Liber O vel Manus et Sagittæ
Liber O vel Manus et Sagittæ
sub figura VI sub figura VI A.·. A.·. A.·. A.·. Publicação em Classe B. Publicação em Classe B. Imprimatur Imprimatur:: D.D.S.Praemonstrator D.D.S.Praemonstrator O.S.V.Imperator O.S.V.Imperator .S.!.Cancellarius .S.!.Cancellarius
I
I
". #ste li$ro % facilmente mal compreen&i&o' % pe&i&o aos leitores ". #ste li$ro % facilmente mal compreen&i&o' % pe&i&o aos leitores $alerem(se &as ma
$alerem(se &as mais minuciosas cr)ticas ao eis minuciosas cr)ticas ao estu&a(lo* assim comostu&a(lo* assim como fi+emos em sua preparação.
fi+emos em sua preparação. ,. este li$ro % fala&o &as
,. este li$ro % fala&o &as Sep-irot- e &os Camin-os* &e #sp)ritos eSep-irot- e &os Camin-os* &e #sp)ritos e Conuraç/es' &e Deuses* #sferas* Planos* e muitas outras coisas 0ue Conuraç/es' &e Deuses* #sferas* Planos* e muitas outras coisas 0ue po&em e1istir ou não.
po&em e1istir ou não.
2 irrele$ante se elas e1istem ou não. Pois fa+en&o certas coisas* certos 2 irrele$ante se elas e1istem ou não. Pois fa+en&o certas coisas* certos resulta&os seguirão' estu&antes &e$em ser
resulta&os seguirão' estu&antes &e$em ser seriamente a&$erti&os aseriamente a&$erti&os a e$itar atribuiç/es &e reali&a&e obeti$a ou $ali&a&e filos3fica a
e$itar atribuiç/es &e reali&a&e obeti$a ou $ali&a&e filos3fica a 0ual0uer uma &elas.
0ual0uer uma &elas.
4. As $antagens a serem obti&as &elas são as
4. As $antagens a serem obti&as &elas são as seguintes:seguintes: "
".. 55mma a aammpplliiaaççãão o &&o o --oorrii++oonntte e mmeennttaall.. ,
,.. 55m m aappeerrffeeiiççooaammeenntto &o &o o ccoonnttrroolle e &&a a mmeennttee.. 6. O estu&ante* se obter 0ual0uer tipo
6. O estu&ante* se obter 0ual0uer tipo &e sucesso nas pr7ticas 0ue se&e sucesso nas pr7ticas 0ue se seguem* ser7 confronta&o por coisas
seguem* ser7 confronta&o por coisas 8i&eias ou seres9 &eslumbrantes8i&eias ou seres9 &eslumbrantes ou terr)$eis &emais para serem &escritos.
ou terr)$eis &emais para serem &escritos. 2 essencial 0ue permaneça o2 essencial 0ue permaneça o mestre &e tu&o 0ue $* ou$e ou concebe' ou ser7
mestre &e tu&o 0ue $* ou$e ou concebe' ou ser7 escra$o &e ilus/es eescra$o &e ilus/es e $)tima &a loucura.
$)tima &a loucura. Antes &e iniciar ta
Antes &e iniciar tais pr7ticas* o estu&ante &eis pr7ticas* o estu&ante &e$e ter boa sa;&e* $e ter boa sa;&e* e tere ter obti&o algum &om)nio em Asana*
obti&o algum &om)nio em Asana* Prana<amPrana<ama e D-arana.a e D-arana.
=. #1iste algum perigo* &e 0ue 0ual0uer estu&ante* por mais est;pi&o =. #1iste algum perigo* &e 0ue 0ual0uer estu&ante* por mais est;pi&o 0ue sea* obter algum resulta&o' por%m -7 um gran&e perigo 0ue ele 0ue sea* obter algum resulta&o' por%m -7 um gran&e perigo 0ue ele sea &es$ia&o* obceca&o e &omina&o por seus resulta&os* mesmo 0ue sea &es$ia&o* obceca&o e &omina&o por seus resulta&os* mesmo 0ue ain&a sea por a0ueles resulta&os os 0uais f
ain&a sea por a0ueles resulta&os os 0uais fossem necess7rios 0ue eleossem necess7rios 0ue ele alcançasse. !re0uenteme
&e &escanso com o obeti$o* e retira sua arma&ura como se ele fosse $itorioso antes 0ue a luta ten-a começa&o.
2 &ese7$el 0ue o estu&ante nunca & a 0uais0uer resulta&os a import>ncia 0ue a princ)pio pareçam possuir.
?. Primeiro* 0ue ele consi&ere o @i$ro e o seu o uso' a preparação &o Ambiente* o uso &e Cerimnias 7gicas' e finalmente os m%to&os 0ue aparecem no Cap)tulo V Viator in Eegnis ArborisF e no Cap)tulo VI Sagitta trans @unamF.
II
". O estu&ante PEI#IEA#G# precisa obter um con-ecimento profun&o &o @i$ro * especialmente &as colunas i.* ii.* iii.* $.* $i.* $ii.* i1.* 1i.* 1ii.* 1i$.* 1$.* 1$i.* 1$ii.* 1$iii.* 1i1.* 111i$.* 111$.* 111$iii.* 111i1.* 1l.* 1li.* 1lii.* 1l$.* li$.* l$.* li1.* l1.* l1i.* l1iii.* l11.* l11$.* l11$ii.* l1$iii.* l11i1.* l111.* l111i.* l111iii.* 1c$ii.* 1c$iii.* 1ci1.* c.* ci.* c1$ii.* c1$iii.* c111$ii.* c111$iii.* c111i1.* cl11$.* cl11$i.* cl11$ii.* cl111ii.
Huan&o essas esti$erem memori+a&as* o estu&ante começar7 a compreen&er a nature+a &essas correspon&ncias.
,. Se n3s tomarmos um e1emplo* o uso &a tabelas ficar7 mais f7cil. Supon-amos 0ue $oc &eseasse obter o con-ecimento &e alguma cincia obscura.
a coluna @V* lin-a ",* $oc encontrar7 Con-ecimento &as CinciasF.
Agora* procuran&o na mesma lin-a ", nas outras colunas* $erificar7 0ue o Planeta correspon&ente % erc;rio* seu n;mero oito* suas figuras lineares o oct3gono e o octagrama* o Deus 0ue rege a0uele planeta* G-ot-* ou no simbolismo -ebraico Getragrammaton A&onai e #lo-im G+abaot-* seu Arcano Eap-ael* seu Coro &e Anos Beni
#lo-im* sua Inteligncia Giriel* seu #sp)rito Gap-tat-arat-* suas cores @arana 8pois erc;rio % a esfera &a Sep-ira- Jo&* K9* Amarelo*
P;rpura* Cin+a e Ln&igo fun&i&o com Violeta* sua Arma 7gica a Ba0ueta ou Ca&uceu* seu Perfume 7sti0ue e outros* suas plantas sagra&as Verbena e outras* suas oias a Opala ou Mgata* seu animal sagra&o a Serpente* etc.* etc.
4. Voc &e$er7 preparar seu @ocal &e Grabal-o &e acor&o. um c)rculo larana* $oc &e$er7 &esen-ar uma estrela &e oito pontas amarela e em ca&a ponta* uma $ela. O Sigilo &o #sp)rito 80ue &e$er7 ser encontra&o nas obras &e Corn%lio Agrippa ou em outros li$ros9 $oc &esen-aria nas 0uatro cores in&ica&as com 0uais0uer outros artif)cios conforme sua e1perincia possa sugerir.
6. # assim por &iante. 3s não po&emos a0ui entrar em &etal-es em to&as as preparaç/es necess7rias para o ritual' e o estu&ante as ac-ar7 em $7rias obras* &as 0uais a NoetiaF tal$e+ sea o mel-or e1emplo. #stes rituais não &e$erão ser simplesmente imita&os' pelo contr7rio* o estu&ante não &e$er7 fa+er na&a em um assunto 0ue não enten&a' por%m* se ele for capacita&o* perceber7 0ue sua pr3pria base
ritual)stica % mais eficientes &o 0ue a0ueles rituais pomposos* &esen$ol$i&os por outras pessoas.
O prop3sito geral &e to&a essa preparação % a 0ue se segue:
=. 5ma $e+ 0ue o estu&ante % um -omem cerca&o &e obetos* se &esear tornar(se mestre &e uma &etermina&a i&eia* &e$e fa+er com 0ue to&os esses obetos materiais em $olta sugiram &iretamente tal i&eia. Assim* no ritual cita&o* se seu ol-ar &ireciona(se s lu+es* seu n;mero sugere erc;rio' se ele sente o perfume* no$amente % remeti&o a erc;rio. #m outras pala$ras* to&a a ritual)stica e to&o aparato m7gico % um comple1o sistema mnemnico.
A import>ncia &isso resi&e principalmente no fato &e 0ue um conunto particular &e imagens 0ue o estu&ante possa encontrar em suas $iagens correspon&e a &etermina&as figuras lineares* nomes &i$inos* etc.* e são controla&as por ele. Huanto possibili&a&e &e pro&u+ir resulta&os
e1ternos mente &o $i&ente 8objetivos no senti&o comum &a aceitação
&o termo9 n3s não nos pronunciaremosQ.
?. #1istem trs importantes pr7ticas conecta&as a to&as as formas &e cerimnia 8e os &ois %to&os 0ue &iscutiremos posteriormente9. #stas são:
a. Assunção &e !ormas(Deus. b. Vibração &os omes Di$inos
c. Eituais &e BanimentoF e In$ocaçãoF.
#stes* &e 0ual0uer mo&o* &e$erão ser &omina&os entes &os perigosos %to&os &os Cap)tulos V e VI serem tenta&os.
III
". As Imagens 7gicas &os Deuses &o #gito &e$erão ser bem
familiari+a&as. Isso po&e ser feito estu&an&o(as em museus p;blicos* ou em tais li$ros 0ue seam acess)$eis ao estu&ante. #las &e$erão ser &esen-a&as por ele at% memori+a(las.
