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Nbr 08855 Eb 168 - Propriedades Mecanicas de Elementos de Fixacao Parafusos e Prisioneiro

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SUMÁRIO

SUMÁRIO

1 Objetivo

1 Objetivo

2 Documentos

2 Documentos complementares

complementares

3 Condições gerais

3 Condições gerais

4 Condições específicas

4 Condições específicas

5 Inspeção

5 Inspeção

6 Aceitação e rejeição

6 Aceitação e rejeição

ANEXO - Propriedades mecânicas de parafusos e

ANEXO - Propriedades mecânicas de parafusos e

prisioneiros a temperaturas

prisioneiros a temperaturas elevadas

elevadas

1 Objetivo

1 Objetivo

1.1

1.1

Esta Norma fixa as características mecânicas de pa-

Esta Norma fixa as características mecânicas de

pa-rafusos e prisioneiros quando ensaiados à temperatura

rafusos e prisioneiros quando ensaiados à temperatura

ambiente (ver PB-18). As

ambiente (ver PB-18). As propriedades mecânic

propriedades mecânicas variam

as variam

com a temperatura alta ou

com a temperatura alta ou baixa.

baixa.

Nota: No Anexo, a título orientativo, são dadas

Nota: No Anexo, a título orientativo, são dadas as propriedades

as propriedades

mecânicas de parafusos e prisioneiros a temperaturas

mecânicas de parafusos e prisioneiros a temperaturas

elevadas, de algumas classes de resistência.

elevadas, de algumas classes de resistência.

1.2

1.2

Esta Norma aplica-se a

Esta Norma aplica-se a parafusos e prisioneiros:

parafusos e prisioneiros:

a) com diâmetro nominal de rosca -39 mm (passo

a) com diâmetro nominal de rosca -39 mm (passo

normal e fino);

normal e fino);

b) com rosca métrica ISO, e com diâmetro, passos e

b) com rosca métrica ISO, e com diâmetro, passos e

tolerâncias de acordo a NB-97;

tolerâncias de acordo a NB-97;

c) de qualquer forma;

c) de qualquer forma;

d) fabricados de aço-carbono ou aço-liga.

d) fabricados de aço-carbono ou aço-liga.

C

Copopyriyright ght ©©1991990,0, ABNT

ABNT–A–Assssocociaçiaç ão ão BrBrasilasileiraeira de No

de Normas rmas TTécécnicanicass Printed

Printed in Brin Braazilzil// Impre

Impresssso no o no BrBraasisill  T

 Todos odos os os dirdireiteitos os rreseservervadosados Sede:

Sede: Ri

Rio de Jo de J aneiroaneiro Av. Tr

Av. Treze deze de Me M aioaio, 13 - 2, 13 - 288ººandarandar C

CEP 20EP 20003 003 - C- C aixa Paixa Postal 168ostal 16800 Ri

Rio do d e Je J aneiraneiro - RJo - RJ  T

 Tel.: el.: PABX PABX (0(02121) ) 21210-310-312222  T

 Telexelex: : (02(021) 1) 343433333 3 ABNT ABNT - - BBRR En

Endereço dereço TTelegráfielegráficoco:: NORMATÉCNICA NORMATÉCNICA ABNT-Associa ABNT-Associa

çã

çã

oo Brasileira de Brasileira de Normas T

Normas T

éé

cnicascnicas

CDU: 621.882.2

CDU: 621.882.2 AGO./1991AGO./1991

P

Prro

o rriie

ed

da

ad

de

es m

s me

ec

c

ââ

nicas de elementos

nicas de elementos

de fixa

de fixa

ãã

o

o -

- Parafusos

Parafusos e

e risioneiros

risioneiros

EB-168

EB-168

Palavras-chave: Parafuso. Elemento de fixa

Palavras-chave: Parafuso. Elemento de fixa

çã

çã

oo 17 17 pp

áá

ginasginas Origem: Projeto EB-168/91

Origem: Projeto EB-168/91 CB-04 - Comit

CB-04 - Comit

êê

Brasileiro de MecBrasileiro de Mec

ââ

nicanica CE-04:003.01 - Comiss

CE-04:003.01 - Comiss

ãã

o de Estudo de Elementos de Fixao de Estudo de Elementos de Fixa

çã

çã

o Roscadoso Roscados EB168 Mechanical properties of fasteners Bolts, screws and studs EB168 Mechanical properties of fasteners Bolts, screws and studs -Specification

Specification

Esta Norma foi baseada na ISO 898-1 Esta Norma foi baseada na ISO 898-1 Esta Norma substitui a EB-168/84 Esta Norma substitui a EB-168/84 Especifica

Especifica

çã

çã

oo

Registrada no INMETRO como NBR 8855 Registrada no INMETRO como NBR 8855 NBR 3 - Norma Brasileira Registrada NBR 3 - Norma Brasileira Registrada

1.3

1.3 Esta Norma nEsta Norma n

ãã

o de aplica a parafusos sem cabeo de aplica a parafusos sem cabe

çç

a ea e pe

pe

çç

as roscadas semelhantes (ver EB-1564).as roscadas semelhantes (ver EB-1564). 1.4

1.4 Esta Norma nEsta Norma n

ãã

o especifica requisitos tais como:o especifica requisitos tais como: a) soldabilidade;

a) soldabilidade; b) resist

b) resist

êê

nciancia

àà

corroscorros

ãã

o (ver NB-320);o (ver NB-320); c) resist

c) resist

êê

nciancia

àà

temperatura acima de + 300temperatura acima de + 300

°

°

C ou a-C ou a-baixo de - 50

baixo de - 50

°

°

C.C.

Nota: O sistema de designa

Nota: O sistema de designa

çã

çã

o para classes de resisto para classes de resist

êê

ncia tam-ncia tam-b

b

éé

m pode ser utilizado fora do campo de aplicam pode ser utilizado fora do campo de aplica

çã

çã

o descri-o descri-to, por exemplo: para tamanhos > 39 mm, sob a condi to, por exemplo: para tamanhos > 39 mm, sob a condi

çã

çã

oo de que os parafusos apresentem todas as caracter de que os parafusos apresentem todas as caracter

íí

sticassticas mec

mec

ââ

nicas prescritas nesta Norma.nicas prescritas nesta Norma. 2 Documentos complementares 2 Documentos complementares

Na aplica

Na aplica

çã

çã

o desta Normao desta Norma

éé

necessnecess

áá

rio consultar:rio consultar: Portaria INMETRO n

Portaria INMETRO nºº76, de 31.12.69 - Parafusos -76, de 31.12.69 Parafusos

-porcas, rebites e similares - Acondicionamento porcas, rebites e similares - Acondicionamento EB-1564 - Elementos de fixa

EB-1564 - Elementos de fixa

çã

çã

o - Caractero - Caracter

íí

sticas me-sticas me-c

c

ââ

nicas de parafusos sem cabenicas de parafusos sem cabe

çç

a e outros elemen-a e outros elemen-tos de fixa

tos de fixa

çã

çã

o roscados similares, no roscados similares, n

ãã

o sujeitos a ten-o sujeitos a ten-s

s

õõ

es de traes de tra

çã

çã

o - Especificao - Especifica

çã

çã

oo

EB-1647 - Porcas com valores de cargas espec EB-1647 - Porcas com valores de cargas espec

íí

fi- fi-cas - Caracter

cas - Caracter

íí

sticas mecsticas mec

ââ

nicas de elementos de fixa-nicas de elementos de

fixa-çã

(2)

