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Saude Mental

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(1)

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 Trraabbaallho do ho do SSiisstteemma Fa Fiinanancnceeiirroo

Saúde Mental no Trabalho

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(5)

 Trabalhador – Homem – Ser Humano

z

Ser do conflito, do questionamento

z

Reflete e tem dúvidas – deixa marcas

(Diferenciação do animal)

SUB ETIVIDADE – simbólico - re resenta ão

HISTÓRIA DE VIDA

(6)

Pessoas

m en es eren es

Empresas Peculiares

Gestão Personalizada

(7)

SINGULARIDADE

SINGULARIDADE

(8)

“Quando duas pessoas se encontram o m nimo que pode acontecer uma

(9)

z Diferentes leituras para o mesmo fenômeno z ros re erenc a s e rcos

z Várias áreas do saber

Diversos olhares da ciência

z Positivismo z Ciências sociais z Fenomenologia z eoras o nconsc en e –– Medicina do Trabalho

(10)

CLASSIFICAÇ O

CLASSIFICAÇ O

1.Psiquiatria – CID 10 e DSM-IV

Ex: Transtornos de humor, ansiedade, alimentares, sono, ersonalidade, de controle de im ulsos, es uizofrenia, etc.

2. Psicodinâmicas

Ex: neuróticos, psicóticos, perversos.

CAUSA

CAUSA

(11)

TRABALHADOR

ser biopsicossocial Doenças Mentais

(12)

Doença Menta

Dia nóstico difícil em saúde ocu acional

Nexo complexo

Grande incidência na área

qu pe mu

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(13)

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

1987 - NIOSH - Desordens psicológicas estão entre as 10 mais freqüentes categorias de doenças

ocupacionais

Causas: organização do trabalho, o papel

exercido dentro da organização e sua relação com ou ros pap s, re aç es n erpessoa s,

(14)

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

OMS - 2001

- e o as as oenças e um pa s 18% necessitam de algum tipo de ajuda 30% algum tipo de desconforto

5 a 10% - transtornos graves Brasil

(15)

DADOS EPIDEMIOLÓGICOS

OMS - 2000

Inglaterra - 1 em cada 10 trabalhadores (depressão, ansiedade, estress e c ansaço) - incidência

reva nc a - em casos

Finlândia - + de 50% algum sintoma (distúrbios do sono, ansiedade stress)

e 7%

cansaço grave com esgotamento mental

- epress o patologia comum e de afastamento

eman a - Depress es respons veis por 7% das demissões

(16)

CONCEITOS EM SAÚDE MENTAL

A maioria das doenças mentais é influenciada por com naç es e atores o g cos, psco g cos e

sociais.

Possíveis situações problemáticas da vida, como ,

dificuldades financeiras ou condições inovadoras ue ossibilitem a era ão de incertezas odem

ser exemplos de fatores sociais envolvidos na ocorrência de transtornos mentais

(17)

A ciência - psiquiatria

A psiquiatria moderna basea-se em síndromes e trabalho

A etiologia é secundária

(18)

A ciência - psiquiatria

“A leitura do mal-estar corporal assume uma direção .

disso, as dimensões da história do enfermo e do tempo da doença se transformam em questões

secundárias.”

(19)

Relatório da OMS sobre saúde

mental no mundo

desenvolvimento de determinado distúrbio mental se manifeste em essoas su eitas a certos estressores e

que os transtornos mentais devem-se

predominantemente à interação de múltiplos genes de risco com fatores ambientais.”

(20)

a ores psco g cos n v ua s que se re ac onam com a manifestação de transtornos mentais e que

depressão, podem ocorrer em conseqüência da não ada ta ão a uma situa ão estressante.

(21)

Exper nc as negatvas na v a e um n v uo po em determinar uma maior vulnerabilidade psicológica, de distúrbios psiquiátricos.

Histórico de problemas familiares, equívocos cometidos ao longo da formação da pessoa, seja por

,

psicológicas como insegurança, extremo controle das emoções, excesso de determinação para atingir objetivos e perfecc ionismo podem gera dificuldades em lidar com erros, frustrações e decepções, sendo emocionais.

(22)

Saúde Mental

-estar subjetivo, a autonomia, a competência, a auto-eficácia percebida, a auto-realização do po enc a n e ec ua e emoc ona a pessoa.

(23)

Anamnese Ocupacional

Ramazzini

(24)

Anamnese Ocu acional

(25)

CONCEITOS EM SAÚDE MENTAL

Não conhecemos todos os fatores que entram na

. , ,

psicológicos, sociais, bioquímicos, etc. Quantos mais haverá? (...) fatores espirituais?

