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PIA fV _^
GOVERNO DETERMINA CONTENÇÃO DE CASTOS PÚBLICOS
Desafio à Lei
Um soldado de 21 anos da Idade dou ontem o primeiro passo para pôr á prova a nova UI do Estado do MnssachusoHs quo datafli a autoridade do prosldento para enviar is zonas de combate no Vlotnam soldados nascidos ou domiciliados no Es-tado. O soldado John Grlffln, om uma.lnlclallva que spsnhou do surpresa o procurador gorai do Esta-do, pediu ao Tribunal dc Recursos que cjeslstisse do enviá-lo ao Vlotnam, ao amparo da roferlda lei, que declara inconstitucional a guerra do Vietnam.
Dario
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(Página S)V
FUhOADOR DOS DIÁRIOS ASSOCIADOS: A6S*5 CHATEAUBRIAND
*
N.°
4.415
*
\
-
CURITIBA, SÁBADO, 4 DE ABRIL DE 1970
-
|
12 PÁGINAS j* ANO XVI *
Instável
O tempo seri Ifistivel neste flm-do-somam*, • lulgsr pela prevlsio 'do Escritório de Metoorologla para es»as 24 horas. A temperatura, contudo, man-ter-se-a estivei, com ventos variáveis, fracos e visi-bllldade de boa a moderada. O boletim do Escrito* rio de Meteorologia Indica, ainda, a possibilidade do chuvas neste «abado, o qus poderá atrapalhar o andamento da partida do Flamengo contra o
Co-Wtiba no Alto ds Glória.
A PRESENÇA MAIOR
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0 comandante Breno Fortes, do lll Exército, veio para
a Olimpíada, sendo recebido pelo governador do Estado.
Olimpíada vem
de Mengo Hoje
Começará hoje a grande Olimpíada do Exército
com solenidades que serão realizadas no estádio
"Bel-fort Duarte" e com o jogo amistoso Coritiba x
Fia-mengo com os portões abertos para o público;.. O bi*
campeão paranaense enfrentará o rubro-negro carioca
que depois que Yustrich assumiu a direção técnica
me-lhorou sensivelmente e sacudiu
o futebol brasileiro
com treze partidas invictas. (5.a do 2.o).
lia no Ônibus
2.a - Feira
O aumento nas tarifas dos ônibus de Curitiba será
decidido na reunião do Conselho Municipal de
Trans-portes e Sinalização
marcada para segunda-feira. A
decisão deveria vir ontem, mas como nao houve
quo-rum" —.aliás, pela.quarta véz, êste ano
— a reunião
foi adiada O Departamento de Concessões e Permissões
realizou uma pesquisa sôbre o custo do transporte por
quilômetro rodado, que será a base
do aumento, (l.a
página Ao 2.o caderno).
(a^^Byfeii
15h30m - Flamengo x Coritiba
* direto
18h00m — Besouro Verde
— estréia
20hl5m - Sangue do Meu
Sangue
2Üh35m — O Virginiano
23h05m - Estórias Oue a Vida Conta
«Você assiste em casa Flamengo x Coritiba.
8BKv\\ÍY-rf*' J /SmuÊ
SEQUE
MAIS
ES QUERE
PELO EMBAIXADOR
EEUU - URSS
(R-dioíotc. UPI)'yyyyyyyyyyy
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.. '' :.''¦'' .*"¦¦'
Um avião de observação dos Estados Unidos voa sôbre um barco soviético no Mediterrâneo. Os soviéticos aumentam
seu poderio marítimo
dia a dia no Mediterrâneo, onde antes imperava absoluta ,a VI Frota Norte-Americana.
ÜM PEDAÇO DA LUA
EVACUANDO CIVIS
(Radiofoto UPI — DP)^
...
^^^^^^
Uma pedra retirada de uma rocha na Lua por Neil
Arms-trong está sendo exposta no Museu da Quinta da Boa Vista,
no Rio de Janeiro, onde ficará até amanhã. (Meridional).
Um fuzileiro norte-americano
ajuda a velhinha durante
evacuação de civis em Da Nang, face ofensiva comunista.
Palmito, fim a
Modificação de
Tratado: AtMiC
Cíandesfí
>$
Onze fábricas clandestinas de palmito, situadas no
Sudoeste do Paraná, vão ser fechadas com a regulamen*
tação do corte de palmitos no Estado. Estas fábricas
in-dustrializavam palmitos roubados do Parque Nacional do
ígüaçu. De outro lado, a Policia Florestal vai contar,
ago-ra, com um helicóptero, barcos, jipes, rádios e até cavalos
para efetuar seu policiamento. Dois convênios nesse
sen-tido, serão assinados amanhã em Londrina pelo ministro
Cirne Lima, da Agricultura, que está preocupado com a
dimensão tomada pelo problema do palmito em terras
paranaenses, inclusive ameaçado de extinção. (DP
ESPE-CIAL — página o),.