MB-4 - Materiais met

á

licos - Determina

çã

o das pro-priedades mec

â

nicas

à

tra

çã

o - M

é

todo de ensaio MB-60 - Determina

çã

o da dureza Brinell para mate-riais met

á

licos - M

é

todo de ensaio

MB-1116 - Determina

çã

o da resist

ê

ncia ao impacto de materiais met

á

licos em corpos-de-prova enta-lhados simplesmente apoiados - M

é

todo de ensaio MB-358 - Materiais met

á

licos - Determina

çã

o da du-reza Rockwell - M

é

todo de ensaio

MB-359 - Materiais met

á

licos - Determina

çã

o da du-reza Vickers - M

é

todo de ensaio

NB-97- Rosca m

é

trica ISO - Procedimento

NB-320 - Elementos de fixa

çã

o de a

ç

o inoxid

á

vel e a

ç

o resistente

à

corros

ã

o - Especifica

çã

o

NB-902 - Defeitos superficiais em parafusos - Pro-cedimento

PB-18 - Temperatura de refer

ê

ncia para medi

çõ

es industriais de dimens

õ

es lineares - Padroniza

çã

o PB-50 - Furos de passagem para parafusos e pe

ç

as roscadas similares - Padroniza

çã

o

PB-882 - Elementos de fixa

çã

o roscados - Toler

â

n-cias dimensionais, de forma, posi

çã

o e rugosidade para graus de produto A, B e C - Padroniza

çã

o TB-249 - Metalografia e tratamentos t

é

rmicos de li-gas ferro-carbono - Terminologia

3 Condi

çõ

es gerais

3.1 Sistema de designa

çã

o

3.1.1O sistema de designa

çã

o para classes de resist

ê

ncia de parafusos e prisioneiros est

á

representado na Tabela 1. A abscissa representa o valor nominal da resist

ê

ncia

à

tra

çã

o Rmem MPa e a ordenada, o alongamento m

í

nimo ap

ó

s a ruptura Amí n. em percentagem. As classes de resist

ê

ncia s

ã

o formadas por dois algarismos:

a) o primeiro algarismo indica 1/100 da resist

ê

ncia

à

tra

çã

o nominal em MPa, ver Rmem 4.2;

b) o segundo algarismo indica 1/10 da rela

çã

o entre o escoamento nominal ReLou Rp0,2e a resist

ê

ncia

à

tra

çã

o nominal Rm(rela

çã

o do escoamento).

3.1.1.1A multiplica

çã

o dos dois algarismos resulta em 1/10 do escoamento nominal em MPa. O escoamento m

í

nimo, ReLou Rp0,2, e a resist

ê

ncia

à

tra

çã

o m

í

nima (Rm) s

ã

o iguais ou mais altos do que os valores nominais (ver 4.2).

Tabela 1 - Sistema de coordenadas

Alongamento m

í

nimo ap

ó

s a ruptura Amí n.(%) 7 8 9 10 12 14 16 18 20 22 25 30 3.6 4.6 5.6 4.8 5.8 6.8 9.8(A) 10.9 12.9

Resist

ê

ncia

à

tra

çã

o nominal 300 400 500 600 700 800 900 1000 1200 1400 Rm(MPa)

Rela

çã

o entre o escoamento e a resist

ê

ncia

à

tra

çã

o

Segundo algarismo do s

í

mbolo 6 8 9

Escoamento nominal ReLou Rp0,2 Resist

ê

ncia

à

tra

çã

o nominal Rm

(A)Aplic

á

vel somente a di

â

metro d -16 mm.

Nota: As classes de resist

ê

ncia apresentadas nesta Norma n

ã

o se aplicam necessariamente a todos os tipos de parafusos. Uma apro-priada sele

çã

o das classes de resist

ê

ncia

é

apresentada nas respectivas padroniza

çõ

es. Para elementos n

ã

o padronizados, recomenda-se aplicar as classes de resist

ê

ncia selecionadas para produtos semelhantes.

x100 % 60 80 90

(3)

3.2 Marca

çã

o

3.2.1 S

í 

mbolos de marca

çã

o

Os parafusos devem ser marcados com os s

í

mbolos da Tabela 2.

3.2.2 Identifica

çã

o

3.2.2.1 Parafusos de cabe

ç

a sextavada

A marca

çã

o

é

obrigat

ó

ria para todas as classes, devendo ser efetuada na cabe

ç

a, de prefer

ê

ncia em sua parte su-perior, em alto ou baixo-relevo, ou em sua parte lateral, em baixo-relevo (Exemplo, ver Figura 1). A marca

çã

o

é

obrigat

ó

ria para parafusos de di

â

metros d

¯

5 mm.

3.2.2.2 Parafusos de cabe

ç

a cil

í 

ndrica com sextavado interno 3.2.2.2.1 A marca

çã

o

é

obrigat

ó

ria para parafusos das classes de resist

ê

ncia a partir de 8.8 inclusive, e deve ser

aplicada de prefer

ê

ncia na parte cil

í

ndrica da cabe

ç

a em baixo-relevo, ou na superf

í

cie superior, em alto ou baixo-relevo.

3.2.2.2.2A marca

çã

o

é

obrigat

ó

ria para parafusos de ca-be

ç

a cil

í

ndrica com sextavado interno de di

â

metros de rosca d

¯

5 mm, sempre que a forma do parafuso permita uma marca

çã

o, de prefer

ê

ncia na cabe

ç

a (ver Figura 2).

3.2.2.3 Prisioneiros

3.2.2.3.1Prisioneiros devem ser marcados com os s

í

mbo-los da Tabela 2. Esta marca

çã

o em baixo-relevo

é

obriga-t

ó

ria para as classes de resist

ê

ncia a partir de 8.8 inclu-sive, e deve ser aplicada de prefer

ê

ncia na parte plana da extremidade da rosca. Em prisioneiros com rosca in-terferentes, a marca

çã

o da classe de resist

ê

ncia deve ser feita na superf

í

cie plana no lado da porca.

3.2.2.3.2 A marca

çã

o

é

obrigat

ó

ria para prisioneiros de di

â

metros de rosca d

¯

5 mm (ver Figura 3).

Figura 2 - Exemplo de marca

çã

o de parafusos de cabe

ç

a cil

í 

ndrica com sextavado interno

Figura 3 - Exemplo de marca

çã

o de prisioneiros

Nota:

É

permitida uma marca

çã

o alternativa para prisioneiros, conforme Tabela 3.

Classe de resist

ê

ncia 3.6 4.6 4.8 5.6 5.8 6.8 8.8 9.8 10.9 12.9 S

í

mbolo(A) (B) 3.6 4.6 4.8 5.6 5.8 6.8 8.8 9.8 10.9 12.9

(A)O ponto entre os dois algarismos pode ser omitido.

(B)Na u tilização de aço de baixo carbono na classe de resistência 10.9 (ver 4.1), o símbo lo de classe de resistência deve ser sublinhado 10.9.

Tabela 2 - S

í 

mbolos de marca

çã

o

(4)

3.2.2.4 Outros tipos de parafusos

A marca

çã

o da classe de resist

ê

ncia, conforme 3.2.2.1 e 3.2.2.2,

é

tamb

é

m recomendada para outros tipos de parafusos de classe de resist

ê

ncia 4.6 e 5.6, e todas as classes iguais ou mais altas que 8.8, por indica

çõ

es nas respectivas normas de padroniza

çã

o, ou por acordo en-tre fabricante e comprador.

