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Ações da SEE para a Educação para a Diversidade Sexual e de Gênero.

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1 Ações da SEE para a

Educação para a Diversidade Sexual e de Gênero.

(2)

Princípios

 A educação é direito de todos (Constituição Federal art. 206).

 Todos os indivíduos são diferentes uns em relação aos outros.

 As diferenças não são naturais, elas são produzidas culturalmente (Sistemas de classificação).

 As diferenças devem ser observadas na perspectiva do reconhecimento da pluralidade e criatividade humana.

 Por outro lado, as diferenças se constituem nas relações de poder e expressam uma linguagem poderosa de exclusão, hierarquia e discriminação.

(3)

Diversidade na Escola

 A escola convive com multiplicidade de sujeitos

com ideias, características e elementos

diferentes entre si, a exemplo, diferentes tempos

de aprendizagem, de inserção social (classe,

gênero, cor/raça, idades, sexualidade, etnias,

nacionalidades, entre outras).

(4)

Desafio

(5)

• Educação para a diversidade sexual e de gênero

 A prática educativa deve se pautar pelo

enfrentamento

a

todas

as

formas

de

discriminação

incluindo

a

homofobia,

o

machismo e o sexismo.

(6)

META 1: FORMAÇÃO DOS SERVIDORES SOBRE

DIVERSIDADE SEXUAL.

META 2: ATENDIMENTO PAUTADO PELO

RECONHECIMENTO DOS DIREITOS DAS POPULAÇÕES LGBT.

META 3: ARTICULAÇÃO COM VISTAS À

SENSIBILIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR.

II PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO À HOMOFOBIA: METAS E AÇÕES DA

(7)

META 4: CURRÍCULO,PRÁTICAS E MATERIAIS

PEDAGÓGICOS COM AMPLIAÇÃO DA TEMÁTICA.

META 5: MONITORAMENTO DAS AÇÕES PARA

(8)

Legislações e diretrizes

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº

9.394, de 20 de dezembro de 1996).

Resolução SE nº 52 de 14 de agosto de 2013.

Parâmetros Curriculares Nacionais. Temas

(9)

Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012 e o Parecer CNE/CP nº 8/2012).

Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), artigo 8°, incisos V, VIII e IX estipula responsabilidades no âmbito educacional

Lei Estadual 10.948/01.

Decreto Estadual nº 55.588, de 17 de março de 2010.

Deliberação CEE 125/14

Resolução

45 de 18/08/2014

Currículo do Estado de São Paulo.

(10)

• Gênero: O conceito de gênero permite analisar os

processos culturais e históricos de construção das

diferenças entre o masculino e o feminino.

• Nesta perspectiva, mulheres e homens são produtos

da realidade social, de sistemas simbólicos

meticulosos que distinguem e atribuem significados

a anatomia e definem posições sociais desiguais.

• O conceito permite observar criticamente as

explicações sobre as diferenças de comportamento e

lugares sociais ocupados por homens e mulheres e

questionar as discrepâncias de inserção social que

refletem no exercício da cidadania tanto na esfera

pública como privada, no campo da religião, da

política, do lar, da educação, da sexualidade etc.

(11)

• Conforme Judith Butler (Problemas de Gênero)

Gênero deve designar o aparelho de produção, o

meio discursivo/cultural através do qual a natureza

sexuada é produzida como pré-discursiva. Gênero

está enredado pelas relações de poder e na

estilização repetida do corpo, um conjunto de atos

reiterados dentro de marcos reguladores inseridos no

contexto histórico e cultural.

(12)

Gênero na Escola

 Vale ressaltar que os processos de educação

põem em funcionamento as relações de gênero

nas disposições de alunos e alunas na sala de

aula, na arquitetura escolar, nas brincadeiras de

pátio e nas atividades físicas, nos “problemas de

disciplina” e nos conflitos entre alunos,

distribuídos e motivados desigualmente entre os

gêneros. Assim, estas relações reforçam os

estereótipos de gênero, os quais operam

sutilmente sobre os processos de socialização das

alunas e dos alunos.

(13)

Esta definição provisória nos auxilia a pensar:

• A desnaturalização das diferenças e compreensão

dos processos de desigualdade.

• Os

processos

de

construção

do

gênero

(socialização/educação) e suas mudanças ao longo

do tempo e espaço (variabilidade de gênero).

• Que existem mais que dois gêneros, porque existem

pessoas que preferem ficar no trânsito entre os

gêneros, como travestis e transexuais.