Acompanhada de exposição de motivos do ministro
Gibson Barbosa, o presidente da República enviou
men-sagem ao Congresso Nacional, relativa ao texto do
proto-colo modificativo do Tratado de Montevidéu, assinado em
Caracas, a 12 de dezembro de 1969. Justificando a assi*.
natura do documento pelo Brasil, o chanceler Gibson
Bar-bosa afirma.que.o Tratado de Montevidéu, base. jurídica
da Associação Latino-Americana de Livre Comércio ....
(ALALC), foi firmado há 10 anos e no decorrer dêsse
pe-riodo sè verificou que alguns de seus dispositivos
deixa-ram de ser cumpridos por serem demasiado ambiciosos
com relação a paises de pequena capacidade de inter»
câmbio*
Termina hoje às 15 horas o prazo fixado pelos
ter-roristas que seqüestraram o embaixador da República
Federal Alemã, conde Karl Graf von Spreti, para que
o govôrno lhes entregue 700 mil dólares (NCrS
3.143.000,00) e liberte 22 presos políticos em troca
da vida do seu refém.
Os extremistas aumentaram o
preço do resgate depois que o governo do presidente
Júlio César Mendez Montenegro anunciou que não
li-bertaria os 16 prisioneiros pedidos originalmente,
im-plantando ao mesmo tempo o tstado
de sítio por 30
dias em todo o território nacional a fim de enfrentar
a situação. O governo de Bonn fêz um apelo às
auto-lidados da Guatemala para que aceitem as exigências
dos terroristas,
para que êstes
não levem a cabo a
ameaça de matar von Spreti. Bonn expressou ao
em-baixador guatemalteco .i sua
"perplexidade e
preocupa-ção" pela decisão da Guatemala e ressaltou uma vez
mais a necessidade daquele pais de tomar
"imediata-mente medidas efetivas". Em Munique, dois irmãos do
embaixador enviaram à Embaixada da Guatemala om
Bonn um protesto pela atuação do governo do
presiden-fe Mendez Montenegro para conseguir a libertação do
diplomata. Na Guatemala, o encarregado de Negócios
da Embaixada Alemã, disse que não concordava
abso-lutamente com a resolução guatemalteca. (Página 5),
Intervenção em
Município do PB
O presidente da República
decretou intervenção
federal no município de Jardim Alegre, no Estado do
Paraná e nomeou interventor
o sr. Adeodato Torres
Nogueira que tomará posse perante o ministro da
Jus-tiça.
O decreto na íntegra é o seguinte:
"No uso das
atribuições que lhe confere o art. 7, parágrafo 1 do
Ato Institucional n.o 7, de 26 de fevereiro de 1969 e
artigo 182 da Constituição, resolve:
Art. 1 — Fica decretada a intervenção federal
no município de Jardim Alegre — Paraná;
Art. 2 — Fica nomeado interventor no
munici-pio de que trata o artigo anterior, Adeodato Torres
No-gúeira, que tomará posse perante o ministro da
Jus-tiça.
Art. 3 — Este decreto entrará em vigor na data
de sua publicação, revogadas as disposições em
con-trário.
LIIIM ¦¦¦¦¦¦¦MMWMWMBBMWMpMpMMBtgH
JORNALISTA
Assis Chateaubrraml
(2.o ANO DE FALECIMENTO)
Os diretores e funcionários dos Diários
Asso-ciados convidam amigos e admiradores
do seu
saudoso fundador, para a missa de segundo ano de
sua morte, que mandam celebrar hoje, dia 4 de
abril, às llh, na Capela da Reitoria da
Universi-dade Federal do Paraná.
A ASSOCIAÇÃO DOS
PROFESSO-RES DO PARANÁ se congratula com o
Governador Paulo Pimentel pela escolha'
do Doutor NELSON LUIZ SILVA FANAYA
para o cargo de Secretário de Estado dos
Negócios da Educação e Cultura e
convi-da o magistério público do Estado a
pres-tigiar com sua presença o ato de posse a
ser efetivado na próxima 2.a feira, dia ó,
às 10,00 horas, no Palácio Iguaçu.
Curitiba, 3 de abri! de 1.970
a). ANTÔNIO DOS SANTOS FILHO
Presidente
I
~t Ai'-Zzii, i '. í—— àít y,. ¦; J ; ¦ ! '-. ¦
PRIMEIRO
CADERNO
PAGÍNA
1
-DIAHIO
DO
PARANA
A
Curitiba, Sábado, 4 de Abri! de 1970
NOSSA OPINUO
Assis
(Jmfeoubrifiitd
Há dói» aiioti, na tiufca. do hoje,
fa-hicia ein S. Paulo Assis ChaUnlubrlauil,
fundador dos «Diário» Associados», o
jornalista que exerceu papel
verdade!-ramente Impor no cainiio do
peimumen-to brasileiro.