3.2.3 Marca

çã

o de parafusos com rosca esquerda

3.2.3.1Parafusos com rosca esquerda devem ser marca-dos adicionalmente com um s

í

mbolo, conforme Figura 4, na cabe

ç

a do parafuso ou na parte plana da extremidade roscada. Esta marca

çã

o

é

obrigat

ó

ria para parafusos de di

â

metro de rosca d

¯

5 mm.

3.2.3.2Parafusos com rosca esquerda podem tamb

é

m ser marcados alternativamente com ranhura sobre os cantos do sextavado, conforme Figura 5.

3.2.4 Marca

çã

o alternativa

Fica a crit

é

rio do fabricante o uso de marca

çã

o alternativa prevista anteriormente.

3.2.5 Identifica

çã

o de origem

A marca

çã

o de origem - marca do fabricante -

é

obrigat

ó

-ria para todos os parafusos, que s

ã

o marcados com a classe de resist

ê

ncia.

3.3 Embalagem

3.3.1 Parafusos e pe

ç

as roscadas similares devem ser embalados de modo que n

ã

o sofram danos mec

â

nicos durante o transporte.

3.3.2Parafusos e pe

ç

as roscadas similares devem trazer nas respectivas embalagens a designa

çã

o completa, con-tendo a denomina

çã

o, forma ou tipo, dimens

õ

es, classe de resist

ê

ncia e quantidade.

3.3.3 As quantidades contidas nas embalagens devem estar de acordo com a portaria do INMETRO nº 76, de

31.12.69, nas quantidades de uma, duas e cinco pe

ç

as, ou m

ú

ltiplos de 10, 100 e 1000. permitida a venda de pa-rafusos de grau do produto C em unidades de massa; neste caso, as embalagens devem conter indica

çã

o das unidades padronizadas, ou seja: 1 kg, 2 kg, 5 kg, 10 kg, 20 kg e 50 kg.

Tabela 3 - S

í 

mbolos para marca

çã

o alternativa

S

í

mbolo

Figura 4 - Exemplo de marca

çã

o de parafusos com rosca esquerda

Figura 5 - Exemplo de marca

çã

o alternativa de parafusos com rosca esquerda

(5)

4 Condi

çõ

es espec

í 

ficas

4.1 Materiais

4.1.1A Tabela 4 especifica a

ç

os para as diferentes classes de resist

ê

ncia de parafusos e prisioneiros.

4.1.2 As temperaturas m

í

nimas de revenimento da Tabela 4 s

ã

o obrigat

ó

rias para as classes de resist

ê

ncia 8.8 at

é

12.9.

4.1.3Os limites de composi

çã

o qu

í

mica s

ó

s

ã

o obrigat

ó

rios para parafusos que n

ã

o podem ser submetidos ao ensaio de tra

çã

o.

4.2 Propriedades mec

â

nicas

Os parafusos e prisioneiros devem apresentar as pro-priedades mec

â

nicas da Tabela 5, quando ensaiados

à

temperatura ambiente, conforme os ensaios de 5.1.

Classe de Material e tratamento t

é

rmico Limites de composi

çã

o qu

í

mica Temperatura

resist

ê

ncia (an

á

lise da pe

ç

a) de

% em massa revenimento C P S m

í

n. m

á

x. m

á

x. m

á

x.

°

C m

í

n. 3.6(A) - 0,20 4.6(A), 4.8(A) - 0,05 5.6 0,15 0,55 5.8(A), 6.8(A)

-A

ç

o-carbono temperado e revenido 0,25 425 A

ç

o-carbono com adi

çõ

es (P.ex.: Boro, -

-Mn, Cr) temperado e revenido 0,15(C) 0,40

A

ç

o-carbono temperado e revenido 0,25 0,55 A

ç

o-carbono com adi

çõ

es (P.ex.: Boro, 0,15(C) 0,35

Mn, Cr) temperado e revenido

A

ç

o-carbono com adi

çõ

es (P.ex.: Boro, Mn, Cr) temperado e revenido

A

ç

o-carbono temperado e revenido 0,25 A

ç

o-carbono com adi

çõ

es (P.ex.: Boro,

Mn, Cr) temperado e revenido

A

ç

o-liga temperado e revenido(G) 0,20

12.9(E), (F) A

ç

o-liga temperado e revenido(G) 0,20 0,50 380

Tabela 4 - Especifica

çã

o de a

ç

os A

ç

o-carbono 0,06 -8.8(B) 9.8 0,20(C) 0,55 10.9(E) 10.9(D) 0,35 0,035 340

(A)

É

permitido o uso de a

ç

o corte f

á

cil nestas classes, com os seguintes valores m

á

ximos: enxofre - 0,34%; f

ó

sforo 0,11%; chumbo

-0,35%.

(B)Para tamanhos acima de 20 mm, pode ser necess

á

rio aplicar um material de classe de resist

ê

ncia 10.9, para assegurar suficiente

temperabilidade.

(C)No caso de a

ç

o-carbono ligado com boro de teor de carb ono abaixo de 0,25% (an

á

lise da corrida), o teor m

í

nimo de Mn

é

de 0,6%

para a classe de resist

ê

ncia 8.8 e 0,7% para as classes de resist

ê

ncia 9.8 e 10.9.

(D)

Produto de a

ç

os de baixo carbono devem ser identificados adicionalmente com tra

ç

o por baixo do s

í

mbolo da classe de resist

ê

ncia.

(E)O material destas classes de resist

ê

ncia deve ser suficientemente temper

á

vel, para assegurar que a estrutura da parte roscada

apre-sente uma parte de martensita de aproximadamente 90% no estado temperado antes do revenimento.

(F)

N

ã

o

é

permitida uma camada de f

ó

sforo branco, detect

á

vel metalurgicamente para a classe de resist

ê

ncia 12.9, em superf

í

cies sujei-tas a tens

õ

es de tra

çã

o.

(G)O a

ç

o-liga deve conter um ou mais dos seguintes elementos da liga: cromo, n

í

quel, molibd

ê

nio ou van

á

dio.

ou

ou

ou

ou

(6)

Classe de resist

ê

ncia

S e

çã

o Propriedades mec

â

nicas 3.6 4.6 4.8 5.6 5.8 6.8 8.8(A) 9. 8(C) 10.9 12.9

d - d >(B)

16 mm 16 mm

4.2.1 Resist

ê

ncia nom. 300 400 500 600 800 800 900 1000 1200 4.2.2

à

tra

çã

o Rm(D), (E), MPa m

í

n. 330 400 420 500 520 600 800 830 900 1040 1220

Dureza m

í

n. 95 120 130 155 160 190 250 255 290 320 385 Vickers m

á

x. 250 320 335 360 380 435 Dureza m

í

n. 90 114 124 147 152 181 238 242 276 304 366 Brinell m

á

x. 238 304 318 342 361 414 HRB 52 67 71 79 82 89 - - - - -Dureza HRC - - - 22 23 28 32 39 Rocwell HRB 99,5 - - - - -HRC - 32 34 37 39 44 4.2.6 Dureza superficial HV 0,3 m

á

x. - (F)

Limite inferior nom. 180 240 320 300 400 480 - - - - -de escoamento ReL(G), MPa m

í

n. 190 240 340 300 420 480 - - - -

-Limite de escoamento nom. - 640 640 720 900 1080

permanente Rp0,2MPa m

í

n. - 640 660 720 940 1100

Tens

ã

o sob carga de S

p /ReLou Sp /Rp 0,2 0,94 0,94 0,91 0,93 0,90 0,92 0,91 0,91 0,90 0,88 0,88

ensaio Sp MPa 180 225 310 280 380 440 580 600 650 830 970 4.2.10 Alongamento ap

ó

s ruptura A m

í

n. 25 22 14 20 10 8 12 12 10 9 8

Os valores para parafusos inteiros (exceto prisioneiros) devem ser iguais aos valores m

í

nimos de 4.2.2.