• (...) complicados os modos de construção e de

transmissão das doenças

• (...) os modos de construção das moléstias da mente

são ainda mais complexos, mais variados e mais cheios moléstias do corpo

(26)

z O trabalho tanto pode ser um mero ganha-pão

como a parte mais significativa da vida interior de um .

z Seu valor encontra-se condicionado pelo significado

que ele terá culturalmente bem como pela relação que se estabelec erá entre a organização do

(27)

CONCE

CONCEITOS EITOS EM SAÚDM SAÚDE E MMEENTANTALL

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Karasek (2001)

(28)

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(29)

Como classificar?

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(30)

Como realizar uma erícia/avalia ão

ocupacional do trabalhador?

Avaliar sintomas subjetivos

Correlacionar com o trabalho

(31)

Como separar o trabalhador do cidadão

comum?

Saber ue o sintoma a resentado foi desencadeado pelo trabalho

Que o trabalhador possa estar ampliando os sintomas É real ou imaginário?

(32)

Há sofrimento? Há simulação?

Há simulação e sofrimento? Há concretude no simbólico?

(33)

Como ficam as concausas em saúde mental? Como fechar nexo ocupacional?

Perguntas difíceis

Muito difíceis Tempos modernos

(34)
(35)

Transtornos mentais e do comportamento relacionados ao ra a o - or ara

(Grupo V da CID 10)

¾ Delirium

¾  Transtorno cognitivo

¾ ranstorno org n co e persona a e

¾  Transtorno mental orgânico ou sintomático não

especificado

¾ coo smo cr n co reerente ao tra a o ¾ Episódios depressivos

¾ Estado de stress pós-traumático

¾ Neurastenia (inclui síndrome de fadiga)

¾ Outros transtornos neuróticos (neurose profissional) ¾  Transtorno do c iclo vi ilia-sono dvido fatores não

orgânicos

¾ Sensação de estar acabado (burnout, esgotamento

(36)

Patolo ias

z

Síndromes Neuróticas

,

Industrial)

z

Síndromes Pós-Traumáticas

z

Síndromes Paranóides

z

Síndrome da Insensibilidade

(Alexitimia ou Depressão Essencial) z

coo smo

(37)

Transtornos mentais

¾ Depressão ¾ Stress ¾ Burnout ¾ Assédio Moral ¾ Violência ¾ Ansiedade ¾ Fadi a ¾ Fobias ¾ Medos, temores

(38)

¾ Stress Pós-traumático ¾ Assédio Moral

(39)

-distúrbios não-psicóticos:

Depressão e ansiedade,

incluindo sintomas como insônia, fadiga,

irritabilidade, dificuldade de memória,

concentração e queixas somáticas

(40)

,

somatoformes, comumente referidos como

,

apresentam uma elevada prevalência na

diagnosticados em um terço ou mais das

essoas ue rocuram atendimento em

serviços primários de saúde.

(41)

arac er zam-se por s n omas como:

insônia, fadiga, irritabilidade,

esquecimento, dificuldade de

concentração e queixas somáticas

(42)

Segundo Rosen ield 1989 , Wheaton 1980, 1983

e outros autores estaria correto afirmar que:

¾

a maior ocorrência de Morbidade Psiquiátrica

Menor entre indivíduos do gênero feminino,

so re u o ap s os

anos, en re aque es e a xa

escolaridade, sobretudo casados, decorreria do

-menor poder percebido de influenciar o seu

,

caracterizado pelo uso deficiente dos recursos de

"enfrentamento" ara lidar com situa ões

geradoras de estresse agudo (mudanças) ou

crônico (demanda excessiva e persistente).

(43)

 Transtorno De ressivo

z Caracteriza-se por humor triste, perda do interesse e

, ,

atividade diminuída, sensação de cansaço.

- ,

auto-estima e auto-confiança, desesperança,

culpabilidade, sensação de inutilidade, visões desoladas e pessimistas do futuro, idéias ou atos suicidas.

z Perturbações do sono e ansiedade estão comumente

associadas.

(44)

Depressão

z

epress o cons era a um

transtorno do humor (OMS)

z

Kaplan, 1997, como: “o estado

(45)

De ressão e Trabalho

9

Depressão

9

 Tristeza

ou

9

Decepção

ou

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(46)

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Inconformismo

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Insatisfação

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(47)

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(48)

Histórico

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(49)

Evolu ão do uadro Clínico

z

Dar maior importância ao fenômeno, à

reaç o o n v uo e a sua vu nera

a e o

que à gravidade do estressor.

z

em o os que so rem gran es even os e graves

(50)

Fatores de Risco

1) indivíduos do sexo feminino;

2) indivíduos com níveis elevados de

neuroticismo,

3) separação precoc e;

4) ansiedade ou depressão preexistentes;

5) história familiar de ansiedade ou

(51)

uadro Clínico

z

um transtorno psqu trco req ente, mu tas

vezes não diagnosticado, e com tendência à

.

z

Em sua forma crônica pode tornar-se

tratamento.

z

As comorbidades, de alta revalência, são

depressão, tentativa de suicídio, abuso de

substâncias, transtornos obsessivo-compulsivo

e o p n co.