(14)

• Que sexo não determina o gênero e antes o que existe é uma norma hegemônica que obriga que exista uma coerência entre a materialidade do corpo e o gênero.

• O corpo também é construído. O corpo é preenchido pelos discursos e antes mesmo do nascimento.

• Os supostos naturalizantes em que tradicionalmente compreendemos o gênero são efeitos de relações de poder. Por exemplo, a produção disciplinar do gênero atende aos interesses da construção heterossexual e a regulação da sexualidade dentro de um domínio reprodutivo. O que podemos chamar de matriz heterossexual de inteligilidade.

(15)

• Muitos trabalhos de história social convergem na

tentativa de compreender como o gênero é moldado

pela atividade humana de modo convencional:

• A obra de Tomas Laqueur aponta como foi

construída a noção de dois sexos incomensuráveis:

• O autor destaca que ocorreu uma mudança na

concepção sobre sexo no século XVIII onde a idéia de

um único sexo foi substituída pela noção de dois

sexos incomensuráveis.

(16)
(17)

Sexualidade

• Em nossa sociedade é comum pensarmos que a sexualidade decorre de processos biológicos e forças inerentes aos organismos como os efeitos de hormônios, dos genes, dos “instintos”, igualmente a concepção de que a sexualidade constitui parte significativa da definição que temos das pessoas, e que comportam ideias de desenvolvimento “normal” a partir das quais se julgam expressões diversas de sexualidade humana.

• Assim como enfatizamos que o gênero é socialmente construído, destacamos como ponto de partida a conceituação da sexualidade como produto histórico e cultural articulado as estratégias de regulação social.

(18)

Seguindo Jeffrey Weeks, historiador inglês

“argumentarei que embora o corpo biológico seja o

local da sexualidade, estabelecendo os limites

daquilo que é sexualmente possível, a sexualidade é

mais que simplesmente o corpo. De fato, juntamente

com que Carole Vance (1984), estou sugerindo que o

órgão mais importante nos humanos é aquele que

está entre as orelhas. A sexualidade tem tanto a ver

com nossas crenças, ideologias e imaginações quanto

com nosso corpo físico”.

(19)

• No centro de várias disputas contemporâneas, a sexualidade está presente nos debates sobre as instituições de reprodução social como a família, o direito das pessoas decidirem sobre como viver seu corpo e a afetividade, nas questões atinentes a saúde, entre outras.

• No cotidiano escolar a sexualidade está presente nos pressupostos dos comportamentos de meninos e meninas, nas práticas pedagógicas, nas vestimentas, nos recados e gestos apaixonados, nos xingamentos e piadas que estigmatizam os meninos afeminados e as meninas masculinizadas, entre outras identidades sociais designadas como LGBT.

(20)

• Como as questões de sexualidade adentram o

currículo?

• A preocupação com a sexualidade tem adentrado o universo da escola com ênfase nas questões preventivas como a epidemia de HIV-DST, e também reflete a preocupação mais ampla com o direito a educação, considerando o respeito e o convívio com a diversidade sexual. Neste sentido, a escola deve explorar estas questões com o objetivo de tornar os educadores sensíveis para compreender os cenários políticos e culturais envolvidos nas concepções sobre a sexualidade, e especialmente o ambiente de seus alunos para melhor trabalharem estes temas na ação educativa.

(21)

Gênero e sexualidade no currículo

As relações de gênero devem estar presentes

em todos os componentes curriculares tendo

em vista o aprendizado do respeito às

diferenças, o enfrentamento contra atitudes

machistas e contra exclusões e desigualdades

que marcam posições de mulheres e LGBT

(lésbicas,

gays,

bissexuais,

travestis

e

transexuais).

(22)

• Os problemas enfrentados em ambientes

educacionais

por

discriminações

às

identidades de gênero e orientações sexuais

exigem medidas que visem o enfrentamento à

homofobia e promoção do respeito à

diversidade sexual e de gênero no contexto

escolar e todos os educadores devem

contribuir para alcançarmos uma educação de

qualidade, voltada para a cidadania e o

respeito aos direitos.

(23)

Ciências Humanas, Linguagens, Ciências da Natureza e

Matemática

• PCN - Parâmetros Curriculares Nacionais –

Temas Transversais - BRASIL. Secretaria de

Educação Fundamental. Parâmetros

Curriculares Nacionais: temas transversais.

Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível em:

http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ttr

ansversais.pdf\ Acesso em: 11 jan. 2014.