Tocado do espírito pioneiro, qüe o
destacou c o pôs mun plano exclusivo,
•ni todos os domínios em que atuou, na
uiprensa, no rádio e na televisão e na
liláhtMpla, diplomata e escritor, cate»
Irátlco de Direito, reportei- e
niadó-lico, «ás» ile campanhas inéditas de
ibllcidnde, seíhéadof ile museus, de
bliotecas, de. centros de puericultura,
- innterltlflades, de aero-elnbes.
e.rlor de Rado de apurada linhagem,
in-contivador do apuro da cultura do ca»
fé, e de outras técnicas ajrrícolas, scu
nome encheu, sozinho unia época.
Quando
d...««pareceu, deixou
aos
brasileiros dé todos os quatirantes de
nossa terra, imperecível herança
cul-tural, eorporificada
nos «Diários
e
(emissoras Associados».
O complexo
das empresa» que formam o nosso
qua-dro representa» por certo, um dos mais
fortes liames de unidade nacional, por
isso que não apenas leva a todos os
rincões do pais, por mais longínquos
que sejam, a sadia orientação para um
comportamento coletivo, como, de
res-to, neles recolhe as mais puras
palpita-ções da vida cívica da nação.
E' inegável a sua iniluêneia
nas
modificações sociais, econômicas e
po-líticas operadas em nossa terra, desde
quc iniciou a sua atuação, no «O
Jor-nal», célula-mater da organização que
logrou construir, graças ao seu gênio
espetacular de improvisação e à
supe-restimação dus potencialidades quc se
lhe abriam. No seu dinamismo,
aparen-temente inconstante, quase que
pos-suia, por assim dizer, o condão
sobre-humano da ubiqüidade.
Sabia, para isso, utilizar, com
lu-vo oriental c fabuloso desperdício, os
recursos disponíveis de comunicação:
o telégrafo, o rádio, o telefone. Ainda
um vida,
tornou-se
quase
lendário.
Quebrava, com airoso desprezo, os
ta-bus do protocolo, quer se achasse
nu-ma feira do interior ou em solene
ce-rimônia do Bnckinghan Páíace.
Seus modos
insólitos
davam-lhe
fascinante relevo à personalidade. Foi
cortejado por grandes e pequenos.
Sa-bia descobrir vocações onde quer que
"ssas surgissem, no jornalismo, na
po-titica, uo empresariado. Bafejou o
sur-ío de empresas e de instituições, (tade
quer que chegasse, era uma força em
marcha. Mesmo siderado nos seus
mo-vimentos, ainda por muito tempo, foi o
lí.vcelso comandante da sua grei..
Como entendesse, muito
justamen-te, que a sua obra era imperecível,
es-colheu dentre os seus companheiros
mutiles que, em grupo harmônico
e
levotado, haveriam de sucedê-lo.
Es-ie pugilo dc seus amigos e discípulos
tomaram como ponto de honra a
ma-iidtenção dos «Diários e Emissoras
As-sociados», aos mesmos moldes em que
Assis Chateaubriand os concebeu e sus
tentou. 0 roaiiiiomisso assumido vem
sendo mantido, com empenho que tem
''so de religiosidade.
Os «Diários e Emissoras
Associa-dos», depois dêie, como, decerto, seria
do seu desejo, cresceram mais, com a
Incorporação de novos órgãos.
No segundo aniversário de sua
mor-te, a decisão de manter e acrescer a
valiosa herança ainda mais se afirma,
como imperativo dc dever sagrado
0 Outro Lodo ila Violência
IUO — O governo au presidente Òngaiüapagou para ver. Recusou-se a pôr um liberdade
os prêeoe reclamados pelos subversivos
comu-nisto» da chamada Fronte Argentina dc I.lber-<ni,-;it>, sob a alegação dc que um, Carlos Delia-nave, é um criminoso comum, ¦• de que o outro, Alcjandro Baldu, se encontra, foragido.
O pedido de libertação era no mesmo eu-tilo do levado a cabo com o seqüestro do embal-xador americano Elbrlck, uo Klo de Janeiro, do
cônsul japonês em SSo Paulo <• tio adido da
Embaixada americana, coronel Donald J. Crow ley, cm Sâo Domingos, Ameaça-se de in«rte |>«s soas Inocentes, prosas, peta violência, como re-ícns, para conseguir a libertação dc
crlmlno-.sos colhidos nas malhas du policia, como au
tores de atentados à bomba, assassinatos de a-gentes da segurança e assaltos a bancos,
E* qualquer coisa assim como o
fu«lla-mento dos reféns, pelos nazistas, durante a
guerra, sc, ate um prazo dudu, não se apresen-tassem ou não fossem apresentados pelas autu-nii.Hli¦-. locais, os franco-atiradores,
i'or crimes desta ordem, alguns dos ml-litares nazistas foram condenados pelo
Tribu-nal tlc Nurcmbcrg c outros tribunais
forma-dos depois da guerra, ao enforcamento ou a pe-utilidades scvcras..
t*ois c este o método quc estão a pòr em prática, neste derradeiro terço do século XX,
os agentes do comunismo internacional, nos
paises da América, cuja ordem estão tentando subverter.
