PLANO DE ATIVIDADES
ORÇAMENTO
I.
O ANO DE 2016
O ano a que se refere este Plano de Atividades marca o retorno do golfe ao movimento olímpico. O trabalho que vem sendo desenvolvido há mais de uma década no fomento e desenvolvimento da modalidade, e com as Seleções Nacionais, culmina com a participação nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
É pretensão da Federação que no ano 2016 o Centro Nacional de Formação de Golfe do Jamor se afirme como um centro de formação de excelência e que atraia cada vez mais jogadores para a modalidade e forme cada vez mais e melhores jogadores no âmbito do alto rendimento.
Os resultados obtidos internacionalmente em 2015 fazem antever um ano de 2016 com resultados de relevo. Destacamos o regresso à primeira divisão dos Campeonatos da Europa de Equipas de Homens e Boys, a presença de um jogador no European Tour e a presença de um atleta luso nos Jogos Olímpicos. Motivos suficientes para encherem de orgulho a comunidade golfista nacional.
É por isso nossa intenção continuar a aposta nos quadros competitivos nacionais e internacionais, por forma a aumentar a quantidade e qualidade de jogadores capazes de representar o país ao mais alto nível.
Por fim, a aposta no fomento e desenvolvimento realizada nos últimos anos será mantida, conscientes de que as ações Open Days e o Projecto Drive complementarão um conjunto de ações e iniciativas inovadoras que pretendem atrair mais pessoas para a modalidade.
Projeto Drive
Será dada continuidade em 2016 aos Road Shows e ações de sensibilização pelas principais cidades do país, dando a conhecer a modalidade à população em geral, e proporcionando o contacto com o golfe e seus benefícios.
A formação de professores de educação física continuará a ser uma das prioridades deste projeto, com um aumento significativo do número de professores com formação em golfe, e que atualmente ronda os 500.
Considerando a importância do envolvimento dos municípios neste projeto, serão celebrados protocolos com mais três autarquias no decorrer de 2016.
Por forma a dar resposta a todos os pedidos de autarquias e escolas do país, bem como na organização logística dos Road Shows, será contratado um elemento para apoiar o gestor de projecto.
Ainda no âmbito deste Projecto serão organizados eventos desportivos, de cariz moderadamente competitivo, nas escolas integradas no projecto.
Pretende-se com estas iniciativas uma alteração da perceção que a população tem da modalidade.
Durante o ano 2016 serão então realizadas as seguintes ações a nível nacional: 11 ações em centros comerciais
14 ações de formação
2 ações em festas e festivais infantis 3 novos protocolos com municípios
Centro Nacional de Formação de Golfe do Jamor
O Centro Nacional de Formação de Golfe do Jamor continuará a desenvolver um trabalho fundamental na angariação de novos praticantes, bem como no treino qualificado dos atuais jogadores.Será concluída a obra de requalificação do Restaurante / Cafetaria, tornando-o num espaço mais aprazível para os seus visitantes.
Pretende-se com esta obra que o Centro Nacional de Formação de Golfe do Jamor se adapte à realidade da sociedade atual, com uma oferta de produtos e serviços variados que vão ao encontro das famílias atuais. Destacamos a construção de um parque infantil, a reabertura de uma loja de golfe e a instalação de um ginásio com profissionais altamente qualificados.
Por forma a dinamizar o campo de golfe, será implementado um conjunto de iniciativas para que os novos praticantes encontrem no golfe uma modalidade desportiva que vai ao encontro das suas necessidades de tempo, custo e até mesmo dificuldade.
No que diz respeito ao campo de golfe de 9 buracos, estima-se que sejam realizadas aproximadamente 15.500 voltas em 2016.
Escola Nacional de Golfe
A Escola Nacional de Golfe tem desempenhado um papel fundamental no Centro Nacional de Formação de Golfe do Jamor em particular, e do golfe nacional em geral.