,. O estu&ante então* senta&o na posição &o DeusF ou na atitu&e
caracter)stica &a Dei&a&e &esea&a* &e$er7 imaginar seu pr3prio corpo coinci&in&o com a imagem &o Deus* ou sen&o en$ol$i&o por ela. Isso &e$e ser pratica&o at% alcançar a maestria $isual &a imagem* e uma i&entificação com ela e com a &o Deus e1perimenta&a.
Infeli+mente não e1istem testes para $erificar se o estu&ante obte$e sucesso nessa pr7tica.
4. A Vibração &os omes Di$inos. Como mais uma maneira &e
i&entificar a conscincia -umana com essa porção pura 0ue o -omem in$oca a partir &o nome &e algum Deus* 0ue ele -aa&a seguinte
maneira: 6.
a. Com os braços abertos
b. Inspire profun&amente pelas narinas* imaginan&o o nome &o Deus entran&o unto com o ar.
c. Hue o nome &esça lentamente* passan&o pelos pulm/es at% o coração* o ple1o solar* o umbigo* os 3rgãos repro&utores* at% os p%s. &. o momento em 0ue o nome parece tocar os p%s*
rapi&amente a$ance a perna es0uer&a uns trinta cent)metros* inclinan&o o corpo para frente* e 0ue as mãos 8passan&o por tr7s &os ol-os9 seam estica&as para frente* fican&o na posição &o Deus J3rus* ao mesmo tempo imaginan&o o ome passan&o
rapi&amente pelo nari+ untamente com o ar 0ue esta$a preso no pulmão. Gu&o isso &e$e ser feito com a maior força poss)$el.
e. #ntão recue a perna es0uer&a e colo0ue e acomo&e o &e&o in&ica&or &ireito sobre os l7bios* fican&o na posição caracter)stica &o Deus Jarp3crates.
=. 5m sinal &e 0ue o estu&ante obte$e sucesso* ser7 o &e sentir(se e1austo ao emitir uma ;nica VibraçãoF. Isso &e$er7 fa+(lo es0uent7( lo por to&os os la&os* ou suar $iolentamente* e isso &e$er7 enfra0uece( lo tanto 0ue ac-ar7 &if)cil permanecer &e p%.
?. Sinal &e sucesso ocorrer7 0uan&o o estu&ante perceber 0ue est7 ou$in&o o nome &o Deus rugin&o em $olta* como por $irtu&e &e &e+ mil-/es &e tro$/es* parecen&o como se essa Nran&e Vo+ $iesse &o 5ni$erso* e não &e si mesmo.
#m ambas as pr7ticas acima* to&a conscincia &e 0ual0uer coisa al%m &a !orma e ome Di$inos* &e$e ser oblitera&a' e 0uanto mais tempo le$ar para as percepç/es normais $oltarem* mel-or.
IV
I. Os Eituais &o Pentagrama e &o Je1agrama &e$em ser memori+a&os. São &a seguinte maneira:
Ritual Menor do Pentagrama
i. Gocan&o a testa* &iga Ate- 8A Gi9*ii. Gocan&o o peito* &iga alRut- 8O Eeino9*
iii. Gocan&o o ombro &ireito* &iga $e(Nebura- 8e o Po&er9* i$. Gocan&o o ombro es0uer&o* &iga $e(Ne&ula- 8e a Nloria9* $. untan&o as mãos no peito &iga le(Ola-m* Amen 8para as
#ras Am%n9.
$i. Viran&o para o @este* faça um pentagrama 8o &a Gerra9 com a arma apropria&a 8geralmente a Ba0ueta9. Diga 8$ibran&o9 I J V J J.
$ii. Viran&o para o Sul* faça o mesmo* por%m &iga A D I. $iii. Viran&o para o Oeste* faça o mesmo* por%m &iga A J I J.
i1. Viran&o para o orte* faça o mesmo* por%m &iga AN@A.
Pronuncia: Ye-ho-wau, Adonai, Eheieh, Agla.
1. #sten&en&o os braços em forma &e cru+* &iga: 1i. A min-a frente Eap-ael'
1iii. A min-a &ireita* ic-ael. 1i$. A min-a es0uer&a* Auriel'
1$. Pois ao meu re&or flameam os Pentagramas* 1$i. # na Coluna &o eio a #strela &e seis raios. 1$ii. Eepetir 8i9 a 8$9* a Cru+ Cabal)sticaF.
Ritual Maior do Pentagrama.
Os Pentagramas são traça&os no ar com a espa&a ou outra arma* os nomes &itos em $o+ alta* e os sinais são usa&os conforme ilustra&o.
Pentagramas do Espírito
Os Sinais &o Portal 8$er ilustraç/es9: #sten&a as mãos para frente*
palmas $ira&as para fora* separe(as como se fosse num ato &e abrir um $%u ou cortina 8ati$os9* e então unte(as como se esti$esse fec-an&o e
&ei1e(as &escansar ao la&o &o corpo 8passi$os9.
8O Nrau &e PortalF % particularmente atribu)&o ao elemento &o #sp)rito' se refere ao Sol' os camin-os &e , e
grau. Ver F. lin-as ? e 4" bis9.
Pentagramas do Fogo
Os sinais &e 6T U . @e$ante os braços acima &a cabeça* unin&o os in&ica&ores e polegares &as mãos forman&o um tri>ngulo. 8Ver ilustração9.
8O Nrau &e 6TU % particularmente atribu)&o ao elemento !ogo' se refere ao planeta Vnus' os camin-os &e , e
grau. Para outras atribuiç/es* $er F* lin-as e 4"9.
Pentagramas da Água
são atribu)&os a esse
O sinal &e 4TUK. #rga os braços at% 0ue os coto$elos fi0uem na
mesma lin-a &os ombros* tra+en&o as mãos frente &o peito* tocan&o os polegares e os &e&os in&ica&ores forman&o um tri>ngulo &e cabeça para bai1o 8$er ilustração9.
8O Nrau &e 4TUK % particularmente atribu)&o ao elemento Mgua' se refere ao planeta erc;rio' os camin-os
grau. Para outras atribuiç/es* $er F* lin-as K e ,49.
Pentagramas do r
O sinal &e ,TUW. #rga os braços para cima e para fora* os coto$elos &obra&os em WXY com as mãos &obra&as para tr7s e as palmas para cima como se esti$esse suportan&o peso. 8$er ilustração9.
8O Nrau &e ,TUW % particularmente atribu)&o ao elemento Ar' refere( se @ua' o camin-o &e
atribuiç/es* $er F* lin-as W e ""9.
Pentagramas da !erra
e são atribu)&os a esse
O sinal &e "TU"X. A$ance o p% &ireito frente* esti0ue a mão &ireita para cima e a frente* a mão es0uer&a para bai1o e para tr7s com as palmas abertas 8$er ilustração9.
8O Nrau &e "TU"X % particularmente atribu)&o ao elemento Gerra. Ver F* lin-as "X e 4, bis9.
Ritual Menor do "e#agrama.
#ste ritual &e$e ser feito ap3s o Eitual enor &o PentagramaF. 8I9. De p%* com os p%s untos* braço es0uer&o ao la&o* braço &ireito atra$%s &o corpo* seguran&o a ba0ueta ou outra arma m7gica* em p% na lin-a &o meio. Vire para o @este* e &iga:
8II9. I..E.I.
Zo&* un* Ees-* Zo&.
Virgem* Isis* ãe Puante. #scorpião* Ap3fis* Destrui&or.
Sol* Os)ris* Assassina&o e Eessuscita&o. Isis* Ap3fis* Os)ris* IAO.
8III9. #sten&a os braços na forma &e cru+ e &iga* O sinal &e Os)ris Assassina&oF 8$er ilustração9.
8IV9. @e$ante o braço &ireito* fa+en&o um >ngulo &e WXY e o braço es0uer&o aponta&o para bai1o com o coto$elo ele$a&o* $iran&o a
cabeça sobre o braço es0uer&o com a $isão acompan-an&o este braço* e &iga: O Sinal &o @uto &e IsisF 8$er ilustração9.
8V9. #sti0ue os braços para cima em um >ngulo &e ?XT &e um pro outro* com a cabeça para tr7s* e &iga: O Sinal &e Ap3fis e GifãoF 8$er ilustração9.
8VI9 Cru+e os braços sobre o peito* sau&an&o com a cabeça e &iga: O Sinal &e Os)ris Eessuscita&oF 8$er ilustração9.
8VII9 #sten&a no$amente os braços como em 8III9 e cru+e(os no$amente como em 8VI9 &i+en&o: @.V..* @u1* a @u+ &a Cru+F.
8VIII9 Com a arma m7gica trace o Je1agrama &o !ogo no @este &i+en&o: AEAEIGAF 8
#sta Pala$ra consiste &as iniciais &e uma sentença 0ue significa: 5m % o seu in)cio' 5ma % sua In&i$i&uali&a&e' Sua Permutação % 5maF.
#sse -e1agrama consiste &e &ois tri>ngulos e0uil7teros com ambos os 7pices apontan&o para cima. Comece &o topo &o tri>ngulo mais alto e trace(o numa &ireção &e rotação &ireita. O topo &o mais bai1o &e$er7 coinci&ir com o centro &o mais alto.
8I9 Grace o Je1agrama &a Gerra no Sul &i+en&o: AEAEIGAF. #ste Je1agrama possui o 7pice &o tri>ngulo mais bai1o apontan&o para bai1o* &e$en&o ser capa+ &e ser inscrito num c)rculo.
89 Grace o Je1agrama &o Ar no Oeste &i+en&o: AEAEIGAF. #sse Je1agrama % como o &a Gerra* por%m suas bases coinci&em* forman&o um &iamante.
8I9 Grace o Je1agrama &a Mgua no orte &i+en&o: AEAEIGAF.
#sse Je1agrama possui o tri>ngulo mais bai1o coloca&o acima &o mais alto com seus 7pices coinci&in&o
8II9 Eepita 8I ( VII9.
O Eitual &e Banimento % i&ntico* sal$o as &ireç/es &os Je1agramas* 0ue &e$em ser in$erti&as.
