Gerdau S.A. Após o referido aumento, o novo capital social passou a ser de R$ 19,3 bilhões, dividido em 573.627.483 ações ordinárias e 1.146.031.245 ações preferenciais, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal.

 O preço de emissão das ações, definido após coleta de intenções de investimento junto a potenciais investidores (bookbuilding), foi de R$ 15,60 por ação ordinária e de R$ 19,25 por ação preferencial de emissão de Gerdau S.A.

 Adicionalmente, a quantidade de ações inicialmente ofertada no âmbito da Oferta Global poderá ser acrescida de um lote suplementar (greenshoe) de até 10.204.036 novas ações ordinárias e 20.408.072 novas ações preferenciais a serem emitidas pela Companhia. A opção de ações

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ou parcialmente, e por um período de até 30 (trinta) dias contados, inclusive, da data de publicação do Anúncio de Início de Distribuição Pública (13 de abril de 2011), nas mesmas condições e preço das ações ou das ADSs, conforme o caso, inicialmente ofertadas.

 Como previsto no prospecto definitivo da oferta, os recursos captados no âmbito da oferta serão utilizados para investimentos de melhoria e expansão da capacidade instalada da Companhia, para reforço de caixa da Companhia e para pré-pagamento de empréstimo contraído pelas suas subsidiárias integrais na América do Norte.

 Em 18 de abril de 2011 foi realizada a liquidação financeira da oferta de distribuição pública primária e secundária de ações, com ingresso líquido de recursos de R$ 3,6 bilhões no caixa da Companhia. Desse montante, R$ 2,1 bilhões já foram utilizados para o pré-pagamento, em 21 de abril, de empréstimo contraído pelas suas subsidiárias integrais na América do Norte. O saldo remanescente foi incorporado ao caixa da Companhia. Considerando esses eventos, os indicadores de dívida bruta e líquida sobre EBITDA teriam sido de 2,5x e 1,7x, respectivamente, em 31 de março de 2011.

A ADMINISTRAÇÃO

Este documento pode conter afirmações que constituem previsões para o futuro. Essas previsões são dependentes de estimativas, informações ou métodos que podem estar incorretos ou imprecisos e podem não se realizar. Essas estimativas também estão sujeitas a riscos, incertezas e suposições, que incluem, entre outras: condições gerais econômicas, políticas e comerciais no Brasil e nos mercados onde atuamos e regulamentações governamentais existentes e futuras. Possíveis investidores são aqui alertados de que nenhuma dessas previsões é garantia de futuro desempenho, pois envolvem riscos e incertezas. A empresa não assume, e especificamente nega, qualquer obrigação de atualizar quaisquer previsões, que fazem sentido apenas na data em que foram feitas.

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GERDAU S.A. e empresas controladas

BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS

(Valores expressos em milhares de reais)

31/03/2011 31/12/2010

ATIVO CIRCULANTE

Caixa e equivalentes de caixa 1.078.466 1.061.034

Aplicações financeiras

Títulos para negociação 1.334.046 1.105.902

Títulos disponíveis para venda 7.165 9.559

Contas a receber de clientes 3.557.188 3.153.027

Estoques 6.614.218 6.797.785

Créditos tributários 545.183 586.056

Ganhos não realizados com derivativos 416 783

Outras contas a receber 266.622 231.798

13.403.304 12.945.944

ATIVO NÃO-CIRCULANTE

Aplicações financeiras em títulos disponíveis para venda 26.194 26.797

Créditos tributários 410.296 401.222

Imposto de renda/contribuição social diferidos 1.416.007 1.579.011 Ganhos não realizados com derivativos 6.415 5.529

Depósitos judiciais 543.976 493.502

Outras contas a receber 193.669 212.180

Gastos antecipados com plano de pensão 401.502 437.072 Investimentos avaliados por equivalência patrimonial 1.287.840 1.264.520

Outros investimentos 19.224 19.002 Ágios 8.029.956 8.158.098 Outros intangíveis 1.166.186 1.176.823 Imobilizado 16.027.040 16.171.560 29.528.305 29.945.316 TOTAL DO ATIVO 42.931.609 42.891.260

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GERDAU S.A. e empresas controladas

BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS

(Valores expressos em milhares de reais)

31/03/2011 31/12/2010

PASSIVO CIRCULANTE

Fornecedores 2.387.699 1.783.274

Empréstimos e financiamentos 1.601.285 1.577.968

Debêntures 127.236 115.069

Impostos e contribuições sociais a recolher 639.383 524.967

Salários a pagar 372.501 475.237

Dividendos a pagar - 90.289

Provisão para passivos ambientais 17.389 29.191

Obrigações por compra de ações 36.133

-Outras contas a pagar 430.017 425.905

5.611.643 5.021.900

PASSIVO NÃO-CIRCULANTE

Empréstimos e financiamentos 11.844.464 12.360.056

Debêntures 661.837 616.902

Imposto de renda/contribuição social diferidos 1.975.539 2.270.849 Perdas não realizadas com derivativos 78.682 92.476 Provisão para passivos tributários, cíveis e trabalhistas 681.160 645.375