E os governos dos paises vitimas da feio-nia estavam cedendo aos criminosos pura sal-var a vida dos reféns Inocentes, que, ademais, são diplomatas cie países estrangeiros, por cuja segurança o Estado lem o dever de velar. E foi assim que quinze subversivos brasileiros, da pri meira feita, c cinco, da segunda, e 21 em bua Domingos, foram libertados, c levados ao
Mé-xico dc onde a esmagadora maioria logo sc
transferiu pura Cuba, cujo governo é o inspl-rnrior de todos estas manobras torpes.
O Estudo, positivamente, não poderia res ponder usando o mesmo código dos seqüestra-dores. A* policia não pode empregar os mesmos métodos dos bandidos. Mas entro as organiza-«Des de criminosos, quando há lutas entre elas, o nogócio é "mano a mano". Sabemo-lo dos ori-ntes dos "gangsters" cm Chicago e Nova York, ou das lutas entre os contrabandistas de ma-comia, em tilda a parte, inclusive no Brasil. Os seqüestro» somente poderiam ser combatidos no mesmo nivel dos seqüestradores vermelhos, se
aparecessem organizações de extrema direita,
que se dlspusesscm a enfrentar os comunistas, no mesmo terreno.
íoi o quc aconteceu, agora, na Argentina. A chamada irciitc Argentina de Libertação,
no-me que acoberta a quinla-uoiunu uomunisUi,
premiou um inocente consul paraguaio em Jtui-/.ungo, Waldemar Sanchez, quando íôra a Bue-nos Aires receber o presidente Alfredo títroes» sner, cm visita ú cidade, i; ameaçou de exe-cuta-lo sc não fossem libertados os dois presos citados. Mas o governo argentino entendeu de náo se deixar intimidar e pagar paru ver. Ao mesmo tempo, uma associação anticomunista, o Movimento Argentino Nacionalista Organiza-do ("MANO") ameaçou, de sua parte, represa-lius no mesmo estilo, com a morte dos lideres vermelhos c dc suas famílias.
.1 tonira-ameaça surtiu efeito. Os seques trad.. i , chegaram a anunciar u formação de um inüunal para julgar o cônsul, como se o pobre paruguuio houvesse cometido algum
cri-mc. Como não conseguissem o seu intento dc
imediato, adiaram por três vezes a execução, isto é, o assassinato frio dc um refém inocente. l'or fim, medrosos das represálias, não tiveram coragem de levar a cubo o seu intento, c
Mber-taram o homem, embora fazendo ameaças a
céus e terras, inclusive prometendo o assassina-to de assassina-todos os gerentes dc firmas americanas na Argentina, sem nenhuma ligação, aliás, com
Educação e Alimentação Escolar (II)
sau Pívuuo — cm trabalho anterior, tive-mos ensejo de oferecer uo Leitor, interessantes o bastante ilustrativos duelos estatísticos sobre a ah-sustiante precariedade do problema educacional, no Pais, valendo-nos, precisamente, da autorizada
opi-hino do titular da Pasta da Educação c Cultura,
senador Jarbas Passarinho.
Cumprindo a promessa que tizuiios, voltamos ao assunto, estendendo-o, como se impOe, a um uu-tro ungulo do problema «Educação», por sua i-.idls-cutlvel significação, na composição dos dados pura o alcance de uma politica sócio-economica adequa-du aos reclamos do Pais, qual seja, a «Alimentação Escolar».
Quem nos du, a lisse respeito, valiosos ucui.íi tos iníormativos, é o dr. ltoberto Martins Alcântara membro do Conselho Deliberativo da Associuçuo
Brasileira dc Alimentação Escolar, atriivu ui .
-celente entrevista concedida, cm principio dêste
mês, a VOÜ DA AMÉH1CA - e, varias estações dc
de itadio, nacionais, na Guanabara. Para elucidar a questão, buscou definir o que e iDESNUTlil-«,'ÀOi, como sc sabe, decorrência da deficiência ali nventar, quantitativa e qualitativa, de Ingestão de alimentos, por parte do ser humano.
Essa deficiência, como e compreensível, tor-na precário o estado de saude, cientificamente cha mado: idistrofia», prejudicando; assim, a cnpnèidn-de cnpnèidn-de trabalho inteletual e físico, da criatura hu-mnnu. Os fatores a considerar, na temática ahmen-tar, colocam-sc na seguinte ordem: clima, tabus ali
mentores, ignorância o situação sócto-econOmica.