Os dois treinadores integrados na Escola a Full-Time têm uma cada vez maior ocupação, seja com novos alunos, com jogadores que pretendem melhorar o seu rendimento ou com a Escola Júnior. Prevê-se por isso a contratação de mais um treinador em 2016, para fazer face à elevada procura da Escola Nacional de Golfe e à pouca disponibilidade dos profissionais atuais.
II. DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO
A Federação Portuguesa de Golfe continuará a desenvolver a sua atividade na sua sede em Miraflores, na Delegação do Algarve, em Vale do Lobo e no Centro Nacional de Formação de Golfe do Jamor, na Cruz Quebrada.
Para o ano de 2016, a Federação apresenta as seguintes linhas de orientação da sua atividade central, na área técnica e de desenvolvimento desportivo:
Campeonatos e Alta Competição
Verifica-se, com satisfação, uma tendência positiva sustentada nos resultados obtidos em competições internacionais, tanto no setor profissional, como amador.
De uma forma geral, pretende manter-se o modo de funcionamento das Seleções Nacionais, havendo a necessidade de ligeiros ajustes em algumas metodologias de trabalho, nomeadamente nos critérios de seleção apresentados no início de 2015.
Considerando que os atletas que integram os programas de trabalho da Federação Portuguesa de Golfe são cada vez mais jovens, importa desenvolver um trabalho específico para estes atletas, em conjunto com os clubes e pais.
Quadro Competitivo Nacional
Em 2016, serão organizadas pela Federação Portuguesa de Golfe as seguintes
competições oficiais:
1. Campeonato Nacional de Pares Mistos; 2. Campeonato Nacional de 2ª Categoria; 3. Campeonato Nacional de 3ª Categoria; 4. Campeonato Nacional de Seniores;
5. Campeonato Nacional de Seniores por Clubes; 6. Campeonato Nacional de Pares;
8. 6 Torneios do Circuito FPG;
9. Campeonato Nacional de Mid-Amateur BPI;
10. Campeonato Nacional de Clubes de Mid-Amateur BPI; 11. Campeonato Nacional de Jovens; Sub18; 16; 14; 12 e 10; 12. Campeonato Nacional de Clubes Sub18 e Sub14;
13. Campeonato Nacional de Clubes Solverde; 14. Campeonato Nacional Absoluto Peugeot; 15. Taça da Federação Portuguesa de Golfe BPI;
16. Campeonato Internacional Amador de Portugal Homens; 17. Campeonato Internacional Amador de Portugal Senhoras; 18. 28 Torneios do Projecto Drive (Sub18);
19. Campeonato Nacional de Jovens em Pitch&Putt; 20. Campeonato Nacional de Mid-Amateur em Pitch&Putt; 21. Campeonato Nacional de Seniores em Pitch&Putt; 22. Campeonato Nacional de Pitch&Putt;
23. Campeonato Nacional de Clubes em Pitch&Putt; 24. 6 Torneios do Ranking de Pitch&Putt.
Serão provas recomendadas pela FPG:
Campeonato Internacional de Seniores – Troféu José Sousa e Melo; Taça Kendal
Oceânico World Kids Golf
Taça Visconde Pereira Machado Júnior
A Federação organizará 61 competições em 2016 e recomenda 4.
Quadro Competitivo Internacional
As selecções nacionais estarão presentes em 32 competições internacionais, das quais, 29 no exterior.
Destacamos a participação nos campeonatos da Europa de equipas de sub-18 e homens, na divisão principal, bem como a participação nos campeonatos do Mundo, Espirito Santo e Eisenhower Trophy, no México.
Estágios e Preparação das Seleções Nacionais
Em 2016 as Seleções Nacionais continuarão organizadas por escalões: Homens; Senhoras; e Sub18; Sub16; Sub14 e Sub12 para ambos os sexos.
A equipa técnica nacional contará com o apoio de dois treinadores regionais, com 40 dias de trabalho cada um, bem como de um preparador físico e de um psicólogo.
Os treinadores nacionais, acompanhados pelo treinador regional, deslocar-se-ão às várias regiões do país em sessões de deteção de novos talentos e acompanhamento dos atletas já inseridos nas Seleções Nacionais. Os profissionais dos clubes serão convidados a participar nestas ações, por forma a manter-se uma comunicação eficaz e uniforme com os atletas.