4.2.12 Trabalho de impacto J m

í

n. - 25 - 30 30 25 20 15 4 .2 .1 3 R e s is t

ê

ncia

à

martelagem na cabe

ç

a Sem ruptura

Altura m

í

nima da zona n

ã

o descar-bonetada da rosca E

Profundidade m

á

xima total-mente descarbonetada G e 4.2.3 HV. F

¯

98 N 4.2.4 HB, F = 30 D2 HR 4.2.5 4.2.7 4.2.9

4.2.11 Resist

ê

ncia sob carga com cunha(E)

4.2.14 mm - 1 H1 H1 H1 2 3 2 4 3 - 0,015

Tabela 5 - Propriedades mec

â

nicas de parafusos e prisioneiros

(A)Para parafusos de classe de resist

ê

ncia 8.8 em di

â

metros d -16 mm, existe um risco adicional de espanamento da porca, no caso de

sobreaperto inadvertido acima da carga de ensaio. Recomenda-se consultar a EB-1647.

(B)Para parafusos estruturais

¯

M12. (C)Aplic

á

vel a tamanhos at

é

M16.

(D)As propriedades m

í

nimas de tra

çã

o aplicam-se a produtos de comprimento nominal L

¯

2,5d. A dureza m

í

nima se aplica a produtos

de comprimento L < 2,5d e outros p rodutos que n

ã

o podem ser ensaiados

à

tra

çã

o (P.ex.: conforme a forma da cabe

ç

a).

(E)Para o ensaio de parafusos e prisioneiros inteiros, aplicam-se as cargas previstas na Tabela 7.

(F)A dureza da superf

í

cie n

ã

o pode ser maior do que 30 pontos Vickers daquela medida no n

ú

cleo do produto, quando da leitura em

am-bas as superf

í

cies e o n

ú

cleo for carregado com HV 0,3. Para classe de resist

ê

ncia 10.9, qualquer aumento da dureza superficial acima de 390 HV n

ã

o

é

aceit

á

vel.

(G)Se n

ã

o for poss

í

vel determinar o limite inferior de escoamento,

é

determinado o limite de escoamento permanente.

m

í

n.

m

á

x.

(7)

I 4.2.1 Resist

ê

ncia Ensaio Ensaio

e

à

tra

çã

o 5.1.1 de 5.1.2 de

4.2.2 m

í

nima Rm tra

çã

o tra

çã

o(A)

Dureza m

í

nima(B)

4.2.4 e Dureza Ensaio de Ensaio de

4.2.5 m

á

xima dureza(C) dureza(C)

Dureza super-ficial m

á

xima

II Escoamento Ensaio

4.2.7 inferior 5.1.1 de m

í

nimo ReL tra

çã

o Limite de es- Ensaio 4.2.8 coamento per- 5.1.1 de

manente Rp 0,2 tra

çã

o

Tens

ã

osobcar- Ensaiode

ga de ensaio Sp carga

III Alongamento Ensaio

4.2.10 m

í

nimo ap

ó

s 5.1.1 de a ruptura A tra

çã

o

Resist

ê

ncia

à

Ensaio a

4.2.11 tra

çã

o com 5.1.5 tra

çã

o com

cunha(D) cunha(A)

Trabalho de Ensaio

IV 4.2.12 impacto 5.1.6 de 5.1.6

m

í

nimo impacto (E)

Resist

ê

ncia

à

Ensaio de

4.2.13 martelagem na 5.1.7 martelagem

cabe

ç

a(G) na cabe

ç

a

Zona descar- Ensaio de Ensaio de

V 4.2.14 bonetada 5.1.8 descarbo- 5.1.8

descarbo-m

á

xima neta

çã

o neta

çã

o

Temperatura Ensaio Ensaio

4.2.15 de revenimento 5.1.9 de 5.1.9 de

m

í

nimo revenimento revenimento

4.2.12 Integridade E nsaio de E nsaio de superficial integridade 5.1.10 integridade

superficial superficial

8.8, 9.8, 10.9, 12.9

4.3 Propriedades mec

â

nicas a serem determinadas

4.3.1S

ã

o definidos dois programas A e B de ensaios das propriedades mec

â

nicas para parafusos e prisioneiros descritos em 5.1, que s

ã

o assinalados na Tabela 6.

4.3.1.1 O programa de ensaio B deve ter aplica

çã

o preferencial, mas

é

obrigat

ó

rio para for

ç

as de ruptura menores do que 500 kN.

4.3.1.2O programa de ensaio A

é

aplic

á

vel para corpos-de-prova usinados e para parafusos de se

çã

o de haste menor do que a se

çã

o resistente.

Nota: As chaves para os programas de ensaio (ver Tabela 6) s

ã

o as descritas a seguir:

Parafusos com Parafusos com di

â

metros de di

â

metros de Tamanho rosca - 4 mm, rosca > 4 mm,

ou comprimen- ou comprimen-to < 2,5 d(A) to

¯

2,5 d

Ensaio decisivo para aceita

çã

o

(A)Tamb

é

m para parafusos com cabe

ç

a de formas especiais que

s

ã

o mais fracas do que a parte roscada.

4.2.3 5.1.3 5.1.3 4.2.6 4.2.9 5.1.10 5.1.4 3.6, 4.6, 5.6 Classe de resist

ê

ncia

Programa de ensaio A Programa de ensaio B

3.6, 4.6, 4.8, 5.6, 5.8, 6.8 Classe de resist

ê

ncia 8.8, 9.8, 10.9, 12.9 M

é

todo M

é

todo Propriedades Grupo de ensaio

(8)

(A)Se o ensaio de carga com cunha

é

satisfat

ó

rio, n

ã

o

é

requerido o ensaio de trabalho axial.

(B)A dureza m

í

nima aplica-se somente a produtos de comprimento nominal L < 2,5 d e outros produtos que n

ã

o podem ser ensaiados

à

tra

çã

o (P.ex.: forma da cabe

ç

a).

(C)

A dureza pode ser determinada segundo Vickers, Brinell, Rockwell. No caso de d

ú

vida, a dureza Vickers

é

decisiva para aceita

çã

o.

(D)Parafusos de forma de cabe

ç

a com configura

çã

o onde a cabe

ç

a

é

mais fraca do que a parte roscada est

ã

o exclu

í

dos do ensaio de tra

çã

o

com cunha.

(E)Somente parafusos de di

â

metro

¯

16 mm e quando requerido pelo comprador. (F)S

ó

para classe de resist

ê

ncia 5.6.

(G)

S

ó

para parafusos com di

â

metro de rosca -16 mm e que sejam muito curtos para um e nsaio de carga com cunha.

(A)Onde o passo de rosca n

ã

o estiver indicado na designa

çã

o da rosca, vale o passo normal. (B)Para parafusos estruturais: 70000 N, 95500 N e 1300 00 N, respectivamente.