Quanto ao primeiro, por diferenciação entre os tro picos e as zonas temperadas, visto que, naqueles só
hâ exigência de alimcitos quo forneçam menor
quantidade de calorias, os quais, depois de digeri-dos, produzem monos quantidade de restos
desne-cossários ao organismo a serem eliminados pelos
rins.
No segundo caso, a deformação, pela tradi-çâo, da cultura alimentar apropriada aos que vi-vein nos trópicos, problema que muito lem contri-buido para o desencadeamento de estados de desnu tricão, principalmente em crianças.
No que tange ao terceiro, embora fugindo a
ação da medicina, como pondera o entrevistado,
nao pode deixar de ser focalizado, por ser umn das questões que, hoje, afligem a Humanidade.
No caso do BrasU, especificamente, um dos maiores problemas é a desnutrição, decorrência de considerável falta de PDOTEINA na alimentação, no entanto, indispensável à formação e manuten-cao du vida. Mas, de dificil atendimento, pelo ele-vado custo em quc é colocada, agraele-vado pela pou-co animadora renda, epcr-capità», de pou-considerável porte da população nacional, limitada a USS 379,0U dólares.
No cntanlo, na cuidada apreciação do dr. Uo-berto Martins Alcântara, o brasileiro precisaria co-mer, em média, 01) gr. dc proteínas, por dia; e; se tosse buscá-las na carne de vaca, teria que despen-der, mais ou monos, NCrS 1,00 pelas 60 gr.
condi-çáo impraticável, na base da resida «per-capita»
citada, pois em cruzeiros, nao vai além de NCrS 4.00 por dia.
Há a aeie.Áx-i lar. nessa analise, a posição dc gastos médios nos países subdéenvolvidos ou em de senvolvimento, em um orçamento familiar, no item
__.
0A
rCRSTA
RIO - O Currlculum Vitae do Muii.,ealiur
Leovigildo José da Silva França, desajudado de qut\l quer eíeitação, apresenta, etapa por, um homem a serviço da lé. Nascido iia cidade dc Santo Amaro da Purificação, no Estado da Bahia, a 24 do feve-reiro de 1897 até 4 de abril de 1920, quando cantou sua primeira Missa na Basilica de São Pedro, em Roma, o padre França tem sido um verdadeiro pe-regrino da religião católica, seguindo sempre a tri. lha certa, sem os excessos damagógicos nem us adul cerações que servem para abalar a religião Colmo, conselhelral, culto, Monsenhor França galgou vório.^ postos no campo sacerdotnl, desde sua primeiro eu-caristio a 15 de agosto de 1910, no Colégio Anchleta, em Nova Friburgo. E assim é quo podemos cotejar a quadro abaixo:
30 de outubro de 1914, ostiãrio e leitor; 10 de abril dc 1915, acólito e exorclsta;
5 de novembro de 1919, subdiaconato; • 30 de dezembro de 1919, diaconato;
3 de abril de 1920, presbitero na Basílica do S. João dc Latrâo em Roma. Derramado pelo pais a fazer o bem suo mão se estende sempre a carlda-de e a marca da rota seguida por Jesus' é o
balsa-mo com que. cura os desiludidos e imprime fé aos descrentes. ¦
Nele o método é uma conduta religiosa. Do
ginásio cm 1908 até 1913 até a láurea de Filosofia
em 1916 e de Teologia de 1917 a 1920, Monsenhor
França alcançou humildemente todas as glórias, sem -irrcdar o pé da sua trilha de sacerdote de Deus.
Não expande com vaidade o seu saber, mas o emprega nas oportunidades necessárias com tal sua-vidade que só a argúcia consegue descobrir.
..No Rio de Janeiro deu Inicio as suos torc-fos no paróquia do S. Coração de Jesus em 1921 logo que regressou da capitol italiana, da qual loi pároco de 1922 a 1940. De 1940 a 1957 comandou as almas fiéis na matriz de Santa Terezinha do Túnel Novo. Foi ali o mesmo homem e o mesmo padre. Nfio
cos-tuma ceder quando se acha em jogo o íé. Deixando a Igwja de Santo Terezinha, eis o Monsenhor França na Matriz da Glória do Largo do Machado, exercendo sua ação numa enorme área do Cidode Maravilhosa, Laranjeiras, Cotete, Flumen go, tudo converje a sua-Igreja. E' ele o general de Deus, o marechal da fé católica. Pouco lhe preo-cupom os senões de padres que se afastam dos
dog-mas, do Eucaristia, dos ensanamentos básicos da
religião.
De 1945 a 1950 Padre Franco serviu os Forças Armados do BrasU como seu Capelão, como serviu as Forças Expedicionários em 1945.
Homem alto, magro, sereno, de fisionomia
calmo e sisuda, Padre França atende a todos que o procurem da mesma maneira, como um bom pas-tor servindo ao seu rebanho.