(52)

uadro Clínico

z

Necessário que o quadro sintomático

esteja presente por mais de 1 mês e a

perturbação esteja causando prejuízo

no funcionamento social ocu acional

ou em outras áreas importantes da

(53)

uadro Clínico

z m sua orma cr n ca po e orna -se a amen e

incapacitante e resistente ao tratamento.

z Os acientes dificilmente rocuram tratamento

z O diagnóstico prec oce é muito importante, pois caso

não seja tratado, a tendência é a evolução para o TEPT ,

soc ial e ocupacional.

(54)

uadro Clínico

z

A dissociação peritraumática é o fator

de risco mais estudado para o

desenvolvimento desse transtorno

Classen et al. 1998 S ie el et al. 2000

Ozer et al., 2003) e também tem sido

(55)

uadro Clínico

z m re aç o comor a e en re o e o a uso e

dependência de álcool e drogas (ADAD), pesquisas revelam que 34,5% dos homens diagnosticados com  TEPT tiveram problemas relacionados ao ADAD quando

comparados com 15,1% dos homens que não tiveram diagnóstico para TEPT. Na população feminina, 26,9% das mulheres diagnosticadas com TEPT apresentavam ADAD quando comparadas com 7,6% das mulheres que não tinham o transtorno (Kessler et al., 1995).

(56)

Tratamento

Abordagem terapêutica mais eficaz é

obtida quando o paciente é tratado

concomitantemente com:

z

psicoterapia, especialmente a

(57)

Tratamento

Farmacologia:

z

não existe até o momento um fármaco

que seja igualmente eficaz

z

São utilizados antide ressivos

ansiolíticos, anticonvulsivantes,

anti-hi ertensivos e anti sicóticos, de

acordo com a sintomatologia mais

proeminente

(58)

Referências Biblio ráficas

z Maurat, AM; Fi ueira, I. Tratamento farmacoló ico do

transtorno de estresse pós-traumático. Rev. Psiq. Clín. 28 (4):191-196, 2001

, . . . atuais

com os fenômenos dissociativos do transtorno de estresse

- . . . - ,

z Dantas, H.S.; Andrade, A.G. Comorbidade entre transtorno de

-drogas: uma revisão da literatura Rev. Psiq. Clín 35, supl 1; 55-60, 2008

(59)

Assédio Moral

Definições

Por assédio moral no local de trabalho entende-se

um

comportamento injustificado

e continuado

para com um trabalhador ou grupo de trabalhadores,

susceptível de constituir um risco para a saúde e

segurança.

OSHA 2002 A g ê n c i a E u r o p e i a p a r a a S e g u r a n ç a e a S a ú d e n o T r a b a l h o

(60)

Assédio Moral

Definições

"comportamento injustificado" significa o comportamento que, de

acordo com o senso comum, atendendo às circunstâncias, considere susceptível de vitimizar , humilhar , ameaçar ou comprometer a au o es ma e a au o con ança e uma pessoa;

"comportamento" abrange todos os atos praticados por indivíduos ou

por um grupo e n v uos. m s s ema e ra a o po e ser usa o como meio de vitimização, humilhação, ameaça ou diminuição da auto estima;

(61)

Assédio Moral

Definições

"risco para a saúde e segurança" abrange os riscos para a saúde

mental ou física do trabalhador;

O assédio moral envolve, frequentemente, o uso indevido ou o abuso de oder  em situa ões em ue as essoas visadas têm dificuldade em defender-se.

(62)

Assédio Moral

Definições

O assédio moral pode consistir em ataques verbais

e s cos, em como em a os ma s su s como a

desvalorização do trabalho de um colega ou o

so amen o soc a . o e a ranger a v o nc a s ca

e psicológica.

(63)

Assédio Moral

1998 Marie-France Hirigoyen

“Por assédio em um local de trabalho temos que

manifestando-se sobretudo por comportamentos,

alavras, atos, estos, escritos ue ossam trazer

dano à personalidade

,

à dignidade

ou

à

integridade física ou psíquica

de uma pessoa, pôr

em perigo o seu emprego ou degradar o ambiente de

trabalho”.

(64)

Assédio Moral

Dois aspectos que surgem no assédio moral:

1. Abuso de poder (geralmente as pessoas

percebem mas não sabem como reagir)

(65)

Assédio Moral

Cada país organiza-se jurídica e institucionalmente de

alguma maneira

Várias em resas na Escandinávia consideram como

delito o assédio moral

(66)

Assédio Moral

Características

Com ortamentos ofensivos reiterados

direcionado à determinada pessoa ou a

(67)

Assédio Moral

Características

Aniquilamento da pessoa, violência psíquica,

um aç o, ou ras cn cas e eses a

zaç o

psíquica/moral como subentendidos, alusões

ma vo as, men ras, e c.

A percepção da manipulação não é

(68)

Assédio Moral

O assédio se instala quando o

diálogo é impossível e a palavra

daquele que agredido não

consegue fazer-se ouvir. Prevenir-se é,

,

(69)

Assédio Moral

“A prevenção passa também pela

educa ão dos res onsáveis

ensinando-os a levar em conta a

essoa humana, tanto uanto a

(70)

Assédio Moral

mag naç o umana

m a a

quando se trata de matar no outro a boa

magem que e e em e s mesmo;

mascaram-se, assim, as próprias

raquezas e po e-se assum r uma

posição de superioridade”.

Marie-France Hirigoyen 1998

(71)

Sentimentos comuns no ambiente

de trabalho

z

Depressão

ou

z

 Tristeza

z

Decepção

ou

z

Medo

ou

z

(72)

z

ncon ormsmo

ou

z

Insatisfação

z

Impotência

u

z

Insegurança

ou

(73)

z

sse a o

ou

z

Defensivo

z

Receoso

u

z

Acomodado

ou

z

Desli ado

(74)

Trabalho

z

Alegria

z

Praze

z

Responsabilidade

z

ro ss ona smo

z

Satisfação

z

Empreendedorismo

(75)

-Na prática da Medicina do Trabalho

Qual o papel do Médico do Trabalho?

E o ocupacional?

(76)

Na prática da Medicina do Trabalho

uma comor

a e

Qual o peso na clínica ocupacional?

Nexo ocupacional oncausa

(77)

esa ios e uestionamentos

O trabalho poderá desencadear ou piorar quadro

ps qu r cos ps co g cos menores

conhecimento sobre a influência do trabalho na gênese dos transtornos mentais?

Qual preparo que os médicos do trabalho precisam para o atendimento dos trabalhadores com queixas

(78)

 Trabalhadores

Devemos considerá-los inaptos para quais atividades? Devemos impor restrições?

(79)
(80)

Sistematização das ações

DIAGNÓSTICO

Institucional – demanda, diagnóstico

– ,

PREVENÇÃO

Análise Institucional –

diversas formas

(sensibilização das hierarquias superiores, entrevistas com , .

 Trabalhador – individual ou grupal

(81)

Perícia

ns uc ona – eman a, agn s co

 Trabalhador – presença de sintomas, grupo

Há incapacidade ou não ao trabalho?

Volta a mesma função?

Os sinto as desa arece se a causa?

Modificação da cultura organizacional

(82)

Ferramentas de Trabalho

Entrevistas

Questionários e inventários

,

(83)

Anamnese

¾

Correlacionar:

Situação atual de vida

¾ aspec os ex ra- ra a o;

¾ condições de vida/ lazer/ moradia/ trajeto e suas ¾ história ocupacional;

(84)

Algumas soluções

z

Conversar

z

Conversa

z

Conhecer

z

Conversa

z

Investigar

z

Estar com o outro

(85)

C omo artici o da melhora do

meu ambiente de trabalho e dos

(86)

Como funciona a gestão do

Quem são os gestores e os

l

r

r ?

omo a cu ura e os va ores a

minha empresa?

(87)

ons eraç es na s

1

.

A clínica do cotidiano dos profissionais da saúde do tra a a or necessta e novas orentaç es e

sistematizações em saúde mental – critérios que auxiliem na sistematização das ações

2. A noção de nexo oc upacional (causa-efeito) fica

prejudicada frente aos componentes da subjetividade e aos sintomas a resentados

3. O modelo atual de classificação é limitado e exige uma transformação para receber outras formas do pensar a

• Não dá conta de todos os fatores relacionados às doenças que

o modelo c ontempla

(88)

. s amos v ven o num novo mun o, sem prev s o

de futuro, com muitas incertezas, assustados.

.

transformações onde a carga psíquica está

aumentando consideravelmente.

. s con tos exstem e azem parte a exst nc a

humana.

.

diferenças (inclusão das diferenças).

5. A vida humana está muito desvalorizada e os

abusos da convivênc ia profissional tem

(89)

““

saúde mental ode es uecer

saúde mental ode es uecer

as certezas”

as certezas”

(90)

“O avanço é paulatino, mesmo com

alguns retrocessos. Deve ser lento

-estrutura mundial e do planeta,

v s ve en e er ur a o.

(91)
(92)
(93)
(94)
(95)

Referências

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As contribuições do psicólogo envolvem a notificação dos agravos e das situações de risco para a saúde dos trabalhadores, como os transtornos mentais relacionados ao trabalho; a

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