Di

â

m etro rea de se- C lasse de resist

ê

ncia

nominal

çã

o resis- 3.6 4.6 4.8 5.6 5.8 6.8 8.8 9.8 10.9 12.9 da rosca tente As,

(A) nom . For

ç

a de ruptura m

í

nima (A

sx Rm), em N (m m ) (m m2) M 3 5,03 1660 2010 2110 2510 2620 3020 4020 4530 5230 6140 M 3,5 6,78 2240 2710 2850 3390 3530 4070 5420 6100 7050 8270 M 4 8,78 2900 3510 3690 4390 4570 5270 7020 7900 9130 10700 M 5 14,2 4690 5680 5960 7100 7380 8520 11350 12800 14800 17300 M 6 20,1 6630 8040 8440 10000 10400 12100 16100 18100 20900 24500 M 7 28,9 9540 11600 12100 14400 15000 17300 23100 26000 30100 35300 M 8 36,6 12100 14600 15400 18300 19000 22000 29200 32900 38100 44600 M 10 58,0 19100 23200 24400 29000 30200 34800 46400 52200 60300 70800 M 12 84,3 27800 33700 35400 42200 43800 50600 67400(B) 75900 87700 103000 M 14 115 38000 46000 48300 57500 59800 69000 92000(B) 104000 120000 140000 M 16 157 51800 62800 65900 78500 81600 94000 125000(B) 141000 163000 192000 M 18 192 63400 76800 80600 96000 99800 115000 159000 - 200000 234000 M 20 245 80800 98000 103000 122000 127000 147000 203000 - 255000 299000 M 22 303 100000 121000 127000 152000 158000 182000 252000 - 315000 370000 M 24 353 116000 141000 148000 176000 184000 212000 293000 - 367000 431000 M 27 459 152000 184000 193000 230000 239000 275000 381000 - 477000 560000 M 30 561 185000 224000 236000 280000 292000 337000 466000 - 583000 684000 M 33 694 229000 278000 292000 347000 361000 416000 576000 - 722000 847000 M 36 817 270000 327000 343000 408000 425000 490000 678000 - 850000 997000 M 39 976 322000 390000 410000 488000 508000 586000 810000 - 1020000 1200000

Tabela 7 - For

ç

as de ruptura m

í 

nima - Rosca m

é

trica normal 4.4 For

ç

as de ruptura m

í 

nima e cargas de ensaio

4.4.1 Os valores de for

ç

as de ruptura e for

ç

as de ensaio para rosca normal e fina constam nas Tabelas 7, 8, 9 e 10.

(9)

D i

â

metro rea de se- Classe de resist

ê

ncia

nominal

çã

o resis- 3.6 4.6 4.8 5.6 5.8 6.8 8.8 9.8 10.9 12.9 da rosca tente As,

nom . F or

ç

a de ruptura m

í

nima (Asx Rm), em N (m m ) (m m2) M 8 x 1 39,2 12900 15700 16500 19600 20400 23500 31360 35300 40800 47800 M 10 x 1 64,5 21300 25800 27100 32300 33500 38700 51600 58100 67100 78700 M 12 x 1,5 88,1 29100 35200 37000 44100 45800 52900 70500 79300 91600 107500 M 14 x 1,5 125 41200 50000 52500 62500 65000 75000 100000 112000 130000 152000 M 16 x 1,5 167 55100 66800 70100 83500 86800 100000 134000 150000 174000 204000 M 18 x 1,5 216 71300 86400 90700 108000 112000 130000 179000 - 225000 264000 M 20 x 1,5 272 89800 109000 114000 136000 141000 163000 226000 - 283000 332000 M 22 x 1,5 333 110000 133000 140000 166000 173000 200000 276000 - 346000 406000 M 24 x 2 384 127000 154000 161000 192000 200000 230000 319000 - 399000 469000 M 27 x 2 496 164000 194000 208000 248000 258000 298000 412000 - 516000 605000 M 30 x 2 621 205000 248000 261000 310000 323000 373000 515000 - 646000 758000 M 33 x 2 761 251000 304000 320000 380000 396000 457000 632000 - 791000 928000 M 36 x 3 865 285000 346000 363000 432000 450000 519000 718000 - 900000 1055000 M 39 x 3 1030 340000 412000 433000 515000 536000 618000 855000 - 1070000 1260000

Tabela 9 - For

ç

as de ruptura m

í 

nimas - Rosca m

é

trica fina

Tabela 8 - For

ç

as de ensaio para ensaio de carga - Rosca m

é

trica normal D i

â

m etro rea de se- C lasse de resist

ê

ncia

nominal

çã

o resis- 3.6 4.6 4.8 5.6 5.8 6.8 8.8 9.8 10.9 12.9 da rosca tente As,

(A) nom . For

ç

a de ensaio (A

sx Sp), em N (m m ) (m m2) M 3 5,03 910 1130 1560 1410 1910 2210 2290 3270 4180 4880 M 3,5 6,78 1220 1530 2100 1900 2580 2980 3940 4410 5630 6580 M 4 8,78 1580 1980 2720 2460 3340 3860 5100 5710 7290 8520 M 5 14,2 2560 3200 4400 3980 5400 6250 8230 9230 11800 13800 M 6 20,1 3620 4520 6230 5630 7640 8840 11600 13100 16700 19500 M 7 28,9 5200 6500 8960 8090 11000 12700 16800 18800 24000 28000 M 8 36,6 6590 8240 11400 10200 13900 16100 21200 23800 30400 35500 M 10 58,0 10400 13000 18000 16200 22000 25500 33700 37700 48100 56300 M 12 84,3 15200 19000 26100 23600 32000 37100 48900(B) 54800 70000 81800 M 14 115 20700 25900 35600 32200 43700 50600 66700(B) 74800 95500 112000 M 16 157 28300 35300 48700 44000 59700 69100 91000(B) 102000 130000 152000 M 18 192 34600 43200 59500 53800 73000 84500 115000 - 159000 186000 M 20 245 44100 55100 76000 68600 93100 108000 147000 - 203000 238000 M 22 303 54500 68200 93900 84800 115000 133000 182000 - 252000 294000 M 24 353 63500 79400 109000 98800 134000 155000 212000 - 293000 342000 M 27 459 82600 103000 142000 128000 174000 202000 275000 - 381000 445000 M 30 561 101000 126000 174000 157000 213000 247000 337000 - 466000 544000 M 33 694 125000 156000 215000 194000 264000 305000 416000 - 570000 673000 M 36 817 147000 184000 253000 229000 310000 359000 490000 - 678000 792000 M 39 976 176000 220000 303000 273000 371000 429000 586000 - 810000 947000 (A)

Onde o passo de rosca n

ã

o estiver indicado na designa

çã

o da rosca, vale o passo normal ( ver NB-97).