Já na maturidade ainda lhe foram reservados estes postos;
Cônego honorário do Cabido Metropolitano — 1931;
Camoreiro secreto do Santo Padre Pio XII — 1941;
Prelado Doméstico de Sua Santidade — 1956. Teve também o Monsenhor França missões no estrangeiro, como se demonstram
a.seguir-Membro da Delegação Brasileiro- ao' Jamboreo Escoteiro de Copenhague, na Dinamarca em 1024;
ÁFRICA E GUERRA FRIA
WASHINGTON — Em 1948, 0s primeirostem-pos da guerra-frio, o grande historiador inglês
Ar-nold Toynbee considerava virtualmente certa'
uma guerra devido à crescente confrontação. Como
meio para evitá-la, sugeriu quo o mundo poderia
ser «repartido, mediante acordo, entre os Estados
Unidos e a União Soviética, em duas esferas...
Po-derlam celebrar-sc consultas durante as quais um
diria ao outro: «Fique com a Mandchuria e eu fica rei com o resto da China», e assim, consccutivainen te em todo o mundo... Isso seria realmente muito melhor para todo o mundo... em lugar de levar a cabo outra guerra»
Qs Estados Unidos Jamais seguiram êsse con
selho. Insistiram em procurar formar um mundo
menos dividido, em lugar de tornar o mundo oficiai ente repartido. E agora parece que existo o possi-bilidade de «passar de uma era de confrontação Para uma era de negociações». Usando as palavras do Presidente Nixort, há razões para esperar que :i c-itéi-io norte-americano *.ejn finalmente justlfl-cad
A África é um dos lugares om que a rejeição da idéia dos esferas de influência teve êxito quanta
ao afastamento da guerra-fria. Num recente
relato-rio sôbre a política dos Estados Unidos com
rela-ção à África, o secretário de Estado William
Ro-gers referiu-se a êste importante objetivo dos
Es-tados Unidos, quando escreveu: *Não queremos
alianças militares, nem esferas de influência, nem
competiçáo entre grandes potências na África, Nos sa Política ali está baseada em nossas relações com os paises africanos, e não é uma política baseada em nossas relações Com os paises nâo-afrlcanos»,
Se os Estados Unidos tivessem seguido á
prescrição de Toynbee, é fácil imaginar como uma «repartição» da África teria produzido uma atitude multo diversa, mesmo que o acordo sugerido hou-vesse logrado êxito quanto a impedir a guerra,
te-ria com tôdá a certeza introduzido um fator de
rivalidade entre as grandes Potências, na qual os
interesses dos africanos poderiam ser totalmente
preteridos.
Foi êste, na reaildáde, o sofisma fundamen-tal na argumentação de Toynbee, o üe não haver previsto que, ao terminar a época do imperialismo,
poderia tornar-se impossível, mesmo para ás duas
superpotências, manter «esferas de influencia.-, sem
rilJti01'HlT..O DE ANDRADE
o cônsul, o que revela apenas o caráter antia-mericano da trama comunista, pois odeiam oh Estados Unidos por serem ôli-s o linpeellho mi-litar ao domínio do mundo pela conspiração vermelha,
Foi quebrudu o tabu. De agora cm dianto
é pagar para vor, pôls nada mais covarde do
que um criminoso quando se vê em situação
falsa.
Chegou-se a dizer que aquele Movimento não existia e que se tratava do um estratagema da polícia. Mas fatos posteriores confirmaram a sua existência. Tentaram seqüestrar um di-ploinata da representação russa. Mas não ti» veram sorte. Houve tiroteio e uma pane no mo-tor do carro, de sorte que os seqüestradores estão feridos no hospital ou cm prisão.
Aqui, todavia, levanta-se a questão dc
como encarar o outro lado da violência. Qunl a finalidade do seqüestro? Quc iriam os seques-tradores pedir om troca do seqüestrado? tiber-tação de companheiros presos? Não consta que
existam. Faier exigências à União Soviética?
Só teriam sentido se fossem na própria Rússia, Seqüestrar pelo desejo de mostrar que também podem usar a violência? Não tem sentido.
A violência para evitar violência maior ou para vingar determinada violência, embora não possa scr usada pelo Estado Juridicamen-te organizado, Juridicamen-tem sentido se levada a cabo nor uma associarão quc esteja do outro lado. Quem
não quer destruir a ordem estabelecida não
tem, porém, porque sair da lei.
E' portanto, condenável qualquer scqiics tro de quaisquer nessoas inocentes para serem usadas como reféns, e exigir-se seja o que fôr, sob ouvíic-m ile morte das pessoas seqüestradas. O que devemos querer não é a ampliação da violência, nns a sua extinção como histru-mento politico. Que a estejam a usar para fln" politicos é o grande crimi! do comunismo, dc-pois quc, desviando-se da Unha tradicional,
cn-trou, como os-anarquistas, pelo caminho da
violência gratuita.