Provisão para passivos ambientais 52.961 42.902

Beneficios a empregados 793.490 834.471

Obrigações por compra de ações 508.358 516.706

Outras contas a pagar 337.280 342.008

16.933.771 17.721.745 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social 15.651.352 15.651.352 Ações em tesouraria (227.934) (161.405) Outras reservas 372.422 366.602 Reserva de lucros 5.057.367 5.497.895 Lucros Acumulados 390.803 -Ajustes de avaliação patrimonial (1.979.477) (1.884.002) ATRIBUÍDO A PARTICIPAÇÃO DOS ACIONISTAS CONTROLADORES 19.264.533 19.470.442

PARTICIPAÇÕES DOS ACIONISTAS NÃO-CONTROLADORES 1.121.662 677.173

PATRIMÔNIO LÍQUIDO 20.386.195 20.147.615

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GERDAU S.A. e empresas controladas

DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS CONSOLIDADOS (Valores expressos em milhares de reais)

31/03/2011 31/03/2010

RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS 8.363.791 7.107.586

Custo das vendas (7.199.062) (5.700.279)

LUCRO BRUTO 1.164.729 1.407.307

Despesas com vendas (138.224) (121.225)

Despesas gerais e administrativas (441.266) (382.061)

Outras receitas operacionais 45.329 38.608

Outras despesas operacionais (9.923) (16.451)

Resultado da equivalência patrimonial 33.924 15.302

LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO E DOS IMPOSTOS 654.569 941.480

Receitas financeiras 58.141 75.802

Despesas financeiras (255.500) (253.202)

Variação cambial, líquida 25.885 (70.845)

Ganhos com derivativos, líquido 131 1.449

LUCRO ANTES DOS IMPOSTOS 483.226 694.684

Imposto de renda e contribuição social

Corrente (123.560) (185.964)

Diferido 49.773 64.024

LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO 409.439 572.744

ATRIBUÍDO A:

Participação dos acionistas controladores 390.803 504.265

Participação dos acionistas não-controladores 18.636 68.479

409.439 572.744

Lucro básico por ação - ordinária e preferencial 0,26 0,36

Lucro diluído por ação - ordinária e preferencial 0,26 0,35

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GERDAU S.A. e empresas controladas

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CONSOLIDADOS (Valores expressos em milhares de reais)

31/03/2011 31/03/2010

Fluxo de caixa da atividade operacional

Lucro líquido do período 409.439 572.744

Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao fluxo de caixa das atividades operacionais:

Depreciação e amortização 447.564 459.754

Equivalência patrimonial (33.924) (15.302)

Variação cambial, líquida (25.885) 70.845

Ganhos com derivativos, líquido (131) (1.449)

Benefícios pós-emprego 24.074 (4.506)

Remuneração baseada em ações 4.299 4.901 Imposto de renda e contribuição social 73.787 121.940 Ganho na alienação de imobilizado e investimento (154) (1.275) Provisão (Reversão) de créditos de liquidação duvidosa 8.029 (2) Provisão de passivos tributários, cíveis e trabalhistas 35.387 58.443 Receita de juros de aplicações financeiras (23.183) (61.360) Despesa de juros sobre dívidas financeiras 203.868 218.657 Provisão de ajuste ao valor de mercado de estoques 18.031 4.235 Reversão de ajuste ao valor de mercado de estoques (56.235) (29.952) 1.084.966 1.397.673 Variação de ativos e passivos:

Aumento de contas a receber (432.566) (702.852)

Redução (Aumento) de estoques 172.423 (396.320)

Aumento de contas a pagar 605.688 439.337

Aumento de outros ativos (4.371) (99.315)

Redução de outros passivos (33.323) (12.001)

Distribuição de empresas de controle compartilhado 2.690 28.055 Aplicações financeiras de títulos para negociação (582.293) (2.432) Resgate de aplicações financeiras de títulos para negociação 377.637 395.831

Caixa gerado pelas atividades operacionais 1.190.851 1.047.976

Pagamento de juros de empréstimos e financiamentos (228.015) (145.923) Pagamento de imposto de renda e contribuição social (49.675) (126.793)

Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais 913.161 775.260

Fluxo de caixa das atividades de investimento

Adições de imobilizado (333.178) (233.302)

Recebimento pela venda de imobilizado, investimento e íntangíveis 1.032 2.482

Adições de outros ativos intangíveis (47.524) (5.250)

Aplicações financeiras de títulos disponíveis para venda - (300.027) Resgate de aplicações financeiras de títulos disponíveis para venda 1.290 54.993

Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (378.380) (481.104)

Fluxo de caixa das atividades de financiamentos

Compras de ações em tesouraria (66.529) (44.620)

Dividendos e juros sobre o capital próprio pagos (90.544) (282.464) Pagamentos de custos de empréstimos e financiamentos (3.101) (2.650)

Empréstimos e financiamentos obtidos 361.835 134.331

Pagamentos de empréstimos e financiamentos (704.428) (375.752) Financiamentos com empresas ligadas, líquido 360 4.183

Caixa líquido aplicado nas atividades de financiamentos (502.407) (566.972)

Efeito de variação cambial sobre o caixa e equivalentes de caixa (14.942) 24.574 Aumento (Redução) do caixa e equivalentes de caixa 17.432 (248.242)

Referências

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