(10)

Di

â

metro rea de se- Classe de resist

ê

ncia nominal

çã

o resis- 3.6 4.6 4.8 5.6 5.8 6.8 8.8 9.8 10.9 12.9 d a ro sc a te nte As, nom . F or

ç

a de ensaio (Asx Sp), em N (m m ) (m m2) M 8 x 1 39,2 7060 8820 12200 11000 14900 17200 22700 25500 32500 38000 M 10 x 1 64,5 11600 14500 20000 18100 24500 28400 37400 41900 53500 62700 M 12 x 1,5 88,1 15900 19800 27300 24700 33500 38800 51100 57300 73100 85500 M 14 x 1,5 125 22500 28100 38800 35000 47500 55000 72500 81200 104000 121000 M 16 x 1,5 167 30100 37600 51800 46800 63500 73500 96900 109000 139000 162000 M 18 x 1,5 216 38900 48600 67000 60500 82100 95000 130000 - 179000 210000 M 20 x 1,5 272 49000 61200 84300 76200 103000 120000 163000 - 226000 264000 M 22 x 1,5 333 59900 74900 103000 93200 126000 146000 200000 - 276000 323000 M 24 x 2 384 69100 86400 119000 108000 146000 169000 230000 - 319000 372000 M 27 x 2 496 89300 112000 154000 139000 188000 218000 298000 - 412000 481000 M 30 x 2 621 112000 140000 192000 174000 236000 273000 373000 - 515000 602000 M 33 x 2 761 137000 171000 236000 213000 289000 335000 457000 - 632000 738000 M 36 x 3 865 156000 195000 268000 242000 329000 381000 519000 - 718000 839000 M 39 x 3 1030 185000 232000 319000 288000 391000 453000 618000 - 855000 999000

Tabela 10 - For

ç

as de ensaio para ensaio de carga - Rosca m

é

trica fina

5 Inspe

çã

o

5.1 Ensaios

5.1.1 Ensaios de tra

çã

o em corpos-de-prova usinados 5.1.1.1 As seguintes propriedades devem ser determina-das de acordo com a MB-4:

a) resist

ê

ncia

à

tra

çã

o Rm;

b) limite inferior de escoamento ReLou limite de es-coamento permanente 0,02%, Rp0,2;

c) percentagem de alongamento ap

ó

s a ruptura:

5.1.1.2 Para este ensaio, o corpo-de-prova deve ser conforme a Figura 6.

Notas: a) Em parafusos tratados termicamente com di

â

metro de rosca acima de 16 mm, a redu

çã

o do di

â

metro da haste n

ã

o deve ser maior do que 25% (= 44% da

á

rea da se

çã

o transversal) na confec

çã

o do corpo-de-prova usinado.

b) Produtos nas classes de resist

ê

ncia 4.8, 5.8 e 6.8 (produtos conformados a frio) devem ser ensaiados

à

tra

çã

o como pe

ç

as inteiras (ver 5.1.2).

Figura 6 - Corpo-de-prova para ensaio de tra

çã

o d = di

â

metro nominal de rosca

do = di

â

metro do corpo-de-prova (do < di

â

metro menor da rosca)

b = comprimento da rosca (b

¯

d) Lo= 5 doou (5,65)

Lc = comprimento da parte cil

í

ndrica (Lo + do)

Lt= comprimento total do corpo-de-prova (Lc+ 2r + b) Lu = comprimento de medi

çã

o ap

ó

s ruptura

So =

á

rea transversal do corpo-de-prova R = raio de concord

â

ncia (r

¯

4 mm)

A = Lu- Lo x 100 Lo

(11)

5.1.2 Ensaio de tra

çã

o em parafusos inteiros

5.1.2.1 O ensaio de tra

çã

o do parafuso inteiro deve ser realizado conforme 5.1.1, para determinar a resist

ê

ncia

à

tra

çã

o.

5.1.2.2O c

á

lculo da resist

ê

ncia

à

tra

çã

o

é

baseado na

á

rea da se

çã

o resistente, definida pela seguinte f

ó

rmula:

As= Onde:

d2= di

â

metro de flanco

d3= di

â

metro menor: d3= d1- H/6

Sendo que: d1= di

â

metro b

á

sico menor

H = altura do tri

â

ngulo fundamental

5.1.2.3Para realiza

çã

o do ensaio, submete-se o parafuso a cargas de tra

çã

o, conforme Tabelas 7 a 10, numa ex-tens

ã

o livre da rosca de uma vez o di

â

metro. Para atender

à

s exig

ê

ncias do ensaio, a ruptura deve ocorrer no corpo do parafuso ou na parte roscada livre, e n

ã

o na regi

ã

o de concord

â

ncia do corpo com a cabe

ç

a. A porca de ensaio deve ser dimensionada adequadamente. A velocidade do ensaio n

ã

o deve ultrapassar 25 mm/min. As garras da m

á

quina de ensaio devem ser auto-alinh

á

veis, de modo a evitar esfor

ç

os laterais sobre a pe

ç

a.

5.1.3 Ensaios de dureza

Para ensaios de rotina, a dureza de parafusos e prisionei-ros

é

determinada na cabe

ç

a, na haste ou na extremida-de, ap

ó

s ter sido removida a prote

çã

o superficial ou o revestimento, e feita uma prepara

çã

o adequada das amostras. Para as classes de resist

ê

ncia 4.8, 5.8 e 6.8, a dureza deve ser determinada na extremidade do parafuso. Se a dureza m

á

xima for ultrapassada neste ensaio, deve ser realizado um segundo ensaio no centro de uma se

çã

o afastada da extremidade de um di

â

metro de rosca no meio do raio, onde o valor m

á

ximo de dureza n

ã

o pode ser ultrapassado. Em caso de d

ú

vida, o ensaio de dureza Vickers

é

decisivo para aceita

çã

o. O ensaio de dureza na superf

í

cie deve ser realizado na extremidade ou face sex-tavada. O lugar escolhido para o ensaio deve ser no m

í

ni-mo lixado e polido para assegurar a reprodutibilidade da leitura e conservar a superf

í

cie original do material. Para dureza superficial, o ensaio de dureza Vickers HV 0,3 de-ve ser o ensaio de refer

ê

ncia. As leituras da dureza su-perficial tomadas em HV 0,3 devem ser comparadas com uma leitura da dureza do n

ú

cleo similar em HV 0,3, com a finalidade de produzir uma compara

çã

o realista de de-terminar relativo incremento acima de 30 pontos Vickers. Um incremento de mais de 30 pontos indica

carboneta-çã

o. Para classes de resist

ê

ncia 8.8 at

é

12.9, a diferen

ç

a entre a dureza do n

ú

cleo e a dureza superficial

é

decisiva para o julgamento da condi

çã

o de carboneta

çã

o na cama-da superficial do parafuso ou prisioneiro. Isto pode n

ã

o ser uma rela

çã

o direta entre a dureza e a resist

ê

ncia

à

tra

çã

o te

ó

rica. Valores m

á

ximos de dureza devem ser escolhi-dos por outras raz

õ

es, que n

ã

o a resist

ê

ncia

à

tra

çã

o m

á

xima te

ó

rica (P.ex.: para evitar fragilidade).

Nota: Cuidado especial deve ser tomado para distinguir um incre-mento de dureza causado por carboneta

çã

o ou incremento devido ao tratamento t

é

rmico ou deforma

çã

o a frio da superf

í

cie.

5.1.3.1 Ensaio de dureza Vickers

O ensaio de dureza Vickers deve ser realizado conforme MB-359.

5.1.3.2 Ensaio de dureza Brinell

O ensaio de dureza Brinell deve ser realizado conforme MB-60.

5.1.3.3 Ensaio de dureza Rockwell

O ensaio de dureza Rockwell deve ser realizado conforme MB-358.

5.1.4 Ensaio de carga em parafusos inteiros

5.1.4.1 O ensaio de carga consiste em duas principais seq

üê

ncias, como segue:

a) aplica

çã

o de uma for

ç

a espec

í

fica de tra

çã

o de en-saio (ver Figura 7);

b) medi

çã

o do alongamento permanente causado pe-la for

ç

a de ensaio.