ARMANDO DE ALCÂNTARA
alimentação; que chega a ultrapassar os 40 por cen to. e mais, os referentes ás obrigações tributárias (federais.estnduais e municipais), atingindo a 20 por cento; totailzando, ambos 60 por cento! É de
com-preender-se, portanto, a gravidade da situação da maioria dos brasileiros, para os quais fica um sal-do de 40 por cento, com o qual terno de fazer face ao problema de moradia, vestuário, cultura, trans-porte; saúde; laser e poupança; no caso, do máxi-mn importância, para aplicação em investimentos,
com vistas ao futuro dos seus dependentes.
No autorizado parecer do medico-pediatra ora apreciado, o problema da alimentação, não deve ser colocado em compartimento estanque. Em sc
tra-tando de problema nacional, tem qifc ser posto cm termo GLOBAL, de conseguinte, com a avnliação dc muitos outros fatores, de destacar, o da produ-ção e o do consumo.
Para Isso, é mister que a comunidade se men talize, isto é, tenha consciência de que o problema existe, e consequentemente, que precisa ser resol-vido, também, com a sua participação. Para exem-plificar os esforços que vêm sesdo aplicados, na consccui.no desse objetivo, pôs êle, em foco, o que ffe e está fazendo a Campanha Nacional de Alimen
tação Escolar, n qua! deu assistência, em 1959, a
mais de 12 milhões de escolares, prestando, assim ao Brasil, pela melhoria do estado nutricionál, da-quêles que serão o futuro da Nação, relevante e Inestimável serviço.
Já é um bom começo, merecedor de registro c, no mesmo passo, de louvor a todos quantos se esforçam por ver o hOSSO Pais colocado em desta-quc nò conceito universal. Parabéns!
LUfS PINTO
Representante do Brasil no Jamboreo de Knn deroteg, no Suiça cm 1926.
Acompanhante dos peregrinações nos congres sos eucaristlcos internacionais: Buenos Aires, Bàr-colona e Munique, como ainda aos congressos bra-sileiros de Salvodoi- — 1933, e mais: Belo Horizon-te, São Paulo, Recife, Porto Alegre, Belém e Curiti-ba.
Nas suas práticos de fé e plataforma de Deus costumo recitar ns máximas de S. Lucas: «Depois de terdes fe-ito tudo o que vos foi ordenodo, dizei: somos servis como quaisquer outros: fizemos o quc devíamos fazer». Refeie-se à «Imitação do Cristo», quando assegura: «Vaidade das valdades é tudo,
vai-dode, exceto amor a Deus • só a Êle serviri-. E do
«Cântico» no velho Semeão cita: «Agora, Senhor,
deixai partir vosso servo em paz»...
Os poroquianos do Monsenhor Franco, que
têm em sua pessoa um verdodelro. apóstolo, um con
selhelro ssguro e prudente, váo prestor-lhe justa
homenagem Impondo.a quase contra sua vontade, agora no dio 4 de abril, aniversário dá sua primeira Missa em Roma. A festa é um símbolo a ésse bon-doso velhinho que perombulá entre as paredes do Igreja da Glória do Largo do Machado, a todos es-tende a sua mão e a quantos o procuram com um problema, qual Cristo aos seus discípulos, tenta uma solução conciliatória que venha abrandar a pujan-ça da dor ou a impulslvidade do ódio.
Monsenhor França é um bom, dentro da ver-dadoira concepção de bondade. Andam certos os que
o homenageiam porque êlo é uma homenagem
es-tendida à coletividade. Foz o bem que pode e às vezes mais do que pode. Logo é um justo.
BARRY BROWN
t atentar para os direitos e os interesses dos outros povos. O presidente Nixon citou essa mudança, em seu recente relatório sôbre a politica externa dos Estados Unidos para a década de 1970, ao descre-ver o que denominou o fim «do periodo do pós-guerra nas relações internacionais».
O presidente dos EUA recordou que nos
anos lmedlatam<n»2 Posterioiea à guerra, «novos
poises nasceram, muitas vezes em melo a
agita-ções e Incertezas. Agora, tais países têm um novo
esprito de independência, cada vez ma-or. Outrora,
. muitos temiam que êles pudessem transformar-se
em simples campos de batalha para a guerra fria,
e solo fértil para a penetração comunista. No entan
to, êste temor julgava erroneamente o orgulho
nacional e süa determinação de preservar a sobe-nia recém-obtida».