Por forma a dotar os clubes de mais ferramentas de trabalho, a Federação Portuguesa de Golfe irá providenciar ações de formação destinadas aos treinadores dos clubes nas mais diversas áreas.
Serão realizados os seguintes estágios em 2016: 3 Estágios Homens – 10 dias de trabalho; 3 Estágios Senhoras – 9 dias de trabalho;
3 Estágios de Sub18 & Sub16 Masculinos – 9 dias de trabalho; 2 Estágios de Sub14 & Sub12 Masculinos – 12 dias de trabalho;
8 Ações de deteção de talentos Femininos e Masculinos – 16 dias de trabalho. Os estágios das Seleções Nacionais terão por base o Centro Nacional de Formação de Golfe do Jamor, em Lisboa, gozando de uma localização central e custos reduzidos face a outras regiões do país.
Apoio a jogadores profissionais
Pretende-se dar continuidade ao apoio a jogadores profissionais que tenham desenvolvido a sua carreira desportiva através dos programas de trabalho da Federação Portuguesa de Golfe.
A PGA de Portugal será o veículo para efectivar este apoio, pois é esta a entidade que tem a responsabilidade de gerir o Portugal Golf Team e as competições profissionais realizadas em solo nacional.
Jogos Olímpicos
O pináculo competitivo da época de 2016 centra-se nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
Tudo indica que Portugal terá um jogador a participar nestes jogos, o Ricardo Melo Gouveia, que terá também uma participação assídua no European Tour, graças à sua vitoria no Race to Oman, o ranking do Challenge Tour.
Enquadramento Técnico
Em 2016 os recursos humanos alocados ao Departamento Técnico serão:
Diretor Técnico Treinador Nacional Treinadores Adjuntos Regionais Consultores de Treino Apoio Administrativo
Formação
A Federação Portuguesa de Golfe pretende, em 2016, dar formação a agentes desportivos ligados ao golfe.
Ações a desenvolver durante o ano de 2016:
Formação de treinadores de golfe
Treinadores Grau I
Seis módulos presenciais de dois dias e meio cada um Estágios supervisionados em contexto de trabalho
Avaliação: exames teóricos e práticos – relatório de estágio Treinadores Grau II
Seis módulos presenciais de dois dias e meio cada um Estágios supervisionados em contexto de trabalho
Avaliação: exames teóricos e práticos – relatório de estágio Treinadores todos os Graus
Duas ações de formação contínua para obtenção de créditos para a manutenção do Titulo Profissional de Treinador Desportivo (TPTD), conforme previsto na lei.
Formação em Regras
Curso de Regras:
Destinatários – primeiro handicap; praticantes; diretores de clubes e campos;
greenkeepers; pessoal da manutenção; rececionistas; outro pessoal.
Conteúdos – “o desporto e a modalidade do golfe”; “comportamento no campo”;
“definições”; “o essencial das regras do jogo”.
Duração – 16 horas de aulas mais exame.
1) Módulo de organização de torneios
Destinatários – candidatos a árbitro de golfe; candidatos a organizador de torneios;
clubes; praticantes; outros interessados no conhecimento.
Conteúdos – “preparar, organizar e conduzir torneios de golfe”; “Sistema de
Handicaps e Course Rating”; “conhecimento e prática do DataGolf”.
Duração – 12 horas em 2 dias de fim-de-semana, com teste da avaliação.
2) Curso de árbitros
O aproveitamento no Curso Superior de Regras e no Curso de Organização de Torneios, possibilita a apresentação de Candidatura a Árbitro, conforme regulamento a publicar.
Realizar-se-ão ainda ações de reciclagem de árbitros.
Handicaps & Course Rating
A implementação de um sistema de handicap tem, na sua essência, o objetivo de tornar a prática da modalidade mais apelativa e interessante a um grupo mais extenso de praticantes amadores, ao possibilitar que praticantes de diferentes níveis de habilidade possam competir de forma justa e com equidade. Tem por isso um objetivo inclusivo, ao abranger praticantes de ambos os sexos, com graus de performance, grupos etários e condição física diversas.
A aplicação do handicap estende-se, quer a contextos formais de torneios de golfe, quer à prática recreativa de golfe no dia-a-dia. Ao nível individual, o handicap permite também ao praticante acompanhar a sua evolução, contribuindo para um maior envolvimento e proximidade com a modalidade.
No golfe, a obtenção e utilização de handicaps está reconhecidamente associada à fidelização dos praticantes à modalidade, seja como fator motivador de filiação e, de uma forma menos tangível inerentemente associado à identidade de grupo.
Nesse sentido, a solidez do sistema de handicap serve de estrutura de suporte à prática da modalidade e funciona também como um instrumento na política de desenvolvimento do golfe para todos.
A matéria-prima que está na base do cálculo do handicap são os resultados das voltas de golfe jogadas por cada praticante.
Esses resultados são comparados com um valor standard de dificuldade do campo e congregados para aplicação do método de cálculo do handicap, o qual é atualizado à medida que vão sendo obtidos mais resultados. Todo o processo é acompanhado por mecanismos de gestão e controlo, que garantem a credibilidade e fiabilidade do sistema.
Para este efeito, vigoram em Portugal o Sistema de Handicap da Associação Europeia de Golfe (EGA), complementado com o Sistema de Classificação de Campos de Golfe (Course Rating) da Associação Americana de Golfe (USGA).
Classificação de Campos de Golfe
Dar-se-á continuidade à classificação e reclassificação dos campos de golfe nacionais, definindo-se, para 2016, as seguintes linhas de orientação:
Planeamento:
- Otimização dos procedimentos às novas potencialidades do suporte
informático de gestão de base dados nacionais de campos classificados. - Preparação dos meios para disponibilização de serviço de classificação de
percursos de distância reduzida, adequados a novos praticantes, juniores e famílias, em campos já classificados.
Desenvolvimento:
- Dinamização da colaboração com os campos de golfe no que respeita à calendarização das classificações.
- Implementação de novos formatos de tabelas de jogo. Formação:
- Aquisição de conhecimentos e atualização dos procedimentos de
classificação à edição de 2016 do Sistema de Classificação de Campos da USGA.
Controle:
- Continuação do desenvolvimento de mecanismos de controlo e auditoria dos valores de classificação.
Manual
Desenrolar-se-ão durante 2016, os preparativos para a publicação da próxima versão portuguesa do manual do Sistema de Handicap EGA, envolvendo a tradução do manual e a definição dos parâmetros nacionais, enquadrados com a prática do golfe em Portugal e com a evolução dos contextos de utilização do próprio sistema de handicaps.
Gestão de “Autoridades de Handicap”
Manter-se-ão em 2016, os princípios de gestão de atribuição e manutenção do estatuto de “autoridade de handicap” aos Clubes Filiados, os quais assumem a responsabilidade de gestão do handicap dos seus associados, fornecendo por um lado apoio e formação, mas simultaneamente controlando os requisitos de organização, funcionamento e cumprimento dos regulamentos de handicap.
Software de gestão desportiva
Quanto ao software Datagolf, prevê-se para 2016 a implementação de uma nova versão contemplando uma renovada estrutura de funcionamento, ligada ao desenvolvimento da base de dados nacional de handicaps.
Formação e Assistência técnica a agentes desportivos
Prevê-se a formação e preparação dos Clubes e Membros Institucionais relativamente às alterações previstas no Sistema de Handicap e software Datagolf, e preparação de matérias didácticos audiovisuais.
Dar-se-á continuidade ao apoio na resolução de questões técnicas inerentes à gestão desportiva e competitiva.
Monitorização
Proceder-se-á à revisão e implementação dos mecanismos de controlo da base de dados central, em consequência da revisão da sua estrutura.
Manter-se-á o acompanhamento contínuo aos registos de handicap dos praticantes integrados na seleção nacional.
A eficaz gestão de um sistema de handicap implica a contínua execução de estatísticas de simulação e avaliação dos dados. Em 2016, no âmbito dos preparativos da próxima edição do Sistema de Handicap EGA, serão alvo de análise estatística e testes especificamente o CBA e a Revisão de Handicaps.
Por outro lado, serão também revistos os parâmetros e formatos de organização e apresentação dos dados estatísticos referentes à base de dados central de federados, voltas de golfe e handicaps, em consequência da revisão da sua estrutura.
III. AÇÕES ESPECIAIS
Sustentabilidade e Desenvolvimento
Plano Nacional de Desporto para Todos – OPEN DAYS
Ao abrigo do Plano Nacional do Desporto para Todos, lançado pelo IPDJ em 2015, a FPG pretende realizar quatro Open Days de golfe. Estas iniciativas têm como objetivo atrair as populações aos campos de golfe, sensibiliza-las para os benefícios da modalidade e prestar informações sobre os locais de prática, custos e equipamentos, entre outros.
Este projecto revelou-se um enorme sucesso em 2015, pelo que a sua organização será uma dos objectivos do ano de 2016.
Os Open Days são a consequência do trabalho do Projecto de Desenvolvimento Juvenil – Drive, que pretende levar o golfe à comunidade, sendo que a fase posterior é a de levar a comunidade ao golfe e é esse o objectivo dos Open Days.
No próximo ano serão realizados, pelo menos, três Open Days, havendo a hipótese de realização de mais, caso seja angariado financiamento para o fazer.
GoGolf Europe
Portugal será ainda um dos 5 países que integram o Projecto Gogolf Europe, coordenado pela European Golf Association e com a colaboração das PGA’s of Europe e University of St. Andrews. Este projecto visa testar um novo modelo de ensino a jovens de escolas próximas de um campo de golfe, no caso de Portugal, no Jamor, e avaliar os alunos após a conclusão do curso para entender as motivações e desmotivações dos alunos relativamente ao golfe em geral e àquele modelo de ensino em particular.
Este projeto está integrado no programa Erasmus +, da União Europeia.
Marketing e Comunicação
É prioridade da Federação Portuguesa de Golfe para 2016 o desenvolvimento de estratégias de marketing com o objectivo de reter e atrair jogadores de golfe.
Têm vindo a ser desenvolvidas diversas ações onde se levou o golfe às comunidades, mas chegou o momento de levar as comunidades ao golfe, à semelhança do trabalho realizado no âmbito dos Open Days.
Em 2016 será levada a cabo uma campanha para incentivar a população, praticante e não praticante, a ir aos campos de golfe. Esta campanha será desenvolvida ao longo de todo o ano, havendo um destaque em meios de publicidade no primeiro semestre.
Ainda em 2016, será apresentada uma nova ferramenta a clubes e campos de golfe com um conjunto de medidas de marketing para atrair determinados perfis de jogadores, em função dos objetivos e posicionamentos de cada campo. Este documento terá como base o inquérito realizado ao longo de 2015 e um conjunto de entrevistas pessoais.
O serviço aos federados será reforçado através de uma rede de parceiros com condições preferenciais.
A Federação Portuguesa de Golfe terá, em 2016, representantes em várias instituições internacionais, como a Associação Europeia de Golfe, a PGA European Tour e a European Disabled Golf Association.
Manuel Agrellos mantém-se Presidente Honorário da EGA.
Miguel Franco de Sousa manter-se-á membro do Challenge and Satellite Tour Comission e desempenhará funções no Executive Committee da European Disabled Golf Association.
Ana Gabin assume funções como Chairman do Handicap & Course Rating Committee da EGA, com assento no Executive Committee da EGA.
IV. ORÇAMENTO
Ver documentação anexa.
Lisboa, Novembro de 2015
Federação Portuguesa de Golfe
A Direção,
Manuel Agrellos Miguel de Sousa
Júlio Mendes José Filipe Nobre Guedes
Gonçalo Bettencourt João Vieira Pereira
Nuno Mimoso Segismundo Pinto Basto