5.1.4.2As for

ç

as de ensaio, mostradas nas Tabelas 8 e 10, devem ser aplicadas axialmente ao parafuso em uma m

á

quina normal de ensaio de tra

çã

o. A for

ç

a de ensaio deve ser mantida integralmente por 15 s. O comprimento de rosca livre que suporta a for

ç

a deve ser seis filetes de rosca (6P). Para parafuso roscado at

é

a cabe

ç

a, o comprimento de rosca livre sujeita

à

for

ç

a deve ser t

ã

o pr

ó

ximo quanto poss

í

vel de seis filetes de rosca. Para a medi

çã

o do alongamento permanente, as duas extre-midades devem ser previstas com furos de centragem de 60

°

. Antes e ap

ó

s a aplica

çã

o da for

ç

a de ensaio, o comprimento do parafuso deve ser medido com um ins-trumento de superf

í

cie de medi

çã

o esf

é

rico. Na medi

çã

o devem ser usadas luvas ou pin

ç

as para assegurar que sejam exclu

í

das dilata

çõ

es por influ

ê

ncia do calor. O requisito b

á

sico para ensaio de carga

é

que o comprimento do parafuso ou prisioneiro ap

ó

s a aplica

çã

o da for

ç

a seja o mesmo que antes da aplica

çã

o da for

ç

a com uma to-ler

â

ncia de ± 12,5 µm, para compensar erros de medi

çã

o.

5.1.4.3 A velocidade de ensaio

é

determinada com uma marcha em vazio da se

çã

o da cabe

ç

a e n

ã

o deve ultrapas-sar 3 mm/min. As garras da m

á

quina devem ser auto-a-linh

á

veis, de modo a evitar esfor

ç

os laterais sobre a pe

ç

a. Algumas vari

á

veis, tais como retilineidade e alinhamento da rosca (mais erros de medi

çã

o), podem resultar em aparente alongamento do elemento de fixa

çã

o no in

í

cio da aplica

çã

o da for

ç

a. Nestes casos, o elemento de fixa

çã

o pode ser reensaiado usando uma carga 3% maior, e

é

considerado satisfat

ó

rio se apresentar comprimento igual ao de antes da aplica

çã

o da for

ç

a, com 12,5 µm de toler

â

ncia para erros de medi

çã

o.

Π 4

d2+ d3 2

(12)

Figura 7 - Aplica

çã

o de for

ç

a de ensaio em parafusos inteiros

(A)Furo de passagem s

é

rie m

é

dia, conforme PB-50 (ver Tabela 11)

For

ç

a

Parafuso inteiro com rosca at

é

a cabe

ç

a

Ao parafuso deve ser aplicada uma for

ç

a at

é

que ocorra a ruptura. Para atender aos requisitos deste ensaio, a ruptu-ra deve ocorrer no corpo ou na rosca do paruptu-rafuso e n

ã

o entre a cabe

ç

a e o corpo. O parafuso deve atender aos re-quisitos de m

í

nima resist

ê

ncia

à

tra

çã

o, v

á

lidos para cada classe de resist

ê

ncia no ensaio de tra

çã

o com cunha ou em um ensaio suplementar de tra

çã

o sem cunha, antes de ocorrer a ruptura.

5.1.5 Ensaio

à

tra

çã

o com cunha em parafusos internos (n

ã

o

é

v

á

lido para prisioneiros)

5.1.5.1 O ensaio

à

tra

çã

o com cunha

é

ilustrado na Figu-ra 8. A dist

â

ncia m

í

nima entre o in

í

cio da sa

í

da de rosca e a porca ou o dispositivo de fixa

çã

o deve ser no m

í

nimo 1 d. Uma cunha temperada com as medidas das Tabe-las 11 e 12 deve ser colocada sob a cabe

ç

a do parafuso.

(13)

6.8, 12.9 6.8, 12.9 Di

â

metro Parafusos com a parte do corpo Para parafusos com rosca at

é

a nominal n

ã

o roscado Ls

¯

2d cabe

ç

a ou com a parte do corpo

da rosca n

ã

o roscado Ls-2 d

d

Classes de resist

ê

ncia Classes de resist

ê

ncia 3.6, 4.6, 4.8, 5.6, 3.6, 4.6, 4.8, 5.6,

(mm) 5.8, 8.8, 9.8, 10.9 5.8, 8.8, 9.8, 10.9 α ± 30

d - 20 10

°

6

°

60

°

4

°

20 < d -39 6

°

4

°

4

°

4

°

Tabela 12 - Medidas da cunha

Di

â

metronominal d 3 3,5 4 5 6 7 8 10 12 14 dh 3,4 3,9 4,5 5,5 6,6 7,6 9 11 13,5 15,5 R1 0,7 0,7 0,7 0,7 0,7 0,8 0,8 0,8 0,8 1,3 Di

â

metro nominal d 16 18 20 22 24 27 30 33 36 39 dh 17,5 20 22 24 26 30 33 36 39 42 R1 1,3 1,3 1,3 1,6 1,6 1,6 1,6 1,6 1,6 1,6 Unid.: mm Tabela 11 - Di

â

metros de furos para cunha e ensaio

Figura 8 - Ensaio de tra

çã

o com cunha de parafuso inteiro

(14)

5.1.7 Ensaio de martelagem na cabe

ç

a de parafusos curtos 5.1.7.1 Parafusos de di

â

metro - 16 mm e comprimentos que n

ã

o permitem um ensaio de tra

çã

o com cunha devem ser ensaiados conforme a Figura 9.

Figura 9 - Disposi

çã

o para o ensaio de martelagem na cabe

ç

a

Notas: a) Valores de dhe R2(onde R2= R1) conforme Tabela 11. b) Espessura de placa > 2d.

5.1.7.2A cabe

ç

a do parafuso deve se deixar dobrar at

é

um

â

ngulo de 90

°

- β, conforme Tabela 13, com diversos gol-pes de martelo, sem apresentar qualquer sinal de trinca no raio da concord

â

ncia entre a cabe

ç

a e a haste, quando o parafuso for examinado com amplia

çã

o n

ã

o menor do que oito vezes ou no m

á

ximo dez vezes. Em parafusos com rosca at

é

a cabe

ç

a, os requisitos podem ser con-siderados atendidos se ocorrer uma trinca no primeiro filete de rosca, desde que a cabe

ç

a n

ã

o se destaque.

dam

á

x. - dsm

í

n. 2

5.1.5.2 Parafusos roscados at

é

a cabe

ç

a tamb

é

m cum-prem os requisitos deste ensaio se a ruptura se iniciar na rosca e se estender at

é

a

á

rea do raio sob a cabe

ç

a, ou avan

ç

ar dentro da cabe

ç

a antes da separa

çã

o.

Nota: Para produtos grau C (ver PB-98 2), um raio R1deve ser u-sado de acordo com a seguinte f

ó

rmula:

R1= Rmáx. + 0,2 Sendo:

Rmáx.= Onde:

ds= di

â

metro da haste n

ã

o roscada do parafuso

da = di

â

metro no fim do raio de transi

çã

o entre haste e cabe

ç

a

5.1.5.3Para parafusos com di

â

metro de assentamento da cabe

ç

a acima de 1,7 d, que falharem no ensaio de tra

çã

o com cunha, a cabe

ç

a pode ser usinada para 1,7 d, e os parafusos devem ser reensaiados com

â

ngulo de cunha especificado na Tabela 11.