(24)

PCN – Temas transversais –

Orientação sexual

3 eixos de problematização:

• Corpo matriz da sexualidade

• Relações de Gênero

• Prevenção

de

doenças

sexualmente

transmissíveis

(25)

Ciências da Natureza

• Dentre o conjunto dos assuntos de saúde

destacamos: a) saúde sexual e reprodutiva,

adolescência, diversidade sexual, gravidez na

adolescência, DST/Aids/ Hepatite B; b)

hepatites virais, incluindo hepatite B; c)

questões de gênero.

(26)

Ciências Humanas

• As Ciências Humanas que compreende

conhecimentos

das

disciplinas

de

Filosofia, Sociologia, História e Geografia

tem colocado em debate uma gama

variada de questões sobre as relações de

gênero corroborando o questionamento

das dimensões éticas, culturais e políticas

que envolvem o mundo contemporâneo.

(27)

• A disciplina de Sociologia apresenta quatro enfoques diferentes, a saber:

• 1º enfoque:

• No 4º bimestre da 1ª série do Ensino Médio a temática é trabalhada na perspectiva das diferenças entre os seres humanos. O debate contribui para a percepção por parte dos alunos, que a desigualdade social está atrelada ao preconceito de cor e gênero, sendo abordado nos seguintes tópicos: O que nos desiguala como humanos? Conteúdo simbólico dos relacionamentos sociais: Da diferença à desigualdade: comparação entre os conceitos: Etnias, classes sociais, gêneros e gerações.

(28)

• 2º Enfoque:

• Ao abordar a questão do trabalho na sociedade, nos conteúdos do 3º bimestre da 2ª série do ensino médio, o Currículo do Estado de São Paulo propõe ao professor que trabalhe os seguintes tópicos:

• - Divisão Social do trabalho. Divisão sexual e etária do trabalho. Transformações no mundo do trabalho.

• Neste momento o professor tem oportunidade de abordar a inserção da mulher no mercado de trabalho, bem como as mudanças ocorridas no perfil de profissões que anteriormente eram majoritariamente ocupadas por homens, e hoje passam a ser ocupadas por mulheres, e vice-versa, desnaturalizando assim, percepções de superioridade biológica do sexo masculino arraigadas no senso comum da sociedade.

(29)

• 3º Enfoque:

• A questão dos Direitos das Mulheres é

abordada na temática da violência, tratando da

problemática da violência contra a mulher na

sociedade, bem como, as legislações que

asseguram as punições para os agentes

causadores. Os conteúdos são do 4º bimestre

da segunda série do Ensino Médio, com os

seguintes destaques:

• - O aluno em meio aos significados da violência

no Brasil, O que é violência, Violências

simbólicas, físicas e psicológicas. Diferentes

formas de violência: Doméstica, sexual e na

escola. Razões para a violência.

(30)

• 4º enfoque: No 2º bimestre da 3ª série do Ensino Médio, com debate sobre a importância do movimento feminista (entre outros movimentos sociais) na conquista dos direitos, fazendo a discussão sobre a importância da participação política para a construção da cidadania, com os seguintes tópicos:

• - Qual a importância da participação política? Formas de participação popular na história do Brasil. Movimentos sociais contemporâneos: Movimento operário e sindical, Movimentos populares urbanos, Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - “Novos” movimentos sociais: negro, feminista, ambientalista, LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, e transgêneros). A cidade como lugar de contradições e conflitos. Associativismo e democracia. O direito à cidade.

(31)

• Filosofia:

No 3º bimestre da 2ª série do ensino médio a disciplina aborda o tema homens e mulheres. Neste, o foco do processo de ensino e aprendizagem direciona para o desenvolvimento de competências e de habilidades como a identificação e críticas às práticas de humilhação social, construção de argumentação crítica sobre as relações sociais de discriminação e preconceitos, a análise das condições dos seres humanos a partir de reflexões filosóficas sobre diferenças e igualdades entre homens e mulheres, identificação e questionamento da distribuição da população em idade ativa, segundo sexo e ocupação, entre outras.

(32)

• Os Cadernos de Filosofia do aluno e do

professor, na segunda série do Ensino Médio

(terceiro bimestre) abordam uma situação de

aprendizagem sobre os Direitos da Mulher a

partir de três temas, a saber: filosofia feminista,

gênero e emancipação. Estes são tratados a

partir das reflexões de Simone de Beauvoir,

Olympe de Gouges, Judith Butler, entre outras.