Em nenhuma outra parte isso foi mais verdade do quo na África. Em parte alguma, da mesma forma existe uma melhor perspectiva de fomentar o cresci
mento com unidade e cooperação, um continente
3ue deve estar, como disse o presidento Nixon, «li-rrm da rivaiidade das grandes potências e de con
llitos de Qualquer espécie»,
De Praga
a Moscou
BARRETO LBITE FILHO
•
RIO — A porscgulçflo monomanlaca do Áie. xandor Dubcek „ dos flotls companheiros de expe-rlenclft,' tanto tompo dopols de liquidada pela m-vusáo russa a tentativa do llborattzaçfto do 60-mitnlsmo, nn Checoslováquia, o de terem sWo to. dos eles despojados das suas poslçêes de poder, 6 Incompreensível, à luz de qualquer critério no», mal de análise poUtlca. Ao contrário, seria de
«n-por que, ganha pela força a partida, os
reaclo-nários ile Praga e de Mohoou se contentassem
eom o restabelecimento do regime do opressão
que preferem, sem levnr demasiado longe os
efel-tos do scu êxito, precisamente para nfto pertun» har som necessidade o equilíbrio conseguido, ou soja, para nfto prolongar a crise.
Rstn 6 notoriamente a poslçfto de Gustav
HuBiílt. o homem escolhido pelo Kremlin para
substituir Dubcek nn chefia do Partido Comunia, ta chccoslovaco. Hunálc despachou Dubcek para rt embaixada cm Anknrn. às vésperas de uma no-va rouniilo do Comitê Central do partido, na «*• perança de evitar novns arjrtilçêes e exigência» do grupo dn extrema direita, oncabeqado por um
Inl Vnsll Bllák, cujo nomes tom aparecido com
iMOHconte freqüência, no noticiário Internacional, Justamente em função de campanha parn levar adiante a onda rcpresfllvn. A rouniilo do CC de» ckllu expulsar deste órgão dirigente o antigo ae-pfelário geral e novo embaixador na Turquia. Ae contrário, porém, do que seria de supor, e doe
desejos de Husftk, a compRnhn n&o parou al.
Nestas últimas scmanns, o órgáo oficial do par_ tido, -r.Rudé Právo», Informou que Dubcek tinha, sido suspenso da sua qualidade de membro dá organização à qunl servia h< mnls do trinta anos. Om demais protagonistas tia tentativa dc ma, acrescentava ninda o jornal, foram expulsos. Espera-se agora que numa nova retmtfo do OC,
prevista pnru meados dente mie, a mMptmtP
temporária seja transposta.
Oom que objetivo? B7 evidente que Duf&edk náo representa perigo algum pnra os seus
mimi-gos. nem agora, nem num futuro prevteJvel. A
persistência de uma perseguição Inútil trai natu-rnlmehto a insegurança dos seus promotores. No cnso, porém, tratn.se de uma insegurança pura-mente psicológica, pois enquanto as coisas nfto
mudarem, dentro da Rússia, n&o mudarão na
Chescoslováquia; e se. ou quando vierem a
mu-(lar dentro da Rúnsla, num sentido vagamente
análogo ao da (Primavera de Praga», nenhum
Btláík impedirá que mudem também no pais
ocupado. Mas ainda nl é provável que Dubcek náo seja mnls o instrumento de reforma alguma. De qualquer modo, os comunistas, por mols rea-olonárioB que se tenham tornado na escola etali-nista, nfio são treinados para reagir em função de conslderaç&os puramente subjetivas. As suas reações se Inspiram sempre om motivos polltlcoe. E estes, no caso, parecerlnm Indicar o oammho oposto ao que estão sogulndou
A chove -do enigma poelcrln talvez residir
numa Inversão dns razões que levaram Dubcek a emprender ns reformas rte 1968. Naquela oca-slâo, ao ser chamado para substituir Novotny no cargo de secretário do partido, Dubcek dei. xou-se arrastar e tomou-se lider do movimento de liberalização, porque contava ou supunha con-tar com grandes probabilidades de êxito, basea-dos sem a menor dúvida no apoio de uma impor-tanto corrente da mais alta direção política de Moscou. Com trinta anos de experiência staMnis-ta nas cosstaMnis-tas, que o tinham levado a posições de tanta responsabilidade no Partido Comunista do seu pais, esse obscuro funcionário eslovaco nio era uma criança de olhos inocentes para supor que pudesse liberalizar o comunismo, num Esta-do satélite da União Soviética, contra a vontade do Kremlin. A sua tentativa, náo poderia deixar do ter ligações em Moscou. E' sabido, aliás, que a burocracia russa hesitou e só agiu pela pres. são de Ulbricht, da Alemanha Oriental.
E' possível que agora se trato ãe nm pro-cesso parecido, mas invertido. O verdadeiro otrfeu tivo da ofensiva de Bllák nflo 6 Dubcek, mas Hu-sák, a quem aquelo espera substituir no poder. Sc, entretanto, Bilák ousa lançar-se contra Hu. sak é porque, por suo vez, conta com algum apoio valioso na matriz do comunismo ocidental. Pela
lógica das circunstâncias, é admissível que eete
apoio lho venha da facção decidida, segundo c* insistentes rumores dns últimas semanas, a de-por Brejnev, de-porque náo o acha suficientemente stalinista.
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