5.1.5.4 Em parafusos com di

â

metro de assentamento da cabe

ç

a acima de 1,9 d, o

â

ngulo de cunha de 10

°

pode ser reduzido para 6

°

.

5.1.6 Ensaio de trabalho de impacto para pe

ç

as usinadas

O trabalho de impacto deve ser determinado conforme MB-1116. O corpo-de-prova deve ser axial e, sempre que poss

í

vel, ser retirado o mais pr

ó

ximo da superf

í

cie do pa-rafuso, de tal forma que o lado n

ã

o entalhado do corpo-de-prova seja o lado da superf

í

cie. O ensaio de trabalho de impacto s

ó é

poss

í

vel em parafusos de di

â

metro -16 mm.

5.1.8 Ensaios de descarboneta

çã

o

Usando m

é

todo de medi

çã

o apropriado (ver 5.1.8.1 e 5.1.8.2), a se

çã

o longitudinal da rosca deve ser examina-da para determinar qual a altura examina-da zona do metal-base (E) e a profundidade da zona com descarboneta

çã

o completa (G) est

ã

o dentro dos limites especificados (ver Figura 10).

Notas: a) O valor m

á

ximo para G e a f

ó

rmula para o valor m

í

nimo de E s

ã

o especificados na Tabela 5.

b) As defini

çõ

es relativas e descarboneta

çã

o s

ã

o de acor-do com a TB-24.

5.1.8.1 M

é

todo de ensaio (m

é

todo microsc

ó

pico)

5.1.8.1.1Este m

é

todo permite a determina

çã

o de E e G. Os corpos-de-prova devem ser tomados de se

çõ

es

lon-gitudinais, na dire

çã

o do eixo da rosca, e distanciados a-proximadamente de um di

â

metro (1d) da extremidade da parte roscada, ap

ó

s a opera

çã

o de tratamento t

é

rmico do parafuso. A amostra deve ser montada em uma garra ou pastilha metalogr

á

fica, sendo prefer

í

vel a pastilha me-talogr

á

fica.

5.1.8.1.2 Ap

ó

s a montagem e esmerilhamento, a pastilha deve ser polida segundo a boa pr

á

tica metalogr

á

fica. Atacar com nital a 3% (

á

cido n

í

trico concentrado em

á

l-cool), solu

çã

o usualmente adequada para revelar

altera-çõ

es na microestrutura causada pela descarboneta

çã

o. Para a medi

çã

o deve ser usado microsc

ó

pio de amplia

çã

o de 100 vezes, a menos que haja outro acordo. Se o mi-crosc

ó

pio for do tipo com tela fosca, a profundidade de descarboneta

çã

o pode ser medida diretamente com uma escala. Se for usado microsc

ó

pio ocular, ele deve possuir um capilar cruzado ou escala.

Classe de resist

ê

ncia 3.6 4.6 5.6 4.8 5.8 6.8 8.8 9.8 10.9 12.9

ngulo 60

°

80

°

(15)

5.1.8.2 M

é

todo de medi

çã

o (m

é

todo de dureza - m

é

todo decisivo para a determina

çã

o de carboneta

çã

o parcial) 5.1.8.2.1 A verifica

çã

o do estado de carboneta

çã

o na ros-ca de parafusos beneficiados pelo m

é

todo de dureza s

ó

pode ser feita para roscas de passa, no m

í

nimo, de 1,25 mm.

5.1.8.2.2 A medi

çã

o da dureza deve ser feita nos tr

ê

s pontos indicados na Figura 11. As f

ó

rmulas para E s

ã

o apresentadas na Tabela 5. A carga deve ser de 3 N.

5.1.8.2.3 O ponto de medi

çã

o 3 deve situar-se na linha do di

â

metro de flanco perto dos pontos 1 e 2.

5.1.8.2.4 A dureza HV do ponto 2 deve ser igual ou supe-rior

à

dureza do ponto 1, menos 30 HV. Neste caso, a altu-ra E deve corresponder, no m

í

nimo, aos valores da Ta-bela 14.

5.1.8.2.5A dureza HV do ponto 3 deve ser igual ou inferior

à

dureza do ponto 1, mais 30 HV. Um acr

é

scimo na dure-za de mais do que 30 HV significa, em roscas n

ã

o encrua-das a frio, carboneta

çã

o n

ã

o admiss

í

vel.

Figura 10 - Zonas de descarboneta

çã

o

5.1.8.2.6Uma descarboneta

çã

o total at

é

os valores m

á

xi-mos da Tabela 5 n

ã

o pode ser determinada com a

medi-çã

o da dureza.

5.1.9 Ensaio de re-revenimento

O parafuso deve ser submetido a um segundo revenimen-to a uma temperatura 10

°

C abaixo da temperatura m

í

nima de revenimento da Tabela 4, com 30 min de perman

ê

ncia. O valor m

é

dio de tr

ê

s medi

çõ

es de dureza no parafuso, antes e ap

ó

s o segundo revenimento, n

ã

o deve diferir mais do que 20 pontos Vickers.

5.1.10 Ensaio de integridade superficial

O estado superficial, isto

é

, os defeitos superficiais, deve ser determinado conforme NB-902. A integridade superfi-cial

é

aplic

á

vel a parafusos antes da usinagem do corpo-de-prova e para o programa A de ensaio (ver Tabela 6).

6 Aceita

çã

o e rejei

çã

o

Os parafusos e prisioneiros que atenderem

à

s condi

çõ

es especificadas nesta Norma devem ser aceitos; caso contr

á

rio, devem ser rejeitados.

(16)

Passo da rosca P(A) mm 0,5 0,6 0,7 0,8 1 1,25 1,5 1,75 2 2,5 3 3,5 4

H1 mm 0,307 0,368 0,429 0,491 0,613 0,767 0,920 1,074 1,227 1,534 1,840 2,147 2,454 8.8, 9.8 0,154 0,184 0,215 0,245 0,307 0,384 0,460 0,537 0,614 0,767 0,920 1,074 1,227 10.9 E m m 0,205 0,245 0,286 0,327 0,409 0,511 0,613 0,716 0,818 1,023 1,227 1,431 1,636 12.9 0,230 0,276 0,322 0,368 0,460 0,575 0,690 0,806 0,920 1,151 1,380 1,610 1,841

(A)Para P até1 mm, sómétodo microscópico.

Para classe de re-sist

ê

n-cia

Tabela 14 - Valores para H1e E

/ANEXO

(17)

A-1 Este Anexo n

ã

o tem valor normativo.

A-2 Os dados mostrados na Tabela 15 s

ã

o somente um guia de valores da redu

çã

o nas propriedades mec

â

nicas

ANEXO - Propriedades mec

â

nicas de parafusos e prisioneiros a temperaturas elevadas

para parafusos n

ã

o ensaiados

à

tra

çã

o a temperaturas elevadas. Estes dados n

ã

o devem ser usados para acei-ta

çã

o de parafusos e prisioneiros.

Tabela 15 - Propriedades mec

â

nica de parafusos e prisioneiros a temperaturas elevadas

Temperatura

°

C

Classe de +20 +100 +200 +250 +300 resist

ê

ncia Limite inferior de escoamento ReL, ou

Limite de escoamento permanente Rp 0,2 (MPa)

5.6 300 270 230 215 195

8.8 640 590 540 510 480

10.9 940 875 790 745 705

Referências

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