Ritual Maior do "e#agrama.
Para in$ocar ou banir planetas ou signos +o&iacais.Apenas o Je1agrama &a Gerra % usa&o. Desen-e o -e1agrama*
começan&o &a ponta 0ue % atribu)&a ao planeta com o 0ual $oc est7 li&an&o. 8Ver F* col. l111iii9.
Deste mo&o* para in$ocar ;piter comece &a ponta &ireita &o tri>ngulo 0ue aponta para bai1o* gire no senti&o -or7rio* e complete' então trace o tri>ngulo 0ue aponta para cima &e sua ponta es0uer&a e complete. Grace o sigilo astrol3gico &o planeta no centro &e seu -e1agrama. Para o [o&)aco use o -e1agrama &o planeta 0ue rege o signo 0ue $oc precisa 8F* col. c111$iii9' mas &esen-e o sigilo astrol3gico &o signo* ao in$%s &o sigilo &o planeta.
Para Caput e Cau&a Draconis use o -e1agrama lunar com o sigilo &e ☊
ou ☋.
Para banir* in$erta o -e1agrama.
#m to&os os casos* use uma conuração primeiro com o nome Ararita* e em segui&a com o nome &o Deus correspon&ente ao planeta ou signo com o 0ual $oc est7 li&an&o.
Os Je1agramas pertencentes aos planetas são como na figura a&iante. ,. #sses rituais &e$erão ser pratica&os at% as figuras &esen-a&as
apareçam em c-amas* em c-amas tão pr31imas &e uma f)sica* 0ue um especta&or possa $(las. Algumas pessoas alegam ser capa+es &e atear fogo em gra$etos atra$%s &este ritual. Ver&a&e ou não* esse tipo &e po&er não &e$e ser almea&o.
4. O sucesso em banimentoF % &escrito como uma sensação &e
limpe+aF na atmosfera' sucesso em in$ocaçãoF* por um sentimento &e santi&a&eF. Infeli+mente esses termos são muito $agos.
as ao menos estea certo &e uma coisa: 0ual0uer figura imagin7ria obe&ecer7 $onta&e &o #stu&ante se ele usar a figura apropria&a. #m casos &e obstina&os* a forma &o Deus apropria&o po&er7 ser assumi&a. 6. Os rituais &e banimento &e$erão ser usa&os no in)cio &e 0ual0uer cerimnia. #m segui&a* o #stu&ante &e$er7 usar uma in$ocação geral* como A In$ocação Preliminar &a NoetiaF* bem como 0ual0uer outra 0ue sea a&e0ua&a nature+a &e sua operação.
=. Sucesso nessas in$ocaç/es $erbais % um assunto tão sutil* e seus graus tão &elica&amente obscureci&os* 0ue isso precisa ser &ei1a&o ao bom senso &o estu&ante &eci&ir 0uan&o &e$e ou não se satisfa+er com
V
". Hue o estu&ante estea em repouso em uma &e suas posiç/es prescritas* ap3s ter se ban-a&o e traa&o &e acor&o. Hue o @ocal &a Operação sea li$re &e 0ual0uer &ist;rbio* e 0ue as &e$i&as
purificaç/es* banimentos e in$ocaç/es preliminares ten-am si&o reali+a&as* e* por ;ltimo* 0ue um incenso sea aceso.
,. Hue ele imagine a sua pr3pria imagem 8preferencialmente usan&o o robe e as armas m7gicas apropria&as9 en$ol$en&o seu corpo f)sico ou pr31imo e em frente a ele.
4. #le então &e$e transferir sua conscincia para a figura imagina&a* &e tal forma 0ue passe a $er pelos ol-os &ela* e ou$ir com seus ou$i&os. Isso geralmente ser7 a gran&e &ificul&a&e &a operação.
6. #ntão 0ue ele faça a figura imagina&a ele$ar(se no ar at% bem acima &a Gerra.
=. Hue ele pare e ol-e em $olta 8s $e+es % &if)cil abrir os ol-os9. ?. Pro$a$elmente ele $er7 figuras se apro1iman&o* ou perceber7 alguma paisagem.
Hue ele fale com tais figuras* e insista em ser respon&i&o* usan&o os pentagramas e sinais apropria&os* conforme pre$iamente ensina&o. . Hue ele mo$a(se $onta&e* ain&a 0ue com au&a ou não &e tal ou tais figuras.
K. #le então &e$e empregar tais in$ocaç/es especiais a me&i&a 0ue 0ueira fa+er aparecer os lugares 0ue 0ueira $isitar.
W. #le &e$e estar preca$i&o contra mil-ares &e ata0ues sutis e
&ecepç/es 0ue acontecerão* cui&a&osamente testan&o a $er&a&e &e to&os com 0uem ele fale.
Deste mo&o* um ser -ostil po&e aparecer $esti&o &e gl3ria' o pentagrama apropria&o em tal caso o far7 murc-ar ou &ecair. "X. A pr7tica tornar7 o estu&ante infinitamente cauteloso nesses assuntos.
"". 2 mais f7cil $oltar ao corpo* &o 0ue sair &ele' mas se 0ual0uer &ificul&a&e surgir* a pr7tica 8no$amente9 tornar7 a imaginação f%rtil. Por e1emplo* $oc po&e imaginar uma carruagem flameante pu1a&a por ca$alos brancos* e man&ar o coc-eiro le$a(lo para a terra.
Po&e ser perigoso ir muito longe ou permanecer num lugar por muito tempo' pois a fatiga &e$e ser e$ita&a.
O perigo &o 0ual falamos % o &o &esmaio* ou &a obsessão* ou &a per&a &e mem3ria ou &e outra facul&a&e mental.
",. !inalmente* 0ue o estu&ante faça seu corpo f)sico coinci&ir com
a0uele em 0ue supostamente esta$a $iaan&o* estican&o seus m;sculos* respiran&o corretamente* e colocan&o o &e&o in&ica&or nos l7bios.
#ntão 0ue ele &esperteF por um ato &e $onta&e bem &efini&o* e registre s%ria e precisamente as suas e1perincias.
Po&e ser &ito tamb%m 0ue essa e1perincia aparentemente complica&a % f7cil &e reali+ar. 2 mel-or apren&er a $iaarF com uma pessoa 7
e1periente no assunto. Dois ou trs e1perimentos &e$em ser suficientes para tornar o estu&ante confiante e at% mesmo um expert .
VI
". O e1perimento anterior possui pe0ueno $alor* e le$a a poucos
resulta&os importantes. Por%m* % suscet)$el a um &esen$ol$imento 0ue mescla em uma forma &e D-arana ( concentração \ e como tal* po&e le$ar fins muito mais ele$a&os. A principal utili+ação &a pr7tica &o ;ltimo cap)tulo % familiari+ar o estu&ante com 0ual0uer tipo &e
to&a i&eia 0ue possa surgir em seu c%rebro* &escarta(la* transmuta(la* fa+(la obe&ecer instantaneamente a sua $onta&e.
,. #ntão 0ue ele comece e1atamente como antes' por%m com a mais intensa soleni&a&e e &eterminação.
4. Hue ele sea muito cui&a&oso fa+en&o com 0ue seu corpo imagin7rio erga(se numa lin-a e1atamente perpen&icular tangente &a terra &o ponto on&e seu corpo f)sico est7 situa&o 8ou* para e1plicar &e forma mais simples* reto e subin&o9.
6. #m $e+ &e parar* 0ue ele continue a ele$ar(se at% a fa&iga tomar conta. Se ele ac-ar 0ue parou* sem ter &esea&o fa+(lo* aparecen&o figuras em $olta* 0ue ele a to&o custo ele$e(se mais acima &elas. Sim* embora to&a a as $i&a trema em seus l7bios* 0ue ele force seu camin-o para cima e a&iante]
=. Hue ele continue com isso at% 0uan&o e1istir o alento &a $i&a nele. Sea 0ual for a ameaça* sea 0ual for a atração* mesmo estan&o Gifão e to&as as suas -ostes $in&o untas &as co$as contra o estu&ante* ain&a 0ue $iesse &o Grono &o Pr3prio Deus uma Vo+ or&enan&o 0ue ele permaneça no lugar e contente* 0ue ele persista* sempre a&iante.
?. Por fim* c-egar7 um momento em 0ue to&o seu ser estar7 imerso em fa&iga* $enci&o por sua pr3pria in%rcia. Hue ele mergul-e 80uan&o não mais po&er lutar* ain&a 0ue sua l)ngua estea mor&i&a pelo esforço e o sangue escorren&o pelas narinas9 nas tre$as &o inconsciente' e então* ao $oltar a si mesmo* escre$a precisa e sobriamente um registro &e tu&o 0ue ocorrera* sim* um registro &e tu&o 0ue ocorrera.
Fonte$
!onte: -ttp:^^___.astrumargentum.org^ar0ui$os^-t^libri^libri`?.-tm . Di$ersos trec-os ignora&os foram tra&u+i&os e outros re$isa&os por !rater S.E.
Liber MM%M&I ' (ma )ota
Sobre o *+nesis
Do ensaio escrito por V.J. !ra. I.A. =TU? 8Allan Bennet9
A.·.A.·.
Publicação em Classe C #miti&o por Or&em:
D.D.S. TU6 Prmonstrator O.S.V. ?TU= Imperator .S.!. =TU? Cancellarius
)ota Introdut,ria
O seguinte #nsaio % um &os mais e1traor&in7rios estu&os em Habala-Jebraica con-eci&os por mim.
Seu $ener7$el autor foi um a&epto familiari+a&o com $7rios sistemas &e simbolismo* e apto a -armoni+7(los so+in-o* ain&a 0ue agora ten-a si&o lança&o para to&a a -umani&a&e em @iber .
o ano &e "KWW ele contentou(se graciosamente em receber(me como seu pupilo* e moran&o em sua casa* estu&ei &iariamente sob sua
&ireção a Sagra&a Habala-. Com seu afastamento \ ten-a si&o para apro$eitar sua ereci&a Eecompensa* ou para reali+ar o Grabal-o &a Irman&a&e em outras terras ou planetas 0ue não importa na&a a0ui \
ele me &ei1ou como lega&o um belo ar&im* &o tipo 0ue raramente se % $isto sobre a Gerra.
Gem si&o min-a &e$ota responsabili&a&e organi+ar e comentar sobre esse con-ecimento arcano* -7 muito guar&a&o em meu coração*
igualmente rega&o com min-as l7grimas e meu sangue* e ban-a&o ao sol por a0uele to&o(glorioso Eaio 0ue multiplicou a si mesmo em uma #sfera inef7$el.
esse ar&im nen-uma flor se &estaca mais 0ue este e1celente
&iscurso' eu imploro aos meus leitores a tom7(lo e coloc7(lo em seus coraç/es.
#le &e$eria ser estu&a&o em cone1ão com o @iber * e com o Sep-er Sep-irot-* um &icion7rio &e n;meros a&imensionais o 0ual foi inicia&o pelo autor &este ensaio* le$a&o a&iante por mim* e agora prestes a ser publica&o tão bre$e 0uanto o manuscrito possa ser prepara&o.
O leitor 0ue est7 familiari+a&o com as sublimes computaç/es &a Habala- não encontrar7 &ificul&a&e em apreciar esse #nsaio por completo' mas to&os se beneficiarão &o estu&o &os m%to&os &e
racioc)nio emprega&os. #stes m%to&os* &e fato* são tão primorosos e sutis 0ue prontamente sublimam no Intuiti$o. #ste estu&o %
$er&a&eiramente uma aestria Eeal* um mo&o f7cil e claro &e e1citar a conscincia &o Euac- ao esc-ama-.
A@#ISG#E CEO@#Z.
Parte I
o Primeiro Vers)culo &o Primeiro Cap)tulo &os Primeiros Cinco
@i$ros &a Sagra&a @ei: est7 escrito: BdEAS-IG- BaEA A@oJI AG-JaS-aaI VaAG- JaAEeG+* ou em escrita Aramaica
Gais são as Sete Pala$ras 0ue constituem os Princ)pios ou Categorias &a @ei nica' e eu me propon-o a &emonstrar' atra$%s &a aplicação ao Ge1to &as C-a$es &a Habala-* 0ue não meramente o significa&o superficial est7 conti&o nisto.
o Princ)pio* criou* Deus* a #ssncia &os C%us* e a #ssncia* &a Gerra. No Princípio
Criou Deus
a Essência1 dos Céus
Em a!edoria "s E#o$im
Na Ca!e%a& "s Deuses a'rados
eaEssência da(erra
Conti&os nisto estão as !ormul Di$inas* 7gicas e Gerrestres &a Passagem &o a&a Incompreens)$el &o Ain Sop- para a Perfeição &a Criação e1pressa pelas De+ Vo+es ou #manaç/es &e Deus o Vasto \ Abençoa&o sea #le] \ ou mesmo as Sagra&as Sep-irot-.
# o %to&o segun&o o 0ual &e$erei trabal-ar &e$er7 ser a nica Absoluta e estabeleci&a Cincia: a Cincia &o ;mero: 0ue % a0uele
;nico ist%rio &o Intelecto &o Jomem atra$%s &o 0ual ele se torna e1alta&o ao Grono &a Infle1)$el e Infal)$el Di$in&a&e.
Como est7 escrito* * como o un&o possui infle1)$eis No$erna&ores IntelectuaisF 8[oroastro9.
as antes 0ue eu possa a$ançar nas enumeraç/es Habal)sticas4 e
an7lise &o Ge1to* um certo pre>mbulo nos frut)feros campos &essa Cincia se tornar7 necess7rio. A #$olução &os ;meros % a #$olução &os un&os* pois como est7 escrito em Cla$icula Salomonis* Os ;meros são I&eias' e as I&eias são Po&eres* e os Po&eres são os Sagra&os #lo-im &a Vi&a.F A0uilo 0ue est7 por tr7s e al%m &e to&o ;mero e to&o pensamento 8assim como o Ain Sop- com seus
Po&erosos V%us &epen&en&o &e $olta &e et-er est7 por tr7s e al%m &e to&a anifestação9 % o n;mero X. Seu s)mbolo % o pr3prio #mblema &o #spaço Infinito e Gempo Infinito6. ultipli0ue(o por 0ual0uer n;mero
ati$o e manifesta&o' e esse n;mero &esaparece \ afun&a no Oceano &a #terni&a&e. Assim tamb%m % o Ain Sop-. Dele proce&em to&as as
Coisas: para #le tu&o retornar7* 0uan&o a #ra &e Bra-man esti$er fin&a&a e conclu)&a* e o &ia &a Pa+(#stea(Conosco for &eclara&o por G-ot-* o Nran&e Deus* e o 5ni$erso aterial afun&a&o no Infinito. O primeiro ;mero* então* % 5' emblema &o Pai(&e(Gu&o' a ente ão(manifesta&a por tr7s &e to&a a anifestação: a Primeira ente. ultipli0ue por #le 0ual0uer outro ;mero \ pois a ultiplicação &os ;meros % uma Neração* assim como a ultiplicação &os Jomens e Deuses \ e contemple] a Resultante % a replica &o ;mero toma&o.
Assim % 5m o Pai(&e(Gu&o* o Causa&or(&e(Gu&o \ geran&o e pro&u+in&o tu&o.
O pr31imo passo % a &i$isão em DOIS. Desta forma foi manifesta&o o Nran&e Po&er Duplo &a ature+a. Como % acima* tamb%m % abai1o. # &esta forma &escobrimos 0ue a simples &i$isão em &ois % o m%to&o &e multiplicação &a Ameba* a mais bai1a* a mais simples e mais absoluta forma &e $i&a f)sica 0ue n3s con-ecemos.
O Po&er Duplo &a ature+a % a Nran&e ãe &os un&os.
o$amente* para traçar uma analogia &o un&o aterial* consi&ere a @ua* nossa ãe. Contemple nela a G)pica representati$i&a&e &os
Po&eres &o Dois. @u+ e #scuri&ão* !lu1o e Eeflu1o* ar% Bai1a e ar% Alta \ estes são os seus Po&eres manifesta&os na ature+a \ on&e ela
tamb%m obriga as Nran&es Mguas a sua Vonta&e.
Huanto a Atribuição Zet+iratica* o segun&o n;mero* Bet- 8i.e. uma Casa9* uma ora&ia* a Jabitação &o Sagra&o* se mostra e0ui$alente a #sfera &e oRab e seus sen-ores. # a arma simb3lica &e erc;rio % o Ca&uceu* cuas Serpentes Nmeas mostram no$amente o Po&er
Dual)stico. 8ota. \ o&en* o erc;rio #scan&ina$o* era o Pai(&e( Gu&o* como escrito no Eitual &o Camin-o &o #sp)rito &o !ogo Primal
coisas fe+ o Pai &e Go&as as Coisas perfeitas* e as entregou a Segunda ente! a"uela a "ual #odas as Ra$as dos
%o&ens cha&a& Pri&eira.F9 Contemple* então* nesses &ois gran&es
n;meros " e , o Pai e a ãe &os un&os e &os ;meros.
Visto 0ue esses gmeos= sen&o 5ni&os e manifestos em 5* pro&u+em
o n;mero 4' como est7 escrito: Pela ente &o Pai foi &ito 0ue hGo&as as Coisas &e$eriam ser &i$i&i&as em Grsd* Sua Vonta&e?' assentin&o
0ue Go&as as Coisas são assim &i$i&i&as. Pela ente &o Pai % &ito Dentro &o trs* go$ernan&o Go&as as Coisas pela ente. # a0ui aparecia nisto a Gr)a&e* Virtu&e e Con-ecimento e Ver&a&e
ultisciente.F Assim fluiu a&iante a forma &a Gr)a&e. Desta forma %
formula&a a Grin&a&e Criati$a a 0ual %* assim como foi* a essncia preliminar anifestação.
#ste !il-o )stico &os Pais #ternos* ten&o por seu numero 4* % tipifica&o em to&as as escrituras sagra&as por este n;mero. Desta forma % escrito &a manifestação &o !il-o &e Deus sobre a Gerra* S-ilo- &e$er7 $irF 8a inicial &este ome isterioso % *++
l)ngua Nrega est7 escrito o princ)pio era o 'erbo*F etc.* o 0ual %
jkj 8 U 4X9. as o mel-or &e to&os os #1emplos % encontra&o no Sagra&o Getragrama
nome como o t)pico &o Pai e &a ãe* e então &i$i&ir em
0ue se no meio &este ome &i$i&i&o n3s lançarmos o tr)plice fogo &a Sagra&a letra *++ o nome &a Di$in&a&e #ncarna&a
sobre a Gerra* o n;mero &e
&o Vener7$el ome: o icroprosopo e o !il-o &e Deus.
#ntão agora n3s c-egamos ao Nran&e ist%rio &e GetraRt<s* e para ir a&iante n3s precisamos lançar mão &a Irmã Nmea &a Cincia &o ;mero \ a 0ual* na $er&a&e* não % na&a senão ;mero feito Carne: Neometria* ou Simbolismo Absoluto. Assim como foi &ito pelo santo Pit7goras: Deus geometri+aF.
Gestemun-emos a Obra &e Seus De&os]
-m .i#$o /ncompreensí0e#
) 9. # na
. Para 0ue possamos estimar este $ener7$el e . Visto
) * n3s obtemos
-m Pai /ncompreensí0e# -ma 2e /ncompreensí0e#
!IN. I. \ A GEIDAD# IAI!#SGA -m .i#$o E3erno
-m Pai E3erno -ma 2e E3erna
!IN. II. A GEIDAD# # AI!#SGAO
#m ambos estes S)mbolos o c)rculo 0ue tu&o inclui representa a base &o ;mero X: o Infinito: Para(bra-man: o Ain Sop-. a primeira % mostra&a a )stica Grin&a&e antes &a manifestação' sen&o infinita* li$re e ilimita&a* inoperante &e$i&o a sua &ifusi$i&a&e e &ispersão. a segun&a figura contemplamos sua concentração: focali+ação:
pro&u+in&o por suas aç/es conuntas o n;mero &a manifestação \ 6. os mun&os \ Assia-: no Gar* a Princesa \ o trono &o #sp)rito: no Getragrama* o Je final* e em linguagem simb3lica* \ a !il-a: no Ciclo &a Vi&a 8ascimento* Vi&a* orte* Eessurreição9* o 0uarto' nas C-a$es &o @i$ro 5ni$ersal* a Imperatri+* jq jj* a Virgem &o un&o* Vnus* Afro&ite: Centrum in Grigonis Centri \ por sea l7 0ual for a
mir)a&e &e nomes pelos 0uais A c-amamos* permanece o mesmo em #sp)rito* o mesmo em ;mero e em forma] # este n;mero % formula&o nisto pela Concentração &os Grs em 5m. 4 " U 6. Agora na !igura II n3s contemplamos seis Camin-os fi1os' e em seis &ias Deus criou os C%us e a Gerra. # a numeração total &estes n;meros % o ;mero Perfeito* a mesma D%ca&a &as Sep-irot-. 8" , 4 6 U "X9.
Portanto assim po&e nossa Cincia nos ensinar 0ue a PortaW &e Vnus*
Iniciação: a0uele ;nico planeta cuo s)mbolo so+in-o abarca as "X Sep-irot-' a #ntra&a &o Santu7rio &e nosso Pai C.E.C.* a Gumba &e Os)ris' o Deus Ee$ela&or* $in&o* al%m &isso* pelo Camin-o
Central &e Granca 0ue
guar&a esta Porta % como os Huatro Port/es &o 5ni$erso. # a C-a$e % o AnR-* a Vi&a Imortal \ a Eosa e a Cru+ &a Vi&a' e o S)mbolo &e Vnus.
!IN. III \ O G#EC#IEO SIBO@O.
Pro&u+in&o os Camin-os segun&o os 0uais as !orças &a Ar$ore 8veja o
Segun&o S)mbolo9 se encontram em 0uatro* &escobrimos em sua leitura "6U=* ,6U?* 46U. # &esta forma % re$ela&o o Segun&o Gri>ngulo &o Je1agrama &a Criação"X.
Al%m &isso* este Gri>ngulo Eefleti&o mostra a e$olução &os Huatro un&os e sua Consoli&ação: pois
1 4 & 4 * 4 5 ) 1+ ) 637i#u3$
1 4 & 4 * 4 5 4 8 ) 18 ) 9 :ria$
* % o Portal &a
1 4 & 4 * 4 5 4 8 4 ; ) &1 ) <9 =e37ira$ 1 4 & 4 * 4 5 4 8 4 ; 4 >11 ) & ) & 4 ) 1+ 6ssia$
O ;mero ,K* a numeração total* então representa alRut-* a D%cima Sep-ira-: Assia- manifesta&o \ o Grabal-o &a Criação consuma&o: portanto Deus &escansou ao S(ti&o Dia. # ,K % 1 6* as sete estrelas
bril-an&o atra$%s &os 0uatro un&os.
Algo % importante* &e fato. Gomemos os Grs Primor&iais e con$ertamos estes ;meros em Cores. #ntão conseguimos o Eaio Amarelo &o Sol ascente &a Criação'
Nran&es Mguas Primais' ",*
s)mbolo &o !ogo Vermel-o &e Deus* o 0ual pairou"4 sobre a !ace &as
Mguas: ou como a Nl3ria Vermel-a 0ue ilumina os C%us ao Aman-ecer* 0uan&o o Sol Doura&o ilumina as Mguas &ebai1o &o !irmamento. Visto 0ue a Nl3ria Vermel-a % o INIS D#I: o 0ual tamb%m % AN5S D#I* ou o Cor&eiro &e Deus 0ue &estruiu 8literalmente "uei&ou9 os Peca&os
&o un&o. Como foi escrito no Of)cio &a issa: o Sacer&ote $ai ao Sul &o Altar e ora: O Agnus Dei] Hui tollis 0ui tollis Peccata un&i Dona obis Pacem]F # este o !ogo* este Cor&eiro &e Deus* % Mries*
S)mbolo &o Ano ascente: cua cor tamb%m % Vermel-o !ogo* e 0ue % o principal &a Griplici&a&e !ogosa no [o&)aco. Assim tamb%m % o Nrau &e e3fito na Or&em &a Nol&en Da_n' o Jierofante $este um robe cor &e c-ama escarlate simboli+an&o a Aurora.
ota. Po&e ser obeta&o 0ue a enunciação &as cores %
e Amarelo ao in$%s &e Vermel-o. Isto tamb%m % $er&a&eiro* mas est7 relaciona&o go$ernança &os Eeinos #lementais* os 0uais estão nos un&os Astrais* e cuas mna&as estão no arco &escen&ente &a Vi&a* en0uanto 0ue o Jomem est7 no
Ascen&ente' esta escala % então in$erti&a. Pois pelo gran&e sacrif)cio &o Jomem !eito Carne e por Sua Gortuosa Peregrinação % &esen$ol$i&o
* o Pai* o * a ãe* o Eaio A+ul &as * o !il-o* o Eaio Vermel-o: o Euac- #lo-im
* o Pai* % !ogo' * a ãe % Mgua* e * o !il-o* % Ar*
a0uele !il-o Nlorifica&o O Hual % aior 0ue Seu Pai. #m al0uimia n3s temos no$amente o arco &escen&ente* pois encontramos 0ue o p3
ver&elholança&o sobre a Mgua &os etais pro&u+ o Sol Doura&o. as
% importante não confun&ir. Os cristãos &esorgani+aram terri$elmente sua Grin&a&e fa+en&o o !il-o o segun&o ao in$%s &o terceiro Princ)pio' en0uanto &e acor&o com eles o #sp)rito Santo algumas $e+es simboli+a a ãe* e em outras o !il-o.
Desta forma no An;ncio &o Batismo &e Cristo o #.S. apareceu como uma Pomba* emblema &e Vnus e &a ãe: #n0uanto 0ue o #.S. 0ue &esceu sobre os Ap3stolos em Pentecostes era na $er&a&e o #sp)rito &e Cristo* então simboli+a&o pelo
manuscrito &a E.E. et A.C.9.
a nomenclatura Geos3fica este ;ltimo foi anas ou e-es-ua: o terceiro princ)pio.
Pela mesma ra+ão eu &esen-ei o tri>ngulo com o 4 no topo* ao in$%s &e .
Parte II
!oi necess7rio 0ue eu me prolongasse neste ist%rio &a Abertura &os ;meros* pois sem esta e1plicação muito &o significa&o &o $ers)culo permaneceria obscuro.
Agora consi&eremos este Vers)culo )stico]
A primeira coisa 0ue nos c-ama a atenção % ele conter Sete Palavras: a
Segun&a % seu n;mero &e letras ser vinte e oito. Desta forma ele
simboli+a perfeitamente em sua completu&e o terceiro S)mbolo na e$olução num%rica.
Antes &e continuar com uma an7lise &etal-a&a* e seguir o Processo &e Criação atra$%s &o Gempo 8i.e.* começan&o com a primeira letra* e
então continuan&o9* permitam(me apontar alguns fatos gerais. Primeiro 0uanto ao n;mero &e letras em ca&a pala$ra* estas con$erti&as em figuras* são: 6.4.=.,.=.4.? 8Direção &o -ebraico9. o meio est7 ,* segun&o o Gar a Vonta&e Central: e esta pala$ra &e &uas letras %
e0uilibran&o um ao outro: assim sen&o s)mbolo &a gran&e aurora &a
$i&a &as )es como Eepresentante
&e Seu Pai.
#stas figuras untamente e0uilibra&as formam "?* &o 0ual a C-a$e % ' o n;mero total &e letras neste terceiro S)mbolo. #ntão temos em ca&a ponta 6 e ? U "X"6* a perfeição &as Sep-irot-* como se fosse para
&eclarar 0ue este $ers)culo* &o começo ao fim reflete as Vo+es &e et-er at% alRut-: e ? \ 6 U , no$amente* a Vonta&e Central*
G-ot-* no Coração &o 5ni$erso 8como no centro &o $ers)culo9. Perceba* então* o perfeito e0uil)brio &este $ers)culo* e lembre(se &a0uele
ist%rio \ 0ue e0uil)brio % força.
Vamos agora obser$ar as letras propriamente &itas. Contan&o(as* &escobrimos 0ue as &uas centrais são
o n;mero &as letras tem o s)mbolo &ual)stico no meio &elas. Agora a numeração &elas % 6"* obe&ecen&o a Nematria
Dom)nio:
simb3lica &os atributos &a !orça &e Duali&a&e Polar &a ãe. A&emais*
6 " U = U s)mbolo
geom%trico o Pentagrama a #strela &a Vonta&e ão(con0uista&a. A&icione as pr31imas &uas letras em ca&a la&o* e n3s obtemos *
ou um Getragrammaton oculto. # este po&e ser li&o tamb%m
a #ssncia. A&icione as pr31imas &uas* e &esta forma as seis letras centrais são obti&as' e n3s lemos
esten&i&o* ou e1pan&i&o' e* portanto '*s 8ie. Deus* Ate-* o Go&o9 e&
. #m ca&a la&o &esta estão os pares &e figuras 4= =4* e * $itali+a&as pelo !I@JO 849
*
* a ãe Superna' mesmo como U !orça: Po&er:
* aesta&e Di$ina: e U !ecun&i&a&e* totalmente * mais uma $e+ a ãe Superna e em seu
* o Nran&e ar* * Alp-a e vmega* ou * 0ue significa * &ilata&o*
extens)o. as pormet7tese &as seis letras obti&as*
#raF como 0ue afirman&o solenemente a presença &a Criação &a Ver&a&e Superna.
Agora tomemos a primeira e a ;ltima &as letras &o $ers)culo e oguemos no meio &isto o !ogo &o SolF \ i.e.,
\ e teremos $emos to&o o uni$erso sela&o no
O$o C3smico &a mitologia Jin&u e #g)pcia: e a !ormulação &a #sfera &o 5ni$erso 8ou o #spel-o 7gico no Jomem9. #n0uanto O$o &o
Cisne egro &o Gempo* o ala Jamsa* o Griuno* ou a pala$ra &e Po&er ou &e Seb* o P7ssaro &a Vi&a* cua $onta&e foi ou$i&a na oite &o
Gempo.
O $alor num%rico total &este $ers)culo % 558A ,,* o n;mero &e Camin-os &e
!ronteira &o 5ni$erso.
Agora para prosseguir para o 0ue eu ten-o c-ama&o &e Processo Gemporal* a primeira Pala$ra &a @ei % então
#scrituras Jebraicas a primeira pala$ra &e um @i$ro tamb%m % seu G)tulo. Desta forma Nnesis % c-ama&o pelos Eabinos Bdras-et-F* ou o Princ)pioF* portanto n3s &e$emos consi&erar esta Pala$ra como não sen&o a primeira embora isto estea oculto nas entrelin-as mas como o selo e t)tulo e C-a$e &o li$ro inteiro. anten&o isso em mente* prossigamos para analisar isto. O n;mero &e suas letras % seis* o Selo &a Criação* e seu $alor num%rico total % ,W"". ,W"" U "4 U orte* a Gransforma&ora"= a formulação &istinta &os Grs em 5m* se unin&o
uma $e+ mais para formar o 6.
Agora Bet- primariamente significa uma Casa ou ora&ia* e no Gar % erc;rio* o agus \ a Vo1 Dei \ e G-ot-* o #scriba. Aglutinan&o estas &uas i&eias n3s obtemos o
+Esta ( a %ist*ria gica.
U Ver&a&e
? ;
@ * o Selo &a CriaçãoF * um O$o. On&e n3s
) * &o 0ual a C-a$e % a ' e a C-a$e &e ,, % 6* o Getrae&ro e a
. Contu&o nas
Gar % a gl3ria* Vi&a* @u+* Sol. Assim se l:
+a Aurora da 'ida e da /u0.
&e &emonstrar a força tem)$el &os Ee&emoin-osF #spirituais sobre o Plano aterial* como uma força terr)$el e &estruti$a. Isto tamb%m % &emonstra&o no Golo* como o emblema Gar3tico aterial &a0uilo 0ue em sua pr3pria e alt)ssima manifestação % o 2ter #spiritual. #ntão lemos:
+Principiados est)o os Rede&oinhos.
a0uele Euac- #lo-im pairan&o sobre a face &as 7guas. #ntão se l:
+1or&ulado est o 1ogo Pri&al.
"?* simboli+an&o o Po&er na Ação* e sua C-a$e &o Gar % o
#remita e a Vo+ &a @u+* o Profeta &os Deuses. Desta forma:
+Procla&ado est o Reino dos euses da /u0.
Planeta mais &istante* e tamb%m %
segun&o a Habala- &as no$e C>maras %
+3a 1ronteira do 4niverso.
Assim a Pala$ra Inteira se l: B Es3a é a is3ria 'icaF
Da 6urora da Gu7F
Principiadas es32o as Hedemoin$osI
significa a Cabeça ou o Princ)pio &o Gempo e &as Coisas' e segun&o o
% por sua forma a Su7stica* simbolicamente Alep-* o Boi* 0ue apesar
significa po&eroso em c-amas* &o 0ual tamb%m % Jier3glifo. 2
% a ão
% a ;ltima letra &o Alfabeto* o 2inis* o vmega* o 5ni$erso* Saturno* o
* G-roa* o Portal &o 5ni$erso' e * o Portal &a Iniciação. #ntão:
.ormu#ado es3 o .o'o Prima#I
Proc#amado es3 o Heino dos Deuses da Gu7 Na .ron3eira dos undos /nJini3osK
Agora compare com este Pre>mbulo Particular 8manuscrito [" &a N∴D∴9:
B
No Jim da N"/(E Nos #imi3es da G-L
($o3$ pMsse de pé na presen%a dos N2o Nascidos do (empo En32o Joi Jormu#ado o -ni0erso
En32o saíram os Deuses daOui#o, "s ons do N2o Nascido 6#ém
1> En32o a Qo7 Qi!rouF
1 En32o o Nome Joi dec#aradoF
No Gimiar da En3rada,
En3re o -ni0erso e o /nJini3o,
No ina# do En3ran3eR ($o3$ permaneceu
S medida Oue dian3e De#e os ons Joram proc#amadosF
A posição &as &uas ;ltimas letras &a Pala$ra foi altera&a* &e forma a &ei1ar o significa&o mais -armonioso.
3s iremos agora prosseguir para a primeira pala$ra &o te1to assim &ecapita&o* toman&o Bdras-et- como o G)tulo ao in$%s &e primeira Pala$ra. #ste ;ltimo sustenta Bet(Ees-(Alep-* 0ue tem trs @etras* simboli+an&o &esta forma a Grin&a&e ão(manifesta&a.
Agora suas letras tamb%m e1emplificam a Grin&a&e* pois são as iniciais &e trs pala$ras -ebraicas* cuos omes &e suas Personificaç/es são* a saber:
U< Huac$, o Espíri3o @aOui a 2e?F B 6!, o Pai
ote como a0ui no$amente o !il-o % o primeiro para a Jumani&a&e e o Pai o ;ltimo. #stas trs letras* então* simboli+am os trs 5m ão( manifesto. Go&a$ia est7 nelas o Potncia(&e(Gu&o &a Vi&a. Pois , , " U =* o S)mbolo &o Po&er* a ãe Superna* e o
Cor&eiro &e Deus e a Aurora &a Vi&a &o Ano.
Partin&o &e 0ue nelas &escansa encoberto e escon&i&o* não s3 o Branco Bril-o Di$ino &as Grs Supernas 8
Eesplan&ecente Nl3ria a 0ual partil-ou &a Vermel-i&ão* e a 0ual $eio &a I&a&e ão(asci&a* 0ue est7 al%m &e et-er. Conforme est7 escrito em Antigas #scrituras Jin&us* o princ)pio o Deseo* GwJw*
&espertou ele: o 0ue foi o Nerme Primor&ial &a ente.F Visto 0ue na itologia Ariana Gxn-x* Deseo* era o Deus &o Amor* >m>' &o 0ual o mati+ simb3lico era Eosa: como se fosse o primeiro rubor rosa&o &a Aurora no C%u acroc3smico: Arauto &o Sol ascente &os un&os*
0uan&o a Nran&e oite &e Brx-mx foi conclu)&a e termina&a. A pr31ima pala$ra no Nran&e ome &e Deus o Vasto:
sobre seu ist%rio] este contemple cinco @etras: #m seu centro est7 a Nran&e @etra
;ltima letra são mais uma $e+ 51 #ssncia aternal.
# sua numeração % K?* &on&e a C-a$e % "6* &a 0ual a C-a$e % =.
Portanto &i+emos 0ue este gran&e nome % = em sua forma simb3lica* = no Coração &e seu Po&er: o Princ)pio e o !im &ele são =' e = % em sua Vener7$el #ssncia]
Volte agora ao terceiro S)mbolo' obser$e(o firmemente por alguns instantes* e $ea oculta no Selo S1tuplo &a Criação a #strela &e Cinco Pontas &a Vonta&e ão(con0uista&a.
tamb%m % Mries* o
,
, 9* mas tamb%m a
. e&itemos * a ãe Superna. Cinco mais uma $e+' e sua primeira e
Por isto foi a !orça Di$ina 0ue criou os mun&os] Po&er #terno* Po&er Irresist)$el* Po&er 0ue a Gu&o Domina* em sua Absoluta Supremacia bril-an&o como o Nran&e ome #lo-im no Coração &a #strela &e Seis
Pontas] !lamean&o como o !ogo Purifica&or* purgan&o e or&enan&o o Caos &a oite &o Gempo]
Assim como no meio &as @etras &o Vers)culo n3s $imos as pala$ras Dei&a&eF* "W.
# a numeração &e #lo-im % K?* 0ue pela Nematria se l no$amente significan&o espal-ar* esten&erF.
#scre$a as letras &este ome em 0ual0uer Pentagrama &e In$ocação' e o Pentagrama &e Banimento &ele se ler7 4*"6"= 8pela Habala- &as no$e C>maras9* 0ue % a !3rmula &e Proporção &o &i>metro para a
circunferncia &o C)rculo,X. Desta forma percebemos nisto o Po&er
Oculto &o Grs esten&i&o como uma Po&erosa #sfera aos Confins &o #spaço]
A pr31ima pala$ra % ser a Pala$ra Central: e seu
significa&o % Alp-a e vmega \ Do Princ)pio ao !im: #ssncia: e sua C-a$e % =.
Cinco no$amente são as letras &a pala$ra &1 a pr31ima' e
na pala$ra percebemos &&
pensan&o sobre a !ace &as Mguas* subse0uente ao Vers)culo ,.
* V3s em #1tensão*F assim tamb%m no ome #lo-im se l * * em #1tensão
*
* a 0ual 7 $imos
* a 0ual %
* os C%us* n3s o Euac- #lo-im*
a pr31ima pala$ra*
C-a$e num%rica &a #ssncia &a Gerra "" ao in$%s &e =: simboli+an&o como o un&o cairia ante o Eeino &as Conc-as* e como ele &e$eria ser re&imi&o pelo !il-o &o Jomem.,4
# finalmente a pala$ra
mostran&o sua Constituição #lemental* e sua C-a$e % " tamb%m #sperança #sperança na Gerra assim como -7 #sperança no C%u. # a
;ltima letra &o $ers)culo % pela
Habala-&as o$e C>maras % o n;mero 0ue cont%m em si mesmo toHabala-&as as
proprie&a&es &as at%rias Proteicas: por mais 0ue $oc multipli0ue(a* a C-a$e &e seus ;meros % sempre W. S)mbolo apropria&o &a sempre( mut7$el mat%ria a 0ual sempre em sua essncia % 5ma uma e ;nica] Desta forma com a primeira aparição &o numero &a at%ria o primeiro $ers)culo &e Bdras-et- encerra: formulan&o em si mesmo o Princ)pio e
o !im &a Nran&e Criação.
Os Caracteres &o C%u com Geu De&o tu traçastes: as ningu%m po&e l(los e1ceto os ensina&os em Vossa #scolaF.
Portanto encerran&o eu menciono as Po&erosas Pala$ras:
)otas
"
* n3s &escobrimos 0ue o Conunti$o forma a
* Ja Aret+* a Gerra* tem 0uatro @etras
8a letra &a #sperança9* 0ue
, I.e.* a Ca$eira Branca. 'ide I&ra [uta Ha&is-a* cap. II. Diferenciar &a
ca$eira &o icroprosopo.
4 A0ui usa&a em seu $er&a&eiro significa&o &e organi+ar em pa&r/es progressi$amente atra$%s &o n;meroF. Habala-* * pelo Gar* O ist%rio mostra&o progressi$amente em &isposição e0uilibra&a atra$%s &o Coman&o.F
6 #scon&i&o por tr7s &e meu V%u 7gico &e Aparncias* #u não sou $isto completamente \ não omeie meu omeF. = .G.: o original* G_ain.
?
Eitual &o Camin-o &a !il-a &o !irmamento. K Pois est7 escrito 8Nenesis ":,9:
# #lo-im criou a Jumani&a&e: Semel-ança &os #lo-im eles os criaram: Jomem e mul-er os criaramF. Agora se ADA % a
semel-ança &os #lo-im: e são -omem e mul-er* então os #lo-im tamb%m precisam ser -omem e mul-er. Agora no primeiro &estes misteriosos trs $ersos em y1o&o IV* on&e o nome &i$i&i&o est7
escon&i&o est7 escrito* e $eio o Ano &os #lo-im em frente ao Campo*F etc. # este ano &os #lo-im*
&eles. Agora n;mero &e
* portanto pela Nematria Getragrammaton nosso Sen-orF % o Ano &os #lo-im &o ome Di$i&i&o. Desta forma % o Getragrammaton simb3lico &a Presença anifesta &os #lo-im' e se os #lo-im são ac-o e !mea* assim tamb%m precisa ser o Getragrama. Assim tamb%m % o n;mero &e
W Como % acima* assim % abai1o' &esta forma % &ito pela Santa Habala-0ue so+in-o entre as Conc-as est7 oga-* a #sfera &e Vnus* e1alta&a em Santi&a&e. 8Vnus % a Deusa &o Amor9.
* o agus &o Po&er no Gar U Vonta&e.
* % as anifestaç/es &a Presença tem o n;mero W"* 0ue tamb%m % o
"X Como est7 escrito no Camin-o &a Criança &os !il-os &o Po&eroso: # o Caos bra&ou pela uni&a&e &a !orma e a !ace &o #terno
&espertar... #sta !ronte e estes Ol-os formaram o &os C%us
Imensur7$eis: e a Eefle1ão &eles formou o &e Mguas imensur7$eis. # &esta forma foi formula&o O #terno Se1teto: e este % o ;mero &o
Aurora &a CriaçãoF.
"" as nisto est7 a Hue&a* 7 0ue a0ui e1istem apenas seis n;meros* &e tal forma 0ue para o s%timo o = % repeti&o. Portanto
",46=?=U,?
#lemental* o Deus Ciumento. P.
", @embre(se 0ue a numeração &o nome "4 .G. Broo&e&.
"6 'ide Sep-er Zet+ira- para esta &i$isão &as Sagra&as Sep-irot- num
Se1teto ou Huarteto.
"= Como est7 escrito: Gua u$entu&e ser7 reno$a&a como a &a Mguia.F
# a Mguia % vide no Eitual
&o Portal a e1plicação &esta terr)$el C-a$e. 'eja a e1plicação &este
ritual em G-e Gemple of Solomon t-e ingF. Al%m &isso* "4 % a numeração &e
"? A ão &e Deus* sempre S)mbolo &e Seu Po&er.
" @embre(se &a &escrição &o Ca&uceuF 8veja F G-e Gemple of
Solomon t-e ingF9 o S)mbolo &o Ar $ibran&o entre eles. Al%m &isto Virgo* % um signo ercurial* e G-ot- % erc;rio* ain&a 0ue em um
Plano Superior. O #remita* com sua @>mpa&a e Ba0ueta* % Jermes* a0uele 0ue guia as almas &os mortos* no Eitual Nrego &e XUX P.Q "K O ome * o #sp)rito &e Deus* o segun&o ome Di$ino na @ei* o Getragrammaton* ou ome Griplo* &o 0ual o 5ni$erso surgiu.
. Assia-' Getragrammaton como a @imitação
% 4XX U .
. Para consi&eração mais profun&a &este "4*
U 5ni&a&e* como tamb%m % o Nran&e nome &e Deus* * por Ai0 BeRar ou Gemura-.
"W #
,X A computação mais pr31ima para 0uatro casas &ecimais % 4*"6"? 84*"6"=W9. as 4."6"= % bom o suficiente para os Jebreus en$oltos em escuri&ão. P.
as sublimes Computaç/es &a Habala- as !ormas !inais &as letras não possuem acr%scimo no $alor num%rico. em % 6X* sea final ou não. O Antigo %to&o Jebreu &e obter to&os os n;meros acima &e 6XX e
abai1o &e "XXX* respecti$amente
letras a&e0ua&as. Desta forma =XX po&eria ser escrito
conta&os assim. #ste mist%rio* contu&o* % pertinente a um Nrau ain&a mais e1alta&o 0ue o nosso ama&o e eru&ito Irmão obte$e no per)o&o &este #nsaio. P.Q
," Cuo n;mero C-a$e % ": pelo Gar #sperança' cuo t)tulo % !il-a &o !irmamento* -abitante entre as Mguas.
,, O
,4 Pois "" % o umero &as Hlip-ot' mas 0uan&o a Hue&a ocorreu e a Sep-ira alRut- foi corta&a &a Mr$ore pelo enlace &o Dragão foi a&iciona&o para a Mr$ore
para preser$ar intacta a eci&alidade &as Sep-irot-. ostran&o como
por esta ingestão &o !ruto &a Mr$ore &o Con-ecimento &o Bem e &o al &e$eria $ir a Sal$ação &a Jumani&a&e' pois Daat- % o Presente Sem Preço &o Con-ecimento e Intelecto pelo 0ual $eio a Sal$ação.
Portanto tamb%m % "" o ;mero C-a$e &o ome &o Nran&e Sal$a&or 8 &A
)
11 Eo&a &a Nran&e @ei*
Sen-or &as !orças &a Vi&a.
Fonte$
Gra&u+i&o por !rater Acalanat-a ) * ão* o egati$o.
e * era para obter o n;mero com as * não * e KXX e assim por &iante. Gamb%m em poucos Arcana os !inais são
inicial não % na&a senão o artigo OF.
* o Con-ecimento* como a ""z Sep-ira*
Liber vel rmorum
Sub !igur> CDII
A ∴ A ∴ Publicação em Classe D. Imprimatur: DFDFF >V)5W PrXmons3ra3or "FFQF ;V)8W /mpera3or NFF.F 8V);W Cance##arius
+... o obeah e o wanga! o trabalho da ba"ueta e o trabalho da espada! estes ele aprender e ensinar. /iber A/ 5:67.
8 Pantculo.
Pegue cera pura* ou uma placa &e ouro* &e prata &oura&a ou &e #lectrum agicum. O &i>metro &e$e ser &e oito polega&as* e a grossura &e meia polega&a.
Hue o e3fito por sua compreensão e ingenium conceba um s)mbolo 0ue represente o 5ni$erso.
Hue seu [elator o apro$e.
Hue o e3fito ental-e o mesmo sobre a placa com sua pr3pria mão e arma.
Hue 0uan&o termina&a ela sea consagra&a conforme ele tem a -abili&a&e &e reali+ar* e manti&a en$olta em se&a $er&e esmeral&a.
A Adaga.
Hue o [elator pegue um pe&aço &e aço puro* bata ele* afie ele* aponte ele* pule ele* &e acor&o com a arte &o ferreiro.
Hue ele pegue ain&a um pe&aço &e ma&eira &e car$al-o* e esculpa um pun-o. O comprimento &e$e ser &e oito polega&as.
Hue por sua compreensão e ingenium conceba uma Pala$ra 0ue represente o 5ni$erso.
Hue seu Practicus o apro$e.
Hue o [elator ental-e o mesmo sobre a sua a&aga com suas pr3prias mãos e instrumentos.
Hue ele ain&a &oure a ma&eira &e seu pun-o.
Hue 0uan&o termina&a ela sea consagra&a conforme ele tem a -abili&a&e &e reali+ar* e manti&a en$olta em se&a amarelo ouro.
A #a$a.
Hue o Practicus pegue um pe&aço &e Prata e mol&e a partir &ele uma taça. A altura &e$e ser &e K polega&as* e o &i>metro &e 4.
Hue por sua compreensão e ingenium conceba um ;mero 0ue represente o 5ni$erso.
Hue seu P-ilosop-us o apro$e.
Hue o Practicus ental-e o mesmo sobre sua taça com suas pr3prias mãos e instrumentos.
Hue 0uan&o termina&a ela sea consagra&a conforme ele tem a -abili&a&e &e reali+ar* e manti&a en$olta em se&a a+ul(celeste. O B7culo".
Hue o P-ilosop-us pegue uma barra &e cobre* &o comprimento &e oito polega&as e &i>metro &e meia.
Hue por sua
Hue por sua compreensão e ingenium conceba um Ato 0ue representecompreensão e ingenium conceba um Ato 0ue represente o 5ni$erso.
o 5ni$erso.
Hue seu @iminis Dominus o apro$e. Hue seu @iminis Dominus o apro$e.
Hue o P-ilosop-us reali+e o mesmo &e tal fo
Hue o P-ilosop-us reali+e o mesmo &e tal forma 0ue o B7culo possarma 0ue o B7culo possa participar nele.
participar nele.
Hue 0uan&o termina&a ela sea
Hue 0uan&o termina&a ela sea consagra&a conforme ele tem aconsagra&a conforme ele tem a -abili&a&e &e reali+ar* e manti&a en$olta em se&a
-abili&a&e &e reali+ar* e manti&a en$olta em se&a escarlate fogo.escarlate fogo. 8 /a&pi)o
8 /a&pi)o99..
Hue o Dominus
Hue o Dominus @iminis pegue c-umbo puro* estan-o e merc;rio* com@iminis pegue c-umbo puro* estan-o e merc;rio* com platina* e* se for necess7rio* $i&ro.
platina* e* se for necess7rio* $i&ro. Hue por sua
Hue por sua compreensão e ingenium conceba uma @>mpa&a 7gicacompreensão e ingenium conceba uma @>mpa&a 7gica 0ue 0ueimar7 sem pa$io ou 3leo* sen&o alimenta&o pelo {t-<r.
0ue 0ueimar7 sem pa$io ou 3leo* sen&o alimenta&o pelo {t-<r. Isso ele reali+ar7 secretamente e aparte* sem pe&ir o consel-o ou a Isso ele reali+ar7 secretamente e aparte* sem pe&ir o consel-o ou a apro$ação &e seu A&eptus inor.
apro$ação &e seu A&eptus inor. Hue 0uan&o consagra&o o
Hue 0uan&o consagra&o o Dominus @iminis o manten-a na c>maraDominus @iminis o manten-a na c>mara secreta &a Arte.
secreta &a Arte.
Isso então % a0uilo 0ue
Isso então % a0uilo 0ue est7 escrito: #stan&o e0uipa&o com arma&uraest7 escrito: #stan&o e0uipa&o com arma&ura completa e arma&o* ele % semel-ante
completa e arma&o* ele % semel-ante &eusaF.&eusaF. # no$amente* eu estou arma&o* eu
# no$amente* eu estou arma&o* eu estou arma&oF.estou arma&oF.
"
" .S.E. o original .S.E. o original baculu&baculu&* 0ue em latim significa bastão* e no ingls* 0ue em latim significa bastão* e no ingls
b7culo \ um osso &o p
b7culo \ um osso &o pnis &e alguns animnis &e alguns animais.ais.
,
, .S.E. Po&eria ser t .S.E. Po&eria ser tra&u+i&o como l>mpa&a* mas manti$e 8o termora&u+i&o como l>mpa&a* mas manti$e 8o termo
tamb%m correto9 lampião* como o &o
tamb%m correto9 lampião* como o &o eru1 na Nol&en Da_n* emboraeru1 na Nol&en Da_n* embora tamb%m usassem l>mpa&as &e um tipo &iferente. #nfim* se
tamb%m usassem l>mpa&as &e um tipo &iferente. #nfim* se refere a umrefere a um recipiente 0ue 0ueima 3leo* tem pa$io
recipiente 0ue 0ueima 3leo* tem pa$io e ilumina.e ilumina.
Liber - vel Magi
A
A ∴∴ A A ∴∴ Publicação em Classe A. Publicação em Classe A. sub figur> I
sub figur> I XX. 5m % o agus: &uas Suas f
XX. 5m % o agus: &uas Suas forças: 0uatro Suas armas. #stes são osorças: 0uatro Suas armas. #stes são os Sete #sp)ritos &a Inustiça' os sete abutres &o
Sete #sp)ritos &a Inustiça' os sete abutres &o mal. Assim % a arte e omal. Assim % a arte e o of)cio &o agus apenas glamour. Como #le &estruir7 a Si|
of)cio &o agus apenas glamour. Como #le &estruir7 a Si| X. Por%m o agus tem po&er sobre a ãe tanto
X. Por%m o agus tem po&er sobre a ãe tanto &iretamente 0uanto&iretamente 0uanto atra$%s &o Amor. # o agus %
atra$%s &o Amor. # o agus % Amor* e une A0uilo e Isto em SuaAmor* e une A0uilo e Isto em Sua Conuração.
Conuração.
". o princ)pio o agus fala a
". o princ)pio o agus fala a Ver&a&e* e en$ia a Ilusão e a !alsi&a&eVer&a&e* e en$ia a Ilusão e a !alsi&a&e para escra$i+ar a alma. o entanto ali est7 o ist%rio &a Ee&enção. para escra$i+ar a alma. o entanto ali est7 o ist%rio &a Ee&enção. ,. Por sua Sabe&oria #le fe+ os un&os'
,. Por sua Sabe&oria #le fe+ os un&os' a Pala$ra 0ue % Deus não %a Pala$ra 0ue % Deus não % nen-um outro senão #le.
nen-um outro senão #le.
4. #ntão como #le finali+ar7 Sua fala com Silncio| Pois #le %
4. #ntão como #le finali+ar7 Sua fala com Silncio| Pois #le % !ala.!ala. 6. #le % o Primeiro e o
6. #le % o Primeiro e o ltimo. Como #le &ei1ar7 &e Se numerar|ltimo. Como #le &ei1ar7 &e Se numerar| =. De um agus este escrito %
=. De um agus este escrito % anuncia&o atra$%s &a mente &e umanuncia&o atra$%s &a mente &e um agister. 5m profere claramente* e o
agister. 5m profere claramente* e o outro compreen&e' embora aoutro compreen&e' embora a Pala$ra sea falsi&a&e* e o
Pala$ra sea falsi&a&e* e o #nten&imento escuri&ão. # essa &eclaração %#nten&imento escuri&ão. # essa &eclaração % De Go&o Ver&a&e.
De Go&o Ver&a&e.
?. Go&a$ia est7 escrito' pois -7 tempos &e tre$as* e isso
?. Go&a$ia est7 escrito' pois -7 tempos &e tre$as* e isso % como uma% como uma l>mpa&a ali.
l>mpa&a ali.
. Com a Ba0ueta #le cria. . Com a Ba0ueta #le cria.
K. Com a Gaça #le preser$a. K. Com a Gaça #le preser$a. W. Com a A&aga #le &estr3i. W. Com a A&aga #le &estr3i. "X. Com a oe&a #le re&ime. "X. Com a oe&a #le re&ime.
"". Suas armas completam a ro&a' e sobre Hue #i1o isso
"". Suas armas completam a ro&a' e sobre Hue #i1o isso gira não % &ogira não % &o con-ecimento Dele.
con-ecimento Dele.
",. De to&as essas aç/es #le
",. De to&as essas aç/es #le &e$e cessar antes 0ue a mal&ição &e Seu&e$e cessar antes 0ue a mal&ição &e Seu Nrau sea enalteci&a Dele. Antes 0ue #le alcance A0uilo 0ue e1iste sem Nrau sea enalteci&a Dele. Antes 0ue #le alcance A0uilo 0ue e1iste sem !orma.
!orma.
"4. # se neste momento #le esti$er manifesto sobre a terra como "4. # se neste momento #le esti$er manifesto sobre a terra como umum Jomem* e por essa ra+ão o presente % escrito* 0ue este sea
Jomem* e por essa ra+ão o presente % escrito* 0ue este sea o Seuo Seu m%to&o* 0ue a mal&ição &e Seu grau e o
m%to&o* 0ue a mal&ição &e Seu grau e o far&o &e Sua consecução*far&o &e Sua consecução* seam enalteci&os Dele.
seam enalteci&os Dele.
"6. Hue #le se acautele &a abstinncia &e ação. Pois a mal&ição &o Seu "6. Hue #le se acautele &a abstinncia &e ação. Pois a mal&ição &o Seu grau % 0ue #le &e$e falar a
grau % 0ue #le &e$e falar a Ver&a&e* afim &e 0ue a !alsi&a&e &issoVer&a&e* afim &e 0ue a !alsi&a&e &isso possa escra$i+ar as almas &os -omens. #ntão 0ue #le profira sem possa escra$i+ar as almas &os -omens. #ntão 0ue #le profira sem e&o* 0ue a @ei possa ser
e&o* 0ue a @ei possa ser cumpri&a. # &e acor&o com Sua ature+acumpri&a. # &e acor&o com Sua ature+a Original essa lei ser7 mol&a&a* &e tal forma 0ue
Original essa lei ser7 mol&a&a* &e tal forma 0ue algu%m possaalgu%m possa manifestar a gentile+a e a 0uietu&e* sen&o um Jin&u' e outro a manifestar a gentile+a e a 0uietu&e* sen&o um Jin&u' e outro a feroci&a&e e a ser$i&ão* sen&o um u&eu' e ain&a outro ar&or e feroci&a&e e a ser$i&ão* sen&o um u&eu' e ain&a outro ar&or e $irili&a&e* sen&o um
$irili&a&e* sen&o um Mrabe. Contu&o* este Mrabe. Contu&o* este assunto toca o mist%rio &aassunto toca o mist%rio &a #ncarnação* e não est7 para ser
#ncarnação* e não est7 para ser &eclara&o a0ui.&eclara&o a0ui. "=. Agora o grau &e um
"=. Agora o grau &e um agister ensina o ist%rio &o Sofrimento* e oagister ensina o ist%rio &o Sofrimento* e o grau &e um agus o ist%rio
grau &e um agus o ist%rio &a u&ança* e o grau &e Ipsissimus o&a u&ança* e o grau &e Ipsissimus o ist%rio &a Ausncia &o #u* 0ue tamb%m % c-ama&o &e o ist%rio &e ist%rio &a Ausncia &o #u* 0ue tamb%m % c-ama&o &e o ist%rio &e Pã.
Pã.
"?. #ntão 0ue o agus
"?. #ntão 0ue o agus contemple ca&a um por um* erguen&o(o aocontemple ca&a um por um* erguen&o(o ao po&er final &a Infini&a&e. o 0ual o Sofrimento % Alegria* e u&ança % po&er final &a Infini&a&e. o 0ual o Sofrimento % Alegria* e u&ança % #stabili&a&e* e Ausncia &e #u % #u. Pois a interação &as partes não #stabili&a&e* e Ausncia &e #u % #u. Pois a interação &as partes não