(33)

• Geografia

• A discussão de gênero constitui um tema

complexo que abraça, ao mesmo tempo, a

adesão

a

valores,

a

aquisição

de

conhecimentos e a aprendizagem de práticas

cotidianas.

• 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental

• Conteúdo: Geografia das populações (3º

bimestre)

• Habilidade: Relacionar situações da vida

cotidiana a preconceitos étnicos, culturais,

religiosos e de qualquer outra natureza.

(34)

• 2ª série do Ensino Médio

• Conteúdo: Dinâmicas sociais (3º bimestre)

• Habilidades: Analisar a situação das

famílias

brasileiras

com

relação

à

distribuição de renda e inserção no

mercado de trabalho formal.

• Analisar a situação das mulheres no

mercado de trabalho brasileiro.

(35)

• História:

• As questões de alteridade são abordadas durante a proposta curricular de história com a finalidade de desenvolver a consciência de que a convivência social deve se basear no respeito aos indivíduos e aos grupos que compõe a sociedade. Dentre as diversas situações históricas, as questões da sexualidade e das relações de gênero estão entre os temas propostos.

• São sugeridas para cada série, disciplina e bimestre, uma relação de conteúdos e habilidades que visam trabalhar e desmistificar as relações de poder entre os sexos, como situação de aprendizagem “os limites da democracia grega: mulheres, escravos e estrangeiros os excluídos do regime democrático” (Caderno do Professor, 2013, P.26). Esta tem como objetivo, trabalhar com as formas de exclusão social da democracia ateniense, permitindo que os alunos tenham a oportunidade de estabelecer um análogo com o mundo contemporâneo, numa rica experiência comparativa.

(36)

• Destacamos que muitas habilidades com o comprometimento de discutir a questão de gênero e sexualidade são propostas dentro do currículo, são elas: Reconhecer que as relações de dominação, subordinação e resistência fazem parte da construção das instituições políticas, sociais e econômicas; Caracterizar as lutas sociais em defesa da cidadania e da democracia, em diferentes momentos históricos; Identificar os significados das relações de poder na sociedade, as permanências e mudanças na dinâmica do processo histórico.

(37)

Sugestões temáticas

• -Estudo sobre processos históricos de violação e discriminação de mulheres e LGBTs.

• - trabalhar com pesquisas sobre movimentos sociais, suas conquistas, derrotas, as expectativas e os desafios enfrentados para mudar a situação pela qual lutam. O lugar dos movimentos feministas e LGBT na democracia brasileira. • - Podem trabalhar o tema "família" de uma maneira mais

diversa, incluindo todas as diferentes configurações familiares dos/as nossos/as alunos/as.

(38)

• - Repensar a forma de educar e como lidar com situações de discriminação e violência que envolve preconceitos por orientação sexual e identidade de gênero. Podem propor debates éticos sobre diferença, igualdade e direitos na escola. • - Reconhecer as diferenças entre os sujeitos da escola e abrir

passagem para a valorização da diversidade sexual e de gênero.

(39)

Educação de Jovens e Adultos

• “Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos destinam-se àqueles que

não tiveram acesso à escolarização na idade própria ou cujos estudos não tiveram continuidade no Ensino Fundamental e Médio, com características adequadas às suas necessidades e disponibilidades”

Deliberação CEE nº 82, de 2009

A Educação de Jovens e Adultos também deve se pautar pelo respeito as diferenças, incluindo pessoas que não tiveram continuidade nos estudos devido as discriminações de gênero e orientação sexual.

Escola de Tempo Integral

• A ETI mantém as Oficinas de Direitos Humanos e Sexualidade que devem se pautar pelas orientações pedagógicas abordadas nesta apresentação.

(40)

As ATPCS são momentos ricos para os profissionais compartilharem os debates juntos aos seus pares, demais educadores e profissionais da escola. Neste sentido sugerimos os seguintes itens:

• 1- A sexualidade na perspectiva construcionista • 2- Identidade gênero e orientação sexual

• 3- Movimento social de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) brasileiro e a visibilidade de novos sujeitos políticos

• 4- Violência e discriminação sexual e de gênero

• 5- Direitos da população LGBT e as políticas públicas do Estado de São Paulo

• 6- Direitos humanos, sexualidade e juventude • 7- Sexualidade na escola e no currículo

(41)

• 8- O aprendizado do gênero nas relações

humanas

• 9- O gênero na organização da vida social

• 10- Os movimentos feministas e a luta pela

conquista de direitos

• 11- A violência e discriminação de gênero

• 12- Políticas Públicas de Proteção às Mulheres

Vítimas de Violência

(42)

Referenciais Básicos

• Resolução SE nº 52 de 14 de agosto de 2013 - Dispõe sobre os perfis, competências e habilidades requeridos dos Profissionais da Educação da rede estadual de ensino, os referenciais bibliográficos e de legislação, que fundamentam e orientam a organização de exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas).

• SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação. CGEB. Orientações para o planejamento

(43)

Referências bibliográficas:

BRAH, Avtar: “Diferença, diversidade, diferenciação”, cadernos pagu, 26, 2006, pp. 329-376 (disponível no scielo).

BUTLER, Judith: Problemas de Gênero. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira. 2003. FOUCAULT, Michel: História da Sexualidade – A vontade de saber, Vol. 1, Rio de

Janeiro, Graal, 1977.

LAQUEUR, Thomas: Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud, Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 2001.

• LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.

MISKOLCI, Richard: Teoria Queer: um aprendizado pelas diferenças. 2ª Ed. Belo

Horizonte: Autentica Editora: UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto, 2012.

• SIMÕES, J.A. & R. FACCHINI, “Paradoxos da identidade”. In: ______. Na trilha do arco-íris: do movimento homossexual ao LGBT. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2009, p. 17-35.

• SOUZA, L. A. F.; MAGALHÃES, B. R.; SABATINE, T.T. Michel Foucault: sexualidade, corpo e direito. Marília: Cultura Acadêmica, 2010.

• Weeks, Jeffrey. Corpo e sexualidade. In: Louro. O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte, 2000.

(44)

• Dicas de onde conseguir materiais e mais informações?

• Projeto Gênero e Diversidade na Escola do CLAM –UERJ

www.e-clam.org/gde.php

• UNESCO

• REDE DO SABER: EXISTEM VÁRIAS VIDEOCONFERENCIAS

SOBRE A TEMÁTICA DISPONIVEIS PARA AUXILIAR O TRABALHO PEDAGÓGICO NA ESCOLA.

• Exemplos: Preparatórias para Orientações Técnicas Descentralizadas sobre Educação para a Diversidade Sexual e de Gênero, realizada em 25/03/2014

• Projeto Escola de Tempo Integral: Educação Étnico Racial e

Sexualidade, realizada em 25/04/2014.

• Acesse a videoteca da REDE do SABER:

(45)

O Kit do Programa Prevenção Também se Ensina é uma importante fonte de recursos na área. O kit 2012, idealizado pela FDE, foi entregue, no ano de 2013, a todas as escolas da rede de ensino, composto de publicações, DVDs, jogo e CDs, todos voltadas para o uso do educador para trabalhar questões de prevenção, educação em saúde e conflitos promovidos pelo bullying e pelo preconceito, diversidade sexual e de gênero.

• O kit é acompanhado de um guia que fornece subsídios para a abordagem das temáticas nas ATPC – Aulas de Trabalho Pedagógico Coletivo. “Fundação para o Desenvolvimento da Educação. Projetos Comunidade Presente e Prevenção Também se Ensina: sugestões de atividades preventivas para HTPC e sala de aula / São Paulo: FDE, Diretoria de Projetos Especiais, 2012.

• Disponível em

http://file.fde.sp.gov.br/portalfde/Arquivo/comunidade%20e%20preven%C3 %A7%C3%A3o.pdf Acesso em: 11 jan. 2014.

(46)

Composto por histórias de seis personagens: 1. Beto 17 anos – quer participar do pré-natal da

namorada.

2. Leo 16 anos – Convive com HIV.

3. Mariana 17 anos – devido aparência sobre Bullying.

4. Priscila 13 anos – namora com um adulto de 27 anos.

5. Rafaela 16 anos – Gravidez na adolescência. 6. Thiago 15 anos – Gosta de meninos

(47)
(48)

2004

(49)
(50)

1996

2007

(51)
(52)
(53)

Este manual apresenta, na sua

primeira parte, um texto

introdutório, sobre cada um dos 6 temas escolhidos e a lista de

materiais que já foram

encaminhados à rede estadual de ensino.

Na segunda parte, na Caixa de Ferramentas, são apresentadas

sugestões de atividades para

serem trabalhadas nas HTPC e em sala de aula.

(54)

Outras informações:

Thiago Teixeira Sabatine

Educação para a Diversidade Sexual e de Gênero Núcleo de Inclusão Educacional

Centro de Atendimento Especializado

Coordenadoria de Gestão da Educação Básica

[